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OPINIÕES E COMENTÁRIOS
JULHO 2005 ENERGIAS RENOVÁVEIS E KYOTOMeu caro Odair
-----Mensagem original----- Será que o biodiesel é tão bobo como o hidrogênio?
--------------------------- Mensagem Original ---------------------------- Prezados, Há uma barreira fatal para a compra de biodiesel do Brasil: não há biodiesel disponível. Eu descobri que, apesar de toda a propaganda na mídia sobre o apoio: 1- não há financiamento efetivo para os produtores rurais
se interessarem pelo plantio de uma oleaginosa (principalmente a
soja, mas também algodão, girassol, nabo forraginoso, pinhão
manso etc) com esta finalidade; Estes 3 fatores acarretam a produção de biodiesel para
consumo próprio, mormente para agricultores associados em cooperativas.
Uma produção sem escala. Vale uma conta: 16/22=R$0,727/litro de biodiesel. Mesmo se somarmos R$0,70
de impostos, o custo fica em R$ 1,40. A questão é
que não sei quanto vale para distribuir.
-----Mensagem original----- Lição da Esquerda Intelectualóide Brasleira
-----Mensagem original----- Enquanto a Globo estiver mamando nas tetas do governo, continuaremos
refens do único partido que, a princípio, era o único
que tinha ética, moral e honestidade.
-----Mensagem original----- Ilmo. Senador Alberto Silva,
-----Mensagem original----- Eng. Fendel
-----Mensagem original-----
-----Mensagem original-----
-----Mensagem original-----
Protocolo de Kyoto_________ MDL em Siderurgia, Transportes, Energia, Biocombustível, Florestas, Resíduos, Saneamento etc Validação dos Certificados de Redução das Emissões – Oportunidades para Minas Gerais e o Brasil decorrentes do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) – Experiências em andamento no País – Linhas de ação 16, 17 e 18 de agosto de 2005 Local: Sede estadual do CREA-MG Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia de Minas Gerais Avenida Álvares Cabral n. º 1.600 – Belo Horizonte, MG – Brasil 16 de agosto de 2005: Auditório Belo Horizonte 20h30min – Cerimônia de Abertura Abertura Oficial: Eng.º Civil WILSON LANG Presidente do CONFEA Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia Eng.º Civil MARCOS TÚLIO DE MELO Presidente do CREA-MG Magna Conferência de Abertura: O Aquecimento Global e o Protocolo de Kyoto – o papel do Brasil na implementação do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) Ministro ÉVERTON VARGAS . Diretor-Geral do Departamento de Meio Ambiente e Temas Especiais do Itamaraty
. Mesa Redonda: - Expositores:
Dr. ROBERTO MESSIAS FRANCO . Gerente-Executivo do IBAMA em Minas Gerais
Dr. JOSÉ CARLOS CARVALHO . Secretário de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável
Deputado Estadual LAUDELINO AUGUSTO . Presidente da Comissão de Meio Ambiente e Recursos Naturais da Assembléia Legislativa do Estado de Minas Gerais
Dr. GERALDO MOURA . Diretor do Grupo Plantar S/A Prof.ª Dr.ª MARIA GERTRUDES ALVAREZ JUSTI . Presidente da Sociedade Brasileira de Meteorologia, Conselheira do CREA-RJ, Professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro
Eng.º Metalurgista MILTON NOGUEIRA . Consultor Internacional sediado em Viena, Áustria, um colaborador do Protocolo de Kyoto
- Coordenadora: Eng.ª Civil ELEQUICINA MARIA DOS SANTOS . Presidente do CREA-RN . Coordenadora do Colégio de Presidentes do Sistema CONFEA/CREA 17 de agosto de 2005: Auditório Belo Horizonte
09h00min – Painel 1: Coordenação: Eng.º Civil VALDIVINO DIAS DA SILVA . Presidente do CREA-TO . Coordenador-Adjunto do Colégio de Presidentes do Sistema CONFEA/CREA
Energia 1: O colapso dos combustíveis fósseis e o papel do Brasil no futuro contexto energético do mundo Dr. JOSÉ WALTER BAUTISTA VIDAL . Físico Pós-Graduado na Universidade de Stanford, Engenheiro, Presidente do Instituto do Sol
Seqüestro Florestal de Carbono:
Seqüestro florestal de Carbono no Brasil: Dimensões políticas, socioeconômicas e ecológicas - Descrição e análise sucinta dos projetos-piloto de seqüestro florestal de Carbono em Mato Grosso, Paraná, Minas Gerais e Tocantins - Oportunidades e limites do Carbono florestal como MDL no Brasil Dr.ª CHANG MAN YU . Doutora em Meio Ambiente e Desenvolvimento, Assessora da Secretaria do Meio Ambiente do Estado do Paraná
Saneamento Ambiental: Seqüestro de Gases de Efeito Estufa nos processos de Tratamento e Disposição final de Resíduos Sólidos: caso do Aterro Sanitário de Salvador, Bahia, e de outras experiências com produção de Biogás Eng.º Civil HENRIQUE SOUZA LIMA . Consultor Internacional – ICF Consulting
Seqüestro de Gases de Efeito Estufa em instalações de Tratamento e Disposição final de Resíduos: a) estudo de caso da geração de Energia derivada do Biogás no Projeto Nova Gerar, no Aterro Sanitário da S/A Paulista, em Nova Iguaçú, Rio de Janeiro; b) perspectivas de Produção de biogás combustível, a 92% de metano, a partir do Aterro em Vitória, Espírito Santo Possibilidades de recursos financeiros para aplicação em empreendimentos destinados a mitigar a emissão de gases de efeito estufa, de uma forma geral Dr. NUNO CUNHA E SILVA . Diretor responsável, para a América do Sul, da empresa britânica EcoSecurities
Redução de Emissão de Gases Efeito Estufa utilizando-se dejetos da Suinocultura: estudo de caso da Granja Becker, empreendimento na região de Patos de Minas, MG Dr. FABRÍCIO TIBÚRCIO MORO . Eng.º Agrônomo; Diretor da ANTECIPARE Consultoria Ambiental
11h55min – Debates
12h30min – Almoço livre. 14h00min – Painel 2: Coordenação: Eng.º Agrônomo SÉRGIO BARBOSA DE ALMEIDA . Presidente do CREA-PB . Coordenador do GT-Meio Ambiente do Colégio de Presidentes do Sistema CONFEA/CREA
Siderurgia:
A siderurgia à carvão vegetal e o MDL: oportunidade estratégica para o Brasil – o exemplo do Projeto Plantar, em Minas Gerais Dr. FÁBIO NOGUEIRA DE AVELAR MARQUES . Analista de Relações Internacionais; Gerente do Projeto de Créditos de Carbono do Grupo Plantar
