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OPINIÕES E COMENTÁRIOS

JUNHO 2005

Meus caros bioamantes

Querem profanadar e prostituir nossas santas, imaculadas e virgens hidroelétricas.
Como podem estas belas ninfas, que nos oferecem graciosamente suas energias, serem assim malfaladas?
Isso é obra de cafetões idiotambientais, que querem a todo custo manter o escravagismo neoliberal, a serviço do imperialismo fóssil.

Enquanto isso, não construimos aqui a escola da biomassa, nem as pesquisas e ensaios das fantásticas bioenergias, como por exemplo o rudimentar programa alemão de testes dos 100 tratores a óleo vegetal, onde o fantástico resultado de 20 tratores ainda em perfeito funcionamento após 3 anos de adaptados, certamente aqui é interpretado como fracasso, e não como sucesso...
Seria tão fácil e explêndido, replicar este programa aqui, baseado nos resultados dos 20 tratores alemães em funcionamento...
Também não entendo o porquê de aqui não se fazer o OV2, OV5 até o OV30 ao invés de B2, B5, etc... ou seja, porquê não se mistura até 30% de óleo vegetal bruto (qualificado) ao Diesel fóssil, ao invés de se misturar o mais caro, elaborado e oligopolizado biodiesel...
Tenho a impressão de que no Paraguai será menos difícil implantar as definitivas e exemplares bioenergias.


Minha querida companheira rotária Cidinha

Muito obrigado pela consideração. Realmente, o tema energia me fascina e envolve desde a tenra infância, e desafio qualquer doutorzeco de araque a contradizer meus banais estudos e óbvias afirmações.
Como vc pode ler, esta missiva trata novamente sobre mentiras e estorinhas estúpidas, e com detalhes técnicos repito abaixo minha indignação perante o bobo hidrogênio, que te peço a especial gentileza de traduzir para o espanhol e fazer chegar ao Ministro de Meio Ambiente da Espanha, conforme solicitado.
Na página www.fendel.com.br tem todos os capítulos de livro: "Brasil, até quando?" onde informo sobre essa conversa mole e criminosa que é o setor energético nacional e mundial, inclusive o bêsta H2.


Meu querido engenheiro Sartozão hidrogeniófilo

O que escrevo é bem resumido, e se não coloco os textos, os poucos e pensantes interessados reclamam da falta destes.
E quem não quer se informar... não precisa ler... elementar.
Sei que vc deve lembrar, mas só prá conferir, a fórmula correta do abobalhado H2 é:
H2O + muita energia = H2 (bobo) + 1/2O2 (Obrigado Corban)
Aliás é exatamente este o detalhe que a grande maioria ignora e ... fala merda.
Vc gasta muito mais energia (nobre) para obter o bobo hidrogênio, do que a energia (de pouco valor) que vc obtém em sua queima.
E se vc fizer novamente a nobre EE em corrente alternada com o estúpido H2 obtido... a continha resulta em gastar 100 kW elétricos, para se obter apenas 20 kW elétricos, através de uma caríssima parafernalha infernal chamada célula combustível... como vc mesmo pode conferir no gráfico em anexo.
Francamente, meu caro Sartozão, este pessoal que defende o H2, ou é ignorante ou é FDP mesmo.

Hidrogênio não pode ser considerado energia, pois não existe como tal na natureza.
Isso não significa que não existe hidrogênio, claro que existe, e muito, só que ele se encontra ligado a outros átomos como por exemplo ao oxigênio, formando nossa imprescindível água, ou, o hidrogênio está ligado aos átomos de carbono e oxigênio em nosso fantástico álcool, na maravilhosa biomassa (madeira) ou somente está ligado aos átomos de carbono como nos porcos gás natural, gasolina, etc, etc, etc. (sem falar nos metais pesados, enxôfre...)
E sempre a energia necessária para separar o H2, armazená-lo, transportá-lo e utilizá-lo, é muito maior do que a obtida. Sempre.
Claro que se pode tirar o bobo hidrogênio da água ou do álcool, mas não vale a pena, nunca. É muito melhor, mais eficiente, mais ecológico e mais barato, usar o espetacular e desprezado álcool como "álcool combustível"... e ainda seqüestrar carbono (seqüestro que ocorre nos vegetais correspondentes, que tem que ser plantados).
Um simples pedaço de madeira contém mais energia do que um caríssimo e perigoso tanque de hidrogênio liquefeito a -253 graus centígrados, de mesmo tamanho (volume), ou seja um litro de lasca de pau, contém mais energia do que um litro de H2.

Sartozão, não sei se vc lembra, depois que o babaca cel. morcegão me expulsou do ITA, transformei meu carro para funcionar a lenha.
Esta tecnologia, o gasogênio, que transforma biomassa em monóxido de carbono (biocombustível) foi muito utilizada durante a segunda guerra mundial, e eu acredito na viabilidade de carros a carvão vegetal briquetado, onde o carvão é produzido junto a recuperação dos gases pirolenhosos, gases que no mínimo devem ser utilizados na cogeração de EE para a rede pública e de calor para uso comercial localizado.

Meu caro engenheiro Gert

E põe equivocado nisso...
Enquanto os falastrões tergiversam sobre a redução do CO2 atmosférico... na prática eles incentivam a queima dos fósseis... apoiados pela bêsta mídia e por pseudo-especialistas, e como se não bastasse, ainda combatem energias limpas como as das hidroelétricas, as carbono seqüestrantes como as bioenergias e a microcogeração de energia elétrica (ENEREDE)...
Nossas políticas energéticas são tão equivocadas, que transformam crendices em papagaiadas.
Os ecologistas de escrivaninha, sem absolutas noções de química fundamental, física elementar e biologia primária, fomentam mentiras cabeludas e hipócritas, que resultam na intocabilidade de nossa biomassa, sendo que o racional é justamente o contrário: quanto mais árvores forem derrubadas, utilizadas e agroreflorestadas de forma sustentável, mais limpo fica o ar, menos CO2 atmosférico é emitido, se reverte o tal famigerado efeito estufa e se mantém a biodiversidade.


Meu caro engenheiro Sebastião

Uma mentira repetida inúmeras vezes, parece verdade, e quem a combate é inclusive cruelmente assassinado.
Isso ocorreu com o recente bushismo (Iraque...) , com o nazismo, sem falar daquele infeliz que foi queimado porque afirmava ser o sol o centro de nosso universo, e também com o Sr. Rudolf Diesel, que afirmava em 1905, que seu motor funcionava a óleo de amendoim, e que seu uso promoveria o progresso dos países que o utilizassem com óleos vegetais.
Assim, vc tem razão, quando afirma que existem complôs a serviço do abestalhamento humano. Veja aqui a rede bobo e suas afiliadas, para citar apenas a TV.
Os meios de comunicação não são responsabilizados criminalmente pelas bobagens veiculadas, para permanecerem vassalos, e com o rabo preso a serviço da máfia nacional sob ordem da internacional.
E como está sobrando gasolina, devido ao maravilhoso álcool e ao porco GN, agora estão caindo na real e freiando esta besteira de sujo GN importado, para poder vender os excedentes de porca gasolina nacional...
Deixar a porcobrás cuidar de bioenergia é sinônimo de gambá cuidar de galinha... dos ovos de ouro.

Concordo que incinerar livros idiotas não é o ideal, mas tãopouco resolve escrever livros reais para uma massa manipulada induzida a discutir futebol, milagres, bençãos esotéricas, tatuagens na bunda e pircings nos genitais.


Meu caro bacharel Heinz

As hidroelétricas são imprescindíveis e fantásticas, e no caso de Rondônia irão substituir o porco Diesel lá queimado para gerar EE. Não existe nada mais maravilhoso, com excessão das simples bioenergias, é claro, que ainda seqüestram carbono.
É rudimentar plantar 2 árvores de mesma espécie, para cada derrubada, e promover a limpeza atmosférica, tão almejada pelas antas pseudo-ecológicas de plantão.
Mudar a matriz fóssil pela bioenergética traz resultados muito maiores, melhores e imediatos do que as nojentas e inócuas negociatas do mercado virtual de carbono.
O que é necessário é acabar com a putaria tarifária e a viadagem subsidiária dos setores energéticos peleguistas, onde a Mariazinha paga 7 vezes mais, pelo mesmo kW, que o antonhão. Um crime hediondo.


Minha querida nissei Clarissa

A espetacular agroecologia bate de frente com a criminosa máfia agroquímica e transgênica.
Quando vejo um tomate não muito bonito fico em dúvida: é orgânico ou está atrofiado pelo excesso de veneno ou genes transmutados.
Nunca, em nehuma época civilizatória, foi tão fácil enganar o povo como agora, apoiados na muleta da avacalhada mídia mentirosa.
As atrocidades, crendices e ilusões, cometidas e propalados atualmente, são muito maiores do que as da época do papa Bento V (que consta ter sido mulher).


Meu caro engenheiro Rogério

Nosso esplêndido etanol, pode ser produzido de mandioca, de capim, e inclusive com lixo orgânico pôdre...
A produção de papel não necessita de monoculturas...
E para viabilizar a vida sustentável, urge eliminar os hipócritas benefícios aos abastados, e liberar o micro-comércio das energias, a ENEREDE (Enernet). Só isso...


Meu caro Milton

A estratégia criminosa faz parte do modo operacional e político dos grande grupos multinacionais.
Dias destes não deixei um clube de serviços daqui, homenagear uma indústria fumageira local, com uma láurea do tipo: "amiga da saúde".
É inequívoco que fumar é cancerígeno. É comprovado que apito de trem causa surdêz permanente, e mesmo assim estes larápios continuam assassinando e adoentando pessoas impunemente.
A indústria do fumo, com toda a sua grande infraestrutura em agricultura familiar, pode ser facilmente modificada para a necessária agroindústria bioenergética.
Agora, tentam a todo custo, camuflar produtos transgênicos, impedindo a sua descrição visível nas embalagens.
A polícia, ao invés de prender motoristas bêbados, apreende veículos movidos à bioenergia, que aqui não se consegue licenciar, apesar de constar "óleo vegetal" como combustível número 8, na lista vigente do Denatran...
Até quando vamos assistir, engolir e ser coniventes com tanta palhaçada?
São somente governos patéticos de republiquetas de fachada que impedem o uso irrestrito das fantásticas bioenergias, aos seus súditos.


