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OPINIÕES E COMENTÁRIOS

JUNHO 2004

ÁLCOOL COMBUSTÍVEL
Caro Pataro

Parabéns por tua iniciativa, metodologia, coragem e persistência em desenvolver uma micro usina de álcool no Brasil.
Gostaria de saber o custo de teu curso de 3 dias, e no meu caso, se posso fazê-lo numa visita em 1/2 dia, pois conheço grande parte dos equipamentos e processos envolvidos.
Embora a minha região não seja canavieira, ela é mandioqueira, e me interessa ser teu representante e parceiro nesta ainda ingloriosa, ignorada e pesada luta.
Estamos em contato com a Comunidade Européia, através do jornalista Ermitão da RECA - Rede Européia de Comunicação Ambiental, assíduo articulista do nosso JMA, que se empenha em divulgar e alavancar a sustentabilidade no mundo, nos auxiliando na distribuição das tecnologias vitais das bioenergias definitivas e atmosfera limpantes, ao restante dos países tropicais, para reverter o absurdo e assassino neo-escravagismo.

O proálcool nasceu para ser distribuído, e se não o for agora, novamente teremos a palhaçada da escassês desta maravilhosa bioenergia em nosso paraíso.
Está em visita à minha casa um amigo plantador de cana do interior de SP, que sabe que o prêço da atual safra no campo, não vai cobrir os custos da próxima.
Para evitar este massacre dos oligopólios, nada como espalhar a tua tecnologia.
Infelizmente ainda subsidiamos a grande escala, com tarifas e benesses estúpidas, que maquiam os prêços reais de produção.
Nada como um dia após o outro para reduzir a eterna e agonizante hipocrisia humana.
Continue firme, o caminho é este.

Viva a Biobrás pulverizada.

Eng. Thomas Renatus Fendel
FENDEL tecnologia
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"Depois de compreendidos, problemas complexos tem soluções simples" - Fendel

-----Mensagem original-----
De: Vilmar Berna [mailto:vilmarberna@jornaldomeioambiente.com.br]
Enviada em: segunda-feira, 28 de junho de 2004 18:14
Para: Sérgio Pataro; jornaldomeioambiente@yahoogrupos.com.br
Cc: thomas@fendel.com.br
Assunto: Re: alcool combustivel

Prezado Sérgio,
estou enviando sua mensagem para os quase 600 membros do grupo de debates do Jornal do Meio Ambiente, em especial para a apreciação do Fendel.
Um abraço e parabéns pelo site e iniciativa,
Vilmar Berna
Editor do Jornal do Meio Ambiente
vilmarberna@jornaldomeioambiente.com.br
www.jornaldomeioambiente.com.br
Travessa Gonçalo Ferreira, 777 (Casarão da Ponta da Ilha)
Bairro Jurujuba
Niterói, RJ
24370-290
Tel.: (21) 2610-2272 e Telfax (21) 2610-7365

----- Original Message -----
From: Sérgio Pataro
To: vilmarberna@jornaldomeioambiente.com.br
Sent: Monday, June 28, 2004 2:48 PM
Subject: alcool combustivel

Prezado Senhor,

Desenvolvi com muita dificuldade uma tecnologia de produção de alcool combustível ao alcance do produtor rural, seja ele de qual tamanho for.

Gostaria de merecer sua atenção me fazendo uma visita em meu site: www.alcoolcombustivel.com.br

Tenho enfrentado muitas dificuldades, pois poucas pessoas são portadoras de uma cultura ambiental.

Por outro lado, só prá se ter uma idéia, graças `a Deus alguns produtores de cachaça já começam a acenar com a necessidade da tecnologia no campo, pois os resíduos de produção da aguardente de cana chamados de "cachaça de cabeça" e a "água fraca" são jogados fora/descartados por muitos e hoje são tranformados em alcool combustivel. Com este procedimento, o meio ambiente agradece e por poucas vezes na história, se começa a praticar educação ambiental motivada pela necessidade de agregar valor à produção (teor econômico). Além do que, alguns produtores de aguardente de cana de marcas famosas, manifestam antecipando uma relação de "garantia" de uma boa cachaça, com a presença deste equipamento de fabricação de alcool, como prova de reaproveitamento dos resíduos para outras destinações, garantindo assim, a saúde de quem a consome, sem toxinas e elementos cancerígenos.

Gostaria de sugestões, pode me enviar.

atenciosamente,

Sergio Pataro


REDE EUROPÉIA DE COMUNICAÇÃO AMBIENTAL - RECA
Amigos, ficamos sempre muito felizes quando conseguimos de alguma maneira, unirmos o que os humanos desuniram.
Mesmo sabendo que o sacrifício nem sempre vale a pena, vamos sempre nos esforçando para que o nosso Brasil e aqueles que colaboram com seu desenvolvimento sustentável, merece realmente um lugar cimeiro não apenas nas cimeiras mas em todo o planeta Terra.
Isto é muito fácil de se avaliar uma vez que o MUNDO INTEIRO se encontra no Brasil e costumam dizer em suas terras natal, O BRASIL É CEMITÉRIO DE IMIGRANTES, ou seja, todos que imigram para o Brasil dificilmente voltam a sua terra natal.
O Engenheiro Thomaz Fendel, em uma entrevista que deu à nossa equipe de reportagem, expôs com tanta clarificação o processo de utilização do óleo de soja no seu veículo que já rodara 4.000 km. com o sistema criado pela ENERNET ,que conseguiu fazer com que a AGÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO EUROPÉIA se interessasse pela ida dele è Europa, expor os seus pontos de vista e demonstrar IN LOCO, as vantagens e capacitações deste sistema no mínimo benfazejo, no que representa o efeito geladeira, ao contrário do efeito estufa.
Claro que as explanações técnicas serão dadas por ele, da nossa parte, estamos envidando todos os esforços para que em Novembro haja o encontro dos técnico da Agência Européia com o Eng.º Thomaz Fendel, em Rio Negro ou Santa Catarina.
Tudo isto, nos deixa extremamente felizes, porque nossas matérias, graças a nossa espontaneidade, não têm efeitos especiais nem maquiagem, mas graças a Deus, sempre dignificaram o SER HUMANO, A NATUREZA QUE O GEROU E TODO O PLANETA TERRA.
Se pudermos fazer com que o FILHO DE EMIGRANTES ALEMÃES, VOLTE à Terra Natal de seus ancestrais, demonstrando o que de saudável gerou para a terra de opção de seus pais, já estamos felizes, e , se conseguirmos fazer com que ele una a tecnologia que foi criada em solo TUPINIQUIM, venha a ser aproveitada Mundialmente, aí sim, iremos ter a certeza de que vale a pena, fazer jornalismo, vocacionado para as áreas que escolhemos já há mais de 30 anos, qual seja, MEIO AMBIENTE E SILVÍCOLAS.
Esta certeza nós temos, apenas a reconfirmamos ano a ano, unindo o que de mais belo Deus nos deu, desde quando aqui viemos a nascer, clareza e pureza de sentimentos, mesmo que sejamos chamados de bobos, idiotas, malucos, enfim, tudo aquilo que os utilizadores do vil metal e por ele usados, nos dizem pensando que mudaremos o curso de nossas águas, as quais vieram ter conosco em andanças tão bonitas como foi o nosso encontro com o Engenheiro Thomaz Fendel, no Hotel Village Praia em Santa Catarina, graças à disposição da Dra. Walkyria Garcia em ver um grupo de amigos a se apresentarem, aos seus conhecimentos e ao Todo que os dignifica, pessoal, social e planetáriamente.
Agradecemos pois a todos que colaborarem para que a Agência de Desenvolvimento venha a encontrar outros talentos como o Engenheiro Thomaz Fendel, em prol de um planeta mais unido e mais amado.

Édison Pereira de Almeida
RECA - Rede Europeia de Comunicação Ambiental
Ilha da MADEIRA
Região Européia 2004.

-----Mensagem original-----
De: FENDEL tecnologia [mailto:thomas@fendel.com.br]
Enviada em: quarta-feira, 16 de junho de 2004 23:45
Para: Gustavo Heinz Schmidt Wiggers
Cc: WWI-BR; WSJ; Veja; Unicamp; Tribuna; Senador Alvaro Dias; sen Delcídio; Power; OESP; Lula; Katavento; Jornal MA; Ita82; Istoé; INEE; Gazeta Mercantil; Forum Social Clima; FIEP RN; Exame; eletrobras; Dep. Sciarra; Dep. Rubens Otoni; Dep. Ronaldovasconcellos; Dep. Max Rosenmann; Dep. Jutahy; Dep. Gustavo Fruet; Dep. Elio Rusch; Correio B; Coop TSP; Caros Amigos
Assunto: RES: O Perigo das Grandes Hidrelétricas!!!

GRANDES HIDROELÉTRICAS

Caro Heinz

Ninguém defende as fantásticas microhidroelétricas como a minha ENERNET. Ninguém mesmo.
Agora, isso em nada retira o brilho das grandes e maravilhosas hidroelétricas, motivos de ciumeira internacional e de objetivos mesquinhos particulares de poucos.
É estupidêz querer retirar do rol das energias renováveis, sustentáveis e definitivas as grandes usinas aquáticas.
Os mesmos babacas que defendem as lunáticas e insustentáveis megacidades extraterrestres em Marte, metem o pau em nossas relativamente minúsculas grandes e ambientalmente corretas obras da engenharia nacional, e claro, enaltecem barbáries irracionais como o hidrogênio, o carvão mineral e a energia nuclear.
Está de parabéns a nossa Ministra das Energias, por não se deixar iludir por estes pseudoambientalistas.

Réplica às 12 argumentações contra as grandes barragens, listadas abaixo:

1 - Não é o fato de as usinas serem grandes que as impedem de combater a pobreza. O que de fato alastra a pobreza é a hipócrita tarifação nacional, em que a Mariazinha paga 10 vezes mais do que o antonhão, o que nada tem a ver com geração de energia e suas fontes.

2 - É muito mais racional investir em grandes hidroelétricas do que gastar um centavo do dinheiro dos fundos em hidrogênio, carvão mineral e nuclear.

3 - Se ocorrem pequenos erros de estimativa e corrupção em obras consolidadas, imaginem os erros grosseiros e sujos de usinas a hidrogênio, carvão mineral e atômicas.

4 - As barragens, de qualquer tamanho, diminuem os efeitos de secas e de inundações. Ocorre justamente o contrário do que a mentira divulgada.

5 - O comércio de carbono é um crime hediondo, uma falácia, que na realidade aumenta as emissões de carbono mundial; e as tecnologias de araque envolvidas são totalmente dispensáveis.

