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OPINIÕES E COMENTÁRIOS

2006
     
             

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2004


MARÇO / 2006

Meu caro Hernani, biobaiano descendente de Mem de Sá.

Detalhe a acrescentar à história dos primórdios da motorização alcoólica: Na década de 30, em Pernambuco, existiu uma Locomotiva movida a cachaça, digo etanol.
A propósito, vc ainda tem uma cópia do seu: "DIAGNÓSTICO DA VIABILIDADE DOS ÓLEOS VEGETAIS COMO COMBUSTÍVEIS E LUBRIFICANTES" de 1979? Se tiver, por favor...
Mesmo os ensaios de motores a OVN - Óleos Vegetais Naturais, sem adaptação e sem aquecer os OVN, dão resultados fantásticos em alguns motores Diesel com pré câmara de injeção indireta, como é o caso de tua Parati com motor de Kombi com a qual vc rodou ~90.000 km, e de minha Caldina com 48.000 km a OVN, além de muitos outros.
De qualquer forma, qualquer motor Diesel vai muito mais longe, por baixo 1000 vezes, com OVN, do que qualquer motor a gasolina vai com álcool, ambos não adaptados, é claro. Imagina então, se devidamente adaptados!!!
Realmente, ficar puto e inconformado com a sacanagem oficial, é pouco, muito pouco.


Meu caro Francisco

Quanto ao biodiesel, por enquanto, o programa nacional é adicionar medíocres 2% no Diesel fóssil.
Não sei se o biodiesel (óleo vegetal transesterificado = modificado) mantém as propriedades lubrificantes dos óleos vegetais. Não sei se é inflamável. Sei que é tóxico, caro e desnecessário.
Se simplesmente fosse adicionado 30% de óleo vegetal ao Diesel fóssil, poderia-se eliminar o enxofre, e serem instalados os catalisadores específicos (a serem desenvolvidos).
O óleo vegetal não agride o meio ambiente porque é neutro, biodegradável, aliás, é ótimo alimento para vermes, peixes, minhocas, galinhas, etc, e até para motores... ou seja, promove a vida.
Utilizando 100% de óleo vegetal num motor devidamente adaptado, continua imprescindível o oxi-catalisador, para reduzir ainda mais as já menores emissões.
Quanto à produtividade dos óleos vegetais, por enquanto temos números da ordem de 6.000 litros por hectare por ano para o dendê, e 450 para a soja.
Digo por enquanto, porque estamos na fase embrionária das bioenergias. Na realidade o uso das fantásticas bioenergias nem nasceu ainda, pois continuam abortando-as criminosamente, como é o caso no nosso fantástico proálcool, onde até hoje, continua estupidamente proibido ao pequeno produtor comercializar seu álcool combustível.
Definir qual planta é melhor para produzir óleo, é complicado, depende de vários fatores e é irrelevante, pois cada uma tem seus prós e contras, tanto é que o óleo de soja continua sendo o mais barato. O ideal mesmo é a diversificação, é favorecer a sustentabilidade. Hoje a turma do biodiesel aposta aqui muito no tal do Pinhão Manso (Jatropha 1.900 l/ha/ano), com promessas fanfarronas de 10.000 litros ou mais... Fato é que cada vegetal tem sementes e frutos, e portanto cada vegetal produz óleo vegetal.
O importante é começar, e por isso até apoio pessoalmente as mentirosas iniciativas do biodiesel, pois afinal, daqui a alguns meses ou anos, quando se derem conta e acordarem para a nua e crua realidade, pelo menos teremos as oleaginosas plantadas e produzindo... uma maravilha... e adeus subsidiado, caro, tóxico, complicado e desnecessário biodiesel.
É importante também aproveitar a propaganda da agricultura familiar, para plantar as oleaginosas, pois assim os pequenos agricultores podem parar de plantar o cancerígeno e estúpido tabaco, para se dedicar a comida, combustíveis e matéria prima, com renda garantida, e preferencialmente no fantástico sistema agroecológico orgânico.


Meu caro Gert

Anunciar que o carnaval com alguns trios a 2% de biodiesel é: "A maior festa popular de energias limpas do mundo" realmente é coisa de repórter ignorante, em falaciosa mídia, a mando de ONGs fajutas.
Embora seja uma mentira deslavada, pelo menos chama a atenção para as fantásticas bioenergias, e quem sabe no ano que vem teremos trios elétricos a óleo vegetal, ou etanol, já que o nosso desprezado e sacaneado álcool está sendo cobiçado no mundo todo, e pasme, aqui, ao invés de se promover a agricultura familiar do etanol, ou seja: a produção e comercialização de álcool pelo pequeno produtor, esta fantástica fonte de renda distribuída continua rigorosamente proibida por lei, apesar de todo o bla-bla-blá do biodiesel "familiar". BABACAS, PORCOS, VAGABUNDOS, INCOMPETENTES, CORRUPTOS, LADRÕES. Tanto são, que já tem animais eleitos desta espécie, bolando leis para proibir o óleo vegetal natural como combustível, e aumentando seus impostos.


Meu caro Meurer

Muito obrigado pelas palavras de apoio. Já incluí teu endereço em minha lista semanal.
Só quero enfatizar que motores Diesel de injeção indireta com pré câmara necessitam apenas de 1/3 de kit (uma bomba auxiliar) sendo que os motores de injeção direta, incluso os modernos eletrônicos necessitam do kit completo para aquecer o OVN, ou então serem abastecidos com misturas de 30% de OVN e 70% de Diesel fóssil no inverno e 50% de OVN no verão.
A mídia é tão bêsta, que apenas divulga sensacionalismos esotéricos e pesquisas técnicas mirabolantes em minúsculas escalas teóricas de laboratórios míopes astronômicos, se omitindo em divulgar coisas reais e testadas, como os motores a OVN, ou a combater leis estúpidas como a proibição de comercialização do álcool em agricultura familiar, ou mesmo a putaria tarifária da EE onde a Mariasinha paga R$0,45 pelo mesmo kW que o antonhão e seus 40 e tantos babás recebem a R$0,07.