Meu caro engenheiro Mauro

Este analfabeto técnico "Emilio Hoffmann Gomes Neto" autor do livro sobre o bobo H2, deveria ser punido... junto com seus editores, e de tuas ilusórias bíblias...


Meu caro engenheiro e presidente do CREA-PR Rossafa

Muito oportuno um seminário sobre ética e responsabilidade profissional para os engenheiros. Parabéns.
Assim espero que os engenheiros parem de difundir bobagens como hidrogênio, biogasolina e liquefação de biomassa gasosa; parem de difamar nossas espetaculares hidroelétricas; parem de babar por esmolas e negociatas no mercado virtual de carbono atmosférico; defendam a ENEREDE no setor público, lutem pela equalização tarifária e batalhem pela eliminação de imorais subsídios nos setores energéticos; dando um belo exemplo de ética, moralidade e responsabilidade profissional.
Aliás são os engenheiros que deveriam assumir seu papel e desmascarar estas atrocidades, pois presume-se que são mais preparados nos assuntos técnicos, do que economistas, advogados, enfermeiros, donas de casa, e demais palpiteiros.


Fortes bioabraços
Eng. Thomas Renatus Fendel
www.fendel.com.br
(Divulgação autorizada e desejável)
"Somente os idiotas têm absoluta certeza de tudo." - Gera

 

-----Mensagem original-----
De: rionegro@crea-pr.org.br [mailto:rionegro@crea-pr.org.br]
Enviada em: segunda-feira, 6 de junho de 2005 10:36
Para: thomas@fendel.com.br
Assunto:
Prioridade: Alta

I SEMINÁRIO DE ÉTICA E RESPONSABILIDADE PROFISSIONAL
REGIONAL DE CURITIBA
CONVITE
O Presidente do Conselho Regional de Engenharia Arquitetura e Agronomia do Estado do Paraná, Engenheiro Agrônomo Luiz Antonio Rossafa, convida Vossa Senhoria para participar do I SEMINÁRIO REGIONAL DE ÉTICA E RESPONSABILIDADE PROFISSIONAL, com início às 14h00 horas do dia 21 de junho de 2005, no Auditório do CEFET-PR, na Av. Sete de Setembro 3165,
Curitiba-PR.
**VAGAS LIMITADAS
Eng. Agrônomo Luiz Antonio Rossafa
Presidente - PR-13349/D


-----Mensagem original-----
De: Mauro Schorr [mailto:institutoanima@yahoo.com.br]
Enviada em: domingo, 5 de junho de 2005 10:15
Para: fendel@superig.com.br
Assunto: En: [Revista EcoTerra Brasil] A Nova Era da Energia

Querido Amigo Fendel
Mas não me leve a sério minhas brincadeiras

...Produzir seu próprio combustível, abastecer o seu carro em casa e ainda ter energia elétrica sem ter que pagar mensalmente às distribuidoras. Cenário de ficção científica? Não. Cenário que está sendo construído para se tornar realidade, sendo que algumas características dele já existem hoje. Cenário onde os atores principais são o hidrogênio e a célula a combustível, temas do livro Hidrogênio Evoluir Sem Poluir, de Emilio Hoffmann Gomes Neto, lançado em abril...


-----Mensagem original-----
De: milton krieger [mailto:miltonkrieger@yahoo.com.br]
Enviada em: sábado, 4 de junho de 2005 08:24
Para: agrisustentavel@yahoogrupos.com.br
Cc: tudosobreplantas@yahoogrupos.com.br
Assunto: [TSP] Re: Carta ao Zé Dirceu II

Caro L.E.II,
No dia 14-06-03 sai na Folha de SP que um assessor do ministro chefe da Casa Civil e alguns deputados do PT viajaram aos EUA e África a convite da Monsanto e embaixada americana, tudo pago mais algum  para gastar no que quiser (600 dólares dados pela embaixada dos EUA como "bolsa"). Este episódio passou desapercebido da opinião pública, porém acho que explica a mudança de 180 graus na posição do governonesta questão, ver:
www.cib.org.br/midia.php?ID=2097&data=20040614
depois saiu do meio governista (leia-se Casa Civil) todo o espírito daquilo que é chamado de lei de biossegurança.
Ocorreu o sequinte: O então lider do governo na Câmara, o dep. Aldo Rebelo, foi indicado como
relator, seu projeto de lei foi o primeiro a dar super-poderes a CTNBio e colocar o ambiente e a saúde em segundo plano. Devido aos rolos envolvendo o "autônomo" Valdomiro, Aldo foi promovido a ministro e a relatoria passou ao dep. Renildo Calheiros que restabeleceu o papel constitucional dos ministérios da saúde e meio ambiente. Aprovado na Câmara o PL (projeto de Lei) foi ao Senado onde recebeu a relatoria do governista Ney Suassuma que entre outras coisas restabeleceu o espírito (de porco) do relatório Aldo Rebelo. Aprovado sem qualquer dificuldade no Senado quando o Senador Mercadante defendeu o relatório Suassuma como um projeto do governo.
De volta a Câmara, Aldo interferiu pessoalmente para retirar Renildo Calheiros da relatoria, entregando o cargo a algo chamado Darcísio Perondi que praticamente nada fez, apresentando o PL do Senado para votação em plenário, nesta ocasião o dep. prof. Luizinho devendeu este projeto como do governo, e assim nasceu o que no Brasil é chamado de "lei de biossegurança"
www.cib.org.br/midia.php?ID=10047&data=20041111
E ainda tem mais:
- Foram 3 MPs liberando a soja RR
- A ANVISA aumentou em 50 vezes (repito, 50 vezes) o teor permitido de glifosato no grão de soja RR
www.idec.org.br/files/idec_glifosato.doc
- O ministro RR da agricultura se empenhou pessoalmente para alterar uma uma lei permitindo o uso de glifosato na modalidade de pós-emergência na soja.
- Até agora nada de rotulagem, e o Brasil se une aos EUA contra o tratado de Cartagena, sobre forte influencia dos ministros Rodriques (o RR) e Furlam e é claro do Zé Dirceu.
E por fim uma CPI dos transgênicos chegou a ser instalada no Senado e depois sumiu.
Milton Krieger

Luiz Eduardo2 escreveu:
Date: Fri, 03 Jun 2005 13:54:14 -0400
From: David Hathaway

Esta carta tornada aberta hoje, foi encaminhada na noite da 5a feira para o Ministro-Chefe da Casa Civil José Dirceu, pela professora da PUC-SP Marijane Lisboa, representante do IDEC na reunião do Protocolo de Biossegurança em Montreal, ex-Secretária de Qualidade Ambiental do Ministério do Meio Ambiente e ex-companheira de movimento estudantil e de exílio do Zé Dirceu.

===============
Montreal, Quebec, Canadá - 2 de junho de 2005

Caro Dirceu,

Creio que não nos vemos desde que eu saí do Ministério do Meio Ambiente, no ano passado. A razão pela qual estou lhe escrevendo é muito simples: estou em Montreal, acompanhando as negociações do Protocolo de Cartagena, sobre movimentos transfronteiricos de organismos geneticamente modificados.

Este protocolo trata de proteger o meio ambiente e a saúde publica de países importadores contra a entrada inadvertida e indesejada de alimentos transgênicos, requerendo, entre outras coisas, que exportações de grãos que possam ser transgênicos sejam rotuladas devidamente, de modo que as autoridades dos países importadores possam tomar as medidas adequadas: recusar, ou aceitar e tomar medidas para que não haja dispersão de grãos que possam germinar e eventualmente causar danos ao meio ambiente; rotular alimentos de acordo com as suas legislações internas; ou ainda atribuir responsabilidades em caso de dano ambiental.

Estou lhe explicando tudo isso, mas certamente não é necessário, pois segundo o seu assessor Caio Leonardo Bessa Rodrigues, vem de você a ordem para que o Brasil se recuse a aceitar qualquer identificação clara da presença de transgênicos em uma carga. Mas o seu assessor se recusou a nos dar, às organizações não governamentais aqui presentes, qualquer explicação para essa posição. Declarou "não ter mandato do Ministro Dirceu" para esclarecer as razões dessa lamentável posição.

Como não me conformo com o fato de que o governo petista tenha tão rapidamente assumido as características da falta de democracia e transparência que nossa geração durante tantas décadas e com tantos sacrifícios pessoais lutou para extirpar da política brasileira, pergunto-lhe, ainda que sem muita esperança de que alguma mensagem vinda da sociedade civil ainda seja ouvida pelo seu ministério: Por que a palavra meio ambiente sequer aparece no discurso da delegação brasileira? Por que a posição do Brasil em uma negociação sobre o meio ambiente é definida pela Casa Civil e não pela Ministra do Meio Ambiente? Por que essa delegação é composta majoritamente por gente da área de comércio, indústria, tecnologia e agricultura e porque aqueles encarregados do meio ambiente e da saúde não parecem ser nunca ouvidos? Por que o Brasil quer esconder aos seus possíveis compradores que ele está vendendo gato por lebre, ou seja transgênicos como não transgênicos?

Caro Dirceu: para não tomar mais o seu precioso tempo, seria possível que você ordenasse a essa enorme delegação de 24 pessoas, que deixasse de bloquear as negociações de 119 paises, que já estão temendo sair daqui sem nada nas mãos, por causa da intransigência do nosso pais? Alias, com que cara vamos sediar no ano que vem a 8a reunião da Convenção de Diversidade Biológica e do Protocolo de Cartagena, depois de fazermos esse papelão?