6 - Os impactos sociais e ecológicos podem e devem ser trabalhados e resolvidos. Isso é uma coisa óbvia e não é nenhum mistério.

7 - A mitigação falha por corrupção. Imaginem a corrupção envolvida na estorinha do hidrogênio, que qualquer aluno desqualifica tecnicamente, economicamente e ecologicamente.

8 - A falta de moral não é exclusiva das hidroelétricas, e elas, coitadas, não tem culpa não.

9 - É claro que a matéria orgânica deveria ser retirada e comercializada, antes da inundação, afinal biomassa é fantástica energia solar concentrada.

10 - Desconsiderando a corrupção, as grandes usinas devem ser mais baratas do que as equivalentes pequenas. E se este não é o caso, que se façam as pequenas. Oras pois.

11 - Que bom ser dependente da hidroeletricidade, uma das mais limpas energias possíveis, afora é claro, das espetaculares atmosfera limpantes bioenergias.

12 - A sedimentação não diminue a potência da usina, nem a sua capacidade, pois ambas são dependentes dos níveis superiores à montante. Muito pelo contrário, quanto maior a sedimentação, maior é a potência com menos água, pois esta obviamente estará num nível superior.

Mais detalhes na página www.fendel.com.br sob os títulos: ENERNET, cogeração, perguntas e respostas, óleo vegetal e opiniões.

E viva a Biobrás e a Hidrobrás.
Indignados abraços carbono sequestrantes
Eng. Thomas Renatus Fendel
FENDEL tecnologia
www.fendel.com.br
[55](47)9986-2783

"As leis são hipócritas? Então mudemo-las" - Fendel

-----Mensagem original-----
De: Gustavo Heinz Schmidt Wiggers [mailto:wiggers@globo.com]
Enviada em: quarta-feira, 16 de junho de 2004 15:35
Para: Undisclosed-Recipient:;
Assunto: O Perigo das Grandes Hidrelétricas!!!
Prioridade: Alta

Florianópolis/SC, 16/06/2004.

Vejam essa notícia, interessante acessarem o relatório Barragens e Desenvolvimento: Um Novo Modelo para a Tomada de Decisões através do link que está na própria frase.

Recomendo, também, lerem mais embaixo um texto muito interessante denominado "Doze Razões para Excluir as Grandes Barragens das Iniciativas para Energias Renováveis".

Cordialmente,

Gustavo Heinz Schmidt Wiggers
wiggers@globo.com
ghswiggers@yahoo.com.br

Fonte: http://www.socioambiental.org/nsa/detalhe?id=1768

Brasil
MINISTRA DE MINAS E ENERGIA DECEPCIONA EM BONN
[07/06/2004 10:16]

Na Conferência Mundial sobre Energias Renováveis, que reuniu na última semana delegados de 154 países em Bonn, na Alemanha, Dilma Rousseff frustrou ao defender as grandes hidrelétricas como energia renovável, desconsiderando seus impactos socioambientais.

“A participação do Brasil na Conferência Mundial sobre Energias Renováveis, que terminou hoje (4/6) em Bonn, bloqueou os avanços nas negociações internacionais para a promoção de uma matriz energética global sustentável, com maior participação das novas fontes renováveis de energia, surpreendendo a todos os países e instituições presentes pela flagrante contradição com as posições e compromissos que o país vinha assumindo nos últimos anos. Como resultado do posicionamento intransigente da delegação brasileira, liderada pela ministra Dilma Rousseff, a conferência aprovou uma declaração morna, que não estabelece compromissos e metas claras para a sustentabilidade energética e inclui as grandes hidrelétricas como energia renovável, ignorando os seus enormes impactos sociais e ambientais,” critica o Fórum Brasileiro de ONGs e Movimentos Sociais para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento (FBOMS), do qual o Instituto Socioambiental (ISA) faz parte, em documento distribuído na sexta-feira à noite (4/6).

Durante a Rio+10, o governo brasileiro apresentou uma proposta para que as novas fontes de energias renováveis correspondessem a 10% matriz energética mundial até 2010, que não foi aprovada, mas desencadeou a iniciativa do governo alemão de realizar a Conferência Mundial sobre Energias Renováveis. Era esperado, portanto, um papel muito mais construtivo do Brasil em Bonn, onde delegados de 154 países aprovaram por consenso uma declaração política com o compromisso de aumentar o uso dos recursos renováveis e um plano de ação voluntário formado por 165 projetos de uso de energias renováveis por países, regiões, organizações e empresas.

Para o ministro do Meio Ambiente da Alemanha, Jürgen Trittin, o plano de ação vai permitir uma redução de 1,2 bilhão de toneladas de dióxido de carbono (CO2) no ano 2015.

Na quinta-feira (3/6), quando o Brasil comemorou oficialmente o Dia Mundial do Meio Ambiente no Palácio do Planalto com o anúncio pela ministra Marina Silva de quase 500 mil hectares de Unidades de Conservação (UCs), a ministra de Minas Energia não atendeu aos apelos da sociedade civil e fez um discurso curto, de menos de 10 minutos, no qual defendeu as usinas hidrelétricas como a fonte mais importante barata da América Latina para o suprimento de energia e as novas fontes, entre as quais a eólica, como complementares, mas não substitutas.

De acordo com o documento do FBOMS, Dilma, para piorar o quadro, não admitiu qualquer restrição ou qualificação socioambiental a esses empreendimentos e apoiou a posição da delegação de Uganda para que não fossem adotados como critérios para a construção de hidrelétricas as recomendações da Comissão Mundial de Barragens – organismo independente que produziu o relatório Barragens e Desenvolvimento: Um Novo Modelo para a Tomada de Decisões lançado em novembro de 2000, no qual é proposto, entre outros, a avaliação abrangente das opções, o aproveitamento das barragens existentes, a preservação de rios e meios de subsistência, o reconhecimento de direitos adquiridos e compartilhamento de benefícios, a garantia de cumprimento e compartilhamento dos rios para a paz, desenvolvimento e segurança e maior grau de transparência para todos os envolvidos.

Em uma mesa-redonda sobre financiamento, Dilma defendeu os financiamentos públicos para as grandes hidrelétricas, enquanto oficiais do Banco Mundial e do Banco Europeu de Reconstrução e Desenvolvimento advertiram a ministra sobre seus impactos e recomendaram que conversasse com as ONG.

Durante reunião com representantes da sociedade civil na quarta-feira, a ministra adiantou que não admitiria nenhuma declaração formal ou documento final da conferência que discriminasse negativamente as hidrelétricas, grandes ou pequenas, ou que as questionasse como fonte renovável, relatou Rubens Born, coordenador executivo do Vitae Civilis Instituto para o Desenvolvimento, Meio Ambiente e Paz, representante do Grupo de Trabalho (GT) Energia do FBOMS presente à conferência.

“No Brasil, as grandes barragens já deslocaram mais de 1 milhão de pessoas e inundaram 34 mil km2 de terras agricultáveis e florestas. Mais preocupante é o fato de que 64% do potencial hidrelétrico restante no Brasil encontra-se na Amazônia, e que o país está priorizando o represamento dos grandes rios da região, como o Araguaia, Xingu, Tapajós e Madeira. Antes de planejar medidas de eficiência e racionalização do uso de energia em todos os níveis, de redução das perdas de transmissão, de repotencialização das hidrelétricas velhas e de maior participação nas novas renováveis, o governo Lula vê como prioritários os megaprojetos de hidreletricidade que devem implicar enormes impactos na diversidade biológica e nas populações ribeirinhas e indígenas. Somado a isso, não descarta a intenção de construir mais uma usina nuclear (Angra III) e de expandir a geração a carvão mineral no sul do Brasil”, finaliza o texto do fórum.

Apesar da lamentável participação brasileira, a ministra de Minas e Energia, o secretário-executivo do Ministério do Meio Ambiente, Cláudio Langone, e o ministro de Meio Ambiente da Alemanha, Jurgen Trittin, assinaram um memorando de entendimento para cooperação na área de energias alternativas, que prevê a troca de informações e a parceria entre os dois governos em projetos de energia eólica, solar, biomassa, geotérmica e de hidrogênio, segundo informou a Agência Brasil.

Durante a conferência, foi distribuído o resumo do documento Doze Razões para Excluir as Grandes Barragens das Iniciativas para Energias Renováveis, endossado por mais de 260 grupos e instituições de todo o mundo, entre as quais o GT Energia do FBOMS, e reproduzido abaixo.

:oze Razões para Excluir as Grandes Barragens das Iniciativas para Energias Renováveis

Este documento foi endossado por mais de 260 grupos e redes de organizações de todo o mundo, entre as quais o GT Energia do Fórum Brasileiro de ONGs e Movimentos Sociais para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento, e a versão completa pode ser obtida em inglês e espanhol no site da Internacional Rivers Network (IRN). Este resumo foi preparado para distribuição na Conferência Internacional sobre Energias Renováveis em Bonn, em junho de 2004.

Os recursos para reduzir os impactos das mudanças climáticas e outros impactos ambientais decorrentes da produção e do consumo de energia, para que se avance na promoção do desenvolvimento sustentável e para aumentar a segurança energética, devem ser utilizados na promoção das "Novas Energias Renováveis". As mais importantes "novas renováveis" são a biomassa moderna (sustentável), energia geotérmica, eólica, solar, marinha e as pequenas centrais hidrelétricas - PCHS (<10MW) adequadas às recomendações da Comissão Mundial de Barragens (CM.

Abaixo estão 12 razões para os projetos hidrelétricos serem excluídos dos esforços globais para a promoção das energias renováveis:

::1. Grandes barragens não apresentam os benefícios de redução de pobreza das energias renováveis descentralizadas

As grandes barragens são capital-intensivas e dependentes de grandes centros de demanda e de longas linhas de transmissão. Em contraste, as "novas renováveis" podem ser construídas em pequenas unidades de capacidade, geograficamente dispersas, minimizando custos de transmissão e as perdas de energia e ampliando o alcance dos benefícios do desenvolvimento econômico. Prover serviços de energia modernos a um quarto da população mundial atualmente sem acesso a estes requer um enorme esforço de expansão das renováveis descentralizadas. A promoção de grandes represas irá apenas distrair os fundos e a atenção deste esforço.

::2. Incluir grandes represas nas iniciativas renováveis irá saturar os fundos para novas renováveis

As grandes centrais hidrelétricas estão entre os projetos de infra-estrutura mais caros do Planeta. Incluir subsídios para estes nas negociações sobre renováveis irá consumir o a maior parte dos fundos especiais, deixando muito pouco para a promoção das "novas renováveis".

