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OPINIÕES E COMENTÁRIOS

MAIO 2005

SUBSTITUIÇÃO DE PETRÓLEO POR BIOMASSA


Caro Brasil

Bonito nome, e interessante o artigo abaixo que vc garimpou, que descreve uma maneira de fertilizar solos pobres com pó de pedra...
Boa leitura aos demais bioamantes.

Caro Fernando

Realmente, a substituição do porcotróleo por biomassa definitiva é a nossa única alternativa.
É uma pena que a humanidade continue lerda a enchergar tal realidade.
Preferem tirar hidrogênio do álcool, ou transformar óleo vegetal em biodiesel, ou liquefazer biomassa gaseificada.
Ainda não perceberam que basta adicionar 2% ou 5% ou 20% de óleo vegetal bruto ao Diesel fóssil, óleo vegetal que custa a metade do biodiesel.
É a indústria de motores que tem que se adaptar às bioenergias, tal qual foi feito com nosso exemplar e boicotado proálcool.
Imagina só a besteira que seria fazer biogasolina a partir de nosso fantástico e desprezado álcool.

Caro João

Muito obrigado pelo envio das informações sobre a guerra dos côcos, onde vemos constatado mais uma vez o uso de óleo vegetal bruto como combustível motor, e a salada de informações errôneas que reinam em nossos meios científicos e de informações, onde cada um divulga suas besteiras irresponsáveis, e que acabam induzindo o povo a continuar capacho.
Valeu também a tua presença na recente videoconferência sobre BIOCOMBUSTÍVEIS, promovida pelo SENAI, onde vc apareceu como "foguista" na fotografia do meu Dodge Dart movido a lenha, nos idos da década de 80.
Percebi que a indústria está afoita a concretizar "negócios" na área do biodiesel, conquanto a viabilidade é, e continuará crua.
Sugiro ao SENAI promover uma nova videoconferência nacional, onde cada convidado teria 10 minutos cronometrados para as suas apresentações iniciais e depois teríamos mais 5 bateladas de 3 minutos para cada participante, provocando o necessário debate sobre as bioenergias, tendo direito aos pronunciamentos apenas os convidados pontuais.
As bioenergias não necessitam de benesses. Pelo contrário, o que é urgente é acabar com os imorais subsídios energéticos, especialmente os do GN, Diesel e energia eletrointensiva.

Querida Dra. Simoni

Quem batizou a "Lei da vaca", na realidade, foi vc... eu apenas forneci os dados e formulei os fatos...
Resumindo a Lei da vaca: O carbono da torta (ração) tem que ser creditado à vaca, e não às bioenergias.
O que torna as bioenergias ainda mais carbono seqüestrantes, ou seja, promovem o efeito refrigerador, exatamente o contrário do efeito estufa.
Fico lisongeado que é novamente uma mulher doutora que consegue captar o meu discurso técnico e transformá-lo num discurso popular acessível.
Também desconfio que foi vc a mentora do grupo BIOCOMBUSTÍVEIS, a me presentear com uma gravata verde.
Confesso que gostei da cor, e bordei nela meu endereço em amarelo, abaixo do decalque da bandeira de nosso Brasil, e a uso agora em todos os programas, palestras, etc.

 

Caro XXX

Apesar de ateu, te agradeço a "benção"... ou melhor, a intenção.

Querida Lais

Apenas repassei a frase e o texto sobre o potencial do cânhamo.
Temos que quebrar paradigmas e "verdades" para tornar sustentáveis as nossas vidas.
Como mais um exemplo de sustentabilidade, temos um tema enviado por meu amigo alemão Diazotrophicus, sobre terra preta brasileira: http://www.museu-goeldi.br/destaqueamazonia/tpa.htm
onde, nos solos milenares ultra férteis indígenas, ocorre o acúmulo de matéria orgânica (seqüestro de carbono perene com alta produtividade vegetal).

