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OPINIÕES
E COMENTÁRIOS
Meu caro Rolf
Não se pode afirmar que o homem pode sobreviver com 30% a mais de CO2 no ar, concentração que ocorreu também a 3,5 milhões de anos, quando ainda não existia o Homus Suicidus, que surgiu a apenas 500 mil anos. Portanto não "dá na mesma", como afirma o autor do texto abaixo.
É provável que alguns números catastróficos atuais e previsões climáticas estejam equivocadas, tanto para mais como para menos. Somos analfabetos no que se refere à vida e à sua evolução. Grande parte da humanidade ainda acredita em Adão, Arca de Noé, Aiatolá, ressurreição e reencarnação. E baseados nestes dogmas, pensam que alguém olha por nós, e que portanto podemos destruir nosso planeta à vontade.
O maior problema não é o nível do mar, aliás, se subir 1 metro... recua-se ou se faz como na Holanda... que aumentou seu território construindo diques e bombeando a água do mar, com energia eólica... renovável, há mais de 100 anos.
O problema é o desequilíbrio generalizado dos sistemas, em velocidade muito rápida, como está ocorrendo, e a natureza não tem como se adaptar ou recuperar em tempo hábil. A evolução necessita de milhões de anos... e não de poucas dezenas, como querem os afoitos mercadores.
Nunca vi uma estiagem como a atual aqui na região...
Nunca vi um inverno quente como o de agora...
As plantas já não sabem mais se germinam ou se hibernam... elas não conseguem mais se adaptar ao ritmo que seria o necessário...
Embora a biodiversidade brasileira seja cantada em verso e em prosa mundial, nenhum país se digna a um comércio moral, para evitar a espoliação insustentável de nossas riquezas e de nossa gente...há exatos 500 anos.
Meu caro Trigger
O gasogênio consiste num tambor de lenha no qual ocorrem basicamente 2 reações químicas, sendo a primeira de oxidação e a segunda de redução.
Então, na medida em que a madeira vai esquentando, ela destila e vai virando carvão. Quando entra ar (oxigênio) pelo buraco específico do caldeirão, este oxigênio oxida o carvão incandescente transformando-o em CO2 (gás carbônico). Este CO2 em contato com mais carvão incandescente, se reduz para 2CO ou seja, monóxido de carbono. Este CO é basicamente o gás que segue para o motor, depois de filtrado e resfriado.
O gasogênio também é conhecido como gás pobre, porque o N2 (nitrogênio) atrapalha 2 vezes, uma vez na entrada de ar do reator gaseificador e outra vez na entrada do ar para o motor, resultando que o motor perde uns 30% de força, em parte recuperável com a elevação da taxa de compressão e com uma turbina.
Minha cara Denise
Sim, sem dúvida nenhuma, defendo a importação de "resíduos", ainda mais se tratando de pneus reformados ou servíveis.
Olha, a China por exemplo, importa qualquer sucata metálica nossa, e faz muito bem. Claro, muito melhor seria se os chineses importassem nossos automóveis novos, mas como somos campeões em impostos em cascata, em leis burras e em ineficiência, nunca conseguiremos ser páreos para eles, ou outros mais competentes.
Um pneu de avião bom,é aquele que foi recapado algumas vezes, pois é sinal de que não apresenta falha de fabricação, e assim se torna altamente confiável, apesar de todo o rigoroso controle de qualidade efetuado em sua esmerada fabricação.
É claro que na Europa e nos EUA, o modo de vida é ainda esbanjador e insustentável, resultando que seu lixo é ouro para muito miserável massacrado nacional ou africano. Assim os pneus meia vida de lá, são melhores e duram mais, que os novos nossos.
Meu caro Gert
Feliz de vc que não necessita mais se sujeitar ao escárnio bancário nacional.
A sacanagem é tamanha, que um banco não aceita pagamentos em cheques de outro... e não aceita para pagamentos seus próprios cartões de crédito. Ou seja, quem deve aceitá-los são os outros otários... eles próprios não.
Na foto abaixo, a turma que defende os OVN...
Meu caro Ermitão
Infelizmente não tenho cacife financeiro para participar da FITAM aí na Ilha da Madeira. Minhas prioridades ainda são as do dia a dia. Minha presença também pouco altera o rumo das decisões, pois ninguém gosta de escutar a verdade, preferem bajulação e obaoba. Veja, enquanto se discute o efeito estufa, o mercado de carbono serve exatamente para aumentar as emissões, e não para diminuí-las.
Meu caro Otacílio
Na medida em que vc vai acompanhando este semanário BIOCOM, vc vai mudar de opinião a respeito do potencial da bioenergia e de seu ainda idolatrado hidrogênio.
A produção de bioenergia tem como sub produto comida, quer seja para os racionais ou irracionais.
O pessoal que ainda defende H2, ar comprimido, baterias, etc, não tem noção do todo, não tem idéia de "com quantos paus de faz uma canoa". São sonhadores ou embusteiros. Simplesmente menosprezam o reator solar, grátis, responsável infinito por nossas vidas, energias, comida, equilíbrio, atmosfera, chuvas, etc.
Energia não se cria do nada, nem com falácias ou milagres.
E o grande ladrão da nata da energia é o governo, que não quer largar a teta, não quer reduzir a cobrança de vultosos e imorais impostos, pagos pelos pequenos.
Meus caros Bautista e Pastor Fuchs
Parabéns pelo debate de 1,5 horas na TV educativa do PR. O Bautista enfatizou a necessidade de "parar de brincar" na área de bioenergia, e o Fuchs ressaltou a desnecessidade da transesterificação... Resumindo: Pra que fazer B2 se dá pra fazer OV20?
O fundamental, que faltou insistir, foi a questão legal, a capenga legislação brasileira.
Bautista, vc impôs o álcool à industria mundial, via canetaço. Fuchs, vc trouxe o Professor Schrimpf da Alemanha, que nos demonstrou a necessidade de elaborar leis coerentes, bem como a diferença entre leis burras como as da Inglaterra e Brasil, em contraste com o sucesso das leis renováveis Alemãs, Austríacas, etc.
Meu caro Camilo
Muito obrigado por mandar a história do Assis Chateaubriand com a mamona.
Certamente na época se falava em óleo de mamona ou rícino como combustível em motores a óleo cru, e não em biodiesel.
Aliás, os governos apenas toleram o biodiesel, porque é um meio de distribuir as usinas aos amigos mensaleiros, além de cobrar futuros vultosos impostos.
Os óleos vegetais não têm nada disso... podem ser produzidos em qualquer quintal... e isso é inadmissível aos insaciáveis!
Meu caro Sanderson
Não veio teu anexo, e portanto não posso opinar... mas, certamente vc está no caminho certo.
Não pude deixar de colocar aqui tua estorinha revoltante, para demonstrar que a luta é igual em toda parte. Em todos os lugares do mundo, as máfias tomam conta da mídia e das energias. A questão energética é a mais sensível e a mais importante para a humanidade.
Na Ucrânia ocorrem violentos protestos contra a duplicação do preço do gás.
O Iran ameaça Israel, e ninguém se atreve a se manifestar e correr o risco de ficar sem seu petróleo.
Na Alemanha, o ministro da defesa quer que o exército seja engajado para garantir o fornecimento de energia... etc
Meu caro Romeu
Perfeita a tua análise sobre o debate na TVE - PR.
Acho que a solução é proibir a propaganda paga do governo e de suas estatais, em qualquer mídia... assim quem sabe, outros meios de comunicação se dignem a discutir coisas relevantes, e parem de veicular mentiras e besteiras.
ONGs alertam Lula de impacto ambiental que causariam novas hidrelétricas no Rio Madeira
http://www.power.inf.br/notic_dia.php?cod=1527
Quanta babaquice, quanta procura de pêlo em ovo. Se tem mercúrio no rio... que se persigam os poluidores...
"Indiscutivelmente, a economia chinesa é a maior fonte de crescimento da demanda no mundo"
http://www.power.inf.br/notic_dia.php?cod=1541
A China compra qualquer sucata... o que fez o preço do ferro-velho quintuplicar no mundo...
Paraguai quer vender dívida a Chávez
http://www.power.inf.br/notic_dia.php?cod=1557
Está certíssimo o Paraguai em se recusar a pagar 12% de juros ao ano, ao Brasil... claro não são otários, como os brasileiros...
Aumenta pressão popular para anular leilão da Vale
http://www.agenciaamazonia.com.br/noticias.php?id=210
O maior estelionato que a humanidade já presenciou...
Suinocultores do PR estão interessados nos créditos de carbono
http://www.zoonews.com.br/noticiax.php?idnoticia=84252
Seria melhor e efetivo, criar o comércio da energia excedente, do que receber gorjetas por algo que é nada mais que obrigação, ou seja: produzir sem ser porco.
Os pais da cana brasileira
http://www.zoonews.com.br/noticiax.php?idnoticia=84408
História de 2 japoneses insistentes.
HidroBioabraços aguardando meus diletos Bioamigos para 08/07 no Biocasamentosemináriocaipira
Eng. Thomas Renatus Fendel
www.fendel.com.br
Divulgação autorizada e desejável.
"Se o desonesto soubesse a vantagem de ser honesto, ele seria honesto ao menos por desonestidade".(Sócrates)
De: Romeu Kerber
Enviada em: segunda-feira, 3 de julho de 2006 14:24
Para: bioenergia-l
Assunto: [Bioenergia-l] Debate TVE Paraná
Buenas.
Ao assistir o debate de ontem à noite ficou evidente que o emissário
do Governo, o Sr. Arnoldo de Campos, tentou de todas as formas justificar a "industrialização" do óleo vegetal, usando todos os argumentos que um
representante político pode fazer, como o controle da produção,
regulamentação, pesquisa, etc. mas o verdadeiro motivo para a produção do
tão badalado Bio-diesel ficou escamoteado, qual seja a luta que o Governo
faz para industrializando o óleo vegetal, poder tributar à vontade. Esta é a verdade: os políticos não querem perder mais esta oportunidade de arrancar nosso dinheiro, afinal, cada vez aumenta mais o número dos que querem mamar numa teta irrigada com dinheiro dos contribuintes. Imagine-se os produtores rurais produzindo seu próprio combustível, vendendo o excedente na porteira e o Governo não podendo "fiscalizar", ou seja tacar um imposto de uns 20% sobre o que é produzido. Podemos ter certeza: o Governo, ou seja, estes vadios que recebem R$ 20.000 por mês em Brasília, vão criar todo tipo de dificuldades para brecar a produção de combustíveis na propriedade, e sempre que preciso vão comprar algum profissional para na TV alardear os prejuízos que um combustível "sem controle de produção" pode causar ao cidadão. Tipo o que fazem com os CDs piratas que são vendidos nas ruas: o CD pirata estraga o aparelho de som, o CD que paga imposto não. E o pior de tudo: nossa mídia colabora com isto, afinal quem não quer uma propaganda do Governo na sua emissora ou no seu jornal.
De: sanderson souza
Enviada em: segunda-feira, 3 de julho de 2006 13:11
Para: thomas@fendel.com.br
Assunto: RE: Jornal BIOCOM 12
Como eh bom e agregador trocar ideias com gente lucida... eh um prazer te por a par do que eu entendi dos comentarios do teu site. Eu pesquei teu site en una de las correspondencias que tu enviaste para un jornal de biodiesel, quando o acesso ainda nao era pago. Vamos ver que te parece o meu pensamento.
Bom ... to te enviando en anexo un trabalho que eu entreguei na faculdade aqui faz dois meses. Na epoca eu tava en contacto con un tecnico do sindicato dos produtores rurais daqui, e ele adorou a ideia de boicotar o programa de biodiesel aqui da catalunia, e em paralelo meter uma acion para cambiar a regulacion del uso de los aceites. Produsir sin o aceite de colsa y girassol: para generacion de energia. Essa foi a ideia que levei pra ele, e iamos empesar, quando... : alguen tirou ele da jogada la dentro do sindicato (tu deve imaginar porque...), e deram com a porta na minha cara... Conclusao: coitado do produtor rural, que ate quem diz que defende ele ta vendido pra mafia de equipamento y comercio de combustiveis...
Por favor leia o trabalhinho..., vai de acordo con a logica e irrefutavel viabilidade del uso dos oleos vegetais in natura... mas con uma tecnica de abordagem mais conciliadora, paulatina (os boi manso que rompe a cerca...). E importante a vanguarda, como vc. ta fazendo, mas meu potencial pessoal e de desenvolver uma linha de dialogo conciliador. Sem e$quema, saber lidar con a vaidade do politico, que e un egocrata em potencial. Nem mais nem menos importante que a tua linha de ataque frontal: penso que complementar. Dialectica.
Amanha tenho a segunda reuniao com um trampolim tecnologico da Universidade Politecnica de Catalunia, e eles tao querendo participar. Vamos ver...
Me ajude, de o toque no que vc. achar que nao tah legal.
Um abraco!
De: camilo
Enviada em: segunda-feira, 3 de julho de 2006 12:23
Para: Fendel
Assunto: Nahum, Alkimim e o biodiesel
Caro Dr. Fendel.
Este é o trecho original da mensagem. No envio como boletim anexado na mensagem, acrescentamos outro texto. Se também desejar enviar, é facílimo de copiar já que pequeno.
Agradeço a distinção que nos é conferida pelo interesse na divulgação.
Cumprimentos do Camilo.
Ao ver o presidente Lula sub-rogar como demonstração de grande realizador, senão o maior ou único, dos sucessos da Petrobrás quando visitando uma usina processadora de biodiesel, decidi contar um pedacinho que sei dos propósitos de substituição do petróleo por combustíveis renovados.
Da visão de futuro do admirável empresário Assis Chateaubriand.
Desfruto da amizade de um dos melhores jornalistas brasileiros, em todos os tempos, Nahum Siroksty e foi ele que, em correspondência guardada em meus arquivos, contou-me o fato a ser narrado.
Antes, um pouco da história do meu estimado amigo: Aos 80 anos – idade em que os homens já despediram os seus defeitos e tornam-se santos conselheiros – Nahum vive em Israel, na cidade de Tel-Aviv amando os netos e escrevendo para Último Segundo e RBS. Sua trajetória, iniciada como foca do Joel Silveira na revista Diretrizes, é um longo percurso de sucessos. Deve a Herbert Moses seu emprego de jornalista.
Diretrizes, até ser fechada pelo DIP pertencia a Samuel Wainer – observe os nomes que o impulsionaram – quando pela primeira vez ficou sem emprego. A vida na imprensa é uma repetição de fatos com endereços diferentes. Indicado pelo Herbert Moses a Alves Pinheiro de O Globo foi designado para entrevistar o Dr. Peck, médico norte-americano. Franco, disse logo que nada sabia sobre o assunto pautado e recebeu do médico o material que desejava. Daí ao mundo empurrado pelo brilhantismo da sua inteligência, antes passando pelas redações da Manchete, Diário da Noite, como diretor, O Globo, como chefe de reportagem, Imaginador e diretor das revistas senhor e Visão, adido de embaixadas brasileiras, redator das Agências internacionais AP, AFP, Reuters, estagiou no New York Daily News, comentarista da NBC em português. Sua história, se contada, enrijece um livro com um mínimo de 800 páginas.
O acontecimento que é aqui contado, pertence-me por ter sido escrito em correspondência a mim dirigida, e leva o título:
CHATÔ E A MAMONA.
Nos dias em que o Alkimim – o mineiro – era Ministro da Fazenda, lá pros anos de 1.956, eu era o mais bem pago jornalista do país. Chateaubriand vira meu trabalho como diretor da Visão. E até fora orador quando homenageamos Soares Sampaio, o homem da primeira grande refinaria, a do Rio de janeiro, dele. Capuava era o nome. Faz muito tempo – 49 anos – Eu havia transformado a revista Visão, quinzenal, no veículo preferido dos empresários com uma equipe de gente jovem e fantasticamente talentosa como Hildeo Onaga, Nelson Xavier, Eduardo Coutinho, Hermílio Borba Filho, e outros. E imaginara a promoção o “ Homem de Visão “ para premiar o brasileiro com a mais importante contribuição do ano para o desenvolvimento nacional. A revista asssumira a linha de promotora da industrialização. Eram os inesquecíveis anos de JK, que encheu o Brasil de otimismo e de todos os brasileiros fez gente sorridente, cheias de esperanças. Um país a caminho da felicidade geral, da democratização das oportunidades. Nunca mais depois dele houve igual transformação na psicologia nacional.
Dr. Assis decidiu que eu era o homem para salvar o Diário da Noite, do Rio. Os donos da Visão não concordaram em encurtar meu contrato. Chato mandou avisar que promoveria o fechamento da revista, cujos verdadeiros controladores eram capitalistas americanos de Nova Iorque. Eles acabaram encontrando um meio de me cederam no ver deles, por empréstimo. Fui. Não permaneci longo tempo. Logo se tinha notícia da guerra do Sinai em Israel, 1.956. Minha mulher e filho visitavam, Israel na época. Fiquei louco de preocupação. Pedi ao Dr. Assis que me liberasse para que tentasse chegar ao país com o qual não havia comunicação alguma. Ele não concordou e me demiti. Quando fui receber meu último salário dias, logo depois, a guerra já havia terminado.
Assis Chateaubriand era grande em tudo menos na altura, tinha momentos de visão profética e de poeta. Espalhava pequenos aeroportos e escolas de pilotos pelo Brasil, pois não havia ainda bastantes rodovias, as linhas férreas não chegavam a todos os cantos, a unidade territorial era um milagre. E pensara em promover a volta dos pássaros para a Av. Rio Branco, do Rio. O trânsito secava as árvores que, no Rio, a capital, eram frutíferas. Havia de tudo.
Ele dizia que macho não precisa dormir. Uma certa madrugada, depois de estafante dia na redação, estava descansando quando toca o telefone. Imaginei alguma tragédia. Era ele.
_ Nahum, o que você está fazendo?
_ Dr. Assis, descanso. Madrugo na redação.
Ele prosseguiu:
_ Pois homem não precisa dormir tanto. Venha a minha casa. Temos uma missão ultra-importante.
Vesti e lá fui eu para a casa dele na Av. Atlântica. Toquei a sineta. Fui recebido por alguém que era de tudo, até guarda-costas.
_ O que há? Perguntei.
_ É melhor o senhor vir comigo.
Entramos onde ele me esperava, vestido e pronto para sair. Apontou para dois sacos.
_ Você carrega um e eu levo o outro. Vamos acordar o Alkmim. Temos aqui a salvação do Brasil.
Tentei demove-lo:
_Não se pode esperar pela manhã? O Alkimim deve estar dormindo.
_ Não.
Botei o saco de estopa nas costas e ele o dele. Estranhei – estavam super-carregados e eram leves.
_ Dr. Assis, o que estamos levando?
E ele: - Você saberá na hora.
Entramos no carro e fomos até o apartamento onde vivia o Ministro. O apartamento próprio. Eram tempos de mais modéstia dos que serviam ao Estado. Alkimim veio pessoalmente abrir a porta. Naqueles tempos não se imaginavam assaltos.
_ Assis? O que houve?
E Chatô: Vim para lhe trazer a salvação do Brasil
Abriu o saco que ele carregava. Mandou que abrisse o meu. O chão do modesto apartamento ficou tomado de frutos da mamona.
_ Isto aí tem de tudo. Pode dar um ótimo diesel e tem mais: cresce em qualquer lugar. Pode ajudar o país a economizar nas importações de petróleo que tanto nos custam.
Alkimim, também baixinho, gênio mineiro em política, agradável simpático. A filha de Chateaubriand casaria com um dos filhos do Alkimim.
_ Assis, não poderia esperar até amanhã?
Chatô responde: Todas as horas são boas horas quando se trata de salvar o país.
Até hoje não sei porquê o país, que é o verdadeiro pioneiro no caso do ethanol, o álcool combustível, ainda não explorou o bastante o potencial da mamona. Em Israel, onde no momento pratico o meu jornalismo, um cientista local já descobriu inclusive um sistema econômico de livrar a mamona do veneno que convive com o seu fruto. E não a plantam aqui. Não tem terra.
E toda esta história para lembrar que Assis Chateaubriand previa que se poderia produzir combustível, o biodiesel e etc. de fontes renováveis. Fato esquecido na magnífica história da vida dele escrita por Fernando Morais.
Conheci na minha longa vida jornalista muitos grandes da época. Estrangeiros e brasileiros. As qualidades de Chateaubriand, extraordinárias, em muito superavam seus defeitos. Era grande nas qualidades e defeitos. Inesquecível.
Era o que queria contar, Camilo, agora que tanto se fala do Alkimim de São Paulo.
Assim Nahum descreveu e transcrevo “ipsi-literis esta passagem da vida brasileira, bem antes do advento Luiz Inácio, o inventor do Brasil.”.
Recordo-me de Assis Chateaubriand, Coronel Honorário da Polícia Militar de Minas. Viajei no mesmo avião que ele várias vezes, nos Avro, Convair, e mais um que Juscelino trouxe de quatro turbinas que não me lembro o nome...
Da última vez, já acometido da paralisia que vitimou seu dinamismo, confesso, fiquei chocado em ver reduzido a dependente um dos homens dos mais dinâmicos empreendedores que este país já viu nascer.
Dr. Assis foi dos mais brilhantes e fascinantes brasileiros da sua época, estimado e odiado por seus métodos ortodoxos de conquistar pertences para seus projetos, nunca pessoais. Penso, só teve um inimigo de fato, o Conde Francisco Matarazzo, dono das Indústrias Reunidas Francisco Matarazzo, um complexo gigante que não existe mais.
Nossos jovens não conhecem sua história, deviam ler o CHATÔ REI DO BRASIL, livro escrito por Fernando Morais.
Certamente não haveria mensaleiros, Lula, Zé Dirceu. Genuínos, Valerios et caterva se Chateaubriand, ao invés dos cavalos marinhos, ainda fosse vivo.
De: w.fuchs
Enviada em: sexta-feira, 30 de junho de 2006 20:40
Para: Fendel
Assunto: debate TVE domingo
Atenção: domingo, dia 3, às 22:30 h, na TVParaná Educativa, programa Brasil Nação, estarei no debate com Bautista Vidal, Aroldo Campos, sobre biodiesel, óleo vegetal, etc. Quem tem parabólica capta na horizontal 1320. P. Werner Fuchs
De: Otacílio Guimarães
Enviada em: domingo, 2 de julho de 2006 19:58
Para: Delmar Philippsen
Assunto: Re: A ROUBALHEIRA COM OS CARTÕES DE CRÉDITO
Bobagem, Delmar!
O TCU é um órgão do governo, seus membros são nomeados pelo governo para acobertar suas falcatruas.
