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OPINIÕES E COMENTÁRIOS JUNHO 2004 ÁLCOOL COMBUSTÍVEL Parabéns por tua iniciativa, metodologia, coragem e persistência
em desenvolver uma micro usina de álcool no Brasil. O proálcool nasceu para ser distribuído, e se não
o for agora, novamente teremos a palhaçada da escassês desta
maravilhosa bioenergia em nosso paraíso. Viva a Biobrás pulverizada. Eng. Thomas Renatus Fendel -----Mensagem original----- Prezado Sérgio, ----- Original Message ----- Prezado Senhor, Desenvolvi com muita dificuldade uma tecnologia de produção de alcool combustível ao alcance do produtor rural, seja ele de qual tamanho for. Gostaria de merecer sua atenção me fazendo uma visita em meu site: www.alcoolcombustivel.com.br Tenho enfrentado muitas dificuldades, pois poucas pessoas são portadoras de uma cultura ambiental. Por outro lado, só prá se ter uma idéia, graças `a Deus alguns produtores de cachaça já começam a acenar com a necessidade da tecnologia no campo, pois os resíduos de produção da aguardente de cana chamados de "cachaça de cabeça" e a "água fraca" são jogados fora/descartados por muitos e hoje são tranformados em alcool combustivel. Com este procedimento, o meio ambiente agradece e por poucas vezes na história, se começa a praticar educação ambiental motivada pela necessidade de agregar valor à produção (teor econômico). Além do que, alguns produtores de aguardente de cana de marcas famosas, manifestam antecipando uma relação de "garantia" de uma boa cachaça, com a presença deste equipamento de fabricação de alcool, como prova de reaproveitamento dos resíduos para outras destinações, garantindo assim, a saúde de quem a consome, sem toxinas e elementos cancerígenos. Gostaria de sugestões, pode me enviar. atenciosamente, Sergio Pataro
Édison Pereira de Almeida -----Mensagem original----- GRANDES HIDROELÉTRICAS Caro Heinz Ninguém defende as fantásticas microhidroelétricas
como a minha ENERNET. Ninguém mesmo. Réplica às 12 argumentações contra as grandes barragens, listadas abaixo: 1 - Não é o fato de as usinas serem grandes que as impedem de combater a pobreza. O que de fato alastra a pobreza é a hipócrita tarifação nacional, em que a Mariazinha paga 10 vezes mais do que o antonhão, o que nada tem a ver com geração de energia e suas fontes. 2 - É muito mais racional investir em grandes hidroelétricas do que gastar um centavo do dinheiro dos fundos em hidrogênio, carvão mineral e nuclear. 3 - Se ocorrem pequenos erros de estimativa e corrupção em obras consolidadas, imaginem os erros grosseiros e sujos de usinas a hidrogênio, carvão mineral e atômicas. 4 - As barragens, de qualquer tamanho, diminuem os efeitos de secas e de inundações. Ocorre justamente o contrário do que a mentira divulgada. 5 - O comércio de carbono é um crime hediondo, uma falácia, que na realidade aumenta as emissões de carbono mundial; e as tecnologias de araque envolvidas são totalmente dispensáveis. 6 - Os impactos sociais e ecológicos podem e devem ser trabalhados e resolvidos. Isso é uma coisa óbvia e não é nenhum mistério. 7 - A mitigação falha por corrupção. Imaginem a corrupção envolvida na estorinha do hidrogênio, que qualquer aluno desqualifica tecnicamente, economicamente e ecologicamente. 8 - A falta de moral não é exclusiva das hidroelétricas, e elas, coitadas, não tem culpa não. 9 - É claro que a matéria orgânica deveria ser retirada e comercializada, antes da inundação, afinal biomassa é fantástica energia solar concentrada. 10 - Desconsiderando a corrupção, as grandes usinas devem ser mais baratas do que as equivalentes pequenas. E se este não é o caso, que se façam as pequenas. Oras pois. 11 - Que bom ser dependente da hidroeletricidade, uma das mais limpas energias possíveis, afora é claro, das espetaculares atmosfera limpantes bioenergias. 12 - A sedimentação não diminue a potência da usina, nem a sua capacidade, pois ambas são dependentes dos níveis superiores à montante. Muito pelo contrário, quanto maior a sedimentação, maior é a potência com menos água, pois esta obviamente estará num nível superior. Mais detalhes na página www.fendel.com.br sob os títulos: ENERNET, cogeração, perguntas e respostas, óleo vegetal e opiniões. E viva a Biobrás e a Hidrobrás. "As leis são hipócritas? Então mudemo-las" - Fendel -----Mensagem original----- Florianópolis/SC, 16/06/2004. Vejam essa notícia, interessante acessarem o relatório Barragens e Desenvolvimento: Um Novo Modelo para a Tomada de Decisões através do link que está na própria frase. Recomendo, também, lerem mais embaixo um texto muito interessante denominado "Doze Razões para Excluir as Grandes Barragens das Iniciativas para Energias Renováveis". Cordialmente, Gustavo Heinz Schmidt Wiggers Fonte: http://www.socioambiental.org/nsa/detalhe?id=1768 Brasil Na Conferência Mundial sobre Energias Renováveis, que reuniu na última semana delegados de 154 países em Bonn, na Alemanha, Dilma Rousseff frustrou ao defender as grandes hidrelétricas como energia renovável, desconsiderando seus impactos socioambientais. “A participação do Brasil na Conferência Mundial sobre Energias Renováveis, que terminou hoje (4/6) em Bonn, bloqueou os avanços nas negociações internacionais para a promoção de uma matriz energética global sustentável, com maior participação das novas fontes renováveis de energia, surpreendendo a todos os países e instituições presentes pela flagrante contradição com as posições e compromissos que o país vinha assumindo nos últimos anos. Como resultado do posicionamento intransigente da delegação brasileira, liderada pela ministra Dilma Rousseff, a conferência aprovou uma declaração morna, que não estabelece compromissos e metas claras para a sustentabilidade energética e inclui as grandes hidrelétricas como energia renovável, ignorando os seus enormes impactos sociais e ambientais,” critica o Fórum Brasileiro de ONGs e Movimentos Sociais para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento (FBOMS), do qual o Instituto Socioambiental (ISA) faz parte, em documento distribuído na sexta-feira à noite (4/6). Durante a Rio+10, o governo brasileiro apresentou uma proposta para que as novas fontes de energias renováveis correspondessem a 10% matriz energética mundial até 2010, que não foi aprovada, mas desencadeou a