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OPINIÕES E COMENTÁRIOS

2006
             

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JUNHO / 2006

Jornal BIOCOM 10

Meu caro Hernani

No último Biocom, esqueci de comentar a fotografia anexa ao texto que circulou sobre o motor de trator, onde os engenheiros da Valtra simplesmente jogaram óleo vegetal no tanque, para defender os interesses dos fabricantes de biodiesel, espalhando notícias mentirosas e mal intencionadas.
Ninguém em sã consciência, enche um tanque de um motor a gasolina com álcool, pois o motor funde em menos de 2 horas de uso. Por que será que fazem isso com os óleos vegetais?
Na fotografia do "resultado" do motor danificado, pasmem, apareceu em relevo um caranguejo ensopado de pixe.
Será que dentro do motor ensopado com óleo vegetal, se criou este bicho?
Até onde sei, a vida começou na água, e não dentro de óleo lubrificante...
Foram necessários bilhões de anos para a natureza desenvolver amebas, e não poucas horas para se gerar crustáceos... A ONG: Associação de defesa dos animais indefesos, poderia averiguar o que de fato ocorreu com este sirí maltratado.
Quanto ao nome "gás natural", a nepotista Pbrás faz questão de vender este fóssil como limpo, com milionárias propagandas mentirosas, a fim de enganar a população, inclusive com preços iniciais altamente subsidiados, que o índio Evo está desmascarando.
O mais inacreditável, é que para a Porcobrás foi "melhor" importar GN, enquanto jogava e continua jogando fora (queima em chama a céu aberto) o mesmo gás, em todas as refinarias e poços do território nacional.


Meu caro Ermitão Édison

Muito obrigado pelas palavras de alento e de homenagem. Depois que se aprende a andar de bicicleta, fica óbvio o equilíbrio, o movimento, etc. Mas, até se chegar lá, os tombos levam à dúvida do possível, mesmo vendo os outros todos andando... Agora, imagina vc saber andar de bicicleta, e o resto não. O que fazer para ensinar os cegos por opção, por sacanagem, por omissão?
O abc, a essência da fotossíntese, é algo simples, fácil, elementar: as plantas comem CO2, fixam C e liberam O2.
O "C" - carbono - fica aprisionado no vegetal e faz este crescer, se tornando parte dele. Este carbono seqüestrado do ar, vira a matéria principal de qualquer ser vivo. Ou seja, afora a água, qualquer ser vivo é constituído principalmente de carbono, raptado da atmosfera.
Infelizmente este processo elementar da fotossíntese é ensinado apenas no início do ensino fundamental, e depois esquecido, a ponto de continuarem desconhecidos até hoje alguns de seus detalhes biofisioquimicos.
Assim, o mais importante ninguém aprende. Ninguém se dá conta de que 99% da matéria do vegetal proveio da atmosfera e da água. Como todos os animais comem vegetais ou outros animais que comeram vegetais, resulta que a maior quantia do material de que se constituem os seres vivos, provém da "sujeira" do ar, e não da costela do Adão.
Nem a turma que defende o corrupto mercado de carbono, parece ter noção disso.
Na entrevista em alemão - http://www.sfv.de/lokal/mails/wvf/frageneh.htm - finalmente achei mais um interlocutor que denuncia a bobagem do "comércio das emissões" que, de resultado real apenas dificulta e posterga a evolução das imprescindíveis energias renováveis.
Infelizmente continuo sozinho defendendo o "saldo negativo de emissão de CO2" recorrente do uso das bioenergias, ou seja, minha "lei da vaca" ou "lei -1 (menos um) da biotermodinâmica". Lei da vaca, pois o carbono do farelo é da vaca e o carbono das raízes é da minhoca, e este carbono não passa pelo motor, como subentendem os "técnicos" que defendem a emissão "zero" das bioenergias.
Quando a humanidade acordar para a lei da vaca, adeus fósseis.


Minha querida Ana, meu caro Daniel e meu caro Fernando

É tolice acreditar e divulgar que qualquer energia vai ficar mais barata. As energias continuam atualmente com preços baixos, apenas devido a subsídios, políticas clientelistas e por repassar os verdadeiros custos mascarados ao povo, via impostos.
Tudo isso, e muito mais é resolvido automaticamente com a ENEREDE, com o real livre mercado das energias, onde os pequenos devem participar do banquete, com suas infindáveis fontes de energias renováveis.
Não tem cabimento deixar a picanha exclusiva aos abastados. Pelo contrário, ao invés destes receberem a EE a apenas R$ 60,00 o MW, enquanto o povo paga R$ 450,00 pelo mesmíssimo MW, deveriam todos ter os mesmos direitos, deveres e preços.
Atualmente, há quem receba EE abaixo do preço de venda de EE de Itaipú...
De nada adianta discutir energia e ecologia, enquanto estes roubos institucionalizados não forem debelados.

Meu caro XXX

Realmente não dá pra engolir a proibição aos pequenos de vender seu álcool produzido. A única explicação se chama máfia das energias, mensalões, privilégios, leis absurdas e corruptas, engolidas pelo enganado e iludido povo, como se fosse algo normal. E dê-lhes futebol.


Meu caro Pastor Fuchs

No endereço  www.kompogas.ch  com opção em inglês, consta o biogás renovável (e não o fóssil gás natural) em uso por veículos na Suiça.
Há 15 anos o biogás renovável (de bosta de vaca) é usado nas cidades suecas de Linkoping e Malmoe, nos ônibus municipais.
Aqui esta maravilhosa biotecnologia não consegue ser competitiva porquanto mantemos subsídios ao gás natural. Exatamente por isso, são necessárias leis decentes e racionais para o uso irrestrito das bioenergias, bem como acabar com a imoralidade nacional de subsídios fósseis e eletrointensivos.
Quanto ao seminário sobre energias do futuro - www.stef.com.br - que vc ajudou a organizar, até agora não "apareceram" as palestras do evento paralelo. Será mera coincidência constarem: H2, carvão mineral e demais engôdos, enquanto nada se encontra sobre o uso e obtenção do óleo vegetal? Por favor, veja se vc consegue reverter este boicote junto às FIEP e COPEL.


Minha idolatrada Drª Ana Echevengá

Pra que banco mundial ou fundo monetário internacional? Os famigerados e gananciosos bm e fmi se baseiam em tecnologias e investimentos interessantes a seus financiadores, e só. Como esperar algo de bom de uma raposa, a não ser em seu próprio benefício? Afora este egoísmo, seus técnicos de aluguel não têm competência para discernir tecnologias reais das virtuais. Aliás, se nem os institutos de pesquisas e nem as indústrias de veículos são capazes de promover as bioenergias, como esperar isso de burrocratas financeiros?
Certamente estas "Maria vai com as outras" continuarão a gastar seus afanados recursos com energias insustentáveis como: hidrogênio, biogasolina, células combustíveis, sumiço miraculoso de CO2 das porcas termoelétricas e demais tecnologias impossíveis aos pequenos, mentirosas, fora da realidade e inviáveis na prática.


Meu caro Ronaldo

Lembras do fedor e do bafo das primeiras carroças a álcool? Quem as seguia se tornava alcoólatra por inalação...
Após a enorme vantagem de uso do álcool, a preguiçosa indústria se mexeu e tornou os veículos a álcool os mais limpos da face da terra, visto que para se fazer álcool, a cana correspondente, absorve mais CO2 do ar, do que a liberada nos respectivos escapamentos. Agora, vem o governo, na ânsia de impedir a perda de exagerados impostos iniciais, inventar picuinhas para os óleos vegetais, sacaneados há mais de 100 anos, pois não nos esqueçamos que o cadáver de Rudolf Diesel apareceu boiando após demonstrar seu motor a óleo de amendoím, e ter vislumbrado o progresso dos países agrícolas coloniais que o utilizassem.
Essa neobalela da "acroleína" expelida pelos motores movidos a óleo vegetal, é típica de boatos de FDP.
Por ocasião de nossa expedição renovável à Alemanha, com a presença de 20 e tantos técnicos e autoridades brasileiras, em todas as ocasiões, eu como tradutor extra-oficial, tive que indagar todos os anfitriões sobre isto. Nunca nenhum dos técnicos e doutores alemães envolvidos com os OVN haviam sido envolvidos com esta babaquice, e ficavam atônitos. Acontece que a acroleína é gerada em todos os motores, quer sejam a Diesel ou a gasolina, e para queimá-la, junto aos demais hidrocarbonetos, que não tiveram tempo de oxidar completamente na câmara de combustão, foram desenvolvidos os oxi-catalisadores nos tubos de escapamento dos motores, aliás, obrigatórios aqui em todos os motores de ciclo Otto e inexistentes nos até então mais sujos motores Diesel nacionais. E sabem por que até hoje ainda não se exigem catalisadores nos motores Diesel brasileiros? R: Porque a Pbrás não consegue fazer um Diesel lubrificante sem enxôfre, tal qual existe nos outros países, onde estes catalisadores são obrigatórios. Aliás, se no lugar de biobobodiesel, adicionassem 5% de óleo vegetal, o problema estaria resolvido, e poderia se obrigar o uso dos catalisadores também nos motores Diesel nacionais.
Em Portugal por exemplo, há 2 Diesels: a) Gasóleo, com enxôfre, mais barato, usado em caminhões que não têm catalisador; b) Diesel, mais caro, para carros e vans, com catalisador.
Aliás se a acroleína fosse tão problemática como quer a ANP e Pbrás, teríamos que fechar todas as cozinhas e pastelarias com cheiro de lagosta frita.
E, claro, em motores devidamente adaptados aos óleos vegetais e catalisados, não ocorre esta emissão, acima dos níveis normatisados, pois de acordo com a patente US 6,545,177 (2000, Nippon Shokubai) a oxidação da acroleína se dá em fase gasosa na presença de um catalisador de óxido metálico, e o catalisador mantém a atividade após 8000 h de operação, reduzindo as emissões em 95%.
“La acroleína se degrada relativamente rápido en el aire (aproximadamente la mitad desaparecerá en 1 día) al reaccionar con otras sustancias químicas y la luz solar. La Agencia Internacional para la Investigación del Cáncer (IARC) ha determinado que la acroleína no es clasificable en cuanto a carcinogenicidad en seres humanos. Usted puede reducir la exposición de su familia a la acroleína reduciendo la exposición al humo de tabaco, al humo producido al sobrecalentar aceite de cocina o grasa, o a gases del tubo de escape de vehículos diesel o a gasolina.”


Meu caro Márcio

Certamente o processo h-bio será útil para craquear osso de galinha e chifre de vaca, afinal os óleos vegetais, e mesmo as gorduras neutralizadas e filtradas, servem como combustível diretamente em motores adaptados.
Já o hidrogênio, presumo ser adicionado em quantidades mínimas ao h-bio, visto que as maravilhosas bioenergias já o contém, em quantidade superior de átomos do que o próprio hidrogênio liquefeito a temperatura de quase zero absoluto. Um litro de óleo vegetal possui 35% a mais de hidrogênio do que o próprio H2 liquefeito a -253C. Ainda, 1 litro de óleo de qualquer vegetal contém aproximadamente 9,2 kW, enquanto 1 litro de H2 liquefeito contém apenas 2,67 kW.
Quanto à comparação de OVN com Diesel fóssil, é possível que alguns motores adaptados sejam mais eficientes com o vegetal. Mas, parece-me que vc andou fazendo biodiesel, e ao que sei a respeito, o rendimento do B100 em motores, cai violentamente.

DVDs de programas de TV com o eng.FENDEL: Voce pode adquirí-los com  gfischer.joi@terra.com.br


Minha cara Denise

Em teu artigo:
http://www.conpet.gov.br/artigos/artigo.php?segmento=empresa&id_artigo=25#  sobre créditos de carbono x biogás x prefeituras Vc está preocupada com esmolas e diplomas falsos, enquanto se esquece do real valor de se produzir biogás e energia elétrica aliado a seus benefícios ambientais e econômicos.
Vale muito mais a pena brigar pelo comércio da EE (ENEREDE) - detalhes em www.fendel.com.br - do que negociar falcatruas e resultados pífios no mentiroso mercado virtual de carbono.

Mais uma vez, MG sai na frente:
http://www.power.inf.br/notic_dia.php?cod=1356
Cemig avalia mercado de pequenas usinas.
Claro que ainda não é a ENEREDE, pois beneficia apenas microusinas grandes, coisa acima de 10 MW...
Quando será que o setor elétrico nacional vai parar de ser burro e permitir usinas de qualquer tamanho?