Perspectivas de recuperação e reutilização de resíduos siderúrgicos em processos de captura de Carbono: o trabalho de pesquisa desenvolvido em Ouro Preto, Minas Gerais Prof. Dr. ERIVELTO LUIS DE SOUZA . Engenheiro Metalurgista, Mestre em Engenharia de Materiais, Coordenador de Projetos Especiais do Núcleo de Inovações Tecnológicas da Fundação Gorceix, da Universidade Federal de Ouro Preto Biocombustíveis: Áreas definidas pelo Governo federal em Minas Gerais para plantio de espécies vegetais destinadas à produção de Biodiesel, em comparação com outros locais: pinhão-manso e outros Dr. ANTÔNIO MACHADO . Professor da Universidade Federal de Minas Gerais Produção de biodiesel a partir de oleaginosas em unidades da Biobrás no Mato Grosso, Paraná, São Paulo e Minas Gerais Eng.º Eletrônico ARTUR AUGUSTO ALVES . Presidente da BIOBRÁS Destilação de álcool em pequenas propriedades rurais visando alcançar somatório que permita utilização do MDL do Protocolo de Kyoto – estudo de caso de geração de Biocombustível em Pará de Minas, Minas Gerais Geólogo MARCELO GUIMARÃES MELLO . Produtor rural, criador do PRONAL, ex-Presidente da Acesita Florestal, ex-Diretor do Departamento Nacional de Combustíveis (atual ANP), autor do livro “Biomassa: energia dos trópicos em Minas Gerais” Energia 2 Eng.º Mecânico THOMAS RENATUS FENDEL . Diretor-Presidente da FENDEL Tecnologia – Rio Negro, Paraná 18h00min – Debates 19h00min – Jantar livre 20h00min – Sessão Especial exclusiva para os Presidentes do CONFEA e dos CREA presentes e respectivas Diretorias e Assessorias: O papel destinado ao Sistema CONFEA/CREA no fomento ao projeto e implementação de empreendimentos utilizando o MDL e outros instrumentos do Protocolo de Kyoto Eng.º Metalurgista MILTON NOGUEIRA . Consultor Internacional sediado em Viena, Áustria, e um dos colaboradores do Protocolo de Kyoto 18 de agosto de 2005: Auditório Belo Horizonte 08h30min – Painel 3: Coordenação: Eng.º de Minas e Metalurgista DENNIS DE OLIVEIRA AYRES . Conselheiro, Coordenador da Comissão Permanente de Meio Ambiente do CREA-MG Mecanismo de Desenvolvimento Limpo – uma visão crítica: O paradoxo de Kyoto – controle do efeito estufa ou outra forma
de colonização . PhD em Engenharia de Recursos Minerais e Meio Ambiente, pelo Programa de Pós-Graduação em Tecnologia – PPGTE-CEFET/PR – Curitiba, PR
Projetos-piloto específicos formalizados antes da entrada em vigor do Protocolo de Kyoto:
O Projeto PEUGEOT, em Juruena e Cotriguaçu, no noroeste de Mato Grosso Dr. JEAN-MARTIN FOLZ . Presidente mundial do grupo PSA Peugeot Citroën Dr. YVES-MARIE GARDETTE . Diretor da ONF (Office National de Fôret) Brasil Ltda., do Ministério de Meio Ambiente da França
O Projeto Ação Contra Aquecimento Global (ACAG), na Área de Proteção Ambiental de Guaraqueçaba (integrante da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica-UNESCO), Paraná: o primeiro projeto de seqüestro de Carbono na Floresta Atlântica brasileira – recuperação de áreas degradadas Dr.ª MARÍLIA BORGO, MsC . Mestre em Botânica, Bióloga, Pesquisadora da Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação Ambiental (SPVS), de Curitiba-PR, que atua em conjunto com a The Nature Conservancy (TNC), de Arlington, EUA, e da Terra Preservada, no citado projeto
O Projeto de Seqüestro de Gases de Efeito Estufa na Ilha do Bananal e do seu entorno, no estado do Tocantins – a perspectiva e a oportunidade do Carbono Social para a geração de renda e a melhoria da qualidade de vida: - no Assentamento União II (município de Caseara-TO), - no Assentamento Barranco do Mundo (município de Pium-TO); e - no Assentamento Pericatu (também no município de Pium-TO) Dr. STEFANO MERLIN . Graduado em Economia e Administração Empresarial pela Universidade Ca’Foscari (Veneza); Presidente do Instituto Ecológica; desenvolve seu PhD na Universidade de Aveiro com os temas Biodiversidade e Mudança Climática Transportes:
O Protocolo de Kyoto e as soluções de transportes urbanos mitigadoras do Efeito Estufa: o estudo de caso da aplicação da tecnologia brasileira do Aeromóvel, em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul e em Jacarta, na Indonésia Eng.º OSKAR HANS WOLFGANG COESTER . Presidente do Grupo COESTER e inventor do Aeromóvel, patenteado na Inglaterra, Japão, Estados Unidos, França, Brasil e viável técnico e economicamente pela Empresa Brasileira de Trens Urbanos 11h40min – Debates 12h10min – Almoço livre. 14h00min – Sessão Técnica, aberta aos participantes: Processo Decisório em MDL – roteiro básico para aprovação dos Projetos MDL e a validação dos Certificados de Redução de Emissões Eng.º Metalurgista MILTON NOGUEIRA . Consultor Internacional sediado em Viena, Áustria, trabalhou na ONU-Organização das Nações Unidas sendo um dos colaboradores do Protocolo de Kyoto 16h30min – Visita Técnica sugerida:
Instalações da Companhia Brasileira de Trens Urbanos, Belo Horizonte, Minas Gerais. 18h00 – Jantar livre 19h30min – Sessão Solene
. Lançamento Oficial do Curso básico sobre o Protocolo de Kyoto – com o apoio técnico da Convenção do Clima (Bonn), do PNUMA-Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (escritório de Paris), da Associação Internacional de Comércio de Carbono (Genebra) e a ser ministrado pelo Dr. MILTON NOGUEIRA, Consultor Internacional e um dos colaboradores do Protocolo de Kyoto
. Magna Conferência: Oportunidades para o Brasil na implementação do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo do Protocolo de Kyoto Dr. JOSÉ DOMINGOS GONZALEZ MIGUEZ . Eng.º Eletrônico, Pós-graduado em Engenharia Eletrônica, especialização em Planejamento do Ciclo do Combustível Nuclear em Saclay, França, especialização em Modelos de Planejamento da Oferta de Energia, em Jülich, Alemanha, Mestre em Pesquisa Operacional, Secretário Executivo da Comissão Interministerial de Mudança Global do Clima.
. Mesa Redonda: - Expositores:
Tecnólogo de Estradas e Topografia JOSÉ CARLOS SOPCHAKI . Presidente do CREA-AC
Eng. Civil JOSÉ TADEU DA SILVA . Presidente da Federação das Associações de Engenharia, Arquitetura e Agronomia do Estado de São Paulo-FAEASP
Deputado Federal LEONARDO MONTEIRO . Membro da Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Câmara dos Deputados Deputado Estadual DOUTOR RONALDO . Vice-Presidente da Comissão de Meio Ambiente e Recursos Naturais da Assembléia Legislativa do Estado de Minas Gerais
Dr. MARCELO FURTADO . Engenheiro, Diretor de Campanha do Greenpeace Brasil
Eng.º Eletricista JOSÉ CHACON DE ASSIS . Presidente da Associação Fluminense de Engenheiros e Arquitetos, Consultor do GT-Meio Ambiente do Colégio de Presidentes do Sistema CONFEA/CREA
- Coordenador:
Eng.º Civil MARCOS TÚLIO DE MELO . Presidente do CREA-MG
Nota 1: como já citado, na noite de 17 de agosto de 2005 ocorrerá Sessão Especial, fechada, destinada especificamente ao Presidente do CONFEA-Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia e aos Presidentes dos CREA presentes bem como às respectivas Diretorias e Assessorias. Todas as demais Sessões e Painéis correspondentes serão abertas a todos os inscritos.
