FENDEL tecnologia
Thomas Renatus Fendel ME FI
Rua 7 de setembro 167 - CEP 83.880-000 - Rio Negro - PR - Brasil
Fone/Fax: [55] (47) 3642-8224    Cel: [55] (47) 9986-2783
www.fendel.com.br                e-mail: thomas@fendel.com.br

OPINIÕES E COMENTÁRIOS

MAIO 2004

MÍDIAS PROSTITUTAS
-----Mensagem original-----
De: Fendel tecnologia [mailto:fendel@superig.com.br]
Enviada em: segunda-feira, 24 de maio de 2004 11:33
Para: Lula; WWI-BR; Coop TSP; Jornal MA; Katavento; Forum Social Clima; Ita82
Cc: WSJ; Veja; Tribuna; Dep. Elio Rusch; Dep. Max Rosenmann; Dep. Ronaldovasconcellos; Dep. Rubens Otoni; OESP; Gazeta Mercantil; Istoé; Dep. Gustavo Fruet; Exame; Senador Alvaro Dias; sen Delcídio; Correio B; Caros Amigos
Assunto: ENC: [cooperativa_tsp] ENC: Mike Levine e Larry Rohter

Através desta profícua discussão, vemos confirmadas as perpétuas malandragens das mídias e das políticas, tanto lá como cá, às quais nos sujeitamos calados e inoperantes.

Abraços carbono sequestrantes
Eng. Thomas Renatus Fendel
FENDEL tecnologia
www.fendel.com.br
[55](47)9986-2783

"Intolerância de fachada: ... basta ver o que acontece na Colômbia, que ocupada pelas forças armadas dos EUA, não cessa de aumentar sua produção de cocaína." - Bourboukan

-----Mensagem original-----
De: Anderson Porto [mailto:acp722003@tudosobreplantas.com.br]
Enviada em: segunda-feira, 24 de maio de 2004 02:05
Para: tudosobreplantas@yahoogrupos.com.br
Cc: sosverde@yahoogrupos.com.br; cooperativa_tsp@yahoogrupos.com.br; cat@iis.com.br
Assunto: [cooperativa_tsp] ENC: Mike Levine e Larry Rohter

Mais do mesmo...

Entendem agora?

Na hora que estiverem vendo uma notícia sendo veiculada, perguntem-se sempre: a quem interessa a divulgação disto? É a melhor forma de compreenderem.

Sempre há interesses por trás de uma notícia, sempre. Nossas TV´s comportam-se como prostitutas, fazendo de tudo para manterem seus patrocinadores, veiculando notícias que os agradem. Adivinhem só de onde vem o dinheiro para que isto tudo continue do jeito que está?

Tudo de bom,

Anderson Porto
http://www.tudosobreplantas.com.br

JUSTIÇA
É mesmo Mateus.

Assassinos maiores são os coniventes que usam um teclado, uma caneta, um microfone ou um telefone, em benefício de uma minoria abastada, que acabam executando o extermínio de milhares de pessoas.
Antigamente eram os inquisitores e os políticos.
Felizmente os primeiros estão extintos.

Eng. Thomas Renatus Fendel
FENDEL tecnologia
www.fendel.com.br
[55](47)9986-2783

"Se 5 bilhões de pessoas acreditam em uma coisa estúpida, essa coisa continua sendo estúpida" - Anatole France

-----Mensagem original-----
De: Mateus Leite Barreto [mailto:mateuselaurentino@yahoo.com.br]
Enviada em: sexta-feira, 21 de maio de 2004 11:28
Para: jornaldomeioambiente@yahoogrupos.com.br
Assunto: Re: JMA / Re:_SEGURANÇA_PÚBLICA

Os documentos que provam a corrupção poilicial são tantos que acho que é de conhecimento de todos, é so passar em qualquer blitz, "dura", investigar ligações telefonicas, relação salario bens etc que é certo que se encontará varias irregularidades (algumas inclusive piores do que os atos dos bandidos).A nossa luta deve ser pelo melhor funcionamento da justiça então e não pelo assassinato como forma de suprir uma necessidade passional, um sentimento se for assim é justo que assassine-se latifundiarios, politicos, policiais, juizes e qualquer um.


JUROS E EMPRÉSTIMOS
-----Mensagem original-----
De: Fendel tecnologia [mailto:fendel@superig.com.br]
Enviada em: terça-feira, 25 de maio de 2004 14:04
Para: Lula; Ita82; forumsocialclimabr@yahoogroups.com; Katavento; Jornal MA; Coop TSP; WWI-BR
Cc: Caros Amigos; Correio B; sen Delcídio; Senador Alvaro Dias; eletrobras; Exame; Dep. Gustavo Fruet; Istoé; Dep. Jutahy; Gazeta Mercantil; OESP; Dep. Rubens Otoni; Power; Dep. Ronaldovasconcellos; Dep. Max Rosenmann; Dep. Elio Rusch; Dep. Sciarra; Tribuna; Veja; WSJ
Assunto: RES: [forumsocialclimabr] Lula por Frei Beto

Car@ Céu

A questão política dos empréstimos e juros Brasileiros é de imoralidade ímpar.
Cito um parágrafo do JB Online, como mais um exemplo entre os milhares:
Venda de elétricas é alvo de CPI

Tribunal de Contas da União reprova atuação do BNDES na privatização de geradoras e distribuidoras:
As privatizações do setor elétrico e os financiamentos feitos pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social às empresas de energia, que somaram R$ 22 bilhões de 1995 a outubro de 2003, serão investigados por uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que deverá ser instalada esta semana na Câmara dos Deputados. A base para as investigações são as auditorias realizadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU), que reprovou as exigências de garantias pedidas pelo BNDES nos empréstimos e ainda levantou suspeitas de desvios na utilização desses recursos pelas companhias, que teriam contribuído para a péssima situação financeira em que se encontram.

Certamente mais esta CPI será novamente e devidamente abafada, em troca de favores particulares, como é de praxe, com a conivência da mídia e demais políticos.

E se isso não é agonizante, o que é?

Falando em mídia e energia, alguém viu se saiu minha entrevista na TV Cultura? Ou foi novamente boicotada porque entre outras verdades falei que a mídia é também culpada no retrocesso do Proálcool e na alienação de nosso povo?

Abraços carbono sequestrantes

Eng. Thomas Renatus Fendel
FENDEL tecnologia
www.fendel.com.br
[55](47)9986-2783

"As duas últimas décadas de arrôcho sobre a América Latina, proporcionaram um período de prosperidade jamais igualado para bancos e multinacionais dos EUA." - Veltmeyer

-----Mensagem original-----
De: Ceu [mailto:ceuecigarra@terra.com.br]
Enviada em: quinta-feira, 20 de maio de 2004 09:24
Para: forumsocialclimabr@yahoogroups.com
Assunto: [forumsocialclimabr] Lula por Frei Beto

Caro Fendel,
A atenção que o presidente e seus assessores deram ao jornalista foi no mínimo ingênua. Isso me preocupa mais do que o teor ( etílico ou não ) da matéria.
Com relação à altivez para enfrentar o colonialismo ( agonizante na sua opinião ), me parece que ela anda bastante ausente ao aprovar a desmineralização parcial das águas minerais brasileiras com o único objetivo de atender a Nestlé.
Ausente também no empréstimo concedido a juros vantajosos pelo BNDES para a mesma Nestlé para a fábrica de Nescafé, com o custo por emprego gerado de R$ 50.000,00.
Ausente quando um verador do mesmo PT em Caxambú foi reprimido pelo governo federal por se colocar contra a Nestlé, já que a mesma apoia o "Fome Zero".
Abraço
Céu D'Ellia

FORUM ENERGIA BRASIL:
Caro Eduardo

De forma nenhuma acredito que vc esteja manipulando os números. O que afirmo é que os dados energéticos são equivocados, manipulados, distorcidos, ignorantes e criminosos.

Como exemplo gritante, denuncio que a Mariazinha paga 10 vezes mais pela mesma energia elétrica do que o antonhão. Isso é um achaque, um roubo, uma falcatrua institucionalizada.

Te convido a ler as perguntas e respostas do item ENERNET em minha página www.fendel.com.br bem como a deixar a tua opinião.

Concordo com voce que nossas termoelétricas são desnecessárias e extremamente ineficientes. E no mínimo o gás natural deveria ser queimado em micro-equipamentos de cogeração de 2 a 3 vezes mais eficientes.

Mas, o GN também é fóssil, e também desenterra carbono e metais pesados que são lançados ao ar.

Já deveríamos ter desenvolvido o Biogás, que se forma em 15 dias, e com o seu uso substituir o GN. E com o álcool substituir a gasolina. E com os óleos vegetais substituir o Diesel. E com o carvão vegetal, substituir o carvão mineral.
Só assim poderemos reverter o efeito estufa obtendo energias definitivas sem guerras.

Abraços carbono sequestrantes

Autor: Thomas Renatus Fendel
21/05/2004

Caro Fendel,

Gostaria de salientar que não tenho interesse em manipular dados e nem utilizo aparelhos de medição. Apenas efetuei cálculos a partir de dados coletados na literatura. Talvez a questão do CH4 seja em virtude de que os índices pesquisados não são valores absolutos, mas são dados em Gg/tep. Como 1 m3 de gás natural representa 8,57 x 10-4 tep e 1 m3 de GLP representa 6,01 x 10-1 tep (BEN, 2003), esta diferença pode explicar porque a diferença encontrada. Talvez mais algum participante do fórum possa trazer mais informações.
Quanto aos custos, também não há manipulação. Peguei informações no site da CEGÁS, Distribuidora de Gás Natural do Ceará (www.cegas.com.br – simule sua economia) e nos dados da ANP de importação e exportação de petróleo e derivados. Apenas lembre-se que os dados estão sendo comparados em termos de tep, afinal há diferença entre 1m3 de gás natural e 1 m3 de GLP.
Quanto à última colocação, ressalto que por conta de uma política energética equivocada, priorizando o consumo em termos quantitativos e não qualitativos, grande parte do gás natural disponível está sendo consumido por termoelétricas ineficientes e caras. Caso houvesse uma estratégia anterior que incentivasse a oferta, o aproveitamento difuso e os usos nobres do gás natural (ver SANTOS, 2002), fatalmente o gás natural teria um maior valor agregado o que incentivaria o desenvolvimento das reservas nacionais
Autor: Eduardo Praça


BIOGÁS
Caro Mateus

Além da produção de gás, os biodigestores são utilizados para reduzir odores, poluição e doenças, e para melhorar as qualidades fertilizantes dos resíduos. Então o custo é rateado nestas propriedades, sendo que a prioridade dos fatores depende de cada caso.
A quantidade de projetos, formas construtivas e variação de custos dos biodigestores também é muito grande.

Há felizmente uma nova tendência mundial em se usar e valorizar estas tecnologias, sendo que os equipamentos mais modernos são automáticos e microprocessados, afinal biogás é valiosa e definitiva bioenergia.
Um exemplo sofisticado e caro: www.kompogas.ch
Um exemplo simples e barato: http://www.ias.unu.edu/proceedings/icibs/ibs/info/ecuador/install-polydig.htm

Ambientalmente é muito bom queimar o biogás, ou melhor ainda é fazer a cogeração com o CH4 que se origina em todos os processos de decomposição (lixões e estações de tratamento de efluentes) porque o metano é 23 vezes mais provocador de efeito estufa do que o CO2, embora o CH4 permaneça na atmosfera em média 10 anos enquanto o CO2 permanece 100 anos.

E para que na cogeração seja possível obter os rendimentos máximos, necessitamos da ENERNET.

Abraços carbono sequestrantes
Eng. Thomas Renatus Fendel
FENDEL tecnologia
www.fendel.com.br
[55](47)9986-2783

"Bioenergia é definitiva, não é alternativa" - Prof. Bautista Vidal, o pai do Proálcool.

-----Mensagem original-----
De: Mateus Leite Barreto [mailto:mateuselaurentino@yahoo.com.br]
Enviada em: quarta-feira, 19 de maio de 2004 09:40
Para: jornaldomeioambiente@yahoogrupos.com.br
Assunto: JMA / Biodigestor

Caros amigos,

gostaria de saber sobre biodigestores, seu custo financeiro e espacial, a sua capacidade de produção de gas nas diversas escala(desde para uma casa como para trinta por exemplo, se existir alguma relação entre a quantidade de matéria organica e a produção do gas etc.)Se alguem puder me orientar sobre ou souber onde eu consigo essas informações para mim seria muito útil.Desde já agradeço.

