MAIO
/ 2007
JORNAL BIOCOM 28

Francamente, quanta hipocrisia da mídia, da organização do concurso "miss universo", e dos demais coniventes...
A japinha coitada, parece uma tabuinha de passar roupas, ao lado da brasileira, nas fotos acima.
Marmelada e mais marmelada... como tudo o que é humano...
Até os japas estão morrendo de vergonha... comparando as qualidades biológicas...
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No gráfico acima, que vai do ano 1000 a 2000 dc no eixo X e de temperatura diferencial de -0,4C a +0,2C no eixo Y, vemos a suposta variação de temperatura terrestre, em vários locais, segundo vários autores.
Note-se que há uma elevação nos últimos 200 anos, devido à queima de combustíveis fósseis.
Considerando as besteiras que os "eshpecialishtash" muitas vezes divulgam, fica-se sem saber o que é real e o que é imaginário, ou mesmo mentira criminal...
Se assim ou assado, a bioenergia pode reverter este quadro, pois seu uso requer o plantio de muita biomassa, que acaba seqüestrando mais carbono que o emitido.
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No quadro ao lado aparece a Eva toda coberta e o Adão com o bilau coberto... apenas.
É uma caricatura machista ou feminista?
O incrível, é que tem gente que ainda acredita na estorinha da gênesis bíblica.
Hoje, a vestimenta da Eva seria certamente um fiozinho dental sintético... "tampando" a genitália raspada e espinhenta... ou depilada e inflamada... tatuada e pircingada...
Qualquer merda abobalhante que aparece nas mídias... vira moda instantânea e indiscutível.
Meu caro Zoccola
A piada do diplomata português, em visita ao Brasil, que não consegue ver a estrada "construída", reflete a nua e crua realidade nacional a séculos, em todos os escalões, com suas várias alternativas de desvio do dinheiro público.
Até a tabela sobre os preços da gasolina, logo abaixo, demonstra o roubo oficial, e contem um erro que me cheira a abobalhamento intencional, visto que recebi a mesma tabela errada de várias fontes...
Note que, em defesa de nossa porca porcobrás, induzem os leitores a acreditar que a porcobrás (que ainda chamam de "gente que rala") lucra apenas R$ 0,08 por cada litro de gasolina vendida por ela, sendo que na realidade, este número supera R$ 1,00 sem impostos...
Meu caro Telmo
É de se arrepiar com o número atual de idiotas que se tornam "eshpeshialishtash" em bioenergia da noite pro dia...
Idem a quantidade de seminários, artigos e eventos que tratam sobre energias futuras, que na realidade fazem o contrário, debatem asneiras e ensinam exatamente o que "não se deve fazer"...
Por dia recebo dezenas de telefonemas e e-correspondências, com as mais absurdas questões e sugestões.
A enganação é cada vez maior... em plena época da informação...
Meu caro Marcos
A porcentagem de OV aceito por motores Diesel não modificados depende muito do regime de uso.
Se teu trator trabalha no pesado, podes adicionar até 50% de OV.
Se trabalha muito em marcha lenta, é aconselhável não passar de 20%...
E para estas "baixas" misturas, basta fazer uma boa filtragem no óleo de fritura decantado por 2 semanas.
Esta filtragem pode ser efetuada através de um filtro velho de Diesel e uma bomba externa.
Aliás, quanto mais usado e entupido um filtro... mais sujeira ele filtra...
Meu caro Renato
Como várias vezes aqui demonstrado (para ver, basta acessar o Google com as palavras "Fendel mercado de carbono") esta negociata resulta exatamente no contrário do que por ela é objetivada.
Não faz sentido negociar poluição... tem-se que minimizar ou acabar com ela.
A falta de lógica é total, nos setores ambientais e energéticos mundiais.
Enquanto aqui nossas espetaculares hidroelétricas são malfaladas... elas são cobiçadas e invejadas mundo afora...
Meu caro Paulo
Enquanto pipocam aqui e acolá pomposos institutos bioenergéticos... o virus da imbecilidade está cada vez mais forte e resistente.
