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FENDEL tecnologia |
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OPINIÕES E COMENTÁRIOS AGOSTO 2004
Que maravilha este PL 4080. Parabéns, esplêndido ... Desculpe-me a emoção e empolgação, é
que vossa simples lei é como uma gôta de água quente,
que quebra uma vidraça mórbida temperada e gelada, em bilhões
de pedaços. Permito-me tecer algumas sugestões: Gratos Bioabraços, e ardentes votos de sucesso na aprovação. "Bioenergia não é alternativa, é definitiva" - Bautista Vidal
dep.gervasiooliveira@camara.gov.br PROJETO DE LEI Nº 4080 , DE 2004 JUSTIFICAÇÃO Sala das Sessões, em de 2004. Deputado Gervásio Oliveira: dep.gervasiooliveira@camara.gov.br Enviada pelo Telmo 2004_9346_Gervásio Oliveira BIOMASSA Complementando o fantástico artigo abaixo, que deveria ser decorado por todo brasileiro, informo que: - Em 1894 já existiam motores a álcool na França
e na Alemanha. Como resultado, as políticas servem apenas para beneficiar os
eternos privilegiados, e quem rala e se lasca é o povo. Reitero que o livro: "Brasil, até quando?" se encontra
à disposição para leitura e aguardadas sugestões
na página www.fendel.com.br Antialienantes Bioabraços "Se você quiser saber se suas ações são certas ou erradas, pense no seguinte: as ondas geradas por elas atingirão também a pessoa que você mais ama". - Kusum -----Mensagem original----- Artigo muito interessante. A suave e amorosa revolução dos trópicos ou país sem saci-pererê não da pé por Gilberto Felisberto Vasconcellos A energia dispersa da biomassa nos trópicos poderá conduzir a um reordenamento da distribuição populacional, diferente da energia concentrada com imensas hidrelétricas, refinarias e gasodutos, cujo ápice é a usina nuclear como um desdobramento do petróleo e do carvão mineral. Karl Marx falava da importância da população na acumulação primitiva do capital e do poder; todavia o filósofo revolucionário nunca em sua vida experimentou farinha de mandioca nem conheceu a biomassa energética, tal qual está sendo agora teorizada pelo geólogo mineiro Marcelo Guimarães, para quem é preciso volver (alô, alô, Stedile, atenção) ao conceito de terra vinculado à produção de alimentos. A terra tem um valor energético extraordinário. A terra é o útero da energia. Resulta daí que, na geopolítica de hoje em dia, o território físico brasileiro está na mira do poder mundial, porque o Brasil possui as maiores regiões tropicais úmidas com solos agrícolas, isto é, o recurso natural mais cobiçado na atualidade. A necessidade da reforma agrária – a ocupação imediata do território pela população brasileira – converte-se na principal questão da soberania nacional para produzir energia e comida, criando milhares de empregos nas regiões rurais e, com isso, esvaziando as megalópoles assoladas pela violência e criminalidade. Burrice ou má-fé safada é contrapor biomassa versus produção de alimentos, assim como estupidez é afirmar que o trópico, com a produção da biomassa energética, se transformaria num gigantesco canavial da monocultura, faltando terra para produzir o que comer A verdade é que bastam 5 por cento do território para alimentar toda a população brasileira; o resto dos 95 por cento seria para produzir energia plantando e replantando floresta, cana, dendê, mandioca etc. Olhaí o exemplo escandaloso da soja. Colhemos mais de 30 milhões de toneladas de grãos, sendo que 70 por cento dessa soja é exportada para pagar a maldita e eterna "dívida externa". O problema é que a mídia não está nem aí para o autodesenvolvimento da biomassa energética, porque a mídia é contra os interesses da maioria da população brasileira. Gravíssima também é a desinformação dos políticos e candidatos, os quais repetem a cartilha do raposão Henry Kissinger demonizando o Proálcool como estratégia para os usineiros latifundiários ganharem dinheiro. A escola da biomassa é a máxima expressão de realismo histórico na análise do Brasil no mundo. Por que o futuro da humanidade será tropical? O poder hegemônico no mundo de 1800 a 1900 se baseou na energia do carvão mineral, com a tecnologia da máquina a vapor drenando as águas das minas. A Inglaterra deitou e rolou aí com a sua pirataria externa. De 1900 a 2000, o poder mundial se alicerçou no petróleo e no motor a explosão. Automóvel. Avião. É a vez de os Estadusunydus se lambuzarem de combustível fóssil, roubando o petróleo dos outros com a sua incrível capacidade de matar, conforme se vê pelas sucessivas aprontações ianques no Oriente Médio. E de 2000 em diante? O século 21 será moldado pela energia da biomassa agrícola (cana, mandioca e dendê) e florestal: carvão vegetal, termelétrica a lenha e gasogênios estacionários. Limpa, descentralizada, democratizante, renovável, a biomassa é a energia do terceiro milênio. O professor Mangabeira Unger precisa sacar a abordagem energética