Nota 2: este Seminário Nacional sobre o Protocolo de Kyoto será antecedido de Reunião Ordinária do Grupo de Trabalho de Meio Ambiente do Colégio de Presidentes do Sistema CONFEA/CREA, em 17 de agosto de 2005, em horário a ser previamente estabelecido, conforme definido em reunião daquele GT transcorrida em Macapá, Amapá, nos dias 15 e 16 de abril de 2005. O GT-Meio Ambiente é constituído pelos Presidentes dos seguintes: CREA-PB; CREA-PI; CREA-AC; CREA-AP; CREA-MS; CREA-RJ; CREA-RS; CREA-SC; CREA-TO; CREA-MG.
Nota 3: estará reservado espaço na área externa do edifício da sede estadual do CREA-MG para exposição de dois veículos de propriedade de um dos Palestrantes e que se dirigirão do Paraná até a Capital mineira, sendo: um, Toyota Caldina, movido a 50% óleo vegetal bruto, 5% de etanol e 45% de diesel fóssil; outro, Ômega Suprema, movido a 100% óleo vegetal.
Nota 4: também estará sendo apresentado um dispositivo de cogeração de energia elétrica, de 2 kW de capacidade e cujo combustível é 100% óleo vegetal e que se prevê esteja fornecendo energia elétrica na ocasião. Parte dessa energia será usada para iluminar o balão da vigília pela liberdade do Eng.º João José Vasconcelos Júnior, desaparecido no Iraque invadido.
Nota 5: os participantes, no ato de inscrição, deverão registrar a opção pela visita técnica sugerida. Caso não seja alcançado índice suficiente de preferência, não será oferecida pela Organização do Seminário.
Nota 6: está prevista a realização de reunião com os Coordenadores das Comissões de Meio Ambiente dos CREA, simultaneamente ao Seminário.
22/07/05 - ENERGIAS RENOVÁVEIS E KIOTO Energias Renováveis Estoi acá aprovechando las vacaciones de mi hijo, para hacer mais
algunas viajes de pesquisas. Meu caro Dep. Elimar Máximo Damasceno Vosso explêndido Projeto elaborado em conjunto com nosso Dep. Eneas,
sobre a obrigatoriedade do uso dos biocombustíveis, é a
coisa mais racional que eu já vi tramitando em Brasília,
da qual só estão saindo vapores fétidos. Meus caros Sebastião e Cristiano Já pedi várias vezes aos moderadores do grupo Forumsocialclima
a trocar meu endereço, para que esta lista receba meus comentários... Meu caro Paulo Realmente, sendo o correio brasileiro monopolizado, prá que tanto
desperdício de dinheiro público em propaganda? E enganosa? Minha querida Clarissa Sobre o comércio internacional de biocombustíveis, posso garantir que os estrangeiros estão equivocados em sobretaxar os biocombustíveis brasileiros, e o Brasil está errado em vendê-los por micharia... Meu caro Sartôsão O motor veicular a ar comprimido é apenas 3% menos bêsta
do que dito cujo a bobo hidrogênio. Meu caro Cássio Além das inúmeras barreiras policiais em terras paraguaias,
movidas a pequenas propinas, e assim te deixam seguir adelante mesmo que
vc não tenha três extintores no carro, ou cinco triângulos,
ou etc, vimos que o Diesel fóssil por lá é mais caro
do que a gasolina, o que comprova mais uma vez minha teoria da putaria
tarifária energética mundial, onde os prêços
são manipulados em benefício único das oligarquias
que sustentam os desnecessários e corruptos políticos. Minha querida Veridiana Toda esta sacanagem que vc menciona, a filha da puta imprensa nacional
não divulga e finge que não vê. Falando em putaria energética, veja mais esta nojenta notícia abaixo, onde consta que continuamos jogando fora nosso porco gás natural, em forma de chamas inúteis nas refinarias, aumentando inutilmente o efeito estufa, enquanto compramos o mesmo porco gás boliviano em dólares, mesmo o não o utilizando... Putos Bioabraços
Petrobras triplica a queima diária de gás A queima de gás natural pela Petrobras atingiu 10,1 milhões de metros cúbicos diários em maio, segundo dados da Agência Nacional do Petróleo (ANP). Esse nível é cerca de três vezes o volume médio queimado em maio do ano passado, quando a média diária oscilou em torno de 3,8 milhões de metros cúbicos. O forte aumento do desperdício coincide com a maior produção de petróleo. Como no Brasil o petróleo é associado ao gás natural, quando há aumento na extração do óleo, ocorre aumento simultâneo da exploração do gás. Como a estatal não desenvolveu infra-estrutura para aproveitamento do insumo, a opção é queimar o gás. Além do aumento da extração de óleo na Bacia de Campos, a Petrobras tem registrado problemas no Campo de Urucu, no Amazonas, devido à quebra de um compressor, que tem impedido a reinjeção do gás natural extraído na região. A empresa divulgou nota no mês passado explicando que o problema só deverá ser equacionado em setembro e que a ANP autorizou a Petrobras a adotar esse procedimento. No caso da Bacia de Campos, o aumento da queima deve-se à entrada em operação de duas novas grandes plataformas de produção (a P-43 e a P-48), instaladas nos campos de Barracuda e Caratinga, sem que os seus módulos de compressão de gás estivessem em pleno funcionamento. A queima diária de gás natural em maio corresponde a quase duas vezes o consumo de gás natural veicular (GNV) no país, utilizado pela frota de quase 950 mil veículos convertidos e mais de 20 vezes o consumo residencial. (Fonte: Jornal de Santa Catarina)
-----Mensagem original----- Querido, quem não sabe que esses "acidentes" são
uma forma de fazer com que as pessoas passem a aceitar a idéia
de privatizar a Petrobras, assim como fizeram com a Vale do Rio Doce e
demais empresas que sempre apresentaram bons lucros e de repente, da noite
para o dia, estavam no "vermelho" assim, antes de privatizá-las
o governo (que é muito bonzinho) vai lá e saneia as dívidas
e ainda financia, com o nosso dinheiro, a "doação"
dessas empresas para grupos internacionais, que depois ficam esfregando
na nossa cara os seus altos lucros, e nós só ficamos observando,
inertes, a essa safadeza. Nossa! como tenho inveja da garra dos pobres
bolivianos.