iniciativa do governo alemão de realizar a Conferência Mundial sobre Energias Renováveis. Era esperado, portanto, um papel muito mais construtivo do Brasil em Bonn, onde delegados de 154 países aprovaram por consenso uma declaração política com o compromisso de aumentar o uso dos recursos renováveis e um plano de ação voluntário formado por 165 projetos de uso de energias renováveis por países, regiões, organizações e empresas. Para o ministro do Meio Ambiente da Alemanha, Jürgen Trittin, o plano de ação vai permitir uma redução de 1,2 bilhão de toneladas de dióxido de carbono (CO2) no ano 2015. Na quinta-feira (3/6), quando o Brasil comemorou oficialmente o Dia Mundial do Meio Ambiente no Palácio do Planalto com o anúncio pela ministra Marina Silva de quase 500 mil hectares de Unidades de Conservação (UCs), a ministra de Minas Energia não atendeu aos apelos da sociedade civil e fez um discurso curto, de menos de 10 minutos, no qual defendeu as usinas hidrelétricas como a fonte mais importante barata da América Latina para o suprimento de energia e as novas fontes, entre as quais a eólica, como complementares, mas não substitutas. De acordo com o documento do FBOMS, Dilma, para piorar o quadro, não admitiu qualquer restrição ou qualificação socioambiental a esses empreendimentos e apoiou a posição da delegação de Uganda para que não fossem adotados como critérios para a construção de hidrelétricas as recomendações da Comissão Mundial de Barragens – organismo independente que produziu o relatório Barragens e Desenvolvimento: Um Novo Modelo para a Tomada de Decisões lançado em novembro de 2000, no qual é proposto, entre outros, a avaliação abrangente das opções, o aproveitamento das barragens existentes, a preservação de rios e meios de subsistência, o reconhecimento de direitos adquiridos e compartilhamento de benefícios, a garantia de cumprimento e compartilhamento dos rios para a paz, desenvolvimento e segurança e maior grau de transparência para todos os envolvidos. Em uma mesa-redonda sobre financiamento, Dilma defendeu os financiamentos públicos para as grandes hidrelétricas, enquanto oficiais do Banco Mundial e do Banco Europeu de Reconstrução e Desenvolvimento advertiram a ministra sobre seus impactos e recomendaram que conversasse com as ONG. Durante reunião com representantes da sociedade civil na quarta-feira, a ministra adiantou que não admitiria nenhuma declaração formal ou documento final da conferência que discriminasse negativamente as hidrelétricas, grandes ou pequenas, ou que as questionasse como fonte renovável, relatou Rubens Born, coordenador executivo do Vitae Civilis Instituto para o Desenvolvimento, Meio Ambiente e Paz, representante do Grupo de Trabalho (GT) Energia do FBOMS presente à conferência. “No Brasil, as grandes barragens já deslocaram mais de 1 milhão de pessoas e inundaram 34 mil km2 de terras agricultáveis e florestas. Mais preocupante é o fato de que 64% do potencial hidrelétrico restante no Brasil encontra-se na Amazônia, e que o país está priorizando o represamento dos grandes rios da região, como o Araguaia, Xingu, Tapajós e Madeira. Antes de planejar medidas de eficiência e racionalização do uso de energia em todos os níveis, de redução das perdas de transmissão, de repotencialização das hidrelétricas velhas e de maior participação nas novas renováveis, o governo Lula vê como prioritários os megaprojetos de hidreletricidade que devem implicar enormes impactos na diversidade biológica e nas populações ribeirinhas e indígenas. Somado a isso, não descarta a intenção de construir mais uma usina nuclear (Angra III) e de expandir a geração a carvão mineral no sul do Brasil”, finaliza o texto do fórum. Apesar da lamentável participação brasileira, a ministra de Minas e Energia, o secretário-executivo do Ministério do Meio Ambiente, Cláudio Langone, e o ministro de Meio Ambiente da Alemanha, Jurgen Trittin, assinaram um memorando de entendimento para cooperação na área de energias alternativas, que prevê a troca de informações e a parceria entre os dois governos em projetos de energia eólica, solar, biomassa, geotérmica e de hidrogênio, segundo informou a Agência Brasil. Durante a conferência, foi distribuído o resumo do documento Doze Razões para Excluir as Grandes Barragens das Iniciativas para Energias Renováveis, endossado por mais de 260 grupos e instituições de todo o mundo, entre as quais o GT Energia do FBOMS, e reproduzido abaixo. :oze Razões para Excluir as Grandes Barragens das Iniciativas para Energias Renováveis Este documento foi endossado por mais de 260 grupos e redes de organizações de todo o mundo, entre as quais o GT Energia do Fórum Brasileiro de ONGs e Movimentos Sociais para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento, e a versão completa pode ser obtida em inglês e espanhol no site da Internacional Rivers Network (IRN). Este resumo foi preparado para distribuição na Conferência Internacional sobre Energias Renováveis em Bonn, em junho de 2004. Os recursos para reduzir os impactos das mudanças climáticas e outros impactos ambientais decorrentes da produção e do consumo de energia, para que se avance na promoção do desenvolvimento sustentável e para aumentar a segurança energética, devem ser utilizados na promoção das "Novas Energias Renováveis". As mais importantes "novas renováveis" são a biomassa moderna (sustentável), energia geotérmica, eólica, solar, marinha e as pequenas centrais hidrelétricas - PCHS (<10MW) adequadas às recomendações da Comissão Mundial de Barragens (CM. Abaixo estão 12 razões para os projetos hidrelétricos serem excluídos dos esforços globais para a promoção das energias renováveis: ::1. Grandes barragens não apresentam os benefícios de redução de pobreza das energias renováveis descentralizadas As grandes barragens são capital-intensivas e dependentes de grandes centros de demanda e de longas linhas de transmissão. Em contraste, as "novas renováveis" podem ser construídas em pequenas unidades de capacidade, geograficamente dispersas, minimizando custos de transmissão e as perdas de energia e ampliando o alcance dos benefícios do desenvolvimento econômico. Prover serviços de energia modernos a um quarto da população mundial atualmente sem acesso a estes requer um enorme esforço de expansão das renováveis