Veja só, a patente do fantástico motor Elko já caducou de velha, e mesmo assim, o phoder econômico não admite os OVs.
Estes institutos gastam fortunas em abobrinhas futuristas, e nada investem no óbvio, no que existe e está evidente a mais de um século, na energia concentrada líquida descentralizada e de fácil obtenção dos OVs.
Por trás dessa burrice está a ganância da concentração de phoder e dinheiro.
A bioenergia não deve ser centralizada, muito pelo contrário.
Meu caro João Paulo
O mercado da bioenergia é tão imenso, que nada melhor do que a transparência.
Aliás, mesmo que fosse pequeno... esconder o jogo, sempre é burrice.
A época da engambelação deveria ter morrido junto à guerra fria.
A estorinha do bioBOBO está tão mal contada, que mesmo com estrutura estatal e subsídio governamental... está fazendo água.
Quer queiram fidel e chaves, ou não, até o demente e fóssil bush já percebeu que a única saída são os biocombustíveis.
Mesmo sem apoio oficial nenhum, e contra a vontade corporativa, a frota mundial a OV está em franco crescimento.
Vídeo com a camionete a óleo de fritura, de meu biamigo Paulo Lenhardt de RS.
http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM681123-7823-OLEO+DE+FRITURA+VIRA+COMBUSTIVEL+VEICULAR,00.html
Passou na rede bôbo... no globo repórter.
BIOPAI
http://www.youtube.com/watch?v=m6odvtjPcSQ
Um maravilhoso vídeo, onde o lendário Hernani de Sá, demonstra a simplicidade de se andar a óleo de dendê, há quase 30 anos...
Tabela interessantíssima de modificações necessárias para uso de OVN em motores Diesel
http://i74.photobucket.com/albums/i256/hynek/UsodoOV.jpg
Muito boa... de Portugal... RECOMENDO olhar com carinho...
Forum português sobre energias renováveis
http://novaenergia.net/forum/index.php
Com uma parte sobre OVs... muito bom.
Vegetable oil as fuel
http://biodieselbook.com.sapo.pt/ovd/Vegetable_Oil_as_Fuel.pdf
Uma excelente referência sobre insaturações de OVN e do bioBOBO (este, com instabilidade ainda maior)
WWF aponta as 30 elétricas "mais sujas"
http://www.power.inf.br/notic_dia.php?cod=4825
Enquanto lá (Europa) as porcas térmicas fósseis são combatidas.... aqui "neshtepaísh de boshta" elas estão em franco desenvolvimento...
Cartel de energia dá prejuízo de R$ 1,7 bi
http://www.mnp.org.br/index.php?pag=ver_noticia&id=400043
Que falta faz a BIOENEREDE... pois através do microcomércio de energias, os "transformadores" também seriam pulverizados.
Vídeo de um discurso de menina(?) na ECO 92?
http://www.youtube.com/watch?v=5g8cmWZOX8Q
Melodrama com algumas verdades.
Interessantes matérias sobre álcool de mandioca, agroecologia, fixação de nitrogênio, etc, em inglês, enviado pelo bioamigo Juergen:
http://www.cassavabiz.org/postharvest/ethanol01.htm
http://www.fuzing.com/vli/000954d11285/P-Sol-B--Phosphobacterium-_-Phosphorous-Solubilising-Bacteria-_-PSB
http://www.webspawner.com/users/dakshorgfert/index.html
http://atlas.sct.embrapa.br/pab/pab.nsf/ecd4ca3ff88efcfa032564cd004ea083/873cfdd425e5e471032565
c700502e8d?OpenDocument
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-204X2007000100006&lng=
en&nrm=iso&tlng=pt
http://www.eurotrib.com/?op=displaystory;sid=2007/4/6/19812/71954
http://www.ifpri.org/events/conferences/2003/120103/papers/paper10.pdf
http://www.agroecology.org/cases/sahelianfarming/pictures.htm
Energia proibida "neshtepaísh de boshta" entre milhares de outras..., enviado pelo Gert:
http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM677966-7823-FAZENDAS+DE+VENTO+DAO+EXEMPLO+DE+PRESERVACAO+AMBIENTAL,00.HTML
Devido à falta da ENEREDE, não se comercializam as fantásticas energias microdistribuídas...