Caro Nikolaus

Que bom reencontrá-lo em nossa lista Bioenergia, com uma provocação destas sobre o analfabetismo funcional.
Realmente, a falta que temos de conhecimentos básicos e fundamentais é algo gritante e absurdo.
Assim, a cada dia me perguntam sobre o tal motor a água (pura conversa fiada, impossível, besteira).
Assim, entrementes cheguei à conclusão de que não existem perguntas hipócritas, pois, vivemos num mundo abestalhado repleto de contos e ilusões.
Poucas são as pessoas que conseguem ter acesso a formação coerente e verdadeira.
A humanidade vive numa lama de informação mentirosa, em plena era da informação.
Quantos doutores só fazem e divulgam merda?
Quantas publicações científicas só veiculam idiotices?
Sem falar nas redes bôbos, no enxame de revistas abobalhantes semanais e jornalecos ilusórios e sanguinários.
Vivemos num mundo falso, de idealogias mesquinhas, e de crendices medíocres.
Nossas escolas mundiais são cretinas, em todos os níveis e graus.
Se queremos melhorar o mundo, meu caro Nikolaus, temos que dar respostas claras, humildes e objetivas a quem tem dúvidas, e devemos ridicularizar os chupins pelegos que nos impõe atrocidades neoescravagistas.

 

Caro Expressinho

Certa feita, vc me enviou um texto sobre biodiesel em francês. Acabo de tropeçar na versão inglêsa:
http://bellaciao.org/en/article.php3?id_article=5945
Neste texto o autor confunde óleo vegetal com biodiesel...

Fortes Bioabraços desabobalhantes
Eng. Thomas Renatus Fendel
www.fendel.com.br
(Divulgação autorizada e desejável)
"A simplicidade é o último grau de sofisticação" - (Leonardo Da Vinci)

 

-----Mensagem original-----
De: bioenergia-l-bounces@jatoba.esalq.usp.br
[mailto:bioenergia-l-bounces@jatoba.esalq.usp.br]Em nome de nikolaus
foidl
Enviada em: domingo, 15 de maio de 2005 12:18
Para: Bioenergia
Assunto: Re: [Bioenergia-l] equação da combustãoda made ira

Estimada(O) ? !
Para hacer una disertacion me pareces muy debil en el know how basico de tu thema. Lo que concerne la humedad tienes de descontar del valor thermico el valor de evaporacion de los 20 % de agua para tener el valor real energetico. Madera independiente del origen y de la especie tiene 49 % de carbono 44% de oxigeno y unos 6 % de hidrogeno. ( calculado libre de ceniza) Partiendo de estos datos puedes calcular el valor enrgetico.
saludos Nikolaus

 

At 05:47 15/05/2005, you wrote:
Minha dissertação tem o título "Análise exergo-energética da indústria de cerâmica vermelha, com estudo de caso na Cerâmica Santa Cecília Ltda" e estou tendo dificuldades em encontrar a equação para combustão da madeira.
Quando esta equação é mencionada, geralmente é para lenha seca (sem água!), sendo que a lenha utilizada pela cerâmica possui teor de umidade +- 20% (já depois de ficar muito tempo no sol). A composição química da lenha também é um mistério...

 

-----Mensagem original-----
De: Lais [mailto:lais@compuland.com.br]
Enviada em: sexta-feira, 13 de maio de 2005 08:43
Para: thomas@fendel.com.br
Assunto: Re: Bioenergia x Drogas

Querido e bioenergetico Fendel,
Voce escreveu " Sem contar o menor impacto ambiental que o Pinus Elliottis e Eucalyptus na produção de celulose para papel." Minha duvida é : Como voce pode comprovar a afirmação se não existem plantios em tamanho sufucientemente grandes e parametros existentes para se comparar o monocultura de eucalypto e a monocultura de maconha em termos de impactos ambientais ? eu até achei interessante a comparação mas como será o trabalho de campo que vá comprovar os diferentes impactos das duas culturas ?
Eu gostaria de acompanhar um trabalho desses.......rs..........
Energeticos abraços
Lais

 

-----Mensagem original-----
De: XXX
Enviada em: sexta-feira, 13 de maio de 2005 08:08
Para: Fendel
Assunto: Re: Bioenergia x Drogas

Caro Thomas,
estou cada vez mais impressionado com sua vibracao e seu engajamento!
Me sinto ate envergonhado por, na minha idade, ser tao menos entusiasmado e apaixonado.
Deus lhe guarde sempre assim!!
XXX

 

-----Mensagem original-----
De: smpm@qui.ufal.br [mailto:smpm@qui.ufal.br]
Enviada em: quinta-feira, 12 de maio de 2005 18:27
Para: Fendel
Assunto: Sucesso