-----Mensagem original----- Boa tarde, Fendel,
-----Mensagem original----- A pergunta que não quer calar (Herr Fendel): --------------------------- Mensagem Original ---------------------------- Pior é que é verdade! Vejam no sítio da empresa,
a MDI, do Luxemburgo (o Roberto Almeida (ELE-68)
-----Mensagem original----- Fendel, mandaram para mim, o q vc acha... Por Roberta Jardim de Morais* No final dos anos setenta, a comunidade internacional deu início a um esforço conjunto com o intuito de reduzir os níveis de poluição do ar que vinha alcançando patamares impensáveis e causando danos de caráter irreversível. Para tanto, foram assinados diversos tratados e declarações internacionais onde os Estados estabeleceram o compromisso de adotar medidas adequadas para reduzir os níveis de emissões de dióxido de carbono. Dentre tais medidas encontravam-se aquelas relativas à redução do uso de combustíveis derivados de fontes fósseis, como por exemplo, a gasolina. Neste mesmo período, o Brasil desenvolvia, por distintas razões, um programa de incentivo à produção do álcool, mais conhecido como Pró-Álcool. Através do Pró-Álcool pretendia-se manter o Brasil pouco susceptível à instabilidade econômica gerada pelas oscilações no preço do petróleo, claramente evidenciada no período da guerra de Yum Kippur. Todavia, apesar do sucesso e do grande desenvolvimento tecnológico alcançado pelo Brasil nesse setor, o programa acabou sendo extinto na década de 80, por razões políticas. Passados aproximadamente 30 anos, a questão do etanol volta a ser debatida, desta vez no cenário internacional, não apenas por este ser uma alternativa potencial à dependência do uso dos combustíveis de origem fóssil, mas por ser um combustível "limpo", que não causa prejuízos ao meio ambiente. A retomada das discussões sobre a temática, deve-se à busca por opções que possibilitem o cumprimento das disposições estabelecidas nos tratados internacionais firmados nas décadas passadas. Os chamados biocombustíveis, como por exemplo o etanol e o biodiesel, são alternativas reais à gasolina e ao diesel tradicionalmente utilizados no setor de transportes. As tecnologias voltadas à produção do álcool, desenvolvidas no Brasil durante o Pró-Álcool, bem como um geo-clima extremamente favorável à cultura de cana-de açúcar, colocam o país numa posição estratégica e de liderança, no setor sucroalcocooleiro. O bioetanol, em estado puro ou em mistura, não é apenas uma alternativa aos combustíveis derivados do petróleo, mas uma fonte de energia não poluente que se encontra em conformidade com os mais exigentes padrões internacionais. Este é, portanto, um mercado emergente, altamente atrativo para os produtores brasileiros, que têm todas as condições de se destacarem nele. A demanda por biocombustíveis é grande. Em dezembro de 2003, a União Européia editou a Diretiva 2003/30/CE relativa à promoção da utilização de biocombustíveis ou de combustíveis renováveis no setor de transportes. Esta não é apenas uma declaração política, mas uma verdadeira norma jurídica de caráter obrigatório, que vincula todos os Estados Membros da União Européia. De acordo com as disposições previstas no documento, os países europeus têm a obrigação de até o final de 2005, acrescentarem à gasolina e ao diesel, 2% de biocombustíveis ou de outros combustíveis renováveis. Os níveis da referida meta são elevados para 5,57%, até 31 de dezembro de 2010. Os países deverão ainda apresentar à Comissão Européia, anualmente, as medidas que estão sendo adotadas para promover a utilização dos biocombustíveis ou de outros combustíveis renováveis. Ocorre que, até o momento, apenas alguns países encaminharam à Comissão suas propostas. Esta, no intuito de zelar pelos interesses comunitários, enviou cartas de notificação de incumprimento da norma aos diversos Estados-Membros que ainda não informaram, oficialmente, quais medidas estão sendo adotadas para efetivar a transposição da norma comunitária para a legislação nacional. O cenário, parece, portanto, adequado para que os produtores e exportadores brasileiros, já organizados e experientes no setor de biocombustíveis, comecem a se mobilizar e a utilizar os mecanismos internamente disponíveis para oferecerem, desde já, oportunidades atrativas aos futuros compradores europeus. O papel do Governo Brasileiro, neste contexto, também será de grande relevância. As tarifas incidentes sobre a importação do biocombustível ainda são elevadas. Cabe, portanto, ao nosso Governo, conduzir negociações com a União Européia, apoiando os importadores europeus e os exportadores brasileiros. *Advogada, conselheira da Pró-Terra,
-----Mensagem original----- Pergunta para o Povo Brasileiro fazer à Comissão Parlamentar
de Inquérito:
-----Mensagem original----- Obrigado, Sebastiao. Uma vez que eu valorizo muito pessoas educadas, tenho ohábito de ser educado também. Me parece uma troca justa. No mais, sempre procuro me esforçar para transmitir isso na forma escrita, o que é difícil, pois sem me enxergar e sem ouvir o tom da minha voz, cada um pode interpretar de uma forma diferente. Também estou ansioso pelos comentários do Fendel. Abraço, --- Sebastiao escreveu: Prezado Cristiano, 2- UHE de Ipueiras, com potência instalada de 480 MW e um reservatório
previsto de 1066 quilômetros quadrados, no Rio Tocantins. Em comparação
com Barra Grande, Ipueiras formará um lago 17 vezes maior, para
gerar menor quantidade de energia. Essa área é imensa, equivale
a mais de duas vezes a cidade de Porto Alegre, ou 2/3 da área da
cidade de São Paulo, para gerar uma "merreca de energia".
-----Mensagem original----- Prezado Senhor, Dep Elimar Máximo Damasceno PRONA/SP
-----Mensagem original----- Fendel
-------Mensagem original------- Eu posso comprar estes óleos naturais usados por R$ 0,20 o litro. Bioabraços Fendel
-----Mensagem original----- A APREMA-SC da qual sou presidente esta trabalhando no sentido de sensibilizar
os geradores de oleos vegetais usados a coloca-los a disposição
sem lança-los ao meio ambiente. Abraços Gert
-----Mensagem original----- MUDANÇAS CLIMÁTICAS CAUSAM CAOS NA BOLSA DE COMMODITIES Cpmi dos correios Apesar de tua idade, vc continua mal informado sobre os trâmites
entre empresas e governos mundo afora, ou retificando, dos governos das
grandes corporações sobre os governos dos países. Meu caro Conte Os escãndalos se repetem, a décadas, senão a séculos,
a cada dia mais cabeludos, e tudo acaba em tapinha nas costas, sempre. Meus caros Gert e Paulo Esta entrevista sobre bioenergias foi gravada a quase um ano, durante
a fantástica expedição de Energias Positivas promovida
pelo Greenpeace, da qual participei durante os primeiros 6.200 km com
meu caminhão Mercedes 1113 movido a 93% óleo de soja e 7%
etanol, o que para mim foi um grande e grato laboratório, não
só em termos das maravilhosas bioenergias, mas em termos de relações
humanas, afinal o comboio tinha pujantes metas e rígidos horários
a cumprir. Meu caro Armando O macaco Simão tá certo... Meu caro David E tem quem chama o governador do Paraná de nazista e outros adjetivos
deploráveis, devido a seu pulso firme na questão transgênica. Minha querida Veridiana A putaria institucionalizada nos congressos é muito mais vergonhosa
e prejudicial do que o comércio do prazer de algumas senhoras,
que em muitos casos apelam prá esse mercado, como última
forma para sustentar os filhos abandonados pelos machões palacianos,