::3. Os promotores das grandes represas subestimam os custos e exageram os benefícios

Os promotores das barragens têm regularmente subestimado os custos econômicos dos grandes projetos hidrelétricos, bem como o número de pessoas que requerem reassentamento ou compensação por perda de terras, casas e fontes de sobrevivência. Enquanto os custos ficam na média bem mais altos dos previstos, das grandes centrais hidrelétricas geralmente geram menos energia do que o prometido.

::4. Grandes barragens aumentarão a vulnerabilidade às mudanças climáticas

Os promotores das grandes barragens não levam em consideração os impactos hidrológicos das mudanças climáticas. Isto significa que as barragens estão sendo construídas com base em projetos que não suportam os novos extremos de secas ou inundações previstos como causa do aquecimento global. Isto traz sérias implicações para a performance das barragens - particularmente as secas reduzirão notavelmente a geração hidrelétrica - e a segurança.

::5. Não existe benefício de transferência de tecnologia das brandes barragens

Fundos globais para renováveis e mecanismos de comércio de carbono supostamente devem facilitar a transferência de novas tecnologias dos países do Norte para os do Sul e fornecer o suporte necessário para aumentar a produção e baixas os custos unitários destas tecnologias. Estes argumentos não se aplicam às grandes barragens, as quais já constituem uma tecnologia madura e bem estabelecida nos países do Sul.

::6. Grandes barragens implicam em grandes impactos sociais e ecológicos

De acordo com a Comissão Mundial de Barragens (CM, as grandes barragens são responsáveis pelo desalojamento de 40 a 80 milhões de pessoas, com muitos dos deslocados recebendo nenhuma ou inadequada compensação. Milhões de pessoas têm também perdi suas terras e modos de vida e têm sofrido por causa dos efeitos à jusante e de outros impactos indiretos das grandes barragens. As grandes barragens são um importante fator no rápido declínio da biodiversidade fluvial no mundo todo.

::7. Os esforço para mitigar os impactos das grandes barragens tipicamente falham

Muitos impactos das grandes barragens não são reconhecidos ou são subestimados, e as medidas para prevenir ou reduzir seus impactos freqüentemente falham. Mesmo quando as pessoas são reconhecidas como elegíveis para reassentamento, raramente têm seus modos de vida restaurados. Existe um recorde similar assombroso de esforços falidos para mitigar os impactos ambientais das grandes barragens.

::8. Os promotores das grandes barragens se opõe às medidas que previnam a construção de projetos destrutivos

A CMB desenvolveu critérios para o planejamento energético e do uso da água que podem encorajando melhores alternativas e reduzindo os impactos de projetos existentes. Mas já que seguir estes critérios significaria construir menos barragens, os proponentes das hidrelétricas, como banco Mundial e as Associação Internacional de Hidroenergia, têm atacado a credibilidade da CMB e feito lobby para prevenir a aplicação de suas recomendações.

::9. Grandes reservatórios podem emitir grande quantidade de gases de efeito estufa

A decomposição da matéria orgânica nos reservatórios das hidrelétricas causa a emissão de metano e gás carbônico. Mesmo que ainda exista muita controvérsia científica sobre a medição das emissões das barragens e comparação destas com as emissões das plantas a combustíveis fósseis, parece que os projetos de hidrelétricas com grandes reservatórios nos trópicos podem ter maior impacto climático por unidade de energia gerada que a geração com base em combustíveis fósseis.

::10. As grandes barragens são construídas lentamente e a empurrões, são inflexíveis e cada vez se tornam mais caras

Por causa das suas grandes dimensões e requerimentos específicos de localização, os projetos de grandes barragens levam mais tempo para serem construídos e são mais caros que outros tipos de plantas de geração de energia. Enquanto as grandes centrais hidrelétricas levam em média seis anos para serem , turbinas eólicas e painéis solares podem começar a prover os benefícios e a pagar os empréstimos dentro de meses da entrada em construção. O Banco Mundial descobriu que o custo da capacidade hidrelétrica está continuamente aumentando porque os melhores locais em termos de potencial hidrelétrico já foram explorados.

Grandes centrais hidrelétricas adicionam grande capacidade às redes de transmissão de forma descontínua, enquanto a demanda geralmente cresce de forma gradual. Adições de capacidade desta forma desparelha podem significar racionamentos de energia antes que a nova capacidade esteja disponível, e então uma custosa sobre capacidade uma vez que a nova planta esteja pronta.

::11. Muitos países já são demasiadamente dependentes da hidreletricidade

Grandes barragens contribuem com mais da metade do total do suprimento de energia em 63 países, quase todos no Sul global e na ex-União Soviética . Muitos destes países dependentes da hidreletricidade experimentam "apagões" induzidos por secas e racionamento de energia, um problema que se espera seja exacerbado pelas mudanças climáticas. Mesmo assim, é nestes países onde a maior parte dos novos projetos de barragens está planejada.

::12. Os reservatórios das grandes barragens são freqüentemente declarados não-renováveis por sedimentação

Os reservatórios das hidrelétricas são reduzidos com o tempo por sedimentação, um sério problema que eventualmente impede ou acaba com a habilidade de uma planta hidrelétrica em produzir eletricidade. A grande maioria da cargas anuais de sedimentos são carregadas durante os períodos de cheia. A maior intensidade e freqüência de inundações devido ao aquecimento global devem aumentar as taxas de sedimentação e então reduzir o tempo de vida útil dos reservatórios.

ISA, Cristiane Fontes.


GASOGÊNIO
-----Mensagem original-----
De: FENDEL tecnologia [mailto:thomas@fendel.com.br]
Enviada em: quarta-feira, 16 de junho de 2004 13:33
Para: Lula; WWI-BR; Katavento; Ita82; Forum Social Clima; Coop TSP; Jornal MA
Cc: WSJ; Veja; Unicamp; Tribuna; Senador Alvaro Dias; sen Delcídio; Power; OESP; Istoé; INEE; Gazeta Mercantil; FIEP RN; Exame; eletrobras; Dep. Sciarra; Dep. Rubens Otoni; Dep. Ronaldovasconcellos; Dep. Max Rosenmann; Dep. Jutahy; Dep. Gustavo Fruet; Dep. Elio Rusch; Correio B; Caros Amigos
Assunto: Biogases

Caros Vida Amantes:

O abaixo mencionado maravilhoso projeto de gasogênio, utiliza um motor Diesel adaptado para uso do gás pobre.
O gás de madeira é denominado "pobre" porque junto ao oxigênio necessário no reator, entra também o nitrogênio do ar, resultando que num motor a gás de biomassa entra quase o dobro de gás inerte, reduzindo a potência em aprox. 30%. Mas isto não é problema pois pode-se aumentar a potência através de um motor maior, ou turbinado ou de compressão maior (ciclo Diesel).

Esta rudimentar e centenária tecnologia possibilita equipamentos de todos os tamanhos, de pequenos a grandes, foi muito utilizada durante as 2 guerras mundiais, quando havia racionamento de petróleo, e pode ser ainda muito melhorada.
O ideal é se fazer a cogeração com estes biogeradores (aproveitar também o calor residual) e conectá-los na ENERNET. Só assim podem ser utilizados 100% com eficiência de até 95%. Muito melhor do que qualquer imunda, ineficiente e irracional termoelétrica.
Estes motores já fornecem água quente, que deve e pode ser utilizada em hotéis, condomínios residenciais, etc.

E viva a Biobrás, desfragmentada e distribuída.

Abraços carbono sequestrantes
Eng. Thomas Renatus Fendel
FENDEL tecnologia
www.fendel.com.br
[55](47)9986-2783

"Depois de compreendidos, problemas complexos tem soluções simples" - Fendel

IPT TESTA GASEIFICADOR QUE UTILIZA BIOMASSA PARA GERAR ENERGIA

O Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), da USP, está testando um gaseificador indiano que utiliza biomassa para a geração de energia elétrica. O aparelho foi instalado para experimentação em Aquidaban, a 90 km de Manaus (AM). Segundo estimativas do IPT, o consumo do diesel pode ser reduzido em até 80% em sistemas de geração distribuída de pequeno porte, utilizado por comunidades rurais localizadas em regiões remotas. O equipamento original, desenvolvido pelo Indian Institute of Science (IISc), foi importado pelo BUN (Biomass Users Network do Brasil) e o CENBIO (Centro Nacional de Referência em Biomassa) para ser testado com fontes regionais. O IPT adaptou o equipamento para a utilização com madeira, cupuaçu e babaçu. (Fonte: Gazeta Mercantil)


EUCALIPTO
-----Mensagem original-----
De: Erich Schaitza [mailto:erich.s@terra.com.br]
Enviada em: quarta-feira, 9 de junho de 2004 08:21
Para: Debates na área florestal em língua portuguesa;
jornaldomeioambiente@yahoogrupos.com.br
Cc: xicograziano@terra.com.br
Assunto: RES: [Floresta-l] ENC: JMA / Fw: Sofisma ambiental

Acho excelente, com dois poréns:
- o pinus cultivado no Brasil é norte americano, do sul dos EUA ou da América Central.
- a performance dos eucaliptos e pinus agrada a suecos, finlandeses, americanos, noruegueses, já que vieram para o Brasil e fizeram uma série de investimentos em papel e celulose e também em madeira serrada.

Vale ressaltar que o eucalipto e o pinus são culturas para pequenos, e isto está provado em n+2 estudos:
- tem boa taxa de retorno
- não tem safra, logo o agricultor pode se ocupar deles em horários de calmaria agrícola
- oferecem estabilidade para a propriedade por serem uma reserva de renda

Regionalmente, se usados para a indústria mecânica, agregam muitos empregos.

Eucalipto e pinus são tão básicas quanto feijão, ou mais: eu troco feijão por outro alimento, mas não substitui papel de escrever, jornal e livros por outro meio de aprendizado e cultura. Não ainda, talvez no futuro a gente tenha mais e-livros, mas por um bom tempo eles serão excludentes para a massa da população.

Erich Schaitza
Gerente Geral
Paraná Biodiversidade

Vou ficar afastado da Embrapa por um período de 3 anos, gerenciando um
projeto do Estado do Paraná chamado Paraná Biodiversidade

-----Mensagem original-----
De: floresta-l-bounces@jatoba.esalq.usp.br
[mailto:floresta-l-bounces@jatoba.esalq.usp.br]Em nome de FENDEL
tecnologia
Enviada em: quarta-feira, 9 de junho de 2004 01:02
Para: Lista Floresta
Assunto: [Floresta-l] ENC: JMA / Fw: Sofisma ambiental

-----Mensagem original-----
De: Paula - EcoViagem [mailtoaula@ecoviagem.com.br]
Enviada em: terça-feira, 8 de junho de 2004 16:39
Para: jornaldomeioambiente@yahoogrupos.com.br
Assunto: JMA / Fw: Sofisma ambiental

O que acham desse artigo?