Assim como as CPIs são feitas para inocentar corruptos.
Assim como o TSE
Assim como o STF
Assim como o STJ
Assim como a Polícia Federal
Assim como o Congresso Nacional
Assim como a Puta Que Pariu Este Maldito País!
Somos todos filhos das putas geradas por portugueses assassinos, escravocratas e ladrões, negros africanos embrutecidos pela escravidão e índios selvagens.
Somos todos membros de um organismo apodrecido pela falta de caráter.
Quem ainda acredita neste país é um otário ou inocente útil.
Brasileiro que tem vergonha na cara já se mandou daqui faz tempo.
Em novembro estou me mandando para a Austrália para nunca mais saber desta merda.
Otacílio
INFORMAÇÃO e OPINIÃO -IOCM- !
ex-Blog do Cesar Maia 01/07/2006
VEM AÍ, OS CARTÕES DE CRÉDITO DE LULA, SEUS AMIGOS E SEUS ÍNTIMOS! VAI FICAR QUENTE !
Demorou. Mas veio ! E além de notas frias, vão aparecer as depesas pessoalíssimas de amigos e parentes !
VEJA
Notas frias do Planalto
Promete ser explosivo o resultado da segunda etapa da auditoria que está sendo feita pelos técnicos do Tribunal de Contas da União (TCU) nos gastos com cartão de crédito corporativo feitos por funcionários da Presidência da República. Restam ainda dois meses de trabalho, mas já foram encontradas notas fiscais frias entre os milhares das que foram fiscalizadas. Na primeira etapa da auditoria, concluída há quatro meses, nada de irregular fora encontrado. Apesar de forte pressão da Casa Civil, o TCU voltou a campo. Esses gastos somam mais de 10 milhões de reais por ano.
De: Otacílio Guimarães
Enviada em: quinta-feira, 29 de junho de 2006 22:15
Para: NilvoGenova
Cc: thomas@fendel.com.br
Assunto: Re: Jornal BIOCOM 12
Nilvo, Você pergunta num e-mail anterior se "esses são seus amigos" e eu respondo: conheci-os através de um spam que me enviaram e que eu respondi com uma resposta sarcástica, que eles me responderam com este que você leu.
Pelo que li, se trata de um grupo que discute energias alternativas, parecem ser ecologistas e odeiam o petróleo (deviam odiar os árabes). São todos sonhadores. Para mim, quem vive fora da realidade e em busca de utopias são sonhadores. As intenções são as melhores possíveis, mas nem por isto deixam de ser sonhadores.
Para começo de conversa, óleos vegetais não são inflamáveis, portanto não podem ser usados como combustíveis. O máximo que se pode fazer é misturá-los a um combustível derivado do petróleo ou ao alcool, em pequenas proporções, em prejuízo da qualidade do combustível puro, no caso o óleo diesel. No caso da mistura alcool/gasolina é diferente porque o alcool é inflamável e detonante.
De modo que, todas essas propostas de se produzir combustíveis automotores a partir de oleoginosas é pura fantasia, até porque o custo é elevadíssimo. Veja um exemplo: se o Brasil, ao invés de ocupar milhões de hectares de boas terras para plantar cana para fabricação de alcool combustível estivesse produzindo alimentos para exportar para o mundo todo e, com o dinheiro, comprando o petróleo de que necessita, estaria fazendo melhor negócio. Você acha que se produzir alcool combustível fosse bom negócio outros países já não estariam fazendo o mesmo? Só o Brasil é inteligente?
Outro fato a se considerar: imagine que todos os países partissem para a produção de combustíveis vegetais se prevenindo para quando o petróleo acabar. O que aconteceria? Uma coisa apenas: todas as terras cultiváveis existentes no planeta não seriam suficientes para produzir este tipo de combustível e o mundo iria emfrentar um sério problema de escacez de alimentos.
Não resta dúvida de que é necessário encontrar-se um substituto para o petróleo dentro dos próximos 50 anos, e o hidrogênio parece ser a solução ideal por ser abundante e ilimitado. Já existem estudos avançados em vários países e a questão se resume a soluções tecnológicas que fatalmente serão encontradas.
Não deixa de ser interessante esses estudos e a aplicação de seus resultados em pequena escala. Por exemplo: eu uso na minha fazenda a energia solar e eólica e dispenso a energia elétrica. Com isto obtenho uma boa economia porque os investimentos para isto foram feitos uma vez e o resto é só manutenção. Construi também um biodigestor que produz o gás que é usado na cozinha e em outras finalidades, além de produzir um adubo de excelente qualidade, o que me dispensa de comprar adubos químicos.
De modo que eu respeito muito esse pessoal e os considero sonhadores apenas porque imaginam que as suas alternativas são capazes de substituir os combustíveis e energéticos usados em larga escala.
O Dr. Thomas Fendel, que é engenheiro e me parece ser o líder desse grupo de discussão, está recebendo cópia deste e-mail. Gostaria de ouvir sua opinião sobre as considerações acima. Afinal, posso estar enganado.
Um grande abraço, Otacílio
----- Original Message -----
De: Oscar Alves
Enviada em: quinta-feira, 29 de junho de 2006 13:13
Para: Otacílio Guimarães; Fendel
Assunto: Re: Jornal BIOCOM 12
Otacílio, a questão do bio combustível aqui em MT, está muito avançada, já se faz uma mistura de óleos diversos com alcool, e tem dado certo, até com gordura animal, restos de frigoríficos, no ano passado os produtores estavam usando 100% óleo vegetal nos motores de tratores e colheitadeiras, já que o litro do diesel era de R$ 2,00 e o do óleo de soja R$ 0,93, o governador, para evitar um desabastecimento, aumentou o ICMS do óleo para embalagens com mais de 2,5 l.
Mas, ele está incentivando o bio combustível, que deverá ter a tecnologia divulgada em breve.
Ele só está preocupado é por que com esta tecnologia o consumo de diesel vai cair em média 80%, como este tipo de combustível não paga impostos, a arrecadação do Estado vai cair.
Abraços, Oscar.
----- Original Message -----
From: Otacílio Guimarães
To: Fendel
Sent: Thursday, June 29, 2006 11:56 AM
Subject: Re: Jornal BIOCOM 12
Olá amigo, Eu só quero que você me explique como era que esse carango andava movido a lenha. Fico aqui imaginando que o motor foi substituido por uma caldeira igual àquelas usadas nos trens de antigamente.
Quanto ao biodiesel derivado de oleoginosas como mamona, dendê, etc. é tecnicamente possível, porém altamente anti-econômico. Ainda mais agora com a felência do setor agrícola promovida pelo governo deste apedeuta mentiroso e metido a besta. É mais barato e prático continuar investindo na descoberta de novas jazidas de petróleo e gás do que nessa bobagem de biodiesel por uma razão econômica muito simples: o custo para produção de 1 litro de óleo de mamona, por exemplo, é o mesmo para a extração de 1 barril de petróleo.
Agora o que existe é o seguinte, se você não sabe: este governo corrupto e incompetente está incentivando este programa do biodiesel, que será subsidiado pela Petrobrás, para beneficiar amigos e apaniguados. Ou seja, é uma mutreta armada bem ao estilo petista, ou seja, corrupção misturada com política.
É a mesma coisa que aconteceu no início do uso do alcool como combustível. Para que o preço se tornasse acessível ao consumidor, a Petrobrás subsidiou o alcool durante muitos anos às custas da redução do lucro da companhia, consequentemente reduzindo o pagamento de dividendos aos seus acionistas (o maior é o próprio governo), donde se conclui que quem pagou a conta foi o distinto e idiota contribuinte via impostos. E isto só mudou porque o preço do barril do petróleo pulou de U$ 11,00 para U$ 70,00 em três décadas, não sendo mais necessário subsidiar a produção de alcool.
Convém lembrar também que o biodiesel só pode ser misturado ao diesel na proporção máxima de 10%, pois a partir dai não ocorre a combustão.
Isto tudo é, portanto, conversa para boi dormir.
Um abraço, Otacílio
De: Oficina de Textos
Enviada em: quarta-feira, 28 de junho de 2006 07:01
Para: Fendel
Assunto: Re: Jornal BIOCOM 12
Fendel, estou te esperando na FITAM, porque aqui na ilha só se fala em alternativas energéticas e sei que sem voce eles vão fazer asneiras....
www.ermitaodapicinguaba.com FITAM
De: gfischer.joi
Enviada em: terça-feira, 27 de junho de 2006 18:31
Para: biocom@grupos.com.br
Assunto: Res: [BioCom] ENC: taxas no nosso caminho
Meus caros idiotas escravos dos banqueiros instalados no Brasil.
Eu sou Gert Roland Fischer, eng. agr. 69 anos assistindo babaquices nesse pais do
futebol e da corrupção com muita ladroagem e o povo gosta de quem rouba mas faz 1%.
Pois sobre a questão de contas bancárias, adquiri minha independência definitiva.
Não tenho mais conta bancaria.
Não movimento mais dinheiro para pagar CPMF para o Alibalula e os 40.000 ladrões.
Não faço mais filas para depositar dinheiro no Banco
Não pago mais nada com cheque
Não sou tentado a dar cheque pre-datado
Não pago taxas para os banqueiros nacionais e estrangeiros para manter uma conta bancaria
Não pago mais juros sobre o dinheiro meu que estava depositado no banco
Só pago contas em contado ( contado quer dizer dinheiro vivo )
Não compro mais nada em crediário - so compro a vista com descontos de até 70%
Não me ajoelho mais para a gerentada escrava dos banqueiros para implorar emprestimos
Não pago mais 18% de juros ao no cartão de credito. Não tenho cartão de credito.
Não pago mais IOF, CPMF, FINSOCIAL etc. que recaem sobre quem tem dinheiro depositado.
Não preciso mais buscar o extrato bancario fazendo fila nos caixas automáticos.
Meus clientes me pagam a vista,
Depois que foi oficializado o caixa dois pelo Governo Federal não é mais crime usar o caixa 2.
Sem conta bancaria os juizes federais, estaduais e os trabalhistas não me roubam mais dinheiro.
Hoje empresto dinheiro e não peço mais dinheiro emprestado.
Aprendi com os banqueiros como sacanear o pobre povo brasileiro, que honra seus pagamentos
Não ha como o Imposto de renda controlar meu dinheiro vivo sem entrar na conta bancaria.
Não me conseguem mais roubar o talão de cheques.
Fui no Ferro Velho e comprei um cofre de 5 toneladas por R$ 200,00 que funciona muito bem.
Não preciso mais ter que aturar aquele riso sacana dos gerentes de banco.
Não preciso mais ter que atuar a arrogância dos caixas dos bancos oficiais que financiam campanhas.
Sou um brasileiro livre e feliz.
Ha 8 anos que não tenho mais conta bancaria e talão de cheques.
Achei que seria o fim do mundo não ter conta bancaria. O contrario aconteceu comigo.
O dinheiro suado é meu e banqueiro nenhum põem a mão nele, nem o Governo com seus impostos.
Não conheço mais nenhum gerente de banco.
Não tenho mais calos nos joelhos, pois não me ajoelho mais para gerente de banco.
A receita para ser um cidadão livre é não ter conta bancaria.
Gert Roland Fischer
-------Mensagem original-------
De: thomas@fendel.com.br
Data: 06/27/06 12:31:39
Para: biocom@grupos.com.br
Assunto: [BioCom] ENC: taxas no nosso caminho
O melhor negócio no Brasil... é ser banqueiro ladrão, depois de político corrupto, é claro...
CARTA ABERTA AO BRADESCO E AOS BANCOS
Delmar Ferreira
Senhores Diretores do Bradesco, Gostaria de saber se os senhores aceitariam pagar uma taxa, uma pequena taxa mensal, pela existência da padaria na esquina de sua rua, ou pela existência do posto de gasolina ou da farmácia ou da feira, ou de qualquer outro desses serviços indispensáveis ao nosso dia-a-dia.
Funcionaria assim: todo mês os senhores, e todos os usuários, pagariam uma pequena taxa para a manutenção dos serviços (padaria, feira, mecânico, costureira, farmácia etc). Uma taxa que não garantiria nenhum direito extraordinário ao pagante. Existente apenas para enriquecer os proprietários sob a alegação de que serviria para manter um serviço de alta qualidade.
Por qualquer produto adquirido (um pãozinho, um remédio, uns litros de combustível etc) o usuário pagaria os preços de mercado ou, dependendo do produto, até um pouquinho acima.
Que tal?
Pois, ontem saí de seu Banco com a certeza que os senhores concordariam com tais taxas. Por uma questão de equidade e de honestidade.
Minha certeza deriva de um raciocínio simples. Vamos imaginar a seguinte cena: eu vou à padaria para comprar um pãozinho. O padeiro me atende muito gentilmente. Vende o pãozinho.
Cobra o embrulhar do pão, assim como, todo e qualquer serviço. Além disso, me impõe taxas.
Uma "taxa de acesso ao pãozinho", outra "taxa por guardar pão quentinho" e ainda uma "taxa de abertura da padaria". Tudo com muita cordialidade e muito profissionalismo, claro.
Fazendo uma comparação que talvez os padeiros não concordem, foi o que ocorreu comigo em seu Banco.
Financiei um carro. Ou seja, comprei um produto de seu negócio. Os senhores me cobraram preços de mercado. Assim como o padeiro me cobra o preço de mercado pelo pãozinho.
Entretanto, diferentemente do padeiro, os senhores não se satisfazem me cobrando apenas pelo produto que adquiri.
Para ter acesso ao produto de seu negócio, os senhores me cobraram uma "taxa de abertura de crédito" - equivalente àquela hipotética "taxa de acesso ao pãozinho", que os senhores certamente achariam um absurdo e se negariam a pagar.
Não satisfeitos, para ter acesso ao pãozinho, digo, ao financiamento, fui obrigado a abrir uma conta corrente em seu Banco. Para que isso fosse possível, os senhores me cobraram uma "taxa de abertura de conta".
Como só é possível fazer negócios com os senhores depois de abrir uma conta, essa "taxa de abertura de conta" se assemelharia a uma "taxa de abertura da padaria", pois, só é possível fazer negócios com o padeiro depois de abrir a padaria.
Antigamente, os empréstimos bancários eram popularmente conhecidos como "Papagaios". Para liberar o "papagaio", alguns gerentes inescrupulosos cobravam um "por fora", que era devidamente embolsado. Fiquei com a impressão que o Banco resolveu se antecipar aos gerentes inescrupulosos. Agora ao invés de um "por fora" temos muitos "por dentro".
- Tirei um extrato de minha conta - um único extrato no mês - os senhores me cobraram uma taxa de R$ 5,00.
- Olhando o extrato, descobri uma outra taxa de R$ 7,90 "para a manutenção da conta" - semelhante àquela "taxa pela existência da padaria na esquina da rua".
- A surpresa não acabou: descobri outra taxa de R$ 22,00 a cada trimestre - uma taxa para manter um limite especial que não me dá nenhum direito. Se eu utilizar o limite especial vou pagar os juros (preços) mais altos do mundo. Semelhante àquela "taxa por guardar o pão quentinho".
- Mas, os senhores são insaciáveis. A gentil funcionária que me atendeu, me entregou um
caderninho onde sou informado que me cobrarão taxas por toda e qualquer movimentação que eu fizer.
Cordialmente, retribuindo tanta gentileza, gostaria de alertar que os senhores esqueceram de me cobrar o ar que respirei enquanto estive nas instalações de seu Banco.
Por favor, me esclareçam uma dúvida: até agora não sei se comprei um financiamento ou se vendi a alma?
Depois que eu pagar as taxas correspondentes, talvez os senhores me respondam informando, muito cordial e profissionalmente, que um serviço bancário é muito diferente de uma padaria.
Que sua responsabilidade é muito grande, que existem inúmeras exigências governamentais, que os riscos do negócio são muito elevados etc e tal. E, ademais, tudo o que estão cobrando está devidamente coberto por lei, regulamentado e autorizado pelo Banco Central.
Sei disso. Como sei, também, que existem seguros e garantias legais que protegem seu negócio de todo e qualquer risco. Presumo que os riscos de uma padaria, que não conta com o poder de influência dos senhores, talvez sejam muito mais elevados.
Sei que são legais.
Mas, também sei que são imorais. Por mais que estejam garantidas em lei, tais taxas são uma imoralidade.
Delman Ferreira
De: Denise
Enviada em: terça-feira, 27 de junho de 2006 18:31
Para: biocom@grupos.com.br
Assunto: RE: [BioCom] ONGs apóiam governo contra proposta que libera importação de pneus
Prezado Fendel,
O senhor está defendendo a importação de resíduos para o Brasil? Não consegui entender a sua análise. Gostaria, se possível, que o senhor explicasse melhor o seu entendimento deste assunto.
Atenciosamente,
Denise
From: thomas@fendel.com.br
Reply-To: BIOCOMBUSTIVEIS - Produção Social Doméstica
To: biocom@grupos.com.br
Subject: [BioCom] ONGs apóiam governo contra proposta que libera importação de pneus
Date: Mon, 26 Jun 2006 13:29:31 -0300
Para a realidade brasileira, um pneu meia vida alemão é uma pérola, uma
jóia, que apresenta um custo/benefício incomensurável ao miserável povo
nacional, tratado pelas elites como cachorros pisoteados... e de quebra,
suas carcaças carecas servem para tornar menos poluente e mais eficiente a
produção de porcotróleo de xisto na Usina da Porcobrás de São Mateus do
Sul - PR, além de servir de energia picada na produção de cimento...
E claro, a borracha logo voltará a ser produzida por pura bioenergia, latex
natural, como em seus primórdios...
O interesse destas ONGS está atrelado a propina e mensalão... só pode.
Eng. Thomas Renatus Fendel
www.fendel.com.br
Divulgação autorizada e desejável.
"Se o desonesto soubesse a vantagem de ser honesto, ele seria honesto ao
menos por desonestidade".(Sócrates)
26/06/2006 - 07h06
ONGs apóiam governo contra proposta que libera importação de pneus
Por Marluza Mattos
Representantes de diversas organizações não-governamentais (ONGs) estiveram
reunidos nesta sexta-feira (23) para discutir formas de mobilização da
sociedade contra o projeto de lei 203/91, que autoriza a importação de
resíduos no Brasil, inclusive, pneus usados e reformados. O governo federal
não concorda com o substitutivo do projeto aprovado nesta quarta-feira (21)
na Comissão Especial da Política Nacional de Resíduos da Câmara dos
Deputados.
De: trigger.br
Enviada em: terça-feira, 27 de junho de 2006 09:49
Para: biocom@grupos.com.br
Assunto: Re: [BioCom] Jornal BIOCOM 12
Bom dia Sr. Fendel,
Está foto sua com o Dogde Dart a lenha, já andou rodando pelo forum carro_a_agua, mas realmente não sabia que se tratava do Sr.
Gostaria de lhe perguntar, como era o funcionamento deste, se possivel é claro me explicar.
Se 40% da população do Brasil, fosse formada por pessoas como o Sr. e entre outros aki desde forum, nosso pais estaria a anos luz de qualquer nação.
Parabens, Grande abraços a todos.
De: Rolf Gieseler 2006
Enviada em: terça-feira, 27 de junho de 2006 07:57
Para: CARLOS Juglans
Cc: FENDEL
Assunto: Revista Veja, mais uma vítima do efeito estufa
por Gerson Faria em 26 de junho de 2006
Resumo: A publicidade em torno do filme ‘Uma verdade inconveniente’ levou uma série de revistas brasileiras inclusive Veja a publicar matérias pseudo-científicas sobre o "trágico futuro da vida no planeta Terra" devido a problemas de derretimento das camadas de gelo pelo suposto aquecimento global.
© 2006 MidiaSemMascara.org
A revista Veja edição de 21 de junho de 2006 publicou uma matéria ricamente ilustrada, com ursos canibais e afins, com a chamada escatológica Os sinais do Apocalipse, tendo como capa um belo animal desses que segundo a revista, será o primeiro a sentir os prejuízos do aquecimento global.Estranho, todas as estatísticas trágicas partem da autoridade da ONU para assuntos científicos. Afirmam que os fenômenos são muito complexos para serem entendidos mas mesmo assim, todas as previsões que fazem são do nível de “se mantiver o ritmo atual...”. Ora, se não se sabe como se comportam os fenômenos, qual a validade desse tipo de previsão? Só tem validade psicológica de incutir terror pânico.
Outra pérola: “O equilíbrio natural foi rompido pela revolução industrial. Desde o século XIX, as concentrações de dióxido de carbono no ar aumentaram 30%, as de metano dobraram e as de dióxido nitroso subiram 15%. A última vez em que os níveis de gases do efeito estufa estiveram tão altos quanto agora foi há 3,5 milhões de anos.”
Em bom português: havia equilíbrio natural antes da revolução industrial mas há 3,5 milhões de anos os níveis de gases de efeito estufa estavam tão altos quanto agora, época de desequilíbrio. Ou seja, com ou sem revolução industrial ‘dá na mesma’. Será que o efeito estufa já está causando problemas de lógica aos colaboradores de Veja?
No artigo científico do Journal of Glaciology, Mass changes of the Greenland and Antarctic ice sheets and shelves and contributions to sea-level rise: 1992–2002, os pesquisadores concluíram que não há evidências de que o aquecimento global irá causar derretimento das camadas de gelo polares, causando tragédias devido à elevação no nível do mar. Abaixo, um resumo dos resultados obtidos, traduzido do website CO2Science.
A contribuição da Antártida e da Groenlândia no aumento do nível do mar
O que foi feito
Os autores determinaram alterações na massa de gelo “a partir de mudanças na altitude extraídas de 10,5 anos (Groenlândia) e 9 anos (Antártida) via dados de altimetria por radar de satélite do sistema European Remote-sensing ERS-1 e ERS-2.
O que foi aprendido
Zwally et al. relatam que: “a camada de gelo da Groenlândia está afinando nas margens (-42 ± 2 Gt/a abaixo da linha de equilíbrio de altitude (ELA))[1] e crescendo no interior (+53 ± 2 Gt/a acima da ELA) com um pequeno ganho total de massa (+11 ± 3 Gt/a); -0,03 mm/a SLE (equivalente ao nível do mar)”.
Igualmente, afirmam: “a camada de gelo da Antártida Ocidental está perdendo massa (-47 ± 4 Gt/a) e a camada da Antártida Oriental mostra um pequeno ganho de massa (+16 ± 11 Gt/a) com uma alteração conjunta de -31 ± 12 Gt/a (+0,08mm/a SLE)”.
Portanto, “a contribuição das três camadas de gelo para o nível do mar é +0,05 ± 0,03 mm/a”.
