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OPINIÕES
E COMENTÁRIOS
Meu caro Raymundo
Dizia Dalai-lama: "As abelhas não tem constituição,
nem leis, polícia, religião ou treinamento moral, mas, trabalham
fielmente juntas."
Diz José Arbex Jr.: "Lula trabalha para uma elite que há
cinco séculos escraviza o país, sendo que o PT foi fundado
para combater esta realidade."
Profetizava Mefistófeles.: “É mais fácil alugar
um deputado do que discutir um projeto de governo. Quem é pago
não pensa.”
Argumentava Clarisse Lispector: “Depois que descobri em mim mesma
como é que se pensa, fazendo comigo mesma negociatas, nunca mais
pude acreditar no pensamento dos outros."
Então, meu caro Raymundo, lidar com o tal homus egoistus, é
terrível, a gente só pensa em explorar os outros, para ter
vida tranquila; cria leis estúpidas em benefício próprio
em detrimento dos outros, de tal forma que estes pensam que um tal deus
assim quer. As hierarquias só servem para proteger a turma de aproveitadores,
num esquemão onde um abastado ajuda outro, com a conivência
das mídias, que sobrevivem com os anúncios dos mesmos, e
muito pouco publicam contra.
Assim, há séculos, a oligarquia reina em berço esplêndido,
enquanto o povo é o que realmente paga a conta.
O exemplo mais gritante, entre os milhares existentes, é o da energia
elétrica, que há décadas venho denunciando.
O povo simplesmente paga calado o alto preço da energia (R$ 0,45/kW),
que os abastados recebem quase que de graça (R$ 0,06/kW).
Isso é um crime hediondo que ninguém debate. E quando levanto
a lebre, com seus pingos nos is, sou acusado de radical. Quando demonstro
estes números numa federação das indústrias,
me pedem para mudar o discurso. Quando envio um artigo para ser publicado
num jornal ou revista, simplesmente o destino é o lixo.
Portanto meu caro Raymundo, conto com a tua astúcia e lucidez de
escritor, para que vc inclua este descalabro em teus fantásticos
artigos, e assim quem sabe, o assunto se torne mais óbvio, para
que haja alguma reação por parte da massa bem intencionada.
Meu caro Sebastião
É cada vez mais urgente "plantar" mais "carvão"
vegetal. Mas precisamos melhorar o modo arcaico de pirolizar a biomassa.
Ainda hoje o rendimento não passa de 20%, o que é um verdadeiro
crime ambiental e ecológico, quando, com um pouquinho de técnica,
se consegue chegar em 50%, aumentando a quantidade de carvão e
recuperando (condensando e usando) como energéticos (no mínimo)
os gases pirolenhosos.
Que falta faz a escola da bioenergia. Assim não teríamos
idiotas bem pagos prometendo ilusórios mundos e fundos com o bobo,
hipotético e insustentável hidrogênio.
Meu caro Gonzaga
Embora algumas listas não aceitem anexos, segue colado o interessante
pps sobre "voto nulo" que vc enviou via lista Katavento.
Aos interessados, é só solicitar.
Resumindo, demonstra que, para acabar com a eleição de conhecidos
picaretas, basta votar e confirmar "00", que teremos novas eleições,
com outros candidatos.
Meu caro Gert e meu caro Adelmo
Notícia duplamente enganosa: Dias destes saiu na imprensa nacional:
"O governo do estado do Rio de Janeiro apresentou ontem (20/01/06?)
o primeiro ônibus comercial do país movido a biodiesel"
Esta afirmação é mentirosa porque a anos circularam
em Curitiba e em outras capitais vários ônibus com o tal
do biodiesel.
Mas, deixando de lado este detalhe insignificante da primasia local, vamos
ao que interessa, detalhando o que vem a ser a panacéia do biodiesel.
Biodiesel é um óleo vegetal modificado, de tal forma que
o óleo dito transesterificado resultante se pareça com o
óleo Diesel.
Trocando em míúdos, é a mesma coisa que pegar álcool
e fazer biogasolina, o que não tem cabimento e dobraria o preço
de álccol.
O que precisa ser feito são motores a óleos vegetais brutos
ou refinados, muito simples, como demonstrou em 1897 o alemão Rudolf
Diesel, funcionando com óleo de amendoim seu pioneiro motor de
explosão por compressão.
Como se este heróico feito não bastasse, ele profetizava:
"As nações que utilizarem meu motor com óleos
vegetais, terão um desenvolvimento fantástico".
Óbvio é que logo depois desta espetacular demonstração
e afirmação, este alemão foi assassinado pela máfia
fóssil.
Fato é que atualmente no mundo, rodam mais de 100.000 veículos,
dos mais diversos, com os mais variados óleos vegetais, sendo a
maioria deles a óleo de canola bruto e filtrado, que se encontram
funcionando exclusivamente nos gélidos países ditos do primeiro
mundo, onde a canola é uma das oleaginosas mais produtivas.
Mas não pensem que a grande indústria apoia este maravilhoso
biocombustível. Quem faz as conversões dos motores são
mais de 50 pequenas empresas picaretas do tipo "fundo de quintal",
que instalam kits nos motores, kits que basicamente aquecem os óleos
vegetais, e assim eles passam a promover o efeito "refrigerador"
pelo sequestro de CO2 nos vegetais, exatamente o contrário do efeito
"estufa".
Aliás, nós brasileiros somos exemplo ao mundo nesta questão
de efeito refrigerador, pois somos os pioneiros a ter um programa nacional
de envergadura a nível mundial, quando implantamos aqui o Proálcool,
que infelizmente continua boicotado pela máfia fóssil. Tanto
é que até hoje é proibido ao pequeno produtor vender
álcool. Quem faz cachaça, faz álcool da melhor qualidade.
Só não faz porque a lei não deixa. Aqui as leis só
servem para beneficiar os grandes. Como por exemplo, só os abastados
podem comprar veículos a Diesel subsidiado. O povo que use a mais
cara e menos eficiente gasolina.
Modificar um motor Diesel para funcionar com óleo vegetal refinado,
é mais fácil do que modificar um motor a gasolina para álcool.
Eu mesmo já rodei mais de 100 mil km a óleo vegetal de frituras,
em diversos veículos adaptados.
Meus problemas maiores são com a polícia, que não
permite nenhum combustível fora do "escrito" nos documentos,
e meus esforços de mais de 2 anos para homologar meus veículos,
por enquanto deram com os burros na água, pois as bêstas
autoridades envolvidas só sabem as linguagens dos mensalões
e gordas propinas.
Para poder testar meus kits, tive que abrir uma filial no Paraguai, e
comprar lá uma sucata de carro japonês com 200.000 km, com
o qual já rodei 44.000 km a óleo de soja, nas esburadas
estradas brasileiras (em uma só viagem à noite, perdi 5
pneus novos...).
Levei azar, pois esta sucata nem quer saber de meu kit. Como o motor é
de injeção indireta, e como aqui as temperaturas são
altas (em comparação com a Europa), fui simplesmente adicionando
óleo de fritura, "lavado" com água, no tanque.
Portanto o programa brasileiro de se andar com 2% de biodiesel e 98% de
Diesel fóssil, é uma piada, uma chacota.
Qualquer motor aceita até 2% de urina de rato no combustível,
sem ratear e sem encher o saco.
Na Alemanha, um estudo de um instituto concluiu que qualquer motor Diesel
rada com 30% de óleo de canola virgem, quando este é qualificado
e corretamente misturado ao Diesel fóssil.
Aqui no quente Mato Grosso, tem relatos de que misturar até 50%
de óleo refinado de soja, resulta em desempenho melhor nos modernos
caminhões eletrônicos.
Claro é que os motores devem ser adaptados ou construídos
para beberem óleos vegetais, e estes devem ter um padrão
mínimo, como por exemplo o óleo de canola padrão,
definido por outro instituto alemão, com valores máximos
e mínimos para as mais diversas características.
Tudo muito simples, barato e fácil. Chega de enganar o povo.
Meu caro Paulo
Os problemas das barragens de hidroelétricas, sob minha ótica,
são irrisórios.
É uma questão menor, ínfima, que não poderia
impedir a construção das maravilhosas hidroelétricas.
Criticá-las é sinônimo de dar um tiro no próprio
pé. Afinal não queremos viver sem as energias. Todos os
problemas por você alencados, são de simples, barata e fácil
solução. É ridículo não relocar decentemente
os ribeirinhos. Uma barragem, independente de sua altura, pode ter escadas
e microbacias para peixes, facilitando suas descidas e subidas, muito
mais do que nas quedas naturais antes de alagadas. Etc, etc,etc.
A questão crucial, que ninguém debate e sequer menciona,
é a estupidez tarifária, esta sim, um crime contra o povo
e contra a natureza.
Não tem justificativa técnica, moral, econômica, lógica,
etc, o povo pagar 7 vezes mais pela energia do que o antonhão e
seus criminosos pares.
Não tem cabimento o povo brasileiro subsidiar o alumínio
de exportação, ou o interno.
Não faz sentido trocar 100 navios carregados de aço, de
açúcar ou de soja, por um navio carregado de calcinhas e
bugigangas eletrônicas da China.
Meu caro Eduardo
Muito grato pelas ponderadas e elogiosas ponderações...
também fiquei feliz.
Concordo que não podemos "apequenar" a questão
energética, ao contrário, esta é a maior das necessidades
humanas.
Acontece que tem muita merda, a respeito, circulando oficialmente por
todos os níveis.
Veja, o caixa 2 de Itaipu é equivalente a seu faturamento. Tá
todo mundo mordendo e tirando uma lasca, e como se não bastasse,
através de malabarismos legislativos que ninguém contesta,
tudo vira pizza, e os grandes compram sua energia abaixo do seu preço
de venda. Nem Freud explica um descalabro destes, que todos engolem com
farinha, sem tossir e sem pedir água.
Vc esqueceu de mencionar que as hidroelétricas podem ser de pequeno
porte, podem ser descentralizadas, e muitas vezes nem necessitam de represas.
Faça uma observação ao teu redor num raio de 50 km,
e veja quantas quedas de água poderiam ser aproveitadas... e nestas
quedas não sobe e não desce peixe nenhum.
Meu caro Eduardo, vc menciona outras fontes de energia, mas nenhuma delas
é tão espetacular como a hidroeletricidade, salvo a desprezada
bioenergia. Sem dúvida temos os ganhos de escala nas grandes obras,
mas o que impede os pequenos investidores são as leis estúpidas
como o PROINFA, baseado no mercado prostituído de tarifas hipócritas.
Qualquer pequeno investidor gostaria de ter em pequeno catavento numa
região de ventos bons. Injetar EE nas redes é baba, mas
é exclusividade dos apadrinhados. As concessionárias teriam
que ser obrigadas a comprar qualquer fração de kW, sem nhenhenhé,
e pagar bem.
Quanto aos carbono seqüestrantes biocombustíveis, é
claro que o mundo tem que aprender a ser racional, a economizar. Acabou-se,
ou já deveria ter acabado a época de beberrões veículos
V8, V12, etc. Estamos na era da eficiência. Um carrinho a óleo
vegetal pode muito bem e tranquilamente fazer 50 km com apenas 1 litro
de óleo de caroço de uva. Isso não é poesia.
Isso não é pregação. Isso é realidade.
Isso é sustentabilidade. Claro que o monopólio da porcobrás
terá que ser quebrado, e os pequenos deverão poder vender
diretamente seus biocombustíveis. Por exemplo, os agricultores
que plantam o cancerígeno fumo, poderiam muito bem plantar cana
e mandioca para produzir álcool; ou amendoim, girassol e abacate
para produzir óleos. Em pequena escala não tem resíduos,
não tem poluição, e é um grande e lucrativo
negócio. As vacas adoram vinhoto com bagaço de cana e farelo
de girassol. O Marcelo Guimarães brada isso aos 4 cantos a décadas,
e os únicos "especialistas" nacionalistas que vão
lhe visitar são da polícia, a serviço dos vagabundos
monopólios e seus vassalos políticos.
Meu caro Eduardo, acabo de chegar do Detran aqui de Rio Negro - PR, onde
fui me informar como faço para dar baixa em meus 3 carros com placa
do Brasil, que estão modificados para óleo vegetal, e que
não consigo homologar neste país de idiotacratas de escrivaninha,
onde inclusive existe a portaria 04/86 do denatran, e no anexo V, referente
aos combustíveis, consta óleo vegetal como combustível
número 8. A resposta é: Ou continuo pagando IPVA, seguro
e etc por meus veículos "não homologados e impedidos
de rodar" ou os remeto ao ferro velho. E me desculpe a franqueza,
isso aqui é um país virado em bosta para o povo, reinado
a filhos da puta, que só sabem estuprar os viventes ainda passivos
e maravilhosos. Aqui, para fazer funcionar algo racional, é necessário
contratar advogados, políticos, juízes, etc, coisa que ainda
não fiz, mas que me parece ser a única alternativa.
E de novo meu caro Gert
Por quê aqui no "país das maravilhas" (para a elite)
os limpos veículos a álcool (que não existem mais)
pagam mais impostos do que os sujos veículos a gás natural?
Se somos autosuficientes no porcotróleo, por quê este continua
subindo?
Por quê bancos não aceitam pagamentos com seus próprios
cartões de crédito? E fazem cara feia para seus próprios
cheques? Por quê em alguns boletos bancários consta para
pagar "preferencialmente" nas casas lotéricas? Sem falar
dos escorchantes juros, tarifas injustas e monopólio da agiotagem
institucionalizada.
Olha meu caro Gert, o tal do deus não tem nada com isso. Se existisse,
teria que ser mais coerente.
E o problema é exatamente este. O crédulo povão aceita
tudo porque pensa que tem de ser assim, tá escrito, é a
vontade esotérica, etc.
Felizmente na Bolívia, onde não tem rede bobo, e onde os
índios foram menos catequizados, o povão não engole
passivo tanto lixo imposto.
Bravo povo Boliviano, que não se deixa engambelar pela máfia
da comunicação e do poder.
Bem o contrário de outros países Sulamericanos, onde a rede
bôbo consegue amealhar fortunas com programas medíocres como
o BBB, ou como em certos países africanos, com povo ainda mais
ignorante e bovino presepal que o nosso, onde as concessionárias
de energia elétrica "permitem" instalar geradores particulares
"antes" do relógio registrador, ou seja, estes ladrões
concessionários cobram pela energia, que o próprio usuário
gera por conta própria, desesperado pela má qualidade da
energia oficial.
Quanto mais passivo e enganado o povo, com mais apetite agem as fétidas
ratazanas...
E com relação ao superprograma que dá acesso aos
juízes à todas as transações bancárias
nacionais, imagine como funciona...
Imaginou? É isso mesmo, o acesso só é livre à
"justiça" nas contas inferiores a 1 milhão de
reais... claro, óbvio.
Caros leitores
Abaixo segue um texto sobre o alcoolduto, que servirá basicamente
para exportar nosso álcool.
Certamente todos os dutos, incluso os atuais sujos gasodutos e oleodutos
fósseis, num futuro bem próximo, servirão para transportar
nossas fantásticas bioenergias, como: álcool, óleo
vegetal e biogás.
E olha aí a próxima guerra articulada pelo estúpido
e assassino Bush; no texto abaixo: "ONU vai convocar Conselho por
crise nuclear com Irã"
Vemos que o palhaço Bush pode ter acesso a quantas armas nucleares
que o circo ou sua cachola achar conveniente, mas os outros, estes não,
estes estão proibidos de possuir bombinhas nucleares...
Antiabestalhantes Bioabraços
Eng. Thomas Renatus Fendel
www.fendel.com.br
Divulgação autorizada e desejável.
“Qual ofensa é maior, chamar alguém de burro ou de
humano? Voce já viu algum burro explorar outro burro? Declarar
guerra? Matar?" - Georges Bourdoukan
-----Mensagem original-----
De: ECOLOGIA EM AÇÃO
Enviada em: sexta-feira, 27 de janeiro de 2006 10:14
Para: fendel
Assunto: Fw: BC - Super Computador já funciona... (Todas as contas
dos brasileiros)
A corporação que nos escraviza, fechou o nosso cerco da
liberdade e da dignidade do cidadão.
Somos mais controlados que o cidadão russo na época da KGB.
Hoje os juizes trabalhistas fazem a farra das contas bancárias
se locupletando em ações que sequer foram julgadas para
arrancar dinheiros fáceis de cidadãos indefesos.
As contas dos aposentados que se encontram em outro braço da Corporação
a CAIXA ECONOMICA FEDERAL, também não serão respeitadas
por esses juizes trabalhistas.
Um numero cada vez maior de suicidios vai acontecer doravante.
Esperem para ver o que acontecerá.
ACABOU A LIBERDADE E A SEGURANÇA NO BRASIL.
Meus pêsames a todos.
Gert
-------Mensagem original-------
De: Abrasgraos-Y
Data: 01/27/06 08:21:51
Para: Abrasgrãos-Y
Cc: vários
Assunto: BC - Super Computador já funciona... (Todas as contas
dos brasileiros)
Telmo Heinen postou em 27/01/2006: GOVERNO JÁ TEM
O CONTROLE DE TODAS AS CONTAS BANCÁRIAS DOS BRASILEIROS (Juízes
receberão senhas para acesso via internet)
O governo federal, afinal, conseguiu. Já tem o controle de todas
as contas bancárias de todos os brasileiros. Desde a manhã
da última segunda-feira, um poderosíssimo centro de computação,
localizado no quinto subsolo do prédio do Banco Central , centraliza
todas as contas bancárias de 182 instituições instaladas
no País. O nome oficial do sistema é Cadastro de Clientes
do Sistema Financeiro Nacional (CCS). A primeira carga de informações
que o supercomputador precisou de quatro dias para ser carregada. No final
do processo, o sistema havia criado 150 milhões de pastas diferentes
(cada pasta corresponde a um correntista). Essas pastas estão interligadas
por CPFs e CNPJs de seus titulares e procuradores. A cada dia são
carregados mais de um milhão de novos registros. A partir desta
semana, toda conta que for aberta, fechada, movimentada ou abandonada,
em qualquer banco do País, estará armazenada no supercomputador
do Banco Central, com origem, destino e nome do proprietário. O
supercomputador do Banco Central é formado por três servidores
e cinco CPUs de diversas marcas, trabalhando simultaneamente, no que é
chamado de "cluster". O conjunto ocupa um andar inteiro do edifício-sede
do Banco Central. Seu poderio não reside na capacidade de processamento,
mas do software que o equipa. A inteligência artificial do supercomputador
consumiu a maior parte dos quase R$ 20 milhões destinados ao projeto.
Para se chegar até o supercomputador do Banco Central é
preciso passar por três portas blindadas, com código de acesso
especial. O sistema é o complemento do Sistema Brasileiro de Pagamentos
(SBP). O Banco Central vai abrir senhas para que juízes possam
acessar diretamente o supercomputador, que registrará movimentações
bancárias dos últimos cinco anos. Mas, o sistema não
é online e haverá um intervalo de 48 horas entre as operações
bancárias realizadas pelos correntistas e a gravação
das mesmas no supercomputador do Banco Central.
-----Mensagem original-----
De: ECOLOGIA EM AÇÃO
Enviada em: quarta-feira, 25 de janeiro de 2006 09:08
Para: vários
Assunto: Res: A Rede do Bem repassa artigo sobre equívocos ambientais
na "colonização" da Amazônia
Querido Daniel
O numero de pessoas que fica lendo, estudando, enchendo-se de títulos
pela leitura esta aumentando assustadoramente. O que precisamos caro Daniel
e isso é o que não acontece e não acontecerá,
são pessoas, independentemente da arrogante titularidade, que tomem
atitudes, que façam e deixem de escrever, discursar, gastar somas
gigantescas de dinheiro para esse abobalhamento coletivo - usando a expressão
do Eng. Fendel, vendo-se a sociedade se afundar, empobrecer e se preparar
para entrar em convulsão.
Caro Daniel, você que deseja distribuir mensagens ditas do Bem,
observe que quanto mais impostos pagamos no Brasil, mais concentramos
a riqueza dos dirigentes da corporação que nos escraviza
e coloca a disposição dos doentes brasileiros, principalmente
os da 3a. Idade, menos hospitais, menos remedios estão nas prateleiras
dos pobres, que ja foram outrora da classe media e se permite a destruição
do nosso grande patrimonio que ja foram nossas estradas.
Meu caro Daniel, atitudes para mudar não são mais os discursos,
os seminarios, os artigos de jornal e de revistas. Precisamos inventar
um MST do Bem, um que diga aos escravos que chega de pagar impostos, assinar
carteiras de trabalho que alimentam a máfia da justiça trabalhista
que quebra empresas e desestimula o investimento sério.
Não suporto mais ler e ler e alimentar os sonhos que não
mais vão se realizar nessa passagem que muitos estão realizando.
Chegaram num Brasil que já foi melhor e que a explosão demográfica
sem qualidade, gerada pela pobreza que não tem possibilidade alguma
de participar do banquete da riqueza, por que ela deverá ficar
assim para ser sempre usada como massa de manobra dos fomes zero, leite
de graça, cestas básicas, clientelismo barato que mantem
essa gente calma e na esperança.
Chega - caro Daniel - de discursos. O povo brasileiro tem que aprender
o que é sofrimento de verdade, o sacrifício nosso hoje,
será a felicidade dos nossos descendentes no amanhã. Vejo
que a purificação do povo brasileiro deverá passar
por uma violenta convulsão que será expontanea. Outros povos
tiveram que fazer isso para se livrarem de seus algozes.
A convulsão social esta iminente, não se iluda. O perigo
esta no surgimentos de lideres que levarão as massas escravas para
o lado do Mal. Vais ser muito sofrido termos que assistir a tudo isso,
se a vida nos permitir - Deus queira que não.
Vamos para a rua, vamos deixar de sustentar a corrupção
em não mais pagar impostos e aí sim, veremos os vermes de
debatendo por falta de carniça.
A lei de responsabilidade fiscal veio trazer aos escravos brasileiros
dos mais altos juros e impostos, uma realidade cruel. Deixa-se de investir
em saude, educação, em infra-estrutura para manter nos cargos
de confiança 250.000 sangue-sugas, através de fornecedores
corruptos manter as maracutaias das licitações super faturadas
e criar projetos faraônicos com estrangeiros que re-distribuem os
impostos para a Corporação.
Note que nossos governantes viajam muito para o exterior. Estão
vendendo o Brasil, isentando impostos para os investidores que lhes devolvem
gordas verbas de corrupção por que conseguiram tarifas de
energia eletrica simbólicas, conseguiram imóveis gratuitos
e isenção de impostos e tarifas por longas decadas. Essas
facilidades vendidas representam para as familias dos governantes e seus
cupinchas corporativos que os colocam no topo, a tranquilidade financeira
para algumas gerações de ricos que vão viver nos
paraisos de laser e prazer sustentados pelos mais corruptos e canibais
do planeta.
A concentração de renda também acontece com os vermes
um pouco mais abaixo da escala do poder - lá embaixo nos 4ºs
e 5ºs escalões onde os fiscais atuam no periodo da manha e
entregam para os laranjas as relações dos que precisam tirar
as multas por terem sido flagrados por não-conformidades legais.
Uma motreta bem montada que concentra a riqueza sempre nas mãos
da mesma turma.
Aí o trabalho tecnico sempre chega nas mesmas mãos, nas
mesmas consultorias, nas mesmas empresas fornecedoras que realimentam
pela re-distribuição das verbas usurpadas dos contribuintes
os ocupantes de cargos de confiança que desta forma, se mantem
firmes e sempre apoiados e protegidos por uma imprensa corrupta que presta
hoje, um gigantesco deserviço para os contribuintes escravos.
Pois é meu Caro Daniel, se fomos beneficiados pelo Criador com
um pouco de inteligencia e termos chegado em patamares mais altos do conhecimento,
cabe a nós, agir, fazer acontecer e deixar de escrever.
Sabemos demais, esse saber nos deixa muito para baixo, num desistimulo,
objetivo que também esta sendo alcançado pelos dirigentes
da corporação.
Antes de concluir, lhe perguntaria como formador de opinião:
Nas megas corporação ITAIPU, PETROBRÁS, Banco do
brasil, CAIXA, PREVI, entre outras, existe transparencia? Sabemos para
onde vão os lucros gerados pelas mega estatais?
A quem pertencem hoje os ativos patrimoniais dessas organizações
que não permitem a entrada e a bisbilhotice de uma ABIM, de uma
POLICIA FEDERAL do Ministerio Publico ?
Os bilhões de lucro amealhados pela mais cara energia do Brasil
paga pelos pobres e não pelos ricos, os bilhões arrancados
de nossos bolsos quando abastecemos nossos veiculos de transporte, para
onde estão indo ?
Então, me responda você que durante anos ajudou a Petrobrás
a crescer com as taxas que sempre cobrou no valor do combustível.
Me responda.
Abraços Gert
-----Mensagem original-----
De: Eduardo R. Ayres
Enviada em: quinta-feira, 26 de janeiro de 2006 18:33
Para: Fendel Assunto: Re: Prostíbulo Energético
Bom dia! Fico feliz que alguém tão capacitado tenha disposição
para debater e comentar meus textos, ao contrário do que infelizmente
alguns “doutores” têm feito, contrariando meus argumentos,
não com novos argumentos, mas com agressões pessoais descabidas
e desnecessárias, dedo enriste, escondendo-se atrás de seus
títulos, tentando legitimar suas insensatas opiniões. Somente
com o debate adulto e respeitoso é que chegaremos a algum entendimento...
O amigo, por estar muito ligado aos biocombustíveis, parece não
estar percebendo que essa alternativa deve ser apenas mais uma alternativa,
dentre as tantas outras, e que os biocombustíveis não serão
a panacéia para nossos problemas energéticos; ao contrário,
seria inviável produzir energia apenas a partir da biomassa. Repare
bem que não sou contra os biocombustíveis, até defendo
a idéia, mas com o pé no chão; é claro que
queimarmos biocombustíveis é muito melhor que queimarmos
combustíveis fósseis, mas há outras alternativas,
sem queimar nada... E quanto às hidrelétricas, não
creio ter “escorregado no tomate”, como diz o amigo; também
não advogo a exclusividade de uma ou outra fonte de energia; o
problema energético mundial é muito sério e não
podemos apequenar a tal ponto a discussão; sei que o amigo concorda...
Então, para contraditar suas afirmações pergunto:
- Os reservatórios das hidrelétricas não causam mudanças
climáticas? as grandes lâminas d’água artificiais
não alteram a umidade, a precipitação de chuvas,
as temperaturas, os ventos, etc., atingindo tanto a agricultura já
existente, quanto o equilíbrio do bioma?
- Os reservatórios das hidrelétricas não provocam
acomodações de solo, podendo gerar tremores de terra, com
danos aos moradores vizinhos?
- Os reservatórios das hidrelétricas não causam elevação
do nível dos lençóis freáticos, interferindo
em terras vizinhas, alterando a geografia local e prejudicando a agricultura
e as atividades sociais?
- As hidrelétricas não causam impacto na biodiversidade,
seja na do próprio rio, seja na do entorno das usinas? e os peixes
migratórios? e o famoso fenômeno conhecido como “paliteiro”,
por exemplo, que, como bem sabe o amigo, vem a ser um verdadeiro cemitério
de árvores, afogadas pelos alagamentos?
- As hidrelétricas não causam alteração nas
populações e na diversidade de peixes, podendo atingir diretamente
as atividades pesqueiras (comerciais ou de subsistência)?
- As hidrelétricas não causam alterações na
velocidade das águas e, por conseqüência, na dinâmica
de sedimentação de detritos nos rios? não causam
assoreamentos e erosões?
- As hidrelétricas não causam impactos sociais e culturais,
com os deslocamentos de populações, as alterações
geográficas e a destruição de sítios históricos
e arqueológicos?
- A produção de energia elétrica tão centralizada,
como tem que ser no caso das hidrelétricas, não gera grandes
desperdícios no transporte? não demanda grandes estruturas
para o transporte, rebaixamento de tensão, distribuição
e controle?
- A produção menos centralizada, como no uso da energia
solar, ou dos ventos, ou alguma outra qualquer, não geraria menores
custos?
- A produção centralizada não gera monopólios?
não favorece pequenos grupos econômicos?
Não creio ser possível afirmar com tanta convicção,
que as hidrelétricas sejam o melhor meio, nem o mais limpo, para
a produção de energia elétrica... o problema vai
bem além das tarifas hipócritas, de que fala o amigo...
E sobre os biocombustíveis:
- Mesmo que a produção agrícola venha de pequenos
produtores, não haveria impacto social e ambiental com a produção
de extensas culturas destinadas aos biocombustíveis, como já
há com as extensas culturas para alimentação humana
e animal, com a pecuária e com as extensas plantações
de cana-de-açúcar, para a produção de álcool?
- Uma questão interessante é a produção de
álcool que exportamos, especialmente para o Japão, e que
nos deixa integralmente o passivo ambiental... ou não há
passivo ambiental nisso? o mesmo não poderia acontecer com os outros
biocombustíveis?
- Deviríamos substituir as culturas já existentes, ou abrir
novas fronteiras agrícolas?
- A quem caberá a produção, o transporte, a distribuição
e a comercialização dos biocombustíveis? à
PETROBRAS? quem terá os maiores lucros? a Nação?
Penso que a discussão deva ser um pouco mais aprofundada, além
das condições técnicas para a produção
de energia.