Mateus Leite Barreto

LULA
-----Mensagem original-----
De: Fendel tecnologia [mailto:fendel@superig.com.br]
Enviada em: quarta-feira, 19 de maio de 2004 14:23
Para: Lula
Cc: Caros Amigos; Correio B; Forum Social Clima; Exame; Katavento;
Jornal MA; Gazeta Mercantil; OESP; Veja; WSJ; WWI-BR
Assunto: RES: JMA / Lula por Frei Beto

Muito bem colocado, caro Emídio, realmente temos que desmascarar as bravatas da mídia e jornalecos vassalos.
Ademais, Lula tem todo o direito de tomar um gole, e até vários golaços para poder digerir todo o lamaçal que está a sua volta, e quem sabe reconquistar a sua postura de luta e pulso firme que lhe eram característicos, motivos pelos quais foi eleito: enfrentar com lucidêz e coragem o colonialismo agonizante.

Abraços carbono sequestrantes
Eng. Thomas Renatus Fendel
FENDEL tecnologia
www.fendel.com.br
[55](47)9986-2783

"Não foram dadas ainda informações suficientes para que as pessoas compreendam que podem ter as mesmas coisas sem que haja a depredação que há hoje." - Vilmar Berna

-----Mensagem original-----
De: Emídio Ferreira [mailto:snatural@sti.com.br]
Enviada em: quarta-feira, 19 de maio de 2004 09:03
Para: republicajacarepagua@yahoogrupos.com.br; Ray; paulo pimentel;
marina@sptrans.com.br; Maria Eugenia Ferreira Poggio; João; J. Cicero G.
Salgado; Eugenio; Carlos Sousa; Carlos Alberto
Assunto: JMA / Lula por Frei Beto

CASO NEW YORK TIMES
O porre do presidente

Por Frei Betto*

Anda esquecido por aí o único filme dirigido pelo Henfil, "Deu no New York Times". É uma sátira. Num país miserável governado por um ditador, o jornal é ansiosamente aguardado a cada manhã para pautar a agenda do governo. Profeta, Henfil já nos alertava que o NYT não pode ser levado a sério. Trata-se de um pastelão que sempre se aliou à política colonialista e intervencionista da Casa Branca.

Por que o NYT não segue as pegadas do "Washington Post" e denuncia as torturas que as tropas americanas infligem aos iraquianos? Por que não clama contra o campo de concentração, avesso à tradição jurídica, que os EUA instalaram na base naval de Guantánamo, violando a soberania de Cuba? Ninguém é capaz de imaginar uma base naval de Cuba nas costas da Califórnia, protegida pelo silêncio conivente da grande mídia...

Algo no governo Lula incomoda o NYT. Claro, este governo obrigou os EUA a rever a agenda da Alca; a OMC, em Cancún, a tratar com mais respeito os países emergentes; e, agora, pela primeira vez, os EUA se vêem punidos pela OMC no modo como conduzem sua política algodoeira.

Como se destrói um símbolo? Qualquer manual de propaganda fascista revela a receita. Não convém criticar os princípios que ele encarna. Deve-se começar por ridicularizá-lo, como a foto de João Pedro Stédile retocada em capas de revista e de jornais para expressar um perfil demoníaco. Não se debate a importância da reforma agrária. Tenta-se fugir da questão política e centrar o alvo na mais vulnerável: a moral. Assim foi com Luther King, acusado de ter várias amantes; com Mandela, tido como desequilibrado; com Gandhi, "um frouxo", na opinião de seus adversários, que o assassinaram.

Lula nunca teve qualquer dependência de álcool. Jamais freqüentou bares, mesmo no tempo em que, metalúrgico, isso era comum no ABC. Se toma um trago é por razões sociais, como também faço. Mas jamais em excesso ou para atingir aquele nível de inconsciência que abre espaço, em nosso comportamento, à irresponsabilidade.

Mas Lula é viciado. Em política. Adora tomar porres homéricos de povão, com quem gosta de se misturar, abraçar e afagar. Ali, entre os pobres, sua adrenalina vai a mil. Por isso, fica de ressaca quando a conjuntura o obriga a aprovar um novo salário-mínimo aquém de seu sonho e das necessidades dos trabalhadores e dos aposentados.

O NYT pretendeu minar a honra e a autoridade de nosso presidente, porque este obrigou a Casa Branca a conter a sua sanha na Venezuela e em Cuba. Nosso governo restaurou o Mercosul, aproximou-o do Grupo Andino, e não apoiou a invasão do Iraque. O ministro Celso Amorim não fica descalço quando ingressa nos EUA, como o fazia o ministro das Relações Exteriores de FHC.

Indagado nos EUA se gostava de Bush, Lula respondeu que gosta mesmo é da Marisa, com quem está casado há trinta anos. O NYT não pode suportar a autoridade moral e política de um retirante nordestino, que saiu da fábrica para presidir o Brasil. Por isso, tenta forçá-lo a beber o veneno destilado em suas páginas. Esquece que somos vacinados contra esse tipo de armação, como aquela que pretendeu atingir o ministro José Dirceu no caso Waldomiro. Ninguém acusa João Paulo II de corrupto porque seu assessor direto, monsenhor Paul Marcinkus, caiu nas malhas da Justiça italiana, acusado de fraude e evasão de divisas.

Deu no NYT que Lula bebe em excesso. A fonte, Leonel Brizola. Talvez Chico Buarque possa explicar quando canta o pote de mágoa. A embriaguez da derrota agride a lucidez da vitória. Mas quem tinha mesmo razão era o Henfil.

* Artigo publicado no jornal O Globo
(RJ); Frei Betto é escritor e assessor
especial do presidente da República

Atte.
Emídio Ferreira
SNatural
Fone/Fax:: 011 5589 9680
Cel.: 11 9981 7626
email: snatural@sti.com.br
Tratamento de Efluentes/Oxigenação: www.snatural.com.br
Desinfecção por UV: www.snatural.com.br/UV1.htm


EÓLICA
Caro Américo

A questão dos custos e de índices em todos os setores, sempre foi e será uma coisa utópica, maquiada e aleatória... veja a estupidêz das camufladas tarifas públicas no setor da energia elétrica.
Cada um faz o que quer... e coloca na planilha os dados que lhe vem na telha, que lhe são simpáticos e convenientes a curto prazo eleitoral.

Assim, na energia nuclear não se contabiliza o prêço do lixo atômico. No hidrogênio não se contabiliza o custo de produção nem os poluentes envolvidos. No caso do gás natural, se dão subsídios transitórios para pescar clientes, no diesel se esbanjam subsídios sem motivos, pois para transportar um pacotinho de 300g de Blumenau até Rio Negro, numa distância inferior a 150 km, a transportadora Reunidas tem a coragem de cobrar R$ 30,00, sendo que o combustível rateado não chega a um centavo.

Na realidade, cada barril de petróleo custa além dos 40 dólares, mais 100 dólares em aparato militar e mais 1000 dólares em custos ambientais, que serão debitados a nossos filhos.

O que encarece a energia eólica, são os juros, as apólices de seguros, as comissões, as leis, e outras incertezas como ocorre na Alemanha, onde os ecofanáticos financiados pela indústria fóssil, reclamam do som do vento nas hélices, semelhante ao barulho das ondas do mar, bem como protestam contra a aparência destas máquinas generosas, obrigando os futuros investimentos a serem realizados em alto-mar, com custos ainda mais elevados. Mas, excluindo as nossas fantásticas e desprezadas energias hidráulicas e biomássicas, a energia eólica é barata sim. E isso veremos agora em novembro, com o real "custo" do petróleo.

Abraços carbono sequestrantes
Thomas Renatus Fendel
FENDEL tecnologia
www.fendel.com.br
[55](47)9986-2783

"Triste epoca ! mais facil desintegrar um atomo do que um preconceito" - Albert Einstein

-----Mensagem original-----
De: Américo Esteves [mailto:estevesfa@bol.com.br]
Enviada em: quarta-feira, 19 de maio de 2004 11:25
Para: fendel@superig.com.br
Assunto: Fw: JMA / RES: [Katavento] Custo de energia eólica

Prezado Fendel

A uma semana apresentei um trabalho sobre energia eólica, porém não encontrei nada relativo a Brasil que reverenciasse a questão de preço. Será que você tem os valores de quanto custa a energia produzida pelos diversos setores?

O interessante é que onde pesquisei mostrava que a energia atômica e a solar eram as de custo mais elevado, e agora pelo que estou vendo a eólica é mais cara?

Será que a noticia é para que a energia eólica não se torne "viável" perante a opinião publica ou estão ensacando o vento para gerar mais emprego fazendo tal custo sair mais caro? Não da raiva ?


PROINFA
-----Mensagem original-----
De: Fendel tecnologia [mailto:fendel@superig.com.br]
Enviada em: terça-feira, 18 de maio de 2004 21:09
Para: katavento@grupos.com.br
Cc: WWI-BR; WSJ; Veja; Tribuna; Dep. Sciarra; Dep. Elio Rusch; Dep. Max Rosenmann; Dep. Ronaldovasconcellos; FIEP RN; Power; Dep. Rubens Otoni; OESP; Gazeta Mercantil; Jornal MA; Lula; Istoé; INEE; Dep. Gustavo Fruet; Exame; eletrobras; Senador Alvaro Dias; sen Delcídio; Forum Social Clima; Correio B; Caros Amigos
Assunto: RES: [Katavento] Custo de energia eólica

Pois é Marco Aurélio

Se a atual energia hídrica abaixo descrita custa R$ 30,00 o MWh, por quê então a Mariazinha tem que pagar 13 vezes mais, ou seja R$ 400,00 e o antonhão apenas R$ 40,00?
Fazendo uma analogia com os números desta barbárie, podemos concluir que irão cobrar da Mariazinha pela energia eólica, nada menos do que R$ 2.600,00 por MWh...

Falando em Proinfa, tenho mais algumas perguntinhas bêstas:
1 - Por quê só os projetos selecionados pelo viciado Proinfa têm os prêços garantidos?
2 - Por quê a disparidade de prêços, se energia é energia, tal qual chuchú é chuchú?
3 - Por quê não se paga por exemplo R$ 200,00 para todas as energias que sejam renováveis e de pequenas fontes distribuídas?
4 - Por quê não se deixam conectar e se priorizam as centenas de milhares de micro geradores particulares?
5 - Por quê só beneficiam os oligopólios, os lobies, e os apadrinhados?
6 - Quando é que vamos criar vergonha na cara e implantar a ENERNET?

Abraços ENERNÉTicos

Eng. Thomas Renatus Fendel
FENDEL tecnologia
www.fendel.com.br
[55](47)9986-2783

"Os mesmos que sugerem um mundo autodeterminado pela racionalidade dos mercados, lançam mão do estado para morderem como nunca." - Marcelo Manzano


-----Mensagem original-----
De: katavento@grupos.com.br [mailto:katavento@grupos.com.br]Em nome de mafsarchitect@superig.com.br
Enviada em: terça-feira, 18 de maio de 2004 15:18
Para: katavento@grupos.com.br
Assunto: [Katavento] Custo de energia eólica

SAIU NA ÚLTIMA REVISTA VEJA - 19maio04 - pág.34

A alternativa mais cara é o vento
O governo recebeu na semana passada inscrições de empresas privadas para o programa de incentivo às fontes alternativas de energia. O Proinfa, como é chamado, investirá 3 bilhões de reais em termelétricas ou usinas eólicas, que usam o vento.
Veja quanto custa gerar 1 megawatt/hora em cada fonte de energia

Hidrelétrica
Nuclear
Termelétrica
Eólica

Fonte
Água
Urânio
Gás, álcool e petróleo
Vento

Custo
30 reais
120 reais
120 reais
200 reais

A notícia com pouco destaque, no pé da página, vem ilustrada por uma foto de cata-ventos do tipo Siemens ( altos postes com rotores de 3 pás feitos com materiais convencionais e não ecológicos, de custo de aquisição e manutenção caríssimos ) usados na produção de energia eólica em um campo no Ceará.
Abraços
Marco Aurélio

( Contato com a Revista Veja : veja@abril.com.br ou através do site http://www.veja.com.br )

GASOGÊNIO
Tema: Biomassa & Energia
Tópicos relacionados com temas de biomassa (lenha, cana-de-açúcar, resíduos agrícolas e urbanos) e energia.