Caro Fendel
Tudo bem?
Tu fizestes um tremendo sucesso entre meus pares!!!!
Todos gostaram muito de ti e da tua maneira peculiar e apaixonada de defender teus pontos de vista.
Quanto à gravata, achei o máximo ele tornar-se a oficial....Porém queria que tu tivesses gravado Lei da Vaca (brincadeira). Ficou ótima com www.fendel.com.br.
Bioabraços
Simoni

 

-----Mensagem original-----
De: Joao Cesar Peceguini [mailto:jcpeceguini@tekno.com.br]
Enviada em: quinta-feira, 12 de maio de 2005 18:07
Para: thomas@fendel.com.br
Assunto: Papua nova guiné

Fendel,

A troca de e-mails abaixo fala sobre o que eu te falei da ilha em q usam oleo de côco como combustível
Por quê colocam o petróleo ''ainda'' como única opçao de combustível?
Por pedrão 21/06/2004 às 20:54

 

Um questionamento meu....

Estava eu vendo o canal discovery...quando passou sobre rebeldes de uma ilha ,lá pelo o oceano pacífico' A reportagem estava relativamente chata, mas o que me chamou mais a atençao foi a forma deles substituírem o óleo diesel para seus carros, já que nao recebiam produtos de lugar nenhum. eles usaram óleo de côco feito de uma forma especial, mas bastante rudimentar. e que supostamente teria até mais rendimento do que o diesel. E os carros funcionavam bem...
E em algum outro programa também vi um sujeito que usava restos de gordura ,que sobravam da fritura nas lanchonetes, como combustível'com o mesmo rendimento da gasolina, ficava um pouco de cheiro de hambúrguer no carro mas o importante e´que funcionava e de um jeito bem barato.
se eu nao me engano o primeiro carro do mundo funcionava com vapor de água puro.
se eu nao me engano o álcol substitui completamente a gasolina ,sendo que é renovável e menos poluente.(cade o nosso pró álcol?)...
Se eu nao me engano também existem carros elétricos bastante avançados ,só nao vao a velocidades muito altas .mas já desenvolveram hibridos que usam gasolina apenas para esses casos,nas cidades usam a energia elétrica. mas que nunca sairam no mercado.
e se eu nao me engano também... nos países mais ecologicamente corretos estimula-se a locomoção por (twikes). bicicletas elétricas sofisticadas que chegam a altas velocidades com pouco esforço, e que tem alguns de seus modelos com carroçerias leves,e fechadas para proteger da chuva .
mas por que nao há um desenvolvimento destes tipos de transportes? já´que podem render até mais e sao menos poluentes?

Chata?
Yuri 21/06/2004 22:06
yurissf@bol.com.br
http://www.iesambi.org.br

Bem, o seu texto é quase todo correto, essas alternativas existem e no caso eles usam óleo de coco (feito de maneira completamente ARTESANAL!), agora... o que o documetário NÃO é é chato, pois mostra a história de uma ilha da papua nova guiné que expulsou na base da sabotagem uma empresa mineradora inglesa que estragava o meio-ambiente, depois expulsou o exército de papua, depois o exército da austrália, depois mercenários contratados, sofreram um cerco de 7 anos (a população é de aprox 150 mil) e inventaram meios alternativos p/ sobreviverem (energia elétrica, combústivel, comida, remédios...) tudo a partir de RESTOS... esse povo é DUKARALHO!!!
"A guerra dos cocos - National Geographic Channel"
ps: EU GRAVEI!!!

 

resposta
eu 22/06/2004 01:04

Sobre o biodisel (tanto de fritura como de outros óleos naturais) é uma alternativa razoável talvez melhor que o álcool.
Mas para suprir o consumo anual de energia (40 bilhoes de galões de diesel), seria preciso usar 1 bilhao de acres de óleo de soja, ocupando boa parte da área produtiva do planeta.
O biodiesel é uma boa forma de reciclar o óleo mas por si só nao consegue suprir a demanda mundial.
E para produzir um litro de álcool é necessário uma tonelada de cana.
A chave seria reduzir o consumo.
Os carros hibridos ajudam a evitar o desperdício de energia (armazenando em baterias a energia produzida pelo motor quando o carro está parado), mas não cria nenhuma nova energia.
A das bicicletas seria uma boa, se conseguirem melhorar a segurança das mesmas.