Respeitosamente,
Marijane Vieira Lisboa

 

-----Mensagem original-----
De: Rogerio Carneiro de Miranda [mailto:rmiranda@inet.com.br]
Enviada em: terça-feira, 31 de maio de 2005 23:44
Para: bioenergia-l@jatoba.esalq.usp.br
Assunto: [Bioenergia-l] wood as source for ethanol production

Mais uma possibilidade de produzir etanol?????

Knock on Wood
Researchers suggest wood as source for ethanol production
Wood could one day join corn as a major source of ethanol, with the production process feeding off a by-product of paper mills. Researchers from the State University of New York estimate that bio-refineries built in already existing paper mills could produce some 2.4 billion gallons of ethanol a year from wood -- roughly 80 percent of the country's projected demand this year. The sugar xylan from trees, when captured and fermented, can be made into ethanol and blended with gasoline; currently, xylan at mills is dissolved and left unused. Bio-refineries could also extract other useful substances from mills' waste products, potentially doubling the paper industry's profits.
The Christian Science Monitor, John K. Borchardt, 05 May 2005


-----Mensagem original-----
De: Clarissa Taguchi [mailto:clarissatag@gmail.com]
Enviada em: terça-feira, 31 de maio de 2005 16:25
Para: greenpeacerio@yahoogrupos.com.br; jornaldomeioambiente@yahoogrupos.com.br; tudosobreplantas@yahoogrupos.com.br; constrgn@listas.nce.ufrj.br
Assunto: [TSP] Ana Primavesi esclarece conceitos de agroecologia para mais de 5 mil agricultores em Cascavel
http://www.jornadadeagroecologia.com.br/noticias_read.asp?id=910


-----Mensagem original-----
De: Gustavo Heinz Schmidt Wiggers [mailto:ghswiggers@yahoo.com.br]
Enviada em: terça-feira, 31 de maio de 2005 14:41
Para: Solidários Brasil; moncks@mp.ro.gov.br;
lucianaalmeida@mp.ro.gov.br
Assunto: [solidariosbrasil] IMPACTO AMBIENTAL: Construção de hidrelétric

Srs. Procuradores da República e Promotores de Justiça, peço especial atenção para a notícia abaixo.

Informar IBAMA de Rondônia.
Depois não digam que os ambientalistas não avisaram!

Antes as graves "denúncias" abaixo, sugestiono que o Mnistério Público Estadual de Rondônia instaure
Inquérito Civil ou PAP (Proced. Adm. Preliminar) para que a veracidade das informações sejam confirmadas (ou
não) e que este órgão defensor da sociedade rondonense tome as iniciativas que entender cabíveis, com ou sem
participação do Ministério Público Federal.

Cordialmente,
Gustavo Heinz Schmidt Wiggers
OAB/SC - 15.722
Florianópolis/SC
Fonte:
http://www.ambientebrasil.com.br/noticias/index.php3?action=ler&id=19347

-----Mensagem original-----
De: Sebastiao [mailto:skengen@terra.com.br]
Enviada em: terça-feira, 7 de junho de 2005 11:06
Para: 'Fendel'
Assunto: RES: [Revista EcoTerra Brasil] A Nova Era da Energia
Prezado Fendel,
Bom dia.
Me desculpe, mas não acho que incinerar livros, inclusive bíblias seja a solução. Acho que a solução é apresentar contestação com dados e fatos e procurar fazer com que as pessoas pensem.
Abraços,
Sebastiao.

De: Fendel [mailto:thomas@fendel.com.br]
Enviada em: domingo, 5 de junho de 2005 11:36
Para: Sebastiao
Assunto: RES: [Revista EcoTerra Brasil] A Nova Era da Energia

Este livro deveria ser incinerado... junto às biblias...

-----Mensagem original-----
De: Sebastiao [mailto:skengen@terra.com.br]
Enviada em: terça-feira, 31 de maio de 2005 11:21
Para: 'Fendel'
Assunto: opiiao

Prezado Fendel, Bom dia.
Acho que o combate as nossas hidroelétricas não tem nada de burrice ou ignorância, talvez eu esteja vendo chifre em cabeça de cavalo, entretanto, eu acho que tudo isto é fruto de complô e, infelizmente, brasileiros, talvez desinformados, embarcam nesta e ficam a repetir os mesmos argumentos usados pelas famosas ONGs ambientalistas que são financiadas por não se sabe quem e quais são os reais motivos por trás dos mesmos. Não se pode esquecer que Henry Kissinger quando secretario de estado dos USA disse certa feita que os USA não admitiriam um novo Japão ao sul dos USA. Sem patriotada boba, me parece que o Brasil é o país que mais se encaixa com potencial de ser um novo Japão ao sul do equador. Sabe-se muito bem que a energia é um dos pilares fundamentais para o promover o desenvolvimento, então, não porque combater a produção de energia?

Por exemplo, algo semelhante se faz com relação a madeira, pois, ao se criar toda aquela discussão estéril contra a exploração florestal, estimula-se o uso do plástico e do ferro ao invés de se estimular o uso da madeira que além de ser renovável e degradável, o plantio de árvores contribui para, dentre outras coisas, a redução de CO2. Tratar madeireiro como vagabundo, como geralmente se faz, não vai resolver o problema de desmatamento na Amazônia.

Abraços,
Sebastiao.


-----Mensagem original-----
De: forumsocialclimabr@yahoogroups.com [mailto:forumsocialclimabr@yahoogroups.com]Em nome de ECOLOGIA EM AÇÃO
Enviada em: terça-feira, 31 de maio de 2005 10:21
Para: TSP; FSC; Ita82; Katavento; solidariosbrasil; UBrasilMJ; fendel thomas
Cc: Bioenergia; Floresta
Assunto: [forumsocialclimabr] Res: A salvação da humanidade:

MATRIZ ENERGÉTICA TOTALMENTE EQUIVODADA

A matriz energética de Rondônia e Acre está baseada no óleo diesel produzindo  6,3 mil megawatts  de energia elétrica
QUEIMAMOS: DIESEL PARA ENERGIA ELETRICA E FLORESTAS PARA - AMBOS AQUECEM A ATMOSFERA QUE GENTE BURRA ....HEHEHEHEH


-----Mensagem original-----
De: joaoalex@sunps.com.br [mailto:joaoalex@sunps.com.br]
Enviada em: terça-feira, 31 de maio de 2005 10:31
Para: turma82ITA@yahoogroups.com
Assunto: Re: [turma82ITA] A salvação da humanidade:

Querido Fendel
Vou fazer uma observação corbaniana (mais uma vez, sorry Corban):
Vc. poderia resumir seus emails?
[]´s H2O -> H2 + O (energia)
Sartorelli


Von: cidinha@gmx.de
An: fendel@superig.com.br
Kopie: reichardtjm@rotaryspain.org
Betreff: Fwd: RV: Resposta del conseller Milà
Datum: Sun, 29 May 2005 22:03:17 +0200 (MEST)

Querido Companheiro Thomas Fendel,

Recebi este e-mail do Companheiro Joseph Maria, da cidade de Blanes, Espanha.
Será que você poderia dizer algo a respeito, já que você além de rotariano é um dos engenheiros brasileiros mais entendidos em energia?

Abraços,
Cidinha

--- Weitergeleitete Nachricht ---
Von: "Josep M. Reichardt"
An:
Betreff: RV: Resposta del conseller Milà
Datum: Thu, 26 May 2005 10:00:16 +0200

Resposta del conseller MilàQuerido amigo Rotario Luis Alejandro Seabelar,
envie tu comunicado sobre el articulo de la Nacion sobre la tecnologia del hidrogeno a nuestro Ministro de Medio Ambiente Sr. Salvador Mila y me ha contestado estas amables palabras que te traduzco a continuacion:

"El Ministro (Conseller) Salvador Mila le agradece su correo electronico del 26 de Abril, y tambien sus palabras. Quiere transmitirle que estamos muy interesados en hacer un seguimiento de toda la tecnologia del hidrogeno, y
por lo tanto, el articulo que le envio es un elemento a retener.
Cordialmente, "

Te ruego que si tienes mas infomaciones sobre las tecnologias energeticas basadas en el hidrogeno me las hagas llegar y yo se las hare llegar al Sr. Ministro.
Gracias y hasta pronto

Josep M. Reichardt
Presidente Comite Pro Paz Mundial de RotaLatino.

-----Mensaje original-----
De: angels.espuny@gencat.net [mailto:angels.espuny@gencat.net]
Enviado el: dimecres, 25 / maig / 2005 10:59
Para: reichardtjm@rotaryspain.org
Asunto: Resposta del conseller Milà

Bon dia, Sr. Reichardt:

El conseller Salvador Milà li agraeix el seu correu electrònic del dia 26 d'abril, i també les seves paraules. Vol transmetre-li que estem molt interessats en anar seguint tota la tecnologia de l'hidrogen i, per tant, l'article que li va enviar és un element a retenir.

Cordialment,
M. Àngels Espuny
Cap del Gabinet del conseller

A SALVAÇÃO DA HUMANIDADE


-----Mensagem original-----
De: Fendel [mailto:thomas@fendel.com.br]
Enviada em: terça-feira, 31 de maio de 2005 09:09
Para: TSP; FSC; Ita82; Katavento; solidariosbrasil; UBrasilMJ
Cc: Bioenergia; Floresta
Assunto: A salvação da humanidade:

Querida Clarissa

Os sistemas agroflorestais (SAF), além de todas as vantagens mencionadas em teu texto abaixo, ainda promovem o retorno do homem ao campo, a redução da miséria, a eliminação da bandidagem de colarinho preto e colarinho branco, o desenvolvimento racional, e muito mais...

Caro Sebastião

Tá todo papagaio combatendo nossas fantásticas e invejadas hidroelétricas.... pode um absurdo destes?
Às vezes tenho dúvidas, se prevalece neste nosso mundinho a hipocrisia ou a ignorância.