Comentário: O Luis passou a página do Uruguai, na qual selecionei:

http://www.berkes.com.uy/portugues/areas_i_termica.htm

Que trata sobre a gaseificação.

Quero mencionar que através da destilação da biomassa, é possível obter gases e carvão, vegetais.

A gaseificação (gasogênio) pode ser feito em grande e em pequena escala. Na Alemanha por exemplo, existem pequenos equipamentos que são abastecidos com algumas braçadas de lenha uma vez ao dia, e fornecem calor durante 24 horas.
O gasogênio é um dos métodos de valorizar as eternas bioenergias, a serem melhor difundidas e desenvolvidas.

Autor: Thomas Renatus Fendel

REPRÊSAS
-----Mensagem original-----
De: Fendel tecnologia [mailto:fendel@superig.com.br]
Enviada em: segunda-feira, 17 de maio de 2004 14:50
Para: WWI-BR; Jornal MA; Lula; Katavento; Ita82; INEE; Forum Social Clima
Cc: WSJ; Veja; Tribuna; Dep. Sciarra; Dep. Elio Rusch; Dep. Max Rosenmann; Dep. Ronaldovasconcellos; FIEP RN; Power; Dep. Rubens Otoni; OESP; Gazeta Mercantil; Istoé; Dep. Gustavo Fruet; Exame; eletrobras; Senador Alvaro Dias; sen Delcídio; Correio B; Caros Amigos
Assunto: Miniusina gera energia sem represar água

Aí vai mais um email para a coleção do "arquivo histórico" do Sr. Presidente, Senadores, Deputados e mídia nacional em geral.

No exemplo abaixo descrito, vemos que é possível gerar um pouco de energia em trechos de rios que apresentam certa velociade mínima.
É tecnicamente e economicamente possível gerar energia com quedas mínimas, a partir de desníveis de meio metro.
De uma forma ou de outra, o ideal e mais importante é estas micro-usinas estarem conectadas nas redes elétricas, na ENERNET, pois só assim poderão ser usadas o tempo todo, proporcionando a micro-geração distribuida com todas as suas vantagens.
Detalhes na página www.fendel.com.br
E tudo isso, sem criar os mal falados lagos artificiais.

Aliás que problema tem em criar reprêsas?
Estes reservatórios de água só trazem benefícios, como contrôle de enchentes, recreação, navegabilidade e piscicultura.
Tanto é que estão criando piscinões às margens do Tietê para controlar suas elevações, ...e num futuro ter peixes e água limpa?
Que mal há em relocar ribeirinhos, onças, jacarandás, orquídeas e macacos? Que mal há em acabar com as enchentes? Que mal há em melhor controlar o nível dos rios?
Se não chove ou chove muito, certamente os grandes lagos são os menos culpados, e amenizam estas variações.

Quem divulga, amplia e põe a culpa das catástrofes climáticas nas grandes reprêzas artificiais, denegrindo a imagem das grandes hidroelétricas, está na verdade apenas defendendo a suja geração termoelétrica fóssil, suas negociatas, rapinagens e comissões mutretadas.
Termoelétricas são ineficientes e são responsáveis pela emissão monstruosa de poluentes atmosféricos e o conseqüente cáos climático.

O maravilhoso sistema hidroelétrico brasileiro interligado é cobiçado pelo resto do mundo, e aqui temos babacas que o desprezam e difamam. As grandes reprêsas representam reservatórios de energia para alguns anos, e basta-nos continuar a investir nesta generosa dádiva da natureza para evitar os fraudulentos apagões.

Isso não isenta as estúpidas tarifas praticadas por nossa politicagem, em que a Mariasinha paga 10 vezes mais que o antonhão, pelo mesmo kWh.
Se as grandes indústrias querem energia barata, que façam elas próprias as suas usinas, com os empréstimos a juros irrisórios a que só elas tem "direito".
É um hediondo crime imoral o povo subsidiar os eletrointensivos.
Abraços microhidroelétricos distribuídos e inconformados

Eng. Thomas Renatus Fendel
FENDEL tecnologia
www.fendel.com.br
[55](47)9986-2783

"Só dá valor quem tem valor." - Pai da Sandrinha

MINIUSINA GERA ENERGIA SEM REPRESAR ÁGUA

Pesquisadores da Universidade de Brasília (Un desenvolveram uma mini-hidrelétrica que gera energia para pequenas comunidades isoladas sem necessidade de construção de barragens. A turbina, chamada de hidrocinética, gera energia a partir da correnteza dos rios, e pode abastecer até 15 famílias a um custo médio de R$ 20 mil. É uma alternativa para regiões distantes da rede elétrica.

A primeira máquina funciona há quase dez anos em Correntina, na Bahia, para teste da tecnologia. Agora a UnB vai instalar três novas máquinas: uma no Rio Solimões, em Manaus, e duas na Bahia, conta o professor Franco Morale, um dos coordenadores. O projeto será aberto para a iniciativa privada, com o objetivo de produzir as máquinas em escala comercial. Os pesquisadores criaram uma opção flutuante da turbina, para rios mais largos. (Fonte: Estadão)

BIOENERGIAS
-----Mensagem original-----
De: Fendel tecnologia [mailto:fendel@superig.com.br]
Enviada em: domingo, 16 de maio de 2004 00:26
Para: Lista bioenergia
Assunto: RES: [Bioenergia-l] SUBPRODUTO DA MADEIRA DÁ LUCRO COM ENERGIA

Considerando que as milenares bioenergias continuam desprezadas, é urgente o desenvolvimento de tecnologias mais eficientes.
Assim, não é lá muito correto chamar as atuais termoelétricas a resíduos orgânicos de "cogeração".
Numa termoelétrica de 10 MWh são atualmente necessários 30 toneladas de resíduos por hora e certamente os 30 MWh de calor residual ainda não são aproveitados. Isso é calor e energia desperdiçada prá chuchú. É o que ocorre ainda hoje em todas as termoelétricas que geram 80% da energia elétrica no mundo.

Um dos caminhos a reduzir esta potência e aumentar o rendimento, é a gaseificação dos resíduos. Assim podemos ter equipamentos a partir dos 10 kWh e aproveitar o calor residual. E para poder otimizar o uso destes equipamentos, é necessário que estejam ligados na rede elétrica, na ENERNET.

Outro caminho promissor é a destilação dos resíduos vegetais. Assim, além de obter os gases e as energias, ainda podemos produzir útil carvão vegetal briquetado.

Abraços carbono sequestrantes
Eng. Thomas Renatus Fendel
FENDEL tecnologia
www.fendel.com.br
[55](47)9986-2783

"Só dá valor quem tem valor." - Pai da Sandrinha

-----Mensagem original-----
De: bioenergia-l-admin@jatoba.esalq.usp.br [mailto:bioenergia-l-admin@jatoba.esalq.usp.br]Em nome de Rogerio Carneiro de Miranda
Enviada em: quarta-feira, 12 de maio de 2004 04:52
Para: bioenergia-l@jatoba.esalq.usp.br
Assunto: [Bioenergia-l] SUBPRODUTO DA MADEIRA DÁ LUCRO COM ENERGIA

From: SBS - Sociedade Brasileira de Silvicultura

SUBPRODUTO DA MADEIRA DÁ LUCRO COM ENERGIA

De simples subproduto da madeira usado tradicionalmente na composição de “camas” para animais de laboratórios e frangos, a maravalha ao lado de outros ‘irmãos’— como serragem, cavaco (filetes) e casca — acaba de se tornar uma das mais novas fontes alternativas para a co-geração de energia no País via biomassa. A inclusão do insumo no Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica (Proinfa) possibilita uma agregação de valor de 160%. Segundo dados da cadeia produtiva madeireira, são necessárias cerca de 3 toneladas de resíduos para a co-geração de 1 megawatt/hora (MWh) de energia elétrica. Segundo a tabela do Ministério de Minas e Energia, a energia proveniente de subprodutos da madeira terá cotação de R$ 101,35 por MWh; o valor supera o do bagaço de cana que é de R$ 93,77 por MWh. Hoje, a Tarifa Média Nacional de Fornecimento (TMF) é de R$ 167,17/MWh. Isso significa uma agregação de valor de até 160% sobre o valor de 3 toneladas de maravalha quando esta tem como destino a produção de camas para animais. Fonte: www.celuloseonline.com.br.


KWH X M2 X KG...
-----Mensagem original-----
De: Fendel tecnologia [mailto:fendel@superig.com.br]
Enviada em: sábado, 15 de maio de 2004 21:18
Para: forumsocialclimabr@yahoogroups.com
Cc: Lista bioenergia; Jornal MA; Katavento
Assunto: RES: kWh x m2 x kg

Respondendo as perguntas do email abaixo:

1 - Cada usina hidroelétrica tem um número diferente e próprio. Este número pode inclusive ser "zero" e para isto basta que coloquemos um tubo numa queda de água, e sem alagamento nenhum geremos vários kWh. O que manda é a vazão e a queda, quanto maiores, maior a potência. E o ideal é essas milhares de microusinas estarem interligadas pela ENERNET. Veja em www.fendel.com.br

2 - Nas sucateadas termoelétricas a carvão mineral (igual aos dinossáureos espalhadas, que ainda geram 70% da energia elétrica mundial) temos algo como 1 kg de poluentes lançados ao ar por cada kWh.

3 - Não sei qual o rendimento de uma usina nuclear, mas considerando a fórmula de Einstein em que E = mc2 onde E é energia, m é massa e c é a velocidade da luz, resulta que cada kWh necessita de merreca de plutônio ou urânio. O grande problema é o que fazer com a merreca que sobra, ou seja o lixo radioativo, bem como o que fazer durante as eventuais e camufladas emergências.
Dias destes, não faz um mês, na Alemanha, vazou água radioativa no rio Reno de uma usina nuclear, e somente após 1 semana se divulgou o fato e as quantidades. E a Alemanha é exemplo mundial. Estão desativando todas suas usinas nucleares num prazo de 20 anos, sem ao menos ter desenvolvido a energia substituta.

Quanto às respostas do Grinpiz, aguarde deitado, e não se esqueça de antes fazer tua contribuição monetária "voluntária"... como nas igrejas.

Saudações carbono sequestrantes
Eng. Thomas Renatus Fendel
FENDEL tecnologia
www.fendel.com.br
[55](47)9986-2783

"Só dá valor quem tem valor." - Pai da Sandrinha

-----Mensagem original-----
De: Maria Helena [mailto:mariahelenamurta@terra.com.br]
Enviada em: sábado, 15 de maio de 2004 12:00
Para: forumsocialclimabr@yahoogroups.com
Assunto: [forumsocialclimabr] (unknown)

O e-mail abaixo foi dirigido ao Engº Gert Fischer, porém aquele que puder colaborar e auxiliar nas respostas, será bem vindo.
Grata,
Maria Helena
==============

Bom Dia,

Sr. Fischer, estou te enviando esse e-mail, porque eu ainda não obtive respostas para as minhas perguntas. Enviei e-mails para o Greenpeace Brasil, para o Greenpeace Internacional e nada.
Eu precisava de três respostas:

- Quanto de superfície florestal em m2 ou em km2, temos de alagar para que uma usina hidrelétrica possa gerar 1kwh de energia elétrica?

- Quanto em kg ou gramas de poluentes tóxicos temos que lançar na atmosfera para gerar 1 kwh de energia elétrica em uma usina termoelétrica?

- Quanto em urânio ou plutônio enriquecido temos que descartar, para gerar 1kwh em uma usina nuclear?

Se possível, descrever quais os impactos ambientais gerados por cada uma dessas ações.

Atenciosamente.
Vinícius Monsores de Abreu

ENERGIAS DEFINITIVAS
-----Mensagem Original-----
De: Fendel tecnologia
Para: Oficina de Textos
Enviada em: sábado, 15 de maio de 2004 15:16
Assunto: RES: [forumsocialclimabr]

Meu querido Ermitão

Na natureza todos os átomos interagem entre si. Essa é a lei da gravidade. E quanto maior o número de átomos e menor a distância, maior a atração.
Então, meu caro Ermitão, o lindo universo em auto-desenvolvimento, nos ensina que cada átomo tem o seu importantíssimo valor.
A clandestinidade gratúita, faz parte de todos os átomos.
Cabe a nós ajudar os átomos da natureza a fazerem o seu papel.
Cabe a nós evitar que alguns poucos conjuntos de átomos mal orientados, consigam estragar essa harmonia sinfônica atômica, que vive no a_Bunda_nte Seio da Terra.
Da mesma forma que bilhões de átomos unidos formam uma monumental Mulher, a união dos clandestinos pode mudar o rumo da história e reverter nosso suicida processo civilizatório.