Não há mais espaço físico, ambiental, humano
e social para tantos veículos, sejam eles movidos a que combustível
for... também já não há mais espaço
para tanta produção e tanto consumo de tanta energia e de
tantas coisas inúteis... Por exemplo, no Brasil há vários
projetos de usinas hidrelétricas para atender às demandas
da CBA e da ALCOA – quem terá lucro, a Nação,
ou o Antonio Ermírio e seus iguais? Não podemos mais ficar
nas mãos dessa gente!
Descentralizar a produção da energia e reavaliar nossos
padrões de produção e consumo já seria um
grande passo...
Há séculos, quando os homens da Ciência ainda pregavam
receitas para a fabricação de ratos, pois acreditavam na
geração espontânea, um certo cientista de renome,
cujo nome já não me lembro mais, escreveu que nada mais
havia para ser descoberto, pois tudo o que o homem poderia saber, já
era de conhecimento dos cientistas. Quanta presunção, não?
Quanto à bomba atômica, discordo totalmente do amigo... ninguém
falou em construir bomba, o projeto é para beneficiamento de Urânio;
mas o amigo vem comprovar que há realmente quem defenda mesmo a
construção de bombas! Então, o risco de que isso
aconteça aumenta e muito! Deixa de ser mera especulação
de pacifistas...
Sou um pacifista; não posso concordar com esse pensamento agressivo...
mas isso é assunto para muitas páginas... se o amigo quiser
discutir, terei muito prazer...
Um grande abraço. Eduardo Ayres.
-----Mensagem original-----
De: Paulo Sgroi
Enviada em: quinta-feira, 26 de janeiro de 2006 13:31
Para: Fendel
Assunto: Energias
Fendel, como o "homem das energias" gostaria de ouvir tuas
considerações sobre o processo de licenciamento de uma barragem
no Rio Ribeira para atender ao Tonhão, no processo de gerar energia
para a CBA produir aluminio.
Convido-o a passear pelo site do ISA onde são abordados vários
aspectos da questão.
http://www.socioambiental.org/inst/camp/Ribeira
Estou certo que você poderá enriquecer o debate e trazer
novas visões sobre um assunto ao qual você tem dedicado sua
vida.
Um abraço, Paulo Sgroi - AMAINAN BRASIL
-----Mensagem original-----
De: ECOLOGIA EM AÇÃO
Enviada em: quinta-feira, 26 de janeiro de 2006 11:40
Para: fendel
Cc: Voz Vale
Assunto: cabe comentario pra o jornal Voz do Vale - Adelmo Müller
Eng. Fendel O Adelmo Müllle é nosso aliado nos combustiveis
vegetais. Presidente da ADAJ vai certamente ficar satisfeiro por um artigo
seu sobre o tema abaixo, transformado em noticia enganosa para os panacas
pagadores de impostos.
Caberia um comentario bem elegante e satirico sobre esse abobalhamento
do biodiesel brasileiro.
Enquanto voce foi preso 3 vezes, está com 3 carros presos por que
usa oleo vegetal como combustivel, esses panacas querem mostrar a besteira
cara corporativa aos consumidores, mais uma vez vitimas da corporação
que nos escravisa.
Bio abraços Gert Roland Fischer Eng. Agr. CREA-SC 1288-4 Cart.
prof. 46-D
PRIMEIRO ÔNIBUS MOVIDO A BIODIESEL DO PAÍS É MOSTRADO
O governo do estado do Rio de Janeiro apresentou ontem o primeiro ônibus
comercial do país movido a biodiesel. O combustível para
o veículo-piloto, composto por uma mistura de 95% de óleo
diesel e 5% de óleo de soja, foi desenvolvido pelo Instituto de
Pós-Graduação e Pesquisa em Engenharia da Universidade
Federal do Rio de Janeiro (Coppe/UFRJ). De acordo com o pesquisador da
entidade e um dos responsáveis pelo projeto, Luciano Basto, o óleo
de soja é tratado com álcool e um líquido específico
para acelerar as reações químicas. O combustível,
ele diz, apresenta vantagens, como a redução na importação
de óleo diesel e da poluição atmosférica.
"O biodiesel é ambientalmente menos agressivo, porque tem
menos enxofre, responsável por causar doenças respiratórias
e a chuva ácida", explica. "Ele tem menos aromáticos,
que são responsáveis por problemas cancerígenos.
E também reduz a emissão de gases capazes de provocar o
efeito estufa e o aquecimento global", acrescenta. O ônibus,
que circulará normalmente pela cidade do Rio, faz parte do programa
RioBiodiesel, da Secretaria Estadual de Ciência e Tecnologia. A
intenção do governo é incentivar os empresários
para que, nos Jogos Panamericanos do Rio, em 2007, todos os ônibus
urbanos da capital estejam circulando com o biodiesel. Por Vitor Abdala,
da Abr
-----Mensagem original-----
De: Gonzaga
Enviada em: quarta-feira, 11 de janeiro de 2006 18:05
Para: katavento@grupos.com.br
Assunto: [Katavento] Voto Nulo - Assunto sério!
Olá, pessoal!
Temos uma chance de reverter o quadro que temos aí, ... Uma nova
visão do mundo e da realidade precisa ter uma chance no poder institucionalizado
de todas as nações do mundo para que bilhões de pessoas
possam viver uma Transição mais digna do que aquela que
nossos governantes atuais podem prometer. Essa é minha opinião,
hoje! Há muita gente lúcida no Brasil, por exemplo, que
não tem a mínima chance no esquema atual. Por que não
o VOTO NULO, ou seja, o dito "VOTO ERRADO" ???!
Não vote certo! Vote "ERRADO"!
Luiz Gonzaga
-----Mensagem original-----
De: Sebastiao
Enviada em: quarta-feira, 25 de janeiro de 2006 09:58
Para: 'Fendel'
Assunto: ENC: Rede SBS dia a dia 24/01/2006
SILVICULTURE-SE
É fato definitivo que o Brasil manterá sua atividade carvoeira
baseada na madeira em franco e expressivo crescimento. Da mesma forma,
é certo que isso ocorrerá mediante o atendimento de exigências
cada vez mais fortes de transformação de conceitos e práticas
ligadas à sua obtenção. Sem dúvida, as questões
ambientais e econômicas terão um grande papel na imposição
dessa transformação. Será uma transformação
conduzindo necessariamente ao incremento da nossa área reflorestada,
além de forçar o emprego de tecnologias mais racionais de
manejo e exploração florestal, em adequada conjugação
com o que recomendam as mais modernas estratégias ecológicas.
Fonte: José Otávio Brito, Revista Visão Agrícola.
-----Mensagem original-----
De: Raymundo Araujo Filho
Enviada em: quarta-feira, 25 de janeiro de 2006 18:52
Para: Fendel
Assunto: Re: Prostíbulo Energético
Querido amigo Fendel
Tenho recebido e lido com avidez suas conversas coletivas. É tudo
tão simples e transparente que expõe a má intenção
e os compromissos inconfessáveis do Poder com o Phoder. Mas não
iremos esmorecer.
Ainda estou meio ocupado zanzando pela Serra da Mantiqueira, Circuito
das Águas e Campo das Vertentes (MG) fazendo uns atendimentos para
ganhar a vida. Em breve estarei passando pelo PR e te procurarei pessoalmente.
Também estou preparando novos artigos (não tenho tido muito
acesso a computadores).
Um abraço Raymundo
Barjas Negri vai ao Rio para garantir alcooduto
O prefeito Barjas Negri (PSDB) e o secretário de Indústria
e Comércio, Luciano Almeida estiveram ontem no Rio de Janeiro para
articular a passagem do alcooduto por Piracicaba, pedir apoio para o APL
(Arranjo Produtivo do Álcool) e para a instalação
da hidrovia na cidade.
Eles conversaram com o presidente da Transpetro (subsidiária da
Petrobras), Sérgio Machado sobre o alcooduto e a implantação
de uma estação de bombeamento na cidade.
Machado garantiu que o duto vai passar próximo a Piracicaba com
a implantação da estação de bombeamento para
escoar os cerca de 500 milhões de litros de álcool produzidos
por ano na cidade. Segundo Almeida, há a possibilidade de haver
ramais ligando as usinas ao alcooduto.
O duto faz parte de um projeto da Petrobras de exportar álcool
para o Japão que vai custar US$ 330 milhões e deve ser anunciado
pelo governo federal ainda este semestre. A implantação
demora cerca de três anos.
Na Transpetro, que também tem atividades ligadas ao transporte,
foi solicitado apoio para a construção da barragem de Santa
Maria da Serra, que torna o rio Piracicaba totalmente navegável.
Machado se comprometeu a estudar o projeto e sua viabilidade financeira.
O prefeito e o secretário foram ainda a Finep (Financiadora de
Estudos e Projetos), órgão ligado ao Ministério da
Ciência e Tecnologia que visa promover e financiar pesquisas tecnológicas.
Os técnicos da instituição discutiram possíveis
estudos para o APL.
O alcooduto está orçado em R$ 200 milhões e vai criar
um circuito especial de transporte de combustíveis no país
com ligação ao Terminal Hidroviário Paraná-Tietê.
(Fonte: Jornal de Piracicaba)
ONU vai convocar Conselho por crise nuclear com Irã
Os cinco países membros permanente do Conselho de Segurança
da ONU - Estados Unidos, Rússia, China, França e Reino Unido
- mais a Alemanha, reunidos em Londres na noite de ontem, decidiram convocar
uma reunião do órgão devido à crise nuclear
com o Irã.
Os países concordaram que a Agência Internacional de Energia
Atômica (AIEA) vai levar o caso ao Conselho de Segurança,
mas propuseram que não haja nenhuma medida contra o Irã
até março, informaram em comunicado conjunto.
Em Washington, o presidente dos EUA, George W. Bush, fez um chamado à
comunidade internacional para formar uma "frente unida" contra
o Irã, para impedir que produza armas nucleares. O governo iraniano
afirma que suas pesquisas com o urânio têm como finalidade
apenas a produção de combustível para usinas de energia
elétrica. Mas europeus e americanos acusam o país de ter
planos de produzir armas atômicas, pelo fato de ter escondido várias
informações sobre seu programa nuclear.
Ontem, a secretária de Estado dos EUA, Condoleezza Rice, declarou
que o comportamento prévio do Irã e o fato de ter rompido
este mês um acordo feito com os europeus - para congelar as pesquisas
com o urânio - "mostram que é necessário agir
agora para impedir que produza armas nucleares".
A Rússia sugeriu este mês fazer parte do processo de enriquecimento
nuclear para o Irã, impedindo que o país desenvolva a tecnologia,
mas Teerã rejeitou.
Fonte: Jornal O Estado de São Paulo (31/01/06)
Meu caro Bibi
Dias destes vc enviou uma apresentação sobre as "Maravilhas
do Brasil", vistas sob o ângulo marqueteiro de um político
a serviço do dito primeiro mundo.
Analisei estas "virtudes" com outros óculos...
Prá mim nossas maravilhas são outras, estamos no reino da
biomassa, e podemos fazer o Brasil voltar a ser o paraíso do mundo,
começando pela melhoria de vida da própria coletividade.
Veja a apresentação modificada em anexo...
Meu caro Gert
A matéria sobre a palhaçada dos leilões de energia
elétrica é revoltante.
Construir porcas termoelétricas em detrimento das nossas magníficas
hidroelétricas é uma estupidez homérica.
Isso só é possível, num país de babacas, de
frouxos, de ladrões, de vagabundos, de cafetões do iludido
e enganado povo.
Meu caro Oscar, meu velho guerreiro.
Realmente o MCT (Ministério da Ciência e Tecnologia) me surpreendeu.
Apresentei meu projeto de óleos vegetais a um secretário
de desenvolvimento do MCT e seus assessores. O primeiro laudo deles foi
simplesmente fantástico, incluía frases do tipo: "Ovo
de Colombo", "Salvação da humanidade", etc;
o que realmente os ideais do Rudolf Diesel e do Ludwig Elsbett representam.
Qual não foi minha surpresa, quando meses após esta bela
análise, seguiu outra, exatamente oposta.
Ainda a muito custo consegui agendar a última reunião "técnica"
com estes "aceçores expesialisabos" de Brasília,
que então literalmente me chamaram de ladrão, de enganador,
e de mentiroso, sendo que um deles ainda veio com a pérola de que
estávamos no lugar errado, que o assunto óleo vegetal combustível
não tinha nada a ver com o setor de desenvolvimento do MCT. Oras
pois, pra que serve então o MCT e seus especialistas?
Meu velho guerreiro Oscar, vc sentiu na carne a nojenta e corrupta politicagem
contra as bioenergias. Essa palhaçada é mundial, e aqui
os vassalos papagaios apenas imitam o resto, com excessão de nosso
glorioso período do Proálcool, que até hoje continua
boicotado.
Vc produzia mandioca para fazer álcool, vc plantava pioneiramente
arroz integrado à lotes de floresta virgem, vc andou de caminhão
e camionete a gás de carvão vegetal (gasogênio), vc
aperfeiçoou um forno de carvão vegetal com menos mão
de obra, vc, como Argentino, exauriu tuas energias e teus recursos para
ver o Brasileiro sair da merda. Vc é um marco na história
bioenergética mundial. Tenho enorme orgulho de ser teu real amigo.
Tua luta não é em vão. E espero que tua rica biblioteca
e história não vire papel reciclado....
Que falta faz a escola da bioenergia...
Tem curso pra tudo... menos pros necessários e urgentes biocombustíveis,
onde reinam absolutos os incompetentes e os charlatões.
Meus caros André e Fernanda
Cada um tem um jeito de ser e de agir. No meu caso, não consigo
ser o que não sou. Não consigo deixar de me revoltar, e
tento fazer a minha parte, tanto teórica como prática. Eu
gostaria muito saber ser mais leve e menos agressivo. Sei que seria mais
eficiente. Mas, não dá. Então prefiro continuar xingando
a ficar calado e passivo.
Quem explica alguma coisa, promove a autopromoção, não
tem como ser diferente. A quem fica ofendido basta não ler minhas
broncas semanais, assim como não leio 95% do que a mim chega...
que descarto pelo título ou pelo remetente.
Qualquer um pode ser mais inteligente do que eu, fazer e comprovar as
experiências, e promover as leis necessárias. Eu sou muito
limitado. Não sei lidar com esse tipo de gentalha.
Quanto ao MDL, realmente é uma hipocrisia. É um tiro na
virilha. Não tem sentido comprar carbono limpo a 5 dólares
para continuar a desenterrá-lo na mesma quantidade por US$ 500.
Temos que parar de utilizar fósseis. Elementar. Algo diferente
é mentira, é conversa mole. Azul não é amarelo,
nunca.
Meus caros Francisco e Jaimirok
O consumo de energias terá que ser menor e mais equilibrado entre
as pessoas. Nosso planeta não aguenta tanto desperdício
e mau uso.
Os norte americanos tem de reduzir drasticamente seu modo estúpido
de esbanjar, na marra, e se necessário com bomba nuclear.
A energia nuclear boa é a da fusão nuclear, sem lixo radioativo,
tal qual ocorre espontaneamente no sol, e que nunca poderá ser
replicada aqui na terra, simplesmente porque as temperaturas envolvidas
são astronômicas, mas; todas as plantas absorvem graciosamente,
todos os dias, parte desta energia solar, limpando o ar e emitindo oxigênio.
Um processo fantástico e desprezado. Tentam substituir a roda redonda
de diamante, por uma triangular podre, fóssil e radioativa.
Meu caro Bantel
Realmente é de se ficar consternado e com pena das situações
que descrevo.
Tudo é relativo, como a educação e a putaria. Nem
sempre falar amém e palavras doces é sinônimo de boa
educação, muito pelo contrário, esse tipo de atitude
muitas vezes está intimamente ligado a bandidos de colarinhos brancos
da pior espécie.
Conheço 2 cafetinas de prostíbulo, muito mais humanas do
que as beatas ou beatos de que me lembro.
Enganar e locupletar-se do povo não deveriam ser princípios
de cidadania.
Qualquer propaganda mentirosa está repleta de boas maneiras, de
gentilezas, de "educação" tradicional. É
esta a questão crucial do abobalhamento humano.
Sei que ninguém gosta de ser chamado de idiota, mas não
dá para elogiar nossas políticas públicas, em especial
no setor de energias, ao qual me dedico a décadas.
Portanto, aos vários ofendidos de frágeis olhos, aconselho
a me expurgar da lista, aliás, não seria a primeira e nem
a última. Ninguém é perfeito. E não estou
aqui para agradar... não sou candidato a nada...
Falando em candidatura, educação e racionalidade, meu ídolo
Professor Bautista Vidal, o fabuloso pai e idealizador do Proálcool,
para mim o maior bemfeitor da face da terra, de todos os tempos; foi recentemente
candidato a presidente do CONFEA, e ficou em último lugar; ou seja,
mesmo entre os engenheiros, quem fala a verdade nua e crua, mesmo educadamente,
é completamente desprezado, é enxotado das relações
públicas. O "homus babacus", incluso os engenheiros,
adoram ser iludidos, enganados. Parece não ter jeito, o que demonstra
cristalinamente o quanto é falha a nossa "educação"
em todos os níveis, baseada em falsos valores, em prostituição
ideológica.
Meu caro Juliano e cara Graciele
Nos endereços:
http://www.repp.org/discussiongroups/resources/gasification/hofmeyr/enviro.html
http://www.repp.org/discussiongroups/resources/stoves/Martirena/Green-Charcoal%20Jan%202005%20compressed.pdf
tem alguns processos de carvoejamento que me parecem eficientes.
E, de outra lista, colo:
-----Mensagem original-----
De: libanio
Enviada em: quinta-feira, 2 de fevereiro de 2006 17:20
Para: Bioenergia Assunto: Re: [Bioenergia-l] compra forno carvão
Caro José,
clique no link abaixo e veja matéria sobre um forno desenvolvido
em parceria com a Votorantin.
http://64.246.32.33/~minerios/noticias/279_06.htm
Abraços Libanio
Meu caro Sartorelli
Afora as questões das terras para a produção da cana,
o aperfeiçoamento da produção e a elevação
dos rendimentos, temos também a possibilidade de utilizar muitos
outros tipos de vegetais para produzir álcool. Veja, nos EUA se
produz etanol a partir do milho, num processo mais caro e menos produtivo,
e mesmo assim, este ano os EUA produzirão mais etanol do que o
Brasil, claro que movidos a "subsídios agrícolas"
que o Brasil combate, sem grande efeito, via OMC.
E nas regiões onde não dá cana, pode-se produzir
etanol a partir da mandioca, batata, etc, com produtividade menor.
Aliado ao fato de que a humanidade tem de ser mais eficiente, a tecnologia
dos biocombustíveis está apenas em gestação,
ou seja, nem nasceu ainda, muito pelo contrário, as políticas,
os políticos e a máfia fóssil estão tentando
abortá-la de qualquer jeito. Hipocritamente nem carros eficientes,
modernos e exclusivos a álcool não produzimos mais...
Como exemplo de nossas imensas possibilidades na área das bioenergias,
acabo de receber mais um interessantíssimo comentário de
meu bioamigo Nikolaus Foidl da Nicarágua, correspondência
que colo abaixo na versão em Inglês, e na próxima
semana intento incluir a versão traduzida.
Resumindo: As palmeiras produzem 3,5 vezes mais açúcar do
que as canas...
Meu caríssimo Dom Hernani de Sá, descendente de Men de Sá.
Belíssima explanação a tua sobre o biodiesel: de
engenheiro químico capacitado para leigos enganados.
Ao invés de fazer B2 compulsório, devería-se fazer
OV20 opcional, além é claro de OV100 para motores adaptados
ou específicos.
Qualquer motor Diesel aceita muito mais amigavelmente porcentagens de
óleos vegetais refinados, do que motores exclusivos a gasolina
aceitam álcool.
Esta estorinha do biodiesel, serve apenas para enricar oligopólios
em detrimento dos consumidores. É mais um típico caso de
engambelação, de mensalão, de tirar proveito sobre
o povo exaurido, de sugar em excesso o leite das vacas de presépio.
Fazer biodiesel de óleos vegetais é pior do que fazer biogasolina
de álcool... ou seja, uma desnecessária idiotice...
E como diz meu velho guerreiro Oscar: "Entendi o seguinte: Na prática,
temos um subsidio para o biodiesel, porque pagar R$ 1,92 o litro é
um subsídio. Acho que na Argentina os cretinos dos meus patrícios
inventaram algo parecido. Se não me engano pagam US$ 0.55 das tetas
do governo. Mas, esta mamata logicamente está direcionada aos graúdos,
protegidos pela lei da exclusividade (Lei do capital mínimo). Lei
que, diga-se de passagem é fruto não só do governo,
senão também dos outros, que fingem oposição
e na hora da distribuição da merenda ficam na fila com a
mão esticada."
Meu caro Sebastião
Mais uma vez vc faz comentários lúcidos e certeiros sobre
mais um tema nebuloso como é este dos índios e suas gigantescas
reservas prá inglês ver, digo usufruir.
Índio quer celular, tênis e helicóptero. Quem quer
índio feito animal de estimação ou animal selvagem
é sociólogo e outros ólogos a serviço de ONGs
internacionais de fachada.
Meu caro Osvino
Desculpe-me responder-te via listas, pois considero tuas dúvidas
de interesse a mais gente.
Primeiro gostaria de esclarecer que utilizo e defendo os óleos
vegetais brutos e refinados, muito diferente do tal biodiesel, que abomino.
Embora meu kit necessite de um pouco de energia elétrica (12V),
ele pode ser modificado para pequenos motores estacionários e microtratores
Diesel sem bateria e sem alternador.
A questão das micro-prensas de óleos vegetais está
bem desenvolvida na Alemanha e na Índia, onde existem inclusive
prensas manuais de extração de óleos vegetais. Certamente
este é um grande nicho de mercado aqui no Brasil, onde, até
onde chegam meus conhecimentos, ainda não tem ninguém que
fabrique pequenas extrusoras.
Quanto a produtividades e vegetais adequados a cada área, ainda
há muito a ser desenvolvido e confirmado. Penso ser o girassol
uma boa opção, mas nesta área agrícola não
tenho muitos conhecimentos.
O importante é começar... o resto é pura conseqüencia...
Meu caro Libanio
Se vc quer assuntos menos pessoais, aqui vc está no lugar equivocado,
vc tem de "pesquisar" por conta própria em livros, revistas
especializadas, jornais, etc.
Listas contém exatamente a troca de informações pessoais,
disponibilizadas às demais pessoas interessadas nos temas.
Listas servem para complementar as informações e respostas
que por ventura estejam incompletas ou incompreendidas, pois cada um tem
um nível de entendimento e de conhecimentos variados, que através
das listas podem ser melhor debatidos, fixados e modificados.
Aqui não é lugar de picuinhas literárias. Aqui é
lugar de debate, de trocas, com seus erros e exageros.
E te garanto que em nenhum livro e em nenhum doutoramento vc terá
acesso a tamanho banco de dados coerentes e reais como aqui. Basta saber
filtrar o joio do trigo.
Aqui temos o debate livre de profissionais das mais diversas áreas,
dos mais diversos níveis, com seus conhecimentos e suas crendices.
Aqui não é lugar de regras. As boas coisas funcionam sem
manipulação. Por isso é que as listas são
espetaculares, são autocorretivas.
Outrossim, para evitar postagens diárias, reuno meus comentários
numa salada semanal, em consideração aos desinteressados
e ofendidos, até para facilitar seu envio pro lixo.
Meu caro Rogério
A banha de porco vc pode derreter com uma serpentina no tanque, pela qual
passa a água quente do motor... mesmo em termosifão...
De qualquer forma é interessante filtrar bem a banha quente...
O esquema de esquentar o motor com diesel e depois injetar banha filtrada
a 80 graus deve funcionar muito bem.
Para começar a adquirir experiência e confiança, vc
pode ir misturando a banha ao óleo Diesel, aquecidos um pouquinho,
em proporções cada vez maiores, até chegar em 100%.
Importante é ficar de olho no óleo lubrificante, para que
não ocorra uma eventual contaminação e polimerização
(endurecimento) do óleo no carter.
Boa sorte e me mantenha informado...
E de novo meu caro Hernani
Fico imaginando a cena: Os bons, competentes e bem educados funcionários
sendo escrachados do serviço público. Sobra uma minoria,
que consegue se adaptar, que consegue ter o cinismo para suportar e não
se envolver nos esquemões. Conheço muitas destas estórias.
Meu amigo Gert está escrevendo um livro a respeito.
Felizmente temos pessoas teimosas como o Edvaldo, que trabalham pelo puro
prazer do bem estar alheio e coletivo, e certamente suas técnicas
logo serão divulgadas por algum espertalhão que levará
a fama. Assim caminha a humanidade, deixa rolar, afinal o que interessa
mesmo é que a praga que ataca o cacau está dominada, graças
ao Edvaldo, e nós sabemos disso. O resto... que venha junto.
Carbono seqüestrantes e antiabobalhantes Bioabraços
Eng. Thomas Renatus Fendel
www.fendel.com.br
Divulgação autorizada e desejável.
“Eles enfurnam a lista de Furnas, e em troca o Duda não volta
pra CPI! ENFURNARAM tudo. Eu também quero fazer um acordão
com o meu vizinho: troco o meu Chevette 87 pela Pajero 2001 dele, e em
troca eu não denuncio que ele tá transando com a peladona
do quarto andar. Que fez um acordão com o porteiro pra ele não
denunciar que ela come o entregador de pizza. É assim que está
funcionando a política brasileira: esculhambaria. Mistura de esculhambação
com putaria." - JOSÉ SIMÃO
-----Mensagem original-----
De: ernanisa
Enviada em: sexta-feira, 3 de fevereiro de 2006 14:18
Para: katavento@grupos.com.br
Cc: Edvaldo Sampaio
Assunto: Edvaldo X V.B-[Katavento] Parabéns Pesquisa na Lavoura
Prezado Fendel,
A vassoura de Bruxa, é um mal que ataca o cacaueiro, causado por
um fungo, que dizimou praticamente a lavoura cacaueira.
Os órgãos de pesquisa do governo,vem tentando resolver o
assunto há muitos anos, sem sucesso e nas suas práticas
e sugestões, cometeram verdadeiros absurdos, como: ESTUPRO AGRÍCOLA
E DEMISSÃO DE FUNCIONÁRIOS idealistas e competentes como
é o Edvaldo.
Eu também fui perseguido e demitido com estabilidade.
Continuei meu trabalho, sobre os biocombustíveis democráticos
e ecológicos em casa.
O Edvaldo, com práticas próprias, ficou imune ao mal da
VASSOURA DE BRUXA e transmite para todos seu conhecimento, gratuitamente,
O Incrível é que apesar do sucesso de suas práticas,
continua sendo bombardeado por invejosos do órgão que o
demitiu.
Mais detalhes, o próprio pode te fornecer (em anexo seu e-mail),
É uma pessoa maravilhosa, você vai gostar de conhece-lo quando
vier.
Fui convidado para palestrar no fórum Brasil Alemanha, em março.
Abraços, Hernani Sá
----- Original Message -----
From: thomas@fendel.com.br
To: katavento@grupos.com.br
Sent: Friday, February 03, 2006 8:03 AM
Subject: RES: [Katavento] Parabéns Pesquisa na Lavoura
Meu caro Hernani
Dá prá explicar um pouco melhor o que são: resultados
do Edvaldo excelentes?
Bioabraços
Fendel
-----Mensagem original-----
De: ernanisa
Enviada em: sexta-feira, 3 de fevereiro de 2006 08:29
Para: katavento@grupos.com.br
Assunto: [Katavento] Parabéns Pesquisa na Lavoura
Cacauicultores e interessados!
Estou com vocês,
A pesquisa pela lista baseada nos excelentes resultados do Edvaldo (que
foi perseguido e boicotado) tem tudo para dar certo.
Ser dirigida por alguma institução pode dar zebra!
Tive experiências no passado (até recente) de boicote!
Pode existir até mensalão para não dar certo.
A lista tem pesoas competentes e com os bons resultados como os do
fantástico Edvaldo, VAI DAR CERTO.
Acredito no sucesso. Contem comigo.
Se quiserem passem minha opinião para a lista.
OBS.
Para surpresa minha, ontem, fui convidado para ser palestrante em mais
um
evento internacional(Brasil Alemanha) sobre BIOCOMBUSTÍVEIS.
Abraços Hernani Sá
-----Mensagem original-----
De: Rogerio
Enviada em: quinta-feira, 2 de fevereiro de 2006 19:34
Para: thomas@fendel.com.br
Assunto: Esclarecimentos
Sr. Fendel, sou produtor rural no estado do Tocantins, e crio alguns
porcos para venda em feiras livres, e planto milho-verde irrigado.
Esta irrigação e movimentada com um motor estacionário
de 10 CV a diesel refrigerado a água.
Tenho uma curiosidade e gostaria de sua opinão .
Caso usa-se o oleo animal obtido da banha do porco, através de
fervura e decantação para uso como combustível, quais
os problemas que poderiam acontecer.
Pensei o seguinte esquema: motor diesel (partida) + gerador elétrico
= corrente eletrica em uma resistência elétrica no tanque
de óleo animal, para aquecimento e derretimento da fase solida
para torna-lo fluido e poder ser injetado para combustão.
Saudações Rogério
-----Mensagem original-----
De: libanio
Enviada em: quinta-feira, 2 de fevereiro de 2006 11:38
Para: Bioenergia
Assunto: [Bioenergia-l] Constatação
Caros(as),
estou fazendo parte desta lista há alguns meses, com o interesse
de obter informações sobre meios alternativos para geração
de energia (bio-combustíveis, madeira, hidroelétricas, etc),
mas estou achando as explicações e explanações
meio confusas.