Caro Anderson

O estudo que vc menciona, afirma que a biomassa compactada em aterros, quase não deteriora.
Disto resulta que os aterros se transformam numa ótima solução para armazenar carbono e assim "sequestrar" gases de efeito estufa.
E quanto mais papel, madeira, tecido, e lixo orgãnico forem compactados e enterrados... mais limpo fica o ar, promovendo e efeito refrigerador...
Isso vale muito mais ainda para os plásticos... quanto mais forem aterrados... menos carbono fóssil será lançado à atmosfera.
No caso da matéria orgânica vegetal, o ideal é claro, a sua aplicação bioenergética... inclusive através da cogeração e ENEREDE (Enernet), pois assim se gera a necessária e carbono seqüestrante energia, em substituição aos imundos e emporcalhantes combustíveis fósseis.

Caro Gert

Após ler o livro do mineiro Marcelo Guimarães, com o título: "A salvação da lavoura", a anos passados, encomendei mais 10, que distribuí para o pessoal das prefeituras e políticos aqui de Rio Negro - PR, e Mafra - SC, mencionando na dedicatória, que no lugar da cana podería-se plantar aqui mandioca, com resultados até melhores.
Tenho a triste impressão, de que estes fantásticos livros sequer foram abertos...

Caro Marco Aurélio

Do instigante artigo abaixo sobre biomassa energética, apenas discordo do combate às maravilhosas e cobiçadas hidroelétricas... o resto é explêndido.

Querida Zélia

A estorinha de origem política da família grega, se não fosse cruel e triste, seria hilariante...
Numa democracia, o voto não é obrigatório... e a opção de anular o voto não pode ser camuflalada.

Caro Heinz

Eu que sei o tamanho do calvário intransponível que rege uma DEMOcracia, para se implantar uma política energética racional...
Agora estou sondando e investindo no Paraguai... porque por aqui...

Querida Regina

É incompreensível e revoltante o desprezo a que nossa sociedade hierárquica submete os gênios como teu pai Marcelo Guimarães e o físico nuclear Professor Bautista Vidal, enquanto babam por estelionatários e espertalhões políticos e pseudo-científicos.
Parabéns por tua iniciativa de criar a sementinha da escola da biomassa, que espero encontrar os nutrientes necessários neste esterco político e propagandista no qual nos encontramos.

Caros Bioamantes

No endereço
http://www.power.inf.br/notic_dia.php?cod=4226
Sob o título: "Japão quer álcool, mas há problemas"
Tem um "economista" japonês ignorante afirmando que o álcool é caro e transitório e que o hidrogênio é a solução...
Coitados, como podem a estupidez e as crendices estarem tão espalhadas.
É uma pena que o Lula não entregou também garrafinhas de óleo vegetal em sua recente visita ao oriente...

Na foto anexa, vemos uma mini prensa de sementes na Alemanha, para a produção descentralizada de puro óleo vegetal bruto combustível ou comestível, e ração (no caso canola).

Bioabraços paraguaios carbono sequestrantes e atmosfera limpantes
Eng. Thomas Renatus Fendel
www.fendel.com.br
(Divulgação autorizada e desejável)
"Temos que pensar e agir globalmente" - Fendel

-----Mensagem original-----
De: escoladebiomassa [mailto:escoladebiomassa@bol.com.br]
Enviada em: segunda-feira, 30 de maio de 2005 17:38
Para: thomas
Assunto: Futura "Escola de Biomassa"

Fendel, criei este e-mail para que o pensamento positivo crie uma verdadeira Escola de Biomassa. Ainda não somos uma instituição acadêmica ,mas ensinamos alguma coisa sobre Biomassa a alguns poucos(em crescimento) curiosos que visitam a Fazenda vez ou outra.
Aproveitei para lhe enviar um artigo do Gilberto Vasconcelos, comentado pelo Heitor Reis.
Abraços, Regina Guimarães

 

-----Mensagem original-----
De: Gustavo Heinz Schmidt Wiggers [mailto:ghswiggers@yahoo.com.br]
Enviada em: segunda-feira, 30 de maio de 2005 01:42
Para: Solidários Brasil
Assunto: [solidariosbrasil] Desconfiem dos cargos de confiança

www.nominimo.com.br
Desconfiem dos cargos de confiança 28.05.2005 | Nas democracias parlamentaristas, um primeiro-ministro pode sobraçar o bastão de mando por muitos anos ou poucos meses. A duração do mandato depende essencialmente do homem instalado na cabine de comando, com poderes suficientes para influenciar a direção dos ventos e a força das ondas. Mas a viagem estará sempre exposta à mão do imponderável. Um escândalo dos bons, um escorregão desastroso, a descoberta de delinqüentes infiltrados na tripulação – qualquer imprevisto de grosso calibre pode provocar mudanças abruptas na cúpula do governo. Pouco importa o tamanho da turbulência política: a
administração pública seguirá funcionando sem sobressaltos, com a habitual eficácia. Cumpre ao chefe de Estado – o rei ou a rainha, nas monarquias, ou o presidente da República – administrar a crise da sucessão (porque toda sucessão, a rigor, é uma crise). Mas o processo de transição não costuma produzir efeitos visíveis sobre o cotidiano, graças a um dos melhores inventos da democracia parlamentarista: a burocracia permanente, formada por funcionários escolhidos pelo critério da competência.
Tome-se como exemplo as eleições recentemente promovidas na Inglaterra. Uma eventual derrota do Partido Trabalhista resultaria na queda de Tony Blair, na chefia do governo há oito anos. O sucessor certamente redesenharia as grandes linhas fixadas por Blair e nomearia, na composição do gabinete, parceiros afinados com o novo programa de governo. No partido vitorioso também seriam pinçados altos assessores, estreitamente vinculados ao coração do poder, incumbidos de assegurar as alterações na rota, o cumprimento das grandes linhas fixadas pelo poder central. Ocupam cargos de confiança, palavra adequada tanto ao posto quanto ao ocupante. Cargo de confiança é isso aí. Na Inglaterra, não passam de cem. Repito: são menos de cem? Nos cargos e salas restantes, cuja relevância garante acesso fácil ao primeiro-ministro, nada muda. Ali permanecem funcionários especializados, entre os quais predominam veteranos selecionados com base em quesitos técnicos. Seja qual for o partido no governo, seja qual for a inclinação política dos funcionários, nunca ocorrem mudanças sensíveis na equipe. É gente que aprendeu a administrar com sensatez programas ou projetos concebidos para melhorar a qualidade dos serviços públicos.
Como haviam feito os antecessores, como fará seu sucessor, Tony Blair manteve intocado o quadro burocrático que herdara. Sem essa burocracia permanente, cuja estabilidade decorre da competência reiterada diariamente, nenhuma administração pública alcançará o grau de eficácia que os contribuintes merecem. A fórmula inglesa foi adotada por outros países, com ligeiros retoques e sempre com resultados animadores. Na França, são cerca de 1.000 os cargos de confiança preenchidos por critérios políticos. Nos Estados Unidos, há pouco mais de 2.000. Nas duas nações, a consolidação da burocracia permanente reduziu notavelmente a taxa de corrupção. E livrou a administração pública dos surtos de paralisia que costumavam manifestar-se nas mudanças de governo. Tais surtos se assemelhavam aos que afligem o Brasil nesses períodos de transição. Numa nação sempre superlativa (e cada vez mais cafajeste), crescem em dimensão e intensidade. Abstraídos os 35 ministros ou secretários especiais, são pelo menos 20.000 os cargos de confiança (oficialmente qualificados de "cargos em comissão"). Espalham-se por superintendências,
diretorias e subdiretorias penduradas nas árvores da floresta federal. Petrobrás, Eletrobrás, Itaipu são madeira de lei, e nenhum dos incontáveis galhos escapa ao olhar guloso dos caçadores de dinheiro público.
Outros trechos da selva, menos exuberantes, são igualmente lucrativos. É o caso dos Correios, sabe-se agora. Ou do Instituto de Resseguros do Brasil. Quem diria. O IRB parecia em descanso eterno na tumba das velharias cartoriais. Ressuscitado pelo PTB, voltou à vida arrastando cofres à espera de arrombadores.
Por que os partidos da, digamos, "base aliada" (incluído o PT) brigam tanto pela ocupação de gabinetes cuja existência a maioria dos brasileiros ignora? "Eles querem ajudar o governo a administrar o país", explicou num programa de TV o ministro José Dirceu. Conversa fiada. Eles querem é roubar. Os corruptos escurecem com manchas abjetas a imagem do governo e do país. Essas não causam preocupações. Só os afligem manchas de suor no colarinho branco. Fazem questão de trabalhar em ambientes com ar condicionado.

anunes@nominimo.ibest.com.br

 

-----Mensagem original-----
De: Zélia Maria [mailto:zeliamarah@yahoo.com.br]
Enviada em: domingo, 29 de maio de 2005 20:18
Para: Dalton Roque
Assunto: [TSP] [off-topic] Uma família da pesada...