Plano de energia alternativa alcança apenas 26% da meta
http://www.power.inf.br/notic_dia.php?cod=4991
Claro... o PROINFA é burrice, é sacanagem, é peleguismo... o que falta é a BIOENEREDE...
Postos usam válvula para burlar a ANP
http://www.power.inf.br/notic_dia.php?cod=4992
Burlar a anp? Burlam a PQP... burlado é o povo... é nisso que dá criar agências de cabides desnecessários...
Como os abobados motores flex engolem mal e porcamente qualquer coisa... fica mais difícil agora controlar a qualidade da gasolina...
Nova secretaria para agroenergia
http://www.power.inf.br/notic_dia.php?cod=5265
Burrice aguda... "O projeto não seria para exportar etanol,"
Faltou acrescentar: "a preços altos, e sem pagar a taxa de importação dos EUA..."
Que bando de vigaristas... fazem tudo para deixar "estepaísh" mergulhado em dejetos.
HidroBioAbraços
Eng. Thomas Renatus Fendel
www.fendel.com.br
"Com as bioenergias distribuídas vc enche o próprio bolso, e não o dos estrangeiros" - Paulo Lenhardt
Participem do grupo BIOCOM: http://www.grupos.com.br/group/biocom
From: Joao Paulo
To: biocom@grupos.com.br
Sent: Wednesday, May 16, 2007 11:23 AM
Subject: RES: [BioCom] Re: OMBUDSMAN FOLHA SP
Bom dia Ronaldo!!
Concordo com o Sr, pois eu fabrico biodiesel aqui e sei a merda que está esse mercado. Tô tentando passar os veículos a óleo vegetal, pois de acordo com os meus estudos e problemas que tive com o biodiesel aqui, cheguei a conclusão que o biodiesel só serve para encarecer o preço do óleo.
Abraços, João Paulo Bandeira de Almeida
www.farmotec.com.br FÁBRICA (038)-3662-1762 CELULAR (038)-9962-6574
Porque quando o petróleo acabar
From: pchr@cdtn.br
To: biocom@grupos.com.br
Sent: Friday, May 11, 2007 1:46 PM
Subject: [BioCom] Instituto para o Desenvolvimento de Energias Alternativas na América Latina
Bioenergéticos,
Para conhecimento de todos... e que seja também para o bem de todos.
Paulo Rodrigues
FONTE: Revista Gestão C&T online Nº 602 — Ano 7
6 - Criado Instituto para o Desenvolvimento de Energias Alternativas na América Latina
Foi criado oficialmente, no mês passado, o Instituto para o Desenvolvimento de Energias Alternativas da América Latina (Ideal). Com sede em Florianopólis (SC), o novo instituto tem como objetivo ampliar os conhecimentos na área de energias renováveis; auxiliar na formulação de leis que ajudem a disseminar o uso de energias renováveis na América Latina; e atuar junto a governos no convencimento da ampliação da energia limpa na matriz energética do Mercosul.
Em entrevista ao Gestão C&T online, o presidente do Ideal, Mauro Passos, explica que a proposta do instituto vem suprir a falta de organismos que consigam dialogar com todos os setores diretamente envolvidos na produção e promoção de energia: governos, parlamentos, empresários do setor e academia. “Nosso instituto é uma resposta ao grande desafio deste século: descobrir quais fontes de energia que irão mover a humanidade no futuro, sobretudo com a aproximação do fim da era do petróleo e do gás", observa.
Entre as ações que o instituto irá desenvolver, está a proposta de identificar e aprimorar as legislações existentes para viabilizar a implantação de projetos que contemplem as energias alternativas na matriz energética na América Latina. “Equacionar as diferenças legislativas e as orientações de Estado em cada país são ações que nos propomos a ajudar", diz Passos.
Uma outra ação que será desenvolvida é a articulação entre as pesquisas da área acadêmica com as necessidades do meio empresarial. A proposta é aproveitar o potencial latino americano de produção de energias renováveis e auxiliar os empresários a direcionar os investimentos para esta área com o objetivo de gerar novas oportunidades de negócios.