O que percebi - e entendam isto que vou escrever como uma crítica
construtiva - é que algumas pessoas escrevem suas mensagens como
se estivessem falando pessoalmente com seu(s) interlocutor(es).
Ou seja, uma conversa informal.
Como todos sabem, a linguagem escrita deve ser clara e concisa para que
a sua idéia seja transmitida ou o assunto seja entendido, compreendido
ou assimilado pela outra pessoa à qual você está se
dirigindo.
Muitas explicações postadas aqui ficaram sem muito nexo,
simplesmente, porque faltou um pouco mais de cuidado na hora de escrever
o texto.
Peço minhas desculpas se ofendi alguém da lista mas posso
garantir, sinceramente, que esse não foi meu objetivo.
Agradeço vossa gentileza em compreender o acima exposto.
Saudações universitárias José Libanio
-----Mensagem original-----
De: Osvino Cavedon
Enviada em: quinta-feira, 2 de fevereiro de 2006 10:44
Para: thomas@fendel.com.br
Assunto: Grupo do Gonzzaga do BIOCOM
Bom dia Caro Fendel.
Fiquei muito surpreso ao tomar conhecimento da sua luta e dedicação
em prol de um Brasil sem as soluções impostas pelo Capitalismo.
Acreditava que nós realmente éramos ignorantes e totalmente
dependêntes, mas você através da divulgação
no seu site, a persistência, mostraram que existem várias
alternativas.
Participo do Grupo do Gonzzaga do BIOCOM e sempre procurei alternativas
para tanto desperdicio e agora renovo as minhas esperanças.
Quero aproveitar e esclarecer algumas dúvidas:
Um micro trator Tobata é viável a sua converção
para o BIO Diesel através da implantação dos filtros.
E a produção do óleo como pode ser feita na Chacára,
existem cálculos do espaço necessário para a produção
e implantação da micro destilaria ou processo de extração
do óleo.
Pretendo viabiliar em Morretes - PR, pequenos projetinhos auto sustentáveis
e conto com o amigo para nós orientar e auxiliar na implantação.
Tem condições de estimar estes custos??
Esclarecendo de ante mão que não somos capitalistas, precisamos
gerar recursos para implementar cada processo de inovação
e determinando as prioridades e a viabilidade técnica. O micro
trator é determinante na geração de novos recursos,
ele irá alavancar novos investimentos.
Agradeço a sua atenção. Cordialmente Osvino Cavedon
41-9958-7898 41-3906-4954
"Experiência não é o que acontece com um homem;
é o que um homem faz com o que lhe acontece." (Aldous Huxley)
-----Mensagem original-----
De: Sebastiao
Enviada em: quarta-feira, 1 de fevereiro de 2006 09:36
Para: redeflorestal-br@yahoogrupos.com.br
Assunto: RES: [redeflorestal-br] Os homens nas cavernas
Aos colegas, Bom dia.
Fala-se muito no MST e em suas invasões, entretanto, para complementar
esse quadro caótico agora com as invasões dos índios,
geralmente fomentados por ongs. Tudo isso é uma tristeza, onde
vai parar essa onda de invasões, quer seja do MST como dos índios?
Como disse o Presidente da FUNAI recentemente e, acabou com a demissão
do Sr. Sidney Ponsuelo, ‘índios já têm terras
demais’. Num país que tem, talvez, a maior miscigenação
do mundo, por que, também, os índios não se integram
à sociedade brasileira? Aliás, essa miscigenação
já existe na prática e na realidade, entretanto, quando
convém, vem todo esse papo de proteção dos índios.
Precisa terminar com esse paternalismo governamental de tratar o índio
como incapaz. Quantos milhares de brasileiros necessitam e não
têm direito a 1ha de terra sequer enquanto a meia dúzia de
índios detém milhares de hectares.
Abraços, Sebastiao.
-----Mensagem original-----
De: Hernani De Sá Filho
Enviada em: quarta-feira, 1 de fevereiro de 2006 09:03
Para: Goncalo Guimaraes Pereira (LT)
Cc: Lista do agronegócio
Assunto: Não é biodiesel--
Re: [Cacau-l] Biodiesel
Caro Gonçalo e demais companheiros da lista agronegócio
O biodiesel definido internacionalmente, defendido pela USP e Agência
Nacional do Petróleo, UESC, etc.
é um produto obtido a partir de triglicerídeos, reagidos
com Metanol ou Etanol em presença de catalisador.
É uma reação de dupla troca entre um Álcool
e Glicerol (Co-produto), denominada de TRANSESTERIFICAÇÃO
(técnica secular); patenteado (rapaz!!!...) por um professor da
Universidade do CEARÁ em 1980.
O processo desenvolvido pela UNB (que também não é
novidade) envolve quebra de moléculas de triglicerídeos
ou ácidos graxos; não envolve álcoois mas envolve
catalisadores e 40% de perdas. Socialmente, ambos são excludentes.
Embora possa fazer ambos, defendo os OVN (óleos e gorduras vegetais
e animais NATURAIS) com pequenos ajustes externos (já tenho um
Kit do Eng. FENDEL) ou brigar politicamente para que os motores saiam
das fábricas com as modificações internas a exemplo
do motor alemão, ELKO.
Nosso dever é levar a melhor alternativa para a NAÇÃO,
independente de prejuízos pessoais, poderíamos ganhar muito
dinheiro REINVENTANDO A RODA, como fazem em algumas instituições
mas nossa consciência não admite.
Se quiser repasse para sua lista minha opinião.
Desejando um bom retorno e um bom dia.
Hernani Sá
-----Mensagem original-----
De: nikolaus foidl
Enviada em: sábado, 4 de fevereiro de 2006 20:49
Para: Fendel
Assunto: palmas
Dear Fendel!
I was calculating an other huge energy producer who could give a boost
to
the degraded agricultural areas the palms.
The palms are the most effective sunlight transformers we have in the
plant kingdom , they are 2 to 3 times more effective then sugar cane.
Normally the sunlight is transformed into different sugars and the high
sugar content sap is guided to the flower pods for synthesis of fibers
wood and oil and starch. As every transformation process is connected
with losses it takes 3 times more sugar( energy wise) to get the same
energy in oil. If you tap the flower pod and take out the sugar sap
you get a liquid with some 12 to 15 % of sugar. A plantation in average
produces some 21 metric tons of solid sugar per ha and year this is 3,5
times the sugar then in sugarcane and this sugar sap is rich in minerals
and vitamins and protein. So if you transform all the sugar into alcohol
and distillate the alcohol you still have left several 100.000 liters
of micro nutrient rich water for foliage fertilizer which could save huge
amounts of fossil energy in substituting fossil energy based fertilizer.
You could as well use the sap with out the fermentation as a energy health
drink enriched with minerals vitamins and proteins or as a beer substitute
as they do in Malaysia, India etc.
Look up the following key words and you will find huge amount of literature
about it: Toddy, arrak, palm sap, palm wine etc.
Looking at the huge area between the palms you still could do some inter
cropping producing yucca as a starch for alcohol crop adding some 6000
liters to the palm alcohol. So as palms can grow in nearly every soil
and under a wider temperature range then sugar cane i think this could
be an alternative which needs less machinery and once planted can produce
during more then 100 years every year huge amounts of sugar or alcohol.
As well the small producers could just tap there 100 or 200 palms and
deliver the fermented sap to the fabric or distill there own alcohol.
The highest producing palm is the sugar or toddy palm but nearly every
palm tp produces sugar sap.
Hope i could add an other interesting idea to your collection.
Best regards Nikolaus
-----Mensagem original-----
De: J Alex Sartorelli
Enviada em: terça-feira, 31 de janeiro de 2006 21:29
Para: Turma 82 Assunto: [T82] Fwd: Re: [ita-net] Pergunta sobre o Alcool
Boa exposição sobre o alcool. bio[]´s Sartorelli
--- Cassio Pagliarini
Marcos Melo escreveu
Claudio,
As terras utilizadas para o plantio da cana são mais "pobres"
que para outros cultivos. Veja os ciclos: onde já deu café
agora dá cana, e não presta mais pra café. A cana
tem invadido o "cerrado" (que já foi considerada terra
imprestável) e o "pasto". Como já disse o Mohamed,
tem muito chão pra ser plantado sem afetar a área amazônica.
Em 2005 o Brasil cultivou 58,4 milhões de hectares dos quais apenas
5,8 milhões para cana de açucar. Estima-se de forma conservadora
(dito pelo insuspeito USDA) haver pelo menos 90 milhões de hectares
disponíveis para ser cultivado sem afetar, como já disse,
áreas de preservação e a floresta amazônica.
Além disso, e, talvez estejamos ficando atrasados em relação
a pesquisas na Europa e nos EUA, com novas tecnologias baseadas em enzimas
será possível produzir o dobro de álcool com a mesma
cana. Como?
Eliminando desperdícios: hoje a palha da cana, ou é queimada
para permitir o corte manual, ou quando o corte é mecanizado é
largada no campo sem aproveitamento. Além disso, o bagaço,
obtido após a retirada do "sumo" da cana, quando bem
aproveitado gera quatro vezes mais energia que o necessário para
o consumo da usina e plantações ao redor. Ou seja, com a
nova tecnologia "enzimática" ou por "hidrólise",
será possível usar a palha e 3/4 do bagaço para produzir
mais álcool.
Quanto aos aspectos citados pelo Jamil com respeito aos trabalhadores
do corte da cana, a tendência é que se use cada vez menos
(por ser mais produtivo usar a mecanização como visto acima,
para poder ter mais palha e perder menos sacarose) o cortador de cana.
Na verdade, em algumas regiões já existe um briga com os
sindicatos querendo definir que um percentual mínimo seja feito
com corte manual. Só que o corte manual implica na queima, que
por sua vez implica em "poiluição". Fuligem que
se deposita nas casas, automóveis e entra pelos pulmões.
Outro fator que deve aumentar a produção de álcool
é o interesse cada vez maior de empresas mais bem estruturadas
no setor, que passam a olhar os processos como melhor otimizados se "contínuos"
e não em bateladas, e passam a investir também na otimização
da área industrial com "controles de processo" automatizados.
Talvez algum colega nosso que esteja na área de automação
de processos possa dar algum depoimento a respeito.
Outro fator que pode nos deixar para trás é que os desenvolvedores
de processo têm sido historicamente no Brasil os fabricantes de
equipamentos, os quais sem nenhum desmerecimento, estão ou estavam
até onde sei despreparados para a pesquisa de processos químicos
contínuos como estão no Brasil, o CENPES da Petrobrás
e algumas empresas petroquímicas.
Um abraço,
Marcos Melo
On 1/30/06, Claudio Sanches
Caros,
Uma dúvida que sempre passa pela minha cabeça sobre o álcool
é a seguinte. O Álcool vem da cana de açúcar
que utiliza terras produtivas para o seu plantio. Cada vez mais temos
a destruição de terras produtivas que produzem alimentos.
Será que o Álcool não tem suas reservas (terras para
o plantio) ainda mais limitadas do que o petróleo ou ainda: será
que com escassez de comida o custo de oportunidade de produzir álcool
não vai ficar muito alto com o passar do tempo?
Alguém já viu algum estudo sobre isto?
Obrigado, CCS
-----Mensagem original-----
De: Viveiro de Mudas Boa Sombra
Enviada em: terça-feira, 31 de janeiro de 2006 16:11
Para: redeflorestal-br@yahoogrupos.com.br
Assunto: Re: [redeflorestal-br] Poder x Phoder
Caro Fendel
Quem sabe você possa auxiliar no que se refere a melhorar a eficiência
da pirólise da biomassa, sabes onde podemos encontrar tecnologia
disponível?
Juliano Piske
-----Mensagem original-----
De: TudoSobrePlantas@googlegroups.com
[mailto:TudoSobrePlantas@googlegroups.com] Em nome de Graciele Petarli
Enviada em: quarta-feira, 1 de fevereiro de 2006 07:53
Para: TudoSobrePlantas@googlegroups.com
Assunto: [TSP] Re: Poder x Phoder
Dirijo este e-mail a quem puder me auxiliar...
Lendo o e-mail enviado por Fendel, observei o texto em que fala do carvão
vegetal. Atualmente trabalho no Instituto Estadual de Meio Ambiente do
Espírito Santo, e atuo no licenciamento ambiental de diversas atividades,
dentre elas a carvoaria.
Alguém saberia poderia me passar alguma informação
sobre forma de controle de emissões provenientes desta atiidade?
Já existe esta forma, é utilizada? Dá certo? É
que no texto foi tratada a questão de reuperação
de gases. E existe um processo comigo em que foi apresentada uma proposta
de utilização de um condensador para captar e recuperar
estes gases, o que permitiria a recuperação principalmente
do licor pirolenhoso e do alcatrão. Mas não conheço
nenhuma localidade em que isto foi instalado, e estamos com um pé
atrás... Seria possível fornecerem-me alguma informação?
Agradeço desde já a todos.
Graciele Petarli Venturoti
-----Mensagem original-----
De: bantel
Enviada em: terça-feira, 31 de janeiro de 2006 16:01
Para: redeflorestal-br@yahoogrupos.com.br
Assunto: [redeflorestal-br] MENSAGEM AO FENDEL
Caro Thomas, boa tarde.
Com consternação e pena procuro ler suas mensagens, que
podem trazer grandes verdades, contudo recheadas de termos e referências
impróprias para pessoas educadas e construtivas. Todos florestais
recebem educação, trato com boas maneiras aliados ao ensino
da ciência florestal e a procuram expressar em seus manifestos.
Muito gostaria que estes princípios de cidadania dos florestais
te fossem úteis (sei que não és florestal) e se incorporassem
em suas mensagens. Não adianta reclamar que seus artigos vão
para a lata de lixo, pois o culpado disto é você mesmo, visto
que não zelas pelas boas maneiras, condição básica
na comunicação dentro da sociedade e da comunidade de pesquisadores,
cientístas, professores, profissionais e estudantes das ciências
florestais, bem como das demais. Não adiante ter somente saber
e conhecimento, mas, em mesmo âmbito é necessário
ter e usar a educação bem como saber respeitar a (boa) educação
dos outros. Boas maneiras nunca fizeram mal a ninguém. Atenciosamente,
Bantel
-----Mensagem original-----
De: Grupo TudoSobrePlantas
Data: Seg 30 jan 2006 11:00
De: "jaimirok"
Grandes e boas Bandeiras conduzidas por pessoas ruins, tornam-se ruins.
micros usinas hidroelétricas espalhadas pelo Brasil afora, não
teriam impacto ambiental e custo tão avassalores e poderiam gerar
renda ao seus proprientariso.
O beneficiamento atomico, se conduzido por uma outra linha, poderia ser
uma grande solução para o mundo.
Abraços Jaimir
Na compra d’algum eletronico sempre escolham aquele q gasta menos
energia assim vc tem menos peso na conta d luz e as industrias investem
mais em tecnologia para fabricar aparelhos cada vez mais economicos. Assim
penso Fiquem com Deus
Francisco escreveu:
Concordo, a solução é a diversificação
na produção e a redução do consumo... do NOSSO
consumo.
abs
-----Mensagem original-----
De: fernanda
Enviada em: segunda-feira, 30 de janeiro de 2006 15:48
Para: katavento@grupos.com.br
Assunto: RES: [Katavento] Re: [redeflorestal-br] Prostíbulo Energético
Caro amigo André,
Concordo plenamente; Estamos prestes a passar por situações
nunca vistas antes em nosso planeta com a enorme possibilidade de acontecimentos
cataclísmicos e ficamos nos atendo a discussões envoltas
em vaidades e agressividades...
O tempo urge....
Não acredito muito que consigamos a tempo reverter ....mas precisamos
tentar ao menos...
Formamos uma rede de informações...Ninguém é
soberano a tal ponto de se achar no direito de proferir indelicadezas
e ironias, mesmo se fosse detentor de todo o conhecimento no assunto...
A mudança de que precisamos em nosso planeta começa por
nós...
O planeta é um ser como nós só que muito grande...
A humildade no processo da informação possibilita que,
a intenção, alcance seus objetivos de forma muito mais intensa
e verdadeira.
Grande abraço fraternal a todos.
Fernanda Dias
De: katavento@grupos.com.br
Em nome de meioambiente@cpovo.net
Enviada em: segunda-feira, 30 de janeiro de 2006 13:59
Para: katavento@grupos.com.br
Cc: Bioenergia; Floresta
Assunto: [Katavento] Re: [redeflorestal-br] Prostíbulo Energético
Pensem...
Precisamos trabalhar em conjunto para aceitar as idéias de todos
de formamais harmônica. Fico triste em ver colegas irritados usando
termos eexpressões agressivas e competitivas que acabam mais nos
distanciando do que aproximando. Esse é o nosso maior erro. Não
temos mais paciência uns com os outros. Discordamos e acabou-se.
Como vamos construir um mundo melhor assim? Não estamos perdendo
tempo? ou estamos utilizando esta rede para descarregar nossos anseios
e angústias ou tentando nos autopromover? Vamos nos perdoar e permitir
que nossas diferenças gerem produtividade em vez de segregação.
Senão MDL será uma hipocrisia! Parece que cada um quer ter
mais razão que outro!!! Assim ninguém tem razão!!!
Pessoal, ninguém tá fora deste barco. Não é
porque uns tapam os buracos que os que remam estão errados.
Tá na hora de estabelecer uma consciência civilizada para
que cresçamos e tomemos forma. Discutir vale para chegarmos a um
consenso e crescer. Todo comentário é valioso, mas tem que
ser com o coração limpo das vaidades.
Nosso planeta está se acabando e só uma coisa pode salvá-lo:
nossa união e atitude.
Sugiro que tomemos um rumo neste sentido. Acho que há inúmeros
assuntos para tratarmos, mas precisamos primeiro nos afinarmos para depois
sermos realmente produtivos no tempo que estamos dedicando aqui.
Gostaria de me unir a vocês desta forma, pois das minhas idéias,
certamente alguma nos ajudará a sermos melhores. E isso também
me fará melhor.
Grande abraço a todos,
André Martins
-----Mensagem original-----
De: Oscar Baldoni
Enviada em: domingo, 29 de janeiro de 2006 08:14
Para: Thomas Renatus Fendel
Assunto: Mafia Fosil
Dionisio Cerqueira, Santa Catarina, Brasil, 29 de janeiro de 2006
Prezado Engenheiro Fendel :
Ainda bem que temos sua pessoa atuante. Exerce o efeito de um jato de
luz na escuridão. Veja bem: Eu, cabeça dura como sou, tivesse
perdido ainda mais tempo (e dinheiro que não há), atrás
de uma ilusão. Quer dizer que o M.C.T. enrolou um ano, para depois
de primeiro aprovar em forma entusiástica, depois dar um giro de
180 ° e literalmente enxotar tudo.
Isso é um calco do que fizeram com o empresário Garavelo
há 20 anos, que tentou trazer o motor ELKO. Instalaram o motor
num carro (acho que era Audi) e rodaram milhares de quilômetros.
A reportagem da revista Quatro Rodas publicou tudo ... mas no mês
seguinte desancou, falando um monte de merda.
Pelo sim, pelo não, acho que é o único empresário
que está em cana.
Obviamente, foi patriota demais. Teve o azar de pretender trazer o motor
ao Brasil, justo no meio do esforço das petroleiras de matar toda
e qualquer concorrência, baixando os preços. Se não
me engano foi a última "baixada" programada. Conseguiram
estragar o proálcool quando (alguém se lembra ?) já
os carros eram todos fabricados para consumir álcool e um 2 ou
3 % dos modelos a gasolina tinham que ser encomendados. Naturalmente,
ao mesmo tempo estragaram tudo o feito com o Proóleo.
Crime, crime de lesa Pátria.
Malditos sejam.
Imagine a projeção que teria uma coisa bem feita: Plantando
Dendê há 20 anos, já estaríamos não
só nos autoabastecendo, como exportando praticamente toda a produção
atual. Sem exageros = Um milhão de barris diários são
65 milhões de dólares. Por ano, são 24 bilhões
de dólares. Em 10 anos pagava a dívida maldita e começava
a capitalizar. Fora isso (mais importante ainda), gerava empregos aqui
dentro, tirando gente das cidades grandes e ocupando o território
nacional.
Agora, o que eu gostaria é tirar a máscara dos que ainda
estão contra o Pais, se juntando aos mafiosos.
Eu gastei uma vida e uma fortuna estudando e pesquisando. Estou em fim
de vida e completamente falido. No entanto, meus fornos que poderiam servir
para dignificar a vida dos carvoeiros, não deslancharam. Será
que vou morrer sem ver eles serem difundidos ?
Suspeito que sim.
Mas, vou morrer como tenho vivido, lutando, como quadra a um "Velho
Guerreiro".
Abraços de Oscar.
-----Mensagem original-----
De: ECOLOGIA EM AÇÃO
Enviada em: sábado, 28 de janeiro de 2006 09:58
Para: fendel
Assunto: para fazer parte dos numeros para as tuas palestras.
23/01/2006 – BRASIL OPTA POR ENERGIA COM MAIS EFEITO ESTUFA
O leilão de energia nova, realizado em 16 de dezembro, acabou por
privilegiar a geração de energia suja em detrimento de uma
mais limpa.
Quase 70% dos 3.286 megawatts (MW) leiloados serão gerados por
termoelétricas, que queimam combustíveis fósseis
e lançam mais carbono na atmosfera do que as hidrelétricas.
Se todas funcionarem ao mesmo tempo, elas lançarão mais
11,35 milhões de toneladas de gás carbônico (CO2)
na atmosfera. Isso representa um aumento de 2,8% de toda a emissão
do gás no País, que hoje é de cerca de 400 milhões
de toneladas de CO2.
Levando em conta apenas a quantidade emitida pelo setor energético,
o crescimento é de 11%. “Supersimplificadamente, estamos
criando um Protocolo de Kyoto ao contrário para o Brasil”,
diz Roberto Schaeffer, professor da Coordenação de Pós-graduação
de Engenharia da UFRJ (Coppe).
As hidrelétricas perderam espaço no leilão pela demora
na obtenção do licenciamento ambiental, emitido por órgãos
estaduais e o Ibama.
Fonte: http://www.estadao.com.br/ciencia/noticias/2006/jan/20/132.htm
Meu caro Velho Guerreiro Oscar
Muito interessante o teu relato sobre os problemas da produção
de álcool de mandioca no Brasil..., ainda mais quando se sabe,
que hoje, os EUA produzem mais etanol de milho, do que o Brasil produz
de cana... ou seja, sempre inventam umas poliíticas corruptas e
mesquinhas atrapalhando o progresso de nosso povo.
Na Alemanha se faz açucar de beterraba, e da nossa mandioca se
produz mais etanol do que do milho ou da beterraba. Isso é fácil
de comprovar, dando respaldo aos investimentos feitos na mandioca por
vc e teus amigos pioneiros.
Fico a imaginar a cachorrada a que são submetidas as pessoas que
investem em energia racional neste país de ratazanas especializadas.
Aqui só frutifica investimento ligado a rapinagem, a mensalão,
a lobie, e demais putarias.
O exemplo mais gritante é o da energia elétrica nacional,
onde até hoje, em pleno terceiro milênio do "cristianismo",
todos os abastados ganham descontos de 85%, sobre o preço do kW,
e ninguém fala nada, todos acham normal, e a ABRACE - associação
dos grandes consumidores de EE - na verdade: associação
dos ladrões de energia do povo, fica mendigando, exigindo, chantageando
e corrompendo por preços ainda mais irrisórios.
Meu caro Conte
Tua estorinha sobre mudança de enfoque, é sintomática,
ela descreve com perfeição como funciona a cafajeste mídia
mundial.
O melhor exemplo dessa enganação, foi o ataque ao Iraque...
e agora de novo, o merda do Busch quer atacar o Irã, e a porca
mídia usa duas medidas diferentes para a mesma coisa, ou seja,
aos EUA é permitido possuir grande quantidade de armamento nuclear
e os "outros" não!!! Por quê será que a
mídia não mexe neste assunto?
De novo, meu caro Oscar
A farsa da mamona, ou melhor a farsa do biodiesel é ridícula.
Eu tenho um amigo alemão, que está montando uma usina de
biodiesel de mamona no nordeste, porque é a moda, é o negócio
do momento.
Ele me disse pessoalmente, que vai vender o óleo de mamona puro
no mercado a um preço maior, e vai comprar óleo de soja
e dendê para fazer o almejado biodiesel...
Meu caro Raymundo
Que falta faz a lei do "olho por olho" neste país.
Os grandes bandidos fazem campanhas de desarmamento do povo e campanhas
contra a pena de morte, apenas em benefício próprio.
Se estes ratos de colarinho engomado fossem responsabilizados por seus
atos, a roubalheira oficial seria reduzida em mais de 99%, isso eu te
garanto, pois a covardia é a característica primeira destes
gatunos.
Meu caro Conte, mais uma vez...
A cada dia que passa o álcool está sendo mais festejado
mundialmente... e nós aqui no Brasil... continuamos a boicotá-lo.
Assim é muito bom que os jovens proprietários do Google
e o multimilionário Bill Gates tomaram gosto pelo etanol, pois
quem sabe, desta maneira nosso álcool volte a ser moda entre os
brasileiros, afinal, as marionetes nacionais gostam de seguir o exemplo
destes megainvestidores, que devem saber onde enfiam suas fortunas...
Quanto ao idiota Bush, ele está percebendo que seu porcotróleo
está no gargalo, e que daqui prá frente sua produção
será cada vez menor, não acompanhando a necessidade de consumo
crescente. Ele também está vendo que as promessas vazias
de seus doutores "especialistas" e bem pagos, como: hidrogênio,
células combustíveis, motores a ar comprimido e carvão
mineral limpo não passam de bobas abobrinhas, de estorinhas infantis.
Meu caro Newton
Que bom ouvir de um "tradutor concorrente" palavras de tal quilate
a meu respeito, ainda mais que passamos 20 dias juntos, rodando pelo norte
da Alemanha, em busca e em trocas de informações sobre bioenergias,
junto a mais 20 brasileiros selecionados, diretamente ligados ao setor
dos biocombustíveis nacionais.
Para mim, a tua opinião é realmente muito importante, pois
vc como leigo, e não sendo burro, e nem tapado, está conseguindo
perceber as maracutaias armadas pelas turminhas do biodiesel, em detrrimento
dos fantásticos óleos vegetais naturais. Vc viu os mais
diversos motores adaptados funcionando anos a fio, com óleo virgem
de canola, e deve estar sem compreender as intenções dos
"especialistas" a favor da transesterificação,
vc não deve estar entendendo por quê fazer algo mais caro
e mais complicado, se nossa pródiga natureza nos fornece os óleos
de mão beijada.
Realmente, não há justificativas legais que possam ser colocadas
em cima da mesa.
Meu caro Tiago
Qualquer que seja o investimento feito em bioenergia, inclusive o mais
caro e desnecessáro biodiesel, é melhor que qualquer porco
fóssil. Ruim é que o pessoal do biodiesel boicota o óleo
vegetal, pois muito bem sabem que a produção e o uso distribuído
dos óleos vegetais naturais, faz desaparecer o mais elaborado,
o mais caro e o mais perigoso biodiesel.
E mesmo que algum estúpido fizesse biogasolina de álcool,
seria melhor do que fazer o bobo hidrogênio, ou queimar o sujo gás
natural.
Ao invés de se iniciar com 2% de biodiesel no Diesel fóssil,
podería-se adicinar 2% de urina. É sério. A urina
contém uréia, que por sua vez reduz a emissão de
NOx nos motores a explosão. Na Europa já existem alguns
caminhões rodando com pequenos tanques adicionais de uréia,
exatamente para reduzir as emissões de NOx.
E, 2% é um número irrisório, que pode ser de qualquer
coisa, como muito bem sabem os batizadores de nossos combustíveis
alterados, portanto, nada mais adequado do que adicionar compulsoriamente
2% de óleos vegetais refinados, no lugar do biodiesel. É
muito mais fácil, é muito mais racional, mais barato e melhor.
Deveríamos obrigar as indústrias de motores a engulir logo
o óleo vegetal, numa etapa única e gradativa. Se não,
teremos 2 trabalhos no lugar de um, teremos primeiro a adaptação
para o desnecessário e complicado biodiesel e na seqüência
nova adaptação para os maravilhosos óleos vegetais.
E como diz meu amigo Hernani, é ridículo adicinar 2% de
biodiesel qualificado ao Diesel fóssil, biodiesel que por sua vez
necessita atender a uma rígida especificação, que
não poderá ser universal para todos os tipos de biodiesel...
ou seja, teremos uma salada de normas, como por exemplo uma para biodiesel
de etanol, outra para biodiesel de metanol, além de toda a variação
das oleaginosas, ou seja, cada biodiesel terá que ter especificações
próprias... que em nada batem com as especificações
do biodiesel de canola da Alemanha, ou do biodiesel de soja dos EUA.
Disso resulta uma fiscalização caríssima, complicadíssima
e desnecessária para apenas 2%... lembrando que nos quentes climas
tropicais, qualquer motor Diesel se delicia com até 50% de qualquer
óleo vegetal refinado, como atesta a crescente frota rodando no
MT.
Meu caro Zoccola
As qualidades de um presidente não estão relacionadas com
sua escolaridade, pois caso fossem, FHC teria sido um ótimo presidente,
e não o maior dos Ali Babás entreguistas que a humanidade
conheceu.