Brasil importa Diesel fóssil e vende pra Argentina:
http://www.power.inf.br/notic_dia.php?cod=1355
Tem cabimento? Brasil é um mero atravessador? Vende abaixo do valor de compra? Quem está perdendo? É claro que o povo brasileiro, pois além fronteiras o Diesel é vendido a preço menor, o que significa que nossa formosa e idolatrada (pela mídia enlevada) Pbrás, vende mais barato o Diesel fóssil pro povo argentino que pro povo brasileiro...

Para Chavez, Opep é uma organização antiimperialista
http://www.power.inf.br/notic_dia.php?cod=1352
É graças à Opep que os "menos enganados" sabem da escassez e agonia dos combustíveis fósseis, e mesmo assim, os maiores esbanjadores mundiais (EUA) continuam sua insustentável rotina de desperdício desmesurado, com veículos cada vez maiores e mais gastões.

Especialista pede leis em favor de energias alternativas
http://www.power.inf.br/notic_dia.php?cod=1350
O Professor alemão Krauter, radicado no Brasil, organizador das: RIO3, RIO4, etc, finalmente faz coro comigo e com o Professor alemão Schrimpff, para que tenhamos leis decentes, efetivas e racionais aqui no Brasil, que promovam as energias renováveis. Num de seus eventos fui seu convidado com duas palestras, e falei sobre a necessidade urgente de duas leis: ENEREDE e Bioenergias livres.

Reunião em Brasília discute relatório do Programa Brasileiro de Agricultura Energética
http://www.power.inf.br/notic_dia.php?cod=1343
Onde o banco japonês JBIC quer investir inclusive com parte "a fundo perdido" em bioenergia no Brasil. Os japoneses importam 95% de sua energia e abriram o olho percebendo que é muito melhor importar bioenergia do que fósseis.
Através de um representante japonês da Câmara de Comércio J/BR estou tentando aprovar um projeto para óleo vegetal combustível.

Impacto do carvão vegetal
http://www.intelog.net/site/default.asp?TroncoID=907492&SecaoID=508074&SubsecaoID=627271&Template=..
/artigosnoticias/user_exibir.asp&ID=545054
Um artigo muito interessante e muito bom mesmo, sobre a necessidade de racionalizar a produção arcaica de carvão vegetal, tornando-a mais limpa e eficiente, aliada à produção de aço verde.

Operação de um grupo gerador diesel utilizando óleo vegetal bruto como combustível
http://www.proceedings.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=MSC0000000022000000200048&lng=es&
nrm=iso&tlng=pt
Neste ensaio do ano 2000, com referências aos estudos do Hernani de 1979, pode-se ter uma idéia do potencial do óleo de dendê como combustível em um motor MWM de injeção direta, contrastando a falácia dos opositores.

Audiência debate aumentos no preço do álcool
http://www.power.inf.br/notic_dia.php?cod=1306
Passou da hora de desmascarar os inexplicáveis aumentos de nosso etanol.
E tudo isso seria evitado se ao pequeno fosse permitido abastecer e encher o Brasil e o mundo de álcool...

Empresas recebem autorização para investir em geração de energia
http://www.power.inf.br/notic_dia.php?cod=1308
Ridículo, é como "autorizar" os oligopólios a vender chuchu...
Passou da hora de acabar com o intervencionismo federal em benesses aos abastados.

Usina Termelétrica a Gás de Araucária.
http://www.power.inf.br/notic_dia.php?cod=1315
Falcatruas e mais falcatruas... resultantes do mercado cativo de energias.
Estas porcas termoelétricas fósseis são proibidas de serem construídas em países inteligentes como a Dinamarca.

Artigo "Os Sapos":
http://www.reforme.com.br/Kitnet/cz.htm
Para quem acredita que o Brasil evoluiu, desde Monteiro Lobato, escritor que denunciava as barbáries políticas nacionais sobre o ptróleo... já naquela época...

Brasil tem interesse em projeto binacional de hidroelétrica na América Central
http://www.power.inf.br/notic_dia.php?cod=1367
O quer dizer: Aqui hidroelétrica não presta... mas no exterior...

Cheiro de fritura no ar
http://www.revistacombustiveis.com.br/edicao37/combustiveis.htm
Descreve o desespero da ANP frente ao uso do óleo vegetal.

HidroBioabraços
Eng. Thomas Renatus Fendel
www.fendel.com.br
Divulgação autorizada e desejável.
“Comprar um Parlamento é mais canalha do que fechá-lo"


De: mfbarci
Enviada em: sexta-feira, 2 de junho de 2006 20:16
Para: evandro.petrobras
Cc: jfintra; thomas
Assunto: Re:H-BIO "REVOLUCAO TECNOLOGICA"
Evandro,
Obrigado pela noticia - essa do óleo tratado é mais velha que a posição de se ir ao banheiro... Ainda não descobri exatamente o que é feito – desconfio que adicionam óleo pesado e outros lixos e graxas, além de algum tratamento de craqueamento do glicerol / oleofinas residuais... Isso de hidrogenar é balela, pois senão vira margarina tscttsc!
Outro dia testei a formula que vc me mandou e fiz excelente diesel aqui no quintal; depois usei banha de porco e oleo usado, alterei a dosagem alcool/naoh e adicionei um pouco de querosene comum - resultou melhor ainda, com um cheiro de churrasquinho de gato (mas um pouco denso para climas frios, pois trabalhou melhor com motor aquecido).
Testei num Yanmar, 2 cilindros, mod A2 - 36 HP a 1800rpm, acoplado a um alternador de 40 KWa - obtive 36 KWa sem crise. O motor tem 36 HP e deveria cogerar somente 30 /31 KWA - a diferença talvez esteja no combustível mais explosivo. O motor trabalhou dez horas a 1800 rpm, refrigerado a etileno glicol/água e estabilizou-se a 85°C; gastou 1,9 litros por hora contra 2,4 de diesel, no mesmo motor - onde está a farsa da Peroba?. Não sei quanto tempo aguentaria, mas quando abri o bloco, restava nenhum resíduo – melhor que diesel e com cheiro de churrasco.
Depois mando mais experimentos. Abraços, Marcio

De: Ronaldo Carneiro Wagner**
Enviada em: sexta-feira, 2 de junho de 2006 17:26
Para: Fendel
Assunto: Mistura torna o biodiesel um perigo
Prezado Thomas Fendel, favor comentar
Meus votos de felicidades pelo casamento
RCW
Mistura torna o biodiesel um perigo

02/06/06 - O óleo de soja misturado diretamente ao diesel, como vem sendo adotado por alguns produtores rurais de Mato Grosso, é altamente cancerígeno e proibido por lei. O alerta foi dado ontem pela superintendente de Qualidade de Combustível da Agência Nacional de Petróleo (ANP), Maria Antonieta Andrade de Souza, e pelo coordenador de química e pesquisador da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) Evandro Luiz Dall‘Oglio.
Ambos participam do Seminário de Biodiesel BR2006 “Novas perspectivas”, que ocorre até sexta-feira (2) no Centro de Eventos do Pantanal. De acordo com o pesquisador, o motor 5D não tem força de compressão necessária para queimar o óleo vegetal, que acaba acumulando um subproduto da glicerina queimada, a acroleína, uma substância altamente prejudicial à saúde humana e ao meio ambiente.
“Esse procedimento é um desastre, uma questão de saúde pública. O governo federal deveria fazer um comunicado nacional sobre as implicações de misturar óleo vegetal in natura diretamente no diesel”, sugeriu o coordenador da UFMT.
A superintendente da ANP afirmou que a agência não tem o poder de controlar a qualidade do biocombustível utilizado para o consumo próprio, a intervenção ocorre somente naqueles destinados à comercialização. “Estou fazendo o alerta de que o uso do óleo de soja como vem sendo feito é proibido, pois produz agentes tóxicos cancerígenos comprovados cientificamente”, advertiu Maria Antonieta.
Para reduzir o custo da produção agrícola e garantir renda num cenário hostil para a agricultura, com o dólar baixo, o preço do diesel muito alto e o endividamento, agricultores de Mato Grosso passaram a utilizar o óleo de soja diretamente no motor das máquinas.
Além de sério danos à saúde e ao meio ambiente, o coordenador de química adverte que o uso de óleo vegetal puro, em longo prazo, destrói completamente o motor.
Segundo a superintende da ANP, o biocombustível é uma matriz energética que precisa ser produzida dentro das especificações legais. “A ANP publicou novas resoluções quanto a produção, a distribuição e a armazenagem do produto. O biodiesel precisa ter qualidade e uma identidade desde a origem até o consumidor final”, frisa.
Joana Dantas Fonte: Folha do Estado – Cuiabá/MT

De: anaechev
Enviada em: quinta-feira, 1 de junho de 2006 12:26
Para: biocom@grupos.com.br
Assunto: [BioCom] Banco Mundial: desenvolvimento passa pelo acesso à energia.
Gente, é o Banco Mundial dizendo que os países devem investir em diversificação e racionalização do uso de fontes de energia.
Ana Candida.
Banco Mundial: desenvolvimento passa pelo acesso à energia.
Setor elétrico está investindo US$ 80 bilhões, por ano, metade do necessário para atender a demanda dos países em desenvolvimento, segundo BID Alexandre Canazio, da Agência CanalEnergia, Negócios.
31/05/2006
O Banco Mundial estuda formas de incentivar o desenvolvimento dos países através do acesso a fontes eficientes, confiáveis e limpas de energia. Para o organismo, a falta de acesso a energia é um dos principais fatores que travam o crescimento de países em desenvolvimento. O diagnóstico está no relatório Clean Energy and Development: Towards an Investment Framework, lançado pelo banco no mês passado durante reunião com o Fundo Monetário Internacional.
O estudo apresenta alternativa para atender as necessidades dos países em desenvolvimento, que nos próximos 25 anos serão responsáveis por dois terços do crescimento da demanda por energia. O Banco Mundial destacou que serão necessários investimentos de US$ 8,1 trilhões, entre 2003 e 2030, nesses países para atender a crescente demanda. O setor elétrico destes países deverá aplicar 73% deste valor, de acordo com o relatório baseado em pesquisa da Agência Internacional de Energia. Os demais 27% serão investidos pelos setores de petróleo (12%), gás natural (12%) e carvão (3%).
O Banco Mundial ressaltou, no entanto, que os países em desenvolvimento estão fazendo apenas metade dos investimentos necessários no setor elétrico.
Ou seja, US$ 80 bilhões dos US$ 160 bilhões estimados, por ano. De acordo com o relatório, são necessárias reformas para acabar com os subsídios e fortalecer as diretrizes regulatórias e legais, ao mesmo tempo em que se
reforça o auxílio à população menos favorecida. O relatório aponta ainda que os governos destas nações precisam adotar medidas concretas que atraiam a iniciativa privada.
A aliança entre investimentos privados e públicos será essencial para os esforços de investimentos em energia, relatou o Banco Mundial. Outra medida a ser tomada é incentivar a diversificação e a racionalização do uso das fontes de energia. O relatório recomendou que o Banco Mundial faça uma revisão dos mecanismos de financiamento, levando em conta o papel do setor privado; e explore o uso de novos tipos de financiamentos para acelerar os investimentos em fontes de energia limpa e renovável.
O documento sugere ainda a criação de um subsídio a novas tecnologias que ainda não são financeiramente viáveis. O relatório também propõe o apoio a programas de pesquisa e desenvolvimento para novas tecnologias promissoras, que poderiam ser comercialmente viáveis nos próximos 25 anos. O assunto será retomado na reunião de setembro entre o Banco Mundial e o FMI. Para acessar o relatório, em inglês, clique aqui.
http://www.canalenergia.com.br/zpublisher/materias/ Newsletter.asp?id=53726
Ana Candida Echevenguá - advogada ambientalista

