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OPINIÕES E COMENTÁRIOS DEZEMBRO 2004 ALCOOL x GASOLINA É isso que dá gambá cuidar de ovos de ouro. Inconformados Bioabraços "Bioenergia não é alternativa, é definitiva" - Bautista Vidal -----Mensagem original----- Prezados amigos: Ontem vi na TV que nos ultimos meses apesar da alta do petroleo o preço da gasolina subiu um pouco acima de 3%, enquanto o alcool subiu acima de 8%. Como podemos justificar este aumento excessivo do alcool? Assim nao estará o preço do alcool acima de 70% do preço da gasolina, inviabilizando sua utilizaçao no carros da linha flex combustiveis? Ha treis meses atras fiz uma pesquisa ligeira (informal) nos postos de gasolina aqui em BH e constatei que em geral os propietarios dos carro flex estavam utilizando mais o alcool do que a gasolina, o que me deixou feliz. Se nao me engano a previsao para 2006 é que 70 a 80% dos veiculos de passeio fabricados serao do tipo flex... Feliz natal a todos Rogério At 15:45 22/12/2004, boswolff wrote: -----Mensagem original----- Meu caro UVX Na extraordinária notícia abaixo, sobre o imenso potencial
alcoólico mundial, tenho 2 comentários a fazer: Coloque um vaso com terra sobre uma balança ensolarada. Gratos Bioabraços pelo incentivo. “A queima das bioenergias devolve menos carbono ao ar do que o
absorvido -----Mensagem original-----
Logo, logo poderems ver estampado em jornais, revistas, etc... uma matéria
parecida com esta, mas sendo o óleo vegetal o personagem principal ENERGIA: ÁLCOOL BRASILEIRO PODE GANHAR O MUNDO As perspectivas são inebriantes para o álcool brasileiro
usado como combustível, pela provável abertura de gigantescos
mercados na China e nos países mais industrializados e ricos da
Ásia, Europa e América do Norte. O Brasil é o maior
produtor de etanol, com 14,750 bilhões de litros no ano passado,
38% do total mundial. Este ano deve exportar 2,2 A mistura é uma tendência geral, impulsionada pelo combate
à poluição urbana, à alta do preço
do petróleo e a entrada em vigor, em fevereiro, do Protocolo de
Kyoto sobre mudança climática. A combustão com etanol
reduz os gases que aquecem a atmosfera, como o dióxido de carbono,
liberados sobretudo pela queima de derivados de petróleo, gás
e carvão. O Brasil é considerado o único fornecedor
capaz de atender no curto prazo um grande aumento da demanda. Mas, a euforia
nos investimentos na agroindústria da Segundo previsões, para sustentar o aumento interno e externo
de demanda, a área cultivada de cana-de-açúcar deveria
aumentar 75% em 10 anos, invadindo o cerrado, Se forem cumpridas suas regras e respeitadas as áreas de conservação,
a mata nas margens dos rios e em declives, haveria uma proteção
razoável, avaliou o ambientalista. Não existe esse risco
com a cana-de-açúcar, garantiu Antonio de Pádua Rodrigues,
diretor da União da Agroindústria Canavieira de São
Paulo (Única), que reúne as maiores empresas do setor. A
entidade estima que a produção nacional de álcool,
A produtividade canavieira também aumentou muito, o que exige
menos terras, especialmente em São Paulo, que concentra 60% da
produção nacional de açúcar e álcool.