Por outro lado, exigir décadas de bunda em carteira escolar, para
servidores públicos de serviços gerais, é incentivar
a máfia da educação, onde primordialmente se ensinam
amenidades, crendices e bobagens.
Um dos exemplos mais transparentes da banalidade escolar é o ensino
da fotossíntese, onde uma parcela ínfima dos que logram
êxito nos vestibulares, até sabem que a energia solar é
captada pelas folhas verdes, onde se processa a transformação
do CO2 e água em açúcares (glicose) com liberação
de oxigênio. Até aí vai o conhecimento de alguns poucos,
mas, enxergar que cada vegetal é composto basicamente de "sujeira"
do ar, isso já é pedir demais.
Todos os doutores "especializados" em bioenergia, mundo afora,
repetem a mentira: "Queimar óleo vegetal é neutro em
termos de CO2, pois o CO2 liberado pelo escapamento é exatamente
o mesmo absorvido pelas plantas correspondentes". Quanta mentira
e quanta ignorância... pois até onde eu sei, o farelo da
soja, e o tronco da palmeira de dendê, que contém carbono
captado da atmosfera, não passam pelos cilindros dos motores...
Assim, ninguém concorda comigo, que utilizar bioenergia é
real seqüestro de carbono, é sinônimo de efeito refrigerador,
o contrário do efeito estufa.
Meu caro Paulo e meu caro Akutsu
O maravilhoso livro do mencionado Josh Tickell, intitulado: "Da frigideira
ao tanque", é de 2000, e finalmente está recebendo
a propaganda que merece.
Embora o norteamericano Tickell defenda o biodiesel, ele explica nesta
sua primeira obra, como se usam também os motores adaptados a óleos
vegetais.
Nele ele menciona o fantástico potencial bioenergético das
algas, e demonstra que estamos apenas engatinhando na questão dos
biocombustíveis.
Quanto à nomenclatura, para um leitor menos avisado, o autor do
Le Monde fez um pouco de confusão, aliás como todos os "especialistas",
e na verdade o artigo trata essencialmente de biodiesel, e não
de gasolina e nem de óleos vegetais misturados com álcool.
Aliás essa confusão é terrível, pois os louros
dos óleos vegetais, acabam recaindo no desnecessário e caro
biodiesel...
Meu caro Hayashi
A notícia confirmando a supremacia etanólica dos EUA do
milho, frente ao Brasil da cana, revela o quanto somos capachos, bobos,
incapazes e lavageiros.
Enquanto os doutores tropicais daqui fomentam idiotices como o hidrogênio
e células combustíveis, os de lá, mesmo em gélidas
regiões com sol ranzinza, promovem a bioenergia na surdina, para
que a potência tropical não acorde e não assuma o
seu lugar de reinado mundial que lhe é devido, afora toda a contrapropaganda
pseudoecologista atacando nossas monoculturas, nossas hidroelétricas,
etc... que no fundo apenas promovem os fósseis, os transgênicos
terminator e outras merdas.
Meu caro Hernani
Daqui prá frente vamos ficar enojados com a quantidade e qualidade
das notícias sobre bioenergias, infelizmente todas capengas e um
tanto idiotas, como vc sabe a mais de 30 anos. Mas, logo logo os idiotas
irão se perguntar: "Prá que biodiesel se dá
pra utilizar óleos vegetais?" Só aguarde mais um pouco...
Meu caro Cassio
Com tanto alarde da mídia mundial sobre o nosso potencial bioenergético,
é normal que ocorram reações enciumadas de vermes
fecais, com medo da nova "Arábia Saudita" tropical perene
e ecológica. Mal sabem eles que aqui se trocam as mãos pelos
pés, que até agora continua proibido ao pequeno fazer e
vender álcool, que é proibido ao pequeno produzir e injetar
energia elétrica na rede, que aqui ainda continuam proibidos os
carros a óleos vegetais, que os óleos vegetais sofrem um
colossal boicote da turma do biodiesel, etc, etc.
Meus demais caros
Meu amigo alemão Juergen, informa sobre o sucesso de seus experimentos
com seu gaseificar de biomassa em pó, com o qual pretende acionar
uma microturbina elétrica a gás.
Ele também comenta a notícia sobre a síntese gasosa,
com o objetivo de obter combustíveis líquidos. Segundo ele,
para viabilizar a liquefação catalítica, os gases
necessitam de uma pureza farmacêutica, sendo ainda um processo oneroso
e crú a partir de biomassa gaseificada. Mais detalhes vejam com
ele: energy-juergen@web.de
Segue mais abaixo uma notícia sobre protestos petrolíferos
no Equador, demonstrando uma tendência dos Países sulmaericanos
"soberanos" de barrar as exportações aos esbanjadores
EUA.
Também segue mais um extraordinário artigo de meu ídolo
nacionalista Bautista Vidal, desta feita pré-candidato a Presidente
do Brasil pelo PDT, onde ele muito bem ataca a privatização
da Vale do Rio Doce, para mim, o maior assalto da história da humanidade,
que aliás a Deputada Federal Clair da Flora Martins do PT aqui
do PR está tentando reverter.
Para finalizar as broncas dessa semana, incluí um artigo sobre
a geração de energia a partir das ondas do mar.
Nada contra, pelo contrário. Mas é muito mais barato e fácil
retirar energia das milhares de quedas de água em nosso entorno,
sem represas, vejam ENEREDE em www.fendel.com.br A parte interessante
do projeto das ondas é que está se falando em 50 kW e não
em 50 MW. Mas, envolver a burocracia do Proinfa neste "negócio"
vira osso de minhoca, vira favorzinho pra conhecidos, inacessível
para os demais mortais agonizantes. O que tem de ser feito é obrigar
as concessionárias a comprar qualquer fração de energia,
e a pagar os preços do Proinfa. Pronto, só isso. O resto
é por conta, e chega de bajular amigos.
E por fim, peço a todos os conscientes, que assinem o manifesto
pela segurança e transparência do voto eletrônico em:
http://www.votoseguro.com/alertaprofessores e que nas eleições
vindouras votem no Bautista Vidal e na Deputada Clair, ou então:
"zero zero" e confirmem, para os cargos em que desconheçam
políticos decentes.
Carbono seqüestrantes Bioabraços
Eng. Thomas Renatus Fendel
www.fendel.com.br
"A utilização em grande escala das biomassas, é
o único meio racional para capturar o carbono fóssil jogado
ao ar em 2 séculos de dito desenvolvimento e real colonialismo."
- Fendel
-----Mensagem original-----
De: Cassio Camilotti
Enviada em: segunda-feira, 13 de fevereiro de 2006 11:34
Para: Fendel Thomas Fendel
Assunto: Europeus
Olha só os argumentos desse paquiderme:
Europeus preocupados com liderança brasileira
O comissário europeu do Desenvolvimento, Louis Michel, defendeu
ontem a necessidade de impulsionar políticas para combater a liderança
do Brasil na produção de biocombustível - obtido
de matérias-primas agrícolas -, e especialmente para que
os países menos avançados possam competir nesse setor.
A Comissão Européia (CE, órgão executivo da
União Européia), que apresentou medidas para incrementar
o uso do biocombustível, citou o Brasil como exemplo de país
que desenvolveu um setor forte na obtenção este tipo de
combustível, concretamente de etanol obtido da cana de açúcar.
Michel disse que o Brasil representou uma "desvantagem" grave
no desenvolvimento deste tipo de produto em países menos avançados,
como por exemplo nas Ilhas Maurício, porque neste último
tentou mpulsionar o bioetanol e "não consegue competir com
o rasileiro, que tem vantagens competitivas enormes". este setor,
explicou o comissário europeu, dentro dos aíses em vias
de desenvolvimento, é preciso distinguir entre os caribenhos, que
podem competir, e os africanos, que têm problemas no momento de
comercializar esses biocombustíveis, como em relação
aos custos de transporte por exemplo.
O comissário disse que no setor do etanol, o Brasil é um
exemplo "típico" de potência regional que pode
colocar obstáculos a esta indústria em Estados menos desenvolvidos.
"Não é uma crítica ao Brasil que faz o que deve,
mas nós devemos considerar isso em nossas políticas",
acrescentou o comissário.
As medidas apresentadas pela CE incluem a potencialização
de matéria-prima agrícola para biocombustível, tanto
na UE como nos países ACP (África, Caribe e Pacífico).
Os produtores de açúcar europeus e da ACP se sentem afetados
pela reforma deste setor na UE.
UBS lança Indice
O UBS AG, maior banco da Europa em termos de ativos, e a administradora
de fundos suíça Diapason Commodities Management SA pretendem
lançar este mês o primeiro índice atrelado aos preços
dos biocombustíveis. O Índice Mundial de Biocombustíveis
UBS Diapason terá como base os preços dos contratos futuros
das commodities empregadas para produzir etanol e biodiesel, informou
o UBS, em Zurique, na Suiça.
Os governos do mundo todo querem intensificar o emprego de biocombustíveis
para reduzir sua dependência em relação aos combustíveis
fósseis e ajudar a diminuir as emissões causadas pela combustão
desse tipo de produto, que produz a maior parte dos gases geradores do
efeito estufa, responsáveis pelo aquecimento global.
O Índice UBS Diapason será divulgado em dólares norte-americanos,
euros, francos suíços e ienes japoneses, disse o banco.
Fonte: Gazeta Mercantl - SP
From: Hernani De Sá Filho
To: Lista do agronegócio
Companheiros
As oportunidades, como previstas, chegaram; vocês e o Brasil (maior
potencial
do planeta), estão muito devagar!!!!.
O MERCADO É IMENSO E IRREVERSÍVEL.
Nas matérias abaixo, coisas que não concordo:
Matéria no Jornal LE MONDE
Óleo de fritura poderia virar a gasolina do futuro
Jornal O Estado de São Paulo (12/02/06)
Petróleo é risco para a economia mundial, alerta G-8
a)Óleo de fritura como solução(Pouca matéria
prima).
b)Álcool como solução exclusiva da biomassa.
c) óleos gasolina???
d) Biodiesel é excludente! a solução são os
OVN (óleos e gorduras da biomassa, são melhores sob diversas
ópticas
A partir da próxima sexta, somente os interessados da lista (já
cadastrados) e os que secadastrarem até lá, receberão
mais informações.
Abraços, Hernani Sá
-----Mensagem original-----
De: hayashi
Enviada em: segunda-feira, 13 de fevereiro de 2006 09:10
Para: t82
Assunto: EUA ultrapassam Brasil na produção de etanol
Prato cheio para o Fendel!...
AMÉRICA DO NORTE
EUA ultrapassam Brasil na produção de etanol
Os Estados Unidos passaram pela primeira vez o Brasil na produção
de etanol em 2005, tornando-se os maiores fabricantes mundiais do combustível,
de acordo com a associação dos combustíveis renováveis
dos EUA (RFA, na sigla em inglês). Segundo a entidade, foram processados
nos EUA em 2005 4,3 bilhões de galões (3,8 litros) do produto,
contra 4,2 bilhões no Brasil.
As projeções da RFA para a produção dos EUA
são de 5,1 bilhões de galões em 2006 e 6 bilhões
em 2007, afirmou Larry Schafer, vice-presidente da associação,
numa conferência sobre açúcar na Flórida que
termina nesta quarta-feira. E a produção norte-americana
continuará superando a do Brasil, maior produtor de açúcar,
com incremento de 1 bilhão de galões por ano até
2012, disse Schafer.
A produção brasileira de etanol não deve alcançar
6 bilhões de galões até 2009, segundo ele, que prevê
uma produção para este ano de 4,8 bilhões de galões
e de 5 bilhões para o ano que vem. "O Brasil não tem
nem cerca de 2 bilhões de galões (em capacidade de produção)
sendo construídos", disse Schafer.
"Os EUA têm 32 unidades sendo instaladas atualmente. A produção
no Brasil continuará crescendo, mas não no mesmo ritmo que
a dos EUA. Desde o discurso de Bush, os EUA têm tido indicações
que chegam a US$ 10 bilhões em investimentos porque os investidores
querem construir novas usinas e o país precisa produzir mais 2
bilhões de galões de etanol."
-----Mensagem original-----
De: luiz.akutsu
Enviada em: sábado, 11 de fevereiro de 2006 22:03
Para: t82
Assunto: [T82] Óleo de fritura pode virar a gasolina do futuro
Para delírio do Fendel: reportagem do Le Monde, traduzido e publicado
na página do uol:
Fendel, como vc conseguiu publicar no Le Monde?
-----Mensagem original-----
De: Paulo Sgroi
Enviada em: sábado, 11 de fevereiro de 2006 16:45
Para: Fendel
Assunto: Noticias Oleaginosas
Caro Fendel,
estou agora na segunda fase da minha iniciativa de partir para o uso de
Oleo Vegetal em meu carro, avaliando os melhores mecanismos de conseguir
oleo de fritura que seria descartado para colocar em uso.
Aproveito o ensejo e encaminho ao amigo uma reportagem veiculada no Le
Monde e traduzida para nós pelo UOL. Caso queira vê-la diretamente
no site, o link é:
http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/lemonde/2006/02/11/ult580u1853.jhtm
Por que eles chamam a mistura do óleo vegetal com metanol/etanol
de biodiesel ? Não seria este um equívoco ?
Engordurados abracos,
Paulo Sgroi
Óleo de fritura poderia virar a gasolina do futuro
Em busca de novos combustíveis, um número cada vez maior
de americanos "enche o tanque" com gordura usada que pode ser
encontrada nos fundos das cozinhas dos fast-foods, para fabricarem então
bio-diesel, pouco poluente e barato
Corine Lesnes
Correspondente em Washington
É amarelo, bastante viscoso, e ninguém consegue chegar a
um acordo para definir seu cheiro. "Alguns acham que isso tem cheiro
de batatas fritas. Outros, de pipoca", diz Peter Bell, que o fabrica
em Austin (Texas). "Isso cheira a vinagrete para a salada",
corrige Dan Goodman, que possui um frasco do produto na mesa do seu escritório,
na Universidade do Maryland.
O líquido em questão, o bio-diesel, é um bio-combustível
de origem vegetal, um desses novos combustíveis com os quais os
Estados Unidos contam para reduzir um dia sua dependência energética
em relação ao Oriente Médio. Inexistente dez anos
atrás, ele acaba de aparecer nas estatísticas do ministério
da energia. A sua denominação: "gordura amarela".
É óleo de cozinha, que é colocado dentro do motor.
O fenômeno adquiriu certa força no período de poucos
anos. Em toda a América, diversos indivíduos empreenderam
coletar gordura de batatas fritas junto a restaurantes e a fast-foods
para transformá-la em bio-combustível.
Para o diário "Star Tribune", de Minneapolis, esses novos
"comerciantes de bricabraque" participam de uma "sub-cultura
em expansão". Eles conseguem andar 1.000 quilômetros
com um motor que não gera praticamente nenhuma poluição.
E com um só tanque cheio de uma gordura que nada lhes custou.
A jazida de matéria-prima não é desprezível:
300 milhões de galões de óleos utilizados são
produzidos a cada ano nas cozinhas americanas, ou seja, mais de 1 bilhão
de litros (1 galão vale 3,79 litros). "Está havendo
um fenômeno de moda", explica Josh Tickell, um dos pioneiros
da disciplina. "As pessoas estão com vontade de fabricar bio-diesel.
E a sua produção por meio de óleo de cozinha é
um método acessível a todo mundo".
Basta misturar o óleo usado com álcool (metanol). Por meio
de um kit de conversão, vendido na Internet, é possível
garantir que o combustível não se torne espesso quando faz
frio. Ainda assim, existe uma dificuldade: é preciso possuir um
veículo a diesel, e, a este título, apenas 5% do parque
automobilístico americano correspondem a esta característica.
Josh Tickell é o autor do livro intitulado "From The Frayer
to The Fuel Tank" ("Da Frigideira ao Tanque de Diesel").
Ele circulou por todo o país durante dois anos com uma van "veggie",
um mini-ônibus pintado de flores de girassol e alimentado exclusivamente
com o óleo dos restaurantes cruzados no caminho. Em 6 de fevereiro,
ele lançou seu segundo livro, "Biodiesel América",
no mesmo dia em que foi aberta a Conferência Nacional sobre o Bio-diesel
em San Diego (Califórnia), que atraiu 2.000 participantes, ou seja,
duas vezes mais que em 2005.
"As pessoas estão despertando para a realidade. O país
não poderá continuar importando combustíveis por
muito tempo da Arábia Saudita", diz. "Assim como os franceses
puderam perceber, os Estados Unidos tomam de vez em quando decisões
perigosas, por causa das suas necessidades em petróleo".
A administração Bush deu um sério incentivo para
a produção do bio-diesel no seu plano "Energia"
de 2004, por meio de um sistema de crédito de impostos: de US$
0,50 a US$ 1 por cada galão de bio-diesel misturado ao diesel clássico
(ou petro-diesel).
Esta vantagem fiscal permitiu triplicar a produção: 14 milhões
de galões em 2003, 30 milhões em 2004 e cerca de 75 milhões
em 2005. Atualmente, a maior parte do bio-diesel é feita a partir
de soja, mais utilizada do que o óleo de cozinha. Mas ainda estamos
longe da conta. "Mesmo se nós explorássemos todas as
jazidas de gordura para batatas fritas", diz Josh Tickell, "nós
conseguiríamos atender a 5% apenas das necessidades em diesel".
Dito isso, com o aumento do preço dos combustíveis, o bio-diesel
tornou-se competitivo. Ele conquistou o US Postal Service (os correios),
o exército, a marinha --os quais decidiram que todos os veículos
que não são destinados ao combate utilizariam o bio-diesel--,
e os ônibus amarelos de uma centena de distritos escolares. 600
bombas de bio-diesel já existem em todo o país. Enquanto
existem atualmente menos de 20 produtores (para 84 de etanol), 12 novas
instalações estão em fase de construção.
Em 2004, Willie Nelson, uma lenda da música country, resolveu investir
neste mercado. Ele criou sua marca de combustível, o "Bio-Willie".
O cantor e guitarrista, que divide seu tempo entre Austin e o Havaí,
comprou uma Mercedes diesel, e, desde então, o cheiro de batatas
fritas, "ou de doughnuts [rosquinhas de massa frita em banha de porco]",
conforme brinca o seu empresário, o acompanha nas suas turnês.
O "Bio-Willie" é uma mistura de 80% de petro-diesel com
20% de bio-diesel fabricado a partir de óleo de soja. Em agosto
de 2005, ele passou a ser comercializado no posto de gasolina fetiche
dos caminhoneiros do Texas, o Carl's Corner, ao sul de Dallas, onde Willie
Nelson costuma se apresentar com freqüência. Hoje, este posto
abastece de 30 a 40 caminhões por dia.
Com o petróleo a cerca de US$ 70 o barril, o preço é
o mesmo que o do diesel ordinário, sublinha Peter Bell, o responsável
pela distribuição. "Nós estamos registrando
um crescimento de 35% por mês", afirma. Segundo ele, os consumidores
compram "bio" por diversas razões: "Alguns querem
apoiar os fazendeiros americanos, enquanto outros não querem mais
ouvir falar na Arábia Saudita".
O bio-diesel não atrai o interesse apenas dos sonhadores e dos
ecologistas. Dan Goodman, um especialista em criação de
empresa, na universidade do Maryland, está montando a sua própria
"refinaria" de bio-diesel.
No início, ele estava preocupado, sobretudo, com o papel exercido
pelos ônibus escolares, muito poluentes, no desenvolvimento da asma
entre as crianças. Ele começou a coletar óleos usados
e agora fornece os cinco ônibus da escola do seu bairro.
Uma vez por semana, ele envia Matt Geiger, um apaixonado por mecânica,
para fazer a turnê de coleta dos óleos nos restaurantes de
College Park, no Maryland. Munido de um pequeno reboque sobre o qual ele
montou uma bomba, Matt estaciona nos fundos das cozinhas e, sem um momento
de hesitação sequer, começa a esvaziar o reservatório
de gordura. O líquido é amarelado, espesso. De vez em quando,
ele encontra um pedaço de carcaça mergulhado dentro dele.
O mecânico bombeia um tonel de 55 galões em trinta segundos.
Durante a sua turnê, ele não deixa de visitar o setor de
lanchonetes da universidade - três fast-foods de uma só vez!
-, e ele passa então pelo Sakura, o restaurante japonês,
e o California Tortilla, de comida mexicana. Em geral, ele recolhe 300
galões por semana. Antes disso, os restaurantes eram obrigados
a pagar para empresas retirarem suas gorduras usadas. Hoje, até
que eles estão satisfeitos por ver alguém livrá-los
desses restos gratuitamente.
Matt Geiger se descreve como um "petroleiro de um tipo um pouco diferente".
Ele sempre esteve interessado nas experiências de Rudolf Diesel,
o inventor alemão que colocou óleo de amendoim no seu motor.
Ele acredita numa nova revolução energética: "Em
1859, a indústria de óleo de baleia foi literalmente abandonada
quando se descobriu petróleo em Pensilvânia. É exatamente
o que vai acontecer em breve com os combustíveis clássicos.
O petróleo vai se tornar totalmente ultrapassado".
-----Mensagem original-----
De: Armando Zoccola Filho
Enviada em: quinta-feira, 9 de fevereiro de 2006 18:50
Para: Undisclosed-Recipient:;
Assunto: Varredor de rua...
Carta de um leitor publicada no Jornal Zero Hora\RS
Concurso:
" Não pude inscrever-me para o concurso público municipal
de serviços gerais, pois não tinha segundo grau. Pergunto
se é engraçado ou desgraçado o país em que
se exige segundo grau para um varredor de rua e não se exige o
primeiro grau para ser presidente."
-----Mensagem original-----
De: Tiago Reis
Enviada em: quarta-feira, 8 de fevereiro de 2006 22:32
Para: Thomas Fendel
Assunto: Boatos do biodiesel
Fendel,
Até que ponto as expeculações de pesados investimentos
de pessoas como Bill Gates, Bush, e os moleques do Google, são
realistas ?
Voce acredita que ele estarão investindo de forma benigna nessa
energia ?
Abs, Tiago Reis
-----Mensagem original-----
De: Newton Pereira
Enviada em: terça-feira, 7 de fevereiro de 2006 19:45
Para: Fendel
Assunto: Re: ORGULHO DE SER BRASILEIRO
Caríssimo Fendel,
muito obrigado mais uma vez pela sua mensagem e ricas explicacoes, as
quais sorvo e com as quais muito aprendo.
Gostaria de reforcar meu pedido ao seu coracao, para que nao mude seu
jeito de ser. Primeiro, porque seria uma tentativa va, já que,
na essencia, ninguem muda. Segundo, que eu gosto de v. assim, como v.
é.
Gostei muito especialmente, ainda que nada tenha a ver com o melhor da
engenharia que v. conhece, da sua frase "Conheço 2 cafetinas
de prostíbulo, muito mais humanas do que as beatas ou beatos de
que me lembro."
Eu costumava ser um cristao, mas ando em baixa com minha fé e valorizando
mais o que as pessoas fazem, ao que elas dizem que fazem.
Eu o abraco fraternamente e me curvo humildemente ante ao brasileiro de
valor que vc é.
Nn
-----Mensagem original-----
De: Paulo Conte
Enviada em: terça-feira, 7 de fevereiro de 2006 18:55
Para: Undisclosed-Recipient:;
Assunto: Até o Bucho ja está percebendo que precisamos alternativas
frente o petróleo...incrível!!!!!
Daqui a pouco, esses yankies estarão produzindo seu álcool
em nossas terras!!!!!!!!!!!!!!!! Abre o olho Lula! Álcool não
é só prá beber...
03/02/2006 Americanos estão de olho no álcool do Brasil
Os americanos estão, definitivamente, de olho no álcool
do Brasil. Além do presidente George W. Bush, que já fez
rasgados elogios à tecnologia flex fuel adotada nos carros por
aqui e defendeu que os EUA invistam mais em combustíveis alternativos
como o etanol, ícones da chamada Nova Economia, como Google e Microsoft,
estão demostrado forte interesse no álcool brasileiro.
No início desta semana, dois dos fundadores e donos do Google -
o gigante da internet que tem vários bilhões de dólares
em caixa e que tem feito aquisições de empresas de alta
tecnologia nos quatro cantos do mundo - visitaram uma das principais usinas
de álcool do país, a Cosan, no interior de São Paulo.
Eles não entraram em detalhes sobre possíveis iniciativas
de investimentos no álcool brasileiro, mas fizeram rasgados elogios
à tecnologia nacional.
Já a Pacific Ethanol, empresa com sede na Califórnia e cujo
principal acionista é ninguém menos que Bill Gates, dono
da Microsoft, é mais explícita: não descarta fazer
futuros investimentos em álcool no Brasil.
Em entrevista ao jornal "Valor", Tom Koehler, diretor para assuntos
corporativos e relações com o governo da empresa, afirmou
que, no futuro, o Brasil - deverá fazer parte dos planos da Pacific
Ethanol.
A companhia controlada por Gates iniciou uma estratégia agressiva
em 2005 para se tornar líder na produção do combustível
na Costa Oeste dos Estados Unidos e pretende expandir seus negócios,
no médio e longo prazo, no mercado internacional.
A entrada do bilionário Bill Gates no mercado de etanol ganhou
destaque nas principais publicações americanas e internacionais.
Antes, a empresa tinha pouco ou quase nenhum destaque na mídia,
de acordo com reportagem publicada pelo "The New York Times".
Koehler afirmou que a empresa estuda todas as oportunidades de negócios
e acompanha atentamente o mercado brasileiro. Ele reconhece que o país
tem um dos mais baixos custos de produção e é um
mais competitivos do mundo.
Segundo o "Valor", em 2005 três executivos da companhia
americana estiveram em São Paulo para participar da Feisucro, uma
das maiores feiras de tecnologia sucroalcooleira do país. O Brasil
também é alvo do interesse de outros grupos estrangeiros
no setor sucroalcooleiro, sobretudo europeus. (Globo Online)
-----Mensagem original-----
De: Raymundo Araujo Filho
Enviada em: terça-feira, 7 de fevereiro de 2006 19:04
Para: Fendel
Assunto: Re: RES: ORGULHO DE SER BRASILEIRO
Prezado fendel
É com muita tristeza que peço divulgação deste
texto.
Obrigado
Seu amigo Raymundo
Esta é uma denúncia a mim enviada por um agricultor e amigo,
descrevendo a atual situação de seu assentamento, que é
a norma hoje no Brasil. Os “companheiros” a quem ele se refere
são os dirigentes petistas e do MST (muitas vezes os mesmos). Esta
denúncia apenas corrobora artigos que venho escrevendo aqui, denunciando
as mentiras do ministro Miguel Rosseto (o Trotkista Entreguista) e seu
chefete, o presidente Lulla (o Venal). Além de corroborar as denúncias
que venho fazendo contra o João Pedro Stédille ( o Aprendiz
de Mafioso).
Desafio qualquer um me processar judicialmente, pois assumo totalmente
a responsabilidade deste texto, cuja fonte protejo, por motivos óbvios.
Afinal, com as máfias não se brincam. Desafio a me processarem.
Vamos ao texto.....
Sem vitórias do POVO
As máfias da terra engordam.
A luta pela terra, é uma luta por espaço ocupação
geográfica e conseqüente de bens naturais. Portanto não
inicia com a invasão Européia neste continente, nem se encerra
neste tempo. Porém é conveniente pontuarmos o momento para
dirigirmos a história.
Estou assentado na Metade Sul do RS, em um assentamento legitimamente
conquistado, área adquirida pelo INCRA após sucessivas lutas
contra o poder dominante local, Estadual e Federal. Fazem cinco anos de
assentamento e analiso este período na forma de denúncia.
Das condições Econômicas: Os assentados nestes 5 anos
tiveram acesso a créditos de linhas de financiamento tipo PRONAF
A, o dinheiro chegou aos poucos, em parcelas, inviabilizando investimentos,
sob a pressão de adquirir no comercio local, com preços
maiores que na região, a EMATER-RS responsável pelos projetos
limitou as formas de investimento condicionando estes a liberação
prioritária. Ou seja pressão para padronizar, sem qualificar.
Resultado os assentados tiveram frustrações de safra e perda
de investimentos. Se eu compro algo em uma loja e não presta, tenho
direito a restituição se a EMATER-RS vende assistência
ou seja fica com 13% do empréstimo, e suas recomendações
dão prejuízo quem fica com o ônus é o agricultor.
Resultado após 5 anos os agricultores estão derrubando mato
nativo e fazendo carvão para pagar as dívidas e sobreviver.
Das Moradias e Infra estrutura - O crédito moradia também
encaminhado pela EMATER-RS, resultou que os comerciantes que venceram
as concorrências, forneceram materiais de padrão inferior,
além de atrasos de mais três anos para entrega resultando
em verdadeiras favelas rurais. Com relação a construção
de cercas para conter os animais foram cortadas as árvores, algumas
em extinção como a Coronilha Scutia buxifolia, pois o preço
do arame foi inflacionado no comércio local, inviabilizando adquirir
moirões. Em três anos as cercas caem, e novas árvores
têm de ser cortadas.
As estradas ficam a cargo do poder municipal, as quais simplesmente estão
abandonadas. Mas verba existe e é repassada a prefeitura pelo INCRA.
Da organização – Antigamente se havia problemas com
financiamento era com o banco do Brasil, reivindicávamos e tudo
se ajeitava, agora é com a CRENOR, é uma cooperativa de
crédito. Nada podemos contestar, apenas aceitar o que vem.
Quanto ao comercio local é a mesma situação, são
comerciantes companheiros, nada podemos reclamar se a mercadoria não
presta é importante se contentar.