O Ideal pretende ainda realizar um concurso anual para os melhores trabalhos acadêmicos na área de energias alternativas na América Latina. Haverá uma premiação em dinheiro ou bolsa de estudos aos estudantes premiados e os melhores trabalhos serão publicados em revista própria.
Para dar visibilidade internacional às ações desenvolvidas pelo o instituto e para captar informações sobre energias renováveis, o Ideal vai criar a figura do Observador Internacional. A idéia é que pessoas, não funcionários do instituto, possam atuar como contatos nos países, transmitindo informações sobre as novidades em relação às energias renováveis
From: Renato Giraldi
To: 'Abrasgrãos-Y' ; 'Ana Amélia Lemos' ; 'GLOBAL Financial Adviser' ; 'João Batista Olivi' ; 'Produtiva - Oscar' ; 'Julio Adolfo Schneider' ; 'Ciloter Borges Iribarrem' ; marcos@aprosoja.com.br ; 'Rogerio Augusto de Wallau' ; 'Thomas Renatus Fendel'
Cc: abrasgraos@yahoogrupos.com.br
Sent: Friday, May 11, 2007 5:20 PM
Subject: RE: Créditos de Carbono: País perde investimentos por falta de projetos
A Metacortex faz toda analise, pré-projeto, projeto e monitorização de graça, devido a aliança e parceria estratégica com o Luso Carbon Fund. Um abraço, Renato Giraldi
From: abrasgraos@yahoogrupos.com.br On Behalf Of Abrasgrãos-Y
Sent: sexta-feira, 11 de maio de 2007 11:26
To: Ana Amélia Lemos; GLOBAL Financial Adviser; João Batista Olivi; Produtiva - Oscar; Julio Adolfo Schneider; Ciloter Borges Iribarrem; marcos@aprosoja.com.br; Rogerio Augusto de Wallau; Thomas Renatus Fendel
Cc: abrasgraos@yahoogrupos.com.br
Subject: [Y]: Créditos de Carbono: País perde investimentos por falta de projetos
O maio problema é o elevado custo dos Projetos - dificilmente abaixo de US$ 100 mil e em seguida a falta de segurança jurídica. Quem se dispõem a gastar US$ 100 mil e correr o risco do seu Projeto não ser aprovado pelo Ministério da ciência e tecnologia ?
De: Telmo Heinen Reenviada em: sexta-feira, 11 de maio de 2007 10:58
Assunto: Créditos de Carbono: País perde investimentos por falta de projetos
País perde investimentos por falta de projetos (Brasileiros propuseram o Protocolo de Kyoto, o Mercado de Carbono etc... e "sentaram" na jabiraca, por causa da incompetência do serviço público. Você sabia que pelo Modelo de cálculo adotado, o arroto e a flatulência do nosso gado poluem mais do que todos os nossos veículos ? As queimadas na amazônia representam 70 a 75% da nossa poluição... Isto é conversa FIADA. Gente do céu, estas contas estão muito equivocadas. Duvida ? Acesse o Inventário Brasileiro de Emissões antrópicas, disponível no site do MCT www.mct.gov.br)
Bettina Barros
Valor Econômico
11/5/2007
Considerado um mercado promissor para os países ricos compensarem suas emissões de gases do efeito estufa, o Brasil enfrenta sua primeira crise de oferta. Consultorias, bancos e fundos de investimento ouvidos pelo Valor relatam: há escassez de bons projetos de crédito de carbono no país. Sem candidatos fortes à vista, o Brasil corre o risco de perder aportes de bilhões de dólares, que já começam a migrar para países em desenvolvimento concorrentes, como China. Além da falta de projetos, também a burocracia atrapalha o Brasil.
"Temos uma carteira total de US$ 2 bilhões para investir no Brasil e não encontramos clientes", afirma Werner Grau Neto, do escritório Pinheiro Neto Advogados, em São Paulo. "Parte desse dinheiro está esperando projetos. Até quando, não sei."