Uma família da pesada
Dizem que nasceram na Grécia, Democracia e Demagogia, filhas de uma senhora muito respeitada e desrespeitadora, a Tirania, comumente chamada Ditadura. Eu particularmente penso que são filhas adotivas da Humanidade. Meninas
parecidíssimas, como gêmeas, andam sempre juntas, de mãos dadas. São primas da Política, conhecida também pelo cognome de Esperteza. A Democracia faz-se parecer uma bela moça, comportada e ordeira, bonita e aparentemente sensata. Gosta imensamente de fantasiar-se de Verdade, a filha do Tempo, mas não é bem assim, guarda consigo, no seu íntimo, resquícios do comportamento da mãe, ainda que saiba muito bem disfarçar as tendências adquiridas. Liberdade é uma outra prima sua, sempre citada e nunca encontrada. Reside em local muito distante... quase que num outro mundo. Todos falam muito dela, é notícia diária nos jornais, mas ninguém na verdade a conhece... somente por ouvir dizer. Contam-se lindas histórias de muitos heróis que morreram para defendê-la, mas pouco confiáveis, tanto os heróis quanto as narrativas. Consta que mora enclausurada num castelo de altas torres, ninguém nunca viu seu rosto. Sempre se pensou que o único modo de encontrá-la seria pelas mãos da Democracia, mas, no entanto, em todos esses anos de reinado democrático a verdadeira Liberdade foi a grande desconhecida. A Democracia até que parece uma moça esforçada, principalmente levando-se em conta os muitos reveses de sua vida. Desde criança foi muito maltratada, sempre foi usada como engodo, deram-lhe uma falsa roupagem, fantasiaram-na de Liberdade. Chegaram mesmo a dizer que ela era a própria prima, que era a Liberdade em pessoa, e de conversa em conversa acabou virando instrumento nas mãos dos poderosos... prostituiu-se, perdeu a personalidade e o amor-próprio. Hoje em dia, existem vários clones seus espalhados pelo mundo. Na América do Norte, por exemplo, a Democracia tem o nome de Arrogância, não larga a mão da Demagogia e fez um pacto com a Mentira, uma senhora bem idosa que só causa estragos por onde passa. A Libertina do Norte dita normas para todas as irmãzinhas, impondo suas vontades... É a que mais se assemelha à mãe. Apesar de fazer parecer ao mundo que a odeia, tudo muda quando estão em jogo os seus interesses. Tapetes vermelhos são estendidos para a velha senhora, como aconteceu na América do Sul em passado recente, onde pipocaram ditaduras apoiadas pela Titia. Sob suas ordens países são destruídos, cidades
incendiadas, pessoas torturadas, mulheres estupradas, crianças assassinadas. Seus soldados tudo fazem em seu nome, e não se cansam de alardear que o fazem para defendê-la em nome da Liberdade. Aqui, na terrinha, a Democracia é uma unanimidade nacional, todos a citam como a modelo mais elegante, a que melhor sabe desfilar nas passarelas, a que tem o corpo mais enxuto e os melhores dotes. Mas a situação aqui não mudou muito não... quando reinava a mãe, seus soldados entravam nas residências, torturavam e assassinavam pessoas. Hoje, as casas, apartamentos, lojas, bancos, terras, escolas, ruas, supermercados, farmácias, postos de gasolina, ônibus e tudo o mais, são invadidos diuturnamente por bandidos que matam, seqüestram, estupram, torturam... O povo continua morrendo do mesmo jeito e ninguém se dá conta disso. É tanta a indiferença que até parece que morrer pelas patas da Ditadura é mais grave do que morrer pelas garras da Democracia. As pessoas estão como que anestesiadas, não conseguem nem mesmo parar um pouco pra pensar.. Cismam que vivem num regime de liberdade e gabam-se de serem cidadãos... Bem, o sonho é livre, né? Como também os pesadelos! O povo aqui ganha, na sua maioria, um salário irrisório. As pessoas Trabalham cinco meses por ano, apenas para pagar os impostos, remuneram a classe política com polpudos vencimentos e ainda se ufanam de serem governados pela moça. As drogas correm soltas no seio da sociedade, levadas pelas próprias autoridades e a Impunidade, a Corrupção e a Irresponsabilidade, filhas da jovem senhora, campeiam no país. O descaso dos governantes com o povo é tão grande, que muitos sentem saudades do reinado da velha mãe, que era dura e séria, mas pelo menos não era falsa, incompetente e irresponsável como a filha. Alguns muitos defendem a moça com unhas e dentes... e metralhadoras, é claro! São justamente aqueles que vivem as suas expensas, que a defendem por poder e bolso. Além de toda essa escravidão que nos é imposta pela nobre
família, sofremos com as diretrizes estabelecidas pela Senhora Genética que nos dita comportamentos, auxiliada por uma antiga companheira, a Química, que marcadamente norteia nossos caminhos, como o fazem seus filhos, os Hormônios. Aí, vem uma certa senhora, a Religião, filha da Ignorância e do Medo, e carimba
nossa testa com o tal do livre-arbítrio, pode?

Cônsoli – 22-05-2005.

 

LEI DA VACA

-----Mensagem original-----
De: Fendel [mailto:thomas@fendel.com.br]
Enviada em: quarta-feira, 25 de maio de 2005 10:11
Para: TSP; FSC; Ita82; Katavento; solidariosbrasil; UBrasilMJ
Cc: Bioenergia; Floresta
Assunto: Lei da vaca

Caro Eng. Jõao Cesar

As flatulências (arrotos) e os peidos dos animais racionais e irracionais, geram metano (CH4) que segue prá atmosfera.
Dizem que o CH4 é muito mais ativo no efeito estufa do que o CO2, mas em compensação o CH4 tem uma vida muito mais curta do que o CO2... resultando em saldo semelhante.
É difícil coletar estes gases, a não ser que se introduzam incômodas tubulações com sacos coletores nos devidos orifícios.
Mas, é muito fácil utilizar os biogases de biodigestores anaeróbicos fixos. Assim, pode-se obter maravilhosa bioenergia e saudáveis biofertilizantes orgânicos.

Na Nova Zelândia existe até o imposto da flatulência, onde os donos dos animais de certo porte e tipo são taxados...
Este problema de emissão, bem como o problema do consumo excessivo de água... pode ser creditado no máximo: à vaca, ao alce, à galinha, à ratasana e aos demais bípedes e quadrúpedes. Esse carbono NÃO pode ser creditado às bioenergias, nunca, como o é de praxe.

Claro que vivemos num mundo único, com ciclos fechados. Assim, na pré-históra havia muito mais CO2 na atmosfera do que hoje, e consta que a temperatura era maior. Este CO2 virou planta e bicho... que virou porcotróleo.
Afirmam que o equilíbrio de hoje requer muito menos CO2 no ar do que o encontrado outrora e atualmente, sendo que nos últimos 200 anos emporcalhamos a atmosfera com a queima dos fósseis, que, se não fossem desenterrados, não promoveriam o incremento de CO2 atmosférico, e as vacas coitadas, poderiam continuar peidando e arrotando a vontade, o quanto quisessem, sem causar desequilíbrio nenhum, e não levariam agora a culpa.
Acontece que o irracional, patético, criminoso e crente homem tem que achar um cristo, um culpado, e assim sobra pros coitados ruminantes e idem prás nossas espetaculares hidroelétricas (que alguns babacas chauvinistas dizem emitir mais CO2 do que as termoelétricas...).

Deixar transparente esta questão, contribue para o desabobalhamento instituído, em que os imorais aproveitadores propagam por exemplo, que o hidrogênio e o GN são limpos, e que existe um "criador" que cuida de nós e de nossas fétidas emissões gasosas... em prol da vida fácil das hierarquias, às custas do expoliado povão.

Caro Expedito Jr.

O fantástico evento da InWEnt foi traduzido e interpretado por aqui de forma equivocada, puxando a sardinha pro lado do biodiesel. Deixei isso bem claro antes de viajar, solicitando que se traduzisse corretamente o convite alemão, onde o título original era: "biocombustíveis" e não "biodiesel". Aliás se o roteiro das visitas fosse acima de 50% sobre biodiesel, eu não teria ido. Ainda sugeri que visitássemos também algo relativo a carvão vegetal, briquetes de biomassa, biogás e gaseificação.

Não sou contra o biodiesel, o bioquerosene, nem contra a biogasolina, e também não sou a favor.
Até acho que a propaganda que se faz com o biodiesel pode ser benéfica para as bioenergias definitivas, mas preocupa-me o risco de desmoralizá-las com falsas e irracionais promessas. Para mim o biodiesel é a transição entre a era fóssil e a era da vida.

Conceitualmente eu defendo o álcool, os óleos vegetais e o biogás, inclusive para aviões, com tanques termo-isolados e levemente aquecidos.
Produzir e utilizar óleo vegetal bruto em motores, é mais fácil, barato e seguro do que produzir e utilizar biodiesel... como vimos por diversas vezes na Alemanha...

O biodiesel contém oxigênio na mesma proporção do óleo vegetal (sai a glicerina com 3 átomos de oxigênio e entram 3 metanóis ou 3 etanóis com 1 átomo de oxigênio cada...), e portanto a perda de poder calorífico é exatamente a mesma...
Por outro lado, estes oxigênios melhoram as emissões, em ambos os casos... só que a um preço significativamente maior, no caso do biodiesel, sujeito a toda espécie de peleguismos, oligopólios e maracutaias, ...nossas velhas conhecidas...

Caro Tadeu

"O mercado de carbono do MDL (Kioto) nada mais é do que um ilusório cale a bôca ambiental, em prol dos porcos fósseis" porque:
- É burrice negociar algo virtual, abaixo do preço real.
- A tonelada de carbono real é vendida mundialmente a 500 Euros, enquanto os espertalhões querem negociatar a virtual por 5 Euros.
- Isso apenas incentiva os suinos a continuarem emporcalhando o nosso planeta. O efeito real é contrário ao divulgado e "desejado".
- Isso é uma esmola ao dito terceiro-mundo tropical, ao reino da bioenergia, que deveria faturar 100 x mais, pela única solução.
- E ainda por cima fornece um diploma de "ecologicamente correto" aos imundos porcalhões, dando sobrevida aos fósseis.
- Quanta ignorância... institucionalizada...

Caro Nelson

Não conheço o suficiente a mamona. Sei que o óleo de canola prensado a frio e decantado, pode ser simplesmente adicionado e misturado em até 30% ao diesel fóssil.
Quanto aos outros óleos, é questão de experimentar, ensaiar, testar, ...e divulgar os resultados.
Na Alemanha vimos estes resultados obtidos em um centro de pesquisas, onde inclusive nos mostraram um equipamento simples para se fazer esta mistura automaticamente, na hora de abastecer (foto anexa).
Portanto, não vejo a necessidade de se produzir biodiesel, mais caro, para se fazer as misturas de até 20%... propostas pelo governo brasileiro, com objetivos "socioambientais"...