Quanto a luta pela terra o presidente foi um trabalhador, companheiro
é melhor não se mexer muito para ele não cair nós
somos a sua base.
Quanto ás ocupações, paramos pois os acampamentos
se esvaziaram, os latifundiários e as empresas de celulose conquistaram
mais espaço. Somente uma empresa a Votorantim invadiu mais terra
própria para produção de alimentos, e conseguiu mais
financiamentos do BNDS que todos os camponeses do Brasil juntos.
Restam as máfias locais, que estão se capitalizando, enquanto
o INCRA paga um mil por hectare de terra a Votorantim oferece R$ 3500.
Estamos perdendo, e um movimento social que não tem vitórias
vira máfia.
Vira uma luta para administrar $ como na Nicarágua e na Rússia.
Feita a Lei feita a malícia.
-----Mensagem original-----
De: Oscar A. Baldoni
Enviada em: terça-feira, 7 de fevereiro de 2006 16:10
Para: thomas@fendel.com.br
Assunto: Notícia interessante em Biodiesel BR
Hello Thomas Renatus Fendel:
Seu(ua) conhecido(a) Oscar A. Baldoni achou que esta notícia poderia
lhe interessar e resolver enviá-la a você!
Medioli: O farsa da mamona e os pseudofabricantes de biodiesel
(Data: 2006-02-06 10:48:45)
Tópico: Site Link:
http://www.biodieselecooleo.com.br/noticias/modules.php?name=News&file=article&sid=1105
-----Mensagem original-----
De: Paulo Conte
Enviada em: sábado, 4 de fevereiro de 2006 22:36
Para: Undisclosed-Recipient:;
Assunto: Mudança de enfoque
Um homem passeia tranqüilamente por um parque em Nova York quando
de repente vê um cachorro raivoso a ponto de atacar a uma aterrorizada
menininha de 7 anos.
Os curiosos olham de longe, mas - mortos de medo - não fazem nada.
O homem não titubeia e se lança sobre o cachorro, toma-lhe
a garganta e o mata.
Um policial que viu o ocorrido se aproxima, maravilhado, dizendo-lhe:
- O senhor é um herói! Amanhã todos poderão
ler na primeira página dos jornais:
"Um valente nova-iorquino salva a vida de uma menininha".
O homem responde:
- Obrigado, mas eu não sou de Nova York.
- Bom - diz o policial
- Então dirão: "Um valente americano salva a vida de
uma menininha".
- Mas é que eu não sou americano. - insiste o homem.
- Bom, isso é o de menos... E de onde você é?
- Sou árabe - responde o valente.
No dia seguinte os jornais publicam:
"Terrorista árabe massacra de maneira selvagem um cachorro
americano de pura raça, em plena luz do dia e em frente a uma menininha
de 7 anos que chorava aterrorizada".
-----Mensagem original-----
De: Oscar Baldoni
Enviada em: domingo, 29 de janeiro de 2006 21:12
Cc: Thomas Renatus Fendel
Assunto: Usina de álcool de mandioca
Dionísio Cerqueira, Santa Catarina, 29 de janeiro de 2006
Senhor : Antônio Carlos e/ou Celso Silvério
Estimados Senhores :
Muito grato por vossa atenção. Realmente é gratificante
poder transmitir alguns conhecimentos, do mesmo modo que eu os adquiri.
De todos modos, devo reconhecer a superficialidade dos mesmos. Eu colaborei
com a usina de álcool de Sinop, Mato Grosso como fornecedor de
mandioca e rama para o plantio, como qualquer outro colono. As atividades
desarrolhadas para ajudar o melhor funcionamento, foram "ad-honorem"
Meu pai, Jorge Baldoni (1909-2002) tinha feito amizade com o dono Enio
Pipino e com o irmão deste, Eugênio, que atendia o escritório
em São Paulo. Assim, ficávamos por dentro das notícias
(boas e ruins), mais cedo, a diferença do resto dos colonos, que
demoravam em entender as conseqüências.
Posso contar tudo o que sei da Agroquímica Sinop, sua instalação,
etc. Se querem melhor informação, eu acho que tem um registro
em lugares adequados. Com certeza no Museu da Imagem e do Som, em São
Paulo, rua Europa, onde Enio Pipino gravou pessoalmente. Eu tenho alguns
poucos exemplares da publicação "O Sinopeano",
que contava muita coisa.
Acredito que a Colonizadora Sinop deve manter um arquivo completo dessa
coleção e muitos outros documentos. Não sei se a
Agroquímica (que mudou de mãos), mantém alguma coisa.
Tenho minhas dúvidas.
Posso fazer um breve relato, ainda com riscos a me repetir, porque naturalmente
desconheço o que os senhores leram dos meus escritos.
A história pode ocupar vários livros. Foi-se uma geração
e estamos na metade da outra, mas enfrentando um panorama totalmente diferente.
Temos que admirar a coragem dos primeiros colonizadores. Simplesmente
peguem um mapa do estado de Mato Grosso. Independente da lógica
divisão norte - sul, na parte norte, o município Chapada
dos Guimarães era o mais extenso do mundo. Hoje podemos dizer que
deve ter até municípios demais, mas deixemos isso de lado
por enquanto. Quando Sinop emancipou-se, era do tamanho da Holanda.
A Colonizadora fez um bom trabalho, com chácaras todas com estrada
na parte mais alta e fundo em alguns dos inumeráveis córregos
da região. Os futuros núcleos urbanos tinham lugares para
escolas, igrejas, esporte, etc. Fora isso, o único erro foi imaginar
que as estradas poderiam comportar o trânsito dos caminhões,
com o futuro progresso.
Em descargo das colonizadoras todas, digamos que o erro foi do governo
central, totalmente imprevissor nesse sentido. Estava nas costas do exército
a manutenção da estrada BR 163, única via de aceso
à região.
Ainda nas primeiras viagens, em 1981 (tenho fotos), falei com um capitão
do exército e acenei com a possibilidade de fazer a colonização
como foi feita no sul, no começo do século XX, ou seja quando
o caminhão não existia e tudo era por estradas de ferro.
Disse que não, que eu estava errado, porque com o custo e um quilometro
de estrada de ferro, faziam-se 100 quilômetros de estrada de rodagem.
Provavelmente a comparação era do custo da instalação
na montanha. Mas, lá em nosso platô, com diferenças
de níveis não muito íngremes, eu achava que a coisa
não era tão terrível assim e, depois que a bonita
estrada do exército ficou completamente estragada, eu garanto que
a única e melhor solução é a estrada de ferro,
sem nenhuma dúvida.
Mesmo depois da construção da estrada asfaltada, os problemas
continuaram (ou agravaram-se) porque duas enormes empreiteiras dividiram
a tarefa e fizeram entre a Andrade Gutierrez e a Camargo Corrêa,
o péssimo trabalho dos 500 quilômetros até Cuiabá.
Foi um verdadeiro "asfalto de eleição". As filtrações
provocavam imediato amolecimento e a parte de baixo cedia, formando as
famosas "panelas secas", com bordos afiados, verdadeiras armadilhas
mortais para rodas e pneus.
Eu sou técnico em automotores, professor de tecnologia do automotor
e posso calcular o aumento do perigo, com a elevação da
velocidade e as conseqüência. Tudo isso muito agravado com
o acostamento de apenas um metro a cada lado, verdadeiro crime premeditado.
Malditos cretinos. Por causa dessa ganância, causaram, já
nos primeiros anos do asfalto mais de 500 mortos, um por quilômetro.
Entre eles está o pai da minha namorada na época, motorista
da empresa Maringá.
Conto isto para que tenham uma idéia do critério sobre infraestrutura.
Quem entendeu a coisa, foi Olacyr de Moraes, na época pioneiro
da soja, com a Fazenda Itamaraty. Empenhou-e em construir a estrada de
ferro Ferronorte. Essa empresa chegou a pedir para minha empresa, cotação
por 600.000 dormentes de quebracho colorado (schinopsis balansae). Cheguei
a arrumar o material, mas o negócio não saiu. Houve um violento
colapso das empresas do empresário, muito lamentável. A
estrada de ferro, da qual acho que ele ficou com uma pequena parte (perdendo
tudo o resto), está indo muito devagar. Já deveria estar
em Sinop.
Voltando a 1981, ninguém, absolutamente se deu ao trabalho de calcular
o efeito da passagem de um veículo de carga nessas estradas precárias.
O volume das chuvas é conhecido. Os enormes panelões juntavam
tanta água, que as patrolas só podiam abrir canais laterais
para que a agora saísse dos mesmos.
Devo relembrar que as comunicações eram muito difíceis.
O mais seguro era o rádio. Ninguém dos colonos ganhou nada
de graça, ao contrário. Pagamos 200 dólares o hectare,
da época. (1981) os entendidos podem calcular o equivalente de
hoje.
Vou pular o enorme trabalho de colocar a terra em condições
de produzir, com todas as sabotagens que sofremos. Não podíamos
imaginar, os produtores, dedicados a impulsar o progresso, da covarde
agressão praticada à socapa pelos inimigos do Brasil. Os
senhores do petróleo não duvidaram e apertaram todos os
botões possíveis, acionando inclusive velhos integrantes
da maçonaria. Essa misteriosa organização recebeu
ordens de fora (obviamente) e passou a se somar aos detratores do pro
álcool. Até que ponto eles chegaram, só Deus e suas
podres consciências sabem (se é que tem).
Eu sei dizer que o avião de Enio Pipino caiu, inexplicavelmente,
em fevereiro de 1984. O dono de um aparelho igual (navajo de dois motores),
me disse que era impossível ter uma "pane seca", a não
ser uma sabotagem no hangar. Ele disse que colocando uma pequena bolinha
de naftalina no cano da gasolina, vai até a entrada do carburador,
bloqueando a entrada e provocando a parada dos motores (e a caída
da aeronave). Depois ... a bolinha dissolve-se sozinha, sem deixar vestígios.
Crime perfeito.
Nós, colonos, nada sabíamos disso e trabalhávamos.
O pico da crise foi quando começou a aumentar a quantidade de mandioca,
atingindo entre 1/4 e 1/3 da capacidade de produção da usina.
Mesmo assim, na prática dava para conferir o efeito benéfico
e distribuidor de riqueza, do sistema. Podemos dizer que é o contrário
do sistema da cana, que é concentrador. O incremento da sabotagem
deu-se pelo transporte até a usina.
Eu percebi e falei diretamente com Enio Pipino. Alertado, exigiu de mim
uma idéia ou solução. falei na hora, que a solução
era uma estradinha de ferro, mesmo com materiais usados. Ele gostou e
o irmão também, mas foram votos vencidos, no seio da empresa.
Por quem ou quais foram as personagens sinistras que levaram a empresa
ao colapso, é fácil saber, lendo as atas das reuniões
(se é que eram levadas). Um dia, Edmundo Pipino queixou-se que
(por política) tiveram que colocar no seio do diretório
ao chefe do partido oficial na época (PDS). O nome dele era Jose
Sarney. Como ainda está vivo, seria bom perguntar se é verdade
e, em caso positivo, que conte sua participação. Depois,
é claro, é bom procurar essas atas.
A mandioca produz 380 litros por tonelada e não polui. Junta-se
um lodo orgânico, que servia de adubo.
Senhores, posso continuar, mas tenho medo de cansar um pouco. Vejam se
é isto ou alguma vertente em especial da produção,
que desejam saber. Naturalmente, deve ter especialistas muito mais ilustrados.
Grato por vossa atenção, estou as vossas ordens.
Atentamente Oscar Armando Baldoni
Protestos no Equador paralisaram a extração de petróleo
pela Petroecuador, impedindo o bombeamento de
barris de petróleo por dia.
Os manifestantes exigem a suspenção das negociações
comerciais com os Estados Unidos e expulsem a
petrolífera Occidental Petroleum, estadunidense.
http://about.reuters.com/dynamic/countrypages/brazil/1139357878nN07283553.ASP
Equador acuado. Por enquanto, só o Exército reagiu.
Bautista Vidal: "FHC merece 30 anos de cadeia"
por Osvaldo Maneschy 6/2/2006
“Fernando Henrique Cardoso precisa passar 30 anos na prisão
porque a entrega da Companhia Vale do Rio Doce foi um ato criminoso”,
afirmou o pré-candidato do PDT à presidência da República,
Bautista Vidal, nesta sexta-feira (dia 03/02), em palestra a sindicalistas
do partido reunidos no Rio de Janeiro. Bautista aguarda decisão
da Justiça Militar onde entrou com petição pedindo
a prisão de FHC por ter internacionalizado 26 milhões de
hectares do território nacional junto com a privatização
da Vale, fato proibido pela legislação em vigor que pune
até com prisão quem transferir para estrangeiros áreas
contínuas superiores a três mil hectares.
“Esperamos que a Justiça cumpra o seu papel porque as leis
do Brasil precisam ser respeitadas”, acrescentou Bautista, explicando
que encaminhou petição semelhante ao Congresso, mas este
a ignorou – apesar da ilegalidade do gesto. Em sua opinião,
mais do que nunca o país precisa de partido político como
o PDT “e sua intransigente defesa do nacionalismo, do trabalhismo,
e das instituições mais sagradas dos brasileiros”.
“O momento é de se assumir posições claras,
firmes, vigorosas; e isto não é tarefa para qualquer um
- é tarefa para o PDT e sua coragem histórica”, argumentou.
Em seguida destacou: “Ainda mais neste momento em que todos os brasileiros
se dão conta do verdadeiro valor de Brizola, um grande líder
que sempre defendeu o Brasil”.
Bautista Vidal assinalou que “agora que não temos mais Brizola,
temos que assumir a sua grandeza e valorizar cada vez mais a sua herança”.
O mundo moderno está entrando em colapso com o fim da era do petróleo,
em sua opinião, e a única solução é
substituir os combustíveis fósseis pelos combustíveis
renováveis e limpos.
“Isto dá uma responsabilidade imensa ao Brasil, único
continente tropical do planeta, onde o Sol, a água e as terras
férteis são abundantes”. Segundo Bautista, a solução
para o colapso energético mundial está no Brasil e o mundo
já percebeu isto. Agora cabe aos brasileiros terem consciência
disto: “O Brasil é a grande nação energética
do século XXI, mas a sua população não sabe
disto. Por isso é fundamental um partido nacionalista para conduzir
os brasileiros ao seu grande destino”.
“O papel do PDT é estratégico porque somos o único
partido nacionalista. Nossa natureza é apoteótica, mas nos
falta instrumental político e este é o grande papel que
o PDT precisa desempenhar”, garantiu.
Bautista acrescentou: “A Carta Testamento de Getúlio é
energética e há nela citações ao papel da
Petrobrás e da Eletrobrás. Getúlio foi o primeiro
a valorizar o álcool como substituto da gasolina e, em 1931, teve
a visão de criar o Instituto do Açúcar e do Álcool,
o IAA, e botar na presidência dele
o grande Barbosa Lima Sobrinho. A hora é agora e precisamos assumir
o papel de Brizola”.
Segundo Bautista, o mundo está acuado com a política energética
agressiva dos Estados Unidos, a mesma que levou aquele país a ocupar
o Iraque e o Afeganistão - assustando Europa, Japão, Índia
e China. “A única solução para a crise mundial
é o Brasil, único país do mundo com capacidade de
fornecer combustíveis renováveis e limpos para toda a humanidade”.
Mas para que isto seja possível, “precisamos antes que o
Brasil tenha um estado, um governo, e não esses abúlicos
que estão em Brasília”.
Vivemos uma encruzilhada, no momento. “Todo mundo quer meter a
mão no Brasil e precisamos dizer “Não” a eles.
O PDT precisa ser o partido do “Não” aos entreguistas.
Vivemos um momento crucial, sou professor de física há 40
anos e costumo dizer aos meus alunos que acredito plenamente que minha
tese seja a correta. A não ser que consigam revogar as leis da
termodinâmica e desloquem o Sol do Brasil para Nova Iorque”,
disse.
Ao terminar a palestra, muito aplaudido, Bautista Vidal concluiu: “Temos
que ter a visão que Getúlio teve, temos que voltar as nossas
origens”.
Governo estuda incluir "ondas" no Proinfa
O diretor executivo da Empresa de Planejamento Energético (EPE),
Maurício Tolmasquim, vislumbra o projeto das ondas como um forte
candidato ao programa de energia alternativa do governo federal, o Proinfa.
"Nosso papel é analisar tudo o que é novo. Veja no
que o álcool, até pouco tempo incipiente, se tornou",
avalia o especialista.
O fabricante escocês de geradores próprios para a usina
de ondas Ocean Power Delivery dobrou o número de funcionários
nas últimas duas semanas, de 25 para 50. De olho no potencial brasileiro,
o gerente de Desenvolvimento de Negócios da empresa, David Langston,
veio ao Rio ontem para participar de solenidade na Coppe que apresentou
o projeto. Na Europa, a energia das ondas começa a deslanchar.
A Coppe elaborou o projeto pioneiro da usina de ondas e o governo do
Ceará assumiu a construção, com investimento inicial
da ordem de R$ 3,5 milhões. Para cada MW, a energia de ondas consome
US$ 1,2 milhão, menos que a energia eólica (US$ 1,4 milhão)
e mais que a hidráulica (US$ 1 milhão por MW). A Eletrobrás
financiou parte do projeto, com R$ 375 mil.
Localizada no porto de Pecém, a 60 quilômetros de Fortaleza,
a usina foi planejada para possuir 20 módulos, dos quais dois serão
licitados no próximo mês. A expectativa é ter em operação
um décimo da capacidade instalada da usina já em dezembro,
com 50 KW. Na medida em que a demanda cresce, investidores interessados
podem aumentar a capacidade também, sendo esta flexibilidade uma
das vantagens apontadas pela Coppe. (Fonte: Gazeta Mercantil)
Meu reverendíssimo Odair
Gostei do nome: Bioxororó... mas como meu biocarro é paraguaio,
talvez o mais adequado seria Biomarieta.
E mesmo com meio "kit", e comprado com 191.000 km, já
rodei 47.000 km com óleo de soja.
Quanto a ferrovias no Brasil, o traçado tem de ser em zigue-zague,
para contornar, e não dividir, as fazendas dos políticos...
Meu caro Rafael
Entrementes vc deve ter lido a página www.fendel.com.br , e sanado
as dúvidas.
Quanto às demais referências, é adequado procurar
em inglês.
Dias destes procurei por exemplo "cogeneration" no Google, e
apareceram 4 milhões de artigos...
Meu caro Gert
Ao invés de facilitar as coisas, os poliíticos e burocratas
de Brasília são especialistas em embromação,
empulhação e em sacanagem:
Cadastrar produtores de álcool, é a mesma idiotice que cadastrar
produtores de beringela.
Aos animais que inventam leis deste naipe, deveriam-se lançar ovos
pôdres nos focinhos, para aprenderem a parar de encher o saco.
E vc muito bem define a função da EMBRAPA, onde o P significa
pesquisa, e não propaganda enganosa....
Minha querida Clarissa
Como em todas as atividades, também há erros grosseiros
no cultivo da cana.
Mas, o maior erro, é a proibição do microcomércio
do álcool, do qual decorrem todos os outros erros, inexistentes
nas pequenas culturas, onde os resíduos como vinhoto e bagaço
viram comida de vaca, como demonstram meus amigos Marcelo e Pataro a anos...
para a desocupada polícia, somente.
Meu caro Alexandre
Talvez os números da sustentabilidade poderiam ser:
1- baixa: monocultura em grande escala
2- média: floresta intacta
3- boa: manejo florestal
4- excelente: poliagrosilvoculturas orgânicas
Meu caro Telmo
Ao invés da secretaria do biodiesel, O Bautista criará a
secretaria da bioenergia.
A frase de meu ídolo Bautista: "Com o biodiesel é muito
mais fácil, com o álcool foi preciso desenvolver um novo
motor, agora já está tudo aí." é correta
por um lado e muito preocupante por outro, pois afinal, foi exatamente
ele o Bautista que impôs o maravilhoso álcool como combustível,
e obrigou todas as montadoras a fazer motores a álcool, e não
motores a biogasolina.
Foi o Bautista que, sabendo que qualquer motor a gasolina podia ser convertido
para álcool, mandou desenvolver inclusive um potente motor específico
a álcool, no CTA - Centro Tecnológico da Aeronáutica,
em São José dos Campos - SP.
Agora realmente está mais fácil.
O espetacular motor ELKO já existe a 30 anos. O próprio
Bautista conheceu pessoalmente o motor e seu inventor, o fantástico
Ludwig Elsbett.
Além disso, transformar motores Diesel para óleos vegetais,
é menos complicado do que transformar motores a gasolina em álcool.
Na Alemanha existem mais de 100.000 motores a Diesel transformados em
motores a óleo vegetal, alguns com mais de 600.000 km rodados.
Só na Alemanha existem mais de 30 "fundos de quintal"
que transformam qualquer motor Diesel para óleo de canola, e a
Alemanha não tem nenhum Bautista.
Então, assim como não faz sentido fazer biogasolina, não
faz sentido fazer biodiesel.
Está novamente na poderosa mão do Bautista, reverter o quadro
hipócrita do biocombustível mundial na mão dos oligopólios,
e ele certamente não vai deixar a máfia fóssil tomar
conta dos biocombustíveis definitivos, e permitir que se continue
com essa sandice do caro e desnecessário biodiesel.
Meu caro Almeida
Muito obrigado pela tradução do texto de meu genial amigo
Nikolaus Foidl da Nicarágua, que segue abaixo.
Neste texto, verificamos que estamos apenas e ainda na era da gestação
das fantásticas bioenergias, ou seja, a era do uso da fotossíntese
pelo homem, nem nasceu.
Retornando de minha caminhada pelos arredores, deparei com um monte de
espinhos secos de pinheiro Araucária. Fico a imaginar a energia
contida nesta biomassa resinosa, que resulta num intenso fogo, aqui por
vezes utilizado para sapecar pinhões. É uma quantidade de
energia considerável, geralmente desperdiçada.
E ao mesmo destino inútil ainda sucumbe a grande maioria dos resíduos
vegetais.
Meu caro Paulo
Muito obrigado pela digitação do majestoso texto sobre o
motor ELKO de 1987 da revista Quatro Rodas.
Quem quiser o arquivo com 5 Mb, com as fotografias, é só
me pedir.
O lendário Ludwig Elsbett desenvolveu este motor para o Brasil.
O texto, que segue abaixo é inacreditável, e a dúvida
que fica é:
O que aconteceu? Como a máfia do porcotróleo conseguiu boicotar
este explêndido projeto?
Afinal, a série de protótipos, sempre o mais complicado,
foi feito com êxito estrondoso...
A produção seriada de uma máquina maravilhosa destas
é baba...é café pequeno...
Como se explica um crime contra a humanidade deste porte?
Meu caro Ricardo
Que ótima a idéia da Rita Lee de se fazer "A casa dos
candidatos" para aqueles que se dizem com vontade de reger nossos
destinos.
Bioabraços desabobalhantes:
Eng. Thomas Renatus Fendel
www.fendel.com.br
Divulgação autorizada e desejável.
“Eles enfurnam a lista de Furnas, e em troca o Duda não volta
pra CPI! ENFURNARAM tudo. Eu também quero fazer um acordão
com o meu vizinho: troco o meu Chevette 87 pela Pajero 2001 dele, e em
troca eu não denuncio que ele tá transando com a peladona
do quarto andar. Que fez um acordão com o porteiro pra ele não
denunciar que ela come o entregador de pizza. É assim que está
funcionando a política brasileira: esculhambaria. Mistura de esculhambação
com putaria." - JOSÉ SIMÃO
-----Mensagem original-----
De: Ricardo Susin Schelbauer
Enviada em: terça-feira, 21 de fevereiro de 2006 11:10
Assunto: Fw: ENC: BBB X RITA LEE
A idéia de Rita Lee...(genial!!!)
No programa de tv., a cantora e ativista Rita Lee teve uma daquelas idéias
brilhantes, dignas do seu gênio criativo. Reclamando da inutilidade
de programas como o Big Brother, ela deu a seguinte sugestão: colocar
todos os pré-candidatos a presidência da República
trancados em uma casa, debatendo e discutindo seus respectivos programas
de governo. Sem marketeiros, sem máscaras e sem discursos ensaiados.
Toda semana o público vota e elimina um. No final do programa o
vencedor ganharia o cargo público máximo do país.
Além de acabar com o enfadonho e repetitivo horário político,
a população conheceria o verdadeiro caráter dos candidatos.
A idéia não é incrivelmente boa? Se você também
gostou, mande essa mensagem para os amigos e compartilhe essa campanha:
Casa dos Políticos, JÁ!
-----Mensagem original-----
De: Paulo
Enviada em: terça-feira, 21 de fevereiro de 2006 09:09
Para: thomas@fendel.com.br
Assunto: Re: OI
Oi Fendel como vai a luta incansável ?
Como eu tinha lhe prometido eu digitei todo o texto sobre o MOTOR ELKO
daquela 4 rodas antiga e tambem fiz uma versão em word que se vc
quiser pode por na sua lista de discussão e outra em PDF pra mandar
pro pessoal, com as fotos e tudo ficou mais ou menos, mas é melhor
que nada Muita gente desconhece esta reportagem, então ai vai.
Abracos.
Paulo
-----Mensagem original-----
De: Almeida
Enviada em: segunda-feira, 20 de fevereiro de 2006 11:54
Para: Fendel
Assunto: Tradução do texto de Nikolaus Foidl
Caro Thomas.
Segue a tradução solicitada.
[]s, Almeida.
Caro Fendel ! (original em inglês)
Eu estava calculando a capacidade um outro vegetal, imenso produtor de
bioenergia, que pudesse dar um impulso às degradadas áreas
de agricultura: as palmeiras.
As palmeiras são os mais eficientes transformadores da luz solar
no reino vegetal, são 2 a 3 vez mais eficazes do que a cana-de-açúcar.
Normalmente a luz do sol transforma CO2 e água em diferentes açúcares
e a seiva de alta concentração de açúcar é
levada para as vagens de flores, para a síntese das fibras da madeira,
óleo e amido.
Como todo processo de transformação está ligado à
perdas, ele usa 3 vezes mais açúcar (energia) para obter
a mesma energia em óleo. Se você drenar a vagem da flor e
retirar a seiva de açúcar você obtém um líquido
com aproximadamente 12 a 15% de açúcar. Uma plantação
em média produz aproximadamente 21 toneladas métricas de
açúcar sólido por hectare/ ano; isto é 3,5
vezes mais do que a cana-de-açúcar e esta seiva de açúcar
é rica em minerais, vitaminas e proteínas.
Portanto se você transformar todo o açúcar em álcool
e destilar o álcool você ainda terá 100.00 litros
de água rica em micro nutrientes para fertilizante agrícola
que poderia economizar enormes quantias de energia fóssil ao substituir
fertilizantes baseados em fósseis.
Você poderia também usar a seiva sem a fermentação
como uma bebida energética saudável enriquecida com minerais,
vitaminas e proteínas, ou como substituto da cerveja como se faz
na Malásia, Índia, etc.
Procure as seguintes palavras-chave e você encontrará vasta
literatura:
Toddy (suco de palmeiras)
Arrak (bebida fermentada de seivas de palmeira)
Palm sap (seiva de palmeira)
Palm wine (vinho de palmeira), etc.
Considerando o grande espaço entre as palmeiras, você pode
ainda fazer alguma plantação intercalada de iúca
como amido para produção de álcool somando aproximadamente
6.000 litros ao álcool de palmeira.
Como as palmeiras podem crescer em quase todo tipo de solo e numa variação
de temperatura maior que da cana-de-açúcar, eu acho que
poderia ser uma alternativa que necessita menos maquinário e uma
vez plantada pode produzir durante mais de 100 anos, todos os anos, amplas
quantidades de açúcar ou álcool. Também os
pequenos produtores poderiam simplesmente drenar umas 100 ou 200 palmeiras
e entregar a seiva fermentada para a fábrica ou destilar seu próprio
álcool.
A palmeira mais produtiva é a palmeira açúcar ou
“toddy”, mas quase toda palmeira produz seiva de açúcar.
Espero ter acrescentado mais uma idéia interessante à sua
coleção.
Saudações. NIKOLAUS
-----Mensagem original-----
De: Telmo Heinen-Y
Enviada em: segunda-feira, 20 de fevereiro de 2006 10:18
Para: Thomas Renatus Fendel
Assunto: Bautista Vidal, será que vai ser convidado?
Lula cogita chamar o criador do pro-álcool para integrar pasta
do biodiesel - Nova Secretaria!
Nos próximos dias está marcado um encontro entre o presidente
Lula e José Walter Bautista Vidal, o principal responsável
pelo desenvolvimento do programa nacional do álcool (proálcool)
no Brasil.
O governo pretende criar uma nova secretaria, ligada a casa civil, com
a finalidade específica de cuidar dos projetos relacionados ao
biodiesel. Bautista Vidal foi chamado para participar das discussões
na formulação dessa nova secretaria.
Bautista Vidal já havia dado declarações que aceitava
ajudar o governo atual a alavancar o biodiesel no Brasil, com a condição
de que fosse para tornar o Brasil uma potência no setor de biodiesel,
não para desviar os recursos energéticos nacionais para
o exterior, ou para interesses de grupos estrangeiros.
No momento que o mundo volta os olhos para o Brasil e suas fontes energéticas
renováveis, o criador do proálcool ganha status de celebridade
internacional, ele que foi uma das peças chave para o desenvolvimento
do setor sucroalcooeiro e do programa nacional do álcool no Brasil.