de todos os níveis. Meu caro Alexandre Esses norteamericanos são uma merda mesmo. Abestalhados Bioabraços -----Mensagem original----- Caro Fendel, um pé cúbico ou board feet, equivale a 0,02832 metros cúbicos, e um metro cúbico equivale a 35,31 pés cúbicos. Eu conversei pessoalemente com um o autor do artigo e ele não soube me esplicar muito bem pq utilizou aquele preço em seu artigo. Mas eu averiguei um documento de venda de logs por pé cúbico nas florestas estaduais de Michigan e esse está em torno de U$100 as espécies mais baratas como aspen e basswood, sobem para mais de U$500 espécies como black cherry e outras hardwoods e vai para acima de U$1000 espécies super nobres como sugar maple. Veja também que o preço da tora altera conforme seja utilização final: serrada, celulose, refugos, sobras; assim, o estado obtém maior valor no preço das licitações. Enquanto isso aqui no Brasil vende-se madeira tropical por R$70 o metro cúbico de log. Infelizmente, a falta da propriedade "titularidade da terra" associada a falta de fiscalização, faz com que a oferta do recurso madeireiro tropical seja quase - hipotéticamente - "infinita", baixando seu valor a esse pífio preço! Eu estou estudando mecanismos econômicos, técnicos e políticos a fim de alterar essa triste situação. Trabalhei para o Estado do Acre em 2003 e 2004, nesse período tive a oportunidade de trabalhar na licitação da exploração madeireira da Floresta Estadual do Antimary. Digamos que foi um estudo "pré-concessão". Agora nos utilizaremos do sistema americano de leilão de madeira em tora para avaliar a rentabilidade desse sistema. Atenciosamente, At 01:26 PM 7/8/2005, you wrote: Caro Alexandre Quanto dá em volume, por exemplo em m3 ou metro estéreo, o square foot que vc menciona? Bioabraços
-----Mensagem original----- Caro Sebastião, Achei interessante a sua colocação. Realmente, um dos grandes
problemas do desmatamento está na desvalorização
da madeira tropical. Imagine a madeira tropical mais desvalorizada que
já é? E esse problema é agravado pela Esses dias li um artigo interessante, de Baek and Yin (2004), Market and welfare impacts in the US restrictions on softwood lumber imported from Canada; que trata das barreiras econômicas aplicadas à madeira importada pelos EUA do Canadá. Poderiamos utilizar esse artigo para fazer algumas comparações com nosso Brasil. Para isso, alguém poderia colaborar fornecendo a evolução do preço de madeira em tora no Brasil, de pinus e madeiras tropicais. Primeiramente, segue abaixo o preço nominal, por trimestre, de softwood em tora, por square foot, nos EUA, (Fonte de dados: Baek and Yin, 2004) ano U$ Não é preciso ser um especialista para saber que o preço de madeira em tora nos EUA é altíssimo. Dentre as causas desse preço está: eles têm a questão fundiária resolvida! Os proprietários de terra consideram o lucro obtido no processamento da madeira na composição do preço da tora. A "propriedade" faz com que exista uma transferência de valores e lucros do madeireiro para o proprietário de terra, opostamente ao que existe no Brasil. Nos EUA o madeireiro que não está na premissa "mercado competitivo", vai a falência. Outros pontos que valorizam as timberlands e conseqüentemente as toras, são os aesthetic values e os serviços ambientais. O americano, pela sua cultura, consegue relacionar a conservação e a preservação à qualidade de vida. Além disso os EUA protege o seu mercado, sobretaxando e/ou impondo cotas às madeiras importadas (tora, serrada, chapas, painés, seja qual for). Assim, o preço da madeira nos EUA não baixa! Conseqüentemente, não acontece desmatamento em excesso, o Serviço Florestal e o DNR conseguem manter a ordem ambiental/florestal. Enfim, eles têm informação, eles se utilizam de números, estatísiticas, matemática, economia, modelagem e políticas públicas sérias, e não em achismos e oba-oba. Não sei o autor da frase, mas "quem tem informação, tem poder". O artigo do IMAZON diz: "essa redução de 3,8 milhões de m³ de madeira em tora PARECE estar associada a três causas principais...". Infelizmente, nossas instituição no Brasil nós não coletamos informação qualitativas e quatitativas sistematicamente para podermos elaborar um real plano de ação. O que fazemos é pouco, é preciso MUITO MUITO mais. Não quero aqui comparar o Brasil com os EUA, temos nossos valores e devemos resolver nossos problemas por aqui mesmo. Mas enquanto ficarmos nessa queda de braço de poder mesquinho e interesses, enquanto não tivermos formação de profissionais sérios, que esses realmente assumam as cadeiras de trabalho e esses sejam valorizados, enquanto não tivermos um extenso programa de educação ambiental, enquanto a população não fizer parte das decisões das políticas ambientais (democracia), não teremos políticas ambientais/florestais eficientes. A quem interessa ficar tudo como está? Quem são esses Gersons? Onde estão nossos valores comportamentais e institucionais? É isso.
At 11:14 AM 6/28/2005, you wrote:
-----Mensagem original----- Fofo, veja só esse absurdo, afinal, parece que o Brasil não tem, nem leis nem ordem, basta ver a zona que é o Congresso Nacional From: "ABKnet News" Abknet News Assume dimensões cada vez mais escandalosas o caso da Volkswagen
na Alemanha. O Süddeutsche Zeitung revelou durante a semana que,
além dos milhões extorquidos por executivos e o caso da
brasileira Adriana B. (Abknet News 03/07/05), a empresa financiava viagens
de entretenimento sexual ao Brasil, para desfazer resistências de
sindicalistas membros do conselho interno à política da
empresa. Tudo isso por conta da montadora. ABKnet - o pioneiro site brasileiro no exterior Ótimo dia pra você.
-----Mensagem original----- Sr. Diretor de Redação A reportagem Lula à sombra da crise (Veja 1912 - 06/07 - pag.
49) começa afirmando: "Com sua biografia, energia pessoal
e recursos políticos descomunais, o presidente Lula sempre se mostrou
maior do que os abismos que se abriram a sua frente". Sugiro a Veja não subestimar a inteligência de seus leitores,
já que a minoria que a lê é constituída de
pessoas esclarecidas ou razoavelmente esclarecidas. A continuar assim,
vai perder leitores.
-----Mensagem original----- Gazeta do Povo, Curitiba, 06/07/2005 Porto rejeita cargas com transgênicos O porto de Paranaguá rejeitou, na última sexta-feira, 28 caminhões de soja destinada à exportação. As carretas portavam laudo que certificava que a carga era composta por grãos convencionais, mas exames realizados pela empresa pública de classificação Claspar encontraram traços de transgenia. O governo do estado proíbe o embarque de transgênicos no terminal. De acordo com a Administração dos Portos de Antonina e Paranaguá (Appa), a carga barrada pertence à empresa Adubos Viana, que no mês passado teve outros 101 caminhões impedidos de embarcar por conterem grãos geneticamente modificados - carregamento que também possuía laudos garantindo que a soja transportada era convencional. Os laudos dos caminhões recusados na primeira vez foram emitidos pela certificadora SGS do Brasil, que tem sede em Paranaguá. O carregamento barrado na sexta-feira, por sua vez, recebeu certificação de outra empresa, a Wakefield Inspection Services do Brasil, também sediada na cidade portuária. Em nota, o superintendente da Appa, Eduardo Requião, afirma que existe "uma clara intenção de burlar as normas instituídas pelo governo do estado do Paraná, que proíbe o embarque de soja transgênica para exportação". E promete agir com mais rigor a partir de agora, passando a reter os caminhões que até então eram apenas obrigados a retornar ao local de origem. Para a Appa, a Adubos Viana estaria utilizando um mesmo laudo - que certifica que a soja é convencional - várias vezes para diferentes cargas, o que configuraria "falsificação documental". O gerente comercial da Wakefield, Luiz Alfredo das Neves, nega a acusação. "Não houve má-fé, nem por parte da Wakefield nem por parte da Adubos Viana", diz. Segundo ele, o fato de a Wakefield ter classificado como convencionais cargas de soja transgênica seria conseqüência de dificuldades técnicas comuns a esse tipo de procedimento, uma vez que as análises são feitas a partir de amostras. Os 28 caminhões recusados na sexta-feira pertenciam a um lote maior, de 38 carretas. "A primeira análise da Claspar mostrou que todos os 38 caminhões tinham soja transgênica", diz Neves. "Mas uma segunda análise, feita a partir de novas amostras, constatou que 10 deles tinham apenas soja convencional." Para ele,isso comprovaria que mesmo a Claspar encontra dificuldades nas análises. Neves informa que, desde 20 de junho, a Wakefield possui uma equipe que trabalha em Ponta Grossa, diretamente nos silos da Adubos Viana, analisando tanto a soja que chega do estado de Mato Grosso quanto a que sai dos silos em direção a Paranaguá. Em média, 80 carretas com soja são analisadas diariamente. A reportagem tentou entrar em contato com os representantes da certificadora SGS do Brasil e da Adubos Viana, mas foi informada de que osresponsáveis não estavam.