Meu caro Sérgio

Gostaria de lembrar que além de eucalipto e de bambú, se pode fazer álcool de toda e qualquer biomassa, ou seja, de palha de arroz, sabugo de milho, casca de maçã...
E certamente o metanol ou etanol produzidos, por serem bioenergia, são muito melhores que o metanol atualmente obtido a partir do gás natural ou carvão mineral, ambos fósseis, e utilizado agora, inclusive aqui no Brasil, para fazer o biodiesel metílico, mais fácil e mais barato que o biodiesel etílico oligopolizado, além de que a especificação do biodiesel metílico estar próxima ao padrão das normas interncionais, facilitando sua exportação, antes mesmo de abastecido o pífio mercado interno de 2%.
Ou seja, o navio que traz o porcão Diesel, levará o porquinho biodiesel... eita viagens suínas desnecessárias... que servem apenas para cobrar porcos impostos e emporcalhar o meio ambiente.


Meus caros Alexandre, Sebastião e Bantel

Os carros serão menores e mais eficientes, meu caro Alexandre. É patética a lei brasileira que permite luxuosas picapes a subsidiado Diesel, enquanto o Zé Mané tem de se contentar com sucatas a menos eficiente e cara gasolina. De mesma idiotice é o atual subsídio ao porco gás natural fóssil.
Estúpidos são também os subsídios agrícolas do primeiro mundo, que mascaram os preços, quer seja da bioenergia, quer seja da comida.
O álcool da madeira é uma antiga realidade mundial, e corrigindo os erros babacas do passado presente, que se perpetuam no etanol atual, certamente teremos álcool das mais diferentes espécies arbóreas e agrícolas, e preferencialmente produzidos na orgânica agricultura familiar.
O oba-oba e sensacionalismo vazio é característico das energias mundiais, meu caro Sebastião, que mais uma vez se repete na boba estorinha do biodiesel. Assim tivemos 200 anos de emporcalhamento fóssil, e vamos ter mais alguns poucos anos de oligopólio bioenergético, pois os escolados e gananciosos ladrões do planalto, ignoram que: não se deve matar as abundantes vacas leiteiras, com seus deliciosos e nutritivos seios, chamadas: natureza e povo.
Quanto a tecnologias inadequadas, meu caro Bantel, o xisto, do qual ainda se extraem alguns combustíveis fósseis, se torna menos "inviável" quando se adicionam pneus velhos ou biomassa ao processo. Assim também, todas as bioenergias estão em franco desenvolvimento, visto que nos últimos séculos, elas foram completamente mal utilizadas e desprezadas.
O extraordinário motor a óleo de amendoím existe a mais de 100 anos, e até agora os mentecaptos megaindustriais e velhacos políticos continuam cegos a seu uso e implantação.


Meu caro XXX

É assim mesmo, o registrador de EE anda para trás quando se injeta energia na rede pública, e no caso de gerador de camping, com gerador síncrono é preciso fazer o sincronismo entre a tensão da rede e do gerador, o que no meu caso sugerido é desnecessário pelo uso de geradores assíncronos (simples motores elétricos que funcionam como geradores, quando ligados na rede e quando forçados a rodar acima da velocidade síncrona), onde a sincronização ocorre atomaticamente e por si só.
Quanto a adquirir um carro Paraguaio, vc precisa ter carteira de motorista Paraguaia, e um endereço ou empreendimento no Paraguai.


Meu caro Pataro

Será que o incêndio em teu canavial foi mesmo acidental? Ou será que a própria máfia do álcool, que não aceita que vc produza álcool, para não mostrar como é fácil e barato, não está por trás também deste crime?
Fico inconformado que um batalhador de teu quilate, que produz álcool ao custo de R$0,50 o litro, não tem apoio nenhum neste país de sangue sugas vira latas filhos das putas a serviço dos poderosos do poder mundial.
Se puder, chame o pessoal do rádio e jornal da cidade a fazer uma matéria entrevistando o povo, enquanto vc vende teu álcool em praça pública. Que pena que MG é tão longe, senão te compraria uns 200 litros a R$1,50, pois adiciono 5% ao óleo vegetal, para deixá-lo mais fininho. Ontem paguei aqui R$2,19 pelo litro de etanol no posto...


Meu caro Eduardo

Agradecendo os rasgados elogios, penso que com a leitura do livro e das "opiniões" na página www.fendel.com.br, tuas dúvidas desapareçam ou diminuam...
O artigo que vc anexou é típico de quem defende o bobo biodiesel, e desconhece ou ignora as experiências reais com os óleos vegetais naturais - OVN.
Para utilizar os óleos vegetais nos motores basta um kit, do qual tem mais de 50 "fundos de quintal" produzindo, principalmernte na Alemanha.
O rendimento é praticamente o mesmo, na média 10% maior, com 10% mais consumo.
Eu acredito que a vida dos motores pode ser maior com o uso dos óleos vegetais... mas todas estas questões são conjeturas... não sei o que é certo e o que é errado. Sei que minha sucata Paraguaia que comprei com 200.000 km, já rodou 48.000 km a salada de óleos vegetais, na minha mão... e sem kit... Paguei US$5.000 por um ferro velho que no Japão não vale US$1.000. Assim é tratado o povo do quinto mundo, tem de se contentar e pagar caro pelo lixo do dito primeiro mundo, e olha, não troco minha sucata oleaginosa japonesa paraguaia por um medíocre Corsa novo, que arrebenta a correia sincronizadora e faz um estrago homérico a cada 30.000 km. Aliás, nosso povo brasileiro é tratado por seus gatunos governantes, pior que o restante do povo latino, pois nenhum bravo nativo tupiniquim consegue comprar uma maravilhosa sucata destas... a não ser com trambique. Eta país de capachos abobalhados, induzidos pela vassala mídia a discutir futebol, olimpíadas, fofocas, búzios e religiões.