De: w.fuchs
Data: 05/30/06 14:24:14
Para: biocom@grupos.com.br
Assunto: [BioCom] Re: Jornal BIOCOM 9
Estimados,
Tenho um DVD promocional da empresa de biogás suíça Kompogas que mostra um veículo a GNV sendo abastecido com biogás. Toda a frota de ônibus urbanos da cidade sueca de Malmö já funciona exclusivamente a biogás.
Por isso não entendo o ufanismo do Klaus Prehn em anunciar que foram os alemães a inaugurar o primeiro posto de abastecimento de biogás do mundo...
Aliás, os biodigestores de fermentação a seco da Kompogás são três vezes mais eficientes na produção que os biodigestores conhecidos por aqui (usados principalmente para dejetos de suínos) porque peocessam até 55%
de matéria sólida. Uma tonelada de matéria orgânica contém energia equivalente a 70 litros de gasolina. Façam a conta: Curitiba produz no mínimo 600.000 toneladas de resíduos orgânicos por ano... Além de sequestrar carbono e metano, como subproduto isso daria também 250.000 toneladas de adubo orgânico de excelente qualidade.
Outra conta interessante: em Oslo existe um trem de subúrbio movido a biogás, produzido pela fermentação de carcaças de vacas velhas. Para o trajeto de 80 km o trem consome o gás gerado a partir de quatro vacas:
20 km por vaca!!! Quanta quilometragem teriam fornecido os 7.000 bois sacrificados por causa da pretensa febre aftosa no Paraná? E os 23.000, sacrificados pela verdadeira, no Mato Grosso do Sul?
A notícia mais alvissareira que nos trouxe o prof. Schrimpff da Alemanha por ocasião do STEF - Seminário de Tecnologias Alternativas no início do mês foi que a John Deere, maior fabricante mundial de tratores, produzirá em série, na planta de Mannheim, Alemanha, a partir de 2008, tratores convertidos para óleo vegetal com os kits de adaptação da VWP, a mais bem-sucedida no teste dos 100 tratores de Rostock.
Extrair óleo vegetal a frio é uma prática milenar. Foi encontrado OV em pirâmides do Egito, mais bem-conservado que as múmias.
Saudações a todos! P. Werner Fuchs

De: XXX
Enviada em: segunda-feira, 29 de maio de 2006 20:44
Para: Sergio Pataro
Cc: Fendel
Assunto: Re: RES: RES: Mini-destilaria de álcool
Caro Sérgio Pataro,
Estou vendo que a sua luta tem sido árdua.
Após extensiva pesquisa na Internet durante este final de semana e o recebimento da sua mensagem, percebo que a questão da comercialização do álcool é ainda mais intrincada do que eu estava imaginando.
Porém, apesar dos inúmeros obstáculo que percebi que existem para a comercialização, pude perceber através desta minha pesquisa na internet, que há iniciativas que podem melhorar a situação, como segue:
Encontrei no site do Governo do Estado de São Paulo
http://www.cqgp.sp.gov.br/grupos_tecnicos/gt_licitacoes/ legislacao/lei_11879_05.htm#05  informação de que foi aprovada a Lei n° 11.879 que Dispõe sobre a criação da "Política Estadual de Incentivo às Microdestilarias de Álcool e Beneficiamento de Produtos Derivados da Cana-de-Açúcar". O texto integral da desta lei pode ser encontrado no site acima.
Encontrei por acaso o site de uma empresa de consultoria chamada FNP
http://www.agrafnp.com.br/integra_noticia.php?idNoticia=1511&PHPSESSID=c40e94a7b711e99d46fb48505789
b037 - no qual está escrito que “A Comissão de Minas e Energia aprovou o Projeto de Lei 5369/05, do deputado Ivo José (PT-MG), que estabelece critérios para a criação do Programa Nacional de Microdestilarias de Álcool (Pronamicra) para promoção de desenvolvimento rural sustentável. A proposta tem como objetivo principal a geração de emprego e renda nas regiões carentes do País com vocação agrícola.”
Encontrei por último informação que o governador de Minas promulgou lei que permite a comercialização de álcool por pequenos produtores e cooperativas (a lei ainda não está regulamentada).
http://www.ufv.br/poscolheita/Alcool/alcool_principal.htm
Estas notícias dão um pouco de esperança... pelo menos foi esta impressão que tive ao lê-las. Você acha que estas leis podem abrir caminho para que se possa produzir e comercializar álcool em pequena escala? Ou você as vê com ceticismo?
Uma coisa que realmente não pude entender completamente é porque usinas grandes conseguem comercializar seus produtos e os proprietários de mini-destilarias não. Falo sobre isto do ponto de vista legal. As leis que regulam a permissão para produção e comercialização estabelecem um piso mínimo de produção? A pergunta pode ser estúpida, mas realmente não consegui descobrir nesta minha pesquisa o processo para certificar uma usina e a legislação que impede os pequenos de fazê-lo (se for uma questão puramente de escala, cooperativa de produtores ou uma sociedade com vários investidores poderia ser uma solução). Talvez você pudesse me ajudar a entender esta questão.
Quanto ao DVD, adoraria recebê-lo. Favor informar como posso reembolsá-lo pelas despesas de envio e outras despesas que possa ter para enviar o DVD para mim (Poderia me informar o número de sual conta? Se for do BB, Caixa ou Banco Real melhor ainda, mas se não for tudo bem)? XXX

De: Fernando
Enviada em: sexta-feira, 2 de junho de 2006 15:09
Para: solidariosbrasil@yahoogrupos.com.br
Assunto: Re: [solidariosbrasil] O Brasil precisa de um anarquismo energético
Muito bem colocado! Livre iniciativa, capitalismo, mas quem paga a conta é o povo, através do dinheiro público.
Creio ter sido Tom Jobim, em uma entrevista qualquer nos anos 80, que disse que o Brasil devia decidir-se se era comunista ou capitalista. Creio que ele falava nesse sentido, essas entidades públicas de direito privado, privadas de direitos público, esses financiamentos a "fundo perdido", e muitos outras figuras que agora me escapam à mente...
Fernando

De: Daniel Ciochetta
Enviada em: terça-feira, 30 de maio de 2006 15:25
Para: solidariosbrasil@yahoogrupos.com.br
Assunto: Re: [solidariosbrasil] O Brasil precisa de um anarquismo energético
Meus caros:
Concordo que o Brasil precisa de uma maior variedade de fontes energéticas, preferencialmente, das que não agridam o ambiente.
Mas há uma coisa que me chamou a atenção no texto enviado pela Ana Candida.
Porque os investimentos seriam parcialmente públicos e parcialmente
privados. Acho que está mais que na hora de acabar com estes "monstros" meio públicos, meio privados, pois a prática nos mostra que quando há lucro ele é privado, mas o investimento e os prejuízos, se houverem, são públicos.
Ora, se é interesse público e não há empresa capaz de tocar o projeto, que seja público, afinal precisamos de energia.
Agora, se há empresa privada interessada e com capacidade técnica e financeira (nada contra empréstimos, mas assumam o risco), que o faça.
Afinal, essa é ou não é uma economia de mercado?
Em suma, realmente precisamos do anarquismo energético, mas que venha da LIVRE INICIATIVA (livre mesmo acredito que diria o Fendel), ou se essa não for possível, que seja pública, afinal precisamos de energia, mas, de forma pura, o que meus amigos (se me permitem a intimidade) não acredito, afinal quem pagaria os mensalões, se não vai lucrar com isso...
Abraço a todos, Daniel Ciochetta, Assessor Jurídico

De: Ana Candida Echevenguá
Enviada em: segunda-feira, 29 de maio de 2006 23:09
Assunto: [solidariosbrasil] O Brasil precisa de um anarquismo energético
SBPE defende maior diversificação da matriz energética
Congresso da entidade discutirá temas como exploração do gás, expansão do setor energético, questões legais e regulatórias
Victor de Barros, da Agência CanalEnergia, Eventos
29/05/2006
A Sociedade Brasileira de Planejamento Energético realizará seu quinto congresso, de 31 de maio a 2 de junho, no auditório da Fundação de Empreendimentos Científicos e Tecnológicos da Universidade de Brasília (DF).
O presidente da SBPE, Afonso Santos, explica que a diversificação da matriz energética será um dos pontos altos do encontro.
"O Brasil precisa de um anarquismo energético, pois só um conjunto variado de opções trará robustez à expansão da matriz", diz. Para ele, o grande problema do país é depender demais de uma só fonte de energia, a hidroeletricidade, que deve ficar cada vez mais cara. Santos conta que, atualmente, o MWh de energia hidrelétrica e termelétrica a gás custa em torno de US$ 30 a US$ 35. "Em médio prazo, esse preço deve chegar a US$ 45 a US$ 50", estima.
Entre as alternativas destacadas pelo presidente da SBPE estão a retomada da geração hidrelétrica de médio porte e baixa queda, energia eólica e nuclear que, segundo ele, tende a crescer cada vez mais apesar da pressão
norte-americana contra esse tipo de energia.
Santos ressaltou ainda a necessidade do gás natural liquefeito. Para ele, a crise na Bolívia deve levar os brasileiros a discutirem não somente a questão técnica, mas, principalmente, a confiabilidade política na região.
"Temos de pensar até que ponto podemos confiar num país que nacionalizou a produção de gás natural depois que toda infra-estrutura foi construída com investimentos brasileiros", comenta.
Os interessados podem obter mais informações e se inscrever no site  www.sbpe.org.br


De: Oficina de Textos
Enviada em: terça-feira, 30 de maio de 2006 03:16
Para: Fendel; EU SOU; Paulo Roberto Paese; ERIKA
Cc: Luciabeatriz; Ana Cândida Echevenguara
Assunto: Re: Jornal BIOCOM 9
Fendel, eu quero lhe parabenizar mais uma vez e desta, via VIRTUAL, pelo que acompanha pari passo tudo o que se relaciona a ENERGIA.
Seja ela bio ou não, você tem o CONHECIMENTO e a melhor forma de aplicá-la. Creio que os JOVENS, muito ficarão a dever a esta tua maneira de ser e estar na vida.
Nem sei se os jovens de hoje conseguem se aperceber que a vida é feita dos feitos dos jovens de ONTEM, e claro, eu cá que ainda me sinto jovem mas, cronologicamente não sou ridículo; gostaria imenso que a JUVENTUDE ouvisse e compreendesse melhor as tuas participações não apenas na NET, e nem mesmo na REDE, mas na vida, esta coisa que pulsa dentro de nós e ENERGETICAMENTE É O QUE É...
Assim, agradeço você continuar na mesma senda que eu O CONHECI e lembre-se O SONHO COMANDA A VIDA, às vezes pensamos que o sonho será apenas para nós sonharmos, mas nada melhor do que sabermos que o ABRIMOS A TODOS, e claro, todos poderão em vez de ter pesadelos, sonharem acordados no momento em que O SONHO QUE THOMAS RENATUS FENDEL conseguiu tornar realidade apesar de que há uns anos, quem o ouvisse lhe chamaria LUNÁTICO, o que aliás sempre fazem conosco, desde que o mundo é mundo.
Muito bom saber, volto a falar, que continuas no mesmo percurso e cada vez cercado de mais gente que também acredita no que você sempre
acreditou... AINDA BEM QUE ASSIM FOI, porque de fósseis chega a fossa em que colocaram o nosso País... No entanto, lá na fossa há muita ENERGIA que, sei,iremos saber USAR para o bem de todos e felicidade geral da NAÇÃO.
Grande abraço a ti, a família, ao GERT FISHER, e a todos que comungam de idéias aparentemente sem nexo, mas que um dia começam a tomar forma pelo que souberam fazê-las vencer os obstáculos que os NEXOS, impunham.
Nosso primeiro encontro no Village Praia, em Itapema, da estimada WALKYRIA GARCIA, deixou-me de caras uma marca indelével de que estava diante de um GÊNIO da ENERGIA, movido a calor humano BRASILEIRO.
Um Alemão com coração BRASILEIRO é mesmo a maior forma de reciclagem que O BRASIL CRIOU e este chama-se Thomas Renatus Fendel.
Édison Pereira de Almeida - Escritor
Chanceler do Instituto Brasileiro de Culturas Internacionais.
Universidade da Paz
RECA - Rede Européia de Comunicação Ambiental
Rotary Clube Funchal e São Paulo Oeste.
www.ermitaodapicinguaba.com

From: Hernani Lopes de Sà Filho
To: João Rockett
Caro João,
O nome gás natural, apesar da natureza mineral, tem como objetivo confundir o consumidor que imagina ser um gás saudável para o meio ambiente.
Poderia ser chamado de PetroGás, conforme solicitei à ANP, em 1999, no Congresso Brasil Alemanha em Fortaleza.
Abrç, Hernani Sá(o pai)

From: João Rockett
To: Hernani Lopes de Sà Filho
Sent: Monday, May 29, 2006 11:05 PM
Subject: Re: Gás NATURAL?-> Geisel já avisava.
Natural, qual o gás que é natural??? É, se fosse o governo americano com certeza não permitiria o acesso ao gás, pior, e se corta-se o acesso ao gás não faltariam "brasileiros" a defender a posição, de que não podemos USAr o que não é "nosso", na real teríamos é que defender o Proálcool, mais que defender o direito dos usineiros quererem exportar açucar, terão o direito???
Nem vamos falar de biodisel, pois o óleo vegetal puro, seria de domínio Publico. "Imagina que barbaridade qualquer um ter acesso"

----- Original Message -----
De: Hernani Lopes de Sà Filho
Enviada em: terça-feira, 23 de maio de 2006 09:15
Para: Fendel; Ana Candida Echevenguá
Assunto: Recebi esta hoje->> há,há,há:
Re Da Vida->Re: biocombustível
Fendel.
A putaria de hoje!
Hernani Sá(o pai)
Óleo Vegetal Puro no motor: suicídio econômico
André Luis Pereira, Redação MB do Brasil na Agrishow Ribeirão 2006
Esse é o conteúdo que foi retirado do motor de um trator Valtra após 600 horas de trabalho utilizando Óleo Vegetal Puro (lembrem-se que biodiesel não é óleo vegetal).
A "gosma" é uma mistura de hidrocarbonetos e carvão, muito parecida com asfalto.
Esse é o resultado do desconhecimento de muitos agricultores que usam hoje esse verdadeiro veneno para motores.
Biodiesel é o produto de uma reação química entre etanol ou metanol (alcool) com um óleo vegetal ou gordura animal na presença de um catalisador. O biodiesel em si é um éster do alcool utilizado para fabricá-lo.