-----Mensagem original----- Para: Fendel Gostei da notícia. Vou dormir mais tranquilo hoje. Até
que enfim alguma coisa decente se estabelece em nossa fronteira oeste.
Quem sabe assim os brasileiros que abastecem o Paraguai de automóveis,
roubados por quadrilhas de ambos os lados, não os recebam de volta.
Quem sabe assim o contrabando de armas e drogas que abastecem o crime
organizado no Brasil e a máfia da droga não sofra um golpe.
Eu sempre achei que se o Brasil fosse um pais que tivesse algum valor
já teria invadido o Paraguai há muito tempo. Perdeu a oportunidade
com a guerra do Paraguai. Ah, mas pera ai! Esse Mauro Santayana é
um velho comunista maluco, eu me lembro dele! É um filho da puta
comunista mentiroso! Puta merda! Esse canalha está plantando na
Internet uma tremenda mentira para enganar trouxas comunistas como ele.
-----Mensagem original----- JOSÉ SIMÃO Socorro! O PT fez cocô na sala! Buemba! Buemba! Macaco Simão
Urgente! O esculhambador-geral da República! Direto do País
da Piada Pronta! Voltei! E que zona é essa aqui no Brasil? O PT
fez cocô no meio da sala!
-----Mensagem original-----
-------Mensagem original------- De: Voz Vale Quarta-feira 06 DE JULHO DE 2005 - ANO V - Nº 1369 ---------------------------------------------------------------------------------- BASE NORTE-AMERICANA SÓ Aonde esta a camada mais fértil de terra do mundo, na margem paraguaia, lado direito do lago binacional de Itaipu, e a maior parte colonizada e muito ainda cultivada por brasileiros, estão se alojando tropas norte-americanas desde o inicio desta semana, montando base permanente junto a Itaipu, a maior hidrelétrica do mundo e sem ela funcionando o Brasil fatalmente para. E estabelecido o caos na economia, porque na política já somos presas fáceis aos adversários que desafiamos, mesmo sabendo que eles não vivem sem guerra. Foi quando reunimos no RJ seus inimigos árabes. O pior é que o Brasil contratou a obra de Itaipu por 25 bilhões de dólares, a concluiu em 1982, e desde então paga juros sobre juros da dívida contraída, por isso cobrando caro e botando cada vez mais preço sobre a energia que as águas do rio Paraná geram sem pedir nada em troca. Toda a soma sai dos brasileiros, inclusive para pagar royalties e pela compra da metade da energia que pertence ao Paraguai, país que agora, sem consultar o seu parceiro, abriu as pernas e disse sim aos dirigentes do Pentágono Norte Americano. A região da tríplice fronteira é a mais estratégica para domínio do continente Sul Americano, que é o mais produtivo das cinco fazendas Norte-Americana, tanto que Che Guevara visava iniciar neste ponto o governo sonho de independência da América Latina. Esta no centro, e sobram argumentos aos mandantes do mundo: é o maior porto seco de pirataria do continente; de tráfico de drogas; e principalmente sob a ótica deles de ser refugio do terror islâmico que tanto combatem, - sem, no entanto darem provas de que não foram os próprios os autores do 11 de setembro, como teriam sido os próprios judeus que explodiram a Amia, em Buenos Aires, para edificar suntuoso prédio naquela área central e nobre da capital Argentina. Também com os argumentos acima, mesmo que acabem produzindo o caos no Brasil por erro tático de alguma explosão que a barragem de Itaipu possa sofrer, não despertariam a ira para o mundo quanto fins maiores que há tempos o JORNAL ABSOLUTO vem alertando, inclusive expôs ao deputado federal do PT que coordena a campanha de desarmamento no Brasil quando esteve em Jaraguá do Sul. De que por trás estaria o Pentágono Norte-Americano, e foi acatada pelo ingênuo governo petista sob prisma de paz interna, abortando assim um golpe interno, como exemplo, do movimento o Sul é o Meu País. Mas no fundo, e quem viver poderá comprovar, os dominantes do mundo querem dominar o que temos e não sabemos usar para nos sobrepor a eles, que se tornaram fortes dominando o petróleo e do qual não dominam a produção e cujo ciclo de fazer riquezas esta encerrando, - basta analisar quantas experiências já estão prontas para movimento do automotor. Diante desta realidade, e para que a nota verde que eles sobrepõem as demais continue no topo, nada mais justo do que ser ela a dona do maior espaço verde do mundo, a Amazônia Legal. Começaram dando mostras com um mapa que percorreu a internet, cujo veiculo de comunicação não conseguem controlar como fizeram com o rádio, depois jornais e televisão. Mais visível se tornaram nesta ganância ao praticar o enfraquecimento dos governos nos paises donos deste enorme território verde e mais visível acuando o Presidente Chávez, e como sempre fizeram e fazem, mantendo investimentos em anti-heróis como os parasitas que ora se revelam no congresso, em Brasília, após décadas de sugação em esquemas obscuros. E o pior é que muitos só deles só vêem cifrões, nada além do perigo que representa suas ações. E os Estados Unidos, que esta cada vez mais temeroso de perder o domínio mundial, e hoje mais do que nunca desrespeitando todas as regras de convívio internacional, pois tornando submisso governos como, fez dia 1º, por exemplo, contra o de Sílvio Berlusconi, da aliada Itália, seqüestrando clandestinamente para fora daquele país um muçulmano. Mas não eles não são tolos, e estão conscientes de que diante destas ações condenáveis em todos os sentidos, analisam e sabem que, se invadirem por invadir, sem suposta justificativa ao mundo, apenas para anexar as riquezas que já exploram e as ainda inexploradas da rica flora, fauna, minerais e minérios da Amazônia Legal, os EUA se manterá no topo do poder por outro século, pois terão o que vender ao resto do mundo, - além da cobrança desenfreada em royalties por produtos e principalmente medicamentos, afinal é possível até fomentar epidemias. Por isso temem que o restante do mundo pode se virar contra eles sem uma grande justificativa, - e haver repetição do massacre que destruiu o poderio nazista. Adelmo Müller, editor do JORNAL ABSOLUTO e do livro reportagem Fronteira das Emboscadas, que aponta pontos obscuros do período ditatorial na América Latina, com enfase nas ações desencadeadas na triplice fronteira, onde atuou por duas décadas.