----- Original Message -----
From: Adalberto Wodianer Marcondes
To: jambientalsp@yahoogrupos.com.br
Sent: Tuesday, June 08, 2004 2:38 PM
Subject: RES: [jambientalsp] Sofisma ambiental

terça-feira 08 de junho de 2004
FONTE: O Globo - RJ

ARTIGO - SOFISMA AMBIENTAL
Xico Graziano

Coitado do eucalipto. Inventaram que a árvore trabalha para o mal. No passado, amargou a triste fama de secar o solo onde vivia. Agora, imputam-lhe a sina de causador da miséria. Uma barbaridade.

Vem de longe essa confusão entre o homem, a sociedade e o mundo natural. Na história da filosofia e, mais tarde, no campo das ideologias, sempre se questionaram as origens da desigualdade. Rousseau perguntava: as pessoas nascem más ou são deformadas pela sociedade?

Na agricultura, o determinismo natural origina um sofisma.
Parece óbvio, mas o raciocínio surge freqüentemente, como se verifica agora com os reflorestamentos. O resultado, não poderia deixar de ser, machuca a inteligência.

Há quem, décadas atrás, tenha sugerido que a cana-de-açúcar causava pobreza.

Com base nas características coloniais do sistema agrário-exportador, que exigia a monocultura, a grande propriedade e o trabalho escravo, a cultura acabou esconjurada. Não era planta "democrática". Quando se demonstrou que na Austrália os cultivos canavieiros, ao contrário daqui, se faziam em pequena escala, o infeliz ardil determinista se desmanchou. Claro estava que são os homens, e não as plantas ou animais, os responsáveis pelas injustiças do mundo.

As falácias não cessam. Os leitores, certamente, já ouviram dizer que o boi serve aos latifundiários, assim como a soja causa devastação na Amazônia.

Pior, degradam por aqui apenas para alimentar na Europa. Quanta besteira!

Milhões de pequenos agricultores brasileiros criam gado, aproveitando-se de sua carne ou do seu leite para sobreviver. Quando a boiada está nas mãos da ganância, há que se esquecer o bicho e lembrar do sistema econômico.

Especulação de terras não depende do boi, mas sim do processo inflacionário e do mercado de capitais. Aos animais interessa apenas procriar em paz.

Com a soja, tacham-na de cultura dos maiorais. É verdade que lá no Mato Grosso ou no distante Maranhão quem abre as fronteiras agrícolas são agricultores capitalizados, profissionais do melhor gabarito. Entretanto, no Paraná ou no Rio Grande do Sul, a soja advém dos pequenos e médios produtores, cem por cento familiares, conduzindo lavouras com alta tecnologia, elevada produtividade. Pequenos se fortalecem com o sistema
cooperativo, vencem as barreiras do mercado, lucram como qualquer empresário.

Quem afirma que a soja é cultura de grande está desinformado ou mentindo.

Além do mais, sempre é bom repetir, a maioria das donas de casa brasileiras cozinham com óleo de soja, enquanto que muitos grã-finos, desses que condenam a leguminosa, se utilizam de azeite estrangeiro. Deplorável.

Nada, todavia, se compara à chicana que grupos ambientalistas aliados ao MST inventaram para agredir a silvicultura, declarando inimigo o eucalipto. O pérfido ambientalismo pariu ainda um logro lingüístico: o deserto verde.

As árvores utilizadas nos reflorestamentos são, é verdade, plantas exóticas.

Pinus e eucaliptos vieram da Austrália e da Europa. Adaptaram-se tão bem ao ecossistema tropical que se tornaram campeões mundiais de produtividade, provocando inveja em seus ancestrais.

Exóticos também são os arbustos de café, trazidos da Etiópia.
Como o arroz, o milho, a pimenta-do-reino. E daí? Poucos sabem, mas o alimento mais típico da Alemanha, a batata, é originário aqui da América.
Nacional, mesmo, só a mandioca, cultivada pelos índios tupiniquins.

Quando as primeiras mudas de eucalipto cresceram em solos brasileiros, logo se vislumbraram suas enormes vantagens culturais.
Verificou-se desde cedo que as árvores se adaptavam bem em solos fracos, arenosos, que na época não se prestavam para plantar café e cana-de-açúcar.

Assim, os hortos florestais da Fepasa, em São Paulo, vingaram em manchas de solos considerados ruins. O eucalipto crescia milagrosamente.
Quando plantado em várzeas, úmidas e férteis, subiram tão vigorosamente que drenaram os locais. Daí surgia sua fama de grande consumidor de água.

Com a evolução da silvicultura, as pesquisas concluíram que o eucalipto consome tanta água quanto qualquer outra espécie. Ocorre que nenhuma delas cresce e produz madeira rapidamente igual a ele. Tal performance, por certo, não agrada aos empresários do Canadá, da Suécia ou dos Estados Unidos, os grandes concorrentes no mercado internacional de
papel e celulose. Aqui, no País, os eucaliptais estão maduros para corte em seis anos; lá demoram o triplo, e produzem menos. Incomoda os ricos.

Na década de 1970, incentivos fiscais foram direcionados para os reflorestamentos. O forte estímulo propiciou surgirem os grandes conglomerados das fábricas de papel, celulose e madeira. Atualmente, 4,8 milhões de hectares estão ocupados com florestas plantadas no País, 70% com eucaliptos, 30% com pinus. O setor gera 500 mil empregos diretos, distribuídos em 600 municípios, e exporta US$ 2,8 bilhões. Problema ou solução?

Estudos científicos recentes comprovam que microbacias hidrográficas ocupadas com vastos eucaliptais apresentam riqueza de avifauna, ou seja, passarinhos, maior que outros ecossistemas tropicais.
Isso somente pode ocorrer num ambiente rico do ponto de vista ecológico.
Seja na mata de eucaliptos e em seu sub-bosque, seja nas áreas preservadas em seu entorno, preserva-se a biodiversidade.

É inusitado: para cada hectare plantado com madeira exótica, outro é mantido com floresta nativa. Nenhum setor da agropecuária age assim.
A cambucira, o tiziu, o tico-tico e a rolinha agradecem.

Xico Graziano, agrônomo, foi presidente do Incra (1995) e
secretário da Agricultura de São Paulo (1996-98) E-mail:
xicograziano@terra.com.br

ÁLCOOL, NÉ!
-----Mensagem original-----
De: FENDEL tecnologia [mailto:thomas@fendel.com.br]
Enviada em: quarta-feira, 9 de junho de 2004 01:10
Para: Lista bioenergia
Cc: Jornal MA; Ita82; Katavento; Forum Social Clima
Assunto: ÁLCOOL, NÉ?

Japonês no pode plantá cana né? Entom japonês compra álcool de Brasil, né?
É isso aí. É por aí mesmo.

Abraços carbono sequestrantes

Eng. Thomas Renatus Fendel
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"A civilização não suprime a barbárie; a aperfeiçoa." (Voltaire.)

"DE OLHO NO ÁLCOOL, JAPONESES VÊM AO BRASIL PARA CONHECER PROJETO"
(O Estado de S. Paulo, 1º/06/2004)
Nos próximos meses, uma equipe do Banco Japonês de Cooperação Internacional estará no Brasil para fazer um amplo levantamento sobre o projeto brasileiro na área de biocombustíveis. Caso o Japão determine a adição de 10% de álcool na mistura com gasolina, o Brasil quer ser o principal fornecedor do combustível para aquele país. Essa demanda adicional implicaria na produção de 10 bilhões de litros a mais por ano, o que exigiria o aumento de 2 milhões de hectares da área de cultivo da cana-de-açúcar (hoje no Brasil são cultivados 3 milhões de hectares e produzidos anualmente 16 bilhões de litros de álcool).


AVIÃO A ÁLCOOL
-----Mensagem original-----
De: FENDEL tecnologia [mailto:thomas@fendel.com.br]
Enviada em: quarta-feira, 9 de junho de 2004 00:07
Para: Lista bioenergia
Cc: Ita82; Jornal MA
Assunto: Avião a álcool

Para compensar os 20 anos desperdiçados abaixo mencionados, além do álcool para os motores aeronáuticos a pistão, o CTA deveria fazer os ensaios e o desenvolvimento da turbina a óleo vegetal...

E viva a Biobrás

Abraços carbono sequestrantes
Eng. Thomas Renatus Fendel
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" Reciclar papel? Prá quê? Afinal, quanto mais papel for consumido, mais árvores terão que ser plantadas e mais limpo fica o ar." - Fendel

O projeto reinicia de onde parou nos anos 80, dos ensaios em vôo. O Centro Técnico Aeroespacial (CTA) retomou o projeto dos motores aeronáuticos a álcool, iniciado na década de 80 e interrompido anos depois por falta de recursos. A idéia é estender isso para todas as aeronaves que usam gasolina de aviação e baratear o custo do combustível. O litro da gasolina de aviação chega a custar até seis vezes mais que o do álcool, o que tem inviabilizado as operações aéreas em muitas regiões, especialmente as agrícolas.

A diferença exorbitante de preço entre a gasolina e o álcool, segundo o presidente da Associação Brasileira de Aviação Geral (Abag), Adalberto Febeliano, tem levado muitos operadores de aeronaves a pistão a usar indevidamente o álcool, fazendo a conversão inadequada dos motores. Segundo a Abag, existem hoje entre 300 e 400 aeronaves voando de forma irregular com álcool no País, que tem a segunda maior frota de aviões leves no mundo.

Das 14 mil aeronaves leves em operação hoje no país, 12 mil são equipadas com motores a pistão, que usam a gasolina de aviação. Atentas ao potencial desse mercado para os motores de baixo custo operacional, as empresas Aeromot (RS) e Aeroálcool (SP) entraram no projeto do CTA para desenvolver a nova tecnologia e permitir a fabricação desses motores no Brasil.