Jornal BIOCOM 11

Minha cara/o "blua_aglo", e meu caro Vander.

Na época de implantação do gasoduto Brasil/Bolívia debati com o eng. Horta, diretor da ANP. Seu argumento principal era de que precisávamos ajudar los hermanos Bolivianos... Lembro que respondi: deveríamos primeiro cuidar de nosso povo, antes de fazer benesses pros vizinhos.
Ele desistiu de participar da lista bioenergia... claro, onde já se viu alguma "otoridade" neste país dar satisfação a seus explorados, sobre temas que nos dizem respeito.
E até hoje, por décadas e décadas, todo o gás natural nacional continua sendo simplesmente jogado fora, queimado no topo das chaminés, em todas as refinarias e poços brasileiros. Seria de bom tom que a pbrás reconhecesse e corrigisse este crime ambiental lesa pátria, digo, lesa mundo.
Falando em gás, a foto acima é de uma camionete C10 - GM a gasogênio, que circula aqui em Rio Negro - PR e Mafra - SC. O combustível único deste veículo é madeira picada do tamanho de uma caixa de fósforos. Seu desempenho é uma maravilha. Estamos experimentando seu funcionamento com briquetes de carvão vegetal, fornecidos pela empresa de bioenergias www.cepevil.com.br

Meu caro Marcio

Ainda não estou convencido de que vc fez biodiesel... afinal sobrou ou não, glicerina no processo? Se não sobrou, vc fez apenas uma mistura de OVN com álcool e soda...
Minha desconfiança se baseia no fato de que o biodiesel é mais fraco no motor do que os OVNs, e o próprio Diesel.
Quanto à acroleína, se ela fosse cancerígena, teriam que ser fechados e lacrados todos os restaurantes, pastelarias e que tais. Sem considerar que a acroleína é combustível e queima nos oxicatalisadores.
E por favor, nos mantenha informado sobre seus experimentos... a união faz a força, e quantos mais formos, mais rápida será a queda do imundo reinado plífero.

Meu caro Scirea

A energia nuclear nunca será verde na face da terra.
Primeiro: as reservas de urânio são limitadas e não passam, por enquanto, de 150 anos.
Segundo: A energia nuclear de fissão sempre libera grandes quantidades de lixo nuclear, que se mantém radioativo por muito tempo, o que torna perigoso qualquer depósito.
Terceiro: por mais moderna e eficiente que seja a tecnologia empregada, sempre ocorre a possibilidade de erros de operação e de projeto, além é claro de sabotagens e ataques terrorristas, ainda mais hoje, quando até o Marcola já tem acesso e dinheiro para comprar um missilsinho nuclear.
Quando Bush souber que na Rocinha tem ogiva nuclear, vai respeitar um pouquinho o Brasil, e quiçá não seremos invadidos pela cobiça à nossa bioenergia, com desculpas esfarrapadas.
Quarto: A energia nuclear por fusão, envolve temperaturas de milhares de graus centígrados, impossíveis de serem manipulados e controlados aqui na terra, enquanto que no sol, este processo ocorre espontaneamente a bilhões de anos e vai durar mais alguns tantos de bilhões de anos.
Portanto, nada melhor do que as maravilhosas energias renováveis, que dependem exclusivamente da energia solar contemporânea.

My dear Henry

É claro que qualquer atividade humana interage com o ambiente. E para todas estas interferências existem limites que as tornam positivas ou negativas ecologicamente. Assim, se vc urinar "uma vez" num pé de abacate, ele vai ficar até contente, mas se vc fizer isso toda hora, ele não vai apreciar muito não, pois ocorre asfixia por excesso de nutrientes.
Da mesma forma as Bioenergias. Elas são fantásticas sendo distribuídas e diversificadas... nada de infinitas "plantations".
E para torná-las eficientes em pequena e sustentável escala, tem-se que fazer leis menos estúpidas, tem-se que permitir a produção e a venda em pequena escala, bem como a adicional venda de EE excedente a preços compatíveis.

Meu caro Estevão

Este jornal, do qual vc agora é assinante, continuará sendo difundido de graça. O único custo é repassá-lo a mais pessoas.
Gostei de sua analogia: o cachorro de mudança e o povo brasileiro... realmente, quando o povo abana o rabo, lá vem o poder e lhe desfere um chute no traseiro, de modos ao latente perder rumo e orientação.
Exatamente assim age a pbrás em relação às bioenergias. A linguiça é só dela, ela não admite dividir as alegrias e os sabugos no cocho.

Meu caro YYY

Mesmo utilizando a fantástica bioenergia, não se deve usá-la para geração de energia elétrica somente, e sim cogeração. Deve-se procurar uma aplicação para o calor restante nos 60% da energia residual ainda contida nos gases de escapamento e na água de refrigeração.
Caso contrário, vc estará fazendo apenas termoelétricas, que em países inteligentes, como na Dinamarca, são proibidas.
O mundo é movido a trololó. Veja, os imorais subsídios em cascata em toda parte. O nosso Diesel subsidiado promove um subsídio maior ao biobobodiesel, que por sua vez acarreta preços baixos no agronegócio e no transporte nacional, que resulta em vultoso subsídio ao agronegócio aí da Europa e nos EUA.
O mesmo absurdo ocorre na energia elétrica, onde os imorais subsídios aos eletrointensivos nacionais com descontes de 80%, resultam em subsídios na energia eletrointensiva européia... em plena época de aumento de preços das energias, ...ao povo.
E quem paga a conta? O bobo eleitor daqui e de lá, que só quer discutir futebol, e que considera: chacoalhar a bandeira num buzinaço, é ser patriota..

Minha querida Ana

Não é a primeira vez que este professor Leite escreve sobre o que não entende, ou entende pela metade.
Não se pode simplesmente comparar 1 litro ou kg de álcool, com 1 l ou kg de OVN...
Os OVN tem praticamente o dobro da autonomia e 50% a mais de energia, comparados ao álcool.
Além disso, para cada litro de óleo de soja, se produz no mínimo e em conjunto 4 kg de ração, sem falar da palha que poderia ser convertida em biocarvão, ou biocogeração, etc, tal qual está se finalmente e capengamente fazendo para o bagaço da cana.
Está correto o ancião professor em protestar contra os imorais e desnecessários subídios mundiais.

Meu caro Telmo

Esse carro que "anda" 120 km com o hidrogênio extraído de 3 litros de álcool é um conto da carrochinha, ou, se encontra amarrado em cima de um caminhão... hehehé.
Acontece que na molécula do etanol C2H5OH temos em massa: 52% de carbono, 13% de hidrogênio e 35% de oxigênio, o que corresponde em termos de energia útil a mais ou menos 75% para o carbono, 25% para o hidrogênio e 0% para o oxigênio. A rigor, poder-se até considerar o oxigênio como energia negativa...
Se comparativamente, neste carro estivesse instalado um motor Otto a álcool, o carro, com o mesmo "pêso" e aerodinâmica, faria 360 km, com os mesmos 3 litros de álcool, e seria 20 vezes mais barato, e 5 vezes menos perigoso.
E se utilizasse um motor a óleo vegetal, faria utópicos 720 km com apenas 3 litros de OVN...
Calculando por baixo, e considerando:
1 l de OVN tem 7.800 kcal
1 l de etanol tem 5.300 kcal
1 l de hidrogênio tem 2.300 kcal liquefeito a -253 C
(ou que 1 kg de hidrogênio tem 28.570 kcal e 1 kg de carbono tem 7.860 kcal)
Percebemos por mais este exemplo, que seria conveniente o pessoal das energias, das mídias, e políticos, voltar ao ensino fundamental, ou no mínimo fazer um supletivo.

Meu caro Judson

Como pode a bandeira do biodiesel ser a mamona, e, a única região do país que produz mamona em abundância, viver na penúria, mentira e ilusão?
Esta farsa, nem aparato policial ou militar resolve.
Aliás... tem algo que saia do governo, que não seja falso?

Meu caro Brito (Cote)

Passou da hora de se acabar com a imoral propaganda da pbrás, não só da mentirosa autosuficiência.
São todas intencionais e insustentáveis lorotas.
Não consigo entender o porquê de tanta enganação.


Consumo de combustível cai em abril
http://www.power.inf.br/notic_dia.php?cod=1404
Além da recessão, já é considerável a mistura de OVN ao Diesel nas regiões sul, centro-oeste e sudeste.

Cancelada audiência sobre gestão de refinarias de petróleo
http://www.power.inf.br/notic_dia.php?cod=1423
Como o lobie e o mensalão falam mais alto, nada de se controlar e moralizar as sujas refinarias.

Desoneração do óleo diesel nos planos da Sefaz
http://www.power.inf.br/notic_dia.php?cod=1408
Mais falcatruas no ar... ao invés de promover o lucro, a arrecadação e o desenvolvimento dos OVN, pensam em fazer imorais subsídios ao agronegócio.

Óleo vegetal move máquina sem danificar motor
http://portal.antp.org.br/clip/news/News%20Articles/ DispForm.aspx?ID=1210
Este é um concorrente meu, hehehé... que sabe das coisas...

Chineses financiam R$ 1 bi para Candiota - usina termoelétrica a carvão fóssil.
http://www.intelog.net/site/default.asp?TroncoID=907492&SecaoID=508074&SubsecaoID=715548&Template=../
artigosnoticias/user_exibir.asp&ID=200316
Isso é uma pouca vergonha, e ainda por cima querem importar o sujo carvão fóssil da China, para os navios, que levam nosso minério de ferro bruto, não voltarem vazios de lá. Em plena época de redução de carbono no ar, esses mensaleiros bandidos transformam nossa matriz energética renovável, em arcaica, ultrapassada, combatida e suja matriz fóssil. Cadê a rigorosa licença ambiental desta imundície? Claro... uma boa mensalãodade a dispensa.

Quando governos e ciência erram, população morre ou paga a conta
E mais: Furta-se enquanto se procura emprego
http://www.ovizinho.com.br/

Para quem quer saber mais sobre fixação de nitrogênio e agroecologia, meu Bioamigo alemão Juergen recomenda os artigos:
http://www.agroecology.org/cases/greenmanure/pictures.htm
http://www.nottingham.ac.uk/biosciences/plantsci/staff/ted_cocking.html
http://aem.highwire.org/cgi/content/full/66/5/2185
http://www.ingentaconnect.com/content/maik/mici/2001/00000070/00000005/00363507

HidroBioabraços
Eng. Thomas Renatus Fendel
www.fendel.com.br
Divulgação autorizada e desejável.
“O povo se reúne aos milhares em praça pública para colocar com alegria frenética a pátria nas chuteiras da seleção, e se omite na hora de colocar o Brasil dentro de seu coração num momento em que a vergonha de ter um presidente bêbado, medíocre e conivente com toda sorte de sandices denigre uma instituição que deveria representar a galhardia do morrer pela pátria” - Blog Minuto Político


De: COTE- Consultoria Operacional Ltda.
Enviada em: segunda-feira, 12 de junho de 2006 19:52
Para: 'COTE - Consultoria - Campo Grande'
Assunto: BOMBA!! PROPAGANDA DA PETROBRAS É ENGANOSA!!
O senador Heráclito Fortes (PFL-PI) anunciou que deu entrada no Conselho Nacional de Auto-Regulamentação Publicitária (Conar) com um pedido de suspensão da mega-campanha publicitária da Petrobras sobre a proclamada auto-suficiência brasileira em petróleo. A campanha tem custo de R$ 120 milhões e é executada pelo publicitário Duda Mendonça e por outras duas agências de publicidade.
Para requerer a suspensão no Conar, Heráclito se disse motivado por comentário do jornalista Alberto Sardemberg, na Rádio CBN, informando que, em maio deste ano, o comércio brasileiro de petróleo e de derivados apresentou um déficit de US$ 603 milhões, o mais alto desde agosto de 2005.
"Isto significa que, até o final do ano, mantida essa tendência, chegaremos, segundo os especialistas citados por Sardemberg, a um déficit de US$ 3 bilhões", explicou o senador, ressaltando que o déficit do ano passado ficou em US$ 4 bilhões.
"Ora, para se chegar à auto-suficiência, é preciso que este fluxo seja zero a zero ou as exportações superem as importações. Ou seja, que o comércio seja superavitário. Mas, pelo que estamos constatando, continuamos sujeitos aos riscos do mercado internacional, que tem reflexos locais. Isto só não ocorreria se não precisássemos mais importar. Portanto, a propaganda é enganosa e deve ser suspensa", concluiu.
Com Agência Senado
Cote Consultoria - Divisão de Cereais - Visite nosso site: www.cote.com.br