Em 1980, eram obtidos 3.500 mil litros de álcool por hectare, hoje
se produz o dobro, disse O mercado internacional do álcool combustível não
terá uma expansão explosiva, "está em construção
e esse é um processo lento", disse Pádua. Do que o
Brasil exporta, apenas 40% se destina para fins combustíveis, a
maior parte ainda é utilizada para uso industrial, Fonte: Envolverde
Claro que é mais barato, simples, limpo, rápido, racional,
produzir bioenergias do que energia fóssil. O que falta é um chute na bunda destes incompetentes falastrões
a serviço da nojenta ordem econômica mundial neoescravagista. Aborrecidos bioabraços “A vida é racional, mas nós humanos ainda não, e tenho minhas dúvidas se um dia chegaremos a ser." - Fendel quarta-feira 15 de dezembro de 2004 Energia renovável não atende pobre, diz Bird Banco lança atlas ambiental O diretor do Departamento de Meio Ambiente do Bird (Banco Mundial), Warren
Evans, admitiu ontem, em Buenos Aires, que atender 1,6 bilhão de
pessoas no mundo que não têm acesso à eletricidade
é uma meta difícil de ser obtida atualmente apenas com fontes
"Precisamos levar em consideração uma mistura de projetos com várias opções limpas, mas algumas não vão atingir as necessidades dos países em desenvolvimento", afirmou Evans. O comentário segue a divulgação de um relatório na semana passada, organizado pela ONG americana Instituto de Estudos Políticos, que acusa o banco de ter investido mais em projetos que estimulam a produção de gás carbônico, o principal causador do efeito estufa, do que em programas "limpos" de energia. "O relatório é escrito de um ângulo que não leva em consideração a necessidade de o Banco Mundial ajudar os países em desenvolvimento a conseguirem fontes de energia e combustível. Nosso trabalho nessa arena é ajudar os países a terem acesso a fontes de energia", afirmou. Ele lembra que os projetos aprovados pelo Bird precisam seguir certas "políticas de segurança", uma análise dos impactos socioambientais de tais propostas. "Nosso trabalho é menos desenvolver fontes de energia hoje e muito mais tentar obter maneiras de conservar energia." Os modelos vigentes de geração de energia baseados na queima
de combustíveis fósseis, como carvão mineral e petróleo,
são largamente usados em muitos países industrializados.
O uso de combustíveis tradicionais cresce com a taxa de desenvolvimento:
quase todas as
Como e com qual material os ambientalóides anti reflorestamentos
limpam seus ânus? Bioabraços “Na história como na natureza, a podridão é uma das fontes da vida" - Marx?
-----Mensagem original----- Ontem, ao fazer compras no supermercado, fiquei estupefato com variedade
da linha de papéis higiênicos Neve, aquele mesmo, que era
anunciado antigamente pelo mordomo Alfredo. Segundo seu fabricante, Neve
é um produto sofisticado, destinado as classes A e B. Só
se for A de aviadado e B de bicha, pela quantidade de frescuras, como
o Neve Ultra, que já vem com alguns opcionais:
Nunca um gambá vai deixar de comer as galinhas dos ovos de ouro. Hoje, os motores a Diesel fóssil (feitos no exterior), são
menos poluentes do que os motores a gasolina fóssil. O que acontece no nosso estuprado Brasil, além da incompetência
é a perpetuação da sacanagem institucional das benesses
políticas aos apadrinhados. A tecnologia common rail pulveriza os combustíveis com pressões de até 2.000 vezes superiores à atmosférica, possibilitando a queima até de graxa filtrada e redução das emissões, em contrapartida às 200 vezes ainda utilizada nos motores de tecnologia antiga aqui produzidos. 2% é a quantidade de enxôfre que deveria ser substituída
por óleo vegetal puro no Diesel fóssil, no lugar do provisório
Biodiesel. Bioabraços "A utilização em grande escala das biomassas, é
o único meio racional para -----Mensagem original----- Texto: Rafaela Borges No início desse mês de dezembro, o presidente da República,
Luís Inácio Lula da Silva, assinou o Programa Biodiesel,
que permite o uso do biodiesel na matriz energética brasileira
a partir do início de 2005. O novocombustível é inteiramente
nacional, produzido a partir de plantas como mamona. Entre as vantagens
de seu uso, estão a diminuição das importações
de petróleo para nosso mercado e redução das emissões
de poluentes em até 16%. "A idéia não é despoluir o meio ambiente? Então,
não vejo porque insistir na proibição do uso do diesel
em carros de passeio", disse Lula, durante o lançamento do
Programa Biodiesel. Porém, desde 1976, a lei brasileira permite
a utilização do combustível apenas em veículos
com carga útil igual ou superior a 1 tonelada, ou modelos que sejam
classificados como utilitários. "No craqueamento do petróleo, sobrava um excedente de gasolina,
tanto que abastecia os modelos leves do país e ainda sobrava para
exportar", explica Rangel. O executivo acredita ser este o motivo
para a proibição do uso do diesel em carros de passeio.