A perda de competitividade tem sido gradual e é explicada por uma série de fatores. Um deles é o simples fato de que os bons projetos - com retorno garantido e metodologia aprovada pela ONU, a autoridade máxima no assunto - já estão sendo desenvolvidos. Foram "abocanhados" nas primeiras levas após a ratificação do Protocolo de Kyoto, no início de 2005. Os que têm aparecido nos últimos tempos, dizem os especialistas, são geralmente de qualidade duvidosa.
É o clássico fenômeno da corrida pelo ouro: empolgados com esse novo nicho de mercado, empresários em busca de lucro rápido apresentam projetos impraticáveis, seja do ponto de vista jurídico, financeiro ou de metodologia. A falta de informação é considerada o maior problema.
"Há vários curiosos nesse mercado, porque tudo é novo", diz o holandês Maurik Jehee, superintendente de créditos de carbono do ABN Amro Real no Brasil. "Recentemente tive de convencer o representante de uma PCH [pequena central hidrelétrica] de que ele gastaria mais para implementar o projeto do que o que receberia com os créditos. Financeiramente, não faria sentido."
"Os clientes ainda estão mal-informados, achando que podem ganhar milhões", acrescenta Shigueo Watanabe, consultor-sênior da Geoklock. "De cinco reuniões com clientes, só uma é viável". Segundo ele, a identificação de um bom projeto tornou-se um "trabalho de garimpo".
O Brasil foi o primeiro país do mundo a registrar na ONU um projeto de Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL), o nome que se dá ao mecanismo previsto pelo Protocolo de Kyoto para que os países ricos possam compensar suas emissões de gases de efeito estufa comprando créditos de carbono de países em desenvolvimento. Por convenção, uma tonelada de dióxido de carbono (CO2) equivalente que deixou de ser jogado no ar corresponde a um crédito de carbono no mercado internacional.
Apesar de começar bem, o país caiu para a terceira posição no ranking mundial em número de projetos de MDL. Os dados mais recentes do governo brasileiro apontam para 221 projetos registrados. À sua frente estão Índia, com 623, e China, com 446.
Além da desinformação, incertezas jurídicas prejudicam o desempenho dos projetos brasileiros por terem efeito negativo junto aos investidores. O exemplo mais comum é o de aterros sanitários públicos. Grande filão nesse mercado, eles levantam dúvidas sobre a quem cabe o direito de posse dos créditos - prefeitura? concessionária? consultoria? . "Esses entraves jurídicos atrasam e até inviabilizam o processo", diz o advogado Werner Grau, especializado em direito ambiental. "Nos últimos seis meses, passaram pelo escritório 18 projetos. Pelo menos seis não tinham viabilidade jurídica."
O Brasil também sai perdendo, porque sua matriz energética é essencialmente limpa - 73% da energia gerada no país vem de hidrelétricas. "Isso diminui muito o volume de créditos de carbono dos projetos brasileiros e dá vantagem competitiva aos outros países", diz Carlos Martins, diretor-executivo da Ecoinvest, um dos maiores "players" do mercado. A China, nesse sentido, sai ganhando porque usa carvão mineral para gerar energia, matéria-prima altamente poluidora.
Pedro Moura Costa, presidente da concorrente Ecosecurites, vê como um terceiro problema a demora em aprovações de projetos pela autoridade designada brasileira, a Comissão Interministerial de Mudança Global do Clima, ligada ao Ministério de Ciência e Tecnologia. O tempo médio de aprovação na China, diz ele, é de seis semanas. Na Índia, três semanas. No Brasil, seis meses. "É muita burocracia", diz.
Há dois anos, o Brasil representava 30% e a China 20% do portfólio de clientes da empresa. A proporção hoje é de 20% e 40%, respectivamente. Segundo ele, por conta disso US$ 500 milhões, que originalmente estavam destinados a projetos no país, migraram para o território chinês. "Sou brasileiro e tento viabilizar projetos aqui. Mas as contingências me levam para outros países".