Grandes abraços carbono sequestrantes
Teu grato amigo Brasileiro, com jeitão desajeitado de alemão.


-----Mensagem original-----
De: Oficina de Textos [mailto:Ermitao.Picinguaba@mail.EUnet.pt]
Enviada em: sábado, 15 de maio de 2004 07:15
Para: Fendel tecnologia
Cc: ruimartins@hispeed.ch
Assunto: Re: [forumsocialclimabr]

FENDEL, por qual motivo os Gênios vivem na clandestinidade???
E ainda se doam de graça, .....???
Será que o Átomo deles independe de outros átomos???
Eu, quando fui até ao PRIMEIRO ÁTOMO VIVO, lembro-me perfeitamente de ter convulsivamente desintegrado-me por completo...ou seja, voltar a me unir, NUNCA MAIS.....
Será que estou errado??
De qualquer forma estou enviando a tua entrevista na Cultura para o nosso amigo Rui Martins, na Suiça, Berna, eu creio que ele sim é a pessoa mais do que certa para te entrevistar e trazer os teus programas de energia para a Europa.
Vais adorar conhecer este imenso SER HUMANO e , na minha opinião e de muitos aqui na Europa, o mais bem conceituado Jornalista Brasileiro que se exilou e assumiu a postura correta do que afinal é fazer Jornalismo.
Abraços grande Amigo Fendel.

Édison Pereira de Almeida
Ilha da Madeira - Portugal


-----Mensagem original-----
De: Oficina de Textos [mailto:Ermitao.Picinguaba@mail.EUnet.pt]
Enviada em: sexta-feira, 14 de maio de 2004 14:53
Para: Fendel tecnologia
Assunto: Re: [forumsocialclimabr]

Fendel, soube da tua entrevista, me conta homem de Deus.
Edison


-----Mensagem original-----
De: Fendel tecnologia [mailto:fendel@superig.com.br]
Enviada em: sexta-feira, 14 de maio de 2004 14:58
Para: Lula; WWI-BR; Coop TSP; Jornal MA; Katavento; Forum Social Clima
Cc: WSJ; Veja; Tribuna; Dep. Sciarra; Dep. Elio Rusch; Dep. Max Rosenmann; Dep. Ronaldovasconcellos; FIEP RN; Dep. Rubens Otoni; OESP; Gazeta Mercantil; Ita82; Istoé; INEE; Prefeitura Rio Negro - Gabinete; Dep. Gustavo Fruet; Exame; eletrobras; Senador Alvaro Dias; sen Delcídio; Correio B; Caros Amigos
Assunto: energias definitivas

Minhas Senhoras e meus Senhores:

Recebi anteontem um convite inusitado: O pessoal da TV Cultura de SP me ligou para falar sobre hidrogênio, porque o Nassif irá falar sobre energias renováveis em seu programa diário perto das 22h00, de 17 a 21 de maio/04.
Então, poucas horas depois estava eu rumo a SP, com alguns exemplares de meu livro: "Brasil, até quando" embaixo do braço.
Não sei o que será selecionado de minha longa e empolgada entrevista, pois o programa do Nassif é curtinho. Mas fiz bons contatos e espero que o pessoal da ecologia da TV Cultura venham a Rio Negro conhecer minha usina clandestina, que injeta EE na rede pública a 11 anos...

Seguem os assuntos sobre os quais falei:

Hidrogênio (H2)

Embora o hidrogênio seja o átomo mais abundante do universo e da terra, ele não existe solto na natureza. O hidrogênio se encontra sempre ligado à outros átomos e assim não podemos usá-lo sem desprender uma grande quantidade de energia, no mínimo 3 vezes maior do que a energia obtida no hidrogênio liquefeito ou sob alta pressão.
Assim, é uma mentira dizer que o hidrogênio é limpo. Pois se necessita de grande quantidade de energia suja ou cara para "fazê-lo". Como atualmente 80% da energia gerada no mundo ainda é fóssil, a poluição para a produção de hidrogênio é maior do que o uso dos fósseis propriamente ditos.

Assim é melhor, mais barato e menos poluente usar gasolina como gasolina, do que o hidrogênio obtido através da gasolina.
E é muito melhor usar diretamente o álcool como álcool, do que transformá-lo em hidrogênio...

O hidrogênio nos fornece a energia solar, pois o sol é um grande reator nuclear de fusão. E até que o homem consiga controlar este processo aqui na terra, certamente se vão mais uns mil anos. A fusão nuclear sem contrôle é a bomba atômica de hidrogênio, mas esta ainda não podemos utilizar em forma de energia elétrica, porque ainda não desenvolvemos materiais e tecnologias que aguentem as temperaturas envolvidas na fusão.

Também a fissão nuclear do urânio é um processo ainda perigoso, caro e com resíduos radioativos, que até agora continuam sem domínio. Assim, a Alemanha, num exemplo de pioneirismo e amor à humanidade, está desativando todas as suas usinas nucleares num prazo de 20 anos, e sem ao menos ter desenvolvido uma tecnologia substituta. Então nós aqui no Brasil devemos também imitar a Alemanha e usar nossas duas usinas por mais 20 anos, e desativá-las em seguida.

Eu particularmente acho que deveríamos usar a energia nuclear apenas fazer bombas nucleares, pois o "tratado de não proliferação nuclear" é prá inglês ver.
Assim poderíamos nos defender de uma invasão do agonizante primeiro mundo, em busca de nossas bioenergias, de nossas riquezas, que continuamos vendendo a prêços irrisórios.

Biocombustíveis

O programa do Álcool implantado pelo nosso ilustre professor Bautista Vidal, que enfrentou a indústria do petróleo e automobilística mundial, é a maior e melhor escolha de um paliativo energético, que a humanidade jamais viu e verá. Este fantástico programa está sendo copiado no mundo inteiro. Nos EUA estão fazendo álcool de milho. No Japão estão misturando álcool brasileiro na gasolina, para substituir o venenoso chumbo da gasolina.
Digo paliativo, porque como nos ensina o físico nuclear Bautista Vidal, as bioenergias não são alternativas. Elas são definitivas, pois o sol ainda vai nos aquecer no mínimo por 5 bilhões de anos. Alternativo é o sujo petróleo. Alternativa que já está com sua produção chegando aos limites. Está cada vez mais difícil e mais caro abastecer o consumo crescente mundial de energia. A Shell teve que reduzir a sua previsão de reservas fósseis em mais de 30% e demitir sua otimista diretoria. A Enron, maior empresa energética do mundo foi à bancarrota fraudulentamente.

Mas, estamos no maior país tropical lambuzado de água do planeta. Assim, o mundo daqui prá frente, não mais se divide em Norte e Sul ou Primeiro e Segundo. Daqui prá frente o mundo se divide em tropical e o resto. É nos trópicos que o sol trabalha de graça. Aqui uma árvore cresce 20 vezes mais rápido do que na Finlândia. E 30% do PIB da Finlândia é creditado ao cluster florestal. O nosso potencial das biomassas é monstruoso e sub-aproveitado.

Além do maravilhoso e exemplar álcool, fazem parte das bioenergias: óleos vegetais, biogás, carvão vegetal obtido em fornos com recuperação do gás, cavacos, resíduos florestais, agrícolas e animais.
Nos EUA já rodam mais de 10.000 carros a óleo vegetal, a maioria usando óleos residuais de frituras. Na Alemanha existem locomotivas rodando com banha de pôrco.
Os biocombustíveis são eternos porque são renováveis. Um girassol cresce em 3 meses. Prá se fazer óleo de girassol, basta espremer as sementes. Para usar óleo de girassol num motor Diesel, basta adaptar um kit no motor, que aquece o óleo para 90 graus centígrados. Assim o óleo fica bem fininho, e queima melhor do que o diesel.

Além de as emissões serem menores ainda temos o sequestro de carbono.
Isso mesmo. Sequestro de carbono.
Infelizmente o proálcool não se utilizou deste marqueting para a sua viabilização, pois a partir do momento em que o povo souber que as bioenergias limpam o ar, adeus combustíveis fósseis.
Infelizmente não prestamos atenção na escola, e assim ninguém ainda se deu conta que um papel, um tecido de algodão ou uma escrivaninha de madeira é constituída basicamente de carbono que veio do ar.
Assim não percebemos ainda que uma flor, ou uma árvore, nada mais são do que átomos de carbono retirados do ar e fixados pela graciosa fotossíntese.
É por isso que o meu livro, "Brasil, até quando?" não foi feito com papel reciclado, pois este é mais caro, de pior qualidade e não sequestra carbono.
Então, andando com álcool, com óleo vegetal, e com biogás; voce devolve menos carbono ao ar do que o carbono captado pela planta. Ou seja, andando com as maravilhosas bioenergias, voce está na verdade retirando carbono do ar, ao invés do efeito estufa, voce está promovendo o efeito geladeira.

Atenção, Biogás não é gás natural. É falsa a informação de que o gás natural é limpo. O GN é igualmente fóssil e aumenta a concentração de CO2 na atmosfera.
Biogás é o gás que se forma quando o lixo orgânico se transforma em adubo orgânico. Assim, devemos captar o gás de todas os aterros sanitários e de todas as estações de tratamento de esgotos, e transformar este gás em energia térmica e elétrica através da cogeração. Bem como devemos utilizar este adubo orgânico em substituição ao adubo químico.

ENERNET
ENERNET é a prima da Internet no setor da energia elétrica (EE). Assim, como é muito melhor e mais eficiente termos os microcomputadores interligados pela rede pública, também devemos interligar os bilhões de micro-geradores através das redes de energia. Em todo canto é possível obter EE e injetá-la na rede. Uma grande reprêsa é formada por dezenas de rios com milhares de pequenas quedas de água, que deveriam ser aproveitadas por investimentos particulares e ecológicos.

Inúmeras casas de praia poderiam ter um micro-gerador eólico.

Também é muito mais eficiente gerar EE em pequena escala do que em grandes termoelétricas. Todas as grandes termoelétricas não tem como utilizar o calor residual, e assim, no mínimo elas tem que jogar fora 50% da energia, em forma de calor não aproveitado.

Este calor pode muito bem ser aproveitado pelos pequenos cogeradores particulares. Assim, qualquer combustível pode ser aproveitado quase que completamente, ou seja, podemos facilmente chegar em rendimentos de 90% com a micro-cogeração. Num hotel por exemplo, a água quente do motor e do escapamento do cogerador, pode aquecer a água do aquecimento central e ser distribuido para chuveiros, cozinha, calefação, ar condicionado, etc.

A ENERNET também vai moralizar as tarifas elétricas. Hoje, os abastados eletrointensivos recebem a energia quase que de graça, a prêços inferiores aos custos de geração de Itaipu. Assim a Mariazinha paga R$ 0,40 pelo mesmo kWh que o Antonhão ganha a R$ 0,04. Ou seja, é o sacrificado povo que está subsidiando o Alumínio e demais produtos exportados a prêços baixos.

É tecnicamente muito mais fácil injetar energia elétrica distribuida num fio elétrico, do que injetar água de qualidade num tubo de uma concessionária. Até porque estamos no país do chuveiro elétrico, e assim temos algumas redes ociosas em mais de 90%.

MDL (Mecanismo de Desenvolvimento Limpo)

Embora o protocolo de Kioto ainda não esteja ratificado, já ocorre o comércio de gás carbônico pelo mundo. Assim, os paízes poluidores já podem negociar suas cotas de futura poluição.

Os paízes sub-desenvolvidos já estão vendendo através do MDL o carbono que deixam de lançar ao ar ou que teriam direito a jogar e sujar o ar do mundo. Também estamos vendendo o carbono sequestrado por nossas florestas.

O grande erro é o prêço praticado. Deveríamos cobrar no mínimo 500 Euros pela tonelada de carbono no MDL e mais 500 Euros pela tonelada real em forma de álcool, óleo vegetal, biogás, madeira, resíduos vegetais, etc; num total de 1000 Euros a tonelada. E não vender a tonelada a 1 Euro como estamos fazendo. Isso é esmola que apenas serve de salvoconduto aos abastados e não diminue em nada a emissão de CO2 mundial.