descentralizadas. A promoção de grandes represas irá apenas distrair os fundos e a atenção deste esforço. ::2. Incluir grandes represas nas iniciativas renováveis irá saturar os fundos para novas renováveis As grandes centrais hidrelétricas estão entre os projetos de infra-estrutura mais caros do Planeta. Incluir subsídios para estes nas negociações sobre renováveis irá consumir o a maior parte dos fundos especiais, deixando muito pouco para a promoção das "novas renováveis". ::3. Os promotores das grandes represas subestimam os custos e exageram os benefícios Os promotores das barragens têm regularmente subestimado os custos econômicos dos grandes projetos hidrelétricos, bem como o número de pessoas que requerem reassentamento ou compensação por perda de terras, casas e fontes de sobrevivência. Enquanto os custos ficam na média bem mais altos dos previstos, das grandes centrais hidrelétricas geralmente geram menos energia do que o prometido. ::4. Grandes barragens aumentarão a vulnerabilidade às mudanças climáticas Os promotores das grandes barragens não levam em consideração os impactos hidrológicos das mudanças climáticas. Isto significa que as barragens estão sendo construídas com base em projetos que não suportam os novos extremos de secas ou inundações previstos como causa do aquecimento global. Isto traz sérias implicações para a performance das barragens - particularmente as secas reduzirão notavelmente a geração hidrelétrica - e a segurança. ::5. Não existe benefício de transferência de tecnologia das brandes barragens Fundos globais para renováveis e mecanismos de comércio de carbono supostamente devem facilitar a transferência de novas tecnologias dos países do Norte para os do Sul e fornecer o suporte necessário para aumentar a produção e baixas os custos unitários destas tecnologias. Estes argumentos não se aplicam às grandes barragens, as quais já constituem uma tecnologia madura e bem estabelecida nos países do Sul. ::6. Grandes barragens implicam em grandes impactos sociais e ecológicos De acordo com a Comissão Mundial de Barragens (CM, as grandes barragens são responsáveis pelo desalojamento de 40 a 80 milhões de pessoas, com muitos dos deslocados recebendo nenhuma ou inadequada compensação. Milhões de pessoas têm também perdi suas terras e modos de vida e têm sofrido por causa dos efeitos à jusante e de outros impactos indiretos das grandes barragens. As grandes barragens são um importante fator no rápido declínio da biodiversidade fluvial no mundo todo. ::7. Os esforço para mitigar os impactos das grandes barragens tipicamente falham Muitos impactos das grandes barragens não são reconhecidos ou são subestimados, e as medidas para prevenir ou reduzir seus impactos freqüentemente falham. Mesmo quando as pessoas são reconhecidas como elegíveis para reassentamento, raramente têm seus modos de vida restaurados. Existe um recorde similar assombroso de esforços falidos para mitigar os impactos ambientais das grandes barragens. ::8. Os promotores das grandes barragens se opõe às medidas que previnam a construção de projetos destrutivos A CMB desenvolveu critérios para o planejamento energético e do uso da água que podem encorajando melhores alternativas e reduzindo os impactos de projetos existentes. Mas já que seguir estes critérios significaria construir menos barragens, os proponentes das hidrelétricas, como banco Mundial e as Associação Internacional de Hidroenergia, têm atacado a credibilidade da CMB e feito lobby para prevenir a aplicação de suas recomendações. ::9. Grandes reservatórios podem emitir grande quantidade de gases de efeito estufa A decomposição da matéria orgânica nos reservatórios das hidrelétricas causa a emissão de metano e gás carbônico. Mesmo que ainda exista muita controvérsia científica sobre a medição das emissões das barragens e comparação destas com as emissões das plantas a combustíveis fósseis, parece que os projetos de hidrelétricas com grandes reservatórios nos trópicos podem ter maior impacto climático por unidade de energia gerada que a geração com base em combustíveis fósseis. ::10. As grandes barragens são construídas lentamente e a empurrões, são inflexíveis e cada vez se tornam mais caras Por causa das suas grandes dimensões e requerimentos específicos de localização, os projetos de grandes barragens levam mais tempo para serem construídos e são mais caros que outros tipos de plantas de geração de energia. Enquanto as grandes centrais hidrelétricas levam em média seis anos para serem , turbinas eólicas e painéis solares podem começar a prover os benefícios e a pagar os empréstimos dentro de meses da entrada em construção. O Banco Mundial descobriu que o custo da capacidade hidrelétrica está continuamente aumentando porque os melhores locais em termos de potencial hidrelétrico já foram explorados. Grandes centrais hidrelétricas adicionam grande capacidade às redes de transmissão de forma descontínua, enquanto a demanda geralmente cresce de forma gradual. Adições de capacidade desta forma desparelha podem significar racionamentos de energia antes que a nova capacidade esteja disponível, e então uma custosa sobre capacidade uma vez que a nova planta esteja pronta. ::11. Muitos países já são demasiadamente dependentes da hidreletricidade Grandes barragens contribuem com mais da metade do total do suprimento de energia em 63 países, quase todos no Sul global e na ex-União Soviética . Muitos destes países dependentes da hidreletricidade experimentam "apagões" induzidos por secas e racionamento de energia, um problema que se espera seja exacerbado pelas mudanças climáticas. Mesmo assim, é nestes países onde a maior parte dos novos projetos de barragens está planejada. ::12. Os reservatórios das grandes barragens são freqüentemente declarados não-renováveis por sedimentação Os reservatórios das hidrelétricas são reduzidos com o tempo por sedimentação, um sério problema que eventualmente impede ou acaba com a habilidade de uma planta hidrelétrica em produzir eletricidade. A grande maioria da cargas anuais de sedimentos são carregadas durante os períodos de cheia. A maior intensidade e freqüência de inundações devido ao aquecimento global devem aumentar as taxas de sedimentação e então reduzir o tempo de vida útil dos reservatórios. ISA, Cristiane Fontes.