Integrando sua experiência com o proálcool, o físico
Bautista Vidal com sua equipe pode fazer do programa nacional de biodiesel
um sucesso maior que o proálcool: "Com o biodiesel é
muito mais fácil, com o álcool foi preciso desenvolver um
novo motor, agora já está tudo aí." Bautista
se referindo ao fato de que o biodiesel não requer nenhuma alteração
no motor para ser utilizado.
Nos próximos dias novas informações sobre esse encontro
devem ser divulgadas pelo planalto ou pelo instituto do sol, assim aguardem
em breve aqui na Biodiesel Eco Óleo.
-----Mensagem original-----
De: Alexandre A. Brasil
Enviada em: sexta-feira, 17 de fevereiro de 2006 23:09
Para: Debates na área florestal em língua portuguesa
Assunto: Re: [Floresta-l] Re: concessões Trabalho SISP ROF_FAO
Não precisa ir na década de 80, hoje a grande discusão
do momento nos EUA a fim de "burlar" a OMC com os subsídios
agrícolas, é justamente o pagamento de serviços ambientais
pelos serviços ambientais prestados pela agricultura.
O Fendel poderia descrever melhor os conceitos de sustentabilidade, pois
suas diferentes classes são baseados na lei da Temodinamica. Mas
vou tentar arriscar. A sustentabilidade se classificaem 4 categorias:
1) muito fraca, 2) fraca, 3) forte, e 4) muito forte.
A agricultura se enquandra no 1) muito fraco. Se enquadraria no 2) fraco,
se o valor dos serviços ambientais retirados com a conversão
da floresta fossem depositados em um fundo para "recomposição"
futura e/ou investido em uma floresta parecida à que foi convertida.
Já a conservação de floresta se enquadraria no 3
e a preservação total no 4.
-----Mensagem original-----
De: Clarissa Tag
Enviada em: sábado, 18 de fevereiro de 2006 09:38
Para: Fendel
Assunto: A Hipocrisia de um combustível sustentável
http://www.ambientebrasil.com.br/noticias/index.php3?action=ler&id=23187
A hipocrisia de um combustível sustentável
Paula Lopes de Araújo (*)
Recentemente, muitos têm aclamado o incentivo ao etanol, mais precisamente,
ao álcool oriundo da cana-de-açúcar, como uma alternativa
de fonte energética limpa. Grande erro.
O álcool é sim um combustível renovável,
sendo uma alternativa ao escasso petróleo, combustível fóssil
com quantidades limitadas, além disso, o petróleo contém
impurezas, como o enxofre, sendo mais poluente. Mas a produção
do álcool gera uma série de poluições e depende
de tantas mazelas sociais que seria hipocrisia considerá-la como
uma fonte energética sustentável.
Em muitas cidades onde há o cultivo de cana-de-açúcar,
ainda é adotada a queimada antes do corte. Para cortar, é
empregada mão de obra temporária, pessoas sujeitas a salário
baixíssimo, desprovidas de equipamentos adequados para o trabalho
perigoso. Além disso, a queimada traz uma série de conseqüências
prejudiciais à saúde e ao meio ambiente.
Muitos animais são mortos, a queimada pode atingir áreas
naturais, e há grande lançamento de poluentes atmosféricos
que atingem o sistema respiratório podendo ocasionar uma série
de problemas pulmonares. Segundo pesquisadores da Faculdade de Medicina
(FM) da USP, a queima da cana-de-açúcar na região
de Araraquara (interior de São Paulo) provoca um aumento no número
de internações por asma e hipertensão arterial na
cidade. "A concentração de material particulado em
suspensão durante o período da queima da cana é quase
o dobro em relação ao período da não-queima",
conta o médico Marcos Abdo Arbex, um dos autores do estudo. Segundo
Arbex, a queima da cana, que acontece entre os meses de abril e novembro,
provoca a emissão de uma espécie de fuligem, composta por
90% a 95% de partículas finas ou ultrafinas, que não são
visíveis a olho nu. "Quando inaladas, essas partículas
atingem os alvéolos pulmonares e a corrente sanguínea provocando
uma resposta inflamatória com repercussão sobre o sistema
respiratório e cardiovascular", explica o médico.O
estudo demonstrou que é maior o número de internações
durante o período de queima da cana-de-açúcar. No
caso da hipertensão, esse número é de 2,82 internações
por dia, contra 1,92 na não-queima. Para os casos de asma são
1,43 e 0,95, respectivamente.
Entretanto, no estado de São Paulo tem-se uma postura bastante
conivente. A Lei Estadual nº 11.241, de 19 de setembro de 2002 permite
a queima gradativa em áreas não mecanizáveis até
o ano de 2031, enquanto nas mecanizáveis vai até 2021; isso
confrontando com a Lei Federal nº 6.938/81 (Política Nacional
do Meio Ambiente), que lhe é hierarquicamente superior, a qual
condena atividades poluidoras, como é o caso da queimada.
Dessa forma é importante ponderarmos bem o que ouvimos por aí,
pois a realidade pode ser bem diferente.
* É graduanda em Gestão Ambiental pela ESALQ/USP
--
Clarissa Taguchi
Cia. Ecológica do Brasil
http://www.ciaecobrasil.com.br
Tel. 0**21 3860 3391/ 21**2580 6723
A mentira é a distância que há, e não há,
entre mim e você.
-----Mensagem original-----
De: ECOLOGIA EM AÇÃO
Enviada em: sexta-feira, 17 de fevereiro de 2006 21:40
Para: vários
Assunto: Res: (JMA): Embrapa Horliças produzirá 80.000 mudas
de árvores nativas
Prezado Dirley
nunca fui uma Embrapa, nunca tive sequer 0,0001% do patrimonio de uma
EMBRAPA, nunca tive "doutores" e mestres em minha pequena organização
de pesquisa leiga e não reconhecida pela UFSC de Santa Catarina,
mas na década de 80, produzimos mais de 150.000 mudas nativas da
Mata Atlântica com espécies que ocorrem na região
do litoral nordeste numa altitude de até 400 metros.
Essas mudas - entre as quais podemos citar os jacatirões, as bicuibas,
as embaubas, os olandis, as diversas variedade de canelas, o sassafrás,
o guapuruvu, o tanheiro, a licurana, o tucaneiro, o araçazeiro,
as grumixamas, os combatás, entre tantos outros totalizando 36
especies estudadas desde a data da inflorescencia, deiscencia, coleta
de sementes, preparação das sementes, quebras de dormencias,
sementeiras, extratos, embalagens diversas testadas, e metodos sedimentados
e testados com resultados deslumbrantes, que a UFSC de Santa Catarina
não conseguiu - com milhões que recebeu no projeto Nativas
Florestais, ofertar aos madeireiros de SC.
Portanto, não sendo uma EMBRAPA, que é o orgulho nacional,
??? informo aos brasileiros, que todo esse acervo que consta de nossos
arquivos, com mais de 2.000 fotos a cores em perfeito estado de conservação
em negativos e diapositivos, não pode ser divulgado para o povo
brasileiro, por que nenhuma instituição nos respondeu aos
apelos de ajuda financeira que por longos anos fizemos na maior humilhação,
para poder publicar essas informações todas, em uma obra
que seria a redenção da Mata Atlantica.
Esse - meu querido Dirley Ferreira, é o destino de brasileiros
que amam as suas florestas de fato e de direito, sem o olho gordo nos
dolares de financiamentos, ou verbas abocanhadas dos contribuintes e tudo
com um mísero ou nenhum retorno.
Não vejo mérito algum nessa noticia. Faz a Embrapa - pelos
milhões de reais, dólares, euros que amealha com muita facilidade,
mais do que a obrigação. Digo mais, faz pouquíssimo.
Faz pior, pois no dever de passar a tecnologia desenvolvida com o dinheiro
do contribuinte, para a iniciativa privada, permitindo a criação
de tecnologia florestal nativa beneficiando centenas de viveiros privados
florestais de especies nativas, com a criação de milhares
de empregos, faz o contrario, concorre com os poucos pequenos indefesos
que lutam com muita dificuldade para sobreviver entre o emaranhado burocrático
e corporativo.
Atenciosamente
Eng. Agr. Gert Roland Fischer - CREA-SC 1288-4
Pesquisador Leigo não reconhecido pela comunidade tecnico cientifica.
-------Mensagem original-------
De: Dirley Ferreira
Data: 02/17/06 21:10:05
Para: jornaldomeioambiente@yahoogrupos.com.br
Assunto: (JMA): Embrapa Horliças produzirá 80.000 mudas
de árvores nativas
Ontem, a Embrapa Hortaliças atravez de lider e Chefe, Dr. Amauri,
anuciou que produzirá até o ano de 2007, oitenta mil mudas
de ávores nativas do cerrado. Essas mudas serão usadas na
recuperação de matas ciliares e outros mas sempre em prol
do meio ambieten no DF e/ou entorno do DF.
Maiores informações na pagina do Centro Nacional de Pesquisas
de Hortaliças - CNPH:
www.cnph.embrapa.br
Dirley Ferreira
-----Mensagem original-----
De: ECOLOGIA EM AÇÃO
Enviada em: sexta-feira, 17 de fevereiro de 2006 08:56
Para: fendel
Assunto: A CORPORAÇÃO ESTA COLOCANDO OS SEUS TENTACULOS
SOBRE OS AGRICULTORES - CANALHICE.
CADASTRO DE PRODUTORES DE ÁLCOOL
PARA EVITAR COMÉRCIO CLANDESTINO
A Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis
(ANP) vai cadastrar produtores e cooperativas de álcool combustível,
com o objetivo de controlar o produto comercializado no país. Resolução
publicada no Diário Oficial da União determina requisitos
necessários a cadastramento e estabelece que os produtores terão
que encaminhar à ANP os dados de comercialização
do produto, até o dia 15 de cada mês subseqüente. Também
deverão lacrar cada compartimento do veículo utilizado no
transporte do produto e manter a documentação à disposição
dos agentes de fiscalização da agência ou de órgãos
conveniados. De acordo com informações divulgadas pela ANP,
em um prazo de 60 dias após a publicação da resolução,
somente os agentes que tiverem o certificado de cadastramento do Álcool
Etílico poderão comercializar o produto. A fim de fechar
ainda mais o cerco em torno da comercialização clandestina
do produto, a ANP somente estará cadastrando os produtores e cooperativados
que possuírem o código de cadastramento do Ministério
da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – que por sua vez
só poderão comercializar o álcool para distribuidoras
autorizadas pela Agência
-----Mensagem original-----
De: Rafael Ferreira
Enviada em: quarta-feira, 15 de fevereiro de 2006 09:54
Para: Rede Florestal BR
Cc: thomas@fendel.com.br
Assunto: [redeflorestal-br] "Prá que biodiesel se dá
pra utilizar óleos vegetais?"
Meu Caro Fendel, perdoe a minha quase nulidade no assunto tão empolgante
e importante que é a geração de energia... mas, eu
ficaria muito grato se você disponibilizasse os principais pontos
(negativos e positivos) entre estas atuais tecnologia(diesel, gasolina,
gás..) e as "futuras" a serem utilizadas, especialmente
da utilização de óleos vegetais.
é claro que pode ficar inviável você manda por e-mail(só
se vc mandar uma tabela, hahaha)... mas se possuir arquivos e/ou atalhos
para sítios que tratam com propriedade e sem partidarismo sobre
o assunto, eu e outros como eu ficaríamos muito grato! e se convencido,
ganharás mais uma adepto ao pró óleo vegetal!!! hahhahhah..
Abraços (ainda não vi o seu sítio, se tiver algo
lá, desconsidere este e-mail)
-----Mensagem original-----
De: Odair - Assessor da Presidencia
Enviada em: terça-feira, 14 de fevereiro de 2006 18:19
Para: Fendel
Assunto: Re: Usina de álcool de mandioca
Caro Eng.° Mecânico THOMAS RENATUS FENDEL
Mui reverendíssimo Grão-Sacristão da Bio-Energia
- Diretor-Presidente da FENDEL Tecnologia
Saúdo vossa sacrossanta figura e registro sua correspondência
contendo textos de vários dos abnegados defensores deste País
que ainda encontram-se na ativa e não curvaram-se em genuflexão
a interesses alienígenas, digo, externos.
Lembro, a propósito da citação de Dom OSCAR ARMANDO
BALDONI: houve, em Minas Gerais, na década de 70, o incremento
a uma usina de produção de álcool de mandioca. Era
na região de Curvelo, próxima ao centro geográfico
do estado. Por motivos possivelmente idênticos aos outros, a iniciativa
não floresceu... Quanto poderia ter sido ganho neste País
se tal tipo de empreendimento vicejasse desde então.
Dom OSCAR também cita o equívoco de se privilegiar o modal
rodoviário (em detrimento do modal ferroviário) na região
de colonização agrícola mato-grossense que resultou
na criação do município de SINOP, naquele estado
irmão. Logo o glorioso exército nacional, com tanta bagagem
na construção de ferrovias também (quem quizer verifique
os painéis que estão na sala de rancho do Batalhão
de Engenharia de Araguari, cidade do Triângulo Mineiro, com as grandiosas
obras de Engenharia Rodoviária, Aeroportuária e, sobretudo,
Ferroviária, feitas em várias partes do País por
aquela tropa estão gravadas em painéis imensos, devidamente
historiados.)...É a triste sina do Brasil: um País de dimensões
continentais mas que não privilegia o transporte por ferrovias
e/ou hidrovias, em rotas de longo curso. E as Profissões de base
tecnológica, que detém o conhecimento específico,
se escondem na humildade e não fazem ver à Sociedade que
para crescer é necessário ousar e não perpetuar a
insensatez. Claro que ainda há raras e honrosas excessões,
como é o caso de Vossa Reverendíssima figura e de alguns
outros como os que constam desse grupo..
II. Por outro lado, vejo que agora os estadunidenses copiam o Grão-Sacristão.
Sugiro verificar com Xitãozinho e Xororó - ou com outro
cantor ou outra dupla sertaneja (para mim, mineiro que sou, diria dupla
"caipira", que é como me sinto, com muita honra) - a
possibilidade deles fazerem empreendimento conjunto com o Grão-Sacristão
que, há décadas, move seus veículos com óleos
vegetais e, notadamente, com óleo usado de fritura, como já
verifiquei pessoalmente ao ter tido a oportunidade de trazê-lo para
evento aqui no CREA-MG. Não sei se são os cantores brasileiros
que cito mas há alguns que, parece-me, são amigos do dito
cantor country referido por Dom PAULO SOGROI. A coisa pode evoluir mais,
pois lá eles misturam 80 % de diesel fóssil com 20 % de
biodiesel. Aqui, Vossa Sacrossanta figura, pelo visto, mistura no valoroso
Toyota Caldina 'paraguaio' 95 % de biocombustível ou óleo
de fritura devidamente purificado com 5 % de biocombustível (álcool).
Muito mais acertado! O duro é o nome: lá é Bio-Willie,
numa mistura crítica embora um pouco melhor que o calamitoso Programa
federal desse negócio chamado de biodiesel; aqui seria o que? Bio-Xororó?
Bio-Xitão?.. Poderia ser Bio-Sacristão..
III. E o livro, a que se referiu o ano passado?
Especial 2006, que ainda é tempo de almejar a todos. Que haja mais
ética e sensatez. Grato pela paciência. Atenciosamente
Eng.° Civil ODAIR SANTOS JUNIOR
Assessor de Águas e Meio Ambiente da Presidência do CREA-MG
O REVOLUCIONÁRIO MOTOR ELKO
O fantástico motor alemão movido a tudo.
Reportagem de Luiz Bartolomais Jr
Colaboraram: Adílson Augusto, Antônio C. Fon, Cláudio
Carsug e Douglas Mendonça.
Extraído da revista Quatro Rodas ano 1987
REVOLUÇÃO
Imagine que você, tendo ficado sem combustíveis, possa despejar
um litro de óleo de cozinha no bocal do tanque e assim andar de
20 a 40 quilômetros. Imagine ainda que, tendo um sitio, você
possa abastecer seu carro com qualquer óleo extraído de
maneira rudimentar de certas plantas.
Isso já é possível: um sistema alternativo de motorização
e produção energética – que alia um motor incrível,
já testado por Quatro Rodas, a uma espécie de refinaria
portátil – foi desenvolvido na Alemanha e será fabricado
pioneiramente no Brasil. Parte da produção poderá
ser exportada para o Japão e a União Soviética, também
interessados no projeto Elko – essa a marca do novo motor alemão.
E ele é certamente um motor revolucionário: capaz de funcionar
com qualquer combustível líquido – desde óleo
diesel, gasolina, álcool, todo tipo de óleo vegetal e até
mesmo óleo queimado – , faz um carro de luxo como o Audi
100 andar até 40 quilômetros com um litro de uma autêntica
salada de óleos vegetais.
É impossível deixar de imaginar o impacto que o lançamento
de um motor como esse pode causar no mundo. Isso pode mudar a nossa vida.
Pode mexer profundamente com a economia, revolucionar o mundo dos transportes
e da produção agrícola.
A grande notícia só seria dada a público no começo
do próximo ano. Quatro Rodas rompeu o cerco de sigilo criado em
torno do projeto. E, além de apurar os fatos para revelá-los
aqui com exclusividade mundial, testou o automóvel em que o motor
Elko foi instalado experimentalmente e comprovou suas características
absolutamente inovadoras. Nossa equipe foi surpreendida pelo alto desempenho
do motor, baixíssimo consumo, resistência inédita
a altas temperaturas e capacidade poluidora quase nula.
A grandeza do assunto exigiu um tratamento diferente. Na primeira parte
de nosso trabalho, mostramos a você em que consiste o sistema Elko
e como chegou ao Brasil. Em seguida apresentamos o teste com o carro que
recebeu o novo motor. Finalmente, revelamos o que pode acontecer daqui
pra frente – por exemplo, quais os primeiros veículos nacionais
a receberem o motor Elko. E fazemos um mergulho no futuro, conjeturando
sobre o que poderá ocorrer em vista do potencial transformador
que o novo invento traz. Acompanhe-nos nesta descoberta.
ESTE É O MOTOR MOVIDO A TUDO
Veja como o sistema Elko, da supermáquina “cavalo de aço”
ao carro com o motor revolucionário, que é movido a qualquer
óleo vegetal.
A grande descoberta capaz de mudar o mundo não é só
uma máquina, um carro, um motor ou um novo tipo de combustível.
É tudo isso junto.
Ela é uma combinação muito feliz de vários
inventos, descoberta múltipla que se reduz na prática a
duas unidades apenas:
- O revolucionário motor de ciclo diesel que funciona com qualquer
combustível liquido, além de ser espantosamente econômico.
- O cavalo de aço, uma máquina de múltiplas funções
capaz de extrair qualquer óleo vegetal, gerar sua própria
energia utilizando esse óleo e também destiná-lo
diretamente ao tanque de combustíveis de um veículo que
utilize o novo motor.
É difícil dissociar os componentes do sistema Elko, tão
integrados que estão. Então vamos supor uma situação
real que resuma tudo: alguém tem uma pequena fazenda com oleaginosas,
onde dispõe de alguns veículos e máquinas agrícolas,
e não recebe energia elétrica nem combustíveis. Mas
tem o motor Elko instalado em todos os veículos e máquinas
– incluindo o cavalo de aço, a multimáquina pouco
menor do que uma geladeira.
Esmagando as sementes no cavalo de aço – amendoim, por exemplo
– o fazendeiro obtém combustível, eletricidade para
a casa e ainda aproveita os resíduos da prensagem como torta para
alimentar o gado. O sistema não deixa poluentes – enquanto
da produção de álcool da cana sobra o vinhoto, resíduo
em geral inaproveitado e que vai poluir rios e lagos por todo o país.
Como a mamona, a mesma máquina processa qualquer outra oleaginosa.
Algumas, como o dendê, são perenes, a árvore permanece
depois da colheita e produz de novo – já a cana-de-açucar
tem de ser quase toda arrancada do solo a cada safra.
Alem do equipamento extrator de óleo – que inclui moedor,
centrífuga e filtro – o cavalo de aço, incorpora ele
próprio um motor Elko. Esse motor fica acoplado, a um gerador de
eletricidade que produz energia para o próprio funcionamento da
máquina. E o cavalo de aço pode ser regulado para produzir
mais ou menos energia elétrica, e mais ou menos óleo, conforme
o necessário. E o óleo produzido é imediatamente
utilizável nos motores, sem precisar de qualquer refinação.
O sistema Elko apóia-se firmemente na descoberta do motor –
o Elko multifuel - , que opera com alta eficiência e extrema economia,
queimando qualquer óleo combustível.
Nesse Motor Duas Alternativas para a Crise Energética.
Esse motor responde ao mesmo tempo a dois grandes desafios enfrentados
pelo mundo automotivo desde a crise energética dos anos 70: o da
economia de combustível e o do criação de alternativas
para reduzir a dependência em relação ao petróleo.
Embora a alta nos preços do petróleo tenha obrigado as fábricas
a criarem motores cada vez mais econômicos, havia um limite até
agora intransponível para isso: a necessidade de refrigeração
dos motores. Os motores convencionais refrigerados a água desperdiçam
energia demais através do radiador. O novo motor, que resiste a
temperaturas altíssimas sendo refrigerado apenas a óleo,
reduz esse desperdício a menos da metade – o que o ajuda
a fazer de 20 a 40 km com um único litro de combustível.
A busca de alternativas para o petróleo tem inspirado experiências
variadas – entre elas a brasileira, com o álcool de cana.
Mas o motor Elko pode queimar qualquer combustível vegetal, ou
mineral, ou os dois juntos. Teoricamente, permite que qualquer lugar do
mundo capaz de colher oleaginosas possa obter delas combustíveis
de uma forma bastante simples, para alimentar suas máquinas e motores
de veículos, gerar eletricidade e, de quebra, vender óleo
comestível.
Para ficar numa definição familiar, o Elko é um motor
de ciclo diesel dotado de turbocompressor. A partir daí, tudo nele
é diferente. Em resumo, o novo motor é:
- Multicombustível.
- Extremamente econômico.
- Refrigerado por óleo.
- Altamente insensível ao calor – e também ao frio.
- Pouco sensível as altitudes.
- Feito quase todo de ferro fundido.
- De dimensões muito reduzidas.
Perda de Calor Reduzida a Metade
É um motor diferente já na aparência: nada de mangueiras,
ou radiador de água, por onde o calor se dissipe. Nos motores convencionais,
32% da energia, em forma de calor, é jogada fora através
do radiador. No Elko, a perda se reduz a 15%. Por isso ele é chamado
semi-adiabático – ou seja, que não perde calor.
Mas como isso acontece? Como pode um motor reter tanto calor sem fundir
ou queimar a junta do cabeçote – desnecessária nessa
máquina altamente resistente ao calor.
E ele é assim resistente também porque é quase totalmente
feito de ferro fundido. E o ferro, além de ser bem mais barato
que as ligas metálicas de que são feitos os motores comuns,
só funde a 1.200 ºC – a temperatura normal da cabeça
do Elko não passa dos 650ºC.
Diferente das Experiências Anteriores com Óleo Vegetal, esse
Motor Não Funde e Quase Não Deixa Escapar Energia. E Ainda
Pode Durar 400.000 Km.
Um dos segredos desse motor e de sua resistência térmica
é o pistão, estranhamente dividido em duas peças
separadas: a cabeça feita de ferro fundido e a saia de alumínio
(única parte do motor que não é de ferro). As duas
são unidas pelo pino do pistão, que permite uma leve articulação
entre ambas – e isso equilibra as forças, eliminando grande
parte do atrito do pistão com o cilindro. Resultado: mais uma redução
das perdas energéticas.
Por ser de alumínio, excelente condutor de calor, essa saia também
dissipa o calor da cabeça do pistão sem sofrer com isso.
Pois é justamente na saia que atua a refrigeração
por dois jatos de óleo.
Uma Bomba Injetora para Cada Cilindro
Outro segredo é a injeção de combustível.
No lugar de uma só bomba comandando todos os cilindros, há
uma bomba para cada cilindro. Todas são comandadas por eixo de
ressaltos semelhante ao comando de válvulas dos motores a gasolina.
A vantagem disso: além de serem mais simples, essas bombas isoladas
funcionam com pressão muito maior que a bomba única –
o que afasta a possibilidade de entupimentos.
E a taxa de compressão é elevadíssima: chega a 33:1
quando se exige mais do motor. É por trabalhar em compressão
tão alta e a temperaturas também muito superiores às
dos motores comuns que o Elko pode usar óleos, não refinados
e produzir uma queima de combustíveis tão completa –
aproveitando tudo e praticamente sem deixar resíduos.
Câmara Cavada na Cabeça do Pistão
A queima total do Elko se apóia ainda numa das suas grandes originalidade:
a câmara de combustão é uma reentrância embutida
na cabeça do pistão – autêntico ovo de Colombo.
Com isso, no momento da combustão há uma turbulência
de gases, como redemoinho, apenas no centro do pistão – de
novo, evita-se a dissipação do calor. O que ocorre é
que, quando a queima começa, parte do ar ainda relativamente frio
que é admitido no cilindro move-se em direção ao
local da combustão. Esse ar mais frio e em turbulência absorve
o calor que iria se dissipar pelo bloco do motor e o recicla de volta
ao processo de combustão.
Finalmente, o rendimento excepcional do motor se deve também ao
turbo. Por vedar melhor os gases da combustão e permitir taxas
de compressão bem altas, o Elko fornece condições
ideais para o aproveitamento do turbocompressor.
Por ser um motor multifuel – capaz de queimar indiferentemente qualquer
combustível liquido sem precisar ser regulado a cada mudança
- , o Elko é aparentemente mais viável que outras tentativas
de se fazer um motor alternativo.
É muito mais simples e mais barato, por exemplo, que o motor a
hidrogênio, também já em testes na Alemanha, mas cuja
tecnologia esbarra num problema sério, como o hidrogênio
é um combustível muito instável , sua armazenagem
é complicada.
Estuda-se, no caso, a utilização de uma espécie de
esponja metálica que libera pequenas quantidades de gás
quando aquecida. De qualquer modo, isso exige tanques pesados, caros e
que dão pouca autonomia aos veículos.
Como Alternativa, Seria a Mais Viável?
O motor elétrico, tem problemas semelhantes ao de hidrogênio,
baterias caras, pesadas e pouca autonomia. Nesse ponto, com seu baixo
consumo de combustível, o Elko permite autonomia de sobra.
Quando ao uso de óleos, vegetais como combustíveis de veículos,
já houve outras tentativas. Quando o Proálcool foi lançado
no Brasil, por exemplo, tentou-se a adaptação de motores
diesel ao uso de óleos vegetais. Quatro Rodas chegou mesmo a testar
picapes Saveiro e City preparadas para queimar óleos de soja e
mamona. As experiências acabaram não dando certo devido ao
alto custo.
Era preciso refinar muito o óleo para torná-lo mais queimável
e aditiva-lo para evitar que se criasse uma goma dentro do motor, causando
entupimentos. Um problema ausente no Elko.
Outra grande vantagem: segundo os técnicos alemães, a vida
útil do Elko estaria por volta dos 400 mil quilômetros. Ou
seja, incomparavelmente maior que a de um a álcool ou gasolina
– e ainda mais longa que a de um motor diesel semelhante, que dura
em torno de 200 a 300 mil km.
Finalmente, ele ocupa pouco espaço: o que testamos tem o tamanho
aproximado do motor de nosso velho DKW. E só pesa por volta de
80 kg, contra 130 kg do motor equivalente do Santana.
POR QUE O BRASIL
Há dois anos, o empresário e ex-corredor de automóveis
Eugênio de Andrade Martins buscava um motor para os utilitários
da Puma, da qual era diretor. Lembrou-se de um motor que observara dois
anos antes num salão em Detroit – era o próprio Elko,
só que na época (1983) ninguém se interessara por
ele.
Eugênio foi então à Alemanha visitar o Instituto Elko
(abreviatura de Elsbett Konstruktion) – fundação dedicada
a pesquisas e projetos, instalada perto de Nuremberg. Klaus Elsbett, executivo
da Elko, acabou entregado a Eugênio um carro – o Audi que
testamos – com o novo motor, para que o trouxesse ao Brasil e tentasse
interessar algum grupo no projeto.
Ao mesmo tempo, a Elko negociava com o grupo japonês Mitsui e a
estatal soviética Autosport – que agora estariam mais inclinados
a importar os motores fabricados aqui. Para os soviéticos, o sistema
Elko resolveria o problema do que fazer com as terras em torno de Chernobyl,
impedidas por muito tempo de produzir alimentos devido ao recente desastre
nuclear. A solução: plantar ali alguma cultura, como o girassol,
para dela extrair óleo vegetal combustível.
Mas o Audi/Elko chegou ao Brasil em segredo. E quem se interessou foi
o grupo Garavelo, que hoje tem já empresas – umas delas,
a Garavelo Óleos, extrai e industrializa óleo de mamona
perto de Natal,RN. E o Grupo, segundo o presidente, Luís Antônio
Garavelo, acaba de assinar um contrato em joint venture com a Elko para
produzir aqui o novo motor.
Condições Ideais
Mas, afinal por que o Brasil? Garavelo diz: “O combustível
derivado de petróleo custa caro ao pais, que, contudo, tem imensas
quantidades de terra inexploradas. Também tem praticamente durante
todo o ano sol e água, condições ideais para as plantas
captarem energia pela fotossíntese. Na Malásia, houve experiências
com o motor Elko queimando palm oil (o nosso dendê), mas o pais
não tem uma infraestrutura industrial como a brasileira, para garantir
o fornecimento de componentes”.