A quem quiser se inteirar um pouco mais na mediocridade mundial do setor das energias, sugiro ler o texto:
http://www.power.inf.br/notic_dia.php?cod=386
que trata sobre a privatização das concessionárias elétricas e gás natural na Europa.

Aos interessados na porca Guerra do Iraque: onde o proibido urânio empobrecido usado pelo porco Busch, continua contaminando a Europa, convido a ler:
http://resistir.info/europa/du_europa.html

Meu bioamigo alemão Juergen descobriu esta entrevista (minha) sobre bioenergias nas páginas da UDOP...
http://www.udop.com.br/geral.php?item=noticia
E para homenagear as mulheres, em seu dia 08/03, este mesmo meu bioamigo, recomenda a leitura do artigo sobre sua idolatrada cientista Ana Primavesi, uma referência brasileira e mundial no modelo de desenvolvimento sustentável de exploração agrícola. A vida pulsa forte nessa mulher carinhosa que foi capaz de deixar perplexos os especialistas que se aprofundavam cada vez mais em suas análises estreitas:
http://revistagloborural.globo.com/EditoraGlobo/componentes/article/
Ao final, anexei 4 artigos:
1.- Sabesp x veículos a GNV, onde nossos "especialistas" no tratamento de água e esgoto, preferem utilizar o porco gás fóssil, a utilizar o gás metano (biogás) oriundos de suas estações de tratamento de esgoto, e como se não bastasse, trocam limpos carros a álcool por porcos veículos a fóssil GN.
2.- "Rede Globo de Telealienação" que trata sobre o comprometimento do Lula com a rede bôbo...
3.- "Salve-se quem puder" que informa sobre os vencimentos da marajá Denise Frossard e seu mísero salário de R$ 45.000,00. Pergunto: pode um funcionário público com um salário destes, se preocupar com os interesses do povo?
4.- "DENÚNCIA" que sugere que os "chacais" pretendem agora silenciar (apagar, assassinar) os presidentes da Venezuela, Hugo Chávez, e o da Bolívia, Evo Morales, por não se adequarem "ao sistema mundial".


Desabobalhantes bioabraços

Eng. Thomas Renatus Fendel
www.fendel.com.br
Divulgação autorizada e desejável.
“O que se decide nos plenários públicos, são encenações, teatro, uma vez que tudo já foi deliberado na calada da noite. “Reunião? Perguntava Benedito Valadares. Pois não, só depois de tudo decidido”!" - Frei Cristóvão OFM

-----Mensagem original-----
De: Eduardo
Enviada em: sexta-feira, 3 de março de 2006 21:57
Para: thomas@fendel.com.br
Assunto: "BIOCOMBUSTÍVEL" e "ENERNET"
Catanduva-SP, 03 de Março de 2006.

Parabéns Thomas Renatus Fendel!!!
Li seu artigo sobre “BIOCOMBUSTÍVEL” e “ENERNET” e apenas iniciei a leitura do seu livro, contudo, antes mesmo de absorver/esgotar toda interessantíssima matéria quero parabenizá-lo, incentivá-lo e, quem sabe, até participar deste simpático, simples e auto convincente projeto social. Entendo ambos como “um projeto social”, pois, têm a finalidade de melhorar a qualidade e até garantir a vida no planeta e deve ser implantado com urgência. Trata-se de medida emergencial.
Estaria honrado se pudesse responder ao meu contato.
Permita-me conjeturar.
O Partido dos Trabalhadores como um partido de esquerda jamais poderia ter assumido a identidade do governo que o precedeu. Infelizmente constatamos continuarem as benesses às elites e ao capital estrangeiro, portanto, é improvável ou mesmo impossível ao governo que aí está, ouvi-lo. Seu comprometimento não permitiria, sequer, arrazoar a respeito. Fazem tão somente inventar projetos e medidas sociais eleitoreiras sem nenhuma contrapartida de benefício à sociedade.
Ainda ontem, assistimos a ascensão ao poder do ex-presidente Collor em virtude de sua eloqüência e do medo das elites. Prometia governar para os descamisados e seu grito maior era: “Caça aos marajás”. Quem nesse país conhecia o “PRN”? O ex-presidente tinha um plano de governo?
Acredito que a atual rejeição ao PT e ao PSDB pode ser lida com o mesmo grau de intensidade que o medo que as elites tinham do “Lula” naquela oportunidade, com uma diferença, a rejeição que agora constato vem diretamente da sociedade, do cidadão de bem. Todos sabem, não podemos mais suportar.
Talvez eu esteja “chovendo no molhado” ao dizer-lhe que um político eloqüente que tenha no bojo das suas pretensões a imediata criação de leis e a aplicação de medidas que viabilizem a implantação da “ENERNET” e a utilização do “BIOCOMBUSTÍVEL” e transmitisse essa mensagem clara e honestamente ao povo, seria um presidenciável praticamente imbatível.
Há partidos pequenos e sem expressão que poderiam servir de casulo a uma pessoa com estas características e pretensões. Pense nisso.
Ter encontrado sua matéria foi extremamente reconfortante. Tenho pensado muito no assunto de “energia” nestes tempos difíceis. O planeta já está carente e segue numa trajetória suicida. Precisamos desesperadamente de alternativas.
Sou licenciado em Engenharia de Agrimensura pela Faculdade de Engenharia de Araraquara-SP. Atuo como Perito Criminal da SSP-SP há 15 anos. Tenho 49 anos, três filhos e três netos. Moro na cidade de Catanduva, noroeste do Estado de São Paulo - ± 140.000 habitantes.
Thomas, sua matéria fala em utilização do óleo vegetal bruto. Tenho visto algumas matérias sobre o assunto, como esta a seguir que traz algumas poucas restrições. Gostaria que comentasse.
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Matéria elaborada por:
Pedro R. Costa Neto e Luciano F. S. Rossi
Departamentos de Química e de Mecânica do Centro Federal de Educação Tecnológica do Paraná (CEFET-PR) - Curitiba - PR
Giuliano F. Zagonel e Luiz P. Ramos *
Centro de Pesquisa em Química Aplicada - Departamento de Química - Universidade Federal do Paraná - CP 19081 - 81531-970 Curitiba – PR
Matéria pinçada do site:
Estudo: Produção de biocombustível alternativo ao óleo diesel ...
A emissão de hidrocarbonetos proveniente da utilização do biodiesel de óleo de soja é, de um modo geral, inferior ao diesel convencional. ...
www.biodieselecooleo.com.br/biodiesel/ estudos/biocombustivel%20alternativo.htm - 56k -