 

IMPOSSÍVEL SR. EU
Adilson 22/06/2004 12:51

É totalmente absurda a afirmação feita no comentário acima de que para produzir um litro de álcool é necessário uma tonelada de cana. Se assim fosse, o álcool teria preço de uisque escocês.

tem razão
eu 22/06/2004 22:46

 

Tem razão, são 85 litros por tonelada.
A guerra dos cocos criou mais do que uma alternativa do petroleo
Ana Crolina Uba 18/07/2004 06:03
carolfafar@hotmail.com

A guerra dos cocos, na ilha de Bouganville, no Pacífico, criou muito mais do que uma alternativa para o petróleo. A comunidade criou um modo de vida em harmonia com o ecossistema que impressiona qualquer green pace. E não posso deixar de comentar que os povos que vivem nessa ilha podem ser considerados tribais e o documentário pode ser chato e pouco importante se analisada pelas mentes corrompidas deste sistema capitalista. A comunidade é um exemplo de que a nossa existencia está comprometida por interesses econômicos e políticos. E a "Guerra dos Cocos" pode ser considerada uma primeira iniciativa do seres humanos no sentido de continuarem a fazer parte deste ecossistema. É uma guerra de homens contra homens pela sobrevivencia da raça humana. Interessante é que de um lado povos que lutam pela conservação da vida da raça humana e do outro pela exploração insesante dos recursos naturais do planeta sem a mínima projeção para consequências futuras. Pode ser chato falar sobre tribais que encontram alternativas para a sobrevivencia harmônica em uma ilha perdida no grande oceano, mas talvés muito em breve nós nos conscientizaremos que a busca pela alternativa ao petróleo, uma ação um tanto quanto política e econômica, representa apenas uma das grandes leis pela sobrevivência da raça humana.

 

-----Mensagem original-----
De: Fernando [mailto:fernandocordioli@yahoo.com.br]
Enviada em: quinta-feira, 12 de maio de 2005 11:49
Para: solidariosbrasil@yahoogrupos.com.br
Assunto: [solidariosbrasil] Substituição de petróleo por biomassa

Mais uma notícia sobre biomassa com a qual me deparei nas andanças pelas rede...

Fonte:
http://www.prona.org.br/interna1.asp?id=118&cidade=Brasil

Deputados aprovam substituição de petróleo por biomassa Enéas (SP) e Elimar Máximo Damasceno (SP)
Na reunião de quarta-feira (dia 30/03), a Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio aprovou o
Projeto de Lei 3.960/04, que determina a substituição de combustíveis derivados de petróleo pelos produzidos a
partir da biomassa (como óleos vegetais, bagaço de cana e biogás). A proposta, dos deputados do PRONA - Enéas (SP) e Elimar Máximo Damasceno (SP), prevê que a substituição seja feita em motores de veículos de transporte, na fabricação de lubrificantes, na geração de energia elétrica e em caldeiras e outros equipamentos industriais.
A utilização dos combustíveis de biomassa seria requisito para a obtenção de concessões para serviços de táxis, ônibus, caminhões e outros meios de transportes municipais e intermunicipais de passageiros ou cargas. As
licenças de instalação e de operação para usinas termelétricas e concessões de alvarás para o funcionamento
de indústrias ou prestadoras de serviços também estariam sujeitas à substituição.
A adaptação a essas normas, a partir da aprovação do texto, terá de ser de 40% no prazo de dois anos e de 100%
em cinco anos. Aviões, locomotivas e embarcações também estão na área de abrangência da proposta, que estabelece multas para o caso de infrações.
Créditos.
Dr. Enéas O relator do projeto na comissão, deputado Fernando de Fabinho, sugeriu a aprovação do texto. Ele ressaltou que a proposta prevê, diante das grandes somas de dinheiro necessárias para sua execução, que o setor público destine recursos financeiros e técnicos, além de crédito subsidiado, para a produção de biomassa em grande escala. O relator aponta que a medida será responsável pela redução de poluentes e pelo aumento da geração de emprego e renda no País. A estimativa é de que sejam gerados 10 milhões de empregos, principalmente nos setores de agricultura, indústria, transporte, comércio e serviços. Para Fernando de Fabinho, o Brasil também poderá ter
vantagens a médio prazo no comércio mundial, tornando-se grande exportador de derivados de biomassa, em contraponto à exaustão das reservas de petróleo em todo o planeta.
O projeto será analisado em seguida pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; de Minas e
Energia; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. O texto tem caráter conclusivo.