"Hoje, essa situação mudou: nós importamos uma
quantidade menor de petróleo e a proibição não
faz mais sentido. A AEA é a favor da regulamentação
dos modelos de passeio a diesel no Brasil", diz o executivo. Para
ele, os motivos são inúmeros: "No aspecto técnico,
o uso do Na Europa, cerca de 43% dos carros de passeio utilizam diesel e a expectativa
é que, no ano que vem, esse número chegue a 50%. Isso porque,
no Velho Continente, o combustível não é visto como
aqui: no Brasil, temos imagens de caminhões e picapes barulhentos,
com fumaça preta saindo pelo exaustor. Mas hoje, com tecnologias
modernas, como o sistema de injeção do tipo "common
rail", essa realidade mudou. "O conceito de motor ruidoso já
é Para o executivo, a proibição do uso do diesel no Brasil vai na contramão do desenvolvimento do país, pois impede a criação de empregos e de tecnologias para competirmos no mercado internacional. Outro ponto importante que deve ser esclarecido em relação ao diesel é seu nível de emissão. Segundo Geraldo Rangel, o combustível não polui menos do que a gasolina. "O que sai do cano de escape não é a mesma coisa, por isso as regras de emissões são diferentes. Entretanto, se respeitadas, o resultado final para o meio ambiente será o mesmo. É preciso uma inspeção veicular forte para controlar esse aspecto", diz. Mas, no caso da adição do biodiesel, é diferente, pois este sim é um combustível mais limpo. Rangel afirma que a grande vantagem do diesel em relação
à gasolina é econômica. Entramos em contato com todos os fabricantes que produzem automóveis de passeio no Brasil. Entretanto, a maior parte deles não quis opinar sobre o assunto. Isso porque algumas não acreditam na regulamentação do diesel para modelos leves, outras afirmam que uma opinião pode atrapalhar futuras negociações com o governo. Outro ponto estrutural importante que diz respeito à utilização do óleo combustível em carros de passeio é a rede de distribuição. "Isso não é problema, pois as refinarias produzem muito diesel para suprir o transporte público", afirma Rangel. O problema é a qualidade. O diesel brasileiro está longe de ter a mesma qualidade daquele produzido na Europa. O teor de enxofre é o grande problema de nosso óleo. "Ainda temos muito que evoluir, e essa evolução demanda investimentos por parte das refinarias e da Petrobras", diz Geraldo Rangel. A estatal brasileira de petróleo tem um programa denominado "Evolução do Diesel". Entramos em contato com a empresa, que prometeu divulgá-lo, mas até o fechamento desta matéria não obtivemos resposta. FOTOS: Raquel Cristina de Almeida
Seqüestrar artificialmente o gás carbônico é pior do que varrer a sujeira para debaixo do tapete, pois requer energia e custos desnecessários, que geram ainda mais sujeira... Seqüestrar CO2 de graça, faz qualquer vegetal ensolarado, e como se não bastasse, ainda "peida" imprescindível e puro oxigênio. A natureza é fantástica, e é uma pena que a imbecilidade humana continua cega a esta realidade. Quanto mais perto do Equador, maior é a insidência solar, maior a produção vegetal e a conseqüente limpeza do ar. Enquanto os podres e pobres governantes e pseudo-técnicos dos
gélidos países do dito primeiro mundo, invejam e boicotam
nosso gracioso potencial fotossintético, nós o desprezamos
baseados em propaganda enganosa e vassala, como: mercado de carbono, MDL,
Kioto, e demais asneiras. Desabestalhantes biobeijos “A vida é racional, mas nós humanos ainda não, e tenho minhas dúvidas se um dia chegaremos a ser." - Fendel -----Mensagem original----- Querido Será que essa técnica não irá propiciar outros danos ambientais? saudades Armazenar CO2 debaixo da terra pode conter efeito Armazenar dióxido de carbono (CO2) debaixo da terra pode ser uma técnica promissora na luta contra o efeito estufa. É o que diz um estudo divulgado hoje pela AIE (Agência Internacional de Energia) durante a Cúpula do Clima, em Buenos Aires. A idéia é "prender" o gás no subterrâneo, evitando que ele seja liberado para a atmosfera e continue a aquecê-la. A agência preconiza que se multipliquem por cinco os orçamentos para pesquisa dedicados a esta tecnologia, de modo a atingirem US$ 500 milhões por ano em escala mundial. Ao apresentar o trabalho, o diretor executivo da AIE, Claude Mandil,