Além disso, embora não impactando no nível do mar, eles notam que “os blocos de gelo (ice shelves) da Antártida mostram alterações de massa de -95 ± 11 Gt/a no ocidente e +142 ± 10 Gt/a no oriente.”
O que isso significa
Frequentemente ouvimos histórias de terror sobre a possibilidade da Groenlândia e da Antártida em causar aumento de muitos metros nos níveis dos mares como resposta ao aquecimento global. Entretanto, Zwally et al. Colocam as coisas numa perspectiva adequada notando que os dados do mundo real que eles processaram indicam que a contribuição em curso das camadas de gelo da Groenlândia e da Antártida ao nível do mar “é pequena”. Pequena quanto? Com a equivalência observada entre perda de gelo e nível do mar a uma taxa de +0,05 milímetros por ano, levaria um milênio inteiro para elevar o nível global dos mares em apenas 5cm e 20.000 anos para elevar em um único metro. E ainda, relatam que “a contribuição das camadas de gelo é também pequena comparada com a mais recente estimativa de aumento do nível do mar de 2,8 ± 0,4 mm/a a partir de altimetria por satélite (Leuliette et al.,2004),” que em suas palavras, “confundem mais ainda as possíveis explicações das causas do aumento do nível do mar contemporâneo.”
Concluindo, as descobertas do mundo real de Zwally et al. sugerem que a epidemia alarmista do clima sobre aquecimento global causando os níveis do mar a aumentar a níveis desastrosos devido à perdas de massa das grandes camadas de gelo da Terra é simplesmente falsa. Este clamor abusivo nada mais é que uma tática do medo planejada para persuadir o público a aceitar a pílula amarga que eles prescrevem para a solução de um não-problema patentemente óbvio.
Referências
Zwally, H.J., Giovinetto, M.B., Li, J., Cornejo, H.G., Beckley, M.A., Brenner, A.C., Saba, J.L. and Yi, D. 2005. Mass changes of the Greenland and Antarctic ice sheets and shelves and contributions to sea-level rise: 1992-2002. Journal of Glaciology 51: 509-527.
Leuliette, E.W., Nerem, R.S. and Mitchum, G.T. 2004. Calibration of TOPEX/Poseidon and Jason altimeter data to construct a continuous record of mean sea level change. Marine Geodesy 27: 79-94
Leia também “A fria perspectiva dos cientistas sobre o aquecimento global”
Jornal BIOCOM 14
Meu caro Sanderson
Tomei a liberdade de divulgar aqui a tua tese, pois vc e ela me parecem muito bons...
Como sugestão para melhorar ainda mais o seu trabalho, que tal vc sugerir uma lei para a Espanha, liberando os combustíveis e limitando as emissões globais?
Ou seja, não interessa mais o que se usa como combustível, mas sim os efeitos e as emissões. Não interessa a policial nenhum com o que vc se locomove. O que interessa a todos os habitantes do planeta, é o impacto ambiental resultante. Ponto final.
Na foto acima, o carro que venceu a última corrida de 24 horas de Lemans. Trata-se de um Porsche X10 a Diesel, que deu 4 voltas a mais que o segundo colocado a gasolina... Imaginem se fosse a OVN, teria dado 5 voltas, hehehé. A nova tecnologia eletrônica dos motores a explosão por compressão é simplesmente fantástica, e aqui no Brasil, continuam proibidos estes eficientes e econômicos motores, devido a leis desatualizadas, oligopolistas. Aliás, somos o único país mundial com esta restrição pateta aos automóveis eficientes, econômicos, e em conseqüencia a OVN, ecológicos.
Mein lieber Juergen
Wirklich hervorragend deine forschungen im thema pflanzenkulturen.
(Aos interessados em cultura orgânica, vale a pena batalhar pela tradução do link em questão)
Um amigo meu, engenheiro, me informou que de 1989 até 1991, a empresa Britanite testou um aditivo ao álcool, chamado DNTEG - Dinitro Etileno Glicol, que adicionado na proporção de 2% em 98% de etanol, fazia com que o álcool podia ser queimado diretamente em motores Diesel. Na época foram testados 40 ônibus com esta mistura, pertencentes à concessionária estatal paranaense de águas SANEPAR, com sucesso absoluto. Os ônibus rodavam em média 150 km por dia, 23 dias por mês, durante 1,5 anos. Além do motor, também o óleo lubrificante tinha durabilidade maior.
Misteriosamente, e como é de praxe, estes experimentos foram abortados...
Meu caro Carlos (cidadedeopinião)
Infelizmente não posso concordar com vc, a respeito da condição moral e exemplar de nossos grandes empresários.
É muito fácil distribuir lições de ética enquanto se aproveita das condições especiais promovidas pelos lobies, pelos políticos mensaleiros, pelas associações de classe, por justiça contratada, etc.
Nestes acordos "pós meia noite" em finos bordéis, tem grande empresa que recebe energia elétrica até de graça (White Martins)...
Sem falar em toda a estrutura de logistica paga pelo povo, para que estes conglomerados exportem seus bens a preços irrisórios, como é o caso do álcool, que o povo paga R$ 1,50 por cada litro, e é exportado criminosamente aos EUA por R$ 0,35 ...
Meu caro Trigger
Muito boa a comparação entre nossos políticos e o bezerro que recebe o leite da mangueira da ordenhadeira mecânica... sem nem precisar chupar na teta da vaca...
Claro... quem paga e mantém a ordenhadeira, a vaca, o pasto, o poço, o estábulo, a energia, o veterinário, etc... é o enganado povão...
Meu caro Bruno
Já te incluí na lista...
Quanto a cogeração residencial, não tenho dúvidas sobre sua viabilidade num futuro imediato, quando mechermos em nossas leis que beneficiam apenas os grandes, pois então teremos o mercado livre e poderemos criar toda a estrutura e o desenvolvimento necessários.
Muito obrigado pelas palavras de incentivo. Durante meu Biocasamentosemináriocaipira recebi muitas homenagens, com destaque para uma placa de prata, um avental personalizado para abastecer meus veículos a OVN, a presença ilustre de grandes amigos queridos, inclusive em canto, dança e música, e um breve discurso emocionado de nosso ambientalista Gert, que aliás está me homenageando dia 13/07 nas comemorações de aniversário de seu programa Ecologia em Ação da TV Cidade de Joinville - SC.
Agradeço também os votos de felicidade remetidos por meus idolatrados amigos, que não puderam se fazer presentes.
Meu caro Paulo
O carro a ar, ou o elétrico servirão apenas para pequenas distâncias urbanas, e atualmente não são nada baratos e nem limpos, pois 80% da energia elétrica produzida no mundo, ainda provém de termoelétricas fósseis e nucleares.
No futuro, todas as energias serão mais caras, e nada será comparável às bioenergias, aliás hoje já é essa a realidade que custam a enchergar.
Por isso é que existe a lei proibindo a fabricação e a venda de álcool pelos pequenos, bem como a resistência para implantar os óleos vegetais combustíveis. Já imaginou os cabides de emprego da pbrás despencando dos suculentos armários? E os parlamentares com menores depósitos mensais?
Meu caro Uttama
O Pastor Fuchs defendeu muito bem os OVN no programa da TVE, e está fazendo um belo e exemplar trabalho de pesquisa e demonstração para a agricultura familiar, no sentido destes produzirem e utilizarem os OVN virgens qualificados. Foi ele que trouxe para palestrar no Brasil o professor Schrimpff, responsável pelas inteligentes leis de energias renováveis da Alemanha, que deveriam servir de base para as nossas, para evitarmos as negociatas do Proinfa e o atraso decorrente.
Lamentavelmente, o discurso do professor durante o seminário www.stef.com.br foi cortado pela metade, e até hoje ainda não se encontra disponibilizada esta magna aula no portal.
Meu caro Camilo
É previsível uma reação da indústria do ptróleo contra as bioenergias. Afinal, os fósseis, além de grandes responsáveis pelo aumento de CO2 atmosférico, também respondem pelas presentes e futuras guerras e até pela fome no mundo, pois são a base de um comércio mundial exploratório, onde os mecanismos criminosos criados por seus cupinchas, resultam em colonialismo cada vez mais escravagista.
Imagina se todo o mundo resolvesse viver como vivem seus mandantes. O colapso seria instantâneo. Ao invés de reduzirem seu esbanjamento, induzem os outros a calar a bôca com esmolas, vide MDL, com fábricas de juros escorchantes, FMI, BM e demais imoralidades e ameaças.
Meu caro Takuara
Sim, conheço a usina de Wittmarsum e seus idealizadores, entre eles o veneravel Pastor Fuchs mencionado acima.
Essa idéia é fantástica, e já estão conseguindo extrair óleo de soja com qualidade superior à recomendada pela norma alemã.
Eles estão trabalhando para desenvolver máquinas simples, robustas e confiáveis, para atender a agricultura familiar.
Espero que nenhum político, como é usual no Brasil, crie uma lei que os impeça a produzir óleo vegetal virgem, hehehé...pois segundo grande parte dos estudos e ensaios alemães, o óleo virgem prensado a frio, é o ideal para ser misturado diretamente ao Diesel fóssil, em proporções de até 30% ou então no uso em motores Diesel adaptados com kits para uso de até 100% de OVN virgens.
Certamente eles tem grande interesse também num trabalho parecido aí no Paraguai, onde tem comunidades agrícolas Menonitas, e outras.
Meu caro Selmo
A solução para um Brasil melhor é muito simples... temos muita gente boa - a maioria, e o que falta para colocar a locomotiva nos trilhos é muito pouco.
Basta um Enéas ou uma Heloísa Helena dar o exemplo, que o resto vem de roldão. Serão implacáveis com os larápios, espertalhões e ladrões que assaltam o nosso povo continuamente. Isso, se eleitos, e não sofrerem um atentado consequente misterioso...
Meu caro Otacílio
Que belo exemplo vc mostra sobre armazenagem de água de chuva.
Vc precisa conhecer urgente a BIOENEREDE... ver como é fácil injetar EE nas redes, e como é fácil fazer e utilizar bioenergias.
Assim quem sabe, vc desiste de se mudar para a Austrália, caso houver reeleição...
Aos interessados em participar do grupo virtual BIOCOM, basta enviar um email em branco para:
assinar-biocom@grupos.com.br
e confirmar o email automático que o sistema dispara.
Este grupo, criado pelo arquiteto Gonzaga de Curitiba, é dedicado aos biocombustíveis racionais.
Máquina produz carvão com resíduo florestal
http://www.remade.com.br/noticias/noticia.php?id=2519
É mais ou menos como no projeto de meu primeiro emprego na JIMCO em SP, a 20 anos passados, com recuperação dos gases...
UPS testa novo tipo de caminhão híbrido
http://www.intelog.net/site/default.asp?TroncoID=907492&SecaoID=508074&
SubsecaoID=609211&Template=../artigosnoticias/user_exibir.asp&ID=605117
Para o trânsito urbano, os híbridos podem recuperar a energia das frenagens, disponibilizando esta energia, geralmente desperdiçada, nas acelerações subseqüentes.
Revista SOLBRASIL
http://www.dasolabrava.org.br/solbrasil/SB07/index.htm
É uma publicação bimestral do Departamento Nacional de Aquecimento Solar da ABRAVA, contendo informações sobre a tecnologia do aquecimento solar.
A diferença entre o H-Bio e o Biodiesel
http://www.zoonews.com.br/noticiax.php?idnoticia=84557
...conclusão... nada como OVN... hehehé.
Bosch patrocina evento sobre economia de combustível
http://www.intelog.net/site/default.asp?TroncoID=907492&SecaoID=508074&
SubsecaoID=828066&Template=../artigosnoticias/user_exibir.asp&ID=828817
Taí um exemplo a ser seguido e incrementado em direção aos OVN...
Ex-ministro denuncia que Governo Federal quer privatizar mais de 3.100 km de rodovias
http://www.intelog.net/site/default.asp?TroncoID=907492&SecaoID=508074&
SubsecaoID=715548&Template=../artigosnoticias/user_exibir.asp&ID=523846
Claro, desta maneira, além de roubar mais dinheiro do povo, o governo reforma as rodovias e as entrega a seus amigos que lhe pagam propinas, salários adicionais, e outros "mimos"...
HidroBioabraços
Eng. Thomas Renatus Fendel
www.fendel.com.br
Divulgação autorizada e desejável.
“O povo se reúne aos milhares em praça pública para colocar com alegria frenética a pátria nas chuteiras da seleção, e se omite na hora de colocar o Brasil dentro de seu coração num momento em que a vergonha de ter um presidente bêbado, medíocre e conivente com toda sorte de sandices denigre uma instituição que deveria representar a galhardia do morrer pela pátria” - Blog Minuto Político
De: Otacílio M. Guimarães
Enviada em: segunda-feira, 10 de julho de 2006 19:19
Para: Pedro Paulo
Assunto: Re: MAIOR USINA SOLAR DO MUNDO
.... o problema do nordeste não é de energia, e sim, de falta de água, ou melhor, de obras bem planejadas, porque a água não falta. O nordeste não é seco por falta de chuvas, e sim, porque as chuvas são irregulares e caem geralmente de uma vez só num período de tempo muito curto. Em minha fazenda, por exemplo, este ano caiu 950 ml. de água, o que pode ser considerado um índice elevado para o semi-árido. Só que esta quantidade de água foi despejada por três chuvas torrenciais em dezembro, março e abril. Pelo fato de o solo estar ressequido quando as chuvas caem, aliado ao alto calor nesta época do ano, as águas se infiltram rapidamente e evaporam em questão de dias.
A solução está na tecnologia de armazenamento de água, que não é tão complicada assim e nem tão cara. Em minha fazenda eu fiz um reservatório utilizando materiais do local (pedra, argila e cal). Consiste de vinte reservatórios contíguos e intercomunicantes, cada um com capacidade para armazenar 50.000 litros que eu fui construindo ao longo de cinco anos. Para abastecer estes reservatórios eu construi em cima e em volta uma cobertura de telhas plásticas que somam 10.000 metros quadrados, além da captação pelos telhados da casa, depósito e capril. A cobertura reduz a evaporação elém de proporcionar sombra para os animais. Assim, eu disponho de 1 milhão de litros de água para usar durante o ano inteiro. Encheu uma vez e não secou mais. Na irrigação eu uso água de poço artesiano, não potável, dado o alto teor de magnésio e enxofre.
São soluções como esta que resolveriam o problema da seca nordestina. Mas o governo só tem para o problema soluções mirabolantes que envolvem bilhões de reais´, tipo transposição do Rio São Francisco, que só resolve o problema das empreteiras e dos corruptos.
Para produzir adubo de primeira qualidade e gás para cozinhar eu construi um bio-digestor que é alimentado com o esterco dos animais. Foi um investimento feito uma vez só que me livrou das despesas com adubo e gás.
Um abraço, Otacílio
De: dunas
Enviada em: sábado, 8 de julho de 2006 11:24
Para: thomas@fendel.com.br
Assunto: PARABENS
Suas ideias e sua competencia podem fazer sim a diferença.
Vou divulgar seu site através de meus panfletos, pois trabalho no setor de comércio alimentício.
Obrigado pelo seu brilhantismo em prol dos cidadãos brasileiros.
Sou de Florianópolis SC meu telefone: (48) 3369-1724.
Atenciosamente: Selmo Edson dos Passos.
De: TAKUARA RENDA
Enviada em: segunda-feira, 10 de julho de 2006 01:11
Para: Fendel
Assunto: mini usina p Takuara Renda.-
http://www.tecpar.br/noticias.php?id=311
Estimado Fendel:
en esta endereço aparece la noticia de mini usina de procesamento de oleo vegetal.-
Voce conhete este sistema? Pode dar uma opinhao?
Obrigado de antemao.-
Guillermo
Guillermo Gayo
Director Ejecutivo
Takuara Rendá
Cerro Rokê -Sapukai -Dept. de Paraguari
Paraguay
De: camilo
Enviada em: sábado, 8 de julho de 2006 09:54
Para: roldão
Assunto: Palpite infeliz - como sempre.
Vejo no boletim da APET, de 10 de julho, nota da qual retiro para identificação,
trecho a seguir.
SHELL CRITICA PRODUÇÃO DE BIOCOMBUSTÍVEL
A petrolífera anglo-holandesa Shell considerou “moralmente
inadequado” o uso de produtos agrícolas na fabricação
de combustíveis renováveis, “enquanto existem pessoas
passando fome no mundo”, afirmou Eric Holthusen, gerente de tecnologia
de Combustíveis para Ásia e o Pacífico.
Isto posto, quero solicitar ao erudito "chef cusine ", mr.
Eric, receitas de mamona e sementes de girassol para consumo diário.
Para comestíveis temos outras leguminosas produzindo óleos
mais saudáveis
Há quarenta anos, comprovadamente, estudamos o bio-combustível
com a Shell intrometendo-se, ajudando a atrapalhar nosso avanço
científico nesta e em outras áreas. Camilo Viana - Belo
Horizonte
De: uttama freisleben
Enviada em: quinta-feira, 6 de julho de 2006 10:52
Para: Fendel
Assunto: Re: Jornal BIOCOM 13
Muito boa a participação do nosso BIOPASTOR FUCHS DEFENDEU MUITO BEM O NOSSO OVN! PARABÉNS E VAMOS CONTINUAR NESTA LUTA.
E só pra lembrar quem se interessar por aquele artigo da quatro rodas sobre o motor ELKO basta me escrever no uttamadesign@gmail.com
Abraços a todos - Paulo - FCO. BELTRÃO - PR
De: PAULO CESAR DE SOUZA MARTINS
Enviada em: quarta-feira, 5 de julho de 2006 14:04
Para: Bioenergia
Assunto: Re: [Bioenergia-l] ENC: Jornal BIOCOM 13
Caro Fendel
O q vc acha desse carro a ar?
El Motor de Aire Comprimido MDI
Tras doce años de estudio, Guy Nègre ha conseguido desarrollar un motor
que puede convertirse en uno de los mayores avances tecnológicos de este
siglo. Su aplicación a los vehículos CAT's aporta grandes ventajas tanto en
su coste económico como su coste medioambiental. Con la incorporación de la
bi-energía (Aire comprimido + combustible), además de la monoernergía (Solo
aire), los vehículos CAT's han aumentado su autonomía hasta cerca de los
2.000 km, con una contaminación nula en ciudad y muy reducida fuera del área
urbana.
A su vez, las nuevas aplicaciones del motor MDI abren multitud de
posibilidades en campos como la náutica, co-generación, motores auxiliares,
grupos electrógenos, etc. El aire comprimido es un nuevo vector energético
que permite, de forma viable, la acumulación y el transporte de la energía.
MDI está muy cerca de iniciar la producción en serie de motores y
vehículos y se financia con la venta y cesión de licencias de fabricación de
sus patentes en todo el mundo. (Ver
más) http://www.motordeaire.com/inversores.html
De: Bruno Baeta
Enviada em: segunda-feira, 3 de julho de 2006 23:38
Para: thomas@fendel.com.br
Assunto: Parabéns!!!
Sr. Fendel,
São pessoas como você que me fazem acreditar em um
futuro promissor para nosso Brasil!
Sou eng. eletricista, recém formado, fiquei muito
contente em ler sobre cogeração em seu site. Concordo
com você que o caminho para a matriz energética seja
realmente este. Temos um potencial enorme a ser
explorado, e por motivos tolos nao aproveitamos.
Queria saber sobre a viabilidade de implantação da
cogeração para residências, você acha possivel a
implantação? Parabéns!!!
OBS.: Peço que me informe sobre novidades nesta área.
Bruno Baêta
De: trigger.br
Enviada em: terça-feira, 4 de julho de 2006 10:44
Para: biocom@grupos.com.br
Assunto: Re: [BioCom] Jornal BIOCOM 13
Bom dia Amigo Romeu,
"...os políticos não querem perder mais esta oportunidade de arrancar
nosso dinheiro, afinal, cada vez aumenta mais o número dos que querem mamar
numa teta irrigada com dinheiro dos contribuintes..."
Aki perto em Bauru tem um predio com uma pintura que descreve bem isso, uma vaca leiteira com o aparato mecanico tirando leite, e o bezerro só de boca aberta tomando o leite, nem pra tirar o vagabundo presta, os politicos então acho q até pior que isso, e a gente só secando as minguas.
Abraços.
De: cidadaoeopiniao
Enviada em: terça-feira, 4 de julho de 2006 00:59
Para: undisclosed-recipients:
Assunto: En:Fw: Antônio Ermírio de Moraes- FSP
Meus amigos,
Costumo ler e ouvir com atenção tudo o que o Sr. Antonio Ermírio de Moraes escreve e diz. Enquanto nos países desenvolvidos é o saber, a moralidade pública e a tenacidade dos grandes homens que os fazem cair na estima do povo, aqui se elege... Bem, vcs. sabem quem temos elegido.
No mínimo os brasileiros deveriam perguntar humildemente a esse brasileiro ilustre, sério e competente: Quem nos deve conduzir?
----- Original Message -----
*ANTÔNIO ERMÍRIO DE MORAES
Pense e vote
NESTES TEMPOS de eleições, o Brasil é pintado de rosa pela situação e de preto pela oposição. Isso é próprio de qualquer campanha eleitoral.
No meio do tiroteio, o povo fica perdido, recebendo informações manipuladas, todas aparentando verdades.
Nesse ambiente, há pouco espaço para análises objetivas.
Por isso, antes que comece o massacre das mensagens no rádio e na televisão, alinho alguns dados objetivos que, no meu entender, registram os principais problemas do Brasil de hoje.
1 - No período de 1996 a 2005, a economia mundial cresceu 3,8% ao ano; o Brasil cresceu 2,2%.
2 - Nesse ritmo, o mundo dobrará a renda per capita em 30 anos; o Brasil levará cem anos.
3 - Entre 1995 e 2004, os países emergentes investiram cerca de 30% do PIB em atividades produtivas; o Brasil investiu 19%.
4 - O investimento público, que estava em 4% do PIB em 1970, já irrisório!, caiu para 0,5% em 2005.
5 - Nesse período, a carga tributária quase dobrou, chegando perto de 40% do PIB.
6 - Para crescer 3,5% ao ano, os investimentos em energia elétrica, petróleo, gás, telecomunicações e transporte teriam de ser de, no mínimo, US$ 27 bilhões por ano, enquanto, na realidade, não passam de US$ 14 bilhões.
7 - Dentre os 127 países estudados pelo "Program for International Student Assessement" (Pisa), o desempenho dos alunos brasileiros está em último lugar em matemática e penúltimo em ciências.
8 - Em pleno século 21, temos 16 milhões de analfabetos e, entre os que sabem ler, mais de 50% não entendem o que lêem.