From: Marcos Tavolaro
To: tavolaro
Cc: thomas@fendel.com.br ; tomas@fendel.com.br
Sent: Sunday, May 13, 2007 7:16 AM
Subject: Re: [BioCom] jornal BIOCOM 27
Fendel , realmente sua posição de que a produção de biobobodiezel é balela acho ser real .Coloquei o oleo vegetal de fritura em meus tratores , na proporção de 33%. Está funcionando maravilhosamente bem, e o que comprova essa eficiencia é que estão pegando muito bem, apesar de uma frente fria em nossa região. Fiz um sisteminha para filtração, e mandei ver. Falei com dois ou tres mecanicos por aqui, e eles me encorajaram a fazer o teste .Vou te falando certinho o que deu...
Muito obrigado .Mais um produto a menos a ser "enterrado".
Marcos Tavolaro
Brotas SP
From: Telmo
To: biocom@grupos.com.br
Sent: Friday, May 11, 2007 9:07 AM
Subject: [BioCom] Mais um "panaca" a favor do hidrogênio...
Mais um "panaca" a favor do hidrogênio... e é Professor da UFRJ - pode? Paulo Emílio Valadão de Miranda, é o nome dele.
Seminário aponta vantagens de fontes renováveis de energia
Edson Santos
Deputados Paulo Teixeira (E), Eduardo Valverde, Nilson Pinto, Arlindo Chinaglia, ministro Silas Rondeau e deputado Júlio Semeghini
O ministro de Minas e Energia, Silas Rondeau, disse hoje que o País precisa ampliar a produção de energia mantendo a meta de incluir as fontes
renováveis como parcela significativa do total gerado. Atualmente, segundo o ministério, esse percentual está em cerca de 45% do montante consumido, sendo que, no caso da energia elétrica, a maior parte vem da matriz hidráulica. Para Silas Rondeau, um aumento da participação de outras fontes renováveis, como vento e biomassa, deve vir acompanhado de um processo equilibrado com a hidreletricidade.
O ministro participou de seminário sobre fontes renováveis de energia e uso da água promovido pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática; e de Minas e Energia. O seminário prossegue amanhã.
Mar
O maior potencial do Brasil em termos de energias renováveis está no mar, afirmou hoje o engenheiro Segen Farid Estefen, do laboratório de tecnologia submarina da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), durante o seminário. A viabilidade da energia gerada por marés, correntes e ondas é, segundo Estefen, maior do que a energia solar e eólica. Outra vantagem, apontou, é o custo de produção, menor do que os demais.
O engenheiro disse que está em construção no porto de Pecém, no Ceará, a primeira usina de energia de ondas das Américas. Além disso, a UFRJ trabalha em projeto de desenvolvimento de tecnologia nacional para extração de energia do mar - o que, segundo Estefen, tornará o custo de produção ainda mais reduzido, pois não será preciso importar tecnologias estrangeiras.
O investimento em tecnologias é o caminho para a redução dos custos de produção de energias renováveis, concordaram os participantes do painel sobre tecnologias de energias alternativas renováveis. Atualmente, os equipamentos para produção de energia eólica e solar, por exemplo, são importados da Europa.
Legislação
Outra barreira para o setor de energias limpas é a falta de marco regulatório específico, apontou o deputado Paulo Teixeira (PT-SP), que preside a Subcomissão de Energias Renováveis, Conservação e Uso Múltiplo da Água, da Comissão de Meio Ambiente. "Precisamos de uma legislação específica para o setor, além de políticas de financiamento de projetos e tecnologias para fontes energéticas alternativas", defendeu.
O deputado Eduardo Valverde (PT-RO), autor do requerimento para a realização do evento, também ressaltou a importância do debate legislativo para os avanços no setor.
Teixeira citou como exemplo o Projeto de Lei 7692/06, do ex-deputado Mauro Passos, que institui o Programa Brasileiro de Geração Descentralizada de Energia Elétrica. A proposta dá prioridade à geração de eletricidade a partir de fontes de biomassa, eólica, solar e outras fontes alternativas.