Caros Vida Amantes: O abaixo mencionado maravilhoso projeto de gasogênio, utiliza um
motor Diesel adaptado para uso do gás pobre. Esta rudimentar e centenária tecnologia possibilita equipamentos
de todos os tamanhos, de pequenos a grandes, foi muito utilizada durante
as 2 guerras mundiais, quando havia racionamento de petróleo, e
pode ser ainda muito melhorada. E viva a Biobrás, desfragmentada e distribuída. Abraços carbono sequestrantes "Depois de compreendidos, problemas complexos tem soluções simples" - Fendel IPT TESTA GASEIFICADOR QUE UTILIZA BIOMASSA PARA GERAR ENERGIA O Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), da USP, está testando um gaseificador indiano que utiliza biomassa para a geração de energia elétrica. O aparelho foi instalado para experimentação em Aquidaban, a 90 km de Manaus (AM). Segundo estimativas do IPT, o consumo do diesel pode ser reduzido em até 80% em sistemas de geração distribuída de pequeno porte, utilizado por comunidades rurais localizadas em regiões remotas. O equipamento original, desenvolvido pelo Indian Institute of Science (IISc), foi importado pelo BUN (Biomass Users Network do Brasil) e o CENBIO (Centro Nacional de Referência em Biomassa) para ser testado com fontes regionais. O IPT adaptou o equipamento para a utilização com madeira, cupuaçu e babaçu. (Fonte: Gazeta Mercantil)
Acho excelente, com dois poréns: Vale ressaltar que o eucalipto e o pinus são culturas para pequenos,
e isto está provado em n+2 estudos: Regionalmente, se usados para a indústria mecânica, agregam muitos empregos. Eucalipto e pinus são tão básicas quanto feijão, ou mais: eu troco feijão por outro alimento, mas não substitui papel de escrever, jornal e livros por outro meio de aprendizado e cultura. Não ainda, talvez no futuro a gente tenha mais e-livros, mas por um bom tempo eles serão excludentes para a massa da população. Erich Schaitza Vou ficar afastado da Embrapa por um período de 3 anos, gerenciando
um -----Mensagem original----- -----Mensagem original----- O que acham desse artigo? ----- Original Message ----- terça-feira 08 de junho de 2004 ARTIGO - SOFISMA AMBIENTAL Coitado do eucalipto. Inventaram que a árvore trabalha para o mal. No passado, amargou a triste fama de secar o solo onde vivia. Agora, imputam-lhe a sina de causador da miséria. Uma barbaridade. Vem de longe essa confusão entre o homem, a sociedade e o mundo natural. Na história da filosofia e, mais tarde, no campo das ideologias, sempre se questionaram as origens da desigualdade. Rousseau perguntava: as pessoas nascem más ou são deformadas pela sociedade? Na agricultura, o determinismo natural origina um sofisma. Há quem, décadas atrás, tenha sugerido que a cana-de-açúcar causava pobreza. Com base nas características coloniais do sistema agrário-exportador, que exigia a monocultura, a grande propriedade e o trabalho escravo, a cultura acabou esconjurada. Não era planta "democrática". Quando se demonstrou que na Austrália os cultivos canavieiros, ao contrário daqui, se faziam em pequena escala, o infeliz ardil determinista se desmanchou. Claro estava que são os homens, e não as plantas ou animais, os responsáveis pelas injustiças do mundo. As falácias não cessam. Os leitores, certamente, já ouviram dizer que o boi serve aos latifundiários, assim como a soja causa devastação na Amazônia. Pior, degradam por aqui apenas para alimentar na Europa. Quanta besteira! Milhões de pequenos agricultores brasileiros criam gado, aproveitando-se de sua carne ou do seu leite para sobreviver. Quando a boiada está nas mãos da ganância, há que se esquecer o bicho e lembrar do sistema econômico. Especulação de terras não depende do boi, mas sim do processo inflacionário e do mercado de capitais. Aos animais interessa apenas procriar em paz. Com a soja, tacham-na de cultura dos maiorais. É verdade que lá
no Mato Grosso ou no distante Maranhão quem abre as fronteiras
agrícolas são agricultores capitalizados, profissionais
do melhor gabarito. Entretanto, no Paraná ou no Rio Grande do Sul,
a soja advém dos pequenos e médios produtores, cem por cento
familiares, conduzindo lavouras com alta tecnologia, elevada produtividade.
Pequenos se fortalecem com o sistema Quem afirma que a soja é cultura de grande está desinformado ou mentindo. Além do mais, sempre é bom repetir, a maioria das donas de casa brasileiras cozinham com óleo de soja, enquanto que muitos grã-finos, desses que condenam a leguminosa, se utilizam de azeite estrangeiro. Deplorável. Nada, todavia, se compara à chicana que grupos ambientalistas aliados ao MST inventaram para agredir a silvicultura, declarando inimigo o eucalipto. O pérfido ambientalismo pariu ainda um logro lingüístico: o deserto verde. As árvores utilizadas nos reflorestamentos são, é verdade, plantas exóticas. Pinus e eucaliptos vieram da Austrália e da Europa. Adaptaram-se tão bem ao ecossistema tropical que se tornaram campeões mundiais de produtividade, provocando inveja em seus ancestrais. Exóticos também são os arbustos de café,
trazidos da Etiópia. Quando as primeiras mudas de eucalipto cresceram em solos brasileiros,
logo se vislumbraram suas enormes vantagens culturais. Assim, os hortos florestais da Fepasa, em São Paulo, vingaram
em manchas de solos considerados ruins. O eucalipto crescia milagrosamente. Com a evolução da silvicultura, as pesquisas concluíram
que o eucalipto consome tanta água quanto qualquer outra espécie.
Ocorre que nenhuma delas cresce e produz madeira rapidamente igual a ele.