lembrou que as emissões mundiais de CO2 aumentarão 62% entre
2000 e 2030 se não houver novos A técnica poderia chegar à fase industrial a partir de
2020 e ser utilizada em grande escala na segunda metade do século
21 até se tornar obsoleta com a generalização dos
sistemas energéticos que não emitem CO2, como pilhas de
combustível e sistemas que usam o A AIE mencionou uma centena de projetos em curso ou em estudo em todo o mundo para armazenamento de C02, mas apenas dois de envergadura. No Mar do Norte, a companhia norueguesa Statoil capta o CO2 de uma jazida
de gás natural e injeta-o no fundo do oceano, e em Wayburn, oeste
do Canadá, o CO2 Em conjunto, estes projetos só permitirão armazenar 100 milhões de toneladas de CO2 por ano até 2015, quando o potencial explorável até 2030 permitiria reter três vezes mais dióxido de carbono, segundo a agência. A tecnologia será testada pelo setor elétrico, segundo a AIE, com a construção até 2015 de dez grandes centrais térmicas dotadas de capacidade de captação e armazenamento de CO2 nas proximidades. 16 de dezembro, 2004 - 04h40 GMT (02h40 PORCARIA A que ponto chega a porquice: Será que não percebem que o suinucultor, ou qualquer outro
que tenha energia disponível, tem que ter mercado prá essa
energia? Com esta moda de mercado carbonoabobalhante, se discutem apenas 5% do
custo da energia, uma vassala gorjeta, ... e negligenciam os restantes
95%... Descarbonizantes bioabraços efetivamente atmosfera limpantes Eng. Thomas Renatus Fendel “Políticos não são nossos senhores nem amos, na verdade deveriam ser nossos servidores" - Al Lorenz
fonte:
Nesta quarta- feira, o Ministério do Meio Ambiente, a Itaipu Binacional e a Secretaria de Meio Ambiente do Paraná assinaram acordo de cooperação técnica para a formulação de projetos, visando a obtenção dos créditos de carbono, com o apoio do Prototype Carbon Fund, administrado pelo Banco Mundial. O acordo foi assinado na abertura do seminário de avaliação do Programa Nacional do Meio Ambiente II (PNMA). A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, destacou que o PNMA representa um novo estilo de gestão ambiental no país. “Graves problemas ambientais estão sendo equacionados e resolvidos tecnologicamente a exemplo dos impactos sobre o solo e a água, provocados pela suinocultura comercial nos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.” De acordo com a ministra, o Programa oferece a oportunidade de o ministério executar suas diretrizes na questão do fortalecimento do Sistema Nacional do Meio Ambiente (Sisnama), no desenvolvimento sustentável, participação social e no trabalho integrado com os diferentes setores do governo. O diretor-geral brasileiro da Itaipu-Binacional, Jorge Miguel Samek, ressaltou que os programas desenvolvidos pelo ministério demonstram o caminho correto para apostar em um Brasil melhor nos próximos anos. Ele revelou que o acordo assinado com o ministério é pioneiro e que deve servir de modelo para a humanidade. “Pela primeira vez, por meio do PNMA, estamos conseguindo dar vez aos pequenos produtores e aos suinocultores de receberem o carbono,” ressaltou. Cerca de 40 pequenas propriedades familiares, com suinocultura integrada e instaladas em um manancial de abastecimento da cidade de Toledo (PR), são beneficiadas pelo PNMA II. O apoio do programa consiste na elaboração de projetos técnicos e apoio financeiro para obras que contribuam para a correção de passivos ambientais gerados pela atividade da suinocultura. A iniciativa visa desenvolver uma nova realidade produtiva, com adequação ambiental, de acordo com as leis brasileiras e a exigência dos mercados consumidores, principalmente os internacionais, que têm imposto barreiras sanitárias e ambientais às carnes brasileiras. Durante o seminário, foram lançados também três manuais técnicos de gestão ambiental da suinocultura. (MMA) CAROS ENGANADOS: Embora notório, é velado que o gás natural é
apenas 15% menos sujo do que o petróleo. Já que se recusam a extirpar os imorais subsídios aos eletrointensivos,
que ganham energia elétrica quase que de graça, pelo menos
podiam autorizar o comércio de energia entre os bilhões
de pequenos consumidores, onde muitos tem boas e limpas fontes não