Vários desses dados fazem parte de um artigo publicado na "Revista Indústria Brasileira" em abril de 2006, cujo título já diz tudo: "Sem crescer, não há saída".
O mínimo que se espera é que os candidatos ataquem essas questões de frente, dizendo claramente o que farão para inverter o quadro atual. Isso faz parte da educação dos cidadãos e da construção da democracia.
**Há tempos, Roger Douglas, ex-ministro da Fazenda da Nova Zelândia, contou-me que, no seu país, toda vez que um candidato diz na televisão o que vai fazer sem dizer o "como", o seu adversário, no dia seguinte,* *ocupa o seu espaço na mesma televisão, para desmascarar as promessas vazias.
Desde que esse sistema foi implantado, narrou Douglas, a demagogia diminuiu bastante e o povo votou mais consciente. Os problemas estão aí. Cabe aos candidatos dizer "como" resolvê-los. Não seria uma boa idéia para praticar no Brasil?**
* *ANTÔNIO ERMÍRIO DE MORAES*
*FSP 04-06-06*
De: energy-juergen
Enviada em: terça-feira, 4 de julho de 2006 09:23
Para: Fendel
Assunto: Re: RES: RES: Pöl-BHKW Studie aus Bayern
Hallo Thomas Bräutigam,
Schrimpff ist ein sehr guter Mann, habe auch schon oft im Forum Artikel von ihm verlinkt.
Aber hier noch der thread aus dem Forum
http://f27.parsimony.net/cgi-bin/topic-flat.cgi?Nummer=67590&Phase=Phase1&
ThreadNummer=30729
und dieser Professor Cocking aus Notingham scheint ein sehr interesante Mann zu sein. Den habe ich erst gegen Ende dieses threads entdeckt, obwhl seine Entdeckung schon von 1998 stamt mit dem naringenin. Das Ding ist der absolute Hammer, so wie Johanna Döbereiner und Gluconacetobacter diazotrophicus.
Das mit dem Tomatenmatsch (das naringenin ist in den schalen der Tomate) sollte auch in Brasilien klappen auch mit Jatropha oder mamona.
Bei dendezeiro und coqueiro ist das bereits nachgewiesen.
juergen
De: sanderson souza
Enviada em: terça-feira, 4 de julho de 2006 10:40
Para: thomas@fendel.com.br
Assunto: RE: Jornal BIOCOM 13
Agora ta o anexo... desculpe-me...
Um abraco!
Sanderson Murilo de Souza
Bioconbustibles en Catalunya: viabilidades de equilibrio economico y energetico regional.
Estudio de campo presentado en el curso de pos grado en Gestión Ambiental en la Empresa y la Administración Pública, referente al segundo trimestre, en la Universidad de Barcelona. 2006
1. Introducion
Las circunstancias del mercado de energia internacional, mas especificamente del petroleo, vien mostrando que las naciones no puedem
apoiar su economia en tan instavel fuente. Tal quadro ha traedo el recto a las administraciones governamentales de diversificar las formas y
origenes de abastecimiento de energias. Se muestra muy oportuno somar este eje de demandas actuales a los rectos de preservacion del
medio ambiente de Rio21 y del protocolo de Kioto. En catalunya el plan de energia (estrategico) 2006 – 2015, vien de encontro a estes rectos.
El fomento de la producion de biocarburos, mas alla de ser una via sustenible de energia, tien un caracter de distribuicion de renta y equilibrio
economico regional, que de forma indirecta contribuie ecologicamente al estimular la preservacion de las culturas autoctonas. Asi, la inclusion
de los pagesus en el debate de las bioenergias es fundamental.
El petroleo amenacando llegar a la casa de los 80US$ el barrio, tien propiciado un momiento de efervecencia en el mercado d
e biocombustibles (mas exactamiente entre fornecedores de equipamientos y tecnologias para fabricacion del diester). Las informaciones
passan ha tener vinculos mercantiles, oriundas de lob’s. Desarrollar el mejor camino en las politicas de abastecimiento energetico passa a
ser mas dificil do que siempre fue.
Dentro de tal panorama, para incluir los pagesus en la rota del negocio de bioenergia, con mayor valor agregado possible a seu producto,
cabe buscar las mejores tecnicas disponibles para la producion y uso de los biocombustibles, tanto corporativas (administracion legal) quanto
en la engeniaria (custo/beneficio). Dar preferencia politica a una perspectiva que colabore con la sobrevivencia economica de los pagesos
viria en horabuena, poes hace tiempo vien siendo subtraidos en la cadena de distribuicion de alimentos, y que miran los acordos de la OMC
con la UE poner en marcha la eliminacion de los subsidios a las actividades rurales (fecha 2012).
2. Metas de producion de biocombustible de Catalunya.
El Plan energetico de Catalunya (2006-2012), apunta como metas de producion de biodiesel y bioetanol los rectos de la tabela abajo (tab.
2.1). Ousado, segundo la propria administracion, pero possible des de que la voluntad politica de algunos agentes del cambio estea
satisfatoria.
2003(Ktep/ano)2010(Ktep/ano)2015(Ktep/ano)2003 - 2015
Biodiesel 5,4356,9785,414.400 %
Bioalcool19,9 20,8 58,7 195 %
Tab. 2.1 Fonte: Pla D’Energia Generalita 2006 – 2015
Entre las biomassas el biodiesel y el bioetanol son los elementos de mejor provecho energetico, y que disponen de mayor demanda hoy en
catalunya. Cabe salientar que la enorme disproporcion entre los dos, a ser produsido en Catalunya, ten condicionantes geograficos y
tecnicos, que hace com que la producion regional del biodiesel sea mas apropriada. La pluviosidade, bien como la ausencia de latifundios,
impeden el uso de tecnicas sucro-alcoleras. E para compensar la potencial escasses de produccion de alcool regional, o sus derivados
similares, hay prevision de importacion e parcerias internacionales para compor las metas de mescla con gasolina en Europa.
Las mejores condiciones para el desarrollo de una actividade economica sostenible para el pajes, una vez vinculado a estas metas de
producion rural de la Generalitat, seria la venta del producto final, con maior valor agregado. Nesta hipotese, el aceite vegetal poderia ser
consumido en substituicion a el diester (biodiesel) y el proprio gas-oil. Com la introducion de un aparato tecnico, que acallenta el aceite en la
passagen para la bomba injectora (70 graus celcius) en los veiculos a gas-oil. Desta manera se torna possible la entrada del productor rural
en el mercado de energias. Pero hay dos barreras: una tecnica, donde cabe investigar el comportamiento de los motores a combustion
interna; y otra juridica, poes segundo la EN 14214, hay una restrita lista de combustibles que pueden ser usados en las calles publicas
(passiva de cambio legal).
Tal procedimento tecnico es conocido en los paises del norte de Europa y Brasil. Aqui en catalunya hay veiculos en teste, com los dados
controlados para dar suporte tecnico oficial a los possibles demandantes de uso, que pueden (o no – de acordo con las relaciones
custo/beneficio) requerer un cambio en las normas de uso de biocarburos (real decreto 61/2006, y normativa europeia “EN14214”). Tal
cituacion es possible frente a las incertitudes de los precios y volume de entrega de hidrocarburos en el conturbado cenario politico
internacional, y coerente los cambios en quadros sociales parlamentarios, y que las demandas judiciales populares crian cambios en las
normas con el crivo de un independente sistema judiciario.
3. Investigacion y desarrollo: campo social y tecnologico.
Junto a las estruturas tecnicas de planctiu y producion de biocombustibles hay un conjunto de fatores a ser observados. Dentro de las
seguintes “interfaces”: especie/tierra/clima/fauna de la levedura (alcool)/mercado.
Neste complexo quadro de relaciones, cabe plantear algunos saberes colecionados en 26 anos de experiencia de algunos organos del
gobierno de Brasil, que mira este sector de bioenergias como herramienta de incentivo a la distribuicion de renta y equilibrio demografico.
Que seria el Embrapa (equivalente a el IRTA), y el SEBRAE (equivalente a el COPCA):
- Evitar el subsidio a la producion;
- Cooperar en la ID de fauna microbiana compatible con especies autoctonas, y asi generar biopatentes em que el sector publico
coordene el uso, poes es trabajo estrategico de longo plazo, que se deve combater monopolio;
- Preferenciar planctiu perene, que permita mesclar cultivo de alimentos, y elimina custos con maquinario y semillas;
- Estimular la financiacion de la producion secundaria de los pagesus;
- Dar suporte legal.
Buscar apoio internacional es una de las metas del pla de energias de Catalunya, principalmente para la producion de bioalcool. La busca de
parcerias en Africa seria propicia para la disminuicion de las imigraciones, generaria creditos de carbono, teria logistica atractiva, pero
requer contratos de longos plasos, mesmo diante de las turbulencias politicas y etnicas de la region. Desarrollar una produtividad de 7.000
litros por hectare, como ocorre en algunos sitios en Brasil, requer una recerca en torno de la associacion levedura-plantiu con anos de testes.
E para tal es necessario un organo mundial que credite una viavel politica de coproducion en la region.
La ONU, atraves de la FAO, vien incentivando el desarrollo tecnico agrario en el continente Africano. La predisposicion de participacion es
alto, pero pesa en contra el altissimo nivel de corrupcion entre los govenos locales.
El centro para el desarrollo de la empresa (CDE, de Catalunya), atraves de fundos de la comunidad europea, tramita los papeles para
financiacion de inversiones de empresarios locales en el continente africano.
4. Equilibrio demografico regional.
Con las recentes sequillas de los dos ultimos anos consecutivos, se ve los pagesus con nitidos desanimos en el trabajo. La sucecion del
negocio, que en general tiene un caracter familiar, se ve nitida perspectiva de abandono.
La concequencia de la perdida de una ocupacion sutentavel en el campo abre espacio para dos tipos de performancas avassaladoras
ecologicamente: la especulacion imobiliaria en torno de segundas residencias, y la submicion administrativa de los ayuntamentos a la
flexibilisacion de las regras normativas para instalacion de industrias.
Agregar calidad de vida a las ciudades, indirectamiente envolve inibir la alta taxa de densidade demografica. Em el caso de Catalunya,
Barcelona opera como ciudade polo turistica tambien, lo que propone una atencion a los dados calitativos: paisage, aire, sonido,
aglomeracion de transeuntes, etc...
5. Conclusion.
En el pla de energias de Catalunya, las principales fontes de energias renovables contan estrategicamente con el campo: hidrogeneradores,
eolicas y biomassa. Contar con el espacio interior, generar riquesa en el campo, es una tarea que requer una equilibrada relacion entre corpo
industrial y pagesus, y que deve contar con una sobria mediacion de la Generalitat.
Perceber y denunciar los lob’s que vengan ha subtraer la calidad de las politicas de longo plazo, es dever que caso los ciudadanos no se
acerquen, las generaciones futuras iran hacer un pago muy caro por tal omicion. Las universidades, tal como instituiciones de vanguardia y
desarrollo, deven se comprometer con el clareamiento publico de las informaciones, principalmiente se publica for la mantenedoria.
Las seculares normativas de uso de los biocarburos (EN 14214, y RD 61/2006) invitan a una futura anomia entre los usuarios (que ja vien
ocorriendo segundo relatos personales en la internet – Galicia, Navarra y sitios donde la oferta de aceites crudos son atraentes). Antecipar las
demandas publicas, y retificar temporalmente la carta magna, es tarea de una procuradoria publica independiente, pero acessorada quanto a
los informes tecnicos (custo/beneficio) de buena indole. Cabe ai tambien el papel de espertos responsables en las universidades.
La libertat de oferta de energias (y principalmente de uso) es el camino mas seguro para que a longo plazo se hacerque del mejor camino
tecnico possible, como prega la RD 54/1997 del sector electrico. Las proteciones de mercado son rasonables en periodos de adaptacion de
cambio produtivo, como se puede hacer temporariamente con los pagesus, pero en paralelo hay que acercarlos de una trayectoria de
autonomia, sea producindo alimentos o bioenergia.
Los industriales poden se beneficiar de la oferta de energias regionales, pero tambien pueden quebrar con la asencia. El cerre de las
nucleares, con fechas definidas, esta consolidado por las tendencias politicas actuales. Y en paralelo hay un largo camino para se acercar de
las metas de generacion de energias renovables.
Los directivos empresariales tienen que mirar los rectos del medio ambiente no solo como un recurso de marketing, mas como una politica
de sobrevivencia de longo plazo.
E llegado el momento de los empresarios, administraciones publicas y pagesus buscar una agenda comun de suministro y desarrollo.
6. Referencial.
IRTA – Direcion de operaciones
Instituto catal d’energia – Area d’energies renovables
Departament de medio ambient i habitatge de la Generalitat - Direcion general de politiques ambientals i sostenibilitat
Ecoserveis
Pla estrategico de energia de Catalunya 2006 – 2015.
EN 14214
RD 61/2006
Associacion de los produtores de energias renovables
Associacio Catalana de Biodiesel – presidencia (UAB – Cerdayola del Valles).
www.copca.com
www.sebrae.gov.br
www.embrapa.gov.br
www.fendel.com.br
www.uniodepagesus.org
Jornal BIOCOM 15
Meu caro Alessandro
Lembro sim de sua pergunta sobre OVN em motores a gasolina, e pensei que a respondi. Desculpe se não o fiz a contento. De qualquer forma, este assunto está batido e rebatido nos jornais anteriores, disponíveis em http://www.fendel.com.br/opjun06.html
Óleos vegetais necessitam de motores de ciclo Diesel. Não queimam em motores de ciclo Otto (a gasolina e a álcool).
Somos o único país no qual os eficientes e limpos motores Diesel são proibidos para o povo.
Essa proibição decorre de leis nacionais burras que beneficiam o transporte via caminhões e ônibus, em detrimento de trens e barcaças.
Assim, continuamos importando Diesel enquanto exportamos gasolina a preço vil.
Se seu objetivo é andar com bioenergia imediatamente, transforme seu motor e documentos de gasolina para álcool.
Ou aguarde os resultados das ações e mandatos de segurança, que estamos ajuizando com a Dra. Ana, contra os Estados e Detrans do PR e SC.
Caso positivo, poderemos finalmente andar a OVN neste país de leis pelegas, sem sermos importunados pelos policiais.
Na foto acima, o lendário motor ELSBETT instalado num Passat Variant alemão (na Alemanha) que se encontrava recentemente à venda por mil euros no endereço:
http://cgi.ebay.de/Passat-mit-original-Elsbett-Motor_W0QQitemZ180005273376QQihZ008QQcategoryZ9801QQss
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Incluso o carro 91 com 254.000 km, necessitando de pequenos reparos.
A indústria mundial copiou muitas das grandes idéias do Ludwig Elsbett, presentes neste fantástico motor ELKO da foto acima, como por exemplo a injeção direta, as bombas individuais de alta pressão, etc, tanto é que tem muita gente utilizando 50% de OVN nos motores Diesel atuais eletrônicos.
Falta ainda a estes vassalos fabricantes e adeptos ptrolíferos copiarem o resto deste magnífico, eficiente e compacto motor, como pistões articulados com cabeça em ferro fundido, radiador só para o óleo lubrificante, etc.
Meu caro Jack
Obrigado por nos fornecer uma outra ótica da transposição do rio São Francisco.
Comungo com a idéia de viabilidade das grandes obras. O problema delas se resume apenas à corrupção endêmica que assola os envolvidos. Julgo pífios todos os argumentos pseudo-técnicos contrários, ressaltando que se deve dar condições e oportunidades a obras de todos os tamanhos, exatamente o contrário do que acontece aqui, onde os pequenos expoliados são proibidos a comercializar energias.
Sobre os veículos flex, não saberia dizer se ocorre a separação da água nos tanques, presumo que não, devido ao alto apetite higroscópico do etanol. Mas, em relação à taxa de compressão e ao consumo, teu amigo tem razão.
Também parece que a mistura promove a formação de uma goma, que acaba entupindo o sistema de alimentação de combustível.
Aliás prá que serve a ANP? Não seria exatamente para cuidar dos preços e das ofertas dos combustíveis?
Se nem isso ela faz, melhor fechá-la e deixar o mercado se virar sozinho, sem ter de sustentar estes inúteis parasitas trapalhões.
Meu caro Deputado Greca
Sua ausência no Biocasamento foi sentida, bem como a de muitos dos bioamantes convidados.
Espero que vc seja reeleito e que possamos fazer no PR um exemplo de leis a serem seguidas, afinal, vc, quando convidado a palestrar sobre arquitetura, muda o tema e fala sobre bioenergia.
Meu caro Bergamini
As estatísticas que vc divulga, são arrasadoras. Arrasam o ânimo de qualquer ser de boa vontade.
Infelizmente o nosso querido Brasil, além de órfão, é tratado pelos próprios filhos, como se fosse a pior, a mais ordinária e a mais nefasta das madrastas.
Minha querida Teresa
Só porque vc é PT rôxa, não precisa ser cega.
Vai, tira as vendas dos olhos, coloque um óculos, use colírio... e não fuja do debate.
Meu caro Bisca
Não se preocupe, sei que vc virá reparar sua ausência, na primeira oportunidade, assim que terminar a inspeção nos aerogeradores oceânicos de 3,5 MW da foto abaixo, onde vc aparece feito um cuco, hehehé...
Meu caro Zanetti
Essa idéia de comprar a Amazônia é típica de vampiros egoístas, que depredaram as próprias florestas, e agora, por bagatela, tentam salvar a própria vida.
Se a intenção deste tipo de bandido fosse boa, eles lutariam contra a expoliação dos povos quintomundistas, para que as nações sugadas tivessem meios, de por si só preservar áreas biodiversas, e que os meios de produção fossem sustentáveis. Mas, o que ocorre é extamente o oposto. Eles estupidamente subsidiam a própria agricultura, e impõe vultosos impostos de importações a nossos produtos, além é claro de viver de forma esbanjadora e degradante.
Meu caro Guilherme
Permita-me divulgar teus comentários, pois nestas listas há muitos interessados na evolução dos combustíveis racionais.
É claro que vc pode e deve divulgar o nosso trabalho, inclusive posso ir aí fazer uma palestra.
Tuas idéias sobre a automatização dos kits para OVN são muito interessantes, e é assim que funcionam alguns kits computadorizados alemães.
Espero chegar lá também, embora as prioridades aqui ainda sejam mais modestas, como leis, autorizações, normalização dos óleos, etc.
Também incluí o material sobre a conversão de motores para OVN, feito pelo meu bioamigo Lenhardt, ressaltando que se trata de uma tecnologia com muita coisa a ser aprimorada, papel que deveria ser atribuido à grande indústria e aos centros de pesquisa, e não a centenas de fundos de quintais, como ocorre atualmente.
Meu caro Anderson
Para mim, o mercado de carbono é algo imoral e prejudicial à própria vida.
Trata-se de uma negociata, onde os atores encenam posturas, conceitos e preços ao sabor do vento e das propinas.
Nós temos por obrigação sermos limpos. Não adianta premiar um mercado virtual, baseado em suposições e falácias.
De repente, estão todos repetindo chavões, como crianças que fazem de conta que sabem ler.
Por exemplo: Metano (CH4) é 21 x mais causador do efeito estufa do que o gás carbônico (CO2). Certo, acontece que a molécula de CO2 tem vida 20 vezes maior que a de CH4 na atmosfera, portanto, em termos de efeito estufa, dá praticamente elas por elas...
Se o mercado real de carbono e de qualquer coisa no mundo é hipócrita (não consideram os custos ambientais, sociais, etc), imagina então a sacanagem de um mercado hipotético.
Afora isso, é muito melhor fazer leis decentes para uso das bioenergias racionais e claro, implantar a BIOENEREDE.
Este mercado de carbono promove o contrário de seu aparente objetivo, na realidade ele apenas prorroga aos porcos o direito de continuarem a sujar o meio ambiente, pagando gorjetas de "cala bôca" aos mais limpos.
Meu caro Adriano
Parabéns por teu desempenho na mesa redonda do programa TVE PR, dia 16/07/06 - 22h00.
Muito boas tuas colocações no que se refere à soberania, desenvolvimento e anticolonialismo nacional.
Quanto aos óleos vegetais, os telespectadores ficaram com a impressão de que seria possível um caminhão fazer 40 km com apenas 1 litro de OVN, e que o desempenho dos motores a OVN é muito superior aos motores Diesel.
Para evitar falsas espectativas, gostaria de esclarecer o seguinte:
Os 40 km/l foram atingidos com um veículo do porte de um Santana VW, andando a 60 km/h.
O motor ELKO, tem rendimento superior aos equivalentes, e não é mais fabricado, pois foi boicotado e mal chegou nas mil unidades, produzidas artesanalmente pelo lendário Ludwig Elsbett na década de 80.
Carga tributária atinge 38,8% do PIB
http://novo.mnp.org.br/index.php?option=com_content&task=view&id=377861&Itemid=2
Até na época da escravidão negra, a transfusão do trabalho útil era menor...
O rastro verde da Volvo
http://www.terra.com.br/istoedinheiro/459/negocios/volvo.htm
Caminhões e ônibus híbridos... imaginem só, se no lugar do Diesel, a Volvo utilizasse OVN... aí de fato seria VERDE.
Carros brasileiros poluem 98% a menos que em 1986
http://www.intelog.net/site/default.asp?TroncoID=907492&SecaoID=508074&
SubsecaoID=609211&Template=../artigosnoticias/user_exibir.asp&ID=737715
Falta ainda obrigar caminhões e ônibus a utilizarem também catalizadores... e isso é possível imediatamente, se o enxôfre do Diesel fóssil fosse substituído pelos OVN.
Petrobras abre espaço para pequenas e médias
http://www.usinagem-brasil.com.br/construtordepaginas/htm/1_8_9211.htm
Sem dúvida é um ótimo começo... mas... na realidade é mais uma tapeação, é mais propaganda enganosa do que benefício real...
É como aquela estorinha dos postos ecológicos, que a BR distribuidora quis divulgar, acendendo uma lampadazinha com painéis solares nos ditos postos ecológicos...
Pode até ser, que minha bronca a respeito, numa palestra na câmara dos debutados, na presença do pessoal revoltado da pbrás, tenha surtido o cancelamento deste deboche. Oras, se a pbrás quisesse abrir espaço para pequenos e médios, nada como acabar com o monopólio, e deixar as bioenergias trilharem o seu fantástico e irreversível caminho... sem impedimentos "legais", sem hipocrisia, e sem sacanagem.
Fundo estimula a geração de energia limpa
http://www.power.inf.br/notic_dia.php?cod=1754
Sob meu ponto de vista, este fundo comete 4 erros primários:
- Estimula o mercado de carbono
- Promove termoelétricas, em detrimento da cogeração
- incentiva o biobobodiesel.