Tal performance, por certo, não agrada aos empresários do
Canadá, da Suécia ou dos Estados Unidos, os grandes concorrentes
no mercado internacional de Na década de 1970, incentivos fiscais foram direcionados para os reflorestamentos. O forte estímulo propiciou surgirem os grandes conglomerados das fábricas de papel, celulose e madeira. Atualmente, 4,8 milhões de hectares estão ocupados com florestas plantadas no País, 70% com eucaliptos, 30% com pinus. O setor gera 500 mil empregos diretos, distribuídos em 600 municípios, e exporta US$ 2,8 bilhões. Problema ou solução? Estudos científicos recentes comprovam que microbacias hidrográficas
ocupadas com vastos eucaliptais apresentam riqueza de avifauna, ou seja,
passarinhos, maior que outros ecossistemas tropicais. É inusitado: para cada hectare plantado com madeira exótica,
outro é mantido com floresta nativa. Nenhum setor da agropecuária
age assim. Xico Graziano, agrônomo, foi presidente do Incra (1995) e ÁLCOOL, NÉ! Japonês no pode plantá cana né? Entom japonês
compra álcool de Brasil, né? Abraços carbono sequestrantes Eng. Thomas Renatus Fendel "A civilização não suprime a barbárie; a aperfeiçoa." (Voltaire.) "DE OLHO NO ÁLCOOL, JAPONESES VÊM AO BRASIL PARA CONHECER
PROJETO"
Para compensar os 20 anos desperdiçados abaixo mencionados, além do álcool para os motores aeronáuticos a pistão, o CTA deveria fazer os ensaios e o desenvolvimento da turbina a óleo vegetal... E viva a Biobrás Abraços carbono sequestrantes " Reciclar papel? Prá quê? Afinal, quanto mais papel for consumido, mais árvores terão que ser plantadas e mais limpo fica o ar." - Fendel O projeto reinicia de onde parou nos anos 80, dos ensaios em vôo. O Centro Técnico Aeroespacial (CTA) retomou o projeto dos motores aeronáuticos a álcool, iniciado na década de 80 e interrompido anos depois por falta de recursos. A idéia é estender isso para todas as aeronaves que usam gasolina de aviação e baratear o custo do combustível. O litro da gasolina de aviação chega a custar até seis vezes mais que o do álcool, o que tem inviabilizado as operações aéreas em muitas regiões, especialmente as agrícolas. A diferença exorbitante de preço entre a gasolina e o álcool, segundo o presidente da Associação Brasileira de Aviação Geral (Abag), Adalberto Febeliano, tem levado muitos operadores de aeronaves a pistão a usar indevidamente o álcool, fazendo a conversão inadequada dos motores. Segundo a Abag, existem hoje entre 300 e 400 aeronaves voando de forma irregular com álcool no País, que tem a segunda maior frota de aviões leves no mundo. Das 14 mil aeronaves leves em operação hoje no país, 12 mil são equipadas com motores a pistão, que usam a gasolina de aviação. Atentas ao potencial desse mercado para os motores de baixo custo operacional, as empresas Aeromot (RS) e Aeroálcool (SP) entraram no projeto do CTA para desenvolver a nova tecnologia e permitir a fabricação desses motores no Brasil. CARVÃO MINERAL Não é porque na Ásia ainda se abandonam meninas
recem-nascidas nas ruas, que devemos fazer o mesmo aqui. Está de parabéns a nossa Ministra das Energias, por ter conseguido incluir na lista das energias renováveis mundiais as grandes hidroelétricas do terceiro mundo, contrários aos interesses obscuros de pseudo-ambientalistas. Está de parabéns a China por incluir milhares de microusinas em seu programa de renováveis. É esse o caminho a ser seguido, isso é ENERNET. Está de parabéns a Alemanha por desativar todas as suas usinas nucleares, nos próximos 18 anos. Um exemplo ao mundo. Se podemos manter a matriz energética brasileira renovável e definitiva, porquê retroceder aos imundos combustíveis fósseis? Não é porque os soldados Bushetos estupram seus prisioneiros
Iraquianos, necessitamos imitá-los aqui feito araras azuis amestradas.
Chega de barbárie e de burrice. Abraços carbono sequestrantes Eng. Thomas Renatus Fendel "A verdade é relativa" - Fendel
Caro Fendel, como colega da rede de discussões do Jornal do Meio Ambiente e tendo acompanhado tua participação nos debates, fico muito feliz em receber a notícia do convite e de tua participação na UNCTAD. Certamente, o setor de bioenergias não poderia estar melhor representado. Um grande abraço. Paula Sarcinella - Editora
Exmo. Sr. LUIZ FERNANDO FURLAN Agradecendo o honroso convite, coloco-me à disposição de vosso Ministério para fazer um discurso de 30 minutos sobre desenvolvimento sustentável, na conferência XI UNCTAD. Temas: Bioenergias carbono sequestrantes, ENERNET, "O engôdo
do MDL" e "O engôdo do hidrogênio". Atenciosamente "A verdade é relativa" - Fendel -----Mensagem original----- À Prezado(a) Senhor(a), THOMAS FENDEL O Brasil sediará a XI Conferência das Nações Unidas para o Comércio e o Desenvolvimento, a XI UNCTAD. O evento ocorrerá entre os dias 13 e 18 de junho, no Parque de Exposições do Anhembi, em São Paulo. Esta reunião celebrará o 40º aniversário da Organização e será dedicada ao tema das relações entre estratégias nacionais de desenvolvimento e processos econômicos globais. No contexto desta Conferência, está sendo organizado o chamado
Espaço Brasil, ambiente destinado ao Governo federal no evento,
que terá como foco a atração de investimentos para
o País. O Espaço Brasil hospedará os Ministérios
brasileiros e empresas brasileiras de grande porte, que apresentarão
seus projetos, à iniciativa privada, com oportunidades de A abertura do Espaço Brasil será feita por Sua Excelência
o Presidente da República, no dia 14 de junho, às 12 horas.