do auto A energia fóssil do carvão mineral, concentrada em grandes minas, criou as cidades industriais com a montagem do complexo mineral, siderúrgico, mecânico e químico. Em seguida, o petróleo – com adubos nitrogenados – esvaziou o campo e engendrou as megalópoles. O petróleo deixou o campo vazio e as megalópoles ingovernáveis submetidas ao câncer da violência urbana. Assim, caberá à energia da biomassa esvaziar as megalópoles ou continuamos no caos com televisão. É irrecusável que a energia moldura a civilização, mas no pensamento de Marcelo Guimarães não existe determinismo energético afastado da política e dos interesses econômicos das classes sociais. Não é suficiente determinado país possuir recursos naturais abundantes e estratégicos, se não existir domínio nacional sobre esses recursos. Sol, água, planta. Tudo isso pode ser expropriado contra o nosso benefício, ou seja, a biomassa energética pode ser explorada como a última etapa do imperialismo, através da reescravidão do povo brasileiro ou simplesmente pela sua extinção. Não devemos afastar o dispositivo do genocídio se porventura os bacanas lá de London ou de Washington resolverem que as gentes brasileiras deixem de existir, pois o que ambiciona o imperialismo é apenas a posse do território físico dos trópicos, de modo que a mão-de-obra da maioria, 70 por cento da população, está sobrando. É preciso dar um sumiço nessa gente. Adeus, povão mestiço! Cuidado com as ONGs ligadas à dominação internacional. As ONGs estão entregando nossa biodiversidade. A sorte é que o jovem Carlito, o neto de Leonel Brizola, tornou-se um soldado militante da biomassa, sendo o principal responsável pelo estalo de Vieira em seu avô. O meu amigo Nilo Batista sabe que o único jeito de erradicar a criminalidade é através da civilidade da energia vegetal criadora de milhares de empregos rurais, o que, aliás, o velho Getúlio Vargas queria com a sua Marcha para o Oeste. Marcelo Guimarães adverte que a escola da biomassa não deve ser identificada com o porque-me-ufano da exuberante natureza tropical. O que é absolutamente fundamental é se valer do poder político para a utilização dos recursos naturais abundantes, como o solo, a topografia, o clima, os rios e os minérios. A história do Brasil está repleta de exemplos em que os recursos naturais foram explorados para o benefício e usufruto dos outros, e não do país ou do povo. Marcelo Guimarães fala como um bom mineiro que sabe das coisas: "O ouro extraído de Ouro Preto não foi capaz de gerar uma ocupação permanente na região. A extração de 1 bilhão de toneladas de ferro em Itabira, Minas Gerais, não foi capaz, por si só, de evitar que em 1983 cerca de 5.000 garimpeiros ‘faiscassem a sorte’ no rejeito do minério de ferro da CVRD. A extração de cerca de 1 bilhão de barris de petróleo do Recôncavo Baino pouco trouxe de benefício para a região. A produção e a exportação de café do norte do Paraná não foram capazes de reter a riqueza suficiente para manter a fertilidade do solo, deter a erosão, preservar parte dos recursos florestais". As reservas mundiais de petróleo estão acabando, o carvão mineral não pode ser utilizado por causa de seus efeitos ambientais, assim como é inegável a falência do modelo nuclear com a sua apocalíptica economia do plutônio. A única solução é buscar a fonte de energia
no sol dos trópicos com a produção da biomassa descentralizada
e socialmente democrática. Quando é que vai aparecer por aí um político gente boa e nacionalista que coloque em execução a agenda científica da biomassa? CAPTURA DE CO2 Fazer máquinas para capturar dióxido de carbono? Para frear o aquecimento global? Basta implantar a ENERNET e as Bioenergias.