- não se envolve com o microcomércio da energia elétrica.
Especialista critica o etanol de milho
http://www.power.inf.br/notic_dia.php?cod=1798
Pelo menos este "especialista" de araque já não defende mais o hidrogênio, como vinha fazendo em suas infantis palestras e desorientantes livros.
Falta ele compreender que um carro a OVN, com o mesmo pêso do elétrico, percorre uma distância 136 vezes maior, e o carro a álcool vai 68 vezes mais longe, além de ambos seqüestrar carbono.
Ibama devolve estudo e atrasa usinas do Madeira
http://www.power.inf.br/notic_dia.php?cod=1790
Claro... as fantásticas e limpas hidroelétricas necessitam de profundos e complicadores estudos ambientais.... coisa desnecessária para termoelétricas, nucleares, gasodutos e outras barbáries fósseis.
Governador da Califórnia apóia projetos de biomassa
http://www.power.inf.br/notic_dia.php?cod=1796
Schwarzeneger está transformando o mais poluente, no mais racional dos estados... e nem sabe ainda do potencial dos OVN...
HidroBioabraços
Eng. Thomas Renatus Fendel
www.fendel.com.br
Divulgação autorizada e desejável.
"Quem tem os inimigos internos que o Brasil tem não precisa de inimigos externos" - Otacílio
De: Anderson Porto
Enviada em: sábado, 15 de julho de 2006 19:37
Para: FENDEL tecnologia
Assunto: O que exatamente é o mercado de créditos de carbono ???
Fendel,
Você como estudioso que é, poderia me explicar o que é exatamente o mercado de créditos de carbono ?
Grato, Anderson C. Porto - Niterói, RJ - Brasil
Projetos em andamento:
:: http://www.tudosobreplantas.com.br
:: http://blog.tudosobreplantas.com.br
De: Guilherme Bellon
Enviada em: quinta-feira, 13 de julho de 2006 08:25
Para: thomas@fendel.com.br
Assunto: ENC: [clareando] Motor diesel pode ser adaptado para óleo vegetal puro
Bom dia, Sr. Thomas!!!! Tudo Bem???
Sou Guilherme, trabalho na Schadek fabricante de bombas de óleo e bombas d’água de automotores. Nós fornecemos peças para grandes montadoras como MWM, Yamaha, Internacional, Volkswagen,Caterpillar.
Fiquei muito interessado nesse projeto de vocês em adaptar os motores Diesel para funcionar com óleo de comida. Gostaria, que se fosse possível, mais informações sobre o projeto e também pedir autorização para a divulgação dele em um jornal da empresa, que é enviado a todos os mecânicos cadastrados no Brasil.
Gostaria também, de dar uma sugestão para a automatização da troca do combustível.
Como o motor só poderá funcionar com o óleo vegetal a 80º (eu imagino que seja essa temperatura) gostaria de sugerir a vocês, que coloquem um termostato (que é encontrado nos motores para medir a temperatura do óleo lubrificante) no tanque de óleo vegetal. Esse termostato será ligado a um pequeno circuito que acionará um relê, que ligará a válvula solenóide assim que o óleo chegar na temperatura desejada e continuará o processo. Esse pequeno sistema evitará danos ao motor causado por falha humana, já que o óleo só poderá entrar no circuito do motor quando chegar a temperatura e viscosidade desejada.
E para o processo de “desligamento” do motor (que o sistema deverá novamente ser preenchido com óleo Diesel), colocasse na chave de ignição um pequeno circuito temporizador, que quando for acionado (no caso, quando a ignição for desligada) este pequeno circuito acionará a válvula solenóide que imediatamente cortará o óleo vegetal e abrirá o óleo Diesel. Logo após, este circuito manterá o motor ligado num tempo suficiente (um tempo regulado) para o Diesel volte a circular no motor.
Espero que minhas sugestões contribuam para este maravilhoso projeto, que será de grande importância a proteção do nosso meio ambiente e trará consigo uma grande oportunidade para o desenvolvimento econômico do nosso Brasil.
Desde já agradeço a sua atenção, Grato, Guilherme Bellon
Desenv. Novos de Produtos Metalurgica Schadek Ltda www.schadek.com.br
-----Mensagem original-----
De: denise.mazeto
Enviada em: quarta-feira, 14 de junho de 2006 16:50
Para: Ybytucatu; Projeto-Exodus@yahoogrupos.com.br; jornaldomeioambiente@yahoogrupos.com.br;
prout_sp@yahoogrupos.com.br; Clareando
Assunto: [clareando] Motor diesel pode ser adaptado para óleo vegetal puro
http://www.permaculturalatina.org.br/
Algumas das vantagens do sistema
- Emissão de menos carbono na atmosfera do que seqüestrado pela planta, já que uma parte vira folha, caule, bagaço etc.;
- Despoluição dos esgotos, com a reciclagem do óleo utilizado em restaurantes;
Motor diesel pode ser adaptado para óleo vegetal puro
O principal problema da utilização do óleo vegetal puro nos motores a diesel é a viscosidade. Muito mais denso do que o diesel, para o qual os motores modernos foram desenvolvidos, o óleo vegetal pode causar danos em componentes internos mais sensíveis, como a bomba e os bicos injetores. Nesta matéria, o permacultor ecologista Paulo Roberto Lenhardt e o permacultor ecoversitário Frederico Pölking Lenhardt ensinam, passo-a-passo, uma técnica simples e segura de fazer a adaptação.
A solução passa pela redução da viscosidade do óleo vegetal, que pode ser feita de duas maneiras: um processo químico, complexo e dispendioso (biodiesel), ou uma técnica mais simplificada que reduz a viscosidade do óleo através da elevação de sua temperatura e com a vantagem de se aproveitar energia excedente do motor.
Utilizando a água quente do radiador do carro, pode-se atingir esta temperatura ideal do óleo bem rapidamente. Basta equipar o carro com um tanque exclusivo para o óleo vegetal, provido de um pequeno radiador ou serpentina por onde a água quente vai circular.
O tanque suplementar é necessário, porque o motor continuará sendo acionado com o diesel até que o óleo vegetal atinja a temperatura certa. A troca de combustível pode ser feita de cinco a dez minutos após a partida, mesmo com o carro em movimento, bastando acionar um botão instalado no painel.
Cinco minutos antes de desligar o carro - no caso de uma parada longa - é necessário retornar ao sistema diesel, para impedir que o óleo vegetal esfrie dentro do motor e se torne viscoso novamente.
Passo-a-passo
Como adaptar um veículo a diesel para óleo vegetal
A conversão de um carro a diesel para o combustível vegetal requer algum conhecimento de mecânica e de manuseio de ferramentas. É recomendável pedir ajuda ou mesmo contratar o serviço de um especialista.
: O TANQUE ::.
O tamanho e o modelo variam conforme o tipo de veículo e a necessidade do proprietário. São mais adequados os tanques plásticos, usados em alguns modelos de caminhões e facilmente encontrados em lojas especializadas, ou tanques de carros-de-passeio, que podem ser comprados, de segunda-mão, em ferro-velhos. Outra possibilidade é fazer o tanque sob medida.
As pick-ups são os modelos de mais fácil adaptação, porque possuem caçambas espaçosas. Mas, se o seu veículo tem menos espaço ocioso, instale o tanque sob a carroceria ou converta o tanque principal para o óleo vegetal. Neste caso, destine um tanque pequeno ao óleo diesel, que é utilizado em menor quantidade.
: O RADIADOR DO TANQUE ::.
Instale uma serpentina ou um radiador de ar quente (o mais indicado) no tanque de óleo vegetal. Encontrados em diversos modelos, eles são pequenos e têm grande superfície de troca de temperatura, aquecendo o óleo rapidamente. Originalmente, estão no painel do veículo, para aquecer o ar que entra na cabine.
: Óleo Vegetal ::.
Vantagens do sistema
- Melhor lubrificação interna do motor;
- 40% menos emissão de fuligem e, no geral, 75% mais limpo;
- Emissão de menos carbono na atmosfera do que seqüestrado pela planta, já que uma parte vira folha, caule, bagaço etc.;
- Despoluição dos esgotos, com a reciclagem do óleo utilizado em restaurantes;
- Economia, no bolso do consumidor, de até R$ 1,00 por litro na utilização de óleo novo.
1 ::. MONTANDO O RADIADOR NO TANQUE
Fixe o radiador numa placa metálica de, aproximadamente, 10x20cm, que será pregada no tanque. Faça dois furos na placa e solde dois joelhos de metal de 3/8 com rosca. Coloque dois nippels em cada joelho, para conectar as mangueiras. No lado que vai ficar para dentro do tanque, os nippels devem apontar para baixo e, no lado de fora do tanque, os outros dois nippels ficam na horizontal. Nos nippels de dentro, conecte pedaços pequenos de mangueira para diesel e, depois, fixe as pontas opostas no radiador, de forma que o radiador fique submerso, a meia distância, dentro do tanque.
No tanque, onde vai ser encaixada a placa com o radiador, faça um corte um pouco menor do que a placa. Passe o radiador pelo buraco e, se o tanque for de metal, solde a placa no tanque. Se o tanque for de plástico, fixe a placa com parafusos, usando um material vedante entre a placa e o tanque.
2 ::. MONTANDO O TANQUE NO VEÍCULO
Você deve ter algum conhecimento de ferramentas elétricas para fazer a instalação no veículo e uma boa noção de mecânica para escolher o lugar mais funcional e seguro. O ideal é que esta parte da instalação seja feita por um mecânico.
3 ::. INSTALANDO A VÁLVULA SELENÓIDE
Instale a selenóide o mais próximo possível da bomba injetora, para que não acumule óleo frio na mangueira. O modo de fazê-lo varia conforme o espaço no motor. O melhor é instalar a peça num suporte e depois fixá-lo no local escolhido. Como a selenóide é acionada por corrente elétrica, cuide para que a sua base metálica fique em contato direto com alguma parte também metálica do veículo, e que não seja isolada. Depois, prenda a ponta de um fio no parafuso da selenóide e a outra ponta em um dos pinos do interruptor instalado na cabine do veículo. Conecte o segundo pino no pólo positivo da bateria.
4 ::. INSTALANDO O FILTRO
Fixe o filtro em um suporte e, depois, instale-o em um local que facilite a conexão das mangueiras.
5 ::. INSTALANDO OS REGISTROS
O registro manual de três vias deve ficar a uma distância não muito grande entre a bomba injetora e o sistema de retorno do motor. O cuidado é para evitar que o looping seja muito extenso, ocasionando muita sobra de combustível no sistema e aumentando o tempo de "lavagem" antes de paradas longas.
6 ::. CONECTANDO AS MANGUEIRAS
Três mangueiras principais vão conectar o motor ao tanque de óleo vegetal. Pelas duas mais grossas (1/2 polegada) vai circular a água quente, do radiador do motor até o radiador do tanque. Uma mais fina (3/8 de polegada) vai conduzir o óleo do tanque até o filtro e, depois, até a selenóide.
Instale as mangueiras em local protegido, para evitar furos e rasgos, e com firmeza, para que a trepidação não ocasione perfurações. Uma dica importante: unte e isole as três mangueiras, para que a água quente vá aquecendo o óleo em todo o trajeto.
Se você vive em regiões mais frias, faça com que a mangueira de água quente passe antes por uma serpentina de cobre instalada ao redor do filtro. Para fazer a serpentina, use um cano de cobre moldado em forma de espiral, com espaço para encaixar o filtro.
7 ::. MONTANDO O LOOPING
Uma as duas mangueiras do retorno (bomba e bicos) por um "T" e este à parte de baixo do registro de três vias. Em seguida, utilize um pedaço de mangueira para juntar uma das laterais do registro a outro "T", localizado na linha que sai da solenóide e entra na bomba injetora. A segunda conexão lateral do registro é unida à mangueira de retorno que segue em direção ao tanque de diesel.
8::. TIRANDO O AR DO SISTEMA
Depois de conectadas todas as mangueiras, é hora de tirar o ar do sistema. Coloque o registro na posição retorno/retorno e utilize a bomba manual do motor (ou o sistema utilizado no seu veículo) para puxar o combustível até a solenóide. Faça primeiro com o diesel e, depois, acione a solenóide e repita o procedimento com o óleo vegetal. Feito isso, é hora de conferir as braçadeiras e dar a partida.
9 ::. FINALIZANDO
Parabéns! Se todos os passos foram seguidos corretamente, você está pronto para sair por aí dirigindo um carro movido a um verdadeiro biocombustível.
.:: SISTEMA DE ALIMENTAÇÃO DO MOTOR E RETORNO ::.
.:: A VÁLVULA SELENÓIDE ::.
É responsável pela conversão do combustível, de diesel para óleo vegetal e vice-versa. Tem duas entradas e uma saída. É elétrica e acionada por um interruptor instalado dentro da cabine do veículo.
.:: O FILTRO DE ÓLEO VEGETAL ::.
É independente do filtro original do óleo diesel. O mais indicado é um modelo comum de filtro diesel metálico, para que possa ser aquecido.
.:: REGISTRO MANUAL DE TRÊS VIAS ::.
Os motores possuem um sistema de retorno. Ele leva de volta para o tanque todo o combustível que entra no motor e não é queimado. O registro de três vias é utilizado no looping, para que o óleo vegetal não retorne ao tanque de diesel.
.: AS MANGUEIRAS :.
São utilizadas mangueiras comuns para óleo diesel, com bitolas 3/8 de polegada e 1/2 polegada. São encontradas em lojas de autopeças.
A metragem deve ser suficiente para fazer o caminho do tanque do óleo combustível até o motor, para o trajeto de ida e volta da água do radiador ao tanque e, também, para as ligações de looping.
.: AS CONEXÕES E BRAÇADEIRAS :.
As coneções em "T" são usadas no looping e devem ser da mesma bitola da mangueira de óleo, assim como as braçadeiras.
De: Jack Soifer
Enviada em: quinta-feira, 13 de julho de 2006 09:30
Para: Fendel
Assunto: Sobre o artigo de Thomas Friedman
Caro Fendel,
eis o q recebi de um amigo, engº eletrico mas
quem escreveu não conheço.
Algo confiável? A comentar em seu journal?
Um cético em relação ao flex fuel, prefere ou álcool ou gasolina. Para diesel, apoia o bio.
[Este e-mail é de 2005, não sei se ele mudou de opinião]
De: Alvaro Almeida de Britto
Enviada: seg 8/8/2005 12:32
Para: David Waisman; Edmundo Montalvão; Márcia Biato; Heloísa H. Tartarotti Camargo; Fernando Lagares Távora
Cc: CONLEG - Núcleo de Economia
Assunto: Sobre o artigo de Thomas Friedman a respeito de combustíveis
David e os outros,
Em primeiro lugar, um pouco de metrologia. Aquele máximo de economia atingido pelos automóveis de fabricação norte-americana em 1986, de 26,5 milhas por galão, equivale, em nossas unidades, a 11,37 km/l.
Quanto à questão estratégica, não pode restar dúvida de que, descontadas as trapalhadas como a crise de suprimento em 1988, o programa brasileiro do álcool combustível é um sucesso. Faltou, naturalmente, a busca concomitante de alternativa vegetal para o diesel, que era e continua a ser o fator determinante de nossa demanda por petróleo. Hoje, parece já haver alguma ação no sentido da exploração do biodiesel - antes tarde que nunca.
Nem deveria mencionar o esforço de lavra e produção de petróleo na plataforma marítima, para não favorecer muito o papel estratégico da empresa estatal em que trabalhei.
Agora, o carro chamado flexível sempre me suscitou dúvidas sérias. É que a gente não abandona facilmente os conceitos de nossa formação técnica, e todo engenheiro bem formado sabe disso. Ainda que me resguarde de opinar sobre aquilo que não sei, como a eletrônica que permite ao sistema de alimentção do automóvel reconhecer a mistura afluente e fazer ajustes na injeção, há coisas que continuam mal explicadas.
Por exemplo, a primeira coisa em que pensei, ao ouvir, pela primeira vez, a menção aos tais automóveis flexíveis, foi a questão da segregação de fases no tanque. Sabem, grande parte dos meus estudos básicos na metalurgia tratava da termodinâmica dos sistemas de múltiplos componentes. Diagramas de fases, produtos de solubilidade, essas coisas. Não posso acreditar que um chip, por mais sofisticado, possa fazer alguma coisa para dar conta da separãção em fases dos combustíveis no tanque dos automóveis. Veja-se: temos, de um lado, gasolina com álcool diluído nela, o que, como todos sabem, tem limite de solubilidade em torno de 25 por cento de etanol na mistura; do outro lado, temos álcool hidratado. A água é totalmente incompatível com o hidrocarboneto. Se, no início, temos uma fase etanol-água em baixo e gasolina-etanol em cima, há uma interface entre as duas camadas. Nessa interface, necessariamente, ocorre uma interação do tipo: álcool, tendo mais afinidade pela água que pela gasolina, passa da fase de cima para a de baixo. Acontece que os sistemas ternários são muito complexos. Logo imaginei que o resultado final dessa mixórdia seria a separação em três camadas ou fases. Mencionei essa dúvida, desde logo, a algumas pessoas, e todos os tecno-otimistas a desprezaram. Mês passado, a Folha de S. Paulo já aconselhava os proprietários de carros flexíveis a utilizar somente um dos combustíveis, porque, se o veículo ficar parado dois dias, os três líquidos se separam no tanque e, nesse caso, quem vai primeiro para o sistema de alimentação é - adivinhem - a água quase pura.
Quando inventarem o carro a água, talvez funcione...
Outra coisa me ocorreu em seguida, quando o engenheiro de materiais, atento à termodinâmica das substâncias, foi substituído, em meu racioicínio, pelo engenheiro de petróleo, conhecedor de motores e combustíveis. Acontece que o etanol tem menor poder calorífico que a gasolina, mas ìndice de octanas mais elevado. Isso permite e obriga o motor regulado para o álcool a ter taxa mais alta de compressão e a trabalhar em temperatura mais elevada para ter melhor rendimento. A relativamente baixa taxa de octanagem da gasolina utilizada no Brasil limita a taxa de compressão dos motores, o que é compensado, na comparação com o motor a álcool, pelo maior poder calorífico.
Bem, o resultado dessa contradança é o seguinte: não há eletrônica que altere, on-line, a taxa de compressão do motor, dado que é coisa determinada pelas dimensões das bielas, etc. Por conseqüência, uma de duas coisas teria de ser feita: ou bem o carro flexível estaria regulado, em termos de compressão, para otimizar o uso de álcool, ou bem de gasolina. Se o regularmos para o álcool, a taxa de compressão será alta demais para o uso com gasolina, e haverá pré-detonação, isto é, o carro "baterá pino". Portanto, somos obrigados a regulá-lo para a gasolina. Nesse caso, o uso do álcool resultará em perda de potência e em maior consumo.
Assim, desde que o panorama do suprimento não sugira, imediatamente, uma crise dramática de fornecimento de petróleo, não recomendo a aquisição de veículos flexíveis. Quem vive em São Paulo, onde o álcool é muito barato, compre veículo a álcool; aqui em Brasília, onde o álcool não compensa, compre carro a gasolina. E, todos, deixem os modelos flex para os otários que gostam de exibir novidades.
Álvaro
De: ederzanetti
Enviada em: quarta-feira, 12 de julho de 2006 14:43
Para: floresta-l@
Assunto: [Floresta-l] O valor da Amazônia
Comprar Amazônia evitaria gasto com seguro, afirma
empresário
Com as catástrofes naturais se sucedendo e os gastos
das seguradoras
atingindo recordes, um grupo de empresários foi
incentivado ontem, em
Londres, a adotar a solução definitiva para o problema
do clima: comprar a
Amazônia para preservá-la. O propositor, o sueco Johan
Eliasch, presidente
da Head (empresa de material esportivo), é dono de 160
mil hectares da
floresta amazônica, em Manicoré e Itacoatiara (AM).
Ele afirmou que, com US$
18 bilhões (cerca de R$ 39 bilhões), é possível
comprar toda a floresta e
mantê-la intacta, aplacando as mudanças climáticas
que, segundo ele, causam
tragédias como o tsunami de 2004 e o furacão Katrina.
A proposta foi feita
no debate organizado pela seguradora Lloyd's sobre o
clima -
Extrato da Folha de São Paulo - 6/7, Dinheiro, p.B6
De: Jose R. Melato
Enviada em: quarta-feira, 12 de julho de 2006 10:33
Para: Fendel
Assunto: RES: Jornal BIOCOM 14
Meu caro Bio Amigo;
Gostei das fotos, se tiver mais me mande. Deve ter sido muito divertida sua festa de casamento, pode deixar que na minha volta estarei indo fazer aquela visitinha em Rio Negro. Abraços Bisca
De: Teresa T.
Enviada em: terça-feira, 11 de julho de 2006 21:49
Para: thomas@fendel.com.br
Assunto: RE: Jornal BIOCOM 14
IMPOSSÍVEL, RESPOSTAS, DIÁLOGO E TENTATIVA DE DEBATE ,
QUANDO FALTA RESPEITO, E LIDERA A PREPOTÊNCIA.
CADA UM NA SUA TRIBO.
ABRAÇOS
De: Ricardo Bergamini
Enviada em: quinta-feira, 13 de julho de 2006 10:09
Para: Undisclosed-Recipient:;
Assunto: Perfil das Receitas da União 015
O manicômio tributário brasileiro é altamente concentrador de renda, senão vejamos: apenas 33,38% da carga tributária da União são oriundas das Receitas Tributárias (qualitativas – incidem somente sobre a renda e o lucro), os 66,62% restantes são oriundas das Receitas de Contribuições (quantitativas – incidem, direta ou indiretamente, sobre todos os brasileiros de forma eqüitativa – sejam milionários ou miseráveis).
De: Ricardo Bergamini
Enviada em: quarta-feira, 12 de julho de 2006 09:29
Para: *Thomas Renatus Fendel
Assunto: Fw: Jornal BIOCOM 14
Convido os membros da minha lista para dedicarem mais espaços de suas reflexões para o ‘Brasil Real’: uma nação órfã.
Política Tributária – Fonte MF
Base: De Janeiro de 2003 até Maio de 2006
Receitas Tributárias saíram da média/mês de R$ 9,0 bilhões (8,02% do PIB) em 2002 para R$ 11,4 bilhões (7,68% do PIB) no período de janeiro de 2003 até maio de 2006. Crescimento nominal de 26,67%, e queda real em relação ao PIB de 4,24%.