Ao longo do evento, os ministros farão apresentações
a respeito dos projetos relativos às suas Pastas. Um programa provisório
das atividades do Espaço Brasil encontra-se em anexo para conhecimento. Atenciosamente, LUIZ FERNANDO FURLAN REALIDADE Caro Tasso: A comunidade internacional, sabe muito bem que o enganado é o
povo, e o grande palhaço ilusionista é o presidente do maior
poder econômico, apavorado com a escassês do petróleo
e sua reeleição. Mesmo com a atual tecnologia, a quantas décadas não se
descobre uma reserva petrolífera de monta? Só não enxerga quem não quer. Tasso, quanto a informar esta realidade ao governo alemão, com
números, posso te dizer que já o fiz inúmeras vezes
e foi um fracasso, assim como o é aqui. Abaixo um texto sobre o evento "Renováveis 2004" na Alemanha. Alarmantes abraços carbono sequestrantes "A civilização não suprime a barbárie; a aperfeiçoa." (Voltaire.) SCHROEDER RELACIONA ÓLEO À INSEGURANÇA A Conferência sobre Energias Renováveis de Bonn entrou ontem em sua fase decisiva com a advertência do chanceler alemão, Gerhard Schroeder, de que a dependência do petróleo aumenta a vulnerabilidade diante do terrorismo. Além disso, os países não industrializados pediram mais investimentos na luta contra a pobreza. O fomento das energias limpas não é só um dever "de solidariedade", mas também um "imperativo para a segurança" mundial frente ao terrorismo, afirmou Schroeder. O objetivo dos últimos atentados na Arábia Saudita e no Iraque é atingir "o sistema neurológico" da humanidade, prosseguiu o chanceler, que insistiu em um dos motivos centrais da conferência: a alta dos preços do petróleo destaca mais do que nunca a necessidade de apostar em energias alternativas. "Apostar nas renováveis não é populismo, mas realismo", disse o chanceler alemão, para lembrar que "dois bilhões de pessoas, um terço da humanidade, não tem acesso à provisão energética", motivo mais do que suficiente para o fomento de energias descentralizadas, enfatizou o chanceler. Schroeder se dirigiu assim aos participantes do maior encontro realizado até agora sobre as energias renováveis, com representantes de 150 países, e que foi convocado a convite dele, em 2002, ao término da Conferência do Desenvolvimento Sustentável de Johanesburgo, que acabou "sem resultados concretos", disse. É hora de passar das palavras aos fatos, ressaltou Schroeder. Luta contra a miséria Por parte da África, o primeiro-ministro da Nigéria, Hama Amadou, disse que o desenvolvimento das renováveis é um "fator crucial na luta contra uma miséria que condena a África à exclusão", mas que "não pode pedir a ninguém que se desenvolva, se esse alguém sobrevive com menos de um dólar por dia". Já o ministro de Indústria da Tailândia, Prommin Letsuridej, ressaltou a importância de que os recursos naturais descentralizados sejam uma alternativa aos combustíveis fósseis, enquanto o representante governamental da China, Zhang Guobao, destacou os progressos realizados por seu país na área de renováveis. "A China conclui sua revolução, com porcentagens de consumo de renováveis de 12%, e confiamos no apoio e na experiência da Europa, e especialmente da Alemanha, para seguir esse caminho", disse Zhang. O gerente do Banco Mundial (Bird), Peter Woicke, anunciou que seu organismo duplicará, nos próximos cinco anos e a um ritmo de 20% ao ano, suas ajudas às fontes renováveis de energia, até atingir os US$ 200 milhões por ano. "No entanto, o investimento em energia deve ser acompanhada de eficácia e, também, de desejo de melhora política naqueles países onde se investe", disse Woicke. Ele lembrou que, junto ao desafio energético, está o desafio de manter o equilíbrio econômico. (Fonte: Gazeta Mercantil) -----Mensagem original----- Prezado Fendel,
Vivemos na mentira e na ilusão das mídias, políticas,
mercados e religiões. Abraços carbono sequestrantes "Adoramos ser iludidos" - Fendel -----Mensagem original----- Cuidado Fendel, a formação terrorista do pessoal do planalto é capaz de plantar qualquer coisa no nosso meio ambiente, leia estas: De: José Renato Vanderley, esse mesmo artigo ou comentário com colocações
graves chegou para mim sob o título Segredos de Larry Rohter e
imputava a autoria do editor do site Panorama Brasil. Procurei confirmar
no site e, não encontrando o artigo, enviei um e-mail perguntando
onde encontrá-lo. Recebi resposta da pessoa indicada como autor
de que ele não era o autor e nem o site publicou o comentário!
Como "já tive" um comentário anônimo - que
apesar de Abraços. e mais esta: De: "Safira" PUBLICIDADE Fábrica de mentiras Saiu dos subterrâneos da Presidência da República
o e-mail que A propósito, o que seria uma Rede Nacional de Advogados e Advogadas Populares? Safira VERDADE x MENTIRA Aliás nossa mídia só enaltece: futebol, religião, banalidades, achologias e noticiário sangrento. Tudo o que é indiscutível... é mentira e ilusão. Assim, ainda iremos importar caro hidrogênio feito com barato álcool exportado... Abraços carbono sequestrantes "A verdade, bem como a mentira, são relativas" - Fendel -----Mensagem original----- Permita discordar. Mentiras são apenas mentiras. Abraços. USO DE PAPEL Ao abaixo citado membro do MST poderia ser lembrado, que embora o eucaliptonão seja digestivo, o próprio militante utiliza os produtos celulósicos para limpar os restos da digestão, grudados à sua extremidade retal, ou ele o faz apenas com a mão? Abraços carbono sequestrantes "Reciclar papel? Prá quê? Se o reciclado é mais
caro e de pior qualidade. -----Mensagem original----- Caros colegas, Bom dia. 1. A quem realmente interessa a proposta de bloquear os plantios florestais?". As perguntas acima não saem da minha cabeça e não
encontro uma resposta adequada às mesmas. Poderíamos formular
muitas outras perguntas, mas creio que as perguntas acima já servem
para o início de um debate sobre o assunto. Abraços, -----Mensagem original----- Caros Amigos, Vejam abaixo a pérola que descobri na internet. Uma série
de ongs formularam uma carta ao presidente recém empossado pedindo
providências contra o avanço dos plantios florestais. Tolinhos Abraços, Divirtam-se com a baboseira logo abaixo -*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-* Brasil: ONGs solicitam ampla discussão sobre expansão Em carta enviada ao presidente Lula nesta quinta-feira (20/03), instituições
alertam para os possíveis riscos socioambientais envolvidos na
ampliação da área de florestas plantadas [1], como
reivindicado recentemente pelo setor, caso não seja estabelecido
um planejamento O Grupo de Trabalho (GT) Florestas do Fórum Brasileiro de ONGs
e Movimentos Sociais para o Meio Ambiente e Desenvolvimento encaminhou,
nesta quinta-feira (20/03), carta ao presidente Lula, manifestando preocupação
com uma proposta de expansão da área de florestas plantadas
no país, apresentada recentemente ao governo por empresas do setor.