Gunter Elsbett, da Elko, acrescenta que considera o Brasil o pais ideal
para o aproveitamento de seu sistema: “O Brasil tem áreas
para plantação ilimitadas e mais de oitocentos espécies
de óleos vegetais. Apenas 18% da área do Brasil seriam suficientes
para alimentar todos os motores de todos os carros do mundo”.
TESTE: INCRÍVEL, MAS FUNCIONOU
Com Uma Salada de Combustíveis, o Motor Elko Fez a Média
de 22 km/l.
E Levou o Luxuoso Audi 100 a Velocidade Máxima de 160 km/h.
Colocamos um funil no bocal do tanque e, através dele, fomos despejando
latas e latas de óleo de cozinha, primeiro de soja, depois de milho,
de amendoim e de arroz. Colocamos, também um pouco de álcool,
seguido de gasolina, óleo diesel e, para completar, uma lata de
óleo lubrificante de motor.
Foi com esse coquetel de combustíveis tão diferentes, que
iniciamos o teste, com o objetivo de avaliar não o carro –
aliás, um belo Audi 100 trazido da Alemanha – mas o revolucionário
motor nele instalado experimentalmente: o Elko multifuel que será
fabricado no Brasil.
A primeira etapa foi o percurso em estrada, à velocidade constante
de 100 km/h. Terminado o percurso, a primeira grande surpresa. Com aquela
absurda mistura ele atingiu a marca de 22,16 km/litro, um recorde no Brasil.
Consumo Fantástico, Bom Desempenho, E Só Um Leve Cheiro
de Cozinha.
Mas isso ainda era pouco. Por não desperdiçar energia na
forma de calor, esse motor atinge marcas de consumo que beiram o fantástico:
à velocidade constante de 60km/h em quinta marcha ele fez 35km/l
e a 40km/l atingiu nada menos que 42km/l. Rodando no congestionado trânsito
de São Paulo ele também alcançou uma marca inédita
em nossos testes: 15,5km/l.
A pista de testes nos reserva outras surpresas. Apesar de extremamente
econômico, o novo motor permite um bom desempenho, mesmo com esse
coquetel de combustíveis. O carro atingiu 160km/h e acelerou de
0 a 100km/h em 15,3 segundos.
Se você achou pouco, lembre o seguinte: esse motor tem apenas três
cilindros, só 1.453 cm3 de cilindrada e não se destina a
mostrar um desempenho esportivo.
O carro testado usa experimentalmente a caixa de câmbio e o diferencial
do antigo Santana de câmbio mais longo. Um Santana desses, testado
na edição 312, atingiu 162,4 km/h e fez de 0 a 100 km/h
em 13,19 segundos. Acontece que o Santana tem cilindrada bem maior (1.781
cm3), é 130 kg mais leve que o Audi e a 100 km/h faz apenas 9,69
km/l (álcool), contra os 22 do Audi/Elko.
Para o Bom Rendimento, Quanto Mais Quente Melhor.
Foi também na pista de provas de Limeira, num dia excepcionalmente
quente – por volta de 31ºC ao meio-dia – que comprovamos
a grande resistência do motor Elko a altas temperaturas. Fazíamos
a prova de velocidade máxima e tomamos um susto: a temperatura
do óleo lubrificante chegou a 130ºC. Acostumados ao limite
máximo de 120ºC, paramos imediatamente o teste e chamamos
o técnico encarregado do motor para verificar possível avarias.
Ele sorriu e disse que estava tudo normal. Explicou que a temperatura
poderia ir até 140ºC com óleo lubrificante comum. Com
os novos óleos lubrificantes sintéticos, como os usados
na Fórmula 1, a temperatura poderá ir muito além
desse limite. Afinal, como o motor é praticamente insensível
ao calor e ao frio, o problema da temperatura está no óleo.
E na verdade, para o bom rendimento do Elko quanto mais quente melhor.
Para um motor que nem mesmo tem radiador de água, até que
faz sentido.
E. embora seja um motor do ciclo diesel – normalmente mais barulhento
– no carro testado, ao menos, o barulho não foi o bastante
para incomodar. Era um pouco mais ruidoso nas velocidades baixas, até
40km/h. Nas médias e nas altas, ele foi até mais silencioso
que o Santana de câmbio longo. Assim, a 100 km/h, o barulho foi
de 70,2 decibéis, contra 71,5 do Santana. E a 60 km/h em quarta
marcha, apenas 64,7 decibéis, contra 65,3 do Santana.
Nosso teste não mede o índice de poluição
por gases de escapamento, mas é inegável que – em
vista do altíssimo aproveitamento energético realizado pelo
novo motor e do uso de óleos vegetais – ele é uma
máquina superlimpa.
Do escapamento do Audi, aliás, saía apenas um leve cheiro
de óleo cozinha. Um cheiro bem mais fraco, por exemplo que o conhecido
cheiro de espiriteira dos primeiros carros a álcool.
Em suma, o novo motor conjuga as vantagens de um diesel (como a de trabalhar
mais regularmente, sem falhas), elimina suas desvantagens como o alto
índice de poluição no escapamento) e acrescenta as
incríveis qualidades de economia energética e uso de qualquer
combustíveis líquido. Algo que pareceria ficção
científica se não tivéssemos comprovado que é
espantosamente real. Pode estar no seu carro daqui a um tempo.
FICHA TÉCNICA DO MOTOR ELKO
Motor Semi-adiabático, dianteiro, longitudinal, três cilindros
em linha, quatro tempos, refrigerado a óleo, comando de válvulas
de admissão e escapamento no cabeçote. Alimentação
por bombas injetoras no cabeçote com injeção direta,
turboalimentado com turbocompressor KKK – k 24 e intercooler, pressão
máxima de admissão 1,4 bar. Ciclo diesel. Multicombustível.
Potência máxima – 90 cv (65 Kw) ABNT a 4.500 rpm
Cilindrada total – 1.456 cm3
Diâmetro x curso – 82,0 x 92,0 mm
Taxa de compressão – 18:1
Torque máximo – 17,9 mkgf (175 Nm) ABNT a 3.000 rpm
Fabricante do motor – Elsbett Konstruktion (ELKO) – Hipoltsein,
Alemanha
AGORA, COMO VAI ANDAR O FUTURO?
Vamos Soltar a Imaginação e Sonhar Com o que Seria a Vida
em 2037, Cinquenta Anos Depois do Lançamento do Sistema Elko
Por mais revolucionário que possa vir a ser, o motor Elko ainda
é uma máquina tosca, que não recebeu nenhum melhoramento.
Mas alguns aperfeiçoamentos já são perfeitamente
previsíveis. Por enquanto ele está na fase puramente mecânica,
mas deverá contar em breve coma ajuda da eletrônica. Seu
sistema de injeção de óleo, por exemplo, é
acionado por pequenos pesos centrífugos que se abrem conforme a
rotação aumenta. No futuro, ele poderá receber um
sistema de injeção eletrônica, semelhante ao que já
equipa o Voyage Fox exportado para os Estados Unidos.
Como isso deverá ganhar ainda mais potência e economia, além
de explorar melhor seu turbo, já que o turbo funciona bem melhor
com a injeção eletrônica. Outra evolução
absolutamente previsível – a Metal Leve já faz pesquisas
nesse sentido – será a utilização de peças
de cerâmica na câmara de combustão. No momento, a utilização
de cerâmica é somente uma possibilidade técnica. Resistente
a altas temperaturas, ainda é um material muito caro para ser utilizado
em um motor que pretende, essencialmente, ser barato. Quando isso ocorrer,
porém, a perda de energia será ainda menor, deixando-o mais
próximo do conceito de motor inteiramente adiabático, ou
seja, em que não há qualquer perda de calor.
E isso será só o começo. Na Elko alemã já
se pesquisa seu aproveitamento em aviões. E se neste momento ele
está restrito ao limite de 1.300 cm3 por cilindro, nada impede
que, no futuro, esse volume cresça e um motor Elko de terceira
ou quarta geração equipe, por exemplo, um navio. Mesmo com
o limite atual, é possível supor um motor de 12 cilindros
e cilindrada total de 15.600 cm3, suficientes para mover caminhões
de alta tonelagem, como os Scania e os Volvo. Ele poderá também
ser miniaturizado, dependendo da necessidade e disposição
de adaptá-lo para diversos fins. Como toda tecnologia nova o motor
Elko poderá ser copiado, apesar da garantia das patentes mundiais.
É um processo comum e ocorreu, por exemplo, com os circuitos integrados
da eletrônica, os chamados “ chips”. Bastaria mudar
alguns de seus componentes, usar a cerâmica, tirar a saia de alumínio
do pistão e colocar um cabeçote aletado ou mudar a composição
de sua liga metálica.
O Mundo Navega em Mar de Girassóis. E de Soja, Amendoim...
Vamos agora imaginar o futuro. A casa tem condicionador de ar central,
a piscina é aquecida, cada família tem pelo menos um automóvel
e ninguém se preocupa sequer em apagar as lâmpadas. Contas
de luz no fim do mês e racionamento de energia elétrica são
coisas do século XX, um passado, afinal, não muito remoto
mas que, visto do mundo de energia abundante e barata do ano 2037, parece
tão distante quanto as trevas da Idade Media. Com o fim da era
do petróleo e sua substituição por um combustível
mais limpo – aliado à troca dos motores tradicionais por
um de menor emissão de resíduos–, a poluição
do ar, dos rios e mares diminuiu: a qualidade e a expectativa de vida
aumentaram, as pessoas estão melhor alimentadas, mais saudáveis
e bem vestidas. A inflação praticamente desapareceu, trabalha-se
menos e há mais tempo para o lazer. Com tempo disponível
e transportes baratos, as pessoas viajam mais e dedicam-se à pratica
de esportes.
Nem tudo, porém, é um mar de rosas – talvez fosse
melhor dizer que o mundo navega em um mar de girassóis, ou soja,
ou amendoim, ou algodão, ou pinhão manso, ou mamona, ou
dendê, ou... O número de automóveis cresceu mais rápido
que a malha viária e, com as ruas repletas de carros, os congestionamentos
tornaram-se insuportáveis. Assustados com a possibilidade do desemprego
devido á abundância de energia, que permite a substituição
cada vez maior do homem pela máquina, os sindicatos de trabalhadores
fazem uma campanha pela jornada de 25 horas semanais. Os jovens anunciam
que “o sonho recomeçou”, convencidos de que o projeto
de pequenas comunidades auto-suficientes dos hippies dos anos 60 do século
XX agora é possível.
Os políticos e cientistas enfrentam outro tipo de problema. É
necessário buscar uma nova ordem mundial. Com a produção
de energia e alimentos cada vez mais dependente da agricultura, é
preciso encontrar uma fórmula para reduzir as disparidades de desenvolvimento
entre as nações mais ricas em áreas agriculturáveis
e os pequenos países pobres em terras férteis. O controle
do crescimento populacional tornou-se um ponto crítico, devido
à necessidade de estabelecer a cada ano a proporção
da safra destinada à alimentação e à produção
de energia.
Na Fórmula 1, Vitória de um Carro Movido a Dendê.
Para os cientistas, as questões são o aumento da produtividade
por hectare, desenvolvimento de variedades de plantas, apropriadas para
cada tipo de solo, controle das pragas, preservação das
terras férteis, aproveitamento dos solos mais pobres e monitoramento
do tempo no mundo, para evitar secas e enchentes que prejudiquem as colheitas.
No Campeonato Mundial de Pilotos e Marcas, a grande sensação
é um carro de Fórmula 1 movido a azeite de dendê.
O combustível do novo carro de Fórmula 1 foi escolhido com
base em uma antiga pesquisa do Instituto de Pesquisas Tecnológicas
da Universidade de São Paulo que, em 1980 descobriu que, de nove
óleos vegetais estudados – soja, algodão, amendoim,
babaçu, coco, colza, dendê, girassol e mamona – , o
óleo de dendê era o que se aproximava do índice energético
de 8.780 Kcal/l – quilocalorias por litro – do óleo
diesel, alcançando o nível de 8.330 Kcal/l, contra os 8.125
Kcal/l do óleo de soja, 8.057 Kcal/l do amendoim e 8.000 Kcal/l
da mamona.
O monopólio estatal dos combustíveis terminou, devido à
proliferação de pequenas usinas extratoras de óleos
vegetais e o fácil acesso à matéria-prima. Cada fazendeiro
tornou-se um fornecedor de óleo combustível, atomizando
a produção e provocando uma forte disputa pelo mercado entre
uma multidão de pequenos produtores, o que fez baixar o preço
do combustível. E por trás disso tudo está uma notícia
de 50 anos atrás: a descoberta do Processo Elko, a combinação
de pequenas unidades produtoras de combustível e energia elétrica
a partir do esmagamento de oleaginosas, conhecidas como cavalo de aço,
e um motor adiabático para a queima de óleos vegetais sem
necessidade de passar por refinação.
O Motor Elko, Mudando a Vida e as Paisagens Brasileiras
O fazendeiro começou plantando alguns hectares de uma oleaginosa
qualquer para suprir suas próprias necessidades de óleo
para as máquinas agrícolas e o gerador, que lhe permite
ter luz elétrica, TV e água quente no chuveiro, confortos
nunca sonhados antes da chegada do cavalo de aço. Com o resíduo
dos grãos esmagados, ele alimenta o gado e descobriu que podia
ganhar algum dinheiro extra vendendo combustível aos motoristas
que passam pela estrada ao lado da fazenda. O cavalo de aço foi
a solução também para uma pequena comunidade na Amazônia,
que antes dependia de óleo diesel – cuja entrega às
vezes era interrompida na época das chuvas – e hoje alcançou
a auto-suficiência, plantando uma oleaginosa.
Em uma chácara de lazer, próxima a uma grande cidade, o
dono também instalou um cavalo de aço. Agora, ele tem energia
para os eletrodomésticos, para aquecer a piscina e ainda aproveita
para abastecer o carro quando vai para o sitio nos fins de semana. E,
numa emergência, ele coloca no tanque o resto de óleo que
a mulher usou para fritar os ovos do café da manhã e chega
até o posto de óleo mais próximo.
O sertão e o semi-árido nordestino também mudaram
com a nova tecnologia. Acabou a eterna ameaça de racionamento de
energia elétrica devido às secas, o que provocou um surto
de desenvolvimento jamais visto antes em sua história. Para sustentar
a demanda por combustíveis no Nordeste, a região do Recôncavo
Baiano adquiriu uma importância fundamental devido a um óleo
até então famoso apenas por suas qualidades culinárias
em pratos como a moqueca, o vatapá e o acarajé: o dendê.
E não é apenas no índice de poder calorífico
que o dendê leva vantagem sobre as outras oleaginosas. Ele é,
também, o que obtém melhores resultados por hectare plantado
e que, portanto, exigiria a menor área de plantio para atender
às necessidades de óleos vegetais combustíveis, além
de ser uma cultura perene. Enquanto as duas culturas que lhe seguem em
rentabilidade, o coco e o babaçu, não ultrapassam, respectivamente,
os 671 e 620 litros por hectare/ano, o dendê atinge a marca de 3.620
litros de óleo por hectare/ano. Com isso, para a substituição
de 25 bilhões de litros de óleo diesel, o dendê exigiria
uma área de apenas 8.436 hectares, ou 85 quilômetros quadrados,
contra os 40.984 ha do coco, 44.355 ha do babaçu, 64.858 ha do
girassol ou 71.615 ha da soja, de acordo com os cálculos do professor
Fernando Homem de Melo, da Faculdade de Economia da Universidade de São
Paulo, no livro Proálcool, Energia e Transportes.
No dia 31 de dezembro de 1999, enquanto as pessoas se preparam para o
grande reveillon de virada do século, as emissoras de televisão
fazem a retrospectiva dos fatos mais importantes do século XX.
Na área de ciência e tecnologia, estão lá o
vôo do primeiro aparelho mais pesado que o ar, em 1906; a televisão,
de 1926; a penicilina, de 1929; o primeiro computador eletrônico,
de 1944; a bomba atômica, de 1945; o primeiro vôo espacial
tripulado, de 1957; a chegada do homem à Lua, em 1969; e, provavelmente,
o motor adiabático multifuel, de 1987.
Até como especulação, a previsão pode parecer
ousada, já que faltam apenas 13 anos para começar o século
XXI, e o primeiro veículo como motor Elko só chegará
oficialmente às ruas em dois anos. Mas talvez seja interessante
lembrar que o 14-Bis com que Santos Dumont sobrevoou Paris em 1906 é
o antepassado remoto dos aviões supersônicos de 1987. Ou
que a energia nuclear era apenas uma possibilidade teórica até
a explosão da primeira bomba atômica , há não
mais que 42 anos. Assim, se o motor adiabático multifuel estará
ou não na resenha dos fatos mais importantes do século vai
depender apenas do interesse e das necessidades do homem de desenvolvê-lo.
O NOVO MOTOR, EM DOIS ANOS
Possivelmente todos gostariam de ter logo esse motor em seu carro e que
as mudanças dele decorrentes acontecessem a curtíssimo prazo.
Mas sabe-se que não é assim. Segundo a Garavelo, a primeira
fábrica do motor Elko, a ser instalada provavelmente em um raio
de 100 quilômetros da cidade de São Paulo, só deverá
estar pronta em dois anos. O primeiro veículo nacional a receber
o novo motor foi uma Kombi, que Quatro Rodas fotografou nas oficinas da
Garavelo. A empresa deve oferecer essa opção à Volkswagen
como “caixa preta”, entregando o motor pronto, inclusive com
os furos e coxins de borracha para ser fixado no chassi. O segundo veículo
deverá ser uma Chevy, da GM, e o terceiro um jipe da Engesa.
Com isso, a expectativa do projetista alemão e de seus parceiros
brasileiros é de que, quando ocorrer a primeira tentativa de “pirataria”
industrial, o motor Elko já tenha se imposto no mercado, exigindo
um investimento grande demais dos concorrentes para enfrentá-lo.
Alem da demora para o início da fabricação em série,
o preço inicial do Elko – por volta de 2.000 dólares
para o motor de três cilindros e 1.456 cm3, igual ao do Audi testado
– impedirá sua utilização nos carros mais baratos,
até que a produção em grande escala reduza esse custo.
Um processo semelhante ao que ocorreu com a televisão ou os computadores,
inacessíveis para a maioria da população há
30 anos e hoje estão na casa, no carro e no bolso do cidadão
comum.
A transição do motor tradicional para o motor adiabático
será necessariamente lenta, embora já exista até
uma data limite para ocorrer: o ano 2020. É que em 1986 a Agência
Internacional de Energia estimava as reservas mundiais de petróleo
em 92.389 milhões de toneladas, suficientes – mantido o ritmo
de produção e consumo de 1985 – só para mais
33,9 anos.
Meus caros todos
Segue tradução da troca de e-correspondências (originais
colados ao final) com meu amigo engenheiro alemão Klaus Prehn,
residente em Joinville - SC:
"Olá Dom Fendel
Li seu interessante artigo sobre o motor ELKO.
Admiro o Sr. Elsbett, que conheço pessoalmente, a mais de 20 anos,
quando ele apresentou seu motor na TV alemã. Aquele motor engulia
tudo o que parecia e cheirava a óleo. Os motores a óleo
alemães funcionam com óleos de frituras, caso se queira!!!
Este óleo os motoristas recebem graciosamente!! Motores a álcool
já eram conhecidos antes da primeira guerra na Alemanha e na Inglaterra.
Além disso eram utilizados gasogênios inclusive como taxis.
O querido Bautista apenas copiou as antigas tecnologias alemãs
no Brasil, tornou-as públicas, nada mais. Nós podemos continuar
nosso papo sobre energias alternativas (quase gratuitas). Necessitamos
apenas andar pela natureza e observar conscientemente, então tudo
anda praticamente por si só!!
Lembranças de Klauss Prehn, Esposa e Colegas."
"Olá Família Prehn e Colegas
Naturalmente o Bautista não inventou nada, aliás, cada invenção
é uma cópia melhorada de algo precedente.
Mas, a grande e maravilhosa intervenção do Bautista, é
que ele puxou todos os conglomerados idiotas pelo focinho, abriu-lhes
a matraca e socou-lhes álcool goela abaixo.
Não como agora, onde estes mesmos idiotas promovem o bobo hidrogênio
e o abobalhado biodiesel.
E novamente o Bautista vai bombar óleo vegetal natural no traseiro
destes mentecaptos, isso estou providenciando.
Infelizmente não será possível ao Rudolf Diesel e
ao Ludwig Elsbett apreciarem finalmente a implantação mundial
de suas idéias redutoras de CO2 atmosférico, ou seja o efeito
refrigerador, o contrário do efeito estufa.
Votos de ótimas lembranças do Brasil - Fendel."
"Bom dia, Dom Fendel e Família,
Uma linda saudação dominical de Goiás.
O Sr. necessita divulgar seus artigos na mídia impressa, pois cada
um de seus artigos tem substância!
O Sr. não deve deixar o trabalho para o Bautista ou para outros,
mas ter ação própria. O Sr. tem idéias muito
boas, tenho que reconhecer. A grande Alemanha vos saúda com a sabedoria
de vida: "O homem é solitário"!! Ou: "Quem
não movimenta nada, permanece estático". Ou- "Quem
pisa nos rastros alheios, não deixa suas próprias marcas"!!
Certamente ainda faremos algumas coisas em conjunto. Se houver novidades
interessantes, comunique!
Obs. Em 15-16-17 de março deve ocorrer um seminário sobre
sementes oleaginosas ou agricultura em alhures no Norte Brasileiro!? O
Sr. sabe algo a respeito??
Até breve, Saudações Klaus Prehn e Esposa."
"Agradeço pelo Don, soa bem.
Vc realmente acredita que as mídias tem vontade de divulgar minhas
idéias?
Nisso batalho diariamente a mais de 20 anos...
E muito mais lentamente que o desejado, eles estão ouvindo, e não
só a mídia, idem os políticos.
E se vc se der um pouco de trabalho em praticar a leitura de textos brasileiros,
afinal vc reside aqui!, comece com a página "opiniões"
em www.fendel.com.br e vc vai perceber que meus passos seguem caminhos
um tanto diversos dos já traçados.
Bioabraços Fendel
Obs: Espero que vc não se incomode com o envio de nosso amistoso
e-batepapo a meus demais bioleitores."
Meu caro Romeu
Devagarsinho estamos conseguindo desmascarar a hipocrisia que ronda o
setor energético mundial.
Já participamos de dezenas de programas de TV, rádio, seminários,
revistas, jornais, etc, como por exemplo nesta entrevista:
http://www.ecoterrabrasil.com.br/home/index.php?pg=ecoentrevistas&tipo=temas&cd=961
de a quase 2 anos, que está novamente circulando pela internet,
onde infelizmente eu ainda não havia percebido com tanta clareza
e detalhes a sacanagem por detrás do oligopolizado, caro e desnecessário
biodiesel.
Assim, a pequena parte nobre da mídia, aquela pouca que ainda não
está pôdre e corrompida, espalha notícias sobre a
BIOENEREDE, o que na realidade representa a "A Salvação
da Humanidade", título que solicitei a meu amigo Marcelo Guimarães,
rebatizar em seu magnífico livro: "A Salvação
da Lavoura".
Eu não inventei o motor a óleo vegetal. Eu apenas rodei
mais de 100.000 km com diversos biocombustíveis, dos quais 48.000
a óleo de soja, num motor com apenas "meio kit".
Comprei uma sucata no Paraguai, para instalar meu kit e poder rodar sem
a polícia encher o saco. Mas qual não foi minha surpresa
quando fui simplesmente acrescentando óleo de soja no tanque, e
o motor continuou funcionando feito um relógio Suiço, ficando
mais silencioso e menos fumacento. Após os primeiros 500 km o desempenho
foi decaindo em função do entupimento do filtro de combustível.
Então, fruto de experiências anteriores, adaptei uma bomba
de gasolina elétrica recondicionada, ligada em série com
uma lâmpada de 21W para evitar o excesso de pressão, haja
visto que a viscosidade do óleo vegetal é muito superior
que a viscosidade da gasolina, o que resulta em pressão excessiva
no sistema quando não se usa a lâmpada como resistência
rebaixadora da tensão. Após 5.000 km, juntei mais uma lâmpada
de 21W em paralelo com a anterior, para aumentar mais um pouco a pressão
da bomba, e agora cada filtro suporta mais de 10.000 km. Este é
o "meio kit" instalado neste motor de injeção
indireta, que pela sua construção com pré câmara,
apresenta uma maior compressão e em consequência uma maior
temperatura de ignição, o que os óleos vegetais adoram.
Mas, qualquer motor Diesel aceita até 30% de óleo refinado,
sem kit nenhum, o que é por baixo 100 vezes melhor do que o corrupto,
caro, subsidiado e abobado programa brasileiro de 2% de biodiesel.
Meu caro Telmo
Um moderno aquecedor residencial a lenha, tal qual é normatizado
e usual na Alemanha, polui menos do que um equivalentre aquecedor a fóssil
gás natural. Urge modernizar o uso da bioenergia. Está na
hora de sairmos da idade das cavernas no que se refere à combustão
da biomassa. Prá isso necessitamos a bioescola, prá dar
valor à vida e deixar os fósseis todos em seus jazigos,
de onde não deveriam ter saído, e onde deveriam permanecer
para sempre.
Meu caro e inspirado Eng. Odair
Quando o alemão Ludwig Elsbett inventou a injeção
direta com bombas individuais nos primórdios da experimentação
em seu lendário e fantástico motor ELKO, todos os "especialistas",
todos sem nenhuma excessão, o chamaram de louco, e agora, "por
ironia do destino", todos os motores modernos as possuem, tanto a
injeção direta como as bombas injetoras individuais de alta
pressão. Assim caminha a estúpida humanidade, combatendo
as idéias geniais, e depois de implantadas, se esquecem completamente
de seus heróicos benfeitores.
Se vc conhece pessoalmente o Xororó, ou o Teodoro, ou alguém
deste naipe, por faver, vamos fazer o Bioxororó, e quem sabe, o
povo pressiona as mensalistas autoridades, as vassalas, ignorantes e mentirosas
mídias, bem como os mesquinhos megaindustriais, para que os óleos
vegetais combustíveis se tornem breve e absoluta realidade.
Todos os biocombustíveis tem a capacidade de reverter o agronegócio
da insustentável monocultura extensiva para microagrosilvicultura
sustentável orgânica, tal como demonstram nossos amigos Marcelo
Guimarães e Sérgio Pataro em suas ainda estupidamente proibidas
microdestilarias de álcool, e tornam comerciais as milhares de
árvores nativas plantadas pelo Gert, passando-as de santuário
sem valor comercial, para objetos vivos de usofruto econômico e
ecológico.
Passou da hora de moralizar a coisa pública, para que as novas
ferrovias e rodovias não sejam verdadeiras e atravancadas montanhas
russas com obstáculos. Aliás, as bêstas modernas licenças
ambientais, nada mais são do que encarecer e promover obras em
ziguezague, para desviar os ninhos de tico-tico e encher de dólares
as cuecas dos envolvidos.
Minha querida Fernanda
Praticamente todas as emissões dos motores transformados para
óleos vegetais são menores do que as emissões com
diesel fóssil, com excessão dos NOx, que podem ser reduzidos
com a adição de uréia, pasme, por exemplo: urina.
Com o uso dos óleos vegetais, a redução passa dos
50% para particulas sólidas de carvão e cancerígenos
hidrocarbonetos não queimados.
Pelo fato de nenhum óleo vegetal ter enxôfre, pode-se desenvolver
oxi-catalizadores nos tubos de escapamento, e assim, as já menores
emissões reduzem ainda mais; em alguns casos essa redução
chega a 90%.
Quanto ao projeto de privatização das florestas sou a favor
da utilização sustentável, racional e sou contra
o entreguismo internacional.
Meu caro Henrique
Não é por nada não, já passei da fase de
"escutante".
Se não me convidam para falar oficialmente, prefiro não
participar dos congressos de "embromação" e "enganação"
do biodiesel.
Chega de escutar e apoiar besteira...
O Brasil está cheio de gente boa, que não merece tanta mentira
e enganação.
Esse pessoalsinho miúdo que defende o biodiesel bem sabe que é
igualmente estúpido fazer biogasolina de álcool, pois não
é de hoje que meus artigos, palestras e programas circulam entre
os sacanas e corruptos "entendidos".
Com esta estratégia bêsta de modificar os óleos vegetais
querem apenas manter a mão gatuna sobre as bioenergias, pois tem
medo de perder a mamata, temem ficar sem o poder sobre o povo ludibriado.
Minha querida Edilamar
Mesmo se pensando em monoculturas, as bioenergias complementam a produção
de comida. Assim a canola por exemplo é plantada a cada 3 anos
para fixar nitrogênio no solo, N necessário para o cultivo
dos grãos subseqüentes com redução de agrotóxicos.
Além disso, a torta da canola, do girassol, da soja, que sobra
na prensagem e obtenção dos óleos, é utilizada
como ração animal ou pode ser processada para farinhas de
consumo humano.
Na Alemanha já se planta alguma coisa em biculturas, ou seja, linhaça
com canola (?) que depois são separados por uma peneira classificatória
na saída da colheitadeira, sendo que um vegetal beneficia o outro,
acarretando acréscimo de produção.
Certamente temos que incrementar o transporte público, e no caso
do transporte individual devemos fazer o contrário do que hoje
é feito, onde a bêsta moda é andar com veículos
cada vez maiores e mais beberrões.