Querida Clarissa

Para ter acesso à interessante lista Bioenergia, visite o site do IPEF: www.ipef.br

Caro Nikolaus

Explêndida a tua idéia de um biogasoduto na Nicarágua... e nos trópicos. Quiçá vc seja o Bautista Vidal dos nicaraguenses. Espero que vc consiga por em prática este teu maravilhoso projeto, e que vc e teu programa não sejam boicotados pelos estúpidos...
Quero te visitar e ver com meus olhos as tuas espetaculares pesquisas.
Parabéns e votos de coragem para enfrentar a imensa mediocridade.

Os queimadores de biomassa granulada que vc menciona são realmente fantásticos, servem inclusive para aquecer modernas estufas de pintura eletrostática, para secadores de grãos, etc.
Por favor, me manda teus arquivos e fotos, e me informe se é possível licenciar veículos a óleo vegetal na Nicarágua.

Caro Heinz

Toda obra tem um custo ambiental.
Na minha opinião, é preferível construir uma casa no mato, do que na cidade...
Idem um edifício, uma estrada e uma hidroelétrica...
Mas, já que temos as irracionais megalópoles, devemos suprí-las com meios mais "humanos" incluindo estradas, bosques e rios artificiais...
Aliás, limitar as estradas a 80 km/h ou pior a 40 km/h é uma afronta ecológica, pois são necessárias mais pistas e mais largas... e se gasta muito mais combustível nas acelerações.
Assim se constroem pistas novas medíocres para baixa velocidade.
Os carros poderiam ser menores, mais eficientes, mais velozes e menos beberrões...
Deveriam multar quem anda abaixo de certas velocidades mínimas nas faixas esquerdas.
Os carros de F1 e etc, deveriam ter seus combustíveis limitados, e estes ser os fantásticos biocombustíveis.
Enquanto qualquer suja refinaria e porco gasoduto ganham licenças ambientais antes mesmo dos requerimentos, as obras limpas como hidroelétricas, e essenciais como anéis viários, são mantidas em banho-maria...

Caro Gerhard e caro Pedro Paulo

Claro que é possível fazer biogasolina, hidrogênio e escambau... mas a que custo... e com qual objetivo?
Quem faz cachaça faz álcool. Quem espreme girassol faz óleo vegetal... é tão simples e barato...
E por favor, caro Pedro Paulo, não confunda óleo vegetal com biodiesel, por favor...

Caro Gert e caro Telmo

As bioenergias são a nossa salvação. Só nos falta um pouco bom senso e patriotismo...
Que o Proinfa é uma pouca vergonha, não é novidade. Como pode o kW da cogeração ser mais barato que o kW hidroelétrico? Isso é no mínimo muita ignorância. As leis tem que valer para todos. A questão energética se resolve com a ENEREDE (Enernet), é fácil e simples. Detalhes em www.fendel.com.br
Falando nisso, o presidente da Celesc já aceitou o teu convite feito por ocasião de nossa entrevista da TV "Brasil Esperança" para debatermos a hipocrisia tarifária, em teu programa "Ecologia em ação"?

Caro Oscar

Admiro muito o teu trabalho e empenho, meu velho guerreiro. Apenas não concordo quando vc sugere adicionar vapor de álcool ao gasogênio e liquefazer a biomassa gaseificada... Isso não me cheira necessário... só isso. No restante de tuas colocações vc é um exemplo a ser imitado.
O que necessitamos é um comércio desabestalhado de energias, ou seja, temos que poder comercializar cada fração de kW, cada litro de bioenergia, por um prêço justo. O resto é consequência. O resto é autodesenvolvimento.
Os gases residuais do processo de carvoejamento, podem muito bem gerar energia elétrica... basta ter o comércio real... a tal ENEREDE.
Como é bom saber que não estamos tão a sós em nossa luta bioenergética. Como é bom conhecer outros desprezados que sabem o que é, e como se deveria fazer carvão vegetal, que tem noção sobre gasogênio, que sujaram as mãos no líquido pirolenhoso, que sabem plantar sem o uso do fogo, em loteamentos com mata nativa, que conseguem enchergar dois palmos à frente do nariz.
Obrigado pelo interessante e vasto material que vc me enviou... já li todos os 2kg...
Fiquei perplexo com a informação de que na Espanha, o governo proibiu o gasogênio após a guerra, para vender mais gasolina...
Gostei muito do estudo francês de 1982 que aponta para o uso de gasogênios a briquete de carvão vegetal, produzidos em fornos de carvoejamento com aproveitamento energético dos gases condensáveis e não condensáveis, e que demonstra que em termos de espetaculares bioenergias, estamos ainda engatinhando...

Caro Sebastião

Que bom ter mais escolas florestais. Pois estas fazem parte das ideais para se incluir a cadeira das imprescindíveis bioenergias (já que não temos ainda a imprescindível engenharia bioenergética)... uma lacuna vergonhosa na educação mundial, onde o Brasil é e deve continuar pioneiro... e assim atingir o seu almejado e merecido progresso.

Caro Amadeu, via caro Altmayer

A bandalheira mundial é intrépida e geral.
Onde tem hierarquia, tem ladrão.
Agora, por favor, não chame de trabalho duro e competente o efetuado por empresários que ganham energia elétrica a 15% do preço pago pelo povão... além das demais benesses... por favor, isso não.

Caro Carlos Eduardo

Parabéns por teu idealismo e empenho. É por aí o caminho para deixarmos vivos os nossos decendentes.
Conte comigo para uma ou duas palestras: ENEREDE e BIOENERGIAS, e se der, vcs me pagam as despesas da viagem...
Quanto ao estágio, ainda não consegui tornar comerciais nenhuma de minhas teorias... devido às hipócritas leis aqui vigentes, e a cada dia piores...
De qualquer forma, se vc quiser me visitar e me acompanhar por alguns dias... seja bemvindo, e te mostro minhas usinas e veículos clandestinos.
Poderemos fazer uma micro-usina na tua universidade, e se a Copel não comprar a EE e impedir seu funcionamento ligado na rede, então podemos chamar a rede bôbo...

Por penúltimo segue abaixo mais um fabuloso artigo enviado pela querida Clarissa, "COANDO MOSQUITO E ENGOLINDO CAMELO" que retrata a real poluição de nossas medíocres vidas...

E por fim, uma notícia em alemão, informando que mais uma pequena prensa de óleo vegetal foi reativada, na região que acabamos de visitar na Alemanha...

Perplexos e esperançosos bioabraços
Eng. Thomas Renatus Fendel
www.fendel.com.br
(Divulgação autorizada e desejável)
“Um gênio é capaz de vender qualquer quadro, mas somente os idiotas são capazes de comprá-los" - Fendel

 

-----Mensagem original-----
De: Carlos Eduardo [mailto:cereda@folhaweb.com.br]
Enviada em: segunda-feira, 23 de maio de 2005 23:39
Para: thomas@fendel.com.br
Assunto: Geral

Olá Thomas,

Sou estudante de Eng. Elétrica na Universidade Estadual de Londrina e fiquei bastante impressionado com suas explicações sobre a ENERNET.
Atualmente estou trabalhando em projetos de biodigestores, que produzem biogás (gás metano) através de fermentação de matéria orgânica. O biogás é combustível e pode ser usado na geração de energia elétrica. Foi assim que encontrei seu site no Google: buscando informações sobre geradores e acoplamento direto na rede.
E foi quando vi esta idéia bastante interessante e "profunda" e me interessei muito por ela.
De modo geral, me interesso muito pela área de fontes alternativas de energia elétrica e, então, gostaria de saber se posso ajudá-lo de alguma forma. De repente, estagiando em sua empresa, ou de qualquer outra maneira. Gostaria de ser um aprendiz destes sistemas de cogeração que você desenvolve.

Além disso, faço parte do Centro Acadêmico de Eng. Elétrica da UEL e estou atuando na organização da II Semana da Engenharia Elétrica de Londrina, que acontecerá em Outubro. Você acha que seria interessante termos uma palestra sua sobre a ENERNET? Eu acredito que sim! Dependendo de sua disponibilidade e "exigências", posso conversar com os demais organizadores para disponibilizarmos este espaço no evento. O que acha?
Do mais, fica meus parabéns pela idéia e iniciativa.
Um abraço

Carlos Eduardo

 

-----Mensagem original-----
De: altmayer [mailto:altmayer@bol.com.br]
Enviada em: segunda-feira, 23 de maio de 2005 18:13
Para: Fendel
Assunto: En: Vergonha do PT

P: Vocês sabem quem é o advogado que representa todas as causas de pedido de indenização às "vítimas da "ditadura militar" no Brasil?
R: O Sr. Luis Eduardo Greenhalgh.
P: Vocês sabem qual a participação ou "taxa de sucesso" do Sr. Greenhalgh em cada indenização concedida ?
R: 30%
P: Vocês sabem qual o lucro obtido até agora pelo Sr.
Greenhalgh com a máquina de indenizações que montou com conivência do Planalto ?
R: Cerca de R$ 900.000.000. Sim é isto mesmo que vocês leram, 900 milhões de reais.
P: Vocês sabem qual é a estimativa de lucro prevista para ser obtido pelo Sr. Greenhalgh em cima do restante dos processos indenizatórios existentes ?
R: Cerca de outros R$ 2.000.000.000. Não, não é engano de digitação não, são 2 bilhões de reais mesmo.
Ou seja, o homem que defendeu os seqüestradores de Abílio Diniz com argumentos do naipe de que eles deveriam ter atenuantes, pois as motivações do seqüestro eram políticas (como se, para a vítima de seqüestro fizesse alguma diferença ser seqüestrado e mantido dentro de um buraco imundo no fundo de um barraco por causa política, social ou criminal).
Pois este mesmo homem montou um esquema azeitado com a ajuda do Partido dos Trabalhadores e vai amealhar um patrimônio aproximadamente igual ao que um empresário como Antônio Ermírio de Morais obteve em algumas gerações de trabalho duro e competente. Isto está ocorrendo em nossas barbas, nas barbas da imprensa que nem comenta nada sobre a mina de ouro do Sr. Greenhalgh...
E o dinheiro que está sendo desviado, roubado sob este pretexto ridículo de indenização, é nosso, é meu, é seu.
Nunca houve no Brasil um processo tão escrachado de desvio de verbas. Esse mesmo homem por pouco não foi eleito presidente da câmara dos deputados. O que mais eles poderiam armar comandando executivo e legislativo ?
Enquanto nosso pequeno imperador viaja por aí de avião novo, sonhando com uma permanência fidel-chaveziana no poder, seus asseclas vão arrecadando pesadamente para viabilizar esta intenção. Quando o povo acordar pode ter sido tarde demais.