Só isso. Elementar. Indiscutível. Carbono sequestrantes bioabraços "A utilização em grande escala das biomassas, é o único meio racional para capturar o carbono fóssil jogado ao ar em 2 séculos de dito desenvolvimento e real colonialismo." - Fendel -----Mensagem original----- Como frear o aquecimento global existente no planeta Pesquisa conclui que as tecnologias existentes hoje seriam suficientes
para estabilizar as emissões de CO2 e o aumento no aquecimento
do planeta por pelo menos meio século 17/8/2004 - Tecnologias existentes atualmente poderiam brecar o aumento no aquecimento global por pelo menos meio século. A afirmação é de uma pesquisa feita por cientistas da Universidade de Princeton, nos Estados Unidos, que acaba de ser divulgada pela revista Science. Os pesquisadores identificaram 15 tecnologias prontas para serem utilizadas em grande escala - que empregam energia solar, nuclear ou eólica, por exemplo - e mostraram como cada uma delas poderia resolver parte do problema do aquecimento do planeta. Os resultados obtidos desafiam o argumento muito usado de que seria preciso surgir uma nova tecnologia para vencer o desafio. "Isso certamente derruba a idéia de que precisamos fazer ainda muitas pesquisas até que seja possível enfrentar o problema do aquecimento", disse Stephen Pacala, um dos autores do estudo. O outro autor, Robert Socolow, concorda. "Temos hoje as ferramentas para reduzir as emissões de carbono em todo o mundo, especialmente se pensarmos em campanhas de longo termo e não em soluções instantâneas", disse. Embora o estudo não tenha estimado os custos para desenvolver cada uma das tecnologias mencionadas, os autores afirmam que a implementação de medidas certamente geraria benefícios, como a criação de novas indústrias, a redução da dependência do petróleo e a menor necessidade da implantação de dispositivos de controle de poluição. A pesquisa centrou-se no principal fator que contribui para o aquecimento do planeta, o dióxido de carbono (CO2) derivado da queima de combustíveis fósseis. As emissões atuais de CO2 contêm cerca de 7 bilhões de toneladas de carbono por ano, quantidade que os especialistas estimam que deverá dobrar nos próximos 50 anos, devido ao crescimento populacional e ao aumento na demanda de energia. Pacala e Socolow mostraram como cada uma das 15 tecnologias que identificaram podem evitar a emissão de cerca de 1 bilhão de toneladas de carbono por ano em 2054. Entre as alternativas está a captura de dióxido de carbono em fábricas e refinarias, que seria armazenado no subsolo - a substância é comumente injetada no subterrâneo durante operações de prospecção. Outras opções são o uso de fontes renováveis de energia, como o vento ou a luz solar, que poderiam ser desenvolvidas. Mas os cientistas da Universidade de Princeton ressaltam que a pesquisa por novas fontes de energia alternativas precisa continuar, pois elas serão fundamentais no futuro, quando as tecnologias que descrevem no artigo atingirem o potencial máximo e não puderem mais suprir a sempre crescente demanda energética. http://www.msn.com.br/esportes/ecoturismo/ecologia/ www.360graus.com.br Raquel Cristina de Almeida "Nenhum de nós é tão bom quanto nós
todos juntos". ÁLCOOL x HIDROGÊNIO Caro Sartozão É verdade, o hidrogênio, em termos de energia útil, é pobre mesmo, mais pobre que um bóia fria, sem água e sem comida, perseguido pela polícia, num bêco sem saída e sem espectadores. Como átomo, o hidrogênio é fantástico e essencial