De: Judson
Enviada em: segunda-feira, 12 de junho de 2006 17:44
Para: ECOLOGIA EM AÇÃO; cursosgestao
Assunto: [solidariosbrasil] Trabalhadores na mamona fazem protesto no Piaui
Agricultores de mamona fazem protesto na Fazenda Santa Clara
O ambientalista, Judson Barros, registra manifestação de agricultores de mamona na Fazenda Santa Clara, em Canto do Buriti, segundo ele as pessoas passam fome e sede.
Da redação
Dionísio Carvalho
No último sábado, dia 10, trabalhadores da Fazenda Santa Clara, localizada no município de Canto do Buriti, fizeram uma manifestação exigindo melhores condições de vida.
A movimentação foi tensa, pois até a polícia foi chamada para conter os agricultores na frente da fazenda. Pessoas protestavam pedindo justiça e atenção para com a classe. Mais de 300 trabalhadores participaram do manifesto.
Segundo o ambientalista Judson Barros, que esteve presente no local; afirmou que os trabalhadores encontram-se revoltados devido ao descaso do poder público. O mesmo disse ainda, que esses agricultores passam fome e sede, fato que registrou através de fotos (logo abaixo).
"Vemos aqui um exemplo de descaso do Governo do Estado para com estas pessoas, pois não sou eu que estou dizendo, veja o número de trabalhadores que participaram desse protesto, será que eles estão satisfeitos?" falou Judson.
A mobilização segundo o ambientalista foi significativa, pois a iniciativa fora dos próprios agricultores, mostrando que o homem do campo está criando consciência e exigindo seus direitos. Judson ainda disse que os líderes não irão parar com os protestos, enquanto não forem atendidos pelo Governo.

Matéria impressa do site: www.riachaonet.com.br
Assunto: [solidariosbrasil] Trabalhadores botam água no biodiesel
Permanece o impasse na fazenda Santa Clara da Brasil Ecodiesel
12/06/2006 - www.portalaz.com.br
Mais de 300 trabalhadores da Fazenda Santa Clara, da empresa Brasil Ecodiesel interditaram no último sábado, a entrada da fazenda, no município de Canto do Buriti, 391 km de Teresina. Eles reivindicam a renovação do contrato, vencido em maio, o recebimento de 75% do feijão a que têm direito, além de melhores condições de trabalho. Eles denunciam também maus tratos por parte da direção da usina de produção.
De acordo com o ambientalista Judson Barros, que acompanha o drama dos trabalhadores, a situação no local é insustentável devido a fome. Famílias inteiras estão passando privações sem que as autoridades intervenham.
Segundo ele, da mamona os trabalhadores não lucram nada, uma vez que já entregaram 50% da colheita, ficando o restante para pagar o adiantamento de 150 reais que recebem ao mês e mais 30 reais de cesta básica.
Ainda segundo Judson, a empresa cobra 3.900kg de mamona pelo adiantamento, a produção está em torno de 500 kg por hectare. Os trabalhadores plantam somente 5 hectares. O máximo que conseguem colher é 2500kg nos 5 hectares. Desse total retiram 50% para a empresa e o restante é para pagar o adiantamento. Resultado, todos ficam devendo a empresa.
Ele disse ainda que a empresa vendeu 40% das ações para um grupo alemão e os trabalhadores não foram informados como vai funcionar a nova parceria." O tratamento que a direção da Ecodiesel para com essa gente é desumana. São ameaças, demissões, humilhações", garante o ambientalista.
Como no último sábado não foram recebidos pela direção, os trabalhadores rurais marcaram outro protesto para o próximo dia 20, em frente a fazenda." Estamos tentando abrir uma negociação para encontrar uma solução para os trabalhadores, mas está difícil, a empresa se nega a negociar com o sertanejo", afirma Judson.


De: Telmo
Enviada em: domingo, 11 de junho de 2006 16:06
Para: biocom@grupos.com.br
Cc: Abrasgrãos-Y
Assunto: [BioCom] COMUNICADO da Enerbio 12/06/06
Caro Fendel e demais
Estamos perdendo nosso tempo. Olha só a maravilha anunciada abaixo. Um carro rodou 120 km com o hidrogênio extraído de apenas três (3) litros de álcool! Mas que maravilha! É impressionante!
Seria trágico se não fôsse cômico... (Telmo)
http://www.electrocell.com.br/   e   http://www.brasilagro.com.br

De: anaechev
Enviada em: domingo, 11 de junho de 2006 16:59
Para: biocom@grupos.com.br
Cc: biocom@grupos.com.br
Assunto: [BioCom] Por fora bela viola, mas por dentro...
Li o artigo e lembrei de imediato do Fendel e do Gert. Que bom que começam a apontar falhas no novo projeto brasileiro. A gente vai compilando as burradas e cria uma tese para o enfrentamento ao biodiesel.
Ana Candida.
Por fora bela viola, mas por dentro... Este Professor tem razão mas vai preso igual!
É mais um Professor que está alienado da realidade... veja o que ele escreveu: tem razão mas vai preso igual.
Este tipo de gente não pensa direito não?
É simples, veja porque se usará o óleo de soja por primeiro para fazer biocombustíveis: Simplesmente porque é o mais barato! Assim que a utilização aumentar, a cotação de seu prêço subirá e quando igualar-se ao próximo, será o cliente quem escolherá qual usar.
Exemplificando, o óleo de soja vale atualmente cerca de 550 dólares por tonelada. O de girassol 700. Mamona 800 Na medida em que o óleo de soja escassear, sua cotação subirá e quando igualar-se ao preço do óleo de girassol, as pessoas escolherão qual usar e produzir. Simples assim!
Somente o óleo de dendê é mais barato do que todos os outros porém, a produção se dá lá na Amazônia e portanto o frete para trazê-lo, atualmente é caro.

Data:11/6/2006 Fonte: FOLHA DE SÃO PAULO - SP
O governo federal acaba de anunciar um programa de grande porte para salvar a agroindústria da soja. O plano é adicionar óleos vegetais in natura ao diesel, submetendo a mistura a um processo de hidrogenação. (Atenção, é um pensamento errado! A intenção é misturar óleos vegetais no petróleo,antes do refino..!) Com isso, seriam evitados os custos da transesterificação, processamento necessário quando o óleo vegetal é adicionado ao diesel sem posterior hidrogenação. Dessa forma, evitam-se os custos operacionais e de investimentos para equipamentos de transesterificação. Parece, portanto, uma excelente idéia. Mas não é. Vejamos por quê.
Se a intenção é inserir biocombustíveis na matriz energética, devemos optar por óleos que tenham maior produtividade por hectare.
A cultura da soja para produção de óleo se caracteriza por uma produtividade por unidade de área cultivada extremamente baixa, entre 10 e 12 vezes menor que a da cana-de-açúcar para o álcool, por exemplo.
Como conseqüência dessa baixa produtividade, a logística operacional interna isto é, colheita, plantio, etc., consome uma quantidade de combustível muito maior que no caso da cana-de-açúcar, uma vez que a área plantada para a mesma energia produzida é 10 a 12 vezes maior.
Essa é apenas uma das razões para a baixa produtividade da soja. Além do mais, no âmbito das tecnologias tradicionais, a produção de soja já percorreu prolongado aprendizado, havendo provavelmente pouco espaço para
aumento de produtividade.
Enquanto para a produção de 8 unidades de energia na forma de álcool de cana-de-açúcar consome-se apenas 1 unidade de combustível, para o óleo vegetal proveniente da soja este fator seria, segundo os cálculos mais
benevolentes, de 1,43 para 1.
Se adicionarmos a logística externa e custos energéticos da hidrogenação, seria dispendida quase tanta energia para produzir e distribuir o biodiesel de soja quanto àquela que dele se poderia aproveitar. Portanto, não haveria contribuição significativa, fosse para a redução do efeito estufa, fosse para a economia de combustíveis.
E o programa só se sustentaria enquanto subsidiado, não havendo esperança de tornar-se auto-sustentável econômica e energeticamente. O único benefício seria uma melhoria do ambiente em grandes centros urbanos, devido à redução de gases poluentes. Por outro lado, se a meta de inserção de óleo de soja a 10% no diesel for alcançada, o subsídio anual poderá chegar a cerca de R$ 4 bilhões.
Com o eminente declínio da produção do petróleo, conseqüente elevação de seus preços e concomitante crescimento da demanda de combustíveis líquidos, o recurso à biomassa energética deverá crescer inexoravelmente. Com isso,aumentará o valor econômico e estratégico de terras para o plantio de bioenergéticos.
A produtividade por unidade de área será, portanto, o fator dominante em qualquer avaliação de eventuais opções no campo de biocombustíveis.
Como exemplo, façamos uma comparação inusitada, mas altamente pertinente, entre três das mais importantes áreas do agronegócio nacional.
A contribuição ao PIB brasileiro da produção de cana-de-açúcar no Estado de São Paulo está entre US$ 10 bilhões e R$ 11 bilhões, incluindo-se contribuições indiretas e induzidas (efeito renda). Essa produção ocupa 3 milhões de hectares. A pecuária nacional, com cerca de 200 milhões de hectares, e a soja, com 20 milhões, representam juntas uma contribuição ao PIB brasileiro aproximadamente igual àquela da cana, mas retendo uma área 75 vezes maior.
Os EUA têm um extenso programa de produção de álcool a partir de milho que também é bastante ineficiente e, portanto, altamente subsidiado.
E a razão é a mesma verificada no caso do óleo de soja: a baixa produtividade por hectare. E para proteger essa indústria, a importação do álcool brasileiro é altamente taxada. Essa distorção vem sendo denunciada em todas as instâncias da sociedade americana e também pelo governo brasileiro.
Mas a batalha será árdua, pois o lobby do setor é poderoso. Estamos prestes a instalar uma perversão econômica idêntica, que no futuro será irremovível.
Se a intenção é promover a inserção de biocombustíveis na matriz energética nacional, devemos dirigir nossos esforços para óleos que tenham maior produtividade por hectare e que ainda não foram tecnologicamente elaborados, como o dendê e a mamona.
Se a intenção é simplesmente salvar os empresários da soja, a solução seria o governo auxiliar a conversão para a produção de álcool (o que pode ser feito em dois ou três anos), uma vez que esse energético tem demanda assegurada e elevada competitividade no mercado internacional.
ROGÉRIO CEZAR DE CERQUEIRA LEITE, 74, físico, é professor emérito da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) e membro do Conselho Editorial da Folha.

Se alguém souber como entrar em contato com este Professor, me avise.
Quero dar um puxão de orelha nele!
(os grifos acima são nossos.)
Abs, Telmo Heinen - Formosa (GO)
Grupo Virtual: Tribuna Virtual da Produção Social Doméstica de
Biocombustíveis - Nosso e-mail: biocom@grupos.com.br. Uma
bio-homenagem aberta a Thomas Renatus Fendel - www.fendel.com.br

De: YYY
Enviada em: sexta-feira, 9 de junho de 2006 08:35
Para: thomas@fendel.com.br
Assunto: RE: RES: moto gerador
Amigo, veja como opera a lei de energias aqui na Espanha, e me diga se nao eh tentador meter umas maquinas aqui... O pessoal do campo quer produzir girassol e colsa, para os sanguessugas do biobobodiesel daqui. To me enfileirando aqui com uns produtores para meter umas maquinas para converter esses azeites em c.a., 50Hz.
Os produtores rurais aqui da catalunha tao sem pelo de tanto que ja estafaram eles. A gente cre que os subsidios ajudam o pequeno produtor: nada, quem ganha mesmo sao os grandes produtores, ducados e principados. Os comerciantes que operam na compra de frutas e hortalicas dos pequenos e medios produtores, sabendo que eles tem um subsidio por producion, lhes pagam 10% do valor de venda por Kg... Agora quem quer revezar na estafa ao pequeno e medio produtor daqui, sao os produtores de biobobodiesel.
Realmente, o negocio de dominar e destruir o trabalhador eh forte, no Brasil e em qualquer lugar do mundo. Safadesa dos governantes eh congenita ou adquirida? Essa eh a unica duvida que nos resta dessa encrenca...
Um abraco...