CARVÃO MINERAL
-----Mensagem original-----
De: FENDEL tecnologia [mailto:thomas@fendel.com.br]
Enviada em: quarta-feira, 9 de junho de 2004 11:55
Para: Lula; Katavento; Ita82; Forum Social Clima; Coop TSP
Cc: Tribuna; Senador Alvaro Dias; sen Delcídio; Power; OESP; Istoé; INEE; Gazeta Mercantil; FIEP RN; Exame; eletrobras; Dep. Sciarra; Dep. Rubens Otoni; Dep. Ronaldovasconcellos; Dep. Max Rosenmann; Dep. Jutahy; Dep. Gustavo Fruet; Dep. Elio Rusch; Caros Amigos
Assunto: ENC: Carvão Mineral

Não é porque na Ásia ainda se abandonam meninas recem-nascidas nas ruas, que devemos fazer o mesmo aqui.
Assim, também não devemos imitar os porcos e construir aqui mais termoelétricas a sujo carvão mineral ou a "um pouco menos sujo" gás natural.

Está de parabéns a nossa Ministra das Energias, por ter conseguido incluir na lista das energias renováveis mundiais as grandes hidroelétricas do terceiro mundo, contrários aos interesses obscuros de pseudo-ambientalistas.

Está de parabéns a China por incluir milhares de microusinas em seu programa de renováveis. É esse o caminho a ser seguido, isso é ENERNET.

Está de parabéns a Alemanha por desativar todas as suas usinas nucleares, nos próximos 18 anos. Um exemplo ao mundo.

Se podemos manter a matriz energética brasileira renovável e definitiva, porquê retroceder aos imundos combustíveis fósseis?

Não é porque os soldados Bushetos estupram seus prisioneiros Iraquianos, necessitamos imitá-los aqui feito araras azuis amestradas. Chega de barbárie e de burrice.
Só é a favor de termoelétricas fósseis e contra as nossas fabulosas hidroelétricas, quem tem interesses mesquinhos particulares e obscuros.
Vamos acabar com as crendices hipócritas.

Abraços carbono sequestrantes

Eng. Thomas Renatus Fendel
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"A verdade é relativa" - Fendel


JMA / Re: XI UNCTAD
-----Mensagem original-----
De: Paula - EcoViagem [mailtoaula@ecoviagem.com.br]
Enviada em: quarta-feira, 9 de junho de 2004 12:32
Para: jornaldomeioambiente@yahoogrupos.com.br; - ESPAÇO BRASIL
Cc: WWI-BR; WSJ; Veja; Tribuna; Senador Alvaro Dias; sen Delcídio; Prefeitura Rio Negro - Gabinete; Power; OESP; Lula; Katavento; Jornal MA; Ita82; Istoé; INEE; Gazeta Mercantil; Forum Social Clima; FIEP RN; Exame; Dep. Sciarra; Dep. Ronaldovasconcellos; Dep. Max Rosenmann; Dep. Jutahy; Dep. Gustavo Fruet; Dep. Elio Rusch; Correio B; Caros Amigos
Assunto: JMA / Re: XI UNCTAD

Caro Fendel, como colega da rede de discussões do Jornal do Meio Ambiente e tendo acompanhado tua participação nos debates, fico muito feliz em receber a notícia do convite e de tua participação na UNCTAD.

Certamente, o setor de bioenergias não poderia estar melhor representado.

Um grande abraço.

Paula Sarcinella - Editora
www.EcoViagem.com.br


XI UNCTAD
-----Mensagem original-----
De: FENDEL tecnologia [mailto:thomas@fendel.com.br]
Enviada em: quarta-feira, 9 de junho de 2004 10:57
Para: - ESPAÇO BRASIL
Cc: WWI-BR; WSJ; Veja; Tribuna; Senador Alvaro Dias; sen Delcídio;
Prefeitura Rio Negro - Gabinete; Power; OESP; Lula; Katavento; Jornal
MA; Ita82; Istoé; INEE; Gazeta Mercantil; Forum Social Clima; FIEP RN;
Exame; Dep. Sciarra; Dep. Ronaldovasconcellos; Dep. Max Rosenmann; Dep.
Jutahy; Dep. Gustavo Fruet; Dep. Elio Rusch; Correio B; Caros Amigos
Assunto: RES: Conferência das Nações Unidas para o Comércio e o
Desenvolvimento - XI UNCTAD - Convite para Participação no Espaço Brasil

Exmo. Sr. LUIZ FERNANDO FURLAN
Ministro de Estado do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior

Agradecendo o honroso convite, coloco-me à disposição de vosso Ministério para fazer um discurso de 30 minutos sobre desenvolvimento sustentável, na conferência XI UNCTAD.

Temas: Bioenergias carbono sequestrantes, ENERNET, "O engôdo do MDL" e "O engôdo do hidrogênio".
Detalhes em www.fendel.com.br

Atenciosamente
Eng. Thomas Renatus Fendel
FENDEL tecnologia
www.fendel.com.br
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"A verdade é relativa" - Fendel

-----Mensagem original-----
De: - ESPAÇO BRASIL [mailto:espacobrasil@desenvolvimento.gov.br]
Enviada em: terça-feira, 25 de maio de 2004 17:24
Para: 'fendel@usa.net'
Assunto: Conferência das Nações Unidas para o Comércio e o
Desenvolvimento - XI UNCTAD - Convite para Participação no Espaço Brasil

À
THOMAS RENATUS FENDEL ME

Prezado(a) Senhor(a), THOMAS FENDEL

O Brasil sediará a XI Conferência das Nações Unidas para o Comércio e o Desenvolvimento, a XI UNCTAD. O evento ocorrerá entre os dias 13 e 18 de junho, no Parque de Exposições do Anhembi, em São Paulo. Esta reunião celebrará o 40º aniversário da Organização e será dedicada ao tema das relações entre estratégias nacionais de desenvolvimento e processos econômicos globais.

No contexto desta Conferência, está sendo organizado o chamado Espaço Brasil, ambiente destinado ao Governo federal no evento, que terá como foco a atração de investimentos para o País. O Espaço Brasil hospedará os Ministérios brasileiros e empresas brasileiras de grande porte, que apresentarão seus projetos, à iniciativa privada, com oportunidades de
investimentos e de negócios no Brasil.

A abertura do Espaço Brasil será feita por Sua Excelência o Presidente da República, no dia 14 de junho, às 12 horas. Ao longo do evento, os ministros farão apresentações a respeito dos projetos relativos às suas Pastas. Um programa provisório das atividades do Espaço Brasil encontra-se em anexo para conhecimento.
Sua presença é imprescindível para o sucesso do evento. Afinal, apenas a sinergia entre o governo e a iniciativa privada é capaz de promover o desenvolvimento do País.
O Espaço Brasil funcionará entre os dias 14 e 18 de junho, das 09 às 18 horas, no Parque de Exposições do Anhembi em São Paulo.
O ingresso no evento é assegurado aos que obtiverem confirmação das inscrições, que será feita através do site do Ministério, na seção
"Divulgações" (http://www.desenvolvimento.gov.br/espacobrasil).

Atenciosamente,

LUIZ FERNANDO FURLAN
Ministro de Estado do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior

REALIDADE
De: thomas@fendel.com.br [mailto:thomas@fendel.com.br]
Enviada em: sábado, 5 de junho de 2004 12:42
Para: jornaldomeioambiente@yahoogrupos.com.br
Cc: WWI-BR; WSJ; Veja; Unicamp; Coop TSP; Dep. Sciarra; Dep. Elio Rusch;
Dep. Max Rosenmann; Dep. Ronaldovasconcellos; FIEP RN; Power; Dep.
Rubens Otoni; OESP; Gazeta Mercantil; Jornal MA; Lula; Katavento; Dep.
Jutahy; Ita82; Istoé; INEE; Prefeitura Rio Negro - Gabinete; Dep.
Gustavo Fruet; Exame; eletrobras; Senador Alvaro Dias; sen Delcídio;
Forum Social Clima; Correio B; Caros Amigos
Assunto: RES: JMA / Carvão mineral - o combustível de ontem

Caro Tasso:

A comunidade internacional, sabe muito bem que o enganado é o povo, e o grande palhaço ilusionista é o presidente do maior poder econômico, apavorado com a escassês do petróleo e sua reeleição.
Quem não divulga a realidade, é a comprometida e vassala mídia e políticos.
Agora mesmo, a Globo necessita urgente do "Pró-mídia", um bilionário empréstimo a juros negativos, do BNDES, para diminuir sua galopante e enorme dívida, e assim tudo faz para acobertar e não desagradar quem "manda".
Idem os demais meios de comunicação, ou voce acha que um Silvio Santos tem coragem para enfrentar o esquemão corrompido?
Então, ao invés de divulgar e debater o cáos energético em que vivemos, que precede o cáos climático, preferem sensacionalizar futebol, olimpíadas, religiões, crendices, banalidades e roubos de galinhas mortas.

Mesmo com a atual tecnologia, a quantas décadas não se descobre uma reserva petrolífera de monta?
Quantos poços já estão exauridos, lacrados e com produção decrescente?
Quantas reservas "estimadas" foram reduzidas em seus fantasiosos números?

Só não enxerga quem não quer.

Tasso, quanto a informar esta realidade ao governo alemão, com números, posso te dizer que já o fiz inúmeras vezes e foi um fracasso, assim como o é aqui.
Entreguei pessoalmente em mãos o meu livro: "Brasil, até quando?" que trata sobre estas questões, ao ministro alemão de meio ambiente Sr. Tritin. Mostrei-lhe inclusive o carro movido a óleo vegetal e falei sobre as bioenergias atmosfera limpantes.
Parece-me que os políticos de renome, vivem num clima de autoendeusamento abstrato, que os impossibilita de raciocinar.
Também, a meses passados, participei de um Forum de Internet alemão titulado: "Andar com óleo de salada" no endereço: http://www.fmso.de e tentei convencer os 400 e poucos participantes de que na exaustão de motores a bioenergias, sai muito menos CO2 do que o CO2 absorvido pelas plantas que originam o combustível.
Assim, depois de caloroso, prolongado e infantil debate, bati em retirada... pois aos humanos que idolatram branco como cinza, é impossível explicar que branco é branco, ou que hidrogênio é lorota.
Noutra ocasião, um responsável por um instituto de pesquisa alemão até concordou que o saldo de CO2 é negativo, mas discordou que o carbono do farelo da canola (colza) dos quais os alemães obtém seu óleo vegetal, seja creditado às vacas que o comem, e não seja creditado às bioenergias...
Alemão não é teimoso... teimoso é quem teima com alemão.

Abaixo um texto sobre o evento "Renováveis 2004" na Alemanha.

Alarmantes abraços carbono sequestrantes
Eng. Thomas Renatus Fendel
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"A civilização não suprime a barbárie; a aperfeiçoa." (Voltaire.)