Receitas de Contribuições migraram da média/mês de R$ 16,1 bilhões (14,35% do PIB) em 2002 para R$ 22,8 bilhões (15,33% do PIB) no período de janeiro de 2003 até maio de 2006. Crescimento nominal de 41,61%, e aumento real em relação ao PIB de 6,83%.
Receitas de Capitais migraram da média/mês de R$ 7,8 bilhões (6,95% do PIB) em 2002 para R$ 4,3 bilhões (2,92% do PIB) no período de janeiro de 2003 até maio de 2006. Queda nominal de 44,87%, e queda real em relação ao PIB de 57,98%.
Receitas Totais migraram da média/mês de R$ 36,4 bilhões (32,41% do PIB) em 2002 para R$ 43,3 bilhões (29,12% do PIB) no período de janeiro de 2003 até maio de 2006. Aumento nominal de 18,96%, e queda real em relação ao PIB de 10,15%.
Arquivos oficiais do governo brasileiro estão disponíveis aos leitores.
De: Rafael Greca - Sul BBS
Enviada em: quarta-feira, 12 de julho de 2006 08:47
Para: Fendel
Assunto: Re: Jornal BIOCOM 14
Fendel
Meus parabéns pelo seu biocasamento.
Não pude estar com vocês, por motivo do lançamento da campanha aqui em Curitiba.
Envio votos de felicidades - no mesmo clima de alegria que, se vê pelas fotos, houve na celebração da biounião de ambos.
Peço apoio na eleição. Meu nº é 15215. Para deputado estadual.
Abraço cordial Rafael Greca
De: Jack Soifer
Enviada em: quarta-feira, 12 de julho de 2006 05:29
Para: Fendel
Assunto: Re: Jornal BIOCOM 14
Caro Fendel, as fotos estão ótimas!
Tua mulher Josi tem cara de índia, como a minha, que é 1/4
índia Tupinambarana.
Permita comentar a Transposição do S.Francisco.
O projeto inicial foi idealizado por sociólogos e extensionistas agrícolas
e só depois contactados engenheiros. Um amigo meu é quem preparou
parte da documentação para convencer o PT de sua exiquidade e qualidade.
Naquela ocasião as empreiteiras e os 'coronéis' se opuseram, liderados
por ACM, pois iria dar poder econômico a algo como 580-680 mil famílias
do agreste Nordestino. Exceptuando a tomada de água e as duas primeiras
estações de bombeamento, o resto seria feito em pequenos trechos, com
tecnologia super-simples, em pequenos lotes, para as construtoras locais
terem oportunidade de participar.
O controle da distribuição de água seria feito pelos envolvidos, idealizado
com tecnologias comprovadas de medições, usadas, p.ex. em Israel.
Permita dizer que o projeto original tinha a simpatia de quase todos os
'humildes trabalhadores' que encontrei pelo agreste.
Quem o chamava de mirabolante eram os opressores.
Não sei como ficou a versão final. O agro-sociólogo Joe Weiss, brasileiro
e nacionalista, apesar do nome, sabe da inicial, pois não ficou para a final.
Hidro-bioabraço,
Jack
De: Anderson Porto
Enviada em: quarta-feira, 12 de julho de 2006 04:02
Para: TudoSobrePlantas@googlegroups.com
Assunto: RES: [TSP] Re: Jornal BIOCOM 14
Alessandro,
Repassei sua mensagem para o e-mail do Fendel (thomas@fendel.com.br).
Abraços, Anderson C. Porto - Niterói, RJ - Brasil
De: TudoSobrePlantas@googlegroups.com Em nome de Alessandro Luiz Freire
Enviada em: quarta-feira, 12 de julho de 2006 00:49
Para: TudoSobrePlantas@googlegroups.com
Assunto: [TSP] Re: Jornal BIOCOM 14
Prezados amigos;
Quando perguntei o que era necessário, se seria possível "converter", o motor de meu carro - um celta 2005 a gasolina para biodiesel, ninguém me respondeu...
Apesar de ser leigo no assunto e de não entender nada de mecânica, gostaria de ouvir posicionamentos.
Atenciosamente, Alessandro Luiz Freire
Jornal BIOCOM 16
Minha querida Cilene
Se vc puder achar um destes lendários motores ELKO para mim, mesmo com algum problema, aí na Holanda ou na Alemanha, por exemplo no Ebay, lhe agradeço.
Obrigado pelos elogios, aliás agradeço a meu bioamigo Telmo a honrosa indicação e a repercussão da última entrevista em áudio (19 min) disponível em: http://www.noticiasagricolas.com.br/streaming.php?id=00638
Quanto ao livro "Brasil até quando?" está grátis em www.fendel.com.br
Meu caro Bergamini
Os números que vc apresenta, demonstram a calamidade de nosso comércio mundial, onde o balanço é manipulado ao sabor da maionese na pizza.
Certamente não somos os únicos camufladores da realidade, pois são poucas as empresas "amigas" (e nenhum país) onde a fraudulenta contabilidade chega a provocar quebradeira. Sempre os manda chuvas "dão um jeito" para seus conchavados, afinal, o importante é extorquir.
Meu caro Jailson
O relato de teu amigo que anda com dosagens de OVN num motor eletrônico, confere com as notícias que vem do MT. Ou seja, com até OVN50 os motores eletrônicos ficam mais potentes, mais limpos e mais econômicos.
Estou iniciando meus testes eletrônicos com um GOLF clandestino, que o Governador do Acre, eng. Jorge Viana, prometeu legalizar junto ao Detran AC, por intermédio do Presidente do CREA AC, meu bioamigo José Carlos Sopchaki.
Quanto ao processo de limpar os óleos de frituras, as opções são muitas e variadas, dependendo também da fonte.
O ideal é fazer um processo completo de refino, com degomagem, neutralização, e filtragem.
Os óleos devem atender às características mínimas da norma alemã para óleo de canola.
Meu caro José
Meu kit é experimental. Não tenho cacife ainda para testá-lo a contento. As variáveis são muitas. Mas as experiências que tenho feito e acompanhado, demonstram que o caminho é dos OVN, e conto com a participação ativa dos clientes, para desmentir todas as propagandas enganosas que fazem a respeito.
Meu caro Oscar - Velho Guerreiro
O bacharel doutorado em economia Adriano Benayon, defende os óleos vegetais há muito tempo.
Ele é vice-presidente do Instituto do Sol e foi o mentor do fantástico e audacioso projeto do Prona, para mudar nossa matriz fóssil em bioenergética, num prazo de 10 anos. Embora pareça radical, este projeto teria que ser seguido pelo mundo todo, com pequenas alterações, para que tivéssemos ainda uma mínima chance de sobrevivência, frente ao caos energético e climático que se aproxima.
Quanto ao comparativo entre Argentina e Brasil, que vc traça com probidade e conhecimento de poucos, é de se espantar o marasmo das decisões relevantes do lado de cá.
Muito interessantes suas idéias a respeito do valor da terra x soberania. Sem dúvida, pelo andar da carruagem, nossas plagas tropicais logo estarão loteadas e oficialmente nas mãos de gringos, compradas a cascas de ovos e de bananas.
Meu caro Luciano
Ótimo teu artigo sobre a "porcaria". Nem sabemos onde chafurdar primeiro...
Meus caros Oscar, Gert, Adriano e Telmo
Se olharmos com mais detalhes, vemos que o assunto "aposentadoria" tem relação com energia:
- Infelizmente no Brasil, devido a políticas mesquinhas e equivocadas a favor do setor bancário, não se pode pensar em investimentos de longo prazo. Assim, ocorrem distorções faraônicas que potencializam as diferenças entre capital, especulação e trabalho. Como seria bom se o trabalhador pudesse investir em equipamentos de geração de energia, que lhe dariam um lucro líquido e certo em sua velhice.
- É necessário mexer em leis burras e indecentes, para que o bolo da aposentadoria seja dividido para quem merece, evitando sua distribuição a falsários e ladrões, como é o caso dos "perseguidos políticos".
- Sem entrar no mérito da ladainha de leis absurdas e abusivas, como exemplo, me recuso a requerer os "direitos" à aposentadoria precoce que me são devidos por eu ter frequentado 4 anos a um ensino fundamental profissionalizante...
- Estão surgindo análises e movimentos mundiais que defendem uma elevação do preço das energias, para poder elevar a remuneração do trabalho humano. Neste sentido, todos os fornecedores de gás natural estão pleiteando o dobro do preço, além de ser evidente que as energias serão cada vez mais caras, afinal terão que arcar com os custos ambientais, que até agora foram varridos para debaixo do tapete.
Meu caro Juergen
Como vc bem lembra, a Jatropha (pinhão manso) foi exaustivamente pesquisada por nosso comum e extraordinário bioamigo nicaraguense Nikolaus Foidl. Penso que poderia-se economizar energia em reinventar a roda, se convidassem este emérito pesquisador para dar sua contribuição aos "especialistas" brasileiros.
Meus caros Newton, Luís e Telmo
Agradeço o envio múltiplo do artigo com repórteres viajando a OVN. Só quem já andou a OVN, é infectado para sempre pelo gracioso e vigoroso virus da fotossíntese...
Quanto ao ministro mentir sobre OVN, esperar o quê de uma vara, onde, o que importa, são cuecas recheadas... e mais, se Rudolf Diesel andou com um conversor "transesterificado" como fica a patente do "professor" nordestino?
Artigos diversos:
Lula contra mudança do tratado da hidrelétrica de Itaipu
http://www.power.inf.br/notic_dia.php?cod=1801
Claro, nada melhor do que receber 2% de juros mensais. Este é o melhor negócio, digo, negociata do mundo...
Chávez chega como padrinho da região
http://novo.mnp.org.br/index.php?option=com_content&task=view&id=378702&Itemid=2
Assim como fazem alguns dos demais ditadores ou demagogos, Chaves distribue o dinheiro da Venezuela a outros povos e necessitados, deixando os próprios miseráveis a verem navios.
O grande mal dos petrodólares é para nossos próprios filhos, que terão de sobreviver num mundo ainda mais corrupto, degradado, desentendido e instável.
Protótipo da Audi enfrenta até avião
http://www.intelog.net/site/default.asp?TroncoID=907492&SecaoID=508074&
SubsecaoID=609211&Template=../artigosnoticias/user_exibir.asp&ID=727188
Este fantástico motor a Diesel (que seria muito melhor a OVN, é claro) só não faz parte ainda do círculo vicioso da Fórmula 1 porque as petroleiras não permitem.
Volks de Taubaté terá novos investimentos
http://www.intelog.net/site/default.asp?TroncoID=907492&SecaoID=508074&
SubsecaoID=538090&Template=../artigosnoticias/user_exibir.asp&ID=728366
Para esta transnacionais, é mais vantagem alugar o parque industrial sucateado a inúmeras pequenas indústrias, e começar nova planta em outro estado brasileiro, em nova cidade, com novas benesses, novas isenções, etc.
Enquanto a Toyota mundial trabalha com números azuis, devido a seus carros compactos, híbridos e modernos, a FORD e a GM amargam números vermelhos com seus gastões veículos, que mais parecem microcaminhões ou miniônibus, além de investirem no inviável hidrogênio.
Aumentando a lucratividade com óleos vegetais
http://www.usinagem-brasil.com.br/construtordepaginas/htm/1_1_9217.htm
Interessantíssimo artigo, com dados reais, do uso dos OVN como fluidos de corte na usinagem industrial, em substituição aos fósseis. Observando a figura apresentada, pode-se concluir que também os OVN qualificados e adequadamente utilizados, aumentam consideravelmente a vida útil de motores, tanto como biocombustível, bem como biolubrificante.
Daimler decide produzir modelo esportivo em Minas
http://www.usinagem-brasil.com.br/construtordepaginas/htm/1_8_9235.htm
Na comparação entre os modelos a Diesel (que poderiam ser OVN) e a gasolina
http://www.honestjohn.co.uk/road_tests/index.htm?id=14
Vemos que o consumo e as emissões a Diesel são 50% menores.
Tomara que os orelhudos do planalto liberem logo automóveis a OVN, para o bem da humanidade em geral e em especial para benefíciar o povo brasileiro.
Evento debate veículos elétricos e matriz energética
http://www.usinagem-brasil.com.br/construtordepaginas/htm/1_5_9221.htm
O destaque são os veículos híbridos vegetais. Pena que esta "tchurma" ainda ignora as qualidades dos OVN... lamentável.
Igualmente triste é que o INEE (instituto nacional de eficiência energética) até hoje não discute tarifas de EE, absurdo que lhes instruí a mais de 15 anos.
Petróleo das areias impregnadas com alcatrão do Canadá gera poluição
http://www.tierramerica.org/portugues/2006/0722/particulo.shtml
É como no caso do xisto paranaense, gasta-se e suja-se muito mais... do que se produz... e nada de "leis ou licenças" ambientais contrárias.
Ao final, acrescentei o ótimo artigo: "Eu sou o cachorro atropelado na porta da minha casa, de Neil Ferreira"
HidroBioabraços
Eng. Thomas Renatus Fendel
www.fendel.com.br
Divulgação autorizada e desejável.
"Quem tem os inimigos internos que o Brasil tem não precisa de inimigos externos" - Otacílio
De: Telmo
Enviada em: terça-feira, 25 de julho de 2006 19:32
Para: biocom@grupos.com.br
Assunto: [BioCom] Um impropério e tanto...Silas Rondeau
Estive hoje a tarde no Palácio do Planalto durante a assinatura dos contratos de venda de biodisel do 2. (segundo) Leilão de Biodisel (ANP).
Tive que assistir o Sr. Ministro de Minas e Energia dizer em seu discurso na ocasião, relatando ao Presidente Lula a história de Rudolf Diesel, relatando este impropério - que inventara um "motor" que naquela época se chamava "conversor" não sei das quantas, feito a partir de óleo de amendoim "transesterificado" Ele disse isso textualmente. Naturalmente como os interessados presentes eram todos do ramo de biodiesel, não se viu "entre-olhar" de contestação nenhum...
Lamentável.
Um Ministro dizer isto, pensei para mim, nesta altura o velho Rudolf deu uma virada de corpo lá no túmulo dele...
Abs, Telmo Heinen - Formosa (GO)
Grupo Virtual "BIOCOMBUSTÍVEIS - PRODUÇÃO SOCIAL DOMÉSTICA" - Nosso e-mail: biocom@grupos.com.br. Uma bio-homenagem aberta a Thomas Renatus Fendel - www.fendel.com.br.
De: Telmo
Enviada em: domingo, 23 de julho de 2006 22:31
Para: biocom@grupos.com.br
Cc: Didymo Borges
Assunto: [BioCom] Enchendo o tanque com óleo de fritura...
Eis aí uma prova de que é perfeitamente possível "rodar" com óleo de soja em carros com motores diesel, com uma boa adaptação. A dúvida sobre a economicidade desaparecerá com a ida do petróleo para os 100 dólares por barril, logo, logo lá pelo ano que vem... Veja um kit em http://www.fendel.com.br
A outra dúvida quanto à falta de alimentos é "infundada" pois quanto mais óleo for produzido, mais farelo sobrará...
Domingo, 23 julho 2006. Jornal New York Times
Em uma recente viagem de Massachusetts até minha casa em Nova Jersey, uma distância de 260 quilômetros, eu queimei um total de 2 copos de diesel em meu Volkswagen Jetta TDI 2001. O resto foi óleo de soja...
Como isto indicaria uma economia de combustível de mais de 25 quilômetros por litro, algo não fazia sentido.
Ginger Gordon, mulher do repórter que testou o carro a óleo, enche o tanque
A parte que faltava da equação era esta: eu estava voltando de Easthampton, Massachusetts, onde Daryl Beck, um mecânico bem versado em tais assuntos, tinha acabado de instalar um sistema secundário de combustível no meu carro. O combustível principal que usei para voltar para casa não foi o diesel, que o Jetta foi projetado para queimar, mas óleo vegetal comum.
Eu usei o diesel apenas nos primeiros 15 quilômetros da viagem. Depois disso, o medidor de diesel permaneceu no mesmo lugar enquanto o VW prosseguia alegremente à base de óleo de soja - o mesmo que os restaurantes usam para frituras e tempero de saladas. Eu usei cerca de 11 litros de óleo para os 240 quilômetros restantes da minha viagem para casa, o que representa mais de 21 quilômetros por litro. Nada mal.
Agora, após mais de 3.200 quilômetros à base de óleo vegetal, parece haver poucas desvantagens na transformação. Meu carro parece estar consumindo menos, parece estar rodando mais silenciosamente e parece ter o mesmo vigor que tem com diesel. Segundo os resultados de teste que vi, o óleo vegetal queima de forma um pouco mais limpa na maioria das categorias do que o diesel, e emite absolutamente nenhum enxofre. O que um carro vegetariano emite é um odor ligeiramente fragrante de óleo sendo queimado -ou, no caso de óleo usado, o odor do que cozinhou antes.
Óleo vegetal, é claro, é uma fonte renovável que emite tanto dióxido de carbono quanto a safra do próximo ano absorverá e não exige que soja seja extraída no Refúgio Nacional da Vida Selvagem do Ártico ou qualquer outro lugar. Os ambientalistas até lhe darão mais pontos no jogo do verde por usar óleo usado anteriormente na cozinha.
Mas você não receberá pontos da Agência de Proteção Ambiental (EPA) federal, que recentemente declarou que o uso de óleo vegetal como combustível é uma violação da Lei do Ar Limpo e que a modificação do carro para uso de óleo vegetal sujeita o proprietário a uma multa de US$ 2.750. Justin Carven, o fundador e proprietário da Greasecar, disse que sua empresa deu início ao processo de habilitação de seu kit de conversão para certificação da EPA.
Optar pela solução vegetariana não faz o tipo de direção "abasteça e ande" com o qual os americanos estão habituados. Em redes de desconto como Costco ou Sam's Club, o óleo de soja custa cerca de US$ 13 por uma lata de 16 quilos, um recipiente mais ou menos quadrado com capacidade de cerca de 17 litros. Isto representa alguns centavos a menos por litro do que o atual preço do diesel.
E é possível pagar menos --ou nada. Eu também recolhi 20 latas de óleo usado, apenas pedindo, em vários restaurantes e junto a um generoso usuário com um excesso de óleo. Agora que tenho minha estação de filtragem funcionando em um canto da minha garagem, mesmo as visitas aos mercados locais serão menores e mais espaçadas.
Há algumas poucas coisas com as quais preciso manter a atenção: eu preciso lembrar de limpar as linhas de combustível do óleo vegetal e voltar ao diesel poucos minutos antes de encerrar a viagem. Se eu esquecer disto em uma noite fria, o óleo poderá congelar e tornar a partida na manhã seguinte impossível sem a ajuda de um secador de cabelo.
Eu preciso me lembrar de usar a função limpeza no seletor de combustível montado no painel por não de cerca de 20 segundos. Se eu deixar na função limpeza, ele poderá deixar que o diesel flua para o tanque de óleo vegetal o fazendo transbordar, fluindo para a entrada de ar, um estrago que prefiro não experimentar.
Adicione alguns poucos fatores à categoria de pequenas inconveniências que acompanha minha euforia com independência de energia: eu preciso carregar um filtro de óleo vegetal sobressalente para o momento inevitável em que o original disser basta. Eu também tenho uma chave para filtro e um par de luvas de forno que me permite trocar o filtro enquanto o motor ainda está quente. E não devo esquecer o "turkey baster" (recheador de peru): isto para encher o novo filtro com óleo vegetal do tanque, para não introduzir uma bolha de ar no sistema, que faria o motor parar.
Meu porta-malas é menos espaçoso --na verdade, muito menos-- do que costumava ser, por causa da lata sobressalente de óleo que carrego, juntamente com um grande funil que me permite encher o tanque sem respingar. O pneu estepe também ocupa espaço dentro do porta-malas; o tanque de óleo vegetal ocupa a área antes destinada para guardar o estepe.
Apesar das inconveniências, minha esposa, Ginger, está tão apaixonada por esta experiência quanto eu. Ela já tomou posse do Jetta, mas se candidatou a ajudar no trabalho mecânico de converter outro carro para mim. Ela chama a experiência de "projeto Noah", batizado segundo nosso neto de 11 anos, que ela espera que se beneficiará de um mundo melhor caso outros façam o mesmo.
Apesar dos benefícios óbvios de usar um combustível que contribui para a independência de energia do país, que é relativamente barato e que pode ser queimado após já ter servido seu propósito original --cozinhar-- vale a pena notar que dificilmente o óleo vegetal substituirá o petróleo tão cedo.
À medida que crescer o número de conversões, os usuários acabarão sobrecarregando o estoque de óleo para cozinha. Assim como o álcool e outros combustíveis de origem agrícola, ainda resta saber se o cultivo de soja é uma forma eficiente de produzir combustíveis não-petrolíferos, já que o cultivo consome grandes quantidades de combustível e fertilizantes ricos em produtos químicos. Além disso, o uso de plantações como combustível poderia ter efeitos imprevisíveis sobre os preços e oferta de alimentos.
O território também não está mapeado de outras formas, como visto nos comentários postados em um fórum online patrocinado pela http://www.greasecar.com. Veja o caso de "Chase", um morador de Massachusetts que talvez não tenha tido o cuidado devido na estocagem de seu óleo. Chase escreveu que se deparou com grande urso preto com o focinho em um galão aberto e virado. "A sorte é que o óleo vazou para minha entrada de pedriscos, de forma que deverá ser absorvido em breve. Também foi sorte o urso não ter virado as outras 12 latas. Alguns gritos e gestos o fizeram ir embora."
Uma pergunta freqüente sobre o óleo vegetal é se o desempenho dos carros é menor com ele. Veja o caso de "TDIGuy", que buscou orientação sobre se um estouro da gaxeta do cabeçote poderia ter resultado ao "dirigir um VW rápido demais por tempo demais" e "pisar bem fundo". Após receber alguns comentários úteis, TDIGuy se explicou: "Quando disse acelerar um pouco e pisar fundo, eu quis dizer que estava tentando chegar a 225 km/h no carro. Eu cheguei a 210, mas acho que forcei demais o motor."
Uma preocupação comum na conversão do carro para óleo vegetal é a possibilidade de danificar o motor. Mas algumas pessoas que fizeram a conversão disseram não ter visto dano, mesmo após muitos quilômetros. Phil Gibbs, um bombeiro de Nova York que percorre 120 quilômetros duas vezes por semana para vir de sua casa em Putnam County, disse que já rodou 120 mil quilômetros com seu Jetta 2002 à base de óleo vegetal sem nenhum problema.
O carro já tinha rodado 110 mil quilômetros antes da conversão. "Ele roda igual a quando era novo", disse Gibbs. O segredo, ele acrescentou, é só passar para o óleo vegetal quando atingir a temperatura apropriada.