-----Mensagem original----- Prezados Floresteiros,
-----Mensagem original----- Amigo e Colega Fendel, Fico orgulhoso pelas indicações que tenho feito para o
EcoterraBrasil. Abraços do
-------Mensagem original------- De: EcoTerra Brasil 06/07/2005 Ambientalistas cadastrados - 55.656 Energia Renovável - Entrevista com Thomas Renatus Fendel Muito se fala na crise ecológica que passa o planeta, e principalmente, no fim dos recursos naturais de origem fóssil. Neste contexto, a produção e a utilização de energia renovável se tornou um dos maiores desafios do novo século. Muitas pesquisas são desenvolvidas nesta área, pois já se sabe que os ganhos ambientais, sociais e econômicos provenientes da utilização de recursos renováveis para geração de energia é muito grande. O engenheiro mecânico Thomas Renatus Fendel é um destes pesquisadores que procura viabilizar projetos utilizando as bioenergias. O polêmico Thomas Fendel defendeu suas idéias para otimizar a produção de energia renováveis no país em entrevista à revista EcoTerra Brasil. O Biodiesel e o Brasil - Entrevista com Bautista Vidal "Com o Programa Nacional de Produção e Uso de Biocombustíveis o Brasil entra de vez no mercado da energia limpa, e pode se tornar uma grande potência. Para falar sobre o biodiesel, a EcoTerra Brasil entrevistou o físico e engenheiro Bautista Vidal
-----Mensagem original----- A LIÇÃO QUE MALUF NÃO ENSINOU Foram quase dez horas de depoimento. Roberto Jefferson confessou que ele próprio fraudou a prestação de contas de campanha eleitoral, mas que não era diferente de ninguém porque, segundo ele, todo mundo fez o mesmo. Reafirmou acusação contra diretores de Furnas, responsáveis por repassar mensalmente R$ 3 milhões para deputados e partidos políticos, incluindo o PT. Só faltou mesmo detalhar a sua participação no esquema montado nos Correios e no IRB e o papel do seu genro em toda essa história. Como Chacrinha, Roberto Jefferson continua ”dando as ordens no terreiro e comandando a massa”. O que fala vira manchete dos jornais. Pauta a mídia, dá pistas para a Polícia Federal, indica quem a CPI deve chamar, e quando contestado, janta os seus interrogadores. Tem informações sobre os podres de quase todo mundo e, por isso, concentra poder em suas mãos. Demitiu o ministro mais poderoso: “Sai daí, Zé, cai fora”; forçou Lula a botar pra fora três diretores de Furnas, derrubou um procurador da fazenda e diretores dos Correios. Não é exagerado pensar que pode ser eliminado e aí acaba virando herói. Aliás, para que essa história seja uma tragédia completa, só falta a morte de alguém. Tem cheiro de sangue no ar e não é apenas o do Celso Daniel, prefeito de Santo André! ; que foi assassinado. Diploma de trambiqueiro O grave é que as denúncias atingem não apenas os corruptos notórios de sempre, mas dirigentes do PT como Delúbio Soares (tesoureiro), Sílvio Pereira (secretário geral) e Marcelo Sereno (secretário de comunicação), sujando um partido cuja imagem perante a opinião pública sempre foi de decência, de ética e de honradez. Isso enfraquece o partido e mata a esperança de milhões de brasileiros que confiaram na prática e no discurso petista, e de muitos latinoamericanos que viram no PT uma alternativa para as mudanças sociais no continente. A resposta do PT tem sido pífia e escorregadia, sem uma vontade firme de investigar e de punir os culpados. Delúbio apareceu em público duas vezes: numa entrevista coletiva na sede do PT, e anteontem na Assembléia Legislativa de Goiás. Lá, discursou, chorou, repetiu a lenga-lenga de que um golpe de direita está se armando no país e prometeu mostrar as provas de sua inocência “no momento oportuno”. Francamente, diante de um discurso pouco convincente como esse, a direita não precisa dar golpe para retomar o poder. O Romero Jucá, do `frangogate`, precisou de um golpe para se tornar ministro? Na visão dos donos do país, o maior crime cometido pelo PT talvez não tenha sido comprar deputados corruptos, prática bastante usual entre eles, usada na reeleição de FHC. O maior crime dos petistas seria o exercício ilegal da profissão, o amadorismo, a falta de profissionalismo. Os quadros do PT não estão adestrados e nem legalmente habilitados para cumprir funções tão delicadas, não estão à altura do cargo. Afinal, para ser trambiqueiro, tem que ser escolado, tem que ter diploma. Os partidos ‘velhos' não perdoam esses `novos políticos` do PT, sem diploma e sem berço, que agora querem concorrer com eles, como se fossem os `novos ricos` da política brasileira. Afinal, os partidos tradicionais vem acumulando experiência no assunto desde a época dos primeiros governadores gerais Tomé de Souza (PFL- viche!), Duarte da Costa (PMDB – viche!) e Mem de Sá (PP – viche!viche!). São sérios no seu ofício. Aprenderam no seio de suas famílias como roubar sem deixar o rabo de fora, vestígios, indícios, sinais, pegadas, rastros, pistas. Dessa forma, acumularam fortunas. Medo de ser infeliz Os caras recebem treinamento intensivo para não deixar impressões digitais nos cofres públicos. Aprendem como negar evidências e provas. Maluf é o exemplo mais acabado disso. Recentemente deu um show na televisão brasileira. Jornalistas esfregavam na cara dele os recibos com sua assinatura transferindo grana grossa para os paraísos fiscais, ele olhava para as câmaras e, com um sorriso de aeromoça estampado no rosto, proclamava sua inocência. Negava. Negava sempre. Negava tudo, com convicção. Dona Silvia, os filhos e até os eleitores de Maluf sempre demonstraram orgulho pela esperteza do chefe. Se é verdadeira a denúncia do Roberto Jefferson, o Delúbio – coitado! - quis fazer o que a elite desse país sempre fez, mas a escola que cursou não lhe deu os instrumentos adequados, ensinou outras coisas, princípios éticos, noções de probidade, retidão, integridade e justiça. A família também não contribuiu. O pai dele, seu Catonho, de 75 anos, é um homem do campo, humilde, íntegro, que morre de fome, mas não pega nem fruta no pomar do vizinho, ela pode apodrecer, que ele não toca. A família em Buriti Alegre (GO) e os amigos estão constrangidos com as denúncias. O Delúbio, coitado, nas duas vezes que apareceu em público, estava nervosíssimo, suava pra cacete, os lábios secos, a língua empastada e pesada, gaguejou, a mulher ficou atrás dando cola e passando bilhetinho. Ele não consegue esconder que ainda tem vergonha na cara e um certo sentimento de culpa: o que vão pensar dele a família, os amigos, os companheiros? Tentou realizar atividades, sem ter habilitação para isso e pode se ferrar. Devia ter feito antes um estágio nos Correios, no IRB ou na Schincariol. Até o choro dele é amador, suas lágrimas não são profissionais como as do Bispo Rodrigues, acusado de comprar deputados na Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro. O sangue frio que os delúbios não possuem se adquire no berço e na escola. Nas creches, se aprende como chantagear a tia para ter acesso à mamadeira. No maternal, se exercita no roubo da merenda do colega. O segundo grau profissionalizante é em vigarice e fraude. Já na universidade, no curso de graduação, se obtém diploma de `bacharel em falcatrua`, com habilitações em trapaça, desfalque, sonegação e tramóia. O curso de Mestrado é em lavagem de dinheiro e caixa 2 e o doutorado em estelionato. Na convivência com os partidos da chamada `base aliada`, Delúbio pode ter aprendido muitas de suas práticas, mas o que não aprendeu foi a lição que o Maluf não ensinou: o pulo-do-gato, a cara-de-pau. O doloroso agora é ver a bandidagem com um discurso ético que todos nós sabemos que não corresponde à realidade. O PT, com seu comportamento pusilânime, está permitindo que os trambiqueiros lavem seu passado corrupto e apareçam como cidadãos probos e impolutos. Podem voltar ao poder, purificados, e com um PT na oposição sem moral para questioná-los. Estou com medo de ser infeliz. Que Deus proteja o nosso país! P.S 1– www.picica.com.br Esse é o site onde você pode trocar informação, encontrar links interessantes, registro de eventos e de denúncias, e capítulos da História da Psiquiatria no Amazonas, escritos por Rogelio Casado. O site é da Associação Chico Inácio, filiada à Rede Nacional Internuclear da luta antimanicomial. Vale a pena conferir. P.S 2 – TAQUIPRATI EM SÃO PAULO. O jornal Imprensa Livre, dirigido por Henrique Veltman, está reproduzindo algumas crônicas do Taquiprati, do Diário do Amazonas. A última foi “O dia do julgamento do Sabino Podrão". Circula nas cidades de Bertioga, Caraguatatuba, Guarujá, Ilhabela, São Sebastião e Ubatuba.