 

-----Mensagem original-----
De: Tasso Pinheiro Brasil [mailto:tassopbrasil@terra.com.br]
Enviada em: sexta-feira, 13 de maio de 2005 07:27
Para: katavento@grupos.com.br
Assunto: [Katavento] Vegetais extra grandes

http://news.independent.co.uk/uk/environment/story.jsp?story=622128

Vegetais extra grandes crescem no meio de pó de rochas ( e podem nos salvar do aquecimento global)
Por Paul Kelbie.
Correspondente da Escócia
21 de Março de 2005

Os cientistas vêm nos alertando há anos de um futuro apocalíptico a ser enfrentado pelo planeta. Com a perspectiva de uma terra que se transformou estéril devido a super produção e super dependência química , acrescido de uma atmosfera poluída pelo gases do efeito estufa, tudo indicava que pouco tínhamos para celebrar. Mas a crença se avoluma no sentido de que alguns dos problemas mencionados tem solução não apenas em nossas mãos, mas sob nossos pés também.
Os especialistas reunidos em Perth para discutir os segredos do pó rochoso, um sub produto de pedreiras, agora focado pelos experimentos científicos patrocinados pelo governo, e que se acredita poderia revitalizar o solo agreste e reverter a situação climática.

O reconhecimento dos poderes curativos do pó rochoso advém de uma campanha de 20 anos, levada a efeito por antigos professores, Cameron e Moira Thomson. Eles vem batalhando para provar que o pó de rochas pode substituir os minerais que foram perdidos pela terra, nos últimos 10.000 anos e como resultado rejuvenesceria a terra e colocaria um padeiro à mudança climática. Para provar seus pontos de vista, o casal transformou seis acres de terra aberta e estéril, aos pés das montanhas the Grampian, próximo de Pitlochry em um Eden moderno.Usando pouco mais que pó de rocha misturado com um composto eles criaram solo profundo e rico capaz de produzir repolhos to tamanho de uma bola de futebol, cebolas maiores que cocos e frutos da groselha tão grandes quanto uma ameixa.

“Esta é uma resposta simples que não envolve mudanças dramáticas de vida para ninguém” disse Ms Thomson. “As pessoas não têm que parar de dirigir seus carros para fazer isto, basta espalhar pó de rochas nos seus jardins. Nós poderíamos cobrir a terra com pó de rochas e começarmos a absorver o carbono de uma forma mais natural, a qual juntamente com a redução das emissões e combinando com outras iniciativas terá resposta mais breve e melhor."

Antes dos Thomsons darem inicio ao seu experimento “vida boa” as erosões e a lixívia eram tão severos nas ravinas onde tinham construído sua casa que nada havia vegetado lá por quase 50 anos.A base de sua teoria é simples ...Espalhando pó de rocha sobre a terra eles podem recriar os ciclos glaciais da terra, que naturalmente fertilizaram a terra.

Desde a idade do gelo há três milhões de anos atrás, a terra vivenciou 25 períodos glaciais semelhantes, cada um durando cerca de 90.000 anos. “Nós estamos 10.000 anos dentro de um período interglacial - um hiato entre as idades do gelo -significando que os solos contemporâneos são relativamente áridos e que fertilizantes artificiais são necessários”disse Mr Thomson. “Espalhando o pó, nós estamos fazendo em minutos o que a terra leva milhares de anos para fazer - inserindo minerais essenciais das rochas, de volta na terra”. Com o passar dos anos, o casal que fundou a SEER ( Sustainable Ecological Earth Regeneration ) centro /fundo de caridade 1997 para testar suas idéias, lentamente vem convencendo outros a respeito de sua teoria.Recentemente foi lhes alocado um fundo de quase £100.000 da Executiva Escocesa para conduzir os primeiros experimentos
oficiais Britânicos com pó de rocha.

O casal também sustenta que a técnica também desempenha um papel significante para combater as mudanças climáticas, pois, que o cálcio e o magnésio no pó transforma o carbono do ar em carbonetos.O interesse na teoria é tal que a NASA, nos EUA, está examinando-a em preparação para cultivar plantas em outros planetas. O casal afirma que com o pó de rochas nas plantações dispensam a água para a produção de belas colheitas” .Seria perfeito para os paises do Terceiro Mundo prejudicados pela terra tão seca," disse a Ms Thomson . " Esta poderia ser uma solução para eles".