aproveitadas. Desabobalhantes bioabraços “Na história como na natureza, a podridão é uma das fontes da vida" - Marx? DILMA BUSCA MERCADO PARA O GÁS O governo estuda a criação de um mercado secundário de gás para tornar viável a geração termelétrica no país. A proposta, segundo a ministra das Minas e Energia, Dilma Rousseff, visa permitir que as usinas a gás possam revender o insumo à indústria quando este não estiver sendo consumido para gerar energia. Pelo plano, essa revenda seria feita a um preço atrativo, mas caso a usina precise do gás para geração, teria garantida a possibilidade de interromper o fornecimento. As empresas que comprarem gás das termelétricas teriam de se garantir com outro tipo de combustível em caso de eventual suspensão. O gás consumido por uma térmica é suficiente para abastecer dez grandes indústrias. "Não tem sentido um volume tão grande de gás ficar parado", diz a ministra. O aumento da oferta do insumo no país é uma de suas preocupações. A formatação de um novo modelo para o gás no Brasil também é uma de suas prioridades. Mas ele só ganhará forma em 2005, depois dos primeiros leilões de usinas no país. (Fonte: Valor Econômico) GASOGÊNIOS ANTIGOS Nas páginas: Bioabraços “A queima das bioenergias devolve menos carbono ao ar do que o absorvido pelas plantas, resultando no "efeito geladeira", oposto do "efeito estufa" originado pelo uso dos porcos e agonizantes combustíveis fósseis". - Fendel -----Mensagem original----- Olá Fendel Cendi CAMINHÕES VW Embora patética, a notícia traz informações
muito interessantes. A parte interessante da notícia é: Não sei se ocorreu aí um erro voluntário ou de digitação.. Biobeijos carbono sequestrantes "A utilização em grande escala das biomassas, é o único meio racional para capturar o carbono fóssil jogado ao ar em 2 séculos de dito desenvolvimento e real colonialismo." - Fendel -----Mensagem original----- ----- Original Message ----- Caminhões Volkswagen recebem Selo Ecológico RESENDE A Volkswagen Caminhões e Ônibus, em uma iniciativa pioneira
para a indústria automotiva, acaba de receber o Selo Verde da Ong
SOS Mata Atlântica. Inicialmente, os selos serão colocados
numa frota de 160 caminhões VW 9.150E adquiridos recentemente pela
Martins Comércio e Serviços de distribuição,
empresa que mais tem caminhões Volkswagen no Brasil, cerca de 1.100
unidades. Esta é a primeira vez que a SOS Mata Atlântica
concede o Selo Verde para uma empresa. MENTIRAS 2 No Boletim ecológico de Tubarão, capital nacional da porca
termoeletricidade, Fonte: Jornal Ambiente Brasil e colaboração Thomas Renatus Fendel Gratos Bioabraços “Na história como na natureza, a podridão é uma das fontes da vida" - Marx? -----Mensagem original----- `Fendel, Obrigado pelos textos que vc enviou, são muito esclarecedores. Abraço. MULHERES Qua falta fazem mulheres de teu calibre no cenário político
nacional. Os Quixotes de antigamente enfrentavam ignorantes menos sofisticados. A pouco, a pseudo elite técnica nacional alegava que a glicerina
dos óleos vegetais não queimava nos motores, contrariando
a realidade de mais de 20.000 motores a óleo vegetal rodando mundo
afora. Persistentes e gratos biobeijos Tnb. Thomas Renatus Fendel “Políticos não são nossos senhores nem amos, na verdade, são nossos servidores" - Al Lorenz -----Mensagem original----- Não acredito que estamos nos auto iludindo ao responder positivamente,
quando questionados sobre o nosso bem estar. Em que a pessoa que nos questiona
poderá ajudar-nos se a vida não se apresenta da forma que
gostaríamos? Lembre-se que os sonhos, MENTIRAS Toda vez que cumprimentamos alguém, já começamos
mentindo respondendo que está tudo bem, nos auto-iludindo e distorcendo
a realidade. Se ninguém questiona a necessidade da energia elétrica,
como é possível que se questione a construção