Quanto à floresta velha, desprezer é exatamente não
usá-la racionalmente, é mentira dizer que ela é o
pulmão do mundo, pois ocorre o equilíbrio entre o consumo
e a produção de CO2. O ideal é se retirar e aproveitar
as árvores velhas, para que as novas e as de meia idade possam
crescer, mantendo a biodiversidade e o seqüestro de carbono. É
míope e mesquinho se fazer papel só de uma espécie
de árvore. Papel deve ser feito de uma salada de vegetais.
Na ultrapassada Alemanha comunista se fabricavam os Trabant, hoje conhecidos
carinhosamente entre os colecionadores como "Trabi", um pequeno
automóvel cuja inoxidável lataria era produzida em fibra
vegetal, semelhante à nossa "Fórmica".
http://www.andyhoppe.com/privat/trabant_trabi_trabbi_pappe.htm
Meu caro Frei Cristóvão
Maravilha o teu artigo abaixo "As Raizes da corrupção".
Vc ataca o cerne da questão. Parabéns pela lucidêz
de idéias e palavras.
E logo abaixo do artigo de meu caro religioso, segue outro sensacional,
sem autor, que está circulando por aí: "É suborno
ou não é?" que trata da cachorrada no setor da telefonia,
equivalente às seculares putarias elétricas e energéticas.
Antiabestalhantes, quixotescos e carnavalescos bioabraços
Eng. Thomas Renatus Fendel
www.fendel.com.br
Divulgação autorizada e desejável.
“O que se decide nos plenários públicos, são
encenações, teatro, uma vez que tudo já foi deliberado
na calada da noite. “Reunião? Perguntava Benedito Valadares.
Pois não, só depois de tudo decidido”!" - Frei
Cristóvão ofm
-----Mensagem original-----
De: edilamar.ds
Enviada em: domingo, 26 de fevereiro de 2006 21:13
Para: thomas
Assunto: Biocombustível
Caro Thomas
Li sua entrevista no "EcoTerra" e, claro, concordo com você
em quase todos os pontos. Com todo respeito, peço que esclareça
uma dúvida que sempre tenho: quando se fala em aumentar o plantio
de cana de açúcar, mamona, canola etc, leva-se em conta
os danos ao meio-ambiente causados por tais culturas? (Porque infelizmente
ainda se usa uma agricultura destrutiva e não ecológica).
E quanto a redução da área de plantio de grãos,
como arroz, soja, milho?
A melhor alternativa não será criar mais transportes coletivos,
baratear o custo da energia solar?? e a eólica onde não
é possível o plantio?
Desprezar a Floresta Amazônica não é um erro???? ou
eu não entendi direito??
Por favor, se você puder, esclareça as dúvidas dessa
louca apaixonada pelo Brasil e meio ambiente!
Atenciosamente
Edilamar Delfina - Ituiutaba MG
-----Mensagem original-----
De: Emater UNCOP
Enviada em: quarta-feira, 22 de fevereiro de 2006 07:55
Para: redeflorestal-br@yahoogrupos.com.br
Assunto: Re: [redeflorestal-br] Motor ELKO
PREZADO FENDEL;
Outro dia, viajando pelos canais da parabólica, me deparei na TV
PARANÀ ,com uma matéria sobre o uso do óleo vegetal
como combustivel, onde aparecia vc e um deputado que tá tentando
emplacar o uso dos óles vegetais como combustivel. Fiquei mui contente,
pois, já começa a aprecer na midia.
Pena que não vi o inicio da matéria.
Aqui perto de Elói Mendes-Sul de Minas, ou seja em Varginha a cidade
do ET, acontece todo ano o Congresso sobre Biodisel, promovido pela Prefeitura
e UFLA.
O mentor é o prefeito (PT) apoiado pelo professor do Ceará.
Em Varginha tem uma usina piloto para produção de BIODIESEL,
cedida temporáriamente, pela Univ. do Ceará.
O próximo congresso que é nacional será o 3°.
Seria ótimo, se pudesse comparecer e apresentar as suas teses sobre
as vantagens do óleo vegetal em relação ao BIODIESEL,
mesmo quwe seja como "escutante".
Abraços. Henrique
-----Mensagem original-----
De: fernanda
Enviada em: quarta-feira, 22 de fevereiro de 2006 08:43
Para: katavento@grupos.com.br
Assunto: RES: [Katavento] Motor ELKO
Caro professor Fendel,
Tenho acompanhado os debates e apesar de não ser uma especialista
como a maioria dos que fazem parte deste grupo, gostaria de saber duas
coisas:
1- O motor movido a óleo vegetal, produz que tipo resíduo
( fumaça )?
2- O que o Sr. tem a me dizer sobre este projeto da ministra Marina sobre
a utilização de nossas florestas por grupos privados.
Muito obrigada, Fernanda
Mensagem original-----
De: Odair - Assessor da Presidencia
Enviada em: quarta-feira, 22 de fevereiro de 2006 10:33
Para: Fendel
Assunto: Re: Motor ELKO
Caro Eng.° Mecânico THOMAS RENATUS FENDEL
Mui reverendíssimo Grão-Sacristão da Bio-Energia
- Diretor-Presidente da FENDEL Tecnologia
Estou impressionado com o texto referente ao motor ELKO, que imaginava
extinto.. Há anos não tinha informações a
respeito dele. As que foram veiculadas na época caracterizavam-no
como uma grande esperança. Se puder enviar-me o artigo, com fotos,
seria ótimo. Desde já, agradeço ao Grão-Sacristão
e ao reverendíssimo Dom PAULO.
A seguir, alguns outros comentários (caso leiam, de antemão
agradeço a paciência):
II. Falei sério sobre o Bio-Xororó ou Bio-Xitão ou
Bio-Sacristão.. O apelo do canto sertanejo é de alta relevância
junto à uma imensa parcela da Sociedade que, efetivamente, faz
a diferença! E cala, profundamente, no coração de
todos de boa fé, coisa que o tecnicismo de nossas considerações
nem sempre consegue, mesmo que correto..
Quem sabe, possa ser feito um grande programa de desenvolvimento de Biocombustível.
Desse modo, poderia ser superado esse nulo programa de Biodiesel - no
qual (pelo que disse Dom TELMO), o grande Físico e Papa BAUTISTA
está agora embarcando, literalmente, atendendo o preclaro grande
líder das massas ora no cargo máximo da Nação
- e vencida a ignóbil resistência da ANP (que saudades de
quando o instituto que a precedeu era dirigido, impavidamente, por outro
genial Eng.°, MARCELLO GUIMARÃES MELLO, impávido Bispo!).
Cantores sertanejos teriam plenas condições de viabilizar
sonhos como esse..
III. Espetaculares as informações de Dom ALMEIDA, sobre
as palmeiras! E nós insistindo no combustível fóssil
ou, quando considerados 'avançados', no álcool derivado
da cana.. Cana essa que, conforme a corajosa moça da ESALQ (quem
diria, pela origem!), PAULA, em informe enviado por outra dedicada moça,
a ecológica CLARISSA - ambas amenizando o Clube do Bolinha que
grassa nessas etéreas plagas internéticas -, viola ambientalmente
as regiões onde é plantada e causa danos seríssimos
à Vida.
IV. Eng.° Agr. GERT ROLAND FISCHER, que seu exemplo - literalmente
- floresça e frutifique! Pena que sua dedicação -
diria, abnegação, também! - não seja premiada,
enquanto muitos enganadores o são.. Especiais cumprimentos! Estamos
ao seu dispor para buscarmos divulgação cabível.
Almejo que o Sistema CONFEA/CREA possa sair do limbo manifestando-se sobre
tão vigorosas iniciativas, como essas da lavra de Profissional
(de tal Sistema) do seu quilate..
V. Voltando à história: estudiosos do transporte ferroviário
dizem que os ingleses - na época os papas do assunto, pois dele
precursores, cujo desenvolvimento industrial foi bancado com o ouro e
demais riquezas, em sua maioria, oriundos do Brasil - eram contratados
pelo governo deste País para projetarem e construirem ferrovias
e obtiveram remuneração por quilômetro projetado e
implantado. Deve haver, ainda hoje, trechos em regiões de pouca
delividade onde vagões da mesma composição passam
ao lado de outros, tamanha a quantidade de curvas.. Desnecessárias,
por sinal! Mas...
Atenciosamente
Eng.° Civil ODAIR SANTOS JUNIOR
Assessor de Águas e Meio Ambiente da Presidência do CREA-MG
-----Mensagem original-----
De: Telmo Heinen-Y
Enviada em: quarta-feira, 22 de fevereiro de 2006 09:21
Para: Thomas Renatus Fendel
Cc: Gerth Roland Fischer
Assunto: E o gás pirolenhoso, chegou a vez?
Fendel, de repente, chegou a vez do gás pirolenhoso?
Energia - Lenha e carvão voltam a ser opções mais
seguras e baratas para a indústria, apesar de mais poluentes
Velhos combustíveis tiram espaço do gás...
Leila Coimbra, Vanessa Jurgenfeld e Fernando Lopes De São Paulo
e de Florianópolis para o Valor Econômico em 22/022006
A incerteza quanto à importação do gás natural
boliviano e ao seu custo - que já provocou um aumento de 42% nos
preços desde setembro - levou muitas empresas a mudar suas estratégias
de abastecimento energético. Ganham força combustíveis
mais baratos, como a lenha e o carvão energético, mas também
mais poluentes.
Setores muito dependentes do gás, como o de cerâmica branca
(louças sanitárias, pisos e revestimentos) ou vermelha (telhas
e tijolos), estão retornando tanto para o carvão como para
a lenha, depois de passarem os últimos seis anos se adaptando ao
uso do gás. Indústrias de tijolos do Rio Grande do Sul e
de São Paulo aumentaram a participação da lenha em
suas matrizes energéticas. O custo direto aproximado, por fornada,
é em média de R$ 200 com lenha, podendo subir para R$ 400
com o gás natural, segundo especialistas.
A fabricante de cerâmica Cecrisa, por exemplo, desenvolve um gaseificador
de turfa (estágio inicial do carvão), processo mais econômico
de queima de combustível que o gás natural na indústria.
A Karsten, têxtil com sede em Blumenau, vem ampliando sua reserva
própria de eucalipto. A empresa, dona de 2,4 milhões de
pés, está adquirindo mais áreas. Os investimentos
são considerados estratégicos - a fabricante passou a usar
lenha em praticamente 70% da sua produção, em 2002.
A Karsten, pioneira no uso do gás natural em 2000 no Vale do Itajaí,
recuou dois anos depois, quando sentiu fortes aumentos do preço
do combustível. Decidiu então retornar aos processos de
queima usados nos anos 90 e fugir da pressão nos custos. "Hoje,
pensamos em substituir o que resta de gás natural, mas isso pode
demorar a acontecer porque exige elevados investimentos", diz o presidente
da empresa, Carlos Odebrecht.
A Karsten não revela investimentos feitos, mas nos dois últimos
anos comprou duas grandes áreas para plantio de eucalipto na região
do Alto Vale, no norte catarinense. A cada ano tem aumentado a sua auto-suficiência
em lenha em cerca de 20%. Atualmente, produz 60% do que utiliza na sua
indústria e compra o restante de terceiros. As operações
com gás natural acontecem apenas em áreas relacionadas ao
beneficiamento. O consumo médio mensal que em 2000 era de 850 mil
metros cúbicos de gás natural, hoje fica em torno de 300
mil metros cúbicos.
O benefício da lenha está principalmente nos custos. "A
lenha é extremamente mais barata", destaca o executivo. No
ano passado, nos cálculos da empresa, foi 57% mais econômica
do que o custo do gás (os dois combustíveis apresentaram
aumentos de preços).
Empresas de agronegócios como Cargill e Bunge também estão
ampliando seus investimentos na auto-suficiência energética
principalmente por meio da queima da lenha. Mas o bagaço de cana
e a casca de arroz também fazem parte da matriz energética
da Bunge Alimentos.
Para a indústria de vidros, porém, as mudanças de
fonte combustível é mais complicada. Os fornos de vidro
passam pela sua primeira reforma entre 8 anos e 15 anos após o
início das operações. "Uma mudança do
gás para o óleo combustível, por exemplo, teria que
ser feita durante um processo de reforma. E as novas instalações
para acomodar depósito de óleo e outras tubulações
custariam aproximadamente US$ 1,5 milhão. Não é possível
no nosso segmento uma mudança dessa da noite para o dia",
diz Lucien Belmonte, superintendente da Associação Brasileira
da Indústria do Vidro (Abividro).
Para Belmonte, há espaço para um aumento ainda maior do
gás natural neste ano, já que os preços no ano passado
foram calculados com um dólar mais alto, a R$ 2,80. "Como
a moeda americana está cotada muito abaixo disso, em R$ 2,11 em
média, houve uma gordura que pôde ser queimada. Mas, se o
dólar subir neste ano, os reajustes serão ainda mais violentos".
Até o ano passado, os reajustes do preço do gás natural
eram feitos uma vez por ano. Em 2006, os aumentos serão trimestrais.
Além disso, os gastos da Petrobras na Bolívia para trazer
o gás serão 114% maiores neste ano do que em relação
ao ano anterior - de US$ 700 milhões para US$ 1,5 bilhão.
Os royalties pagos pela brasileira ao governo boliviano terão aumento
de 900%. E todos esses aumentos serão repassados ao consumidor.
Além disso, não haverá oferta do insumo suficiente
para todos. Levantamento feito pela Associação dos Grandes
Consumidores Industriais de Energia (Abrace) mostra que há projetos
no papel que demandarão 18 milhões de metros cúbicos
de gás diariamente, cerca de 70% da quantidade do insumo que hoje
é importado da Bolívia. Dificilmente haverá disponibilidade
para tudo isso no médio prazo, diz o vice-presidente da entidade,
José Roberto Gianotti.
Reenviada por Telmo Heinen.
-----Mensagem original-----
De: Romeu Kerber
Enviada em: quarta-feira, 22 de fevereiro de 2006 09:39
Para: bioenergia-l
Assunto: [Bioenergia-l] Combustíveis
Bom dia.
Infelizmente para a maioria da população outras formas de
combustiveis são desconhecidas, e o povão é levado
a cabresto pela grande mídia nacional. Somos roubados diáriamente
nos preços dos combustíveis, e qualquer outra alternativa
é escondida e desestimulada pelos detentores do poder. A autonomia
energética que poderia ser oferecidas às pequenas propriedades
através da produção de álcool em pequena escala
é impedida através de leis, e nossa famosa ANP protege com
unhas e dólares o monopólio da Petrobrás.
Temos que permanecer à mercê dos poderosos e pagar a quantia
que eles acharem melhor pela gasolina. Somos povo ovelha. Mas como dizem
por aqui, "não podemos se entregar pros home" e
devemos pelear para mudar este estado de coisas, nem que seja devagar.
E para tanto, as pessoas que conhecem esta outra possibilidade de sobrevivência,
devem divulgar as outras alternativas, utilizando-se da pequena imprensa,
jornais e rádios das pequenas cidades, que são os que dão
oportunidade para que estas idéias sejam levadas ao conhecimento
da população. É pensando nisto que solicito o envio
de matérias relacionadas a combustíveis alternativos para
a divulgação em jornais. Tenho acesso a semanários
aqui da minha cidade, e gostaria de publicar matérias relacionadas
a bioenergia.
Gostaria de pedir ao professor que me fizesse esta gentileza, ficarei
muito grato e feliz, pois tenho certeza que estarei ajudando aos nossos
irmãos brasileiros de há tanto explorados e mantidos propositadamente
ignorantes a respeito.
Atenciosamente, Romeu Kerber - Ibirubá RS
AS RAIZES DA CORRUPÇÃO - O Sistema Capitalista
O sistema capitalista tem no mercado sua razão de ser. É
a “mão invisível” que perpassa e pervade tudo,
transformando tudo em mercadoria. Valores mais profundos e humanos como
a vida, o amor, a sexualidade, a afetividade, a religião, o poder
se metamorfoseiam em moeda de troca. Mercadoria que se vende e troca segundo
as oscilações da oferta e procura, e que se descartam tão
logo percam seu interesse, isto é, sua margem de lucro.
O “direito de propriedade” como sacrossanto, intocável.
Fala-se em “livre mercado”, cuja liberdade se restringe em
potencialidade acumulativa para quem já acumulou, não importa
como, parte expressiva dos bens disponíveis.
O lucro é considerado o motor que possibilita o crescimento econômico
e estimulador de uma concorrência, embora desleal, mas garantia
de eficiência.
Ora, as desigualdades sociais, consideradas naturais, excluem multidões
do processo produtivo. E muitos, para nele sobreviver, são forçados
a burlar as leis, usar de propinas, “comprar fulano”, conquistar
o poder não importando por quais meios, e, nele se perpetuar não
importa como.
O sistema em si, traz em seu bojo o vírus da corrupção:
a sobrevivência, a concorrência, a ganância de acumular,
faz do outro um concorrente, adversário e não um companheiro
e colaborador. Sua perversidade é endógena, intrínseca
ao seu dinamismo, à sua lógica.
No mundo da Política, Maquiavel tornou se conhecido com a sua obra
“O Príncipe”. Na qualidade de conselheiro (assessor)
do príncipe traça as estratégias de como se apossar
do Poder e nele permanecer. Importa manter distante os concorrentes-adversários;
liquidá-los segundo o caso e nunca perder as graças do povo.
Já Max Weber, em seu famoso discurso sobre “Ciência
e Política – Duas Vocações”, faz a distinção
entre “Ética de Princípios (de Convicções)
e a Ética da Conveniência”, deixando entrever que no
pragmatismo do cotidiano do mundo da Política há como que
uma cortina de fumaça que ofusca a transparência da retidão
nas e das decisões políticas, sejam elas nos conchavos pré-eleitorais,
nas campanhas eleitorais, na composição do governo e na
própria gestão da “Coisa Pública” (República).
Na verdade o que se decide nos plenários das Câmaras e Congressos,
nas reuniões ministeriais, nas mais das vezes, são encenações,
teatro, uma vez que tudo já foi deliberado nos bastidores ou na
calada da noite. “Reunião? Perguntava Benedito Valadares.
Pois não, só depois de tudo decidido”!
Com a queda do Muro de Berlin, o neoliberalismo, nascido no Consenso de
Whashington, globalizou o mercado “livre”, tornando-se o modelo
norte-americano hegemônico, insubstituível e inquestionável.
O Estado (o Governo) se contrai, sendo afastado da produção
de riquezas e da administração de serviços. Cabe-lhe,
agora, defender o patrimônio particular, dirimir contendas e distribuir
o excedente. (Betto, frei, A Mosca Azul, RJ. Rocco, 2006:132s.)
Sobretudo, manter ativas as forças policiais e militares em defesa
dos sacrossantos direitos do capital privado., assegurando ao mercado
predominância sobre as demandas sociais.
(idem:pg.134).
O Estado Moderno passa a ser refém dos donos do mercado. Tudo deve
ser privatizado, na condição de que seja lucrativo. A Economia
engole a Política. Os políticos vassalos dos donos de bancos,
dos senhores de multinacionais e aglomerados industriais.
Em termos de geopolítica temos 20% da população inseridos
na economia globalizada; 80% de excluídos. Tanto a riqueza como
a miséria se globalizam.
Além do mais,o sistema presidencial em vigor no Brasil propicia
uma larga margem para praticas espúrias, para deixar se comprar
pelos srs. Donos do Mercado.
Partido nenhum, sozinho, consegue sair vitorioso na contenda eleitoral.
Daí a necessidade de se fazerem alianças, coligações
que contrariam seu ideário; e põem em risco sua ideologia
e projeto de campanha.
Muito menos consegue, por si mesmo, maioria no Congresso. Na divisão
do botim (composição do governo), todos exigem e devem ser
contemplados; e isto, na proporcionalidade eleitoral da vitória
conseguida nas urnas. E, então, adeus promessas de Campanha; adeus
projeto político prometido ao país.
A vitória nas eleições, a maioria no Congresso são
os norteadores maiores de toda e qualquer decisão política.
Há a agravante que pesa e muito na vida política do país:
o presidente detém poderes quase faraônicos na aplicação
do dinheiro público e na distribuição de cargos nas
autarquias governamentais. Vão além de 20.000 cargos comissionados!!
Ganhar as eleições, garantir a maioria nos Congressos é
o que importa. O pêndulo da governabilidade oscila entre “estar
no governo ou ser governo”!
É neste mundo instável e movediço que surgem as mil
e uma maneiras de corromper e ser corrompido; de comprar e de se vender;
aliciar e deixar se aliciar.
A corrupção torna-se moeda corrente mo mercado da vida pública
e a prática da impunibilidade o balcão dos negócios.
Frei Cristóvão Pereira ofm.
Subject: É suborno ou não é?
Date: Fri, 24 Feb 2006 20:25:02 +0000 (GMT)
From: Noticia Urgente
É suborno ou não é?
É espantoso que o filho do presidente da república, receba,
por dois anos consecutivos, patrocínios da Telemar para sua empresa.
A Telemar é uma das grandes empresas internacionais de telecomunicações
beneficiadas pela orgia de privatizações irregulares e de
assinatura de contratos sob a égide do suborno, que caracterizaram
a "era FHC".
A segunda pergunta que me faço é: "Meu Deus, como pode
FHC gozar de seus direitos políticos, não enfrentar nenhum
processo por tão insistentemente haver lesado o interesse da nação
e do povo brasileiros e ainda pretender posar de grande líder e
de referência?"
O fato é que, com base nestes contratos conspurcados pelo pecado
original do suborno e pejados de irregularidades, que muitos juízes
estranhamente têm mandado cumprir, as "teles" pressionam
as instituições da república, neste momento, para
que autorizem a migração do "pulso", para o "minuto",
"embutindo" na manobra a triplicação dos valores
da telefonia cidadã cotidiana.
Como vamos suportar mais este fardo, seja este ano ou no ano que vem?
Lula, se ousasse apresentar um mínimo de coerência, estaria
tratando de criar uma empresa pública de telefonia, capaz, se não
de monopolizar o mercado brasileiro do setor, pelo menos de viabilizar
alguma concorrência real e preços toleráveis, nesta
área tão importante.
Rendo, de passagem, minhas homenagens ao heróico senador Álvaro
Dias, que hoje posa de patrióta, mas que não vacilou em
entregar a Telepar, primorosa companhia paranaense de telecomunicações,
ao interesse internacional.
Ao contrário: Luís Inácio não desobedecerá
jamais aos banqueiros e empresários internacionais que financiarão
sua próxima campanha eleitoral. Vai ficar bem quietinho, desconversando
como sempre, enquanto o "filhão" embolsa, 4,9 mi, da
Telemar.
A aposta de Luis Inácio é simples: a dinheirama "dos
banqueiros", somada aos votos dos programas assistenciais "deverão
dar"...
Engana-se Luis Inácio, entretanto: só haverá vitória
para ele se o PMDB deixar-se enrredar na armadilha de mais um candidato
de "rabo preso" com os banqueiros. Se houver um candidato que
conheça a história e tenha compostura, nada restará
para Lula e muito menos para esta "tucanagem" de asa baleada
que anda por aí, desesperada pela própria desmoralização...
E já que estamos aqui tentando conseguir que você que me
lê, finalmente tome uma atitude, vale comentar:
A Petrobrás, hoje com a maior parte de suas ações
em mãos internacionais, está nos arrebentando a alma com
o mais abusivo preço da gasolina do planeta. Escondida sob o prestígio
extraordinário que lhe vem justamente do ardente nacionalismo do
povo brasileiro, a empresa, que por isso não pôde ser completamente
privatizada, nos apunhala repetidamente pelas costas.
Enquanto as sucessivas rodadas de licitação do petróleo
brasileiro entregam ao interesse internacional, a preço mais vil
que o da banana, bilhões e trilhões em petróleo brasileiro,
nós temos nosso direito constitucional de ir e vir subtraído
na prática pelos preços da gasolina e Luis Inácio
e patroa, entrementes, providenciam a cidadania italiana, que é
"pros meninos terem mais oportunidade"...
Onde é que está o juiz com jota maiúsculo que vai
qüestionar finalmente estes contratos indecentes da era FHC, que
estão nos "enrolando" até hoje?
Enquanto redijo este meu modesto texto endereçado a você,
brasileiro, brasileira, chega pela internet a notícia de que a
decisão sobre a migração do pulso para o minuto foi
adiada para o ano que vem, (leia-se "para depois das eleições"),
em reunião na Casa Civil, em Brasília.
Òbviamente "rolou" um "acordo", com as empresas
internacionais, para não "complicar" a eleição...
O que vocâ acha de tudo isto?
O que você vai fazer a respeito?
-----Mensagem original-----
De: prehn
Enviada em: quinta-feira, 23 de fevereiro de 2006 08:06
Para: Thomas@fendel.com.br
Assunto: DeutschlandGruesst mit Eko-Elsbeth
Hallo Don Fendel,
habe Ihre interressanten Eko Artikel gelesen.
Den Herrn Elsbeth,den ich persoenlich kenne, habe ich schon vor 20 Jahren
bewundert als er seinen ersten Motor im ZDF-Mo- nitor (Fernsehen)vorstellte.
Der Motor frass alles was nach Oel
aussah oder roch. Die Normaloelmotoren in Deutschland fahren schon wenn
Sie denn moechten mit Kuechenabfalloel!!!!
Dieses bekommen die Fahrer geschenkt!! Und Alkohol als Motorenantrieb
war schon vor dem ersten Weltkrieg in Deutschland und England bekannt!!
Weiterhin waren Holzgasantriebe bekannt und
wurden sogar im Taxibetrieb angewand. Der liebe BAUTISTA hat nurdie alten
Deutschen Technologien in Brasilien Kopiert und Publik gemacht,weiter
nichts.Wir koennen uns gerne weiter ueber alternative Energien(fast zum
Nulltarif)unterhalten.Wir muessen nur in die Natur gehen und uns bewusst
umschauen dann laueft es fast von allein!!
Viele Gruesse von
Klaus Prehn mit Frau und Kollegen
-----Mensagem original-----
De: Fendel
Enviada em: sexta-feira, 24 de fevereiro de 2006 11:46
Para: prehn
Assunto: RES: Deutschland Gruesst mit Eko-Elsbeth
Hallo familie Prehn und Kollegen
Natuerlich hat Bautista nichts erfunden, und sowieso, ist jede erfindung
eine verbesserte kopie von etwass vorheriges.
Aber, der sehr grosse und wunderbahre eingriff vom Bautista, ist dass
ehr alle idiotische welt konzerne ann der nase gezogen hat, denen die
gosch geoefnett und das ethanol in denen halts herunter geschtampft hat.
Nicht wie jetzt, wo diese selben idioten den bloeden wasserstoff und dass
dumme biodiesel foerdern.
Und Bautista wird diesen selben armleuchtern dass reine poel von hinten
rein pumpen, dafuer sorge ich schon.
Leider sind Rudolf Diesel und Ludwig Elsbett nicht mehr da, um ihre CO2
mindernte ideen, also den kuehlschrank effect, dass gegentaill vom greenhouseeffect,
entlich weltweit zu geniesen.
Mit besten gruessen aus Brasilien
Fendel
www.fendel.com.br
-----Mensagem original-----
De: prehn
Enviada em: domingo, 26 de fevereiro de 2006 09:53
Para: Fendel
Assunto: Re: RES: Deutschland Gruesst mit Eko-Elsbett u.Rudolf
Guten Morgen Don Fendel und Familie,
einen schoenen Sonntagsgruss aus Goias.
Sie muessen Ihre Artikel in den Druckmedien veroeffentlichen, denn jeder
Artikel hat es in sich!
Sie muessen die Arbeit nicht dem Bautista oder anderen ueberlas-sen sondern
selber agieren. Haben sehr gute Ideen, muss ich sa-gen.Grossdeutschland
gruesst mit der Lebensweisheit:" selbst ist der Mann"!! Oder:"Wer
nichts bewegt der steht still". Oder-"wer in die Fussstapfen
anderer tritt der hinterlaesst keine eigenen Spuren"!!Wir werden
bestimmt noch einiges zusammen machen. Wenn es etwas neues oder Interessantes
gibt dann melden!
PS. Am 15-16-17 Maerz soll eine Agrar oder Oelsatenmesse irgent-wo in
Nordbrasilien stattfinden!? Wissen Sie etwas darueber??
Bis bald
MfG
Klaus Prehn u. Frau
-----Mensagem original-----
De: Fendel
Enviada em: segunda-feira, 27 de fevereiro de 2006 18:41
Para: prehn
Cc: juergenclaus1-PUC@yahoo.de; Boerjes2004@yahoo.de; Juergen
Assunto: RES: RES: Deutschland Gruesst mit Eko-Elsbett u.Rudolf
Dass Don, dass hoert sich ja gut ann... Dankeschoen.
Glaubst du den wirklich dass die medien meine ideen so einfach veroefentlichen?
Da bin ich schon ueber 20 jahre taeglich dran...
Und viel langsamer als ich ess wuensche, kommen sie so langsam dahinter,
und nicht nur die medien, auch die politiker.
Und wen du dier ein bischen muehe gibts brasilianische lectuere zu ueben,
du wohnst ja sogar und schlislich hier!, dan kannst du mit meiner seite
"opiniões" in www.fendel.com.br anfangen, da wirsd du
schon sehen dass meine stapfen zimlich in andere spuren stampfen.
MFG
Fendel
PS: Hoffe dass du nichst dagegen hast dass ich unseren neten e-briefausstauch
uebersetze und anderen biolesern zusende...
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