O documento foi enviado com cópia para a ministra do Meio Ambiente,
Marina Silva, e para Formadas em sua maioria por espécies exóticas como Pinus
e eucalipto, as florestas plantadas suprem, entre outros, o mercado de
papel e celulose e construção, cujas empresas propõem
a expansão da área ocupada por florestas plantadas dos atuais
5 milhões para 11 Na carta enviada a Lula (conteúdo na íntegra abaixo), as ONGs pedem que a proposta de ampliação do setor seja analisada e planejada com extrema cautela e que a elaboração de uma política para o setor considere os preceitos de desenvolvimento efetivamente sustentável, citando posteriormente as implicações socioambientais e econômicas da atividade, especialmente para a Mata Atlântica e para o Cerrado. Para a coordenadora do GT Florestas, Adriana Ramos, do Instituto Socioambiental (ISA), é preciso discutir as bases de expansão do setor de forma criteriosa, para não permitir impactos indesejáveis, como a concentração fundiária e os distúrbios hidrológicos. O GT Florestas espera que o governo estabeleça uma agenda de discussões sobre o tema com ampla participação da sociedade civil. Reportagem publicada no jornal Valor Econômico no dia 25/02, reproduzida
no site da Associação Brasileira de Florestas Renováveis
(Abracave), cita que, embora as propostas do setor contem com o apoio
do vice- presidente, José de Alencar, e do ministro da Ontem (19/03) foi aprovado requerimento do deputado Luis Carlos Heinze
(PPB/RS) para que o tema seja discutido em uma audiência pública
conjunta das Comissões de Agricultura e Política Rural e
de Defesa do Consumidor, Meio Ambiente e Minorias da Câmara dos Carta encaminha para o presidente Lula pelo GT Florestas do Fórum Brasileiro de ONGs e Movimentos Sociais para o Meio Ambiente e Desenvolvimento Exmo. Sr. Luiz Inácio Lula da Silva Excelentíssimo Senhor Presidente, O Grupo de Trabalho de Florestas do Fórum Brasileiro de ONGs e
Movimentos Sociais para o Meio Ambiente e Desenvolvimento, que congrega
as principais instituições não governamentais do
país interessadas no tema, reuniu-se em Brasília nos dias
12 e 13 de março. A agenda apresenta demandas que não levam em consideração a necessidade da elaboração de uma política específica para o setor, que esteja articulada às políticas ambiental, agrária, creditícia, de geração de emprego e renda e de combate à fome. As atividades do setor de "florestas plantadas", fundamentalmente baseadas no plantio de espécies exóticas como o Pinus e o Eucalipto, têm implicações graves para as dinâmicas sociais, econômicas e ambientais, especialmente na região de Mata Atlântica e de Cerrado, que concentram a maior parte dessas monoculturas no Brasil. Levando-se em consideração que estes biomas mantêm apenas 7,6% e 30% de sua cobertura original, respectivamente, a expansão massiva desses plantios, de cinco para onze milhões de hectares, deve ser analisada e planejada com extrema cautela, no âmbito de uma política de governo que esteja em consonância com os preceitos do desenvolvimento efetivamente sustentável. Há muito a ser equacionado entre os benefícios econômicos e o passivo socioambiental da atividade, a exemplo dos inúmeros processos trabalhistas envolvendo as empresas do setor. Trata-se de um momento importante para o estabelecimento de um processo
de discussão acerca de uma política para as plantações
florestais, uma vez que o governo brasileiro, por meio do Programa Nacional
de Florestas (PNF), do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Seria um grande risco para o país dar encaminhamento às
demandas sobre "florestas plantadas" sem a definição
révia de uma política de governo para o setor, que ssegure
o desenvolvimento da atividade de forma mbientalmente sustentável
e socialmente justa, que beneficie de fato a população local
e que garanta o princípio da precaução. Ressalta-se
que qualquer política de expansão para o setor de "florestas
plantadas" deve evitar o aumento da concentração fundiária,
a supressão de vegetação nativa, os distúrbios
hidrológicos e a ocupação de terras que produzem
alimentos. Além disso, seu planejamento deve ser feito a partir
de informações técnicas e científicas comprovadas
e amplamente discutidas com a Certos de que o governo de Vossa Excelência está aberto a promover os debates necessários ao melhor encaminhamento da questão, colocamo-nos à disposição para participarmos do processo de discussão acerca do tema. Atenciosamente, Grupo de Trabalho Florestas do Fórum Brasileiro de ONGs e Movimentos
Sociais para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento; Amigos da Terra Amazônia
Brasileira; Associação de Preservação do Meio
Ambiente do Vale do Itajaí (Apremavi); Central Única dos
Trabalhadores (CUT/RJ); Centro de Estudos e Pesquisas para o Desenvolvimento
do Extremo Sul da Bahia (Cepedes); Centro de Trabalhadores da Amazônia
CTA / AC; Federação de Órgãos para a Assistência
Social e Educacional (FASE); Fundação SOS Mata Atlântica;
Fundo Mundial para a Natureza (WWF); Grupo Ambientalista da Bahia (GAMBÁ);
Grupo de Trabalho Amazônico (GTA); Instituto de Estudos Sócio-Econômicos
(INESC); Instituto de Manejo e Certificação Florestal e
Agrícola (Imaflora); Instituto do Homem e do Meio Ambiente da Amazônia
(Imazon); Instituto Socioambiental (ISA); Rede de ONGs da Mata Atlântica;
Rede Deserto Verde; Os Verdes; Vitae Civilis-Instituto para o C/c: Ministra do Meio Ambiente Marina Silva; Ministro Artigo e carta publicados pelo Instituto REVERSÃO DO EFEITO ESTUFA Caro Vitor Tua convocação abaixo, me deixou triplamente e sucessivamente feliz. Primeiro: Segundo: Terceiro: Então, no intúito de contribuir com a causa florestal, sugiro a inclusão de dois assuntos em vosso valoroso seminário florestal: Bioenergia e Reversão do efeito estufa. Bioenergia: Reversão do efeito estufa: Portanto, me ofereço a falar sobre estes dois assuntos, e aproveite, pois por enquanto cobro apenas a estadia e a viagem. Abraços carbono sequestrantes " Reciclar papel? Prá quê? Se o reciclado é mais caro e de pior qualidade. Afinal quanto mais papel for consumido, mais árvores terão que ser plantadas e mais limpo fica o ar." - Fendel