Mais detalhes em www.fendel.com.br

Abraços carbono sequestrantes

Eng. Thomas Renatus Fendel
FENDEL tecnologia
www.fendel.com.br
[55](47)9986-2783

"Só dá valor quem tem valor." - Pai da Sandrinha

Curriculum: O Professor Thomas Renatus Fendel profere palestras sobre o tema "ENERGIA & CLIMA" em cursos de graduação e pós-graduação, bem como foi o único palestrante laureado com 2 palestras na: RIO3 - World Climate & Energy Event - de 1 a 5 de dezembro de 2003 - Hotel Glória - Rio de Janeiro - RJ

HIDROGÊNIO x ÁLCOOL
-----Mensagem original-----
De: Ennio Peres da Silva [mailto:lh2ennio@ifi.unicamp.br]
Enviada em: quarta-feira, 12 de maio de 2004 12:12
Para: Fendel tecnologia; fabianagviana@terra.com.br; INEE; eletrobras; Lula
Cc: Caros Amigos; Correio B; Forum Social Clima; sen Delcídio; Senador Alvaro Dias; Exame; Dep. Gustavo Fruet; Prefeitura Rio Negro - Gabinete; Istoé; Ita82; Katavento; Jornal MA; Gazeta Mercantil; OESP; Power; FIEP RN; Dep. Ronaldovasconcellos; Dep. Max Rosenmann; Dep. Elio Rusch; Tribuna; Coop TSP; Unicamp; Veja; WSJ; WWI-BR
Assunto: Re: [Katavento] Hidrogênio!

Olá Thomas,

Obrigado pelo artigo. Estamos de acordo com a idéia geral: os EUA buscam o hidrogênio como alternativa para não assinar o Protocolo de Kyoto. Para nós, que trabalhamos com o hidrogênio no Brasil, a estratégia é outra: queremos desenvolver esta tecnologia para reduzir impactos ambientais relacionados ao uso de energia e incrementar o uso das fontes renováveis, as quais temos em abundância. Entretanto não determinamos o que fazem os outros países, principalmente os EUA. Se eles estão investindo nesta tecnologia por outros motivos, o que nos interessa é "pegar carona" neste desenvolvimento e avançar as possibilidades do uso desta alternativa. Tão pouco é nosso objetivo criar uma fábrica de carros nacionais ou definir o que deve ou não ser utilizado no país. Como universidade e instituição de pesquisa, temos que formar especialistas em todas as áreas e disponibilizar à sociedade alternativas, energéticas no nosso caso, para que ela decida o que é melhor.

Um abraço.
Ennio


----- Original Message -----
From: Fendel tecnologia
To: lh2ennio@ifi.unicamp.br ; fabianagviana@terra.com.br ; INEE ; eletrobras ; Lula
Cc: Caros Amigos ; Correio B ; Forum Social Clima ; sen Delcídio ; Senador Alvaro Dias ; Exame ; Dep. Gustavo Fruet ; Prefeitura Rio Negro - Gabinete ; Istoé ; Ita82 ; Katavento ; Jornal MA ; Gazeta Mercantil ; OESP ; Power ; FIEP RN ; Dep. Ronaldovasconcellos ; Dep. Max Rosenmann ; Dep. Elio Rusch ; Tribuna ; Coop TSP ; Unicamp ; Veja ; WSJ ; WWI-BR
Sent: Wednesday, May 12, 2004 11:47 AM
Subject: ENC: [Katavento] Hidrogênio!

Caro Professor Ennio

Obrigado pela pronta resposta.

No texto abaixo, o autor J J Romm parece acreditar no H2 para daqui a três décadas...

Sou um pouco mais pessimista e acredito que o H2 possa ser viável daqui a uma centena de décadas, quando conseguirmos fazer a fusão nuclear do H2, tal qual ocorre no sol; claro se até lá a humanidade ainda não se autoextinguiu, como vem ocorrendo e como é mais provável que aconteça; e se até lá as bioenergias ainda continuarem a ser desprezadas.

Considero injusto chamar o carro Vega 3 como carro a hidrogênio ou elétrico. No meu entender se trata de um projeto de carro a álcool.

Quanto ao balanço do álcool x H2 tenho a ponderar:
Hoje já é possível fazer motores a explosão interna com rendimento de 45%, com chances de aumentar mais um pouquinho.
Estimando o rendimento das células combustíveis a 50%, do reformador a 80% resulta em 40% de rendimento total.
Portanto, continuo não vendo vantagem nenhuma nas caras células combustíveis.
Também não é racional ligar carros geradores de energia elétrica nas redes, sem se aproveitar o calor desperdiçado.
Detalhes em www.fendel.com.br sob títulos: ENERNET e Cogeração.

Infelizmente até hoje, os carros e motores a explosão ainda são desenvolvidos para a aparência opulenta e desempenho.
Assim, no ítem economia e ecologia, muito coisa ainda tem que ser feita.
Para a indústria do petróleo, quanto mais beberrões os carros, melhor... e a mídia continua induzindo os consumidores a bólitos imensos para carregar ar, pois nenhum proprietário faz frete com sua paixão com vidros escurecidos que dificultam a própria visão e com as suspensões desativadas.

Abraços carbono sequestrantes
Eng. Thomas Renatus Fendel
FENDEL tecnologia
www.fendel.com.br
[55](47)9986-2783

"Existe desperdício maior de energia do que as ratoeiras eletrônicas (lombadas)? Já repararam que elas sempre são instaladas nas baixadas? É prá arrecadar mesmo, para gastar freio, desperdiçar combustível e sujar o ar." - Fendel


-----Mensagem original-----
De: katavento@grupos.com.br [mailto:katavento@grupos.com.br]Em nome de katavento@katavento.com.br
Enviada em: terça-feira, 11 de maio de 2004 09:04
Para: katavento@grupos.com.br
Assunto: [Katavento] Hidrogênio!

10/05/04
Hidrogênio
Se mal implantado, combustível do futuro pode até poluir
Deve haver algo errado se um mesmo assunto faz com que George W. Bush, os ambientalistas, a Shell, os cientistas e a General Motors concordem. Se for perguntado a eles qual será o combustível do futuro a resposta será a mesma: o hidrogênio. Mas algumas vozes dissonantes estão mostrando que pode haver mais por trás da aparente boa fé da indústria. De acordo com Joseph J. Romm, autor de The Hype About Hydrogen: fact and fiction in the race to save the climate (A Moda do Hidrogênio: mito e realidade na corrida para salvar o clima) e ex-assessor do governo Clinton, as corporações do petróleo e dos automóveis podem estar apressando a adoção de uma tecnologia ainda não viável para evitar a adoção de políticas restritivas às emissões de carbono. (Leia mais)
http://www.comciencia.br/200405/noticias/2/hidrogenio.htm
[Thomas R Fendel]


-----Mensagem original-----
De: Fabiana Gama Viana [mailto:fabianagviana@terra.com.br]
Enviada em: sexta-feira, 30 de abril de 2004 15:45
Para: Fendel tecnologia
Assunto: Fw: NIPEenergia - VEGA II


----- Original Message -----
From: Ennio Peres da Silva
To: Fabiana Gama Viana
Cc: Newton Pimenta Neves Jr. ; Cristiano da Silva Pinto
Sent: Friday, April 30, 2004 2:38 PM
Subject: Re: NIPEenergia - VEGA II

Olá Thomas,

Obrigado por sua mensagem. Vamos às suas questões:
1- O carbono (CO2) emitido pelo reformador volta à atmosfera, de onde foi retirado pela cana durante seu crescimento. Portanto não há acréscimo de CO2 na atmosfera.
2- 1 kWh de eletricidade vai utilizar em torno de 0,8 m3 de H2, que corresponde ao uso de 400 ml de etanol por hora.
3- Quanto ao custo, pode ser calculado, do ponto de vista apenas do consumo de combustível, tomando-se o custo do litro de etanol, a partir dos números acima.
4- A eficiência das células a combustível depende do tipo de célula. As células PEM têm apresentado, quando em uso, entre 40 e 50% de eficiência. Já os reformadores têm eficiências em torno de 80%, sendo que os de etanol ainda não foram concluídos, o que esperamos fazer até o final deste ano. Portanto deveremos ter este número no início do ano que vem.
5- Um veículo com a concepção do VEGA II deverá utilizar uma célula de 10 kW, ou seja, um consumo médio de 4 litros de etanol/hora, com uma velocidade digamos de 80 km/h. Portanto, tem-se o consumo de 4 litros de etanol para 80 km, ou seja, 0,6 litros para cada 12 km, quase metade do consumo do veículo convencional. De fato, como a eficiência dos veículos convencionais é da ordem de 20% e dos veículos com células 40%, esses resultados para o etanol estão coerentes.
6- Cada país está procurando produzir o hidrogênio a partir de seus próprios recursos. No caso brasileiro deveremos utilizar as fontes renováveis (hidráulica, biomassa, eólica, etc.) e algumas fósseis disponíveis, como agora o gás natural. Estas opções já estão definidas na linha política determinada pelo Ministério de Minas e Energia, que em breve deverá estar sendo divulgada.

Qualquer outra dúvida, não hesite em nos contatar.

Um abraço.

Ennio

CENEH
----- Original Message -----
From: Fabiana Gama Viana
To: Ennio Peres da Silva
Sent: Friday, April 30, 2004 1:40 PM
Subject: Fw: NIPEenergia - VEGA II

Olá Ennio.
Recebi este e-mail.
Um abraço,
Fabiana.
****
Fabiana Gama Viana
Setor de Divulgação do NIPE
Núcleo Interdisciplinar de Planejamento Energético - NIPE / UNICAMP
Cidade Universitária Zeferino Vaz - Caixa Postal 1170
CEP: 13084-971 Campinas - São Paulo
Fone / FAX: (19) 3289-3125, (19) 3289-5499 ou (19) 3289-7787
fabianagviana@terra.com.br

----- Original Message -----
From: Fendel tecnologia
To: Fabiana Gama Viana
Cc: WWI-BR ; Unicamp ; WSJ ; Tribuna ; Dep. Sciarra ; Dep. Elio Rusch ; Dep. Max Rosenmann ; Dep. Ronaldovasconcellos ; PWC ; Power ; Dep. Rubens Otoni ; OESP ; Gazeta Mercantil ; Jornal MA ; Katavento ; Ita82 ; Istoé ; Dep. Gustavo Fruet ; Exame ; eletrobras ; Senador Alvaro Dias ; sen Delcídio ; Forum Social Clima ; Correio B ; Caros Amigos
Sent: Friday, April 30, 2004 1:41 PM
Subject: RES: NIPEenergia - VEGA II

Prezado Professor Ennio Peres da Silva - UNICAMP

Na qualidade de ignorante das propaladas qualidades do hidrogênio, venho solicitar a Vossa Senhoria algumas informações sobre este suposto futuro combustível, quais sejam:
1 - Para onde irão os átomos de carbono remanecentes do reformador de etanol? O que será feito com este carbono?
2 - Quantos kWh são necessários para se obter 1 kWh elétrico a partir do hidrogênio, e de onde virá esta energia?
3 - Quanto custa e quanto vai custar 1 kWh ou 1 kg de hidrogênio?
4 - Qual a previsão de rendimento para as células combustíveis? E reformadores?
5 - Se com 1 litro de álcool um Fiat Pálio com um motor de ciclo Otto faz 12 km a 100 km/h, qual é a estimativa de consumo de álcool do mesmo carro, com a mesma capacidade de carga, nas mesmas condições, com células combustíveis e reformador? E a que custo?
6 - De onde virá a energia para a produção de hidrogênio? Se 80% da energia elétrica utilizada no mundo é gerada em termoelétricas fósseis e nucleares?

Na espectativa de poder compreender como o hidrogênio vai ser limpo, eficiente e barato, permaneço mui grato.

Atenciosamente
Eng. Thomas Renatus Fendel
FENDEL tecnologia
www.fendel.cjb.net
55(47)9986-2783

"Bioenergia é definitiva, não é alternativa" - Prof. Bautista Vidal.