-----Mensagem original----- Exma. Sra. Senadora Ideli Salvati, Assisti há pouco a sua intervenção na CPMI dos Correios
quando interrogou o Sr. José Fortuna Neves. A única pergunta
que a senhora dirigiu ao depoente não foi por ele respondida por
uma questão de conveniência pessoal, respaldada no óbvio
ululante. Em paises sérios - que não é o caso do Brasil - as licitações são reguladas por normas claras a ganham as empresas que apresentarem o menor preço e os melhores produtos. Nesses paises (são poucos no mundo) os governos constituídos trabalham em benefício da coletividade e em prol do engrandecimento da nação. As instituições são fortes e independentes, o povo é esclarecido e politizado, a fiscalização é exercida por órgãos independentes (o que não é o caso dos Tribunais de Contas no Brasil) e as empresas, como não existe corrupção ou, quando existe, é severamente punida, não importando o seu porte, não precisam de intermediários para participar de licitações. As tratativas são feitas diretamente entre os representantes das empresas e os dos diversos órgãos dos governos. No Brasil, senadora, é diferente. A senhora perguntou ao Sr. José Fortuna "porque uma empresa do porte da Siemens precisa se utilizar de empresas pequenas no Brasil (a senhora usou até um termo pejorativo referindo-se a empresa do Sr. Fortuna) para intermediar participações em licitações. A senhora expressou-se com indignação naquele momento e eu me solidarizei com a senhora. É claro que esse procedimento deixa qualquer cidadão de bem indignado! Mas vamos adiante. No Brasil impera, e não é de agora, não é invenção desse governo atual, um esquema de corrupção pelo qual só ganha licitações quem paga propina a funcionários públicos corruptos. Melhor esclarecendo: ganha quem paga a maior propina. Atendidas essas condições, vende-se tudo aos órgãos do governo. Esses esquemas funcionam com dois objetivos: arrecadar dinheiro para os partidos financiarem as suas campanhas, já que o voto no Brasil é comprado, e enriquecer políticos e funcionários públicos corruptos (é divertido esse termo que os políticos inventaram para denominar ladrões do erário público). Ocorre que empresas de grande porte, sejam nacionais ou multinacionais, por razões óbvias, não querem se expor transacionando diretamente com funcionários públicos corruptos. Dai a razão de se utilizarem de empresas de pequeno porte, muitas delas constituídas apenas para esta finalidade, como talvez seja o caso da empresa do Sr. José Fortuna. Imagine a senhora um diretor da Siemens, ou da Microsoft, ou da Camargo Correia, ou da Odebrecht, negociando pagamento de propinas com um Marinho qualquer. Isto seria estupidez. Recorre-se então aos intermediários inexpressivos, aos lobistas de quinta categoria, porque depois que as maracutaias são descobertas (e na maioria das vezes são!) quem vai pagar o pato são estes. É possível que o coitado do José Fortuna, o Molina e outros insignificantes personagens acabem na cadeia. Mas jamais um diretor dessas grandes empresas que fazem negócios com o governo e muito menos os políticos envolvidos. Para que servem os bodes expiatórios? Em minha vida que já está se tornando longa nunca vi um político ou funcionário público graduado corrupto ir para a cadeia. Não são sequer julgados. Não é, Jader Barbalho? Não é, Fernando Collor? Não é, Paulo Malluf? A senhora se referiu em sua fala em quadrilhas organizadas, em crime organizado para saquear os cofres públicos afirmando: "Parece até que são quadrilhas organizadas, verdadeiro crime organizado...", mas a senhora deu a entender que as quadrilhas e o crime organizado são as empresas multinacionais ou de grande porte e seus intermediários que constituem essas quadrilhas. Não é não, senadora! As quadrilhas organizadas, o crime organizado, estão dentro do governo, no coração do governo! Em todo o governo, a começar pelas prefeituras. Eu posso garantir a senhora que mais de 90% dos prefeitos do Brasil são ladrões. Não importa o partido ao qual pertençam, são corruptos! O que são as tais emendas de parlamentares ao orçamento da união, senão um esquema de corrupção? Esse esquema alimenta os bolsos dos parlamentares, dos prefeitos, dos vereadores. Deixemos os governadores de lado. Para concluir e voltando ao caso dos intermediários, vou lhe dar um exemplo recente que talvez a senhora desconheça. Refiro-me ao caso denominado jocosamente MENSALÃO. Como funciona o mensalão? Simples. O PT consegue graças a insanidade de 52 milhões de idiotas eleger um presidente da república. Como o presidente não tem poderes absolutos e é refém do congresso, necessita de um número mínimo de votos para aprovar a sua enxurrada de medidas provisórias. Como Lula esclareceu ao pessoal do PT que a câmara federal tem 300 picaretas venais, arma-se então um esquema. Neste momento, a quadrilha já está formada. O chefe? Ora, quem está no topo da pirâmide! O esquema já existe, mas por medida de segurança é necessário colocar em postos chaves, os tais cargos de confiança, elementos da quadrilha. A indicação desses elementos é feita por membros de confiança da quadrilha. Para tornar o plano mais consistente, conquista-se alguns aliados, os mais venais possíveis, e da-se a eles o direito de indicar alguns elementos para ocupar os cargos de confiança. Esta é a primeira etapa do plano que não foi inventado, e sim, copiado de maneira incompetente de outros governos passados. Devo dizer, nesta altura, que o gerenciamento do plano foi de uma incompetência, de um primarismo digno do pessoal do PT. Aqui vem a segunda etapa. Alguém diz: Não podemos nos expor. Tudo tem que funcionar em absoluto sigilo. Arruma-se então um operador do plano. Tem que ser alguém de fora, desconhecido, obscuro, um sujeito cujo nome só foi grafado até agora na certidão de nascimento. Alguém fala: tem um cara ai que ninguém conhece, é de Minas Gerais. O nome dele é Marcos Valério Fernandes de Souza. Tai o homem! Ambicioso, ladino, inteligente, simpático e... desonesto! De modo, senadora, que essas quadrilhas especializadas em crime organizado sempre se utilizam de intermediários para fazerem funcionar os seus esquemas de roubalheira. Estes são os métodos dos mafiosos, portanto não deve ser novidade. E devem existir outros, pois o esquema é gigantesco. No momento, estamos vendo apenas a ponta do iceberg. Quanto à CPMI instalada para apurar tudo isto, acho que vai dar em pizza com sobremesa de marmelada, como costuma dizer o Boris Casoy. Até agora, a exceção do deputado Roberto Jefferson, só foram ouvidos piabas, como fala a senadora Heloisa Helena. E os tubarões como José Dirceu, Delúbio Soares, Sílvio Pereira, José Genoino e outros? Por acaso serão ouvidos? E para corroborar o que digo, o Marcos Valério Fernandez de Souza, o homem das malas cheias do dinheiro do mensalão, acaba de ser blindado pelo Supremo Tribunal Federal. Vai depor amanhã com um hábeas corpus no bolso e com a garantia de que só falará o que quiser. Vai rir na cara de todos. E vai sobrar para nós, o povo! Senadora, creio em suas boas intenções, mais a realidade é uma só: a história de Ali Babá e seus quarenta ladrões precisa ser reescrita. Ali Babá é brasileiro com certeza! Com todo o meu respeito, apreço e consideração. Cel. XXX |