SCHROEDER RELACIONA ÓLEO À INSEGURANÇA

A Conferência sobre Energias Renováveis de Bonn entrou ontem em sua fase decisiva com a advertência do chanceler alemão, Gerhard Schroeder, de que a dependência do petróleo aumenta a vulnerabilidade diante do terrorismo. Além disso, os países não industrializados pediram mais investimentos na luta contra a pobreza. O fomento das energias limpas não é só um dever "de solidariedade", mas também um "imperativo para a segurança" mundial frente ao terrorismo, afirmou Schroeder.

O objetivo dos últimos atentados na Arábia Saudita e no Iraque é atingir "o sistema neurológico" da humanidade, prosseguiu o chanceler, que insistiu em um dos motivos centrais da conferência: a alta dos preços do petróleo destaca mais do que nunca a necessidade de apostar em energias alternativas.

"Apostar nas renováveis não é populismo, mas realismo", disse o chanceler alemão, para lembrar que "dois bilhões de pessoas, um terço da humanidade, não tem acesso à provisão energética", motivo mais do que suficiente para o fomento de energias descentralizadas, enfatizou o chanceler. Schroeder se dirigiu assim aos participantes do maior encontro realizado até agora sobre as energias renováveis, com representantes de 150 países, e que foi convocado a convite dele, em 2002, ao término da Conferência do Desenvolvimento Sustentável de Johanesburgo, que acabou "sem resultados concretos", disse. É hora de passar das palavras aos fatos, ressaltou Schroeder.

Luta contra a miséria

Por parte da África, o primeiro-ministro da Nigéria, Hama Amadou, disse que o desenvolvimento das renováveis é um "fator crucial na luta contra uma miséria que condena a África à exclusão", mas que "não pode pedir a ninguém que se desenvolva, se esse alguém sobrevive com menos de um dólar por dia". Já o ministro de Indústria da Tailândia, Prommin Letsuridej, ressaltou a importância de que os recursos naturais descentralizados sejam uma alternativa aos combustíveis fósseis, enquanto o representante governamental da China, Zhang Guobao, destacou os progressos realizados por seu país na área de renováveis.

"A China conclui sua revolução, com porcentagens de consumo de renováveis de 12%, e confiamos no apoio e na experiência da Europa, e especialmente da Alemanha, para seguir esse caminho", disse Zhang.

O gerente do Banco Mundial (Bird), Peter Woicke, anunciou que seu organismo duplicará, nos próximos cinco anos e a um ritmo de 20% ao ano, suas ajudas às fontes renováveis de energia, até atingir os US$ 200 milhões por ano. "No entanto, o investimento em energia deve ser acompanhada de eficácia e, também, de desejo de melhora política naqueles países onde se investe", disse Woicke. Ele lembrou que, junto ao desafio energético, está o desafio de manter o equilíbrio econômico. (Fonte: Gazeta Mercantil)

-----Mensagem original-----
De: tassorcneto@ig.com.br [mailto:tassorcneto@ig.com.br]
Enviada em: quinta-feira, 3 de junho de 2004 15:56
Para: jornaldomeioambiente@yahoogrupos.com.br
Assunto: Re: JMA / Carvão_mineral_-_o_combustív el_de_ontem

Prezado Fendel,
Não há uma forma de documentar isso, com provas concretas e enviar para instituições internacionais que tenham credibilidade, ou, até mesmo, para o governo alemão?
Como o nosso -lamentável- presidente ficaria diante de uma situação dessas, perante a comundade internacional?
Apesar de querer acreditar na possibilidade de se enviar tais documentos e isso surtir algum efeito,tenho lá minhas dúvidas se isso já não é muito bem conhecido por todos os países e governantes, e, então, mais uma parte do circo está sendo exposta.
Saudações cariocas,
Tasso


CARO ANTONIO

Vivemos na mentira e na ilusão das mídias, políticas, mercados e religiões.
A verdade tem pouco ou nenhum valor.
Tem coisa mais estúpida do que nossas crenças, atitudes e achologias?
Portanto, neste contexto, tem mentiras que são benéficas para se aproximar da realidade.

Abraços carbono sequestrantes
Eng. Thomas Renatus Fendel
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"Adoramos ser iludidos" - Fendel

-----Mensagem original-----
De: Antonio Gomes [mailto:escorpiaot@yahoo.com.br]
Enviada em: quarta-feira, 26 de maio de 2004 08:56
Para: jornaldomeioambiente@yahoogrupos.com.br
Assunto: Re: JMA / ENC: Quem é o jornalista Larry Rohter?

Cuidado Fendel, a formação terrorista do pessoal do planalto é capaz de plantar qualquer coisa no nosso meio ambiente, leia estas:

De: José Renato
Data: Qua Mai 19, 2004 12:17 am
Assunto: Re: [Acrópolis] Quem é Larry Rohter?

Vanderley, esse mesmo artigo ou comentário com colocações graves chegou para mim sob o título Segredos de Larry Rohter e imputava a autoria do editor do site Panorama Brasil. Procurei confirmar no site e, não encontrando o artigo, enviei um e-mail perguntando onde encontrá-lo. Recebi resposta da pessoa indicada como autor de que ele não era o autor e nem o site publicou o comentário! Como "já tive" um comentário anônimo - que apesar de
conter o perfil das minhas idéias até hoje não sei quem o escreveu – circulando na Internet sugiro que, sempre que possível, obtenha o endereço de origem do comentário a repassar. No texto que vc repassou a autora seria a prof. jornalista Célia Ladeira, porém não veio acompanhado de nenhum e-mail ou site de confirmação da autenticidade. É muito provável que quem está divulgando o texto não tem coragem de aparecer, logo o mesmo perde a
credibilidade e torna-se apenas mais uma fofoca.

Abraços.
José Renato

e mais esta:

De: "Safira"
Data: Qua Mai 19, 2004 11:25 am
Assunto: Re: [Acrópolis] Quem é Larry Rohter?

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Fábrica de mentiras

Saiu dos subterrâneos da Presidência da República o e-mail que
usa indevidamente o nome de uma professora UnB para atacar jornalistas. O
e-mail é de um assessor da Casa Civil: celso.correa@p...
( Coluna Claudio Humberto - Folha de Londrina - 19/05/2004)

A propósito, o que seria uma Rede Nacional de Advogados e Advogadas Populares?

Safira

VERDADE x MENTIRA
A verdade de alguns é a mentira de outros.
E para disfarçar a ilusão apelamos para desculpas esotéricas.
Ou dizemos: Isso não se discute...

Aliás nossa mídia só enaltece: futebol, religião, banalidades, achologias e noticiário sangrento.

Tudo o que é indiscutível... é mentira e ilusão.
É essa a origem da perpétua hipocrisia humana.
Esse é motivo da desigualdade galopante.
É por isso que nossa civilização é suicida.
Falta-nos a coragem de enxergar e aceitar o óbvio.

Assim, ainda iremos importar caro hidrogênio feito com barato álcool exportado...

Abraços carbono sequestrantes
Eng. Thomas Renatus Fendel
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www.fendel.com.br
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"A verdade, bem como a mentira, são relativas" - Fendel

-----Mensagem original-----
De: Antonio Gomes [mailto:escorpiaot@yahoo.com.br]
Enviada em: quarta-feira, 26 de maio de 2004 10:31
Para: jornaldomeioambiente@yahoogrupos.com.br
Assunto: Re: JMA / ENC: Quem é o jornalista Larry Rohter?

Permita discordar. Mentiras são apenas mentiras.

Abraços.

USO DE PAPEL
Caro Sebastião

Ao abaixo citado membro do MST poderia ser lembrado, que embora o eucaliptonão seja digestivo, o próprio militante utiliza os produtos celulósicos para limpar os restos da digestão, grudados à sua extremidade retal, ou ele o faz apenas com a mão?

Abraços carbono sequestrantes
Eng. Thomas Renatus Fendel
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"Reciclar papel? Prá quê? Se o reciclado é mais caro e de pior qualidade.
Afinal quanto mais papel for consumido, mais árvores terão que ser plantadas
e mais limpo fica o ar." - Fendel

-----Mensagem original-----
De: Sebastiao [mailto:skengen@terra.com.br]
Enviada em: quarta-feira, 26 de maio de 2004 11:26
Para: 'Debates na área florestal em língua portuguesa'
Cc: sbs@sbs.org.br; Joldes Muniz Ferreira; 'Rente Nascimento, Jose';
lgraca@cnpf.embrapa.br; 'Fendel tecnologia'; ferron@epcruraltec.com.br;
Teresa Perez
Assunto: RES: [Floresta-l] Cartinha

Caros colegas,

Bom dia.
Independentemente do lado político, ser Lula ou não, não me parece ser ou não deve ser o foco do debate sobre a carta referida pelo nosso colega.
Creio que devemos fazer algumas perguntas sobre o assunto:

1. A quem realmente interessa a proposta de bloquear os plantios florestais?".
2. Quais são os reais interesses que se escondem sob a retórica ambientalista?
3. Por que só os plantios florestais? Será que as outras extensivas monoculturas, incluindo a pecuária em larga escala são benéficas e só os plantios florestais são maléficos?

As perguntas acima não saem da minha cabeça e não encontro uma resposta adequada às mesmas. Poderíamos formular muitas outras perguntas, mas creio que as perguntas acima já servem para o início de um debate sobre o assunto.
Agora, de tolinhas essas ONGs ambientalistas não têm nada, muito pelo contrário. Aliás, dentro dessa linha de raciocínio dessas ONGs um integrante do MST disse que o povo não come eucaliptos, mas esqueceu de dizer que milhares de pessoas vivem e têm seus empregos graças a esses plantios.

Abraços,
Sebastião.

-----Mensagem original-----
De: floresta-l-bounces@jatoba.esalq.usp.br
[mailto:floresta-l-bounces@jatoba.esalq.usp.br] Em nome de mabcastrol
Enviada em: segunda-feira, 24 de maio de 2004 18:47
Para: floresta-l
Assunto: [Floresta-l] Cartinha

Caros Amigos,

Vejam abaixo a pérola que descobri na internet. Uma série de ongs formularam uma carta ao presidente recém empossado pedindo providências contra o avanço dos plantios florestais.
Vale lembrar que naquela época eles ainda estavam na fase de Deslumbramento com o governo que ajudaram a eleger. Depois veio a Decepção, a Depressão,... em breve revelarão a Demência. Mal sabiam eles que o BNDES iria ampliar seus créditos ao setor.