"Não há dúvida que misturado ao composto o pó de rocha produz dramático efeito no rendimento da colheita, diz Alistair Lamont presidente do Chartered Institution of Waste Management, impressionado pela experiência da SEER. " A estratégia> futura do lixo vai depender fortemente no direcionamento do lixo municipal biodegradável dos aterros sanitários e um dos tratamentos envolvidos é a compostagem de modo que precisaremos abrigar a compostagem". "Terra agriculturável é algo que precisamos trabalhar e abordar e os benefícios do pó de rocha em combinação com compostos, podem ser vistos no Centro SEER à época da colheita . Precisamos trabalhar o plantio para trazermos a bordo os valores da remineralização e re-fertilização. Mr Lamont adicionou que as evidências demonstraram que desde 1940, o conteúdo mineral dos legumes decaiu vertiginosamente no país. " Somos encorajados a ingerir legumes, mas muitos já não contém a quantidade de minerais que necessitamos", ele disse.

 

BIO ENERGIA E DROGAS

Bioenergia x drogas
Caro Gerhard

Parabéns por teu lúcido artigo abaixo, que trata do cânhamo (planta de maconha) em termos de energia e matéria prima. Eu já tinha lido a respeito, mas desconhecia a estrondosa possibilidade que vc levanta:
"Só em termos energéticos a Cannabis Sativa fornece um potencial muito maior que a cana de açúcar e os óleos vegetais das leguminosas. Sem contar o menor impacto ambiental que o Pinus Elliottis e Eucalyptus na produção de celulose para papel."
Teu artigo me lembra as hipócritas proibições brasileiras para se gerar qualquer microenergia, e, certamente todos os papéis podem ser produzido de palha de milho, palha de feijão, soja, arroz, côco, etc.
Sem dúvida, teu manuscrito trata de mais um importante ítem para o atrasado desabobalhamento humano.

 

Caro Vitamina

Células combustíveis (CC) são uma nova droga, que a grande indústria quer nos empurrar goela adentro, como se fossem a nossa salvação.
Trata-se de uma tecnologia antiga, basicamente uma pilha, que transforma a energia química de oxidação dos combustíveis, em energia elétrica.
Apresentam um rendimento teórico um pouquinho mais elevado que os processos térmicos de combustão convencionais, mas na prática, o buraco continua bem mais embaixo, ou seja, embora o rendimento real seja ordinário, as promessas continuam faraônicas.
Um cogerador, feito com um velho motor de Corcel 2 a álcool, ligado na rede (Enernet) através de um equipamento assíncrono (um simples motor elétrico funcionando como gerador) é muito mais eficiente, robusto e centenas de vezes mais barato...
Os abestalhados defensores das CC ignoram completamente a questão da formação do gás carbônico e o balanço energético total, tal qual acontece com a estúpida estorinha do hidrogênio. Simplesmente "não se toca no assunto" e ponto final.
No fundo, não passa de nova tentativa para se evitar a vida sustentável, com o intúito de manter a agonizante e apadrinhada panela energética fóssil em ação, e com sobrevida.

 

Caro Artur

A contrapropaganda às bioenergias e aos óleos vegetais é muito antiga. A porca máfia fóssil é, e continua nojenta. Acabaram inclusive com nossos fantásticos motores a álcool, enquanto oferecem medíocres motores flex, mais gastadores. Por isso que venero tanto o ilustre Professor Bautista Vidal, que enfrentou toda esta imunda corja, com brava galhardia, pulso firme e imenso êxito.
Claro que os motores a óleo vegetal necessitam ser desenvolvidos. Aliás os próprios motores a porco Diesel fóssil, ou a qualquer outra coisa, necessitam de constantes aprimoramentos. Isso é óbvio. Fato é que inventam mil e uma besteiras para denegrir a espetacular imagem de nossas essenciais bioenergias.
Aqui no Brasil, a "moda" de combate ideológico aos óleos vegetais, agora é a acroleína, que é o hidrocarboneto cíclico que dá o delicioso cheirinho de lagôsta frita. Pois bem, se esse cherinho fosse tão maléfico, teriam que ser fechados todos os restaurantes e cozinhas do mundo todo. Além disso, a acroleína é um típico subproduto que queima em qualquer oxicatalizador instalado no cano de escape dos modernos motores, que os veículos a Diesel nacionais ainda não possuem por causa do enxôfre e outras porcarias que emitem...
Quanto às tecnologias Common Rail e Superinjeção Eletrônica, é óbvio que elas irão se adaptar melhor ainda aos óleos vegetais, pois as altíssimas pressões promovem uma melhor pulverização e conseqüente melhor queima. Para isso é primordial que estes grandes grupos de avacalhados produtores sejam obrigados a utilizar os óleos vegetais, assim como foram obrigados a utilizar o fantástico álcool.
Se não fosse a tenacidade, e se não existisse a coragem do meu idolatrado Professor Bautista Vidal, certamente estes larápios teriam dito: "O álcool tem que se adaptar aos nossos motores" ou seja, teríamos que produzir gasolinol a partir do alcool. Uma baita besteira cara, ignorante e insustentável, tal qual se está querendo repetir agora com os óleos vegetais. Insistem em adaptar os óleos, ao invés de adaptar os motores.