das fantásticas hidroelétricas? Somente a incompetência, a mentira e a corrupção generalizada explicam tais atrocidades. Verdadeiros Bioabraços “Políticos não são nossos senhores nem amos, na verdade, são nossos servidores" - Al Lorenz -----Mensagem original----- Ibama rejeita estudo para hidrelétrica de Ipueiras 09:24 (AE) O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) rejeitou, por falta de qualidade, o estudo de impacto ambiental (Eia-Rima) da hidrelétrica de Ipueiras, a ser construída no Rio Tocantins. Ipueiras está na lista de 17 usinas que o governo pretende licitar em março do próximo ano e é o maior desses empreendimentos em potência instalada, com 480 megawatts (MW). A previsão é de que as 17 hidrelétricas, em conjunto, tenham 2.820 MW de potência. O leilão dessas usinas será o primeiro a ser realizado sob as regras do novo modelo do setor elétrico, que exigem o licenciamento ambiental antes da licitação, ao contrário do que vinha sendo feito anteriormente. Segundo nota divulgada pelo Ibama ontem, o estudo apresenta "erros básicos", como falta de avaliação do impacto que a obra causaria sobre a fauna e a flora da região. O reservatório de Ipueiras, segundo o Ibama, também é o maior da lista de hidrelétricas em licenciamento no País, com previsão de alagar uma área de 1.100 quilômetros quadrados. "O caso de Ipueiras não é raro. Os estudos de impacto ambiental precisam de mais qualidade técnica", advertiu o diretor de Licenciamento do Ibama, Nilvo Silva, em nota divulgada à imprensa. O diretor diz ainda que as instituições de meio ambiente devem ser rigorosas quanto à análise dos estudos. Segundo ele, os erros na fase inicial de licenciamento têm gerado atrasos e impasses judiciais. O pedido de licença prévia da usina, segundo o instituto, foi feito pelo Grupo Rede Energia S.A., em abril deste ano. O Ibama informou que aguarda a apresentação de novo Eia-Rima, com "informações confiáveis sobre fauna e flora, qualidade da água, áreas potenciais para criação de unidades de conservação, situação dos corredores ecológicos da bacia, entre outras exigências do termo de referência". BARRAGEM Primeiro gostaria de lembrá-la que, para escrever seu protesto,
é necessário um papel feito de árvores ou um monitor
ligado a uma espetacular hidroelétrica. Ninguém mais se
sujeita a escrever com talhadeira em pedra lascada, e sequer se concebe
decifrar os códigos dos sinais de fumaça indigenos. Segundo quero parabenizá-la pela iniciativa de divulgar as pilantragens envolvidas nas políticas nacionais. É este o câncer ambiental que necessita ser atacado. Vossos números coletados e calculados são fantásticos.
Portanto, nada melhor do que vender e utilizar a biomassa a alagar, e
plantar 10 vezes mais árvores diversas em morros pelados. O foco do crime não é a fantástica hidroeletricidade. Bioabraços atmosfera limpantes “Políticos não são nossos senhores nem amos, na verdade, são nossos servidores" - Al Lorenz -----Mensagem original----- O crime compensa 12.11.2004 Ainda não foi dito tudo sobre o escândalo que envolve a construção da hidrelétrica de Barra Grande. Alguns números ajudam a compreender a dimensão, inclusive financeira, do dano a ser causado pelo desmatamento dos mais de 5 mil hectares de florestas primárias e em diversos estágios de regeneração da Mata Atlântica. De acordo com os dados apresentados ao Ibama pela própria BAESA no "Projeto de supressão de vegetação para o AHE Barra Grande" (maio de 2003), existem na área a ser inundada 500 mil metros cúbicos de lenha e 442 mil metros cúbicos de madeira das mais variadas espécies, muitas delas nobres e ameaçadas de extinção, como araucárias, imbuias, canelas, cedros e grápias. Com estes números em mãos e considerando os preços praticados pelo mercado, é fácil fazer a conta. Só de lenha, tomando por base o valor de 10 dólares por metro cúbico, a derrubada da floresta pode render 5 milhões de dólares. Já o preço da madeira de espécies nobres e ameaçadas de extinção varia, no mercado, entre 150 e 600 dólares por metro cúbico, dependendo da espécie e da qualidade. Só para exemplificar, no caso da Araucaria angustifolia, que é a espécie predominante nos 2.077 hectares de matas primárias e tem presença também significativa nos 2.158 hectares de vegetação em estágio avançado de regeneração, o preço da madeira de primeira qualidade varia entre 500 e 600 dólares. Ressalte-se que as araucárias a serem cortadas são em sua absoluta maioria centenárias, com tronco cilíndrico e reto. Portanto, darão madeira considerada de primeira qualidade. Para que não me chamem de exagerada, proponho um cálculo usando um valor bem abaixo do que a média. Por um preço de 200 dólares, os 442 mil metros cúbicos de