De: Estevao Pereira
Enviada em: segunda-feira, 12 de junho de 2006 00:52
Para: Fendel
Assunto: Re: Jornal BIOCOM 10
Ilmo. Sr. Fendel,
Será uma honra receber este importante jornal, e se houver custos terei prazer em acertar.
Grato, Estevao

Em 07/06/06, Fendel escreveu:
Caro Estevão
Abaixo o Jornal BIOCOM, onde "comento" este fato...
vou incluir teu endereço em minha lista e assim vc receberá os próximos jornais semanais...
Hidrobiobraços Fendel

De: Estevao Pereira
Enviada em: quarta-feira, 7 de junho de 2006 20:07
Para: thomas@fendel.com.br
Assunto: OVN, cancerígeno
Prezado sr. Thomas R. Fendel,
O que o sr. acha no encontro de Biodiesel, no MT alertando, que o OVN, é muito perigoso, e pede que ninguém o utilize, pois é um produto altamente "cancerígeno", e quase letal, o entendido é o sr. PAULO TEIXEIRA. Humm.......Humm, será que estão procurando tirar o tapete dos agricultores do MT, que a maioria já utiliza nas máquinas e tratores OVN, e estão mais faceiros que cachorro em cima de caminhão de mudança.
Grato, Estevao

De: Henry Curtis
Data: 06/07/06 00:05:12
Para: henry
Assunto: re: Ethanol Questions
Aloha
Brazil switch to ethanol is now being considered by many other countries.
All energy systems pollute. In weighing different energy options it is important to under their underlying economics, thermodynamics and environmental impacts.
In understanding the Brazil experience, what energy sources are used to grow energy crops and power ethanol plants: hydroelectric, biomass, oil? Are these resources subsidized? Is irrigated water used, and if so, what powers the water? Are sugar fields burned? Are there significant health impacts? How is the run-off dealt with? What is the yearly loss rate for soil fertility?
Where should I turn to better understand these issues?
Henry Curtis, Hawaii
Executive Director - Life of the Land
76 N. King Street, Suite 203 - Honolulu, HI 96817 - 808-533-3454

De: Scirea
Enviada em: terça-feira, 6 de junho de 2006 21:54
Para: solidariosbrasil@yahoogrupos.com.br
Assunto: [solidariosbrasil] A energia nuclear pode ser verde?
Boa noite,
Gostaria de fazer esta pergunta aos críticos do Solidários Brasil, por isso repasso-lhes a reportagem da Revista Galileu com os devido créditos.
Abraço. Carlos Eduardo Scirea
http://revistagalileu.globo.com/Galileu/0,6993,ECT1203579-1719-1,00.html

De: Marcio F. Barci
Enviada em: terça-feira, 6 de junho de 2006 10:37
Para: Fendel
Assunto: Re: Jornal BIOCOM 10
Prezado Dr Fendel,
Obrigado pela inclusão de nosso e-mail para Evandro, assim como pelos comentários. Concordo consigo em genero, numero e grau nos assuntos energéticos - o mundo só não é muiiiito melhor pelos intere$$e$ envolvidos.
Sobre meus experimentos aqui onde estou por agora - Coromandel - MG -
1- Processei um pouco de biodiesel, pela formula do Evandro e testei num motor Yanmar 2cc, mod AE2, novo, acoplado a um alternador de 40 KWa. Com diesel esse motor cogera até 30 / 32 KWa a 1800/ 1900 rpm. Com biodiesel simples, necessitei 2000 / 2100 rpm para obter tensões equivalentes a 28 KWa. MIsturei 50% de diesel e o rendimento enquadrou-se no normal - a tensão subiu e o consumo retornou aos 1,8 / 2 l /h. Observe que esse motor de 2cc, tem a mesma compressão dos grandes, portanto não se enquadra na linha B, monocilindrico.
Resolvi testar coisas que ouvira pelo rio Araguaia, nos idos de 68, sobre motores diesel funcionando com gordura animal (eu ainda jovem estudante, certamente duvidei, mas não me esqueci das conversas com os ribeirinhos). Misturei 30 % gordura de porco/ vaca etc (material para sabão, muito usado aqui em Minas) e medi a densidade da mistura (estava mais pesada que o diesel e biodiesel), portanto acrescentei 10% de alcool / naoh do Evandro, e para desaparecer com a viscosidade maior, acrescentei mais 10% (vol) de querosene comum - a densidade se equilibrou (qual? não sei, mas o peso de um litro dessa mistura ficou igual ao peso do diesel comum).
Alimentei o motor, por umas 10 horas, a 1800 rpm. Nas medidas das tensões nos bornes de saida, quando exigi carga do alternador, medimos potencias de até 36 KWa. O motor rodou mais equilibrado e harmonico, emitiu pouquíssima fumaça depois de aquecido. Para cogerar 36 KWa, necessitamos pelo menos 40 / 44 HP. Deduzimos que a sobrepotencia foi devida ao combustível mais forte, pois o regime continuo de trabalho evidenciou isso, principalmente nas fases de exigencia de altas amperagens x retomada do motor - esse valentezinho nem ligou, perdeu alguns segundos de rotação e alavancou novamente.
Curioso, eu abri o bloco para verificar valvulas, depósitos de sujidades e residuos - limpo melhor que com diesel... O experimento carece de padronização cientifica, parametros comparativos etc - mas pra mim foi conclusivo - sobra de porco e de vaca, gordura de ETEs, oleos vegetais, oleos lubrificantes usados, quando misturados e com densidade/ viscosidade controlada são fenomenal combustivel - e continuarei por ai.
A causa real, não sei, mas estou planejando alguns experimentos com um Cummings 555, V8, alta rotação, de 250 HP (assim que tiver disponibilidade pra bancar $$), e testar regulagens de bomba para cada viscosidade/ mistura, potencias obtidas na mesma faixa de rotação, consumo etc... No minimo abaixarei os custos operacionais dos meus projetos de mineração.
Referente à acroleina de outro comentário seu - se der cancer, bebedores de 51 morrerão mais cedo... Vejamos - não me lembro das formulas - mas quando fabriquei cachaça, nos idos de 90 / 96, aprendi das análises de cromatografia de gases que efetuei e da literatura, que o glicerol (um alcool por excelencia, de cadeia meio que longa) gerado na fermentação do mosto (e que dá a sensação de doce, na cachaça) altera-se para acroleina, quando da destilação do mesmo, pois o glicerol altera-se a acroleina, acima dos 90 °C (motivo pelo qual utilizei destilação à vácuo, com ponto de fervura a 85°C) e obtive o fenomenal produto que bebo até hoje. O cheiro rascante de pingão, bafo brabo de fundo de alambique e dor de cabeça de matar é causado basicamente por esse produto. O resto é sacanagem dos intere$$ado$ na difamação de alternativas energéticas.
Sobre biogás, lixo energético, fermentação anaeróbica termofílica de lixo úmido, produção de hidrogenio em lixo a temperaturas supra termifílicas, cogeraçãode energia com biogás tenho até patente de processo! As máfias do lixo não nos permitem instalar projetos alternativos , as ONG's criam tanto embaraço que ficamos com vergonha e desconfiamos que elas são financiadas pelos porcos de plantão.
Aqui é Brasil - vale tudo... até ficar homem com homem e mulher com mulher - em nome da democracia! Só não vale ser sério...
Grande abraço
Marcio

Data: Qui 8 jun 2006 20:38
De: Vander de Souza Dias
ola... trabalhei na refinaria de Paulinia... o boca do chamine que se queima o gas, tem 1,20 m. e na epoca... o setor de compras calculava que se queimava, no minino, um carro por dia... isto eh disperdicio... e acho que isto continua... vander

De: "blua_aglo"
Para: TudoSobrePlantas
Assunto: Jornal BIOCOM 10
Data: Seg 5 jun 2006 23:46
"...O mais inacreditável, é que para a Porcobrás foi "melhor" importar GN, enquanto jogava e continua jogando fora (queima em chama a céu aberto) o mesmo gás, em todas as refinarias e poços do território nacional...
HidroBioabraços
Eng. Thomas Renatus Fendel..."

Interessante... meu pai, há muito tempo, já havia me dito que as refinarias queimavam, sem nenhum aproveitamento, o gás natural produzido no processo de refinamento do petróleo, enquanto gastava dinheiro para importar esse mesmo gás. Durante algum tempo, fiquei aguardando que alguém confirmasse essa informação. Como ele não é especialista no assunto [mas lê bastante], pensei que ele pudesse estar equivocado, que talvez tivesse interpretado erroneamente algo que havia lido, ou mesmo lido algo de uma fonte não confiável. Pois bem, agora vc confirma essa mesma história. Segundo ele, aquelas chaminés que vemos nas refinarias com uma chama queimando, nada mais é que o gás natural sendo queimado (=desperdiçado).
ÉH LAMENTÁVEL... É LAMENTÁVEL que isso aconteça.


Jornal BIOCOM 12


Meu caro Otacílio

Permita-me discordar que energia é coisa exclusiva de cientista. Não é não. Apesar de sua complexidade: física, química e biológica, no fundo, ela é extremamente simples de se lidar, obter e negociar. É como plantar e vender um vegetal. Não tem mistérios, embora exista um refinado e complicado processo biológico envolto na germinação e no crescimento da planta.
É graças à apatia da população, que os politicos envolvidos, pintam e bordam com o dinheiro público, muito além de suas incompetências e ignorâncias.
Interessa muito, de onde e como são obtidas as energias que consumimos, e não podemos deixar estas decisões nas mãos das gananciosas raposas, afinal isto resulta numa das principais agressões do homus babacus na destruição da vida.
Na foto acima, meus companheiros de turma: Dalvo Bambini, João Cesar Peceguini e eu, D>E, prontos para um passeio no Dogde Dart a lenha, nos idos da década de 80 do século passado...

Meu caro Judson

É impressionante o tamanho do crime que envolve o biodiesel. É um típico programa governamental de escrivaninha, cujo principal objetivo é manter o domínio corporativo sobre os combustíveis. No caso da mamona, a realidade que vc descreve não deixa dúvidas sobre o fracasso deste tipo de negociata.
Óbvia e analogamente é piada infame fazer biogasolina de álcool.

Meu caro Stenio

Muito obrigado por tua pergunta, e permita-me respondê-la via este jornal.
Sem dúvida os biolubrificantes já deveriam estar no mercado. Seria uma ótima opção ao pessoal do Piauí envolvidos com a plantação de mamona, mencionados abaixo pelo Judson, visto que o valor comercial dos óleos lubrificantes é 5 vezes superior ao valor dos combustíveis.
Sei que já existe óleo de corrente de moto-serra, baseado em óleo vegetal aditivado, e sei de veículos movidos a óleo de canola, onde o óleo vegetal passa primeiro pelo carter, lubrificando o motor, antes de ser succionado pela bomba injetora.
Para que os óleos vegetais se mantenham estáveis como lubrificantes em contato com o ar e com as elevadas temperaturas, é necessário aditivá-los ou modificá-los quimicamente, num processo que não é complicado. Basta querer, ou melhor, basta a pbrás e seus amigos parlamentares deixarem fazer...

Meu caro Darcy

Que bom que finalmente vc está sentindo na própria pele as vantagens dos OVN. E quanto mais vc se envolver, maior será sua decepção com a classe política que só pensa na própria pança, e não deixa nosso povo se desenvolver.
Aguardamos ansiosos os seus comentários e sugestões para nossa ação judicial dos óleos vegetais. E assim que vc tiver seu veículo a OVN, vamos fazer uma ação também aí no RJ. Aliás, peço a todos os interessados, a entrar em contato com a Dra. Ana, pois quanto maior o número de petições, maior nossa chance de sucesso.
Por ocasião do nosso bioevento do dia 08/07 vou levar a comitiva no dia seguinte para um picknick à beira do riacho, para conhecerem também minha microhidroelétrica de 10 kW, e espero maravilhar a Dra. Ana com seu simples e eficaz funcionamento, para fazermos outra ação judicial fulminante, desta feita, para tirar esta maravilhosa máquina da clandestinidade de mais de 15 anos, bem como abrir o caminho para o aproveitamento racional de milhares de outras micro fontes renováveis, entre biogás, vento, água, sol, etc.
É tão simples, e tão fantástico. Basta corrigir as informações mentirosas e divulgar os múltiplos benefícios da BIOENEREDE.