Tolinhos

Abraços,
Mário

Divirtam-se com a baboseira logo abaixo

-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*

Brasil: ONGs solicitam ampla discussão sobre expansão
de plantações florestais

Em carta enviada ao presidente Lula nesta quinta-feira (20/03), instituições alertam para os possíveis riscos socioambientais envolvidos na ampliação da área de florestas plantadas [1], como reivindicado recentemente pelo setor, caso não seja estabelecido um planejamento
adequado.

O Grupo de Trabalho (GT) Florestas do Fórum Brasileiro de ONGs e Movimentos Sociais para o Meio Ambiente e Desenvolvimento encaminhou, nesta quinta-feira (20/03), carta ao presidente Lula, manifestando preocupação com uma proposta de expansão da área de florestas plantadas no país, apresentada recentemente ao governo por empresas do setor. O documento foi enviado com cópia para a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, e para
o ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues.

Formadas em sua maioria por espécies exóticas como Pinus e eucalipto, as florestas plantadas suprem, entre outros, o mercado de papel e celulose e construção, cujas empresas propõem a expansão da área ocupada por florestas plantadas dos atuais 5 milhões para 11
milhões de hectares. Além disso, o setor, hoje subordinado ao Ministério do Meio Ambiente, reivindica estar ligado ao Ministério da Agricultura, por meio da criação da Secretaria de Florestas Plantadas.

Na carta enviada a Lula (conteúdo na íntegra abaixo), as ONGs pedem que a proposta de ampliação do setor seja analisada e planejada com extrema cautela e que a elaboração de uma política para o setor considere os preceitos de desenvolvimento efetivamente sustentável, citando posteriormente as implicações socioambientais e econômicas da atividade, especialmente para a Mata Atlântica e para o Cerrado.

Para a coordenadora do GT Florestas, Adriana Ramos, do Instituto Socioambiental (ISA), é preciso discutir as bases de expansão do setor de forma criteriosa, para não permitir impactos indesejáveis, como a concentração fundiária e os distúrbios hidrológicos. O GT Florestas espera que o governo estabeleça uma agenda de discussões sobre o tema com ampla participação da sociedade civil.

Reportagem publicada no jornal Valor Econômico no dia 25/02, reproduzida no site da Associação Brasileira de Florestas Renováveis (Abracave), cita que, embora as propostas do setor contem com o apoio do vice- presidente, José de Alencar, e do ministro da
Agricultura, sabem que terão de derrubar a resistência do Ministério do Meio Ambiente, que já havia defendido no início do mês proposta para que os setores como papel e celulose e siderurgia mudassem a forma da produção de madeira reflorestada, trocando plantio em grandes áreas pela dispersão com características de agricultura familiar, o que garantiria trabalho para o pequeno produtor rural.

Ontem (19/03) foi aprovado requerimento do deputado Luis Carlos Heinze (PPB/RS) para que o tema seja discutido em uma audiência pública conjunta das Comissões de Agricultura e Política Rural e de Defesa do Consumidor, Meio Ambiente e Minorias da Câmara dos
Deputados, em data a ser definida.

Carta encaminha para o presidente Lula pelo GT Florestas do Fórum Brasileiro de ONGs e Movimentos Sociais para o Meio Ambiente e Desenvolvimento

Exmo. Sr. Luiz Inácio Lula da Silva
Presidente da Republica Federativa do Brasil
Brasília, 20 de março de 2003.

Excelentíssimo Senhor Presidente,

O Grupo de Trabalho de Florestas do Fórum Brasileiro de ONGs e Movimentos Sociais para o Meio Ambiente e Desenvolvimento, que congrega as principais instituições não governamentais do país interessadas no tema, reuniu-se em Brasília nos dias 12 e 13 de março.
Na oportunidade acordou manifestar a Vossa Excelência a discordância com a "Proposta de Agenda para o Setor Brasileiro de Florestas Plantadas", apresentada por empresas do mesmo a Vossa Excelência.

A agenda apresenta demandas que não levam em consideração a necessidade da elaboração de uma política específica para o setor, que esteja articulada às políticas ambiental, agrária, creditícia, de geração de emprego e renda e de combate à fome.

As atividades do setor de "florestas plantadas", fundamentalmente baseadas no plantio de espécies exóticas como o Pinus e o Eucalipto, têm implicações graves para as dinâmicas sociais, econômicas e ambientais, especialmente na região de Mata Atlântica e de Cerrado, que concentram a maior parte dessas monoculturas no Brasil. Levando-se em consideração que estes biomas mantêm apenas 7,6% e 30% de sua cobertura original, respectivamente, a expansão massiva desses plantios, de cinco para onze milhões de hectares, deve ser analisada e planejada com extrema cautela, no âmbito de uma política de governo que esteja em consonância com os preceitos do desenvolvimento efetivamente sustentável. Há muito a ser equacionado entre os benefícios econômicos e o passivo socioambiental da atividade, a exemplo dos inúmeros processos trabalhistas envolvendo as empresas do setor.

Trata-se de um momento importante para o estabelecimento de um processo de discussão acerca de uma política para as plantações florestais, uma vez que o governo brasileiro, por meio do Programa Nacional de Florestas (PNF), do Ministério do Meio Ambiente (MMA),
está em negociação com o Banco Mundial visando um empréstimo para o setor florestal.

Seria um grande risco para o país dar encaminhamento às demandas sobre "florestas plantadas" sem a definição révia de uma política de governo para o setor, que ssegure o desenvolvimento da atividade de forma mbientalmente sustentável e socialmente justa, que beneficie de fato a população local e que garanta o princípio da precaução. Ressalta-se que qualquer política de expansão para o setor de "florestas plantadas" deve evitar o aumento da concentração fundiária, a supressão de vegetação nativa, os distúrbios hidrológicos e a ocupação de terras que produzem alimentos. Além disso, seu planejamento deve ser feito a partir de informações técnicas e científicas comprovadas e amplamente discutidas com a
sociedade.

Certos de que o governo de Vossa Excelência está aberto a promover os debates necessários ao melhor encaminhamento da questão, colocamo-nos à disposição para participarmos do processo de discussão acerca do tema.

Atenciosamente,

Grupo de Trabalho Florestas do Fórum Brasileiro de ONGs e Movimentos Sociais para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento; Amigos da Terra Amazônia Brasileira; Associação de Preservação do Meio Ambiente do Vale do Itajaí (Apremavi); Central Única dos Trabalhadores (CUT/RJ); Centro de Estudos e Pesquisas para o Desenvolvimento do Extremo Sul da Bahia (Cepedes); Centro de Trabalhadores da Amazônia CTA / AC; Federação de Órgãos para a Assistência Social e Educacional (FASE); Fundação SOS Mata Atlântica; Fundo Mundial para a Natureza (WWF); Grupo Ambientalista da Bahia (GAMBÁ); Grupo de Trabalho Amazônico (GTA); Instituto de Estudos Sócio-Econômicos (INESC); Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola (Imaflora); Instituto do Homem e do Meio Ambiente da Amazônia (Imazon); Instituto Socioambiental (ISA); Rede de ONGs da Mata Atlântica; Rede Deserto Verde; Os Verdes; Vitae Civilis-Instituto para o
Desenvolvimento, Meio Ambiente e Paz

C/c: Ministra do Meio Ambiente Marina Silva; Ministro
da Agricultura Roberto Rodrigues

Artigo e carta publicados pelo Instituto
Socioambiental, 20/03/2003,
http://www.socioambiental.org/website/noticias/noticia.a
sp?File=Brasil\2003-03-20-18-01.html

REVERSÃO DO EFEITO ESTUFA
-----Mensagem original-----
De: Fendel tecnologia [mailto:fendel@superig.com.br]
Enviada em: quinta-feira, 27 de maio de 2004 00:18
Para: hoeflich@cnpf.embrapa.br
Cc: WWI-BR; WSJ; Veja; Unicamp; Coop TSP; Tribuna; Dep. Sciarra; Dep. Elio Rusch; Dep. Max Rosenmann; Dep. Ronaldovasconcellos; FIEP RN; Power; Dep. Rubens Otoni; OESP; Gazeta Mercantil; Jornal MA; Lula; Katavento; Ita82; Istoé; INEE; Dep. Gustavo Fruet; Exame; eletrobras; Senador Alvaro Dias; sen Delcídio; Forum Social Clima; Correio B; Caros Amigos
Assunto: RES: [Floresta-l] ENC: I SEMINÁRIO DA INDÚSTRIA DE BASE FLORESTAL DE PONTA GROSSA E REGIÃO I EXPOSIÇÃO INSTITUCIONAL DE PRODUTOS DE BASEFLORESTAL I MOSTRA DE ENSINO, PESQUISA , EXTENSÃO E AÇÕES PARA O DESENVOLVIMENTO DO SETOR FLORESTAL DE 8 À 11

Caro Vitor

Tua convocação abaixo, me deixou triplamente e sucessivamente feliz.

Primeiro:
Acabo de vir da abertura da Quinta Mostra Feira Industrial de Rio Negro - PR, com a presença do Presidente da FIEP, que permaneceu 4 horas visitando com dedicação todos os estandes, indicando que a Federação das Indústrias realmente está em boas mãos e ótica de longa visão, com profundo respeito a seus membros. Trocar idéias com uma parcela do povo que trabalha e sustenta este país, é o caminho do sucesso.

Segundo:
Urge o ataque ao modismo pseudo-ecológico que difama o setor florestal. Assim, vosso seminário terá a árdua tarefa de reverter a crença hipócrita de que a floresta é intocável e que não é possível fazer reflorestamentos sustentáveis.
Na Finlândia, onde uma árvore tem que pedir licença à outra para receber um pouco de sol, 30% do PIB é devido ao setor florestal e agregados (máquinas, produtos, etc).

Terceiro:
A vossa solicitação de material de apoio ao evento, é um exemplo a ser seguido em todos os escalões hierárquicos de nossa dita democracia.
De que adianta um congresso em que apenas os figurões fazem discursos políticos, sem terem a mínima noção do assunto, e sem permanecerem no local para aprenderem alguma coisinha?

Então, no intúito de contribuir com a causa florestal, sugiro a inclusão de dois assuntos em vosso valoroso seminário florestal: Bioenergia e Reversão do efeito estufa.

Bioenergia:
A biomassa é a única alternativa viável para substituir os agonizantes fósseis. O consumo de fósseis está superando sua capacidade de produção, resultando em tensão econômica que dispara ações militares, com guerras reais e objetivos camuflados.
Assim a floresta vai produzir óleo vegetal, cavaco vegetal, carvão vegetal, biogás, etc; em substituição aos sujos combustíveis fósseis.

Reversão do efeito estufa:
Através da fantástica fotossíntese, cada árvore nada mais é do que gás carbônico retirado do ar e concentrado em forma de celulose. Assim, quanto mais árvores são plantadas, mais limpo fica o ar, resultando no "efeito geladeira".