A conversão típica envolve a instalação de um sistema de combustível paralelo com um tanque independente (o meu é de alumínio, na forma de um disco de hóquei com capacidade para 49 litros), um sistema de aquecimento que passa um refrigerador para o motor quente por meio de serpentinas de cobre localizadas dentro do tanque e que envolvem um filtro de óleo vegetal especialmente instalado no compartimento do motor, assim como um conjunto de válvulas ativadas por solenóides controlado por uma chave montada no painel, que alterna o uso de diesel e óleo vegetal.
Há também um medidor de temperatura de combustível que diz ao motorista quando passar do diesel para o óleo vegetal após a ignição, e um medidor de combustível aproximado que dá uma idéia de quanto óleo vegetal há no tanque.
A Greasecar, a empresa responsável pelo meu kit de conversão, foi criada em 2000 por Carven, um bacharel em projetos mecânicos pela Hampshire College que experimentou um projeto estudantil em um carro sucata de US$ 300. Ele comemorou sua formatura com uma viagem cross-country em uma velha van VW que ele equipou com um sistema à base de óleo vegetal.
Agora a Greasecar conta com 14 funcionários e envia cerca de 300 kits por mês de sua loja em fábrica de tijolos do século 19.
Muitos compradores seguem o manual de instruções que acompanha o kit e fazem eles mesmos a instalação. Outros, como eu, procuram mecânicos experientes que sabem exatamente o que estão fazendo e estão atualizados nos mais recentes desdobramentos na arte do óleo. Vários fabricantes de kits semelhantes possuem redes de instaladores recomendados.
Além dos kits disponíveis comercialmente, muitos sistemas caseiros estão sendo instalados por mecânicos de fundo de quintal por todo o país. Você pode entrar em contato com eles por fóruns na Internet como os de sites com o Greasecar.com; o de outro fabricante de kit, a Frybrid.com; e no http://www.iodiesel.infopop.cc/eve. No Brasil procure em http://www.fendel.com.br
Para converter um carro para óleo vegetal, você precisa começar com um carro a diesel; ele não pode ser feito em um motor a gasolina. Nem todos os Estados permitem a venda de veículos novos de passageiros movidos a diesel, e há leis estaduais diferentes que regem a venda de carros usados. (Eu comprei o meu na B&B Auto Sales em North Providence, Rhode Island, às cegas, por meio de leilão no eBay.) Eu tive sorte, apesar do carro apresentar 236 mil quilômetros no odômetro, ele estava em boas condições, exatamente como descrito pelo vendedor.
Eu fiquei surpreso em saber que Rudolf Diesel, o inventor do ciclo de combustão que leva seu nome, originalmente pretendia que seu motor rodasse com óleo vegetal. Em 1912, sete anos após apresentar seu motor em uma exposição em Paris, ele disse: "O uso de óleos vegetais como combustíveis para motor pode parecer insignificante hoje. Mas tais óleos poderão se tornar com o passar do tempo tão importantes quanto derivados de petróleo e voltar no presente."
Para mim e meu "Volkswagen", tal momento é agora.
Jim Norman Tradução: George El Khouri Andolfato
Grupo Virtual "BIOCOMBUSTÍVEIS - PRODUÇÃO SOCIAL DOMÉSTICA" - Nosso e-mail: biocom@grupos.com.br. Uma bio-homenagem aberta a Thomas Renatus Fendel - www.fendel.com.br .
De: energy-juergen
Enviada em: domingo, 23 de julho de 2006 15:17
Para: telmoheinen
Assunto: Jatropha + Foidl
Caro Telmo,
na India há milhares e milhares de hectares de Jatropha e querem mais.
Nos links a jatropha e India considere que "lakh" significa cém mil-
Entao 2 lakh sao duzentos mil hectares.
http://www.indiatogether.org/2004/aug/env-biofuels.htm
http://www.jatrophaworld.org/10.html
http://www.castoroil.in/reference/plant_oils/a_z/plant_oils_a_z.html
http://www.ecoworld.com/Home/Articles2.cfm?TID=385
Meu amigo Nikolaus Foidl na Nicaragua tém vasta experiencia com jatropha (e moringa oleifera) e talvez ele tem um manual de jatropha em Espanhol. O email é
biomasa@ibw.com.ni
e Nikolaus e Thomas Fendel mais eu estamos em contacto há bastante tempo.
juergen
De: Telmo Heinen
Enviada em: sábado, 22 de julho de 2006 18:03
Para: Adriano Benayon; ECOLOGIA EM AÇÃO
Cc: Thomas Renatus Fendel; Oscar Baldoni
Assunto: Gert X Aposentados X Lula
Prezados,
infelizmente eu próprio não ando em caminhos muito diferentes do nosso amigo Gert.
Aos 56 anos não tenho mais como comprovar o tempo de contribuição mínimo antes do 65 anos de idade.
De que adiantou recolher pesados valores de FUNRURAL, mas que só tem valor para os agricultores familiares, aliás nem tanto, passarão a ter a partir da snção da Lei nesta 2ª feira?
E, mesmo tendo conhecimento muito acima da média, não conseguir trabalho remunerativo?
Veja http://www.noticiasagricolas.com.br e
"Pergunte ao Telmo"
-----Mensagem Original-----
De: Adriano Benayon
Para: ECOLOGIA EM AÇÃO
Cc: Thomas Renatus Fendel ; Oscar Baldoni ; Telmo Heinen
Enviada em: sábado, 22 de julho de 2006 17:41
Assunto: Re: Fw: Aposentados X Lula
Prezado Eng.º Fischer,
Que lhe posso dizer?
A não-valorização, em nosso País, dos que trabalham e que têm competência é uma característica do modelo econômico (estrutura de produção e de mercado cada vez mais concentrada nas mãos de grupos transnacionais, grandes empresas transnacionais).
Há mais de 50 anos que os empresários de capital local são massacrados, em doses crescentes, pela política econômica, pois o Estado age como instrumento dos grupos dominantes na economia (essa é uma lei geral que se dá não só no Brasil, mas em qualquer lugar do Mundo).
Portanto, para que haja progresso econômico, oportunidades de trabalho e bons empregos para os residentes num país, é preciso que nesse país não se permita a concentração econômica excessiva, e, muito menos ainda, essa concentração em mãos de empresas cujas matrizes e interesses estão no exterior.
Há mais de 30 anos, já estava em grau adiantado de formação a estrutura econômica incompatível com o progresso e com a democracia (esta é só um nome, nas atuais condições). Tendo-o analisado, eu digo, desde o final dos anos 70, que as coisas não têm como não continuar piorando, até que se opere reversão institucional completa.
Em artigos passados e num que escrevi há e ainda não foi publicado, vou mostrando em mais detalhes como o Brasil foi ocupado politicamente para que suas riquezas sejam tiradas de graça daqui e os grupos de poder mundial se apropriem dos recursos naturais, do capital físico e do financeiro.
Abraços, Adriano Benayon
PS - Não sou engenheiro (nos meus trabalhos de biomassa valho-me, para os dados técnicos, de trabalhos de técnicos).
Sou formado em direito e doutor em economia pela Universidade de Hamburgo, na Alemanha. Fui diplomata e consultor legislativo na área de economia, na Câmara e no Senado Federal.
----- Original Message -----
From: ECOLOGIA EM AÇÃO
To: Adriano Benayon ; Oscar Baldoni
Cc: Thomas Renatus Fendel ; Telmo Heinen ; Carlos Maria Mazzeo ; Pedro Mosso ; Carmen Nieddu
Sent: Saturday, July 22, 2006 11:01 AM
Subject: Res: Fw: Aposentados X Lula
Prezados aposentados
Sou eng. agrônomo, 69 anos, recolhi durante 34 anos sobre o teto maximo para o INSS, nos ultimos 5 anos não tive renda para pagar as contribuições e recolhi sobre o mínimo. O INSS me aposentou com R$ 300,00 agora em R$ 350,00 e o resto do meu dinheiro foi para os ladrões que nos assaltam.
Estou trabalhando mais do que quando tinha 30 anos. Não consigo prestar serviços em gestão ambiental por que os meus colegas engenheiros funcionários das agencias ligadas ao ambiente natural de licenciamento, me fazem concorrência criminosa de de promiscuidade administrativa.
Multam meus clientes e depois vão oferecer serviços para tirarem as multas e prestarem os serviços de licenciamento ambiental, dizendo que são eles que aprovam os próprios projetos.
Meus clientes me contatam e dizem:
---Que faço agora ?
--- Não posso mais contratar teus serviços Gert. Pois os caras da agência oficial de licenciamento ambiental - onde se encontra meu cadastro, dizem que "resolvem" tudo, inclusive não vão mais me fiscalizar por que agora sou "protegido" deles. Me apresentaram um engenheiros que só assinam os projetos e os processos de melhoria continua dos processos de licenciamento. Todo o trabalho é feito dentro dessas agencias ou na casa dos funcionários das mesmas. Quando os processos estão mal e prontamente elaborados, muitos até sem qualquer ART registrada no CREA, são concedidas em curtíssimos prazos, ( o que não se concede para engenheiros que ainda insistem em protocolar licenciamentos,) as licenças previas, as licenças de instalação e as licenças de operação.
O que posso eu dizer para esses meus clientes de mais de 20 anos ?
O Ministerio publico de SC estadual e Federal começou a investigar e processar por improbidade administrativa alguns casos mais escabrosos.
Quem desejar copias das ACPs envio sem problemas.
Essa é a cara do Brasil que logo logo se chamará BIAFRA.
Gert Roland Fischer
Eng. Agr. aposentado com R$ 350,00
Prêmio Global 500 da UNEP-ONU
Prêmio Von Martius 2001
-------Mensagem original-------
De: Oscar Baldoni
Data: 07/22/06 10:29:05
Para: Adriano Benayon
Cc: Thomas Renatus Fendel; Telmo Heinen; Carlos Maria Mazzeo; Pedro Mosso; Gert Roland Fischer; Carmen Nieddu
Assunto: Fw: Aposentados X Lula
Meu pai trabalhou a vida toda, recolheu e não se aposentou. Nunca recebeu um vintém . Morreu aos 93 anos.
Será que ele foi um trouxa ?
Engenheiro Benayon : Assim como surge esta noticia agora, que permaneceu bem oculta, insisto que pode haver um canal de comisssões dirigidas desde o sistema financeiro super beneficiado para certas autoridades (não só deste governo). Não pode ser que o Brasil inteiro esteja passando agruras e os bancos estão literalmente à tripa forra.
Descobrindo a verdade a tempo, o resultado da historia muda.
Nesse caso temos suas alternativas = A situação se esclarece antes das eleições ou depois.
No último caso, podemos ter um repeteco de Nixon 72, que precisaou sair corrido, depois de reeleito.
Muito grato
Oscar.
----- Original Message -----
From: Brasil, condenado à esperança.
To: "Undisclosed-Recipient:;"
Sent: Friday, July 21, 2006 9:27 PM
Subject: Aposentados X Lula
Vagabundos de todo o mundo, uní-vos!
IMPORTANTE LER.
O DIA EM QUE ESTE SAFADO FDP
VETOU O AUMENTO DOS APOSENTADOS CELETISTAS.
Data: Sun, 9 Jul 2006 16:51:26 -0300
(Coluna Cláudio Humberto - Correio Brasiliense)
Lula aposentou-se aos 42 anos. Documento do INSS obtido pela coluna mostra que o presidente Lula não pode reclamar da vida: a aposentadoria especial para anistiado político, concedida em 1996 e requerida um ano antes, retroagiu a 5/10/1988 ( !! 8 anos de "retroação"!!), um dia antes de ele completar 43 anos.
O companheiro presidente tinha 22 anos de serviço, na ocasião. O benefício, que em 2005 totaliza R$ 8.862,57, está devidamente isento do pagamento de imposto de renda.
Senhoras e Senhores, a notícia acima, trazida pela Guilhermina Ferreira Oliva mostra o que se convencionou chamar "dois pesos, duas medidas", pois, ao contrário dos simples mortais brasileiros, Lula aposentou-se sem mesmo atingir 25 anos de trabalho, foi contemplado retroativamente com a aposentadoria, mercê da Lei da Anistia, e recebe integralmente, como se na ativa ainda estivesse .
O que ocorre, efetivamente, é que Lula JAMAIS foi anistiado, porque NUNCA foi cassado, somente esteve preso (em sala especial, não freqüentou celas com grades) na Polícia Federal.
A totalidade dos cidadãos brasileiros, "ad eternum" pagará essa conta, EXCETO os anistiados, que estão ISENTOS de pagamento de imposto de renda, taxação de inativos, e essas coisinhas desconfortáveis atribuídas à plebe rude , assim considerados todos os que não fazem parte da "tchurma", ou alguns cortesãos que obtiveram algumas ilegítimas migalhas.
Os aposentados pelo INSS, sabem bem o que é trabalhar 35 ou mais anos, pagar aposentadoria pelo máximo (tem gente que pagou até pelo teto de 20 salários em salários mínimos) e recebe hoje, em valores de referência, algo que não ultrapassa R$ 1.500,00.
Ou seja: bom mesmo foi ser preso, por qualquer motivo, ou até acusado, sem prisão (tudo isso muito melhor do que trabalhar feito doido por 35 anos ou mais...), que a lei da anistia estendeu o perdão amplo, geral e irrestrito, concedendo verdadeiros prêmios lotéricos aos contemplados, a considerar a diferença abissal entre as condições de aposentadoria dos anistiados e do resto da população.
Lula NUNCA entrará em filas do INSS, não terá que ser recadastrado aos 90 anos, não trabalha há mais de 30 anos (desde que era presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo, em 1972).
Sua Excelência não sabe o que é um batente diário, aposentou-se com 22 anos de contribuição, 43 anos de idade incompletos, e tudo bem! E depois não querem (não se deve mesmo, não é?) que o brasileiro fraude a previdência, sonegue imposto, e coisas que tais, mas como impedir tudo isso, em um país onde se depara com coisas assim?
Não há como deixar de dar razão a Ruy Barbosa:
"De tanto ver crescer a INJUSTIÇA, de tanto ver agigantar-se o poder nas mãos dos MAUS, o homem chega a RIR-SE da honra, DESANIMAR-SE da justiça e TER VERGONHA de ser honesto!" •
E ele ainda quer ser reeleito !!!!!!!!!!!
Será que ele vai alegar que também "não sabia"?
De: Luciano Pires
Enviada em: sexta-feira, 21 de julho de 2006 00:18
Para: thomas@fendel.com.br
Assunto: TANTA PORCARIA
Fui ligar a televisão na hora do jantar e meus filhos protestaram. "Chega, pai. Não agüentamos mais ouvir tanta porcaria"...
"Tanta porcaria"... É só abrir o jornal ou a revista. Ligar o rádio ou a televisão. Navegar pela Internet. Telefonar pro amigo. Bater um papo no bar da esquina. Conversar com o taxista... Tanta porcaria.
A isso foi reduzido o país que um dia eu sonhei ver entre os grandes, sem que para tanto precisasse ganhar a Copa do Mundo: tanta porcaria.
Pois refleti sobre o que ouvi de meus filhos. Sobre a cabeça de uma juventude que está mergulhada completamente em "tanta porcaria". E começo a entender o espaço ocupado pelas baixarias na televisão. Pelos videogames. Pelas baladas sem fim. Pela aparente desconexão dos jovens com a realidade social do país. Afinal de contas, a opção é "tanta porcaria"...
O que é que um clima constante de "tanta porcaria" é capaz de criar, hein? Uma população de gente cansada, inerte, decepcionada, desligada, angustiada, broxada, desorientada, descomprometida...
Pense um pouco. Você acorda de manhã, cheio de energia para ir trabalhar, estudar, cuidar de sua vida. Abre os olhos para o mundo e o que vê é "tanta porcaria". Abre os ouvidos para o mundo e o que ouve é "tanta porcaria". O que acontece com sua energia? Com sua motivação? Com seu tesão?
Estamos vivendo neste Brasil de começo de milênio um processo sem precedentes de desmotivação, de humilhação, de desilusão, causado pela exposição sistemática, diária e constante a "tanta porcaria". E o Brasil possível parece ser apenas o da porcaria.
Talvez devêssemos reduzir essa exposição, dedicar mais tempo a coisas outras que não a "porcaria". Será essa a fuga que a juventude desiludida encontrou? Daí a despolitização? A inércia?
Pode ser.
Mas conheço outro Brasil. Nele vivo eu, meus amigos e parentes, uma porção de brasileiros honestos e trabalhadores. Esse outro Brasil é gigantesco, cheio de coisas positivas, com milhões de pessoas fazendo acontecer, com gente honesta e empresas de primeiro mundo, com arte, cultura e um futuro promissor. Nesse Brasil existem dignidade, amor, virtudes, moral... Tem neguinho trabalhando como louco, fazendo acontecer, bem intencionado e disposto a ajudar o país a crescer.
Mas infelizmente esse outro Brasil só aparece na televisão em novelas, como se fosse ficção. Não existe espaço para ele em meio a "tanta porcaria".
Por isso aquela catarse da Copa do Mundo, aparentemente a única alternativa capaz de nos elevar a auto-estima por algumas semanas, de nos transportar da porcaria para a glória. Gritamos, pulamos, extravasamos nosso orgulho contido, aquele orgulho de ser um brasileiro daquele "outro Brasil". Até percebermos, num misto de angústia e desilusão, que o futebolzinho de nossa seleção era uma... Porcaria!
E não adiantou reclamar, chorar, ficar indignado, xingar...
Aquelas celebridades milionárias, que a mídia transforma em referências, representaram perfeitamente um Brasil.
O Brasil da "tanta porcaria".
Atendi meus filhos. Não liguei a televisão.
Este artigo é de autoria de Luciano Pires (www.lucianopires.com.br)
e está liberado para utilização em qualquer meio,
contanto que seja citado o autor e não haja alteração
em seu conteúdo. Tomamos a liberdade de enviá-lo pois
seu e-mail faz parte de nosso cadastro. Ele foi colocado lá por
você ou por algum amigo (ou inimigo) que achou que você
iria gostar (ou odiar).
De: Oscar Baldoni
Enviada em: segunda-feira, 24 de julho de 2006 18:31
Para: Adriano Benayon
Cc: Thomas Renatus Fendel
Assunto: Re: Candidatura a Deputado federal
Doutor Adriano Benayon :
Prezado Líder :
Com mais dez pessoas que nem o senhor, endireitamos o Brasil e damos exemplo ao resto do mundo.
Em primeiro lugar devo esclarecer o mesmo equívoco : Não cheguei a me formar de engenheiro. Minha família veio para o Brasil em 1963 e interrompi os estudos, lamentavelmente. Era um bom aluno. Ainda meu promédio geral quando me formei de técnico em automotores em 1960 está para ser atingido, obtendo 9.75 e cheguei a trabalhar como professor de segundo grau, com 19 anos de idade.
Passando ao tema principal da dívida, motivo da primeira proposta de sua plataforma, estou lendo por segunda vez o livro "La Maldita Herencia", de Martín Kanenguiser, relatando os meandros da dívida argentina, seu tratamento e como afetou ao Pais até o ano 2003.
Tenho uma opinião formada respeito dos meus patrícios : A maioria deles são vadios e folgazões. Custa muito botar eles a trabalhar e por isso agora tem duas gerações de gente que vive de bicos, "piqueteiros", etc. Muita gente reagiu quando afirmei que os argentinos não tem "vocação de fronteira", mas é verdade. O brasileiro é mais operoso, trabalhador, constante e empreendedor. Veja quantas cidades foram fundadas nos últimos 40 ou 50 anos. Na Argentina, nada. Eu mesmo, podendo ficar em São Paulo em 1981, porque tinha um bom passar, me enfiei 10 anos no meio da selva, como pioneiro.
Antes de sair para Mato Grosso, freqüentava assiduamente as palestras no auditório da Folha de São Paulo e ali conheci a muitos participantes de política.
Os moderadores das palestras eram quase sempre Joelmir Beting e Boris Casoy, na época membros do Jornal.
Em Mato Grosso, produzimos mandioca para a usina de Sinop, que chegou a fazer um álcool melhor que o da cana. Fora isso, o sistema era distribuidor de riqueza, ao contrario do canavieiro que é concentrador.
Foi o suficiente para provocar a sabotagem total. 15.000 colonos ficaram arruinados.
Insistimos, mas não adiantou. Em 1990 vendemos as terras a prazo, pela metade do preço que pagamos à vista.
O governo de Lula foi uma decepção. Perdeu a oportunidade de fazer a mesma coisa que Kirchner, dando a intenção de continuar e ainda incrementar a política anterior de submissão.
Chamo sua atenção pelo fato inédito de um governo central não ter nenhum governo estadual de importância. Como é possível ? Isso não existe no mundo inteiro. Do mesmo jeito, não tem uma prefeitura com muitos habitantes. Onde teve, saíram escorraçados ou estão baixo suspeita. Não pode ser tudo casual.
Encastelados na "Ilha da Fantasia" que é Brasília, não ligam a mínima para nada que seja continuar usando as rédeas do poder. Onde está a falha ? O sistema americano é melhor ? Lá são eleitos os representantes por estado, os quais determinam quem será o executivo do período.
Estou completamente afastado de São Paulo, mas vou verificar gente decente que possa somar esforços para plasmar o ideal, que será ter o senhor como um digno representante na Casa das Leis.
Grato por sua atenção, envio-lhe um sincero abraço
Oscar Armando Baldoni
P.S. = Sua idéia de incrementar as forças armadas, encaixa perfeitamente com dois projetos bons para o Brasil = Dominar o crime organizado e ocupar racionalmente a Amazônia Legal. Em breves dias lhe enviarei os rascunhos desses pensamentos positivos.
----- Original Message -----
From: Adriano Benayon
To: Oscar Baldoni
Sent: Monday, July 24, 2006 12:26 PM
Subject: Re: Candidatura a Deputado federal
Prezado Engenheiro Oscar Baldoni,
Fico-lhe muitíssimo grato não só pelos generosos elogios, mas também pelos comentários que faz às minhas propostas.
Naturalmente, eu tinha um espaço mínimo para apresentá-las numa mensagem eletrônica, que se destina a ser lida por muitos correspondentes e que servirá de base para o impresso de divulgação.
Especialmente valiosas são as suas observações sobre a origem da dívida e a questão do respeito aos contratos (de resto, os contratos obtidos mediante fraude ou corrupção devem ser considerados nulos de pleno direito).