Meu caro Rolf

Imagine só o terror de mais de 20 anos, pelo qual passou o nosso herói Hernani, na CEPLAC, remando contra a maré...
O Hernani conseguiu a façanha de fazer o Collor dar uma volta em sua Parati a óleo vegetal. Hoje sabemos, que Collor foi um mero aprendiz de trombadinha... e foi deposto porque enfrentou o esquemão, chamou a indústria automobilítica de fabricante de carroças, e quando mecheu com o ptróleo... demonstarndo o uso puro e simples dos OVN... recebeu o tiro de misericórdia, disparado pelos ratos que seriam desmoralizados.

Meu caro Feitosa

Em todas as áreas ocorrem incompetências e crimes. É nosso dever levantar as lebres, os problemas e as soluções. Não tem cabimento uns muitos trabalharem para o benefício de poucos. Chega de escravagismo, chega de exploração injusta. Nenum conhecimento é absoluto. Sempre se pode e se deve fazer melhor.
No caso da pbrás, ela deveria servir ao povo, e não se servir dele.
Que um canditato miúdo e mesquinho minta e invente estorinhas para se eleger e se manter no poder, até é compreensível pelo egoísmo e egocentrismo humano. Mas deixar uma petroleira, ou fumageira veicular milionárias mensagens mentirosas, NÃO.

Meu caro Waldir

É claro que me lembro de vc e de nossa inesquecível viagem ao país das leis coerentes (Alemanha) no que se refere às energias como um todo.
O primeiro filtro no veículo a gasogênio, é feito de fios de tela de arame de inox, catados em ferro-velhos e desfiada... tipo palha de aço amarrotada dentro do recipiente....
Nos demais filtros resfriadores, se utiliza crina de cavalo... Os reservatórios dos filtros resfriadores são preferencialmente em inox, e a limpeza é feita com um lava-jato de água. O resíduo, junto com as cinzas, é adubo orgãnico.
Venha participar de nosso evento do dia 08/07 e vamos dar uma voltinha neste gasogênio aperfeiçoado...
No gasogênio do foto acima, utilizei como primeiro filtro, um ciclone, e lembro que funcionava muito bem.
Informo também que os testes preliminares de gaseificação dos briquetes de carvão vegetal, (detalhes no BIOCOM11) não deram os resultados esperados. A produção de gás foi insuficiente no equipamento. Talvez, mudando as dimensões...

Meu caro João

Não sei se o hidrogênio é necessário ao H-Bio... acho que sim...
Seria muito melhor adicionar 10 a 20 % de OVN diretamente ao Diesel, do que adicioná-lo ao ptróleo antes do refino...
De quebra se forçaria a industria de motores a engolir os OVN, assim como foi feito com o álcool.
É impressionante como insistem agora em fazer o errado... só para ter mensalão e falcatruas.

Meu caro Telmo

O que a natureza faz de graça (etanol e óleo vegetal)... insistem em fazer via reatores, máquinas, propinas e cuecões...
Hehehé... já anunciaram o biobobodiesel, o bioboboH-bio e agora o biobobobutanol... só falta mesmo a biobobagasolina... aguardem.
Em tempo: Para se obter 1 vagão de biobobocombustívelsintético são necessários 30 vagões de madeira ou 60 vagões de bagaço de cana...(ou seriam 90?)
Ou será que a Dupond consegui modificar geneticamente os micróbios ou cigarras para que urinen butanol?

Meu caro Sanderson

Torno pública parte de tua carta particular... apesar de vc ainda defender o biodiesel... pois presumo que ainda não leu muito BIOCOM...
Muitos que trabalham nas "corporations", sabem das imoralidades, gatunagens, favores, crimes... e se calam.
Faço questão de divulgar seu relato da água, pois corrobora com minha bronca generalizada, para que mais gente crie coragem, e comecemos a alterar este estado deprimente de civilização hipócrita.
Continue firme em seus nobres propósitos. Suas palavras, diferentes das minhas, que lhe brotaram lágrimas alternadas entre a graça e a tristeza, me fortalecem sobremaneira, e me demonstram, que apesar de limitado, meu modo rude de criar mais inimigos que amigos, me proporciona uma peneira para garimpar algumas jóias raras, diamantes feitos de biocarbono, como vc.

Elétricas investem em projetos limpos
http://www.power.inf.br/notic_dia.php?cod=1438
E não fazem mais do que a mais pura obrigação...
É óbvio que se deve procurar a menor agressão ambiental possível, mas isto não deveria nunca estimular os outros a continuarem sujos, o que infelizmente é o resultado prático do mercado virtual de carbono.

Óleo de girassol move motor de trator
http://www.sc.sebrae.com.br/novos_destaques/oportunidade/mostrar_materia.asp?cd_noticia=3139
Um artigo de 13/03/2002... com a clássica confusão entre OVN e biodiesel.

A avidez pelo álcool e os interesses do Brasil
http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI1044454-EI6609,00.html
Interesses do Brasil? É futebol e corporativismo... dos outros, é bioenergia.

O mundo de olho no álcool brasileiro
http://www.intelog.net/site/default.asp?TroncoID=90749&SecaoID=508074&SubsecaoID=715052&Template=../
artigosnoticias/ user_exibir.asp&ID=329947
De que adianta uma "conferência" sobre bioenergias, com a presença exclusiva de nulidades bioenergéticas?

Varig e ignorância nacional
http://www.intelog.net/site/default.asp?TroncoID=907492&SecaoID=508074&SubsecaoID=526093&Template=../
artigosnoticias/user_exibir.asp&ID=820807
Incompetências, benesses, politicagens...

As guerras pelos recursos naturais
http://www.envolverde.com.br/?materia=18640
Relato sobre globalização e ganância.

Justiça suspende parque eólico de Tramandaí
http://www.power.inf.br/notic_dia.php?cod=1491
Maracutaias, injustiças, favores. É esse o resultado o Proinfa... cujo nome certo é: Programa Imoral Nacional de Facilidades aos Amigos.

Transformador a óleo vegetal
http://www.intelog.net/site/default.asp?TroncoID=907492&SecaoID=508074&SubsecaoID=609211&Template=../
artigosnoticias/user_exibir.asp&ID=928807
Com propriedades superiores aos equivalentes fósseis. Mais um exemplo de uso industrial para o agronegócio.


HidroBioabraços

Eng. Thomas Renatus Fendel
www.fendel.com.br
Divulgação autorizada e desejável.
"Se o desonesto soubesse a vantagem de ser honesto, ele seria honesto ao menos por desonestidade".(Sócrates)

De: sanderson souza
Enviada em: quinta-feira, 22 de junho de 2006 04:59
Para: thomas@fendel.com.br
Assunto: Re: [Fwd: Contato MCT]

Eh uma honra trocar ideias com vc’s. Quando estava estudando na FATEC de sao paulo (Processos de producao), tinha informacao do prof. Batista Vidal, de seu valor, da queda do projeto pro-alcool, e do quanto se perdeu com as puxadas de tapete de uma mesquinha e promiscua classe de funcionarios publicos e empresarios de nosso proprio pais.
Trabalhei na area hidroeletrica da antiga eletropaulo (nao tao antiga...), tive oportunidade de trabalhar junto a repotenciacao de hidrogeradores em cubatao (Usina Henry Borden), era estagiario eletrotecnico. Assim que na SABESP actuei como electrotecnico de maio de 98 ate maio 2004 (sempre concursado, estudei na ete Getulio Vargas).
A robalhera e tao grande, tao baixa, que eu sai da sabesp faz tres anos. Uma empresa tao bonita, um estado tao rico, sugado por um bando de velhacos. Agora mesmo de falar (escrever..., ainda choro...). Duro irmao, sair de uma empresa que entrei pela porta da frente, fiquei 6 anos la brigando pra trabalhar.
O sistema de tratamento de esgoto de sao paulo e a maior mentira do mundo: existe ovo de cachorro sim! Com dinheiro do Japao e do banco mundial, e do povao. O projeto Tiete, um dia, as pessoas vao saber, quanta qualidade de vida perderam por causa de fascinoras. A melhor viabilidade possivel (tao obvia que en 3 meses eu matei a charada) seriam mini centrais de tratamento distribuidas na acidentada topografia periferica da metropole (onde os ratos comem bebes, e se desenvolve virus indescifraveis). Nos platos que oferece a cidade, onde o sistema de coleta permite agrupar grandes centrais de tratamento, obvio: ciclo combinado de cogeneracion de energia. Que o proprio barao de Maua fez (novidade...). Me mudaram de sector... As empreiteras, mesmas quase de Itaipu, fazem Contratos frios milhonarios, e acredite: tem gente que mata no meio desse vale da fome... seres redusidos a parasitas...
Sou um cara de classe media de sao paulo, tenho 32 anos, minha familia e toda de Maringa (PR), meus avos foram pioneiros da cidade, meus primos dao aula na UEM , na Unipar e regiao. So eu que nasci en sp. To me preparando aqui em Barcelona (me recuperando, pois me roubaram a engenharia e o sonho de contribuir en algo relevante...). Fui estudar psicologia social, e economia para compreender a anti-estetica, anti-vida, autofagia e sindrome deliroide de perversa destruicao de nossos governantes.
O que pragmaticamente seja possivel, estou disposto a tentar. Creio que os pontos fundamentais sejam a educacion e o comercio internacional. Um prepara, e outro liberta.
Tem muita gente aqui na europa que quer comprar coisas que contribuam com a distribuicion de renda em nosso pais (que sabem que e maravilhoso, e que e roubado sistematicamente). O comercio justo, apesar de ter sido mal frequentado por muitos oportunistas, pode libertar muita gente das garras dos capullos. O biodiesel, e principalmente o alcohol, creio que sao ferramentas para alavancar o sonho de auto realizacion de muita gente marginalisada.
Eu vejo esse trabalho na Africa ocidental como uma forma de criar nucleo de negocios no mercado europeu: tenho aqui um amigo de Costa do Marfin, que quer fazer algo em seu pais. Lancei a ideia pra ele e o cara amou. O Embrapa ta montando um escritorio en Ghana, que ta perto da Europa para produzir e abastecer. So que Ghana, ta subordinada a uma petroleira anglo-holandes: indicio de que o biodiesel pode acontecer, mas so se for atraves da mafia.
Amendoin e mandioca: comecar com uma planta piloto pra desenvolver levedura e lavoura de mandioca para alcool(por 3 anos), e biodiesel de amendoin. Eu vou ajudar a admnistrar a ideia, juntar as pessoas para tocar a producion. So que isso so comeca depois de seis meses de estudo de campo na Africa, e de mercado nos paises do norte europeu. Pre contratos de fornecimento para comecar a produsir parece mais seguro: padrao tecnico definido e testado, grupos de familias e lavouras selecionadas. Mandioca e outras a ver da regiao para alcool. Privilegiar a producion familiar.
Nao acredito en sauvacionismo, nem paternalismo, que alejam e deixam as pessoas de joelhos, e geracoes postumas na mao. Acredito no estudo de custo/beneficio, e viabilidade tecnica economica, que sera realisado nos proximos meses. Assim como a promocao da autosuficiencia dos trabalhadores rurais, e nesse quesito, a Jatropha merece estudos.
Os caras da LaCaixa que tive contacto disseram que nao investem em projetos fora da espanha... Pra rir ne?... Vou buscar outro financiador. Caso saiba vc. de alguen que queira investir, o projecto resumido esta en anexo.
A ideia de uma franquia social, pode ou nao ser internacional? Concordo com vc., que fortalecendo o sector que tem maior potencial (tecnico, humano...), que sem duvida e o sul do Brasil, e parte da Argentina e Uruguay, teria-se uma locomotiva forte para dar direcion a uma politica social do biocombustivel familiar. Mas acredito tambem, que em paralelo seja interessante o trabalho de desenvolvimento de biotecnico da ralacion levedura/plantiu. Pois isso e uma corrida, e a gente de bem tem que largar na frente.
Eu nao tenho nada a perder, e quero viabilisar essa e outras loucuras: sem ferrar nenhum cara de bem.
Me ajude a ajudar. Me passem a sua experiencia, me corrijam, pois faz alguns meses voltei a acreditar en algo na engenharia gracas sabe a oque: as trocas de ideias que vi no site do Thomas Fendel, chorando e rindo ao mesmo tempo...
Minha irma trabalhou 25 anos na reitoria da UNESP, cuidando da folha de pagamento, meu tio e funcionario pioneiro na construcion da ITAIPU: honestissimos, exemplo que tive.
Nao tenho esquema com nenhum productor de equipamentos, ou de sementes, ou de patentes, etc...
Desculpe o desabafo, e os erros de acentuacion, e que o computador e gringo (eh disculpa de analfa...).
Força ai irmaos...