PODER CARBURANTE DE ÓLEOS VEGETAIS
A produção de biocombustível alternativo ao óleo diesel, a partir de óleos vegetais brutos, tem sido alvo de diversos estudos nas últimas décadas 9-14 . No Brasil, a instituição do Programa Nacional de Óleos Vegetais (OVEG I) permitiu a realização de testes com óleos vegetais de composição química e grau de insaturação variados, cujas características físico-químicas encontram-se parcialmente apresentadas na Tabela 2 . Os principais óleos testados nesta investigação foram os derivados de macaúba, pinhão-manso, indaiá, buriti, piqui, mamona, soja, babaçu, cotieira, tinguí e pupunha 15-17 .
A avaliação da qualidade carburante de óleos vegetais requer a determinação analítica de, principalmente, seu poder calorífico, índice de cetano, curva de destilação, viscosidade e ponto de névoa. Do poder calorífico do (bio)combustível depende a potência máxima a ser atingida pelo motor em operação, enquanto o índice de cetano define o poder de autoinflamação e combustão do óleo. Seu valor condiciona o desempenho global do motor, refletindo na partida à frio, ruído e gradiente de pressão. Comparados ao óleo diesel, os óleos vegetais apresentam menor calor de combustão e índice de cetano similar, ao redor de 40 ( Tabela 2 ) 16,17 .
A viscosidade, que é a medida da resistência interna ao escoamento de um líquido, constitui outra propriedade intrínseca dos óleos vegetais. É de considerável influência no mecanismo de atomização do jato de combustível, ou seja, no funcionamento do sistema de injeção. Esta propriedade também se reflete no processo de combustão, de cuja eficiência dependerá a potência máxima desenvolvida pelo motor. Em relação ao diesel convencional, os óleos vegetais apresentam valores de viscosidade bastante elevados, podendo excedê-lo em até 100 vezes, como no caso do óleo de mamona 17 .
O ponto de névoa, que corresponde à temperatura inicial de cristalização do óleo, influencia negativamente o sistema de alimentação do motor, bem como o filtro de combustível, sobretudo quando o motor é acionado sob condições de baixas temperaturas. Esta é, portanto, uma propriedade que desfavorece o uso de óleos vegetais in natura em motores do ciclo diesel, particularmente em regiões de clima temperado, pois todos os óleos vegetais até hoje investigados apresentam ponto de névoa superior ao do óleo diesel convencional 17 ( Tabela 2 ). Para evitar os efeitos da solidificação parcial de óleos brutos, deve-se proceder ao seu pré-aquecimento, que pode ser efetuado com a própria água de arrefecimento do motor. Alternativamente, a utilização de aditivos apropriados no óleo vegetal pode conferir-lhe maior fluidez, diminuindo o ponto de névoa e favorecendo o comportamento fisico-químico do biocombustível resultante.
Os óleos combustíveis derivados do petróleo são estáveis à temperatura de destilação, mesmo na presença de excesso de oxigênio. Ao contrário, nos óleos vegetais que contêm triacilgliceróis de estrutura predominantemente insaturada, reações de oxidação podem ser observadas até à temperatura ambiente e o aquecimento a temperaturas próximas a 250 o C ocasiona reações complementares de decomposição térmica, cujos resultados podem inclusive levar à formação de compostos poliméricos mediante reações de condensação. A presença de compostos poliméricos aumenta a temperatura de destilação e o nível de fumaça do motor, diminui a viscosidade do óleo lubrificante e acarreta diminuição da potência pela queima incompleta de produtos secundários. Tal comportamento não é observado com derivados metanolisados ou etanolisados (biodiesel), cuja mistura é destilada integralmente a temperaturas inferiores a 350 o C 16,17 ( Tabela 3 ).
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Por fim, peço que esclareça sobre: - Como utilizar óleos vegetais, da forma como se apresentam nas prateleiras dos supermercados, nos motores a diesel? Qual seu rendimento e se a sua utilização prolonga a vida do motor?
Inteiramente à sua disposição e antecipando protestos de estima e consideração, subscrevemo-nos,
Eduardo Carlos Seraphim
eduseraphim@uol.com.br