Sobre outro tópico, um país deixar sua economia à mercê das grandes transnacionais é um caminho para a destruição, a pauperização e a gradual reinstituição da escravatura. No Brasil e em alguns outros países, fez-se algo ainda pior: não só se abriu a economia, como se concederam subsídios fantásticos ao capital estrangeiro.
Os mal-informados ou coniventes continuam dizendo que esse capital é necessário. Ignoro para quê, pois, para começar, não entra capital algum (tudo se faz usando o capital local, inclusive os subsídios governamentais). Ao contrário, sai uma quantidade espantosa de recursos locais, o que retira da economia os meios para os investimentos produtivos. A conseqüência é a estagnação econômica, o desemprego e tudo mais que segue nessa linha.
Tivesse tido mais espaço e também a sua ponderação sobre a dimensão das áreas para uma reforma agrária equilibrada, eu teria mencionado esse item nas propostas. É uma questão das mais complexas, mas não poderá ser ignorada no dia em que tivermos um governo com interesse em melhorar as condições de vida no País (coisa que, repito, não temos há muitos decênios).
Abraços, Adriano Benayon
PS - 1 - Se o Sr. localizar algum de seus amigos ou conhecidos no Estado de São Paulo, que tenha receptividade em relação à nossa linha de pensamento, agradeceria que me pusesse em contato, seja internet, seja telefone.
PS - 2 - Não sou engenheiro, conforme indiquei em correspondência com cópia para o Sr., depois de ter recebido este seu e-mail, Formei-me em direito, fui diplomata muito tempo e depois consultor legislativo, na área de economia, em que me doutorei na Alemanha.
Assim, valho-me de contribuições técnicas de engenheiros, desde o Bautista Vidal a vários dos amigos, para realizar meus estudos e trabalhos econômicos sobre a biomassa.
----- Original Message -----
De: Oscar Baldoni
Enviada em: quinta-feira, 20 de julho de 2006 18:48
Para: Adriano Benayon
Cc: Oscar Armando Baldoni; Thomas Renatus Fendel
Assunto: Candidatura a Deputado federal
Engenheiro Adriano Benayon
Ilustre Senhor :
Voltando de uma temporada na Argentina, achei sua mensagem e imprimi a folha com sua plataforma.
A notícia chegou-me no interior da Argentina. Fiquei contente, mas ignorava o conteúdo.
Embora não vote (nem aqui nem no meu Pais), influenciarei quantas pessoas puder, para angariar votos.
O fato de colocar como primeiro ponto a renegociação da dívida externa, é o reflexo de sua clarividência.
O senhor não acredita quantas pessoas não entenderam ainda a importância desse fato. Incluindo gente supostamente esclarecida, mas infelizmente sujeita a bordões ou propaganda dos banqueiros, há centúrias infiltrada na própria cultura. Escutamos = "As dívidas tem que ser pagas". Naturalmente. Mas, essa dívida foi inventada, nunca ingressou. Está formada em forma artificial, que nem clara de ovo batida. Além disso, se somamos os pagamentos, estes sim efetivados realmente, muito já foi pago. Temos o peso dos juros flutuantes, que atingiram dois dígitos no tempo do tecnocrata Delfin Netto e começou a bola de neve.
Inclusive opositores ao governo Lula, chegaram a criticar a postura argentina, falando que sería marginada para sempre da comunidade internacional do crédito. Nada mais longe da realidade. Há pouco tempo foi feito um teste, com um emissário que apareceu por Wall Street, se informando de condições em caso do colocar 500 milhões de dólares de novos bonus. Foi paparicado pelos banqueiros !
A realidade é que o governo atual perdeu o bonde da história quando se fez de bobo e continuou pagando o absurdo da totalidade dos serviços.
Muitos pretendem ignorar que o relativo ressurgimento argentino do governo Kirchner é devido justamente ao não pagamento desses valores absurdos, permitindo estes anos de recupero econômico.
Fora isso, tenho todo o direito de suspeitar que, em face a esse presente, os bancos agradecidos devolvem o favor na forma de uma comissão. Por mais pequena que seja, quem me tira da cabeça que é a origem de toda essa corrupção, "mensalões da vida", etc. ? Por lógica, Argentina afastou automaticamente o risco ou a tentação dos vendilhões de turno.
Desconhecia totalmente os detalhes da política interna argentina, mas fiquei surpreso da soma de ataques injustificados contra o governo. Coincidentemente, partem de pessoas interesseiras. facilmente colocam o presidente no mesmo saco de Lula, Evo Morales ou Hugo Chavez.
A senadora Elisa Carrió chegou a dizer o disparate que estávamos em presença de um fascismo.
Muitas pessoas repetem infundios lançados. nau conhecem a história nem de perto. Tomara que fosse um fascismo ! No governo de Mussolini a delinqüência atingiu os menores índices da história. O mesmo aconteceu perante o governo de Perón. Hitler consegui o pleno emprego na década do 30, coisa impensável nos Estados Unidos, por exemplo.
O resto de suas propostas são excelentes.
Respeito da terra, sugiro um novo "Estatuto da Terra", no qual valorize a mesma, pelo menos como era dantes o subsolo. Por sinal, com o petróleo em extinção, todo o novo combustível deverá necessariamente ser renovável e plantado. Por isso, por estratégia e por causa de Segurança Nacional, a terra é um bem precioso, que não pode ser enajenado sob nenhum ponto de vista.
Vou explicar melhor : Até uma determinada quantidade de hectares, o perigo é reduzido. Passando de 200 hectares, o risco é grande. Áreas de 1000 hectares para cima, são motivo de grave preocupação.
vamos trasladar a cena para outro pais, para não ferir ninguém. Dois exemplos práticos : O ano passado, os chineses tiveram a ousadia de querer comprar uma enorme petroleira no Texas. Estava à venda por 17 bilhões de dólares. Os pragmáticos orientais estavam loucos por comprar e com dinheiro sobrando, chegaram a oferecer 18,5 bilhões. Quando a gente fala em bilhões, facilmente perde a noção das coisas. A diferença de 1.500.000.000 dólares, daria 3.000.000 de dólares a cada um de 500 legisladores. Mas, o Congresso dos EUA vetou a venda por causa de segurança nacional. Depois disso, o presidente chinês apareceu, manso que nem um cordeirinho, falando para o presidente Bush que eles estavam muito ocupados com a situação interna chinesa, que não tinham outras ambições no mundo. (mentira).
Uma senadora, do partido do presidente, denunciou o governo chinês de especulador internacional, com sua moeda devaluada fazendo dumping nojento no mundo inteiro, vendendo produtos que 700 milhões de escravos fazem em condições sub humanas.
Agora eu sou um dirigente nacional chinês. Que fazemos com o dinheiro da petroleira, cuja compra gorou ?
Vamos comprar terras ! ... Onde ? ... Onde os otários vendam, é claro !
Brasil tem uma fraca legislação que breca isso. Outros paises nada tem sequer. Se eles descem no Uruguai, por exemplo, suas terras em média valem 1.000 dólares o hectare (uma pela outra). Eles tem 18 milhões de hectares. Isso vale HOJE : 18 bilhões de dólares.
A petroleira de Texas vale mais do que todo o Estado Uruguaio !! Ainda sobra troco.
Outro exemplo = Eles descem na região onde eu esteve. campos prontos para lavoura custam 2.900 dólares o hectare. Vamos supor que gastem 3.000 dólares por hectare, com as despesas. Compram 1.000 hectares a nome deles, de testas de ferro, "laranjas"), etc. Plantam qualquer coisa e, na colheita, além do produto, "colhem" 5 cm. de terra. Apenas 5 cm. (duas polegadas). Eu vi propriedades con 50 cm. de terra preta, puro "humus" que vale muito mais que qualquer granulado químico.
Nas 1.000 hectares, ou seja 10.000.000 de m2, 5 cm. são 500.000 m3. O custo para os chineses, que podem levar isso para lá e colocar por cima de suas terras estéreis como adubo, é 6 dólares o m3. Se temos um peso de 2.300 Kg/m3, quer dizer que o saco de 50 quilos do mais valioso húmus perfeito custará aos chineses ... 13 centavos de dólar !! ... E ainda, quando voltem do cais, consumada a felonía ... vão se achar com uma fazenda de 1.000 hectares totalmente de graça.
Isto, meu estimado engenheiro, é um tema de segurança nacional. Todo raciocínio em contra não pode ser escutado sequer. Todo advogado que abra a boca defendendo isto deveria ser ajustiçado.
Há poucos dias, foi difundido no "History Channel" a verdadeira história do que aconteceu na revolta estudantil em 1989 : Meteram bala e mataram milhares. Só hoje ficamos sabendo. No ínterim é evidente que cooptaram os dirigentes da revolta e dobraram eles de qualquer jeito. Quem sabe, estão entre nós como empresários, comerciantes e diplomatas. A conversa deve ser esta : "Camarada, vamos derrubar aos capitalistas com suas mesmas armas".
Já conseguiram. Os Estados Unidos, estupidamente perderam suas industrias. O superávit comercial é monstruoso. Todos os dias os asiáticos compram dois bilhões de dólares de bônus dos EUA, porque em caso contrario colapsa o sistema ... e naturalmente as reservas chinesas de 800 bilhões de dólares.
De mais está dizer que hoje, a ûnica moeda valiosa no mundo inteiro é o EURO.
Voltando ao "Estatuto da Terra". Devem ser estudadas as reformas agrárias bem sucedidas. Acredito que não é possível dar o título ao solicitante. A razão é simples : Tudo o que é "dado", não tem valor. Aconteceu antes. Literalmente é capaz de "trocar por pinga".
A solução é a seguinte : Assegurar que, enquanto more, trabalhe ele e seus descendentes, a terra será dele. Se vá embora, volta para o estado. Trata-se de um comodato perpetuo, com a obrigação de zelar, cuidar e conservar.
O estado não só nao deve enajenar terras fiscais, senão deverá comprar toda a terra posta em venda.
A Amazônia Legal deve ser colonizada em forma racional. Eu morei 10 anos no meio do mato, amo este Pais e posso falar com conhecimento de causa. Infelizmente, devo dizer que os ûnicos que não queimamos foram uns alemães e nós.
Respeito das industrias atingidas na invasão chinesa, devem ser estudados todos os casos. Existem dúvidas quanto a lisura dos procedimentos comerciais. Conversando nesta cidade com o chefe da Inspetoria da receita federal, Sr. Arnaldo Gonçalves Borteze, queixou-se varias vezes de haver brecado abusos se subfaturação, para depois comprovar que a mesma carga passa por outras alfândegas mais complacentes.
Isso significa cumplicidade do estado chinês. Eu esteve no consulado comercial deles. É evidente a forma de trabalho, destinado diretamente a uma ação predadora sem nenhum escrúpulo, nem duvidando nunca, chegando a qualquer extremo : Suborno, corrupção e até o crime.
Está comprovado então uma intervenção nos assuntos internos nossos. Justifica uma ação igual e contrária. Investigar cada caso. Enviar chineses de origem brasileira para viajar na China, se infiltrar, informar para depois tomar as devidas providencias. Aplicar multas pesadas para acabar com essas práticas e dar publicidade completa depois. Exigir das autoridades chinesas ampla colaboração para identificar elementos criminais. Em caso de não obter essa obrigada ajuda, proceder energicamente com elementos indesejáveis e baixar leis adequadas. Podemos utilizar chineses de Taiwan, para nossos fins.
Da mesma forma, assim como eles se espalham nas redes econômicas brasileiras, deveríamos tratar de obter o devido proveito para colocar produtos nossos nas cidades chinesas, sobre tudo alimentos em latas.
Até agora não tivemos reciprocidade nenhuma. Deveríamos produzir de acordo as suas necessidades, mas já com o valor agregado. Não vender a soja bruta, senão elaborada.
Finalmente una inteligente ação periodistica deve ser alentada, sempre falando a verdade. Isso inclui denunciar os dirigentes de qualquer nacionalidade que se venderam em forma nojenta aos chineses.
Ainda este ano percebi a profundidade do que estou comentando. Por incrível que pareça, até personalidades como Julio Sanguinetti, que foi presidente do Uruguay, faz propaganda deles. Tem coisa pior : Num simpósio em Buenos Aires, chegaram ao cúmulo de tecer loas à produção mineral chinesa, sem uma palavra sobre os 6.000 mineiros mortos anualmente na China, de acordo com cifras oficiais.
Em outras missivas, se o senhor o permitir, poderei lhe elevar outras idéias que pretendem ser construtivas, formando no seu conjunto, parte de um plano de governo racional, justo e humano.
Grato por sua atenção. desculpe a extensão. Sou um escritor compulsivo.
Atentamente : Oscar Armando Baldoni
De: Vela Minas
Enviada em: quinta-feira, 20 de julho de 2006 08:47
Para: thomas@fendel.com.br
Assunto: MENSAGEM
CARO THOMAS
Assisti ontem sua entrevista no Noticias Agricola e gostei muito da forma em que vc expos a assunto, com muita propriedade.
Seria tema para uma entrevista no programa do João Batista, mas tenho opinião que nao passa porque fere interesses corporativos.
Pedi a amigos produtores para assistirem e inclusive gostaria de receber mais informaçoes de como instalar o Kit de conversão para oleo vegetal em tratores, pq assim podemos fazer um pacote com sua empresa. Eu particularmente quero instalar em minhas maquinas e veiculos.
Parabéns - JOSE WALTER - SACRAMENTO -= MG
De: molasguarezi
Enviada em: quinta-feira, 20 de julho de 2006 10:32
Para: 'Fendel'
Assunto: RES: Jornal BIOCOM 15
Olá Sr. Fendel tudo bem!! Me fizeram esta pergunta eu tb estou tendo quase o mesmo problema que ele, vc tem mais alguma sugestão de um processo continuo de filtragem de óleo eu to tentando desenvolver uma centrifuca para fazer uma pré filtragem de óleo, tipo aquelas de fazer sucos ,
Olha tenho um amigo que colocou no motor eletrônico numa MB 712c ele disse que ficou andando que nem o bixo, só que os eletrônicos são gerenciados eletronicamente e fazem a letura de oxigênio qto mais oxigênio tem na saida escape mais combustível o modulo manda como o ovn eh mais limpo sem dióxido de carbono a sonda lambda pensa que não tem combustível ai manda mais combustivel pro motor, deve ser por isso que anda muito
abraços Jailson
Oleo Vegetal
Olá Jailson
Meu nome é Joao Eduardo, pai de Alberto, que já entrou em contato com voce a respeito da saveiro a diesel. Fiz umas experiencias com óleo vegetal novo e tudo correu normal(50%OVN+50%diesel). Desempenho, consumo, etc. Estou coletando óleo usado para possível utilizacao. Já tentei algumas maneiras, mas nao consegui sucesso. Passei primeiro em uma peneira, depois num pano, mas nao deu legal. O óleo é coletado em um restaurante. Parece que tem grande quantidade de farinha. Nao me sinto confiante em usar este oleo com algumas impurezas. Faco isto, depois coloco agua novamente, misturo bem, e ainda aparece a camada de impureza entre a agua e o oleo. Gostaria de saber se voce já utiliza oleo usado e como voce faz a filtragem. Em um e-mail anterior voce fala em usar uma bomba. E a respeito do retorno do oleo pra o tanque, voce falou em conectar na entrada da bomba. Me explique. Aqui em Recife o diesel esta em media 1,85, e o OVN novo nas distribuidoras a 1,75. A saída para baratear o custo seria o oleo usado, mas só se conseguir filtrar ok. Se puder me ajudar neste momento, fico muito grato. Já coletei mais de 130 litros de usado, e tenho como conseguir 50 l por semana.
João Eduardo
De: Ricardo Bergamini
Enviada em: quinta-feira, 20 de julho de 2006 09:28
Para: *Thomas Renatus Fendel
Assunto: Fw: Jornal BIOCOM 15
Convido os membros da minha lista para dedicarem mais espaços de suas reflexões para o ‘Brasil Real’: uma nação órfã.
1 - Todos os governos e empresas do planeta são regidos por uma ferramenta denominada de "Balanço".
2 - “Balanço” é composto de Ativos (haveres), Passivo (deveres) e Patrimônio Líquido (Resultado – positivo ou negativo).
3 - Os governantes de plantão e as empresas divulgam para o mercado apenas os seus ativos, se omitindo dos seus passivos, conforme confissão pública abaixo. Haja vista que constantemente somos surpreendidos por falências de grandes empresas e bancos no mundo inteiro
“As notícias boas nós divulgamos, as ruins escondemos” (Ruben Ricupero, ministro da parabólica do governo Itamar Franco).
4 - No caso dos governantes de plantão, a situação enaltece os seus ativos, e a oposição os passivos. Sem dúvida o balanço dá argumentos técnicos válidos para ambos, porém pouco importante para saber o resultado final para a nação ou empresa.
5- O que interessa de um governante ou empresa é o seu "Patrimônio Líquido". No caso do governo Lula poderia ser resumido no texto abaixo. O resto é debate de bêbados.
Resultado Fiscal Nominal da União – Fonte MF
Base: De Janeiro de 2003 até Maio de 2006
De janeiro de 2003 até maio de 2006 houve redução das despesas totais (correntes e de capitais) de 1,15% do PIB em relação ao ano de 2002. Redução real em relação ao PIB de 3,52%. Sendo as principais reduções reais em relação ao PIB: Fazenda (-9,26%); Saúde (–6,90%); Defesa (-16,33%); Educação (–12,41%).
De janeiro de 2003 até maio de 2006 houve redução das receitas totais (correntes e de capitais) de 3,29% do PIB em relação ao ano de 2002. Redução real em relação ao PIB de 10,15%.
De janeiro de 2003 até maio de 2006 a União gerou um déficit fiscal nominal de R$ 143,3 bilhões (2,35% do PIB).
A dotação orçamentária das despesas da União do exercício de 2006 é de R$ 820,6 bilhões. Até maio de 2006 foi empenhado o montante de R$ 559,6 bilhões e liquidado R$ 273,6 bilhões, não considerando renegociação de dívidas de R$ 109,6 bilhões até maio de 2006.
Arquivos oficiais do governo brasileiro estão disponíveis aos leitores.
De: Cilene
Enviada em: quarta-feira, 19 de julho de 2006 15:45
Para: thomas@fendel.com.br
Assunto: Sua entrevista em noticias agricolas.
Sr. Thomas,
Estou na Holanda e muito interessada neste assunto tao discutido que e
nosso planeta e suas reservas.
Sao poucas as pessoas no mundo que teem coragem de argumentar contra os
politicos e os grandes interesse financeiros de empresas multinacionais,
que visam nao o bem da humanidade, mas o dinheiro em seus bolsos.
Coloco-me a seu dispor para algum contato ou mesmo procurar o motor que
o sr. mencionou.
Gostaria muito de receber seu livro, para isto poderei enviar o valor do
correio Prioritario para a Holanda. Nao eh caro e chega dentro de uma a 2
semanas.
Agradeco sua atencao,
Cordialmente,
Cilene
Eu sou o cachorro atropelado na porta da minha casa. Neil Ferreira. neil_ferreira@uol.com.br
As redações dos melhores jornais convivem com duas verdades estabelecidas pelos fatos: (1) na cobertura de uma guerra a primeira vítima é a verdade, e (2) um cachorro atropelado na sua porta te comove mais do que dez mil pessoas mortas por um tsunami na Indonésia – ou pelos conflitos do Oriente Médio.
Falo isso porque deveria estar comovido, e estou, pelas mortes deste absurdo que está acontecendo agora no Líbano e em Israel, que incluem até um brasileirinho de oito anos de idade que o destino colocou no caminho de um missil israelense.
Mas acontece que estou com um cachorro atropelado na porta da minha casa, o que me emociona muito. E o cachorro atropelado sou eu, e isso me emociona mais ainda. Não é que fui atropelado agorinha mesmo. Estou sendo atropelado faz tempo, quase quatro anos, e se não tomarmos jeito vou ser atropelado mais quatro anos no mínimo.
A última jamanta que passou por cima do meu lombo foi o Datafolha, como sempre com excesso de carga. Se olharmos dentro da margem de erro, Lulla e Geraldo estão como Minas, estão onde sempre estiveram e daí não arredam pé. Lulla acima dos quarenta e tantos por cento e Geraldo abaixo dos trinta.
Isso é uma lambada nos brios do povo brasileiro, como é que pode com tanto escândalo, tanta corrupção, tanto mensaleiro solto e lampeiro por aí, tanto Zé Dirceu para cima e para baixo de jatinho fretado ninguém sabe por quem, tanto José Rainha indo e voltando para Brasília em jatinho de fazendeiro do Pontal do Paranapanema, tanto Stédile fazendo palestra na Escola Superior de Guerra. E ainda mais, como o creme em cima do sorvete, os nomes dos deputados sanguessugas, noventa e cinco por cento deles da base de apoio do “governo”, e u ômi firme lá em cima no Datafolha, a aprovação do “governo” du ômi subindo firme nas pesquisas.
Duas coisas eu entendo, os banqueiros biliardários apoiam u ômi porque nunca os bancos ganharam tanto dinheiro como agora. E o lúmpen pensa que está ganhando algum com a bolsa-esmola, que está comprando uns vinte e cinco milhões de votos para a reeleição du ômi. Pai dos pobres, mãe dos ricos.
Mas e os milhões dos outros, e nós todos, por que nunca aparecemos na pesquisa ? Você algum dia já foi pesquisado pelo Datafolha, Ibope, Vox Populi, Sensus, Toledo & Associados, não é que eu duvide deles, mas você já foi ? Já ?
Tem mais peso na jamanta. Os sete por cento que estão afiando a peixeira de “Dame” Helô. De onde ela tirou isso, claro que foi de onde ela saiu, de onde sairam seus cumpanheros Chico Alencar, Babá, Luciana Genro, Plinio de Arruda Sampaio, o PT, são todos ex-petistas enojados com o comportamento do PT. Só sete por cento, apenas sete por cento, um tiquinho de gente esses sete por cento, quase ninguém.
Quero dizer, do total da massa pesquisada, quarenta e tantos por cento fecham firme com u ômi, sem se importar nadinha com o que já aconteceu de corrupção e pode acontecer mais ainda. E os setinho porcentinho de “Dame” Helô mostram que quase ninguém do PT ficou com vergonha daquela bandalheira toda.
É peso demais numa jamanta para um pobre cachorro sobreviver ao atropelamento (e sem contar quantos misseis atigiam Haiffa e Beirute, quantas vidas foram ceifadas enquanto você lia este artigo).
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Aproveito este espaço para tornar pública minha adesão
ao movimento humanitário “Um namorado para Marilena Chauí”,
aquela que disse “Quando Lulla fala o mundo se ilumina”.
O movimento foi lançado por Alexandre Marques.
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