Portanto, me ofereço a falar sobre estes dois assuntos, e aproveite, pois por enquanto cobro apenas a estadia e a viagem.

Abraços carbono sequestrantes
Eng. Thomas Renatus Fendel
FENDEL tecnologia
www.fendel.com.br
[55](47)9986-2783

" Reciclar papel? Prá quê? Se o reciclado é mais caro e de pior qualidade. Afinal quanto mais papel for consumido, mais árvores terão que ser plantadas e mais limpo fica o ar." - Fendel


-----Mensagem original-----
De: floresta-l-bounces@jatoba.esalq.usp.br [mailto:floresta-l-bounces@jatoba.esalq.usp.br]Em nome de Sebastiao
Enviada em: segunda-feira, 24 de maio de 2004 10:36
Para: sbs@sbs.org.br; Joldes Muniz Ferreira; 'Rente Nascimento, Jose'; mario.mengarelli@fao.org; Fernando Castanheira; 'Fernando Scardua'
Cc: Lista Floresta; 'turmadeouro'
Assunto: [Floresta-l] ENC: I SEMINÁRIO DA INDÚSTRIA DE BASE FLORESTAL DE PONTA GROSSA E REGIÃO I EXPOSIÇÃO INSTITUCIONAL DE PRODUTOS DE BASEFLORESTAL I MOSTRA DE ENSINO, PESQUISA , EXTENSÃO E AÇÕES PARA O DESENVOLVIMENTO DO SETOR FLORESTAL DE 8 À 11 DE

De: Vitor Afonso Hoeflich [mailto:hoeflich@cnpf.embrapa.br]
Enviada em: sexta-feira, 21 de maio de 2004 16:03
Para:

Assunto: Fwd: I SEMINÁRIO DA INDÚSTRIA DE BASE FLORESTAL DE PONTA GROSSA E REGIÃO I EXPOSIÇÃO INSTITUCIONAL DE PRODUTOS DE BASEFLORESTAL I MOSTRA DE ENSINO, PESQUISA , EXTENSÃO E AÇÕES PARA O DESENVOLVIMENTO DO SETOR FLORESTAL DE 8 À 11 DE JULHO DE 2004

Companheiros de Ideais:

O Governo do Estado do Paraná, através da Secretaria de Agricultura e do Abastecimento do Estado, núcleo regional de Ponta Grossa, e o Sindicato da Madeira de Ponta Grossa, em parceria com o Sistema FIEP-CIEP-SESI-SENAI-IEL, Prefeitura Municipal de Ponta Grossa, Associação Comercial, Industrial e Agropecuária de Ponta Grossa, Embrapa Florestas e Universidade Estadual de Ponta Grossa, contando com o apoio de várias empresas e instituições, estão organizando o I Seminário da Indústria de Base Florestal de Ponta Grossa e Região, e a I Exposição Institucional de Produtos de Base Florestal a serem realizados em Ponta Grossa no período de 08 a 11.07.2004 no Centro de Eventos de Ponta Grossa.

Uma das atividades programadas é a I Mostra do Ensino, Pesquisa, Extensão e Ações para o Desenvolvimento do Setor Florestal (envolvendo as instituições, particularmente as de interesse para o desenvolvimento da Região dos Campos Gerais do Paraná), tendo como temática os Benefícios das Florestas Naturais e das Florestas Plantadas.

O objetivo desta Mostra é ressaltar o papel das florestas naturais e das florestas plantadas para o desenvolvimento da sociedade brasileira, reconhecendo-se que o setor florestal brasileiro tem como função induzir o desenvolvimento sócio econômico do país, e contribuir para a manutenção de um alto nível da biodiversidade e de equilíbrio ambiental.

Em apoio à organização do I Seminário da Indústria de Base Florestal de Ponta Grossa e Região, esperamos poder contar com a importante participação das instituições e organizações a que estão vinculados.

Agradeceríamos, também, receber cópia de materiais ligados à educação ambiental - notadamente os que abordem os benefícios das florestas naturais e as florestas plantadas (seja na forma de cartilhas, video etc) que possam ser utilizados nos dias 10 e 11.07, quando da visitação pública aos estandes.

Com nossa consideração

Vitor Afonso Hoeflich

FILTROS VIVOS
Caro Quimatra

Os vegetais funcionam como filtro acumulador, a partir do momento de sua germinação e vão acumulando CO2 durante o crescimento. Assim, as árvores que crescem mais rápido absorvem mais carbono do ar do que as lentas e a vegatação velha.
E melhor do que deixar as árvores velhas apodrecendo, é cortá-las antes e usá-las em forma de madeira, papel, móveis e energia.
Isso se chama sustentabilidade.

Abraços carbono sequestrantes
Eng. Thomas Renatus Fendel
FENDEL tecnologia
www.fendel.com.br
[55](47)9986-2783

"A utilizacao em grande escala das biomassas, eh o unico meio racional para capturar o carbono fossil jogado ao ar em 2 seculos de dito desenvolvimento e real colonialismo." - Fendel

-----Mensagem original-----
De: Quimatra Ind. Com. Produtos Quimicos Ltda
[mailto:quimatra@creativenet.com.br]
Enviada em: quinta-feira, 27 de maio de 2004 07:29
Para: jornaldomeioambiente@yahoogrupos.com.br
Assunto: Re: JMA / RES: [Floresta-l] ENC: I SEMINÁRIO DA INDÚSTRIA DE
BASE FLORESTAL DE PONTA GROSSA E REGIÃO I EXPOSIÇÃO INSTITUCIONAL DE
PRODUTOS DE BASEFLORESTAL I MOSTRA DE ENSINO, PESQUISA , EXTENSÃO E
AÇÕES PARA O DESENVOLVIMENTO DO SETOR FLORESTAL

Infelizmente discordo de sua colocação final, pois vc coloca a questão
cortar árvores para gerar papel, e cosequentemente plantar mais. Para que te
pergunto se elas vão ser cortadas novamente, e o tempo que leva para que
elas funcionem eficazmente como um filtro.

CARVÃO MINERAL - O COMBUSTÍVEL DE ONTEM
-----Mensagem original-----
De: Fendel tecnologia [mailto:fendel@superig.com.br]
Enviada em: terça-feira, 1 de junho de 2004 12:42
Para: WWI-BR; Coop TSP; Jornal MA; Lula; Katavento; Ita82; Forum Social Clima
Cc: WSJ; Veja; Tribuna; Dep. Sciarra; Dep. Elio Rusch; Dep. Max Rosenmann; Dep. Ronaldovasconcellos; FIEP RN; Power; Dep. Rubens Otoni; OESP; Gazeta Mercantil; Dep. Jutahy; Istoé; INEE; Dep. Gustavo Fruet; Exame; eletrobras; Senador Alvaro Dias; sen Delcídio; Correio B; Caros Amigos
Assunto: Carvão mineral - o combustível de ontem

Façam o que eu digo, mas não façam o que eu faço.

É esta a atitude atual brasileira na questão energética. Enquanto na "Renováveis 2004", na Alemanha, o Brasil vai falar sobre os benefícios das maravilhosas energias renováveis brasileiras; na prática, na China e aqui, estamos retrocedendo para o carvão mineral e energia atômica.

Eita política politiqueira.

Tristes abraços carbono sequestrantes

Eng. Thomas Renatus Fendel
FENDEL tecnologia
www.fendel.com.br
[55](47)9986-2783

"La civilización no suprime la barbarie, la perfecciona." (Voltaire.)

LANÇADO EM PORTO ALEGRE O LIVRO "CARVÃO - O COMBUSTÍVEL DE ONTEM"

26 maio 2004 - Especial para a EcoAgência de Notícias
Porto Alegre, RS - Os ecologistas brasileiros estão em pé de guerra com o setor energético do governo federal. Da China foi anunciada no início desta semana a construção de uma termoelétrica a carvão em Cachoeira do Sul (RS) e entendimentos para exportar urânio bruto e equipamentos usados no seu beneficiamento para os chineses. E mais. Empresas brasileiras e o BNDES teriam interesse em participar na construção de onze usinas nucleares na China.

Tais novidades anti-ecológicas chegam na véspera da Conferência Internacional de Energias Renováveis que o governo alemão realizará em Bonn de 1º a 4 de junho (www.renewables2004.de). E lá a ministra de Minas e Energia do Brasil, Dilma Vana Rousseff, falará em nome de toda a América Latina. Antes da Alemanha, a ministra, que acompanhou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva à China, viaja para a Rússia.

No dia 17 de maio, Dilma Rousseff recebeu por duas horas representantes das entidades ecológicas WWF-Brasil, Greenpeace, Grupo de Trabalho Amazônico e Vitae Civilis, todos integrantes do GT de Energia do Fórum Brasileiro de ONGs e Movimentos Sociais para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento (www.fboms.org.br). Nesta reunião, segundo relato do Greenpeace, a ministra de Minas e Energia teria dito que o governo federal não tinha interesse em tocar termoelétricas a carvão e nem usinas nucleares.

“Se a ministra Dilma Rousseff vai a Bonn fazer oba-oba em cima do Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica (Proinfa) e continua tocando mega-projetos de carvão e nuclear, é melhor que ela não vá. Ela será desautorizada pela sociedade civil brasileira. As ONGs, indústrias e pesquisadores que vão participar da conferência estão querendo uma política séria de energia renovável. Nós vamos fazer com a China o que estamos fazendo com o Equador, Peru e Colômbia, empurrando projetos que a gente não quer no nosso país? Se a Dilma está vendendo carvão e nuclear, ela não representa a América Latina”, disse o coordenador da campanha de energia do Greenpeace, Sérgio Dialetachi, durante o lançamento do livro “Carvão – o combustível de ontem” realizado em Porto Alegre na noite desta terça-feria, 25/5.

“O governo federal diz uma coisa e faz outra. Ainda não existe dentro do Ibama um processo de licenciamento para esta usina termoelétrica em Cachoeira do Sul. Há um ano eles pegaram o termo de referência para o Estudo de Impacto Ambiental na Fundação Estadual de Proteção Ambiental. O nosso problema é a ministra de Minas e Energia, Dilma Rousseff. Ela conhece os problemas do carvão. E mesmo assim defende o uso deste combustível como reserva energética nos momentos de crise. No entanto, os custos econômico, ambiental e de saúde são inaceitáveis”, avalia a coordenadora executiva do Núcleo Amigos da Terra Brasil, Kátia Vasconcellos Monteiro.

Maio/2004 Julho/2004