-----Mensagem original-----
De: Fabiana Gama Viana [mailto:fabianagviana@terra.com.br]
Enviada em: terça-feira, 27 de abril de 2004 10:24
Para: Fabiana Gama Viana
Assunto: NIPEenergia - VEGA II

NIPEenergia
Campinas, 27 de Abril de 2004. (Número 105)

Veículo Elétrico realiza os primeiros testes

Cristiane Peres Bergamini (CENEH)
Fabiana Gama Viana (NIPE / UNICAMP)

O VEGA II, primeiro veículo elétrico com Célula a Combustível do Brasil, teve seus primeiros testes realizados neste fim de semana. Esta é a etapa final do projeto “Desenvolvimento de Plataforma de Teste para Veículos Elétricos com Células a Combustível”, financiado pelo Ministério de Minas e Energia e executado pelo Núcleo Interdisciplinar de Planejamento Energético – NIPE em parceria com o Laboratório de Hidrogênio do Instituto de Física “Gleb Wataghin”, ambos da UNICAMP, e o Centro Nacional de Referência em Energia do Hidrogênio – CENEH.

O objetivo deste trabalho é disponibilizar uma plataforma de testes para veículos elétricos que utilizam células a combustível e dotar o país de conhecimento técnico e mão de obra especializada nesta área. Entre os resultados esperados estão o dimensionamento, teste e operação de todo o sistema de propulsão de um veículo elétrico com células a combustível, além de pesquisas para o uso de células a combustível em aplicações estacionárias.

As células a combustível funcionam através de uma reação eletroquímica, convertendo a energia química do combustível em eletricidade. O combustível mais utilizado é o hidrogênio, que pode ser gerado por meio de um grande número de processos artificiais envolvendo diversas fontes limpas, como o etanol, ou fósseis, como a gasolina. No caso do VEGA II são utilizados dois cilindros de hidrogênio gasoso comprimido como tanques de combustível do veículo, semelhantes aos utilizados nos carros com gás natural, e células com potência nominal de 5 kW e do tipo PEM (Próton Exchange Membrane), o mais indicado para aplicação veicular.

De acordo com o Coordenador do projeto e do Laboratório de Hidrogênio da UNICAMP, Prof. Ennio Peres da Silva, os próximos passos são a finalização dos testes de pista e a projeção do VEGA III que terá, no lugar dos tanques de hidrogênio pressurizado, um reformador de etanol. Este equipamento irá retirar do álcool o hidrogênio necessário para a célula a combustível. O reformador já foi dimensionado e sua construção iniciada. Um outro projeto em estudo é a aplicação do sistema utilizado no VEGA II em ônibus para transporte urbano de passageiros, buscando a redução das emissões veiculares nas grandes metrópoles como São Paulo. Vale mencionar que a concretização de ambos os projetos depende de recursos financeiros ainda a serem obtidos.

O VEGA II estará em exposição aberta ao público no Seminário sobre Veículo Elétrico Híbrido, nos dias 27 e 28 de abril, no Blue Tree Convention, em São Paulo (SP).

****
Fabiana Gama Viana
Setor de Divulgação do NIPE
Núcleo Interdisciplinar de Planejamento Energético - NIPE / UNICAMP
Cidade Universitária Zeferino Vaz - Caixa Postal 1170
CEP: 13084-971 Campinas - São Paulo
Fone / FAX: (19) 3289-3125, (19) 3289-5499 ou (19) 3289-7787
fabianagviana@terra.com.br


KIOTO X POLUIÇAO X ENERGIA
-----Mensagem original-----
De: Fendel tecnologia [mailto:fendel@superig.com.br]
Enviada em: segunda-feira, 10 de maio de 2004 14:14
Para: WSJ; Veja; Unicamp; Coop TSP; Tribuna; Dep. Elio Rusch; Dep. Max Rosenmann; Dep. Ronaldovasconcellos; FIEP RN; Power; Dep. Rubens Otoni; OESP; Gazeta Mercantil; Lula; Istoé; INEE; Prefeitura Rio Negro - Gabinete; Dep. Gustavo Fruet; Exame; Senador Alvaro Dias; sen Delcídio; Correio B; Caros Amigos
Cc: WWI-BR; Jornal MA; Katavento; Forum Social Clima
Assunto: ENC: [Floresta-l] protocolo de Quioto e poluicao

Caro Zanetti

O artigo abaixo demonstra claramente a besteira que é o tal comércio de carbono de Kioto, que não passa de negociata e propaganda enganosa, como venho alertando a vários anos, em congressos e em artigos enviados a políticos, listas e mídia em geral.
Não tem cabimento continuar a retirar os fósseis da terra. É isso que temos que divulgar, trabalhar e batalhar, pois nada resolve varrer a sujeira para debaixo do tapete.
A empulhação do MDL (Mecanismo de Desenvolvimento Limpo) incentiva os fósseis, claro. E não reduz a quantidade de carbono no ar, pois continua sendo barato ser porco.
Afinal as florestas tem que ser plantadas com ou sem estas esmolas, e pior ainda é negociatar por merreca o carbono capturado por florestas já existentes.
Essa prática míope apenas incentiva os fósseis, que sem este uso do mercado de carbono do MDL, teriam que ser substituídos pelas energias limpas como: hídrica, eólica e pelas atmosfera limpantes bioenergias como: álcool, óleo vegetal, biogás, carvão vegetal (produzido em máquinas com recuperação de gases), cavacos, resíduos florestais e agrícolas.

O prêço do barril de petróleo já está novamente em 40 dóllares e será mantido neste patamar a qualquer custo por Bush, até a data da fracassada tentativa de reeleição deste sujo meliante.
Depois veremos o real preço do agonizante petróleo, cujo consumo mundial se encontra ligeiramente acima da desesperada e insustentável capacidade de produção.
A Enron, a maior empresa de energia do mundo, já foi fraudulentamente à bancarrota.
A Shell e suas semelhantes tiveram que reduzir oficialmente suas jazidas "estimadas" em 30%, com demissão de seus otimistas diretores.
O hidrogênio não passa de boba estorinha infantil, sem fundamento e cabimento.
Ou seja, daqui prá frente, a elevação dos prêços da energia fóssil será galopante, e nem a 3a. guerra mundial poderá reverter esta camuflada realidade. Só não vê, quem não quer.

Abraços carbono sequestrantes
Eng. Thomas Renatus Fendel
FENDEL tecnologia
www.fendel.com.br
[55](47)9986-2783

"Bioenergia é definitiva, não é alternativa" - prof. Bautista Vidal, o pai do Proálcool.


-----Mensagem original-----
De: floresta-l-admin@jatoba.esalq.usp.br [mailto:floresta-l-admin@jatoba.esalq.usp.br]Em nome de ZANETTI EDERSON AUGUSTO
Enviada em: segunda-feira, 10 de maio de 2004 09:30
Para: floresta-l@jatoba.esalq.usp.br
Cc: redeflorestal-rj@grupos.com.br
Assunto: [Floresta-l] protocolo de Quioto e poluicao

Environmentalists Cry Foul at Rock Stars’, Polluting Companies’
“Carbon-Neutral” Claims

Environmentalists are today launching protests against two British firms who say they are able to make their clients’ products and services harmless to the climate through tree-planting and other activities.

The environmentalists charge that the claims of Future Forests and Climate Care to be able to render air travel, Coldplay CDs, the Glastonbury Festival and hundreds of other products and activities “carbon neutral” or “climate neutral” cannot be verified and distract public attention from attempts to address the causes of climate change. They are sending letters to dozens of the firms’ clients asking them to reconsider their association with the companies.

“We are concerned that these ! companies are indirectly blocking the real solution to global warming, which is reducing and finally halting fossil fuel burning,” said Heidi Bachram of Carbon Trade Watch, a group campaigning to curb global warming.

Burning coal, oil and gas produces carbon dioxide, one of the gases whose buildup in the atmosphere is warming the planet, according to the Intergovernmental Panel on Climate Change.

“We need to see constructive actions such as a halt to government subsidies for oil development, rather than scientifically-disreputable schemes to ‘compensate’ for continued fossil fuel development, which merely leave an ever-worsening problem for future generations,”
Bachram said.

"The idea that people can burn fossil fuels and then plant trees to clean up the carbon dioxide which results is simply wrong. This false ‘solution’ will mer! ely keep people digging up oil and coal, instead of trying to shift to clean energy.”

Environmental and social justice groups including Carbon Trade Watch, SinksWatch, Soljuspax, worldforests, Clean Development Mechanism Watch, Rising Tide and The Corner House have co-signed the letters to over 200 Future Forest and Climate Care clients.

On the list are such large-scale polluters as BP, Volvo, Avis, Tetrapak and Amerada Hess, as well as other corporate heavyweights such Barclays, British Telecom and Warner Brothers and celebrities including Atomic Kitten, Coldplay and Damien Hirst.

Said Jutta Kill, director of SinksWatch, an organization that monitors tree-planting projects claiming to “neutralise” greenhouse gas emissions from fossil fuels, "Pretending that a tonne of carbon stored in trees is the same as a tonne of fossil carbon ignores the very basics of the natural carbon cycle. There is e! normous scientific controversy about how much carbon dioxide any given tree-planting can take out of the air, and for how long.”

Environmentalists like Kill agree that forests play an important role in climate regulation, as storehouses of carbon, but insist that they should not be traded for continued fossil fuel use.

“There’s a difference between planting trees, which benefits the climate, and planting trees as part of a programme sanctioning further fossil fuel burning, which does not” said Mandy Haggith of Worldforests. “It’s the difference between green action and greenwash.”

Future Forests’ and Climate Care’s claims to be able to “offset” their clients’ carbon dioxide emissions through extra energy efficiency or hydropower projects also came under the environmentalists’ fire.

“To be able to say you’ve ‘neutralized’ t! he emissions from your car by investing in efficient stoves o r machinery, you have to be able to calculate exactly how much of an improvement over ‘business as usual’ you’re making,” said Larry Lohmann of the campaigning group The Corner House. “But there are huge disputes raging over these calculations,” Lohmann said. “Experts are coming up with estimates that differ by orders of magnitude.”

Environmentalists are also today lodging formal complaints with Britain’s Advertising Standards Authority about the two companies’ claims.

At issue are two advertisements by Future Forests, one in a Tower Records outlet and one in Barclays Bank, and an advertisement by The Phone Co-Op in The Ecologist magazine citing Climate Care services.

The firms’ advertisements are misleading, the environmentalists say, since they do not acknowledge the “fierce” scientific controversy surrounding the capacity of tr! ee-planting and other projects to “offset” carbon emissions.

The British Code of Advertising requires that an advertisement reflect any “significant division of scientific opinion” about its claims.

For more information: www.futureforests.com,
www.co2.org,
www.sinkswatch.org, www.tni.org/ctw,
www.thecornerhouse.org.uk/document/#climate.

Eder Zanetti Forest Engineer - Msc

recado do prof. CARLOS LIMA
Caros Participantes,

Estivemos participando do: "2º Simpósio Latino Americano sobre Fixação de Carbono", em Curitiba - PR, no período de 21 a 24 de Abril de 2004. Promovido pelo Instituto ECOPLAN, em conjunto com a UFPR. Todas as palestras apresentadas durante o evento encontram-se disponibilizadas para download no site da ECOPLAN: www.ecoplan.org.br . A ECOPLAN editou um livro com os melhores trabalhos da primeira edição do evento, juntamente com todos os trabalhos apresentados nesta segunda edição do evento.

PS: Temos um trabalho que foi apresentado no dia 23/04, às 10:50 hs.

Aqueles que se interessam por esta temática que mantenham as turbinas aquecidas, pois teremos a terceira edição do evento em 2006, além de eventos esporadicos ao longo destes dois anos.


GN
Tema: Desenvolvendo o Mercado de Gás
Neste tópico, serão promovidas idéias para o desenvolvimento dos mercados de gás no Brasil. Discute-se sobre políticas alternativas de governo e estratégias empresariais.

Comentário: Respondendo a sua pergunta caro Professor Edmilson:

É claro que não devemos exportar GN, e nem usá-lo, pois é fóssil.
O que devemos é exportar nossas bioenergias a 500 US$ a tonelada real mais 500 US$ a tonelada no MDL (Mecanismo de Desenvolvimento Limpo) num total de 1000 US$ a tonelada... bem melhor do que o criminoso 1 a 5 US$ que está sendo atualmente negociado no MDL.
Autor: www.fendel.com.br

CAROS AMIGOS

Faço parte do Iogurt a 1 dia... e estou encantado...
Se houver interesse, posso mandar um convite.