madeira valem mais de 88 milhões de dólares. Estes são os custos ambientais diretos, facilmente calculáveis. Não incluem o valor intrínseco da biodiversidade e os serviços ambientais da floresta, estes sim incalculáveis. Ainda mais em se tratando da área de maior diversidade genética da araucária em Santa Catarina, cujo ecossistema natural está reduzido a menos de 3% de sua área original. Este valor será usurpado do meio ambiente e da sociedade brasileira. Pior, passará para o bolso da BAESA caso seja mantido o Termo de Compromisso da forma como foi assinado, como admitiram os próprios representantes do Ibama durante a reunião do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) na quarta-feira, 10 de novembro, em Brasília. Desta forma, não há como contestar quem diz que o crime compensa. É bom lembrar que cálculos desse tipo nunca são levados em conta em grandes obras de infra-estrutura como esta. Se fossem, dificilmente ouviríamos por aí que a energia gerada pelas hidrelétricas é uma das mais baratas e com menor custo ambiental. Talvez estes números também não tenham chegado ao conhecimento do Desembargador Federal Vladimir Passos de Freitas, que no dia 5 de novembro suspendeu a liminar do Juiz Federal Osni Cardoso Filho que paralisava a derrubada da floresta. O Desembargador utilizou basicamente argumentos econômicos - como os gastos já realizados e o prejuízo que seria demolir a obra já construída - para defender a tese do fato consumado. Neste caso, não nos esqueçamos que as licenças foram concedidas com base em um EIA/RIMA fraudado. Outro fato que talvez ainda não deve ter chegado ao conhecimento da justiça é que a BAESA descumpriu a determinação da liminar, quando esta estava em vigor, permitindo que seus funcionários continuassem o desmatamento mesmo assim. Como é que se pode confiar que uma empresa que não cumpre a determinação de um juiz federal vá cumprir a contento um Termo de Compromisso? Também não é aceitável o argumento do Desembargador de que todos os atores interessados na questão foram ouvidos. Nem a fala do Procurador da República Mário Guisi, na última reunião do Conama, de que já é tarde para as ONGs ambientalistas se manifestarem. Se todos os atores tivessem sido devidamente ouvidos, a Fundação do Meio Ambiente do Estado de Santa Catarina não teria entrado como litisconsorte (co-autora) na ação civil pública que contesta a obra, apoiando a Rede de ONGs da Mata Atlântica e a Federação de Entidades Ecologistas Catarinenses. Isso sem falar nas centenas de famílias de agricultores, muito bem organizadas através do Movimento dos Atingidos por Barragens (MA, que ainda não tiveram suas situações resolvidas e que, enquanto bravamente tentavam impedir o corte das árvores, constataram crimes ambientais decorrentes do desmatamento em curso na região. Segundo os agricultores, o desmate está sendo feito exatamente em época de procriação da fauna, comprometendo a sobrevivência dos filhotes. Além disso, animais ameaçados de extinção estão sendo caçados e abandonados. Enfim, a água ainda não começou a tomar conta da região, mas os animais já estão sendo mortos e desalojados de suas casas. Para falar um pouco mais das deficiências do Termo de Compromisso, podemos citar também a questão da recuperação das áreas de preservação permanente que está tratada de forma insuficiente para uma obra deste volume. Outro ponto importante é que os responsáveis pela elaboração do Termo de Compromisso não previram a formação de uma comissão, que deveria ter também a participação da sociedade civil, com o objetivo de acompanhar a execução das atividades previstas no próprio Termo. Entretanto, eu concordo com os que dizem que é impossível demolir a obra. O que se faria com tanto lixo? Para mim, o mais simples a fazer é nunca encher o lago, utilizando o paredão de concreto para plantar orquídeas e bromélias. Que ele fique para a posteridade como o maior monumento em homenagem aos processos de licenciamentos ambientais conduzidos dentro da ética e da legalidade. * Miriam Prochnow é Presidente da Apremavi (Associação de Preservação do Meio Ambiente do Alto Vale do Itajaí) e Coordenadora Geral da Rede de ONGs da Mata Atlântica.
2,6% se refere à parte terrestre. Bioabraços atmosfera limpantes |