-----Mensagem original-----
De: Sergiopataro
Enviada em: sexta-feira, 3 de março de 2006 08:54
Para: Fendel
Assunto: Re: RES: visita
Fendel,
Meu canavial pegou fogo acidentalmente aproximadamente 10 meses atrás. Agora está quase no ponto de corte, graças a Deus!
Estou me preparando para cometer um ato que sei que me trará grandes consequencias... vou para um centro comercial (uma praça bem movimentada) e estarei vendendo álcool produzido por mim... a intenção é chamar a atenção das autoridades políticas (não de policiais) para mostrar que eu como pequeno agricultor (apesar de minha formação) já posso produzir álcool, minha própria energia e que me considero liberto do sistema fóssil.
Não entendo... o grande usineiro diz que produzir álcool só em grande escala, que é inviável o pequeno produzir álcool... "Que pena, eu não estar presente nesta entrevista na televisão... eu perguntaria primeiro porque que os usineiros estão endividados... 2o. que melhor que qualquer atividade rural é produzir álcool... 3o. que é uma questão inteligente agente unir porque álcool é um produto de demanda mundial, daí não ter porque criticar o pequeno... ou seja, não há necessidade de haver conflitos entre nós..."
Obrigado por mais uma indicação.
Um abraço, do amigo de Minas,
Sergio Pataro


-----Mensagem original-----
De: XXX
Enviada em: quinta-feira, 2 de março de 2006 22:21
Para: thomas@fendel.com.br
Assunto: Dúvida
Boa Noite Sr. Thomas,
Gostaria de pedir que esta mensagem não fosse divulgada em seu site.
Então, ouvi hoje sua entrevista na CBN, o que me trouxe varias informações que num primeiro instante achei fantasiosas, depois fui atrás na Internet e vi que é real...Que existe mesmo...
Só não entendi uma parte... Voce pode "injetar" energia na rede eletrica e com isso o relogio de luz "anda para trás"? É isso mesmo? No caso, com aqueles geradores domesticos para camping, movido a gasolina não seria possivel fazer o mesmo?
E por fim, sempre vou ao Paraguay fazer compras, sempre tive interesse em comprar um Toyota Caldina, por ser um excelente carro, diesel, barato, confortavel... Porém achava que era necessário ser cidadão paraguaio para tê-lo... Como faço para comprar esse carro lá? É muito burocratico comprar lá, e rodar no Brasil, mesmo sendo brasileiro?
XXX


-----Mensagem original-----
De: Alexandre A. Brasil
Enviada em: quarta-feira, 1 de março de 2006 22:32
Para: Debates na área florestal em língua portuguesa
Assunto: Re: RES: [Floresta-l] por que desprezar floresta como contributivo na produção de combustivel líquido?
Talvez não sejamos os mais experts para falar sobre a produção de álcool por eucalipto. Mas algumas contas de batateiro e algumas previsões nós podemos fazer:
1) o dólar deve voltar a subir ante ao Real em um curto prazo.
2) o petróleo estará uns $50 dólares o barril e não volta mais para trás!
3) a concientização do aquecimento global já é uma realidade e os americanos já buscam carros hibridos e estao largando as SUVs (substituição de tecnologia).
4) o subsídio americano e europeu para agricultura tende a cair; em especial o subsidio para açucar feito de beterraba acabará no ano que vem! Só de saberem desse último veja o que está acontecendo com o preço do alcool de cana-de-açucar no Brasil!
Assim temos que, a própria produção de alcool competirá por insumos (eucalipto, milho, cana, beterraba, etc).
O Fendel vai me matar com o que vou dizer, mas aqui os próprios americanos já falam na produção de biodisel com composição de derivados de alcool.
Então, eu acho que temos que "think outside the box"! E começar a ter visão...
Risco? certamente há vários! mas como diz o ditado, "é errando que se aprende" e não somente o Brasil, mas os Eua já cometeram esse erro várias vezes! Será que essa vez vai?
Eu vou lançar mais uma idéia. Não seria papel do Serviço Florestal também atuar em reflorestameto em terras arrecadadas e devolutas?
Alexandre Brasil

At 12:14 PM 3/1/2006, Sebastião wrote:
Prezados colegas,
Boa tarde.
Eu acho que eu não fui bem claro ou não fui entendido quando falei da COALBRA e da produção de álcool a partir da madeira. Quero deixar bem claro que não sou contra a mesma, entretanto, mantenho a minha posição quanto a
necessidade de estudos de viabilidade e não um oba-oba como foi a época da criação da COALBRA. Espero que desta feita eu tenha sido mais claro e não paire dúvidas quanto a minha opinião.
Não resta a menor dúvida de que a pesquisa pode dar resposta a tudo, o problema não está na pesquisa, mas sim, no oba-oba que muitas vezes caracteriza os programas brasileiros.
Quanto a ética ou a falta de ética dos produtores dos usineiros, a mesma pode e deve estar presente em tudo, inclusive no setor florestal, pois o mesmo não é imune aos picaretas. Acho que se deve discutir o tema sem paixão, mas sim com a razão e a lógica. Não é Bantel?
Atenciosamente,
Sebastiao.