à vida, mas como molécula combustível, não
existe em quantidade, e nunca será viável. NUNCA. Pois além
de caríssimo é perigosíssimo. O hidrogênio
vaza através dos cilindros de aço. Para armazená-lo
necessita-se de temperaturas próximas do zero absoluto ( -273 graus
centígrados) ou pressões equivalentes a um reprêsa
com 7 km de altura (700 atmosferas), e mesmo assim a concentração
de energia é baixa, resultando em autonomia medíocre, numa
parafernalha cara e infernal. No etanol (álcool etílico (C2OH6)) temos proporcionalmente
menos átomos de hidrogênio = 6/9 ou 66%, do que na gasolina
((C8H18) = 18/26 ou 69%) .... Assim, a vovozinha do lobo mau pergunta: Enquanto isso, o barril do asqueroso e definhante petróleo já "vale" US$ 45,00, e vai além... muuuuuito além. Antes de exportar vassalamente nossas invejadas (por eles) e desprezadas (por nós) bioenergias, deveríamos substituir nossos sujos e idolatrados (por nós) combustíveis dinossáureos. E quem afirma que o subsidiado gás natural é limpo, é igualmente um imoral pinóquio narigudo, ou no mínimo um equivalente ignorante funcional. Nossas bioenergias não necessitam ser produzidas por oligopólios. Viva a Biobrás, a ANB (B de biocombustíveis) e o Brasilzão tropical, lambuzado de água em seus lindos seios ensolarados. Viva a vida. Antiabobalhantes bioabraços "Bioenergia não é alternativa, é definitiva" - Bautista Vidal -----Mensagem original----- Bem, alguém tem de defender o pobre hidrogênio... -----Mensagem original----- Ô Sartô, você fica provocando o Fendel ... _ From: joaoalex@sunps.com.br [mailto:joaoalex@sunps.com.br]
http://www.estadao.com.br/ciencia/noticias/2004/ago/10/71.htm Ozires defende produção de hidrogênio a partir do álcool Ribeirão Preto (SP) - O ex-presidente da Petrobras e ex-ministro da Infra-Estrutura, Ozires Silva, disse que é importante que o Brasil comece a pensar agora sobre como produzir hidrogênio a partir do álcool combustível. Para ele, é preciso acelerar esse processo. "Não é possível continuarmos queimando 85 milhões de barrís de petróleo por dia e jogando 10 milhões de poluentes de motores de combustão interna na atmosfera diariamente", comentou Ozires, após sua palestra no Seminário Internacional de Estratégia e Novos Mercados, do Congresso e Feira Nacional de Gestão Sucroalcooleira (Infocana), em Ribeirão Preto. Ozires Silva disse que o álcool é um sucesso de comercialização no Brasil, mas que poucos países o aceitarão, a longo prazo, na importação de combustíveis, preferindo serem auto-suficientes. Assim, o hidrogênio seria o combustível mais viável, porque pode ser extraído de qualquer lugar, além de ser renovável, limpo e armazenável. "Para o futuro, existe uma oportunidade imensa para o álcool, pois em sua estrutura química, esse produto tem átomos de hidrogênio, que irá suceder a economia do petróleo", enfatizou Ozires Silva. "Precisamos tentar agora fazer pesquisas e criar produtos tecnologicamente aceitáveis, para que tenhamos destaque no futuro", disse Ozires, que comentou que está em contato com um Instituto de Engenharia de São Paulo para traçar ações para que o álcool seja um produtor fundamental de hidrogênio. Segundo ele, a redução de custos para a produção do álcool poderá colocar o Brasil em competitividade com o uso do hidrogênio. Brás Henrique |