Um abraço do amigo e advogado dos pobres,

Amadeu

 

-----Mensagem original-----
De: Sebastiao [mailto:skengen@terra.com.br]
Enviada em: segunda-feira, 23 de maio de 2005 09:54
Para: 'Debates na área florestal em língua portuguesa'
Assunto: RES: [Floresta-l] Universidade da Floresta em Cruzeiro

Prezados Colegas,
Bom dia.
Muito preocupa essas propostas de criação de novas escolas de floresta. Será que há demanda para tantos profissionais? Por outro lado a criação de uma faculdade não é simplesmente a construção de um prédio.

Fico a pensar, a proposta abaixo é de criação de uma escola de florestas no Acre porque a Sra. Ministra é do Acre, imagine que no futuro o Ministro seja de outros estados e que cada um que entre proponha a criação de uma escola de florestas em seu município de influencia e/ou em seu estado. Onde vamos parar?

Atenciosamente,
Sebastiao.

 

-----Mensagem original-----
De: floresta-l-bounces@jatoba.esalq.usp.br
[mailto:floresta-l-bounces@jatoba.esalq.usp.br] Em nome de Alexandre A.
Brasil
Enviada em: quinta-feira, 19 de maio de 2005 12:09
Para: Debates na área florestal em língua portuguesa
Cc: Alba Valéria; Humberto Angelo
Assunto: [Floresta-l] Universidade da Floresta em Cruzeiro

Jornal Página 20 - 19/005/2005

Grupo de trabalho vai implantar Universidade da Floresta em Cruzeiro

Flaviano Schneider

O Diário Oficial da União publicou ontem Portaria Interministerial dos ministros de Estado do Meio Ambiente, Marina Silva, da Educação, Tarso Genro, e da Ciência e Tecnologia, Eduardo Campos, instituindo no âmbito do Ministério do Meio Ambiente o Grupo de Trabalho Interministerial (GTI) com a finalidade de articular e implementar ações junto ao governo federal para viabilizar a implantação da Universidade da Floresta no Estado do Acre, mais precisamente em Cruzeiro do Sul, no Vale do Juruá.

 

-----Mensagem original-----
De: Oscar Baldoni [mailto:oscarbaldoni@temais.com.br]
Enviada em: domingo, 22 de maio de 2005 10:53
Para: saguiere@ssdnet.com.ar
Cc: h.huergo@clarin.com; carmenieddu16@yahoo.com.ar; alislots@hotmail.com; aleriana@speedy.com.ar; cmazzeo@gammacobra.com.br; luciano@cnatucuruvi.com.br; veridianakfouri@yahoo.com.br; thomas@fendel.com.br; telmoheinen@yahoo.com.br; bwfrick@uol.com.br; elias_awad@hotmail.com; oyrsabr@uol.com.br; oscarpart@oyrsagnc.com.ar
Assunto: Combustibles Renovables

Dionisio Cerqueira, Santa Catarina, Brasil, 22 de mayo de 2005

Ingeniero : Eduardo R. Saguier
Buenos Aires

Muy estimado Ingeniero : A usted y al Ingeniero Huergo, que encabeza la lista de copias enviadas, no tengo el gusto de conocerlos. Todos los demás saben de mis desvelos en favor de la ecologia y búsqueda de los combustibles renovables. Tengo 64 años y estamos en Brasil desde 1963 con industria y comercio. Nunca hemos quebrado, por decencia, aunque hubo sobrados motivos para ello. Cambios continuos de las reglas de juego, golpes de timón de las autoridades de turno, enloquecen a cualquiera. Yo desafio someter a los europeos a lo que pasamos por aqui. Genera una revuelta terrible. Los que producimos, estamos más que hartos de mantener una casta de dirigentes ineptos, fingiendo que mandan, estando definitivamente al servicio de intereses invisibles, que son los que realmente gobiernan.
Miro hacia atrás y añoro nuestra situación de hace medio siglo : Cursaba el primer año de la Escuela Industrial, ya en la especialidad automotores. Teniamos profesores excelentes que se formaron ingenieros en el mismo rubro. El Pais no tenia deudas, estaba todo por hacerse, en vias de desarrollo. En vez de corregir lo poco que estaba mal, nosotros los argentinos preferimos destruir, viviendo en una perpetua guerra civil,
No me voy a extender en comentarios, que no arreglan nada. Tratemos de enderezar el presente, de la mejor forma posible. Recibi en Brasil más afecto y simpatias que en nuestro Pais. Me brindé de la misma forma. Cuando decidí vivir en la selva de Mato Grosso, disponia de dinero y un buen pasar en una ciudad grande como São Paulo, que vivia un clima de descompresión cívica extraordinario, con la amnistia a políticos.
Frecuenté las palestras organizadas por el diario Folha de São Paulo, donde todo era grabado. Conocí a muchas personalidades, diversos candidatos a presidente, conversando de igual a igual. Corria el año 1980. Hubo un debate intenso en ocasión del shock del petróleo. Se creó el Pro Alcohol (Proálcool en portugués). Una empresa visionaria, invirtió lo que ganó en la venta de tierras colonizadas en el norte del estado de Mato Grosso, en la construcción de una usina de alcohol de mandioca. La Colonizadora Sinop y la Agroquimica del mismo nombre generaron una revolución, creando empleos y distribuyendo riqueza.
Puedo escribir un libro, pues colaboré "ad honorem" con los dueños. Habiamos comprado con mi padre, técnico agrícola formado en 1923 en la escuela de los padres Salesianos, 180 hectáreas de bosque virgen y asumimos el papel de colonos. La tierra no era barata, pero con dos cosechas de mandioca, se pagaba y la usina compraba todo, pues estaba planeado procesar 1.200 toneladas diarias. Lamentablemente, vino el sabotage a la producción de alcohol en general y sobre todo al sistema a base de mandioca, en particular.
Porque produce más : 380 litros por tonelada y además es distributiva de riqueza, al contrario del sistema de la caña que (en Brasil) es concentrador. Vivimos un drama terrible, esos años. Se llegó al crimen. Nosotros estábamos expuestos por diversos motivos : Amistad con los dueños, eramos contra la devastación, el IBAMA habia aprobado el proyecto de mi padre, que disponia cumplir la ley de dejar el 50% sin tocar, pero haciendo islas de producción rodeadas por lo menos de 50 metros de vegetación nativa, sin tocar. De esa forma, se mantenia el ecosistema. Nosotros y unos alemanes eramos los unicos que no usamos fuego en el desmate. Hicimos lotes de 5 hectareas y probamos que el cereal nació hasta en los pies de las árboles magnificas, que dejamos en pié, como las castanheiras en producción. Protegia de la erosión pluvial y eólica, además de servir de barrera contra las plagas. Esos rectángulos de 200 x 250 metros quedaron famosos, porque hasta eran empleados como referencia en los vuelos de la región. La chacra tenia el nombre oficial de mi finada madre : "Sitio Dona Ada". En ese lugar, sufrimos los embates de una reacción sorda y siniestra, que contaminó hasta nuestra propia cooperativa : Nos vendió abono químico inútil, que después de 18 meses en la tierra, no se derritió. La producción de mandioca nos rindió más dinero con la venta de rama (para semilla), que las propias raices.
Teniamos dos vehículos famosos, que funcionaban con gasógeno y los trajimos andando desde São Paulo, a 2.500 kilómetros, consumiendo carbón vegetal. Además, compramos un conjunto generador de energia estacionario, que funcionó muy bien. Todo producido por la empresa "Geniogaz", del Comandante Vicente Mammana Neto, fundador de la Real Aerovias Brasil, la fábrica de autopartes "CIMA", etc. Invirtió casi un millón de dólares en pesquisas. Nosotros nos concentramos en producir carbón vegetal de la mejor forma posible. Intentamos todas las formas conocidas, inclusive por vaso cerrado. Compramos bibliogafia de Francia y construimos un horno con el sistema empleado en Europa, en las chacras, con tapa y chimeneas metálicas. Con base en ese modelo, mi padre dispuso una modificación brillante : Enterrar el conjunto. Para ello, nos ingeniamos y resultó una economía fundamental en ladrillos (de 5.000 para 1.500), además de lo más importante : Al no estar en la superficie, el horno se estabiliza solo con los cambios de la dirección del viento, produciendo en la práctica el descanso del operador que, en los modelos anteriores, debia vigilar dia y noche. Hubo muchas denuncias de las condiciones de trabajo de los carboneros, pero ninguna solución. Patentamos el horno e intentamos difundirlo. Informamos a las autoridades, sin suceso. Ofrecimos para instituciones, explicando que seria una herramienta adecuada para generar empleos, aprovechando el desperdicio criminal, que continúa, pero no tuvimos suerte.
Como variante, el mismo horno-reactor, puede funcionar como un gran gasógeno, al tener la entrada de aire controlable. También se puede cosechar el ácido piroleñoso, al comienzo del proceso de carbonización.
Me ilusioné, hace poco tiempo, porque un asesor del ministro de Industria y Comercio, donde el gobierno envió el proyecto del horno, opinó que la empresa oficial EMBRAPA, deberia encarar el estudio de su aplicación. Mandé comunicaciones al Nucleo de Acciones Estratégicas del gobierno, explicando que serviria, inclusive tener una forma de producir rápido algo concreto en la ocupación de la Amazonia, interviniendo las Fuerzas Armadas para asegurar la forma correcta y ordenada, pero no tuve respuesta. Del mismo modo, envié para EMBRAPA y la FUNDACION INNOVA-T, pero hasta ahora no tuve ni acuse de recibo.
En estos últimos dias, se produjo un agravante de la situación energética, a raíz de los sucesos en Bolivia. He recibido consultas y no se que responder. Se juntan muchas condiciones negativas :
# Las instituciones mencionadas, no funcionan como deberia ser.
# He leído sus denuncias, lo que me preocupan más todavia.
# Mi idea, de utilizar el máximo de mano de obra desocupada, parece un castillo en el aire, porque faltan hacer pruebas lógicas y estoy totalmente sin recursos.
# Por un momento pensé que podria utilizarse el descubrimiento de los pesquisadores del CONICET, obteniendo hidrógeno del alcohol etilico, para enriquecer el gas de los gasógenos y de esa forma proceder a formar un nuevo "GAS VERDE", renovable. Ese gas, licuado, tendria diversas aplicaciones válidas.
# En Brasil, el negocio de rellenado de garrafas familiares (un millón y medio por dia), a razón de 12 dólares la carga, es fabuloso. Parte del mismo (sobre todo el consumo de lugares distantes) podria ser atendido con el nuevo sistema, aprovechando todo el desperdicio de biomasa, sin quemar nada y volviendo a producir alcohol de mandioca en usinas menores.
# Reemplazar el consumo de derivados del petróleo por carbón vegetal en polvo, provocaria un ahorro increíble, la generación de empleos nuevos de la nada y una nueva etapa en el arranque para no depender del combustible fosil.