 

Caro Paulo

1- A estorinha do GN é toda mentirosa e golpista. Como pode o GN fóssil ser vendido com tanto subsídio? O GN é apenas 15% menos porco que a gasolina, em termos de gás carbônico.
2- Que diferença fazem 15, 35 ou 65 anos na história da civilização? Felizmente é um tempo curto, que na realidade é muitíssimo menor, pois num poço a capacidade de produção horária manda muito mais do que a sua quantidade em agonizantes reservas. Um poço fóssil é algo limitado, finito e morto, que a cada hora bombeada se torna mais escasso e difícil.
3- O quanto antes enchergarmos o potencial carbono sequestrante das bioenergias, melhor para a nossa vida e a do planeta.
4- “A sociedade hierárquica só é possível na base da pobreza e ignorância." - George Orwell
5- Como pode uma porca termoelétrica fóssil receber "licenças ambientais" instantâneas, enquanto nossas fantásticas hidroelétricas são hipocritamente denegridas?
6- Qual o problema em se plantar 5 Araucárias, 3 Imbúias, 2 Jacarandás, etc, em nossos morros pornograficamente pelados, para cada árvore velha derrubada?
7- Floresta velha não seqüestra carbono. Quem come e fixa gás carbônico valendo, são os seres vivos em crescimento.

Na foto anexa, um grande trator alemão a óleo vegetal, com esteiras de borracha.

Bioabraços carbono seqüestrantes
Eng. Thomas Renatus Fendel
www.fendel.com.br
(Divulgação autorizada e desejável)
"A civilização não suprime a barbárie. Aperfeiçoa." (Voltaire.)

 

-----Mensagem original-----
De: Paulo
Enviada em: domingo, 8 de maio de 2005 11:38
Para: thomas@fendel.com.br
Assunto: site informado

Senhor Fendel;
Estive vendo a http://www.comprecar.com.br/gas.htm que trata do gas natural e gostaria de sua opiniao:
1. Aquilo la eh verdade? Eu lembro que o alcool era seu preco menos da metade da gasolina.
2. Informa ainda que a reserva eh de 65 anos, eu particularmente acho o tempo curto.
3. O Brasil eh tao grande, nao seria mais facil ao menos os utilitarios e as tais usinas termicas, usar combustiveis de origem vegetal? Pelo menos a renovacao teria garantia de continuidade.
4. Eu nao confio nas coisas gerenciadas pelo governo, no inicio o preco eh viavel, e depois a coisa aumenta, acho eu, para subsidiar outras atividades.

Atenciosamente
Paulo

 

-----Mensagem original-----
De: Artur
Enviada em: sexta-feira, 6 de maio de 2005 16:58
Para: thomas@fendel.com.br
Assunto: Se motores elko existia....

Sr. Fendel
Hoje ao pesquisar sobre os motores elko, biodisel, percebo uma certa dificuldade de se obter um sistema capaz de queimar um óleo 100% vegetal. Tenho em mãos as revista a qual divulgaram esses motores no passado, e eles
já conseguiam queimar qualquer tipo de óleo. Então não entendo o porque da dificuldade de hoje, se esse sistema já
existia. E essa nova tecnologia Common Rail , seria um passo para o biodisel?
Obrigado, até mais.....

Abril/2005Junho/2005