Hidrogênio
O diretor do Laboratório de Hidrogênio da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Paulo Emílio Valadão de Miranda, apontou o hidrogênio como outra alternativa viável, mas ainda de alto custo, por falta de investimentos tecnológicos. Ele disse que a utilização desse elemento em ônibus urbanos é uma alternativa para reduzir a poluição nas cidades. "Ao contrário do óleo diesel, o hidrogênio não gera poluentes", afirmou Miranda.
Segundo o professor, o Brasil é pioneiro em pesquisas sobre hidrogênio na América Latina. Atualmente existem 40 grupos de pesquisa em universidades federais com financiamento do Ministério da Ciência e Tecnologia. O País possui fontes abundantes de hidrogênio - água, biomassa e biogases.
Energia eólica
Na avaliação do engenheiro Hamilton Moss, coordenador do Centro de Referência em Energia Solar e Eólica Sálvio Brito, a energia eólica é uma das mais baratas do mundo. Conforme Moss, esse tipo de energia é cerca de 75% menos onerosa do que as fontes convencionais.
A energia que provém do vento é também uma das principais alternativas de fontes renováveis, com amplo uso mundial, segundo Moss. "O potencial brasileiro é um dos maiores do mundo, mas atualmente a energia eólica corresponde apenas a 0,13% da energia produzida no País", acrescentou. Entre os maiores produtores mundiais está a Alemanha.
O seminário sobre fontes renováveis terá continuidade amanhã, com a discussão sobre cidades sustentáveis e financiamento de projetos de energias renováveis.
From: "Armando Zoccola"
To: <Undisclosed-Recipient:;>
Sent: Friday, May 11, 2007 10:12 AM
Subject: Ministros
Um ministro português recebeu, em Lisboa, um ministro brasileiro.
- Estás a ver aquela auto-estrada?
- Sim, respondeu o brasileiro.
- Pois ela foi feita por 100 milhões. Mas, na verdade, só custou 90...
disse o português, piscando o olho.
Semanas depois, o ministro português veio ao Brasil.
O brasileiro levou-o à janela.
- Está vendo aquela auto-estrada?
- Não!
From: Armando Zoccola
To: Undisclosed-Recipient:;
Sent: Thursday, May 10, 2007 11:10 AM
Subject: Beleza de País!
POR QUÊ PAGAMOS IMPOSTOS?
IMAGINE SE TODOS OS GOVERNANTES TRABALHASSEM SEM RECEBER RECOMPENSAS
MONETÁRIAS. FIZESSEM ISSO, APENAS PELO PRAZER DE LIDERAR UM POVO EM BUSCA DE
UM OBJETIVO COMUM.
No final dizem que nós é que aumentamos a danada da gasolina
Beleza de país!
Composição do preço gasolina (reais):
Gasolina ("A") 800ml (pura, vendida pela Petrobrás) = R$ 0,80
Álcool Anidro 200 ml (20% misturado à gasolina) = R$ 0,24
TOTAL = R$ 1,04 / Litro
+
CIDE - PIS/COFINS (Imposto Federal) = R$ 0,44
ICMS (Imposto Estadual) =
R$ 0,64
TOTAL DE IMPOSTOS (104% do Preço Bruto) = R$ 1,08
TOTAL (CUSTO + IMPOSTOS) = R$ 2,12
+
LUCRO DA DISTRIBUIDORA (Média por Litro) = R$ 0,08
FRETE (Média por Litro)
= R$ 0,02
LUCRO DO POSTO (Média por Litro) = R$ 0,25
FINALIZANDO:
VALOR NA BOMBA COM IMPOSTOS = R$ 2,47
VALOR NA BOMBA SEM IMPOSTOS = R$ 1,39
Portanto, se você consome 200 litros de gasolina por mês, o bolo
FICA dividido assim:
DONO DO CARRO (otário 01- Você, no caso.) GASTA: R$ 494,00
DONO DO POSTO (otário 02) GANHA: R$ 50,00
DONO DO CAMINHÃO (otário 03) GANHA: R$ 4,00
PETROBRÁS (gente que rala...) GANHA: R$ 16,00
GOVERNO (nem um pouco otário...) GANHA: R$ 216,00
Deveríamos comemorar a "auto-suficiência" em roubo também.
BRASIL: UM PAÍS DE TOLOS!!!