De: Telmo Heinen-E
Enviada em: quarta-feira, 21 de junho de 2006 11:03
Para: Thomas Renatus Fendel
Assunto: Biobutanol - Conhece?

Dupont e BP anunciam parceria no Biobutanol
A DuPont, terceira maior indústria química dos Estados Unidos, e a britânica BP anunciaram ontem uma parceria global para desenvolver e comercializar biocombustíveis para se tornarem líderes nesse segmento. O primeiro produto, que será lançado comercialmente em 2007 é o biobutanol. Rubens Machado Júnior, vice-presidente de operações e tecnologia da DuPont para América Latina, diz que o processo é semelhante ao da produção do etanol. O biobutanol é obtido a partir da fermentação de uma matéria-prima, que pode ser beterraba, cana-de-açúcar, trigo, milho ou mandioca. A diferença é que sua molécula possui dois carbonos a mais que o etanol. "Por causa disso, o biobutanol tem potencial de energia 20% maior que o etanol", afirma Júnior.
Fonte: Valor Econômico
Telmo.

De: João Antônio DALL IGNA
Enviada em: quarta-feira, 21 de junho de 2006 11:04
Para: thomas@fendel.com.br
Assunto: H-BIO

Sr. FENDEL!
Depois dessa poêmica em torno do BIODIESEL, a PETROBRÁS resolve agora lançar uma "novidade", o H-BIO.
Pergunto, esse processo realmente passa por hidrogenação?, ou é apenas uma forma de "correr atrás da máquina", já que o uso do OVN está se difundindo? Abraços,
João Antônio DALL'IGNA Engenheiro Agrônomo

De: Waldir Quirino
Enviada em: segunda-feira, 19 de junho de 2006 12:06
Para: thomas@fendel.com.br
Assunto: gasogênio
Prezado Fendel,
Não sei se você se lembra de mim, estivemos juntos na Alemanha pela InWent.
Recebi uma cópia de uma mensagem sua (abaixo) que um colega enviou-me porque fala em briquetes. Trabalho também com isso a mais de duas décadas. Mas minha curiosidade refere-se ao gasogênio. Tive uma camionete a gasogênio no LPF/IBAMA por volta de 1983 que usei durante 6 meses, testando diferentes carvões e briquetes. Claro que conheço vários gaseificadores a madeira inclusive tenho um que fabriquei naquela época. Estou utilizando atualmente em um projeto Pibic com uma orientada minha.
Minha curiosidade refere-se ao sistema de filtragem usado na C10 de Rio Negro.
Será que voce pode me dar uma pista? Também não recebi a tal foto. Talvez pela foto posso identificar o tipo de filtro que utilizam.
Um grande abraço
Waldir Ferreira Quirino, PhD Valorização Energética de resíduos
Laboratório de Produtos Florestais LPF/IBAMA
SCEN Trecho 02, Ed. Sede do IBAMA
70818-900 Brasília - DF - Brasil

De: Arena Marketing
Enviada em: segunda-feira, 19 de junho de 2006 09:07
Para: thomas@fendel.com.br
Assunto: comentario
Caro Sr. Fendel, Bom dia.
Não sei até onde vai o seu conhecimento sobre processamento e refino de petróleo, agora concordar com o que diz o Sr. Vander de Souza Dias, gostaria de saber qual o setor que ele trabalhou na refinaria de paulinia, pois parece-me que ele não tem conhecimento especifico da coisa.
Para falar deste jeito tem que se conhecer e responder ao menos essas três perguntas.
1º Que tipo de gás se queima nas tochas das refinarias.
2º Como fazer para estocar este gás.
3º Porque se queima esse gás.
Saudações. bio_feitosa

Data: Qui 8 jun 2006 20:38
De: Vander de Souza Dias
ola...trabalhei na refinaria de paulinia...o boca do chamine que se queima o gas, tem 1,20 m. e na epoca...o setor de compras calculava que se queimava, no minino , um carro por dia...isto eh disperdicio...e acho que isto continua...vander

De: Rolf Gieseler 2006
Enviada em: domingo, 18 de junho de 2006 10:33
Para: Hernani Lopes de Sà Filho; Thomas Fendel
Assunto: Re: Repercussão no Sul do país->Fw: [BioCom] ENC: REVISTA VEJA - INACREDITÁVEL!!!

Finalmente começam a aparecer os podres de operações escabrosas patrocinadas por bandidos. Se formos averiguar o rastro de outras similares ocorridas vamos encontrar o fechamento da Mata Atlantica, as hidrovias, as ferrovias, as "criação" áreas indigenas, e por aí afora.
Em 1975 estagiei na CEPLAC em Itabuna, conheci o polo de pesquisa que era este centro e as atividades de fomento de outras atividades agrosilvopastoris e onde conhecí o Dr. Paulo de Tarso Alvim (o Dr. é um deferencia merecida e que costumo preceder o nome de poucos) e posso afirmar com absoluta convicção que norteu muito da minha profisisonal de 30 anos. Se fosse para eleger pessoas com destaque na área ambiental( no sentido correto da palavra e não nos interesses $$$ que a cercam) o Dr. Paulo com certeza teria o meu voto e não teria mais que os 5 dedos de uma mão para nomear os outros concorrentes no Brasil.
O relatado não me surprende nem um pouco e a causa disto é a omissão da sociedade brasileira mal informado ou que não quer enxergar fatos e prefere aderir as informações patrocinadas pela grande midia responsavel maior pela conivencia de omitir ou desconhecer os fatos.
Eng.º Ftal Rolf Gieseler - BNU/S

From: Hernani Lopes de Sà Filho
To: Thomas Fendel cacau
Sent: Sunday, June 18, 2006 9:12 AM
Subject: Fw: Repercussão no Sul do país->Fw: [BioCom] ENC: REVISTA VEJA - INACREDITÁVEL!!!
Companheiros,
Repercussão no sul do país.
Recebi esta mensagem do THOMAS...
Não o Thomas Hartmann; mas o Thomas Fendel, líder de um grande grupo do sul, que trata das energias renováveis, a quem lhes apresentarei dentro em breve.
Eles querem que eu explique a matéria da Veja.
Acho que vocês já deram as explicações necessárias para abertura de um processo, com prazo estipulado e URGENTE! tipo CPI(mas sem pizza e mensalão).
Encaminharei para eles as diversas opiniões da lista cacau e agronegócio.
Bom domingo, Abraços,
Hernani Sá
http://www.mnp.org.br/materias.php?mat_id=80988&canal_id=13

De: conforti
Enviada em: sábado, 17 de junho de 2006 23:44
Para: Fendel
Assunto: Re: RES: solidariedadeVll
Prezadíssimo Fendel.
Saudações.
Meu prolongado silêncio não foi esquecimento do prezado amigo e valoroso combatente da causa do BIO ÓLEO.
Só ontem chegou-me a Tobatta reformadíssima. Estado de zero. Dei-lhe um coquetel de soja (1:10) e funcionou maravilhosamente.
Ainda não encontrei uma picape a contento, mas isso está quase acontecendo.
Eu não quis dar notícias sem resultados - agora já os começo a ter.
Aproveitei para conseguir cerca de 200L de frigideiróleo, com perspectivas de mais de mil.
Recebi material valioso através do Evandro. Surpreendente mesmo.
Continuo estudando a questão da liberação legal dos motores e já fiz um agradabilissimo contacto com a Dra. Ana, cuja competencia não é preciso ninguém atestar, pois é marcante. Dá gosto apreciar sua peça.
Prosseguirei nos testes com OVN variando proporções e analisando resultados.
Por enquanto posso adiantar que o funcionamento é perfeito. A fumaça é quase nula mesmo com óleo usado.
Na medida dos avanços os levarei a seu conhecimento.
Aguardo a chegada da picape para solicitar-lhe o "kit" e iniciar os testes com ela.
Abraços do amigo, Darcy

De: Stenio Coutinho Costa
Enviada em: quarta-feira, 14 de junho de 2006 20:56
Para: thomas@fendel.com.br
Assunto: OLEO VEGETAL COMO LUBRIFICANTE

Caro Sr. Fendel,
Porque se fala muito em usar oleo vegetal como combustivel e nada se fala sobre seu uso como óleo lubrificante para motores.
Eu poderia substituir o óleo lubrificante tradicional derivado de petroleo do motor do carro total ou partialmente por óleo vegetal, considerando o custo muito menor, talvez adicionando algum "aditivo"?
Porque a industria de lubrificantes não aborda este assunto? Interesses econômicos, importancia menor em relação aos combustíveis pelo volume?
Obrigado pela atenção que me dispensar.

De: Judson
Enviada em: sábado, 17 de junho de 2006 19:27
Para: fendel
Assunto: Fw: Fome e sede no paraíso prometido - Mamona no Piauí
Agricultores tentam invadir escritório da Fazenda Santa Clara no Piauí
Raimundo Cazé - www.opennoticias.com.br
Judson Barros explica aos policiais que não poderia ser preso sem que houvesse um mandado da justiça
Famílias dependem de carro-pipa para beber.
Agricultor mostra o prato de comida e o balde sem água.
Cerca de 300 trabalhadores da Fazenda Santa Clara, no município de Canto do Buriti, a 400 quilômetros ao Sul de Teresina, tentaram invadir, na manhã do último Sábado (10) a sede da Brasil Ecodíesel, responsável por um projeto de plantio de mamona voltado para a produção de biodíesel. Eles queriam ser recebidos pelos diretores da empresa, para tratarem de assuntos pendentes, como a renovação de contrato de parceria, já vencido, acerto de pagamentos e a regularização no abastecimento d’água e na distribuição de cestas básicas.
Segundo informou o ambientalista Judson Barros, presidente da Fundação Águas – FUNÁGUAS, que se encontrava visitando o projeto, a situação esteve tensa, porque o Governo do Estado, que tem intermediado a liberação de elevados recursos para a Brasil Ecodíesel e feito propaganda massiva sobre a produção de mamona, não mandou nenhum mediador para acompanhar a situação, mas sim a polícia.
Durante entrevista ao Bom Dia Piauí da TV Rádio Clube, na manhã de hoje (16), Judson Barros afirmou que a produção do biodíesel, a partir da mamona, já fez água no Piauí. A fábrica da Brasil Ecodíesel, instalada em Floriano, já estaria utilizando outros tipos de grãos, e assim mesmo a produção estaria em menos de dez por cento do que foi previsto.
GOVERNADOR NA ÁREA – Judson Barros disse que sentiu muita revolta nos trabalhadores com o tratamento que vêm recebendo da Brasil Ecodíesel e o desprezo por parte do governador Wellington Dias, que se encontrava na região, na sexta-feira (09), inaugurando uma ponte em Manoel Emídio, mas não se dignou de conversar com os trabalhadores, mesmo tendo utilizado a pista de pouso da Fazenda Santa Clara.
Sobre a ameaça de invasão, Judson informou que o entendimento dos agricultores é de que da mesma maneira que os produtores agrícolas interditaram rodovias e o MLST invadiu o Congresso, eles também têm o direito de invadir a Brasil Ecodíesel. "Achei perigosa uma invasão, e fiz com que eles desistissem da idéia, pelo menos por enquanto, mas não fui compreendido, pois recebi ameaça de prisão" – disse Judson Barros.
Judson já esteve na Fazenda Santa Clara, em outras ocasiões, documentando a devastação de uma área de 100 mil hectares, doada pelo governo do Estado para o plantio de mamona, mas que estaria sendo devastada para o fabrico de carvão. Ele constatou que o processo erosivo na área já está avançado e contesta as informações do Governo sobre as vantagens do plantio de mamona, pois a atual safra foi inferior à metade do previsto, o que aumentou o endividamento dos agricultores, que por isso estão passando fome.
Para Judson Barros, o que existe na Fazenda Santa Clara é trabalho escravo. "Até a água é distribuída em carros-pipa, como em qualquer região do semi-árido, onde não existe trabalho e nem a presença de empresa privada ou órgão governamental" - frisou. Ainda de acordo com Judson Barros, os trabalhadores da Fazenda Santa Clara afirmam que a Brasil Ecodíesel já teria vendido 40 por cento de suas ações a uma empresa estrangeira, sem que eles tivessem sido avisados. Por isso mesmo, eles querem saber como ficará a situação de cada um.

De: Otacílio Guimarães
Enviada em: sábado, 17 de junho de 2006 18:44
Para: Fendel
Assunto: Re: Jornal BIOCOM 11
Não entro nessa discussão. Isto é coisa para cientistas bem dotados de cérebro e eu sou apenas consumidor de energia. De onde ela vem, não me interessa. Interessa que seja boa e barata. A produzida pela Petrossauro é caríssima!!!

Opiniões e Comentários - Maio/2006