Abraços
Fendel


-----Mensagem original-----
De: Fendel tecnologia [mailto:fendel@superig.com.br]
Enviada em: segunda-feira, 3 de maio de 2004 23:20
Para: bio_raquel@ig.com.br
Assunto: RES: JMA / Orkut, você ainda vai ter um - CONVITE

Oi Raquel

Por favor, me mande um convite para thomas@fendel.com.br na meio ambiente.

Gratos beijos


-----Mensagem original-----
De: Raquel Cristina de Almeida [mailto:bio_raquel@ig.com.br]
Enviada em: segunda-feira, 3 de maio de 2004 22:33
Para: "Undisclosed-Recipient:;"@smtp.uol.com.br
Assunto: JMA / Orkut, você ainda vai ter um - CONVITE

Oi, Pessoal, segue abaixo uma descrição dessa nova mania da internet. Os brasileiros são 10% do total de inscritos.
Eu estou lá e existem comunidades de profissões (estou na biologia), de meio ambiente e EA, de cidades e regiões, onde é possível trocar boas idéias e conhecer ótimas pessoas. Além das comunidades de religião e outras de pura diversão e cultura (in)útil, claro.
Só é possível entrar com convite de quem já é cadastrado, então, quem desejar é só me mandar um e-mail. EU NÂO VENDO.
Abraços,
Raquel Almeida

Orkut, você ainda vai ter um.
Rafael Rigues

orkut.com
A rede social do Google se espalha rapidamente pela Internet e ganha seus próprios clones.

"orkut - José Silva has added you to his friends list". Se você tem vários amigos espalhados por toda a Internet e ainda não recebeu uma mensagem como esta, provavelmente vai receber em breve. A nova "rede social"criada por Orkut Buyukkokten, funcionário do Google, se espalha rapidamente pela Internet.

Nos dois primeiros dias de fevereiro, 100 mil novos usuários se cadastraram no sistema, um ritmo de crescimento muito superior ao dos concorrentes como o Friendster ou Tribe. O número é ainda mais impressionante se você considerar que a inscrição não é aberta a todos os internautas. É preciso ser convidado por alguém que já é membro para poder entrar. O sucesso foi tanto que o Orkut até ganhou seus próprios clones: a Mirabilis, fabricante do ICQ, lançou recentemente o Universe

O sistema, que ainda é um protótipo, funciona mais ou menos assim: quando uma pessoa te adiciona à lista de amigos, você também pode adicioná-la à sua, se a amizade for recíproca, ou deixá-lo de fora. Você também pode se declarar "fã" de um amigo, deixar mensagens, escrever um testemunho sobre ele, adicionar ele (ou ela) à lista de pessoas por quem você tem uma "queda", e por aí vai. Os usuários também podem se organizar em "comunidades", e criar fóruns de discussão sobre temas variados.

E à medida que a sua "rede social" vai crescendo e você entra em contato com amigos, amigos dos amigos ou outros usuários com os mesmos interesses que você, o potencial do Orkut começa a surgir. De sua rede podem surgir parceiros de escalada, oportunidades de negócio ou até mesmo o grande amor de sua vida.

Todo o burburinho ao redor do serviço, que ainda é um protótipo, já gerou até um mercado negro. Membros estão vendendo convites a US$ 2,00 cada. No eBay, convites chegaram a ser leiloados por até US$ 10,00.


Raquel Cristina de Almeida
Bióloga/Educação Ambiental
Projeto Ambiental "Um Olhar para o Rio Paraíba do Sul"
Volta Redonda, RJ
E-mail: bio_raquel@ig.com.br
www.rioparaibadosul.blogger.com.br

URÂNIO ENRIQUECIDO
Caro Gonzaga

Se o balanço energético de enriquecimento de urânio abaixo mencionado é real, novamente nossa pesquisa nacional merece uma condecoração.
E sabendo que acôrdos internacionais são para inglês ver, deveríamos desenvolver também nossas bombas atômicas, para reduzir o acesso e domínio indesejável de algum paíz pseudo-abastado sobre os paízes pseudo-mendigos.
Chega de mendigar hipocrisia.
Além de sujar os 10 dedos das mãos, deveríamos também exigir as impressões digitais dos pés dos meliantes inspetores estrangeiros e de seus "superiores".

É provável que a fissão nuclear não seja a solução energética sustentável de que necessitamos, haja visto que a Alemanha está desativando todas as suas usinas nucleares, sem ao menos ter uma opção desenvolvida para substituí-las.

Este belo exemplo nos mostra mais uma vez, que podemos aqui desenvolver alumínio aeronáutico, turbinas e cocadas, de forma muito melhor do que os importados.

Abraços carbono sequestrantes
Eng. Thomas Renatus Fendel
FENDEL tecnologia
www.fendel.com.br
[55](47)9986-2783

"As duas últimas décadas de arrôcho sobre a América Latina, proporcionaram um período de prosperidade jamais igualado para bancos e multinacionais dos EUA." - Veltmeyer


-----Mensagem original-----
De: katavento@grupos.com.br [mailto:katavento@grupos.com.br]Em nome de gonzzaga@terra.com.br
Enviada em: sexta-feira, 7 de maio de 2004 17:57
Para: katavento@grupos.com.br
Assunto: [Katavento] Fw: Querem levar de bandeja

Subject: URÂNIO ENRIQUECIDO

A tensão disparou à meia-noite do sábado 3. Num telefonema urgente de Washington para sua casa em Brasília, o chanceler brasileiro Celso Amorim soube que os Estados Unidos haviam dado início à mais ousada emboscada econômica dos últimos tempos. Inquietos para descobrir os segredos industriais de um equipamento brasileiro capaz de produzir
urânio enriquecido - a fonte de energia mais controlada, temida e cobiçada do Mundo - os americanos estavam prontos a travestir uma questão essencialmente comercial num caso militar de dimensão internacional. Eles querem ver de perto as ultracentrifugadoras
desenvolvidas por cientistas brasileiros ao longo dos últimos 27 anos.

Criados com talento, suor e o equivalente a US$ 1 bilhão em investimentos públicos, esses aparelhos estão aptos a fazer com que o País ingresse no exclusivo clube dos produtores mundiais em escala industrial de urânio enriquecido. Em 2001, segundo o Nuclear Fuel Cost Calculator (NFCC), da Holanda, esse mercado movimentou US$ 18 bilhões de
dólares e está em franco crescimento. Na busca dos segredos da mais brilhante conquista da ciência nuclear nacional, os americanos parecem dispostos a tudo. Naquela semana, o Secretário de Energia dos EUA, Spencer Abraham, desembarcou em Brasília para insistir na reivindicação de ver as máquinas brasileiras.

Até onde eles podem ir? No domingo 4, confirmando o que o chanceler Amorim soube na véspera, o governo dos Estados Unidos disparou o primeiro artefato. Mesclando fontes anônimas do Departamento de Estado e especialistas em questões atômicas ligados à Casa Branca, uma reportagem de primeira página do The Washington Post lançou uma nuvem de suspeitas sobre os fins pacíficos do programa nuclear brasileiro. "Se não queremos este tipo de instalações no Irã ou na Coréia do Norte, não deveríamos querer também no Brasil", comparou uma das fontes do jornal. Naquele momento, foi como se o chamado "eixo do mal", instituído pelo Presidente George W. Bush para justificar a invasão do Iraque, ganhasse seu quarto integrante.

URÂNIO ENRIQUECIDO

Aparelho inventado no Brasil produz combustível atômico para as usinas de Angra dos Reis.

Nas 48 horas seguintes, as autoridades brasileiras entraram em estado de alerta. A partir de uma ação combinada entre executivos do governo americano e técnicos da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), o Brasil se viu pressionado a mostrar suas ultracentrifugadoras à primeira inspeção.

"Não. Elas são um patrimônio nacional que precisa ser preservado, sem prejuízo de estarmos absolutamente dentro das regras de desenvolvimento de um programa nuclear pacífico", reagiu à DINHEIRO o Ministro da Ciência e Tecnologia, Eduardo Campos. Nas severas normas internacionais de controle atômico, não existe nenhuma regra que obrigue um país a revelar segredos industriais deste tipo.

Na terça-feira 6, o Chanceler Amorim soltou uma nota dura. "É inaceitável", resumiu. Na capital americana, porém, o Departamento de Estado retrucava. Um porta-voz que pediu anonimato à imprensa local definiu o alvo dos Estados Unidos. Na Europa, uma fonte da AIEA fez o mesmo. Esse alvo é Resende, mais especificamente a sala em que operam as
cerca de 200 ultracentrifugadoras na sede das Indústrias Nucleares do Brasil (IN. Para impedir espionagem industrial, elas são protegidas por um fino tapume. No entanto, todo o processo de entrada e saída do urânio em gás, antes e depois do enriquecimento, pode ser medido em todos os detalhes. "Não somos obrigados a mostrar nossas máquinas", reagiu Carlos Bezerril, diretor de enriquecimento de urânio da INB. "Mas prestamos todas as contas necessárias."

Em 1978, o Almirante Othon Luiz Pinheiro foi encarregado de reunir cientistas para inventar uma ultracentrifugadora. Deu certo. Hoje, a máquina enriquece o urânio em forma gasosa na velocidade do som, tem baixo consumo de energia e demanda manutenção a cada cinco anos de uso.
O Brasil fabrica 20 por mês. "Com uns R$ 15 milhões em investimento, dobraremos essa marca", diz ele. Há 200 máquinas em operação no País. No ano passado, a fábrica da INB recebeu seis equipes de inspeção da AEIA.
Nenhuma constatou qualquer irregularidade. Numa delas, um técnico da agência chegou a encostar o rosto no chão para olhar por baixo da barreira visual.

"Eles ficam intrigados com o fato de as máquinas trabalharem em absoluto silêncio", assinala o ex-ministro da Ciência e Tecnologia, Roberto Amaral.

Em setembro, o Governo começou a ser instado a assinar um novo protocolo internacional liberando o acesso a toda e qualquer instalação nuclear. Leia-se: a sala em que ficam as ultracentrifugadoras. Em dezembro, uma carta da AIEA protocolou o pedido. "Os motivos para tanta pressão são puramente comerciais", diz Amaral. Sob a penumbra dos segredos sobressai um consenso científico de que as máquinas brasileiras são capazes de enriquecer urânio a um custo até 70% menor do que o obtido pelos equipamentos existentes nos Estados Unidos, na França e no Canadá. Técnicos brasileiros acreditam que a tecnologia nacional está pelo menos cinco anos à frente da estrangeira.

Enquanto as máquinas francesas precisam de duas usinas nucleares atrás de si, e uma terceira de reserva, para terem força suficiente para enriquecer o urânio em escala industrial, as brasileiras não gastam praticamente energia nenhuma. "O ar-condicionado da sala puxa mais energia do que mil das nossas máquinas", compara o almirante da reserva
Othon Luiz Pinheiro da Silva, o principal criador dos equipamentos. Com preço reduzido para o enriquecimento, e tendo no subsolo uma das maiores reservas de urânio do planeta, a médio prazo o Brasil pode se tornar um exportador do combustível atômico com ampla vantagem competitiva sobre os países mais ricos. Em setembro, a fábrica de Resende estará em condições de fornecer o combustível para as usinas de Angra dos Reis.
Passará a ser apenas uma questão de investimentos em escala o aumento da produção a ponto de o País poder exportar.

O mercado para o urânio é pulsante. O Mundo produz cerca de 2,5 milhões de gigawatts/ano em energia nuclear. Oitenta por cento da energia consumida pela França, por exemplo, têm origem atômica. Os Estados Unidos, com cerca de 100 usinas nucleares atualmente, já anunciaram a construção de outras 18 nos próximos anos. Ao mesmo tempo, o governo Bush lançou um plano de US$ 300 milhões para aprimorar as suas
ultracentrifugadoras.

Nesta hora, a revelação do segredo brasileiro viria a calhar. Lá, mais de dez empresas privadas controlam a geração de energia nuclear. Isso tudo significa que o Brasil, hoje comprador da matriz energética do Canadá, ao preço estimado de US$ 2,3 milhões por tonelada, terá amplo mercado ao se tornar produtor. O País tem permissão para fazer o
enriquecimento de urânio em até 20%, o que é suficiente para produzir energia capaz de mover usinas nucleares, acionar submarinos atômicos e dar base a inovações nas indústrias da medicina e da alimentação. A 99%, o urânio acende a bomba atômica.