Aguardo una palabra suya, que me sirva de luz en esta oscuridad. Grato por su atención, me despido con la mayor consideración. Estoy a sus órdenes en los E-Mail : oscarbaldoni@temais.com.br y oscar_baldoni32@yahoo.com.ar
Atentamente : Oscar Armando Baldoni

 

-----Mensagem original-----
De: ECOLOGIA EM AÇÃO [mailto:gfischer.joi@terra.com.br]
Enviada em: sábado, 21 de maio de 2005 20:00
Para: fendel thomas
Assunto: Fw: Eletrobrás processada por comprar energia alternativa mais cara

ESSA É PARA VOCE.
GERT

 

-------Mensagem original-------

De: Alexandre
Data: 05/21/05 15:12:13
Para: JMA; Democracia
Assunto: Eletrobrás processada por comprar energia alternativa mais cara

Estatal prefere comprar energia alternativa mais cara em prejuízo do consumidor final, mas enfrenta ação na Justiça

Celina Côrtes Isto é

Em março de 2004 o governo relançou o Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia (Proinfa), criado em 2002 para, na maré do Protocolo de Kyoto, estimular as fontes renováveis de energia. A idéia parecia muito boa, especialmente porque beneficiaria também os consumidores via redução de tarifas. Um ano depois, as expectativas estão longe da realidade e caminhando na direção contrária. A Eletrobrás foi autorizada a contratar 3.300 megawatts (MW) ao ano, durante 20 anos, divididos em partes iguais entre as fontes biomassa - da cana-de-açúcar -, pequenas centrais hidrelétricas (PCHs) e eólica, a energia do vento. Como a cota de 1.100 MW de biomassa não foi preenchida até a última chamada, em 28 de dezembro, a Eletrobrás contratou a energia restante de PCH e eólica, mais caras do que a produzida com bagaço de cana-de-açúcar, cujo custo vai acabar pesando no bolso do consumidor.

As brechas legais levaram a Usina Santa Isabel, em São Paulo, uma das habilitadas na segunda chamada, a entrar com um mandado de segurança contra a Eletrobrás. O juiz Fabio Tenenblat, da 22ª Vara Federal do Rio, deu ganho de causa à usina, mas a Eletrobrás promete recorrer. "A não contratação dos projetos habilitados na fonte biomassa vai contra a eficiência nos serviços públicos, podendo causar prejuízos aos consumidores finais atendidos pelo Sistema Interligado Nacional", alegou o juiz em seu parecer. Para José Cirilo, gerente-geral da Usina de Açúcar MB Ltda., no interior de São Paulo, a data de 28 de dezembro, marcada para a chamada final, foi "um casuísmo". A usina tentou prorrogar o prazo, mas não foi atendida. "O Proinfa paga menos para quem tem mais eficiência", lamentou Cirilo.

A razão da queixa é o valor de R$ 93,77 estipulado para o megawatt da biomassa, enquanto as pequenas hidrelétricas foram cotadas a R$ 117,02 e as eólicas, a R$ 204,35. O diretor-geral do Instituto Nacional de Eficiência Energética (INEE), Jaime Buarque de Holanda, chamou o Proinfa de "festival de erros". Segundo ele, ao contrário do que diz o próprio nome, o programa não estimula a geração de fontes alternativas e criou critérios desconhecidos para estabelecer o valor das três fontes. "Não há um custo-padrão. A única forma de fixar os valores seriam os leilões", aponta. Holanda lembra que a biomassa é uma tecnologia 100% nacional, enquanto a eólica é "alienígena" e não é dominada pelo País.

A eficiência da biomassa alegada por Cirilo é real. Além de a grande maioria das usinas estar próxima aos grandes centros consumidores, elas se localizam sob as linhas de transmissão. Muitas das empresas habilitadas acabaram desistindo de participar do programa, sobretudo após dois aumentos do aço, um dos principais insumos das usinas. "O consumidor vai deixar de receber uma energia mais competitiva e as usinas perdem a chance de participar de um mercado com grande potencial de crescimento", lamenta o consultor Julio Borges, da JOB Economia, que há dez anos atua no mercado de energia.

Mesmo com o custo também inferior à fonte eólica, as pequenas hidrelétricas acabaram abocanhando o menor quinhão da cota que sobrou para a biomassa. Dos 444.66 megawatts contratados, 278.72 são da energia que vem do ar e 165.94 das PCHs. A lei que criou o Proinfa autoriza a contratação de outras fontes, caso a biomassa não preencha sua cota. Mas a procuradora Gisele Porto, do Ministério Público Federal, que encaminhou o processo à Justiça federal, entendeu que essa substituição só poderia ser feita na falta de empreendimentos habilitados na biomassa, o que não ocorreu.

Pano para manga - A procuradora destacou que a lei não proíbe que empreendimentos da mesma fonte, já habilitados e não convocados, venham a ser contratados, o que também deixou de ser levado em conta. Os argumentos foram decisivos no julgamento do processo, já que a Santa Isabel enviou à Eletrobrás uma carta em 30 de dezembro solicitando sua participação. Mesmo as empresas que desistiram de participar, por causa do baixo preço oferecido, teriam entrado no Proinfa - segundo fontes do setor - se o martelo fosse batido por R$ 120, valor ainda inferior ao da energia eólica. O critério da Eletrobrás, no entanto, priorizou "o remanejamento estabelecido em lei". Os prognósticos de Jaime Buarque de Holanda, do INEE, não são nada otimistas: "O Proinfa ainda vai dar pano para manga aos advogados nos próximos 20 anos.

Criado para incentivar a produção de energia limpa e renovável, o Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia (Proinfa) obriga a estatal Eletrobrás a adquirir no mercado 3.300 megawatts de energia de fontes renováveis.

São três cotas de 1.100 MW, uma para energia produzida a partir do bagaço de cana-de-açúcar ou biomassa, outra por pequenas usinas hidrelétricas espalhadas pelo País e uma terceira para eólica, a energia que vem do vento.

Diferentemente do que foi estabelecido, a Eletrobrás não respeitou as cotas e comprou 278.72 megawats a mais de energia eólica, a mais cara do mercado. Por isso, a estatal terá que se explicar na Justiça.

 

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De: ECOLOGIA EM AÇÃO [mailto:gfischer.joi@terra.com.br]
Enviada em: quarta-feira, 18 de maio de 2005 21:36
Para: fendel thomas
Assunto: Fw: (JMA): Re: e ele nem fica vermelho ao falar isto

-------Mensagem original-------

De: Telmo Heinen
Data: 05/18/05 21:22:28
Para: jornaldomeioambiente@yahoogrupos.com.br
Assunto: Fw: (JMA): Re: e ele nem fica vermelho ao falar isto

Dona Clarissa,
Dos agricultores aqui da nossa região (Entorno do DF), parece impossível alguém se interessar pelo cultivo de mamona, cujo óleo tem uma cotação de US$ 1,200.00 por t no mercado externo, abrir mão de uma cotação destas, para vendê-lo por menos de US$ 500.00 por t fazendo "biodiesel"... Se fosse fácil seu cultivo, estaria sendo plantado para produzir óleo para exportação.
Ao contrário, o Brasil atualmente "importa" cerca de 80.000 t - a maioria da Índia. A 500 dólares por t, é muito mais simples cultivar soja que já tem toda estrutura montada.
A Embrapa já dispõe de variedades que produzem 24% de óleo e acredita-se que 30% seja possível... embora isto diminua o seu teor de proteína.
Girassol? É outra balela... para se conseguir uma produção de duas(2) t/ha é uma façanha e o preço atual é inferior a R$ 0,50/kg
Nabo forrageiro?
Só os tecnocratas acreditam neste tal de Nabo forrageiro.
Canola? Só se for no lugar do trigo... e aí as ONG's que lutam contra a fome vão chiar...
Então resta para fazer biodiesel a família das palmeiras e a soja.
Por outro lado, o álcool - já consagrado.
Por isto não há necessidade de ficar vermelho para dizer estas coisas - só quem acha que o mundo passa fome por falta de alimentos é que se constrange.

Telmo.

Maio/2005  Julho/2005