De: Vitor Afonso Hoeflich [mailto:hoeflich@cnpf.embrapa.br] Assunto: Fwd: I SEMINÁRIO DA INDÚSTRIA DE BASE FLORESTAL DE PONTA GROSSA E REGIÃO I EXPOSIÇÃO INSTITUCIONAL DE PRODUTOS DE BASEFLORESTAL I MOSTRA DE ENSINO, PESQUISA , EXTENSÃO E AÇÕES PARA O DESENVOLVIMENTO DO SETOR FLORESTAL DE 8 À 11 DE JULHO DE 2004 Companheiros de Ideais: O Governo do Estado do Paraná, através da Secretaria de Agricultura e do Abastecimento do Estado, núcleo regional de Ponta Grossa, e o Sindicato da Madeira de Ponta Grossa, em parceria com o Sistema FIEP-CIEP-SESI-SENAI-IEL, Prefeitura Municipal de Ponta Grossa, Associação Comercial, Industrial e Agropecuária de Ponta Grossa, Embrapa Florestas e Universidade Estadual de Ponta Grossa, contando com o apoio de várias empresas e instituições, estão organizando o I Seminário da Indústria de Base Florestal de Ponta Grossa e Região, e a I Exposição Institucional de Produtos de Base Florestal a serem realizados em Ponta Grossa no período de 08 a 11.07.2004 no Centro de Eventos de Ponta Grossa. Uma das atividades programadas é a I Mostra do Ensino, Pesquisa, Extensão e Ações para o Desenvolvimento do Setor Florestal (envolvendo as instituições, particularmente as de interesse para o desenvolvimento da Região dos Campos Gerais do Paraná), tendo como temática os Benefícios das Florestas Naturais e das Florestas Plantadas. O objetivo desta Mostra é ressaltar o papel das florestas naturais e das florestas plantadas para o desenvolvimento da sociedade brasileira, reconhecendo-se que o setor florestal brasileiro tem como função induzir o desenvolvimento sócio econômico do país, e contribuir para a manutenção de um alto nível da biodiversidade e de equilíbrio ambiental. Em apoio à organização do I Seminário da Indústria de Base Florestal de Ponta Grossa e Região, esperamos poder contar com a importante participação das instituições e organizações a que estão vinculados. Agradeceríamos, também, receber cópia de materiais ligados à educação ambiental - notadamente os que abordem os benefícios das florestas naturais e as florestas plantadas (seja na forma de cartilhas, video etc) que possam ser utilizados nos dias 10 e 11.07, quando da visitação pública aos estandes. Com nossa consideração Vitor Afonso Hoeflich FILTROS VIVOS Os vegetais funcionam como filtro acumulador, a partir do momento de
sua germinação e vão acumulando CO2 durante o crescimento.
Assim, as árvores que crescem mais rápido absorvem mais
carbono do ar do que as lentas e a vegatação velha. Abraços carbono sequestrantes "A utilizacao em grande escala das biomassas, eh o unico meio racional para capturar o carbono fossil jogado ao ar em 2 seculos de dito desenvolvimento e real colonialismo." - Fendel -----Mensagem original----- Infelizmente discordo de sua colocação final, pois vc coloca
a questão CARVÃO MINERAL - O COMBUSTÍVEL DE ONTEM Façam o que eu digo, mas não façam o que eu faço. É esta a atitude atual brasileira na questão energética. Enquanto na "Renováveis 2004", na Alemanha, o Brasil vai falar sobre os benefícios das maravilhosas energias renováveis brasileiras; na prática, na China e aqui, estamos retrocedendo para o carvão mineral e energia atômica. Eita política politiqueira. Tristes abraços carbono sequestrantes Eng. Thomas Renatus Fendel "La civilización no suprime la barbarie, la perfecciona." (Voltaire.) LANÇADO EM PORTO ALEGRE O LIVRO "CARVÃO - O COMBUSTÍVEL DE ONTEM" 26 maio 2004 - Especial para a EcoAgência de Notícias Tais novidades anti-ecológicas chegam na véspera da Conferência Internacional de Energias Renováveis que o governo alemão realizará em Bonn de 1º a 4 de junho (www.renewables2004.de). E lá a ministra de Minas e Energia do Brasil, Dilma Vana Rousseff, falará em nome de toda a América Latina. Antes da Alemanha, a ministra, que acompanhou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva à China, viaja para a Rússia. No dia 17 de maio, Dilma Rousseff recebeu por duas horas representantes das entidades ecológicas WWF-Brasil, Greenpeace, Grupo de Trabalho Amazônico e Vitae Civilis, todos integrantes do GT de Energia do Fórum Brasileiro de ONGs e Movimentos Sociais para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento (www.fboms.org.br). Nesta reunião, segundo relato do Greenpeace, a ministra de Minas e Energia teria dito que o governo federal não tinha interesse em tocar termoelétricas a carvão e nem usinas nucleares. “Se a ministra Dilma Rousseff vai a Bonn fazer oba-oba em cima do Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica (Proinfa) e continua tocando mega-projetos de carvão e nuclear, é melhor que ela não vá. Ela será desautorizada pela sociedade civil brasileira. As ONGs, indústrias e pesquisadores que vão participar da conferência estão querendo uma política séria de energia renovável. Nós vamos fazer com a China o que estamos fazendo com o Equador, Peru e Colômbia, empurrando projetos que a gente não quer no nosso país? Se a Dilma está vendendo carvão e nuclear, ela não representa a América Latina”, disse o coordenador da campanha de energia do Greenpeace, Sérgio Dialetachi, durante o lançamento do livro “Carvão – o combustível de ontem” realizado em Porto Alegre na noite desta terça-feria, 25/5. “O governo federal diz uma coisa e faz outra. Ainda não existe dentro do Ibama um processo de licenciamento para esta usina termoelétrica em Cachoeira do Sul. Há um ano eles pegaram o termo de referência para o Estudo de Impacto Ambiental na Fundação Estadual de Proteção Ambiental. O nosso problema é a ministra de Minas e Energia, Dilma Rousseff. Ela conhece os problemas do carvão. E mesmo assim defende o uso deste combustível como reserva energética nos momentos de crise. No entanto, os custos econômico, ambiental e de saúde são inaceitáveis”, avalia a coordenadora executiva do Núcleo Amigos da Terra Brasil, Kátia Vasconcellos Monteiro. |