Jamais qualquer inspeção internacional concluiu que houve, aqui, uma ultrapassagem dos limites determinados.

Os estratagemas dos Estados Unidos na semana passada uniram a comunidade científica brasileira. "Eles querem nosso segredo a todo custo", concorda o Brigadeiro Hugo de Oliveira Piva, um dos primeiros brasileiros a fazer pesquisas atômicas no Centro de Tecnologia Aeroespacial (CTA), nos anos 70.

Depois que o Brasil comprou sua primeira usina nuclear da Alemanha, em 1975, durante o governo do então presidente Ernesto Geisel, o chamado clube atômico, liderado pelos EUA, bloqueou ao País o acesso à tecnologia do combustível nuclear. A saída foi montar um programa próprio. "Tivemos de reinventar a roda, redescobrir o fogo", define o
Brigadeiro. Deu certo.

Certíssimo. O trabalho que uniu o melhor da ciência nacional somou esforços do CTA, do Instituto de Pesquisas Nucleares (IPEN) e do Centro de Aramar, da Marinha. "Ninguém pode querer levar, de bandeja, os segredos obtidos após 27 anos de pesquisa", contra-ataca Ronaldo Fabrício, secretário-executivo da Associação Brasileira de Desenvolvimento Nuclear. "Nunca vi uma centrífuga estrangeira, por quê eles poderiam ver as nossas?", pergunta o Dr.Cláudio Rodrigues, superintendente do IPEN.

Desenvolvimento da máquina nacional levou 27 anos e US$ 1 bilhão em pesquisas. O caso é ainda mais extemporâneo porque já faz mais de doze anos que o Brasil é um diligente participante do Tratado de Não Proliferação Nuclear. "Assinei o tratado pela convicção de que, para um país como o Brasil, sem inimigos, a bomba representaria gastos
desnecessários de bilhões de dólares", disse o Ex-Presidente Fernando Collor à DINHEIRO. Depois disso, o programa nuclear foi vítima de uma série de cortes orçamentários. Até hoje, o Governo não decidiu se conclui ou não a usina de Angra III, cujos equipamentos, avaliados em US$ 500 milhões, estão comprados desde os anos 80. Só para acondicioná-los adequadamente gastam-se US$ 20 milhões por ano.

Para concluir a usina seria necessário mais US$ 1,8 bilhão. A partir de setembro, para animar a idéia de Angra III, as ultracentrifugadoras brasileiras passam a produzir urânio enriquecido em escala industrial. É o que deixa os americanos mordidos.

Colaborou: Gustavo Gantois


-----Mensagem original-----
De: Glauber [mailto:glauberpinheiro@globo.com]
Enviada em: domingo, 2 de maio de 2004 16:21
Para: jornaldomeioambiente@yahoogrupos.com.br
Assunto: Re: JMA / RES: [Katavento] bambu

Prezado Fendel,

o bambú produz um carvão de qualidade e também celulose para papel. é verdade que o bambú é parente da cana, são da família das Gramíneas, como também o milho, o capim, a grama, etc. Embora tenham a estrutura botânica semelhante, não necessáriamente têm composição química parecida e morfológicamente são bem distintos.

este grupo de plantas realizam fotossíntese através do ciclo C4, diferentemente das espécies que utilizam o ciclo de Calvin (C3). Esta característica é marcada por altas taxas fotossintéticas, baixa perda de CO2 através de fotorrespiração, e baixo consumo de água por unidade de matéria seca produzida.
Fixam Carbono com mais eficiência.

Agora, dentro da discussão de modelos para a produção de óleo ou do que seja, acho que deve ser pensado um modelo que contemple consórcios de espécies e não prevaleça o vício da monocultura.
Seria dispir um santo para vestir o outro, ou seja, diminuir o efeito estufa, produzir combustível renovável, impactando a diversidade, solos e recursos hídricos.

Não entendo nada de produção de combustíveis, óleos vegetais, etc. Mas, se não me engano, uma vez você falava aqui que não haveria problema em misturar óleos de diferentes origens para utilização em seu motor atmosfera-limpante. Se assim for, seria viável adotar modelos de produção de matéria-prima com várias espécies consorciadas, de forma que interajam e garantam principalmente a proteção do solo (física e qímica) e da biodiversidade.

O ideal seria que as áreas de plantio também produzissem madeira, alimentos, etc.
Quanto maior diversidade, maior é a proteção ecológica, maior é a segurança econômica (diversidade de produtos), menores são os investimentos (interferência externa, os chamados "corretivos", "defensivos", etc.) e maior é a garantia de longevidade do empreendimento (viabilidade agrícola).

Caso a exploração de uma espécie não seja mais interessante, devido ao preço
ou substituição no mercado por outra matéria-prima, o produtor não faliu, ele apenas substituirá um ítem em seu sistema (modelo). E a idéia é que mais iténs sejam incorporados em médio e longo prazo.

Ao contrário do que foi pregado pela chamada agricultura moderna, através dos modelos "pós-Revolução Verde" em que prevalecia a intervenção externa com a aplicação de insumos que para serem produzidos consumiam mais energia do que se poderia obter através de sua safra, eu acredito que: A solução é Diversidade, em direção à Sustentabilidade.

Sustentabilidade ambiental e financeira, se todo empresário ou governante, ao elaborarem seu projetos, passarem à considerar seus impactos por um tempo mínimo de 200 anos (ao invés de 4), não daria para separar uma coisa da outra.

abraços,
Glauber


----- Original Message -----
From: "Fendel tecnologia"
To: "Jornal MA" ;

Cc: "Lista bioenergia" -l@jatoba.esalq.usp.br
Sent: Tuesday, May 04, 2004 11:20 AM
Subject: JMA / RES: [Katavento] bambu

Caro Volnei

Não entendo muito de agronomia e bioquímica, mas me parece que o bambú é parente da cana, e portanto pode ser que seja também fonte de etanol, embora seja bem mais difícil e menos produtivo fazer caldo de bambú. Também li em algum lugar que estão desenvolvendo álcool a partir do bagaço da cana... e portanto pode ser que possa ser obtido também do bagaço de bambú?
Outra fonte de etanol, com o dobro do rendimento da cana é a mandioca, segundo informa o Professor Bautista Vidal. Certamente a EMBRAPA, enquanto ainda não privatizada, poderá dar informações mais concretas.

Abraços carbono sequestrantes
Eng. Thomas Renatus Fendel
FENDEL tecnologia
www.fendel.com.br
[55](47)9986-2783

"Não foram dadas ainda informações suficientes para que as pessoas
compreendam que podem ter as mesmas coisas sem que haja a depredação que há
hoje." - Vilmar Berna

-----Mensagem original-----
De: katavento@grupos.com.br [mailto:katavento@grupos.com.br]Em nome de
vbrigoni@hotmail.com
Enviada em: segunda-feira, 3 de maio de 2004 17:12
Para: katavento@grupos.com.br
Assunto: [Katavento] bambu

Ola Fendel,

recebi um texto que fala sobre o bambu onde tem esse trecho:

O bambu também pode ser utilizado como combustível. O carvão de bambu é de
excelente qualidade, e seu rápido crescimento equilibra a relação entre o gás de carbono emitido e o gás de carbono absorvido. A "West Wind Technologies" tem um estudo sobre a este assunto, e ainda afirma que o álcool etanol pode ser retirado do bambu.
o que achas?

sds/ Volnei


CARO MARCO AURÉLIO

Essa barreira e isolamento eu já conheço. Ironicamente, na mesma resposta presidencial há o convite para acompanhar os esforços do govêrno.
É como na globalização... tudo funciona somente numa direção. Desconhecem o diálogo. Imaginam que o monólogo acaba com a perpétua extorsão.
E assim são as atividades humanas. Pura fachada.
A elite participa de congressos apenas para a solene abertura, onde se falam banalidades óbvias e dispensáveis. Nenhum graúdo quer saber de aprender qualquer coisa útil e necessária, e sequer admite a hipótese de estar equivocado.

Valeu a intenção

Abraços carbono sequestrantes
Eng. Thomas Renatus Fendel
FENDEL tecnologia
www.fendel.cjb.net
55(47)9986-2783

"Os mesmos que sugerem um mundo autodeterminado pela racionalidade dos mercados, lançam mão do estado para morderem como nunca." - Marcelo Manzano

-----Mensagem original-----
De: katavento@grupos.com.br [mailto:katavento@grupos.com.br]Em nome de mafsarchitect@superig.com.br
Enviada em: segunda-feira, 26 de abril de 2004 23:11
Para: katavento@grupos.com.br
Assunto: [Katavento] Fw: Brasil e EUA vão estudar juntos uso de hidrogênio

Repassando.
Parece-me que o e-mail não foi encaminhado a "quem de direito". Vai virar "documento histórico". Será o novo nome para "arquive-se"???????
Marco Aurélio


----- Original Message -----
From: r@planalto.gov.br"pr@planalto.gov.br
To: mafsarchitect@superig.com.br
Sent: Monday, April 26, 2004 4:18 PM
Subject: ENC: Brasil e EUA vão estudar juntos uso de hidrogênio

Prezado Senhor,

O Presidente Luiz Inácio Lula da Silva incumbiu-nos de registrar o recebimento de sua mensagem.

Atenciosamente,

Diretoria de Documentação Histórica
Gabinete Pessoal do Presidente da República

Acompanhe os esforços do governo do Presidente Lula para tornar o Brasil país mais justo, humano e próspero para todos os cidadãos, lendo o boletim Em Questão.
Faça seu pedido pelo e-mail emquestao@secom.planalto.gov.br
ou acesse www.brasil.gov.br/emquestao


-----Mensagem original-----
De: Marco Aurélio de Souza [mailto:mafsarchitect@superig.com.br]
Enviada em: sábado, 24 de abril de 2004 17:30
Para: Luiz Inácio LULA da Silva
Assunto: Fw: Brasil e EUA vão estudar juntos uso de hidrogênio

Ilustríssimo Sr. Presidente da República Federativa do Brasil
Repasso um assunto extremamente sério, por si só explicativo, e que requer a sua mais alta atenção.
Cordialmente
Marco Aurélio Ferreira de Souza
Arquiteto - CREARJ 34.674D
Rio de Janeiro / RJ


----- Original Message -----
From: fendel@superig.com.br
To: katavento@grupos.com.br
Cc: WWI-BR ; WSJ ; Veja ; Unicamp ; Coop TSP ; Tribuna ; Dep. Sciarra ; Dep. Elio Rusch ; Dep. Max Rosenmann ; Dep. Ronaldovasconcellos ; PWC ; Power ; Dep. Rubens Otoni ; OESP ; Gazeta Mercantil ; Jornal MA ; Katavento ; Ita82 ; Istoé ; Prefeitura Rio Negro - Gabinete ; Dep. Gustavo Fruet ; Exame ; eletrobras ; Senador Alvaro Dias ; sen Delcídio ; Forum Social Clima ; Correio B ;
Sent: Wednesday, April 21, 2004 7:35 PM
Subject: Brasil e EUA vão estudar juntos uso de hidrogênio

Caro Presidente do CREA-PR - Eng. Rossafa;
Caro Coordenador da FIEP de Rio Negro - Sr. Jaime Correia;
Caros Senadores
Caros Deputados
e Caros Leitores:

No texto abaixo copiado da Gazeta Mercantil, "Brasil e EUA vão estudar juntos uso de hidrogênio", está escrito:
"A intenção é fomentar o desenvolvimento comum de projetos de geração de energia utilizando o hidrogênio, com custos divididos entre Brasil e Estados Unidos por meio de parcerias público-privadas."
Informo que são necessários 15 kW de sujo carvão mineral para se obter 1 kW elétrico a partir do hidrogênio, e que 70% da energia elétrica gerada no mundo provém de sujas termoelétricas a combustíveis fósseis. Portanto seria melhor o Brasil deixar os EUA desperdiçar sosinhos o seu dinheiro.

Também está escrito:
"O combustível H2 é considerado uma futura fonte de energia limpa..."
Saliento que H2 não existe solto na natureza, e para retirá-lo de qualquer substância que o contenha ligado a outros átomos e armazená-lo, gasta-se 4 vezes mais energia, mais nobre e mais cara, do que a energia então contida no H2, e portanto o H2 não é, e nunca será, nem fonte de energia e nem limpo.

Igualmente descrito encontramos:
"Um dos interesses brasileiros é enfatizar a utilização do etanol como fonte do processo de obtenç&ati