-----Mensagem original-----
De: floresta-l-
Enviada em: quarta-feira, 1 de março de 2006 12:36
Para: floresta-l
Cc: redeflorestal-br@yahoogrupos.com.br
Assunto: [Floresta-l] por que desprezar floresta como contributivo na
produção de combustivel líquido?
Para esclarecer, a COALBRA foi criada pelo governo federal, usando tecnologia inadequada ( própria para produzir glicose, arcaica e grande consumidora de energia, desequilibrando o balanço energético entre produção e produto. Além disto mantinha uma burocracia espantosa, com duas diretorias competindo entre sí (ou não, sendo uma no Rio de Janeiro e outra no Triangulo Mineiro, cada uma com 500 pessoas no quadro. O físico Rogério Cesar Cerqueira Leite (Folha de São Paulo, 12/4/ 6/5/2005) menciona, entre outros programas (alcool de madeira, alcool de mandioca, biodiesel de soja), de besteirol e macaquices o programa COALBRA. Diversos combustíveis líquidos de origem orgânica são competitivos a partir de US$25,- barril de petróleo (quanto está hoje?), segundo economista da Agência Int. de Energia. Quanto ao Pro-alcool (que deu certo e serve de exemplo aos demais e cuja tecnologia de melhoramento genético foi copiado da pesquisa florestal), e a produção de combustível a partir da cana de açúcar, este, sempre estará na balança da oferta e procura, competindo com o açúcar refinado, bem como na ética empresarial dos usineiros. Enquanto o mercado mundial procurar açúcar, o combustível vai custar caro (em termos
relativos). Nosso país tem inúmeras oportunidades de desenvolver econômicamente bioenergia, de diversas origens, considerando nossa extensão, nossas condições físicas e nossa diversidade, inclusive a partir de madeira, manejada em áreas nativas e RL, como de florestas plantadas. O balanço energético, a tecnologia adequada, o desenvolvimento tecnológico e os devidos incentivos ou financiamentos devem nortear as decisões. Não daria um tiro no pé, desprezando nossa capacidade e viabilidade da produção florestal contribuindo na produção de combustíveis líquidos. A pesquisa tem resposta para tudo isto e em pesquisa florestal (também agrícola) o Brasil é atualmente imbatível. Bantel


Sebastião escreveu:
Prezados Alexandre, Fendel e demais colegas,
Bom dia.
Muito embora eu não seja nenhum expert em energia, muito menos na sua produção, gostaria de meter a colher na questão da produção de álcool a partir do eucalipto, pois, como sou um pouco mais velho eu já vi esse filme antes. Lá pelos idos de 70 e 80 foi lançada a idéia de fabricação de álcool a partir de árvores, particularmente, o eucalipto, inclusive, foi criada a COALBRA, teve uns colegas do IBDF que foram à Rússia, pois era quem dominava a tecnologia (pelo menos isso foi dito a época). Chegou a ser montada uma usina, se não estou enganado, foi no Triangulo Mineiro. Foram vendidas, inclusive, ações dessa empresa. Mas como outros projetos mirabolantes e sem o devido estudo e seriedade que tal assunto requer, foi tudo por água abaixo. Portanto, como diz o ditado popular "vamos devagar com o andor porque o santo é de barro". Por outro lado, me parece que é mais lógico aperfeiçoar e melhorar a produção de álcool a partir da cana, visto que é uma produção que já é tradicional (praticamente desde os primórdios da colonização brasileira) e o Brasil detém o respectivo know-how. Quero deixar claro que não sou contra a diversificação, entretanto, é necessário que se tenha a devida seriedade com o tema para evitar o fiasco do passado e a gastança desnecessária dos recursos públicos. Por outro lado, se hoje já existe uma grande campanha contra o plantio de exóticas, principalmente do eucalipto, imagine a gritaria geral que será a proposta de que esses plantios sejam ampliados para suprir a demanda de madeira para a produção de álcool.
Gostaria de ouvir e saber da opinião dos demais colegas.
Abraços,
Sebastiao.


-----Mensagem original-----
De: floresta-l
Em nome de Alexandre A.
Brasil
Enviada em: quarta-feira, 1 de março de 2006 10:20
Para: Lista Floresta
Assunto: [Floresta-l] pergunta p Fendel
Caro Fendel e amigos,
ontem estive em uma palestra sobre alternativas de substituição do petróleo com os derivados do etanol e metanol produzido por cana e eucalipto. Foi comentado breviamente que o eucalipto é mais eficiente que a cana, alem dos benefícios de médio-prazo produzidos por esse (sequestro de carbono, regulação climática/hidrológica, corredor ecológico, entre outras. Você tem alguma opinião mais aprofundada sobre o assunto?
A palestra foi ministrada no Depto de Economia Agrícola da Michigan State University e as previsões feitas são que existe a tendência de que a partir de 2009 o consumo dos EUA substituirá fortemente o petróleo pelo alcool e seus derivados. Nesse contexto, eles vêem o Brasil como o maior parceiro mundial o qual pode ser responsável por 40% da produção mundial. E qual a política a começar a ser pensada?
Subsidiar o plantio de Eucalipto extensivamente e sustentavelmente daqui para frente! É considerado um erro do passado ter parado com a política de produção de combustivel e de produção de C&T nesse assunto, assim como aconteceu no passado!
Então é hora do Brasil começar a pensar bem nesse assunto, e começar a se planejar.
Alexandre Brasil

-----Mensagem original-----
De: sergio safe
Enviada em: quarta-feira, 1 de março de 2006 15:39
Para: redeflorestal-br@yahoogrupos.com.br
Assunto: Re: [redeflorestal-br] por que desprezar floresta como contributivo na produção de combustivel líquido?
Grande Alexandre, senhor Bantel e demais colegas floresteiros
Alexandre, quem ta falando é o Sergio da UnB e que esta morando aqui no Acre...Lembra?
Este assunto de produção de álcool utilizando madeira como matéria prima é muito interessante.
Em relação a toda a diversidade da temática florestal, eu venho me aprofundando mais sobre o uso e manejo dos bambus no Brasil, maior motivo pelo qual venho me aventurando por terras acreanas. Gostaria de dizer que muito mais produtivo que a cana ou o eucalipto, seria a produção de álcool a partir do bambu, em especial a espécie bambusa vulgares variedade vulgares ou a variedade vitata.
Tenho algumas coisas sobre o tema para quem quiser saber mais informações, mas os maiores destaques para o uso do bambusa vulgares para a produção de álcool esta no fato de ele ser extremamente rico em teores de açúcar e amido, fácil de maneja-lo, como ele se propaga via rizoma não ha a necessidade de plantios e tal, uma vez bem plantado e só cortar. As bibliografias sobre o tema diz ser até 4 vezes mais produtiva que a cana de açúcar. Se for utilizado o corte raso o ciclo de corte é de 3 anos, se for usado o corte seletivo o ciclo de corte pode ser anual e a escolha de uma ou outra técnica de manejo vai depender de outros fatores.
O Brasil já teve um programa para tal mas não preciso nem dizer o que aconteceu, né? Coronelismo, lob político dos produtores de açúcar, corrupção e todas estas coisas clássicas que acontecem no Brasil.
Meu caro Alexandre, diferente dos EUA, no Brasil, infelizmente o peso das decisões por aqui são muito mais no âmbito político do que técnico.
É o que eu sempre digo: dinheiro e tecnologia nunca foi o nosso problema, o nosso problema sempre foi político. Enquanto não houver vontade política pode esquecer...vamos continuar sempre na mesma merda... Gigante pela própria natureza e pequeno pela ganância política.
P.S: O pais Honduras ainda continua produzindo álcool a partir do vulgares.
Saudações brasileiras e florestais
Sergio Safe


-----Mensagem original-----
De: Meurer
Enviada em: quarta-feira, 1 de março de 2006 11:45
Para: thomas@fendel.com.br
Assunto: Oleo Vegetal
Prezado Fendel,
Depois de alguns minutos de pesquisa sobre a utilização de oleos vegetais em motores, encontrei teu site, o qual saciou todas as minhas duvidas "parciais" sobre tal tema. Pasmo fiquei sobre a confirmação da utilização de oleos vegetais em motores diesel sem requerer nenhuma alteração ou modificação complexa.
E assim como tantos outros e-mails que li em tua sessão de opniões e comentários, o potencial da utilização oleos vegetais, principalmente para a agropecuária, neste momento de "entraves" por parte de nossos governantes e das multinacionais que monopolizam o setor, deixando o produtor descapitalizado, com a montanha de impostos, supervalorização dos insumos e total desleixo com preços minímos do nosso arroz com feijão. Todos nos alimentos, a precisamos alimentar quem nos alimenta.
Enfim, gostaria de solicitar participar da tua lista de e-mail's, e mais informações sobre a utilização de oleos vegetais em automotores.
Grato pela atenção.
Att.
L. Meurer
Eng. Agronômo
Produzir Planejamento e Consultoria Rural
Alta Floresta - MT


-----Mensagem original-----
De: ECOLOGIA EM AÇÃO
Enviada em: quarta-feira, 1 de março de 2006 11:39
Para: vários
Assunto: Biodiesel no carnaval da Bahia
Prezados conterrâneos brasileiros não abobalhados pelo biodiesel corporativo chapa branca e hegemônico mentiroso.
É chegado o momento e a hora de valorizarmos nossos agricultores, nossos engenheiros, nossos empreendedores que tratam da questão ao nivel socio-ambiental correto e ético.
Como Eng. Agrônomo, desejo me aliar aos engenheiros éticos e patriotas que lutam pela utilização dos óleos vegetais puros e usados, nos motores brasileiros.
Os nossos agricultores poderão se transformar nos detentores de poços de petróleo verde - os óleos vegetais e o alcool, e assim conquistarem a liberdade, se libertando da escravidão dos impostos, da obrigatoriedade de comprarem os mais caros combustíveis fósseis do planeta, conquistando a inclusão da cidadania, a auto-confiança e a auto-estima, que nunca tiveram.
Não vou citar a todos os engenheiros ludicos dos oleos vegetais, mas começo com o Bautista Vidal, Thomas Renatus Fendel, Klaus Prehn, Hernani Sá, e tantos outros que sempre foram marginalizados, dopados, roubados e desprezados pela ação das ganges dos monopólios dos combustíveis fósseis e seus cupinchas.
Vamos prestar atenção.
Vamos valorizar nossos profissionais brasileiros que enxergam o que a Corporação que nos escraviza não quer admitir por questões óbvias.
As mensagens que vocês lêem abaixo dizem tudo. Não é preciso acrescentar mais nada.
Gert Roland Fischer

-------Mensagem original-------
De: Fendel
Data: 03/01/06 10:42:43
Para: HernaniLopes de Sá Filho
Cc: Conte; Oscar; Odair; Sopchaki; Telmo; Gert
Assunto: RES: Nas minhas barbas! [UMA-Jornal Digital] Biodiesel no carnaval da Bahia
Meu caro Hernani
Nossa estratégia é fazermos um "cala bôca", juntando nossos esforços para no carnaval que vem, junto a alguns parceiros, demonstrarmos um trio elétrico com 100% de óleo de dendê.... em Salvador, devidamente pintado e fraseado: "Movido 100% a óleo de dendê" - "Não é caro biodiesel! e nem seus ridículos 2%"
E temos que começar já...
Bioabraços
Fendel

-----Mensagem original-----
De: HernaniLopes de Sá Filho
Enviada em: quarta-feira, 1 de março de 2006 10:05
Para: Thomas Fendel
Assunto: Nas minhas barbas! [UMA-Jornal Digital] Biodiesel no carnaval da Bahia
Caro Fendel,
Coisas desta natureza(abaixo)me deixam revoltado e injuriado;
principalmente quando vem de uma universidade que presenteei com projetos de energias desde 1994 enfocando principalmente os OVN(dendê).
O projeto me foi arrebatado por bandidos (professores) vindos de fora, com apoio dos seus dirigentes.
Tem me dado muito trabalho, mas vamos ganhar e expulsar estes bandidos.
Agora veio mais esta wwi-.....(americana), para divulgar o ridículo 2% de biodiesel no carnaval da Bahia e dizem que não polui... é foda!
Abraços,
Hernani Sá
Abaixo o endereço para você também dar uma porrada !!!!

----- Original Message -----
From: UMA Digital
To: worldwatchbrasil@yahoogrupos.com.br
Sent: Wednesday, March 01, 2006 7:35 AM
Subject: [UMA-Jornal Digital] Biodiesel no carnaval da Bahia
Folha de São Paulo
28 de fevereiro de 2006
Biodiesel no Carnaval da Bahia
Eduardo Athayde
O Brasil está no centro das atenções internacionais quando o assunto é biocombustível. Foi alvo de rasgados elogios do presidente americano George Bush pelo uso do álcool e das novas tecnologias "flex fuel" e foi apontado pelo WWI (Worldwatch Institute) como "Arábia Saudita dos biocombustíveis". Abatido pelas pesquisas, Bush afirmou, em inesperado discurso, que os EUA "sofrem de um vício em petróleo que precisa ser combatido".
Parece que os orixás da Bahia já previam. O mesmo dendê que ferve a moqueca e frita o acarajé pode também mover os trios elétricos no Carnaval. O biotrio, trio elétrico de última geração, movido a biodiesel, conquista o folião e atrai a atenção de investidores, transformando o Carnaval da Bahia numa vitrine de negócios sustentáveis, econegócios geradores de lucro social, econômico e ecológico integrados.
Lançado por Ivete Sangalo, com apoio da Universidade Estadual de Santa Cruz e Universidade Livre da Mata Atlântica, no Carnaval de 2005, o biotrio já está fazendo escola. Neste ano, outros dez biotrios usarão biodiesel. No ano passado, Salvador recebeu mais de 2 milhões de foliões, uma densa massa humana animada por 95 trios e carros de apoio movidos a petrodiesel, poluente.
Atraídos pelas ondas de energias limpas, estiveram recentemente no Brasil os donos do Google, gigante da internet, interessados nos investimentos em energias renováveis. Na mesma época, chegaram executivos de Bill Gates, que, além da Microsoft, é sócio majoritário da agressiva Pacific Ethanol e quer liderar a produção de biocombustíveis. Disfarçados de turistas, dirigentes dessas transnacionais circularam pelas ruas de Salvador.
Neste ano, até Bono, do U2, está na boa terra com Gilberto Gil, primeiro ministro da Cultura que entendeu a importância de "ressuscitar no chão nossa semeadura". Bono, Gates e "os Googles", globalmente antenados, poderão ligar as suas imagens mundiais à contagiante folia da Bahia.
Os seis dias de Carnaval da Bahia são um hiato positivo entre notícias negativas sobre o Brasil que dominam a imprensa internacional.
Registrando a folia baiana de 2005, que consumiu 16 milhões de litros de cerveja e 9,3 milhões de litros de água num circuito de 25 quilômetros, estavam na Bahia 2.986 profissionais das maiores redes de comunicação do mundo, nacionais e estrangeiras. Entre elas: as americanas CNN e CBS; BBC, de Londres; Nippon, japonesa; RAI, italiana; Directv, Euro TV.
Foram 283 horas de transmissão de TV, sendo 122 horas internacionais. Acrescente ainda todos os principais jornais nacionais e os maiores estrangeiros: "The New York Times", "Le Monde", "Corriere della Sera", "Washington Post" e "El País".
E mais 176 sites e portais, 45 revistas e 65 produtoras de vídeo. É uma janela para o mundo, geradora de mídia espontânea (gratuita) de causar inveja a qualquer país ou governo.
"Há riscos e oportunidades de negócios (derivados das mudanças climáticas) influenciando investimentos das corporações ao redor do mundo", afirma Lester Brown, fundador do WWI, que desembarca no Brasil logo depois do Carnaval.
Brown e Ted Turner, fundador da rede de comunicação CNN, lideram um time internacional de novos especuladores sustentáveis com patrimônios avaliados em cerca de US$ 30 trilhões, interessados em multiplataformas de econegócios e que, receosos dos crescentes impactos negativos, filtram seus investimentos, exigindo das companhias informações sobre o consumo energético e o desempenho das suas emissões.
Sintonizada com o nervosismo da demanda internacional, a Petrobras assinou contratos com quatro usinas fornecedoras de biodiesel, calibrando a pressão do mercado interno e beneficiando cerca de 60 mil famílias de agricultores familiares de Minas Gerais, Pará, Piauí e São Paulo, Estados produtores de mamona, dendê e soja, usados na produção do biocombustível.
A Bahia, maior produtora de mamona do país, deu um passo à frente, articulando cooperações com a Califórnia, usando a força da sua natureza lúdica para fisgar investidores atraídos pelos encantos do entretenimento.
Se aproveitarem a dica dos biotrios e usarem biodiesel, os sistemas de transporte coletivo dos centros urbanos transferirão recursos que hoje financiam o petrodiesel para as lavouras das plantas oleaginosas, ajudando a despoluir as cidades.
A auto-suficiência em petróleo, meta conquistada, é menos importante hoje do que foi no passado. O desafio agora é gerar excedentes para exportar energias renováveis por meio de econegócios que melhorem a qualidade do ambiente urbano, com geração de ocupação e renda no campo, alimentando as economias rurais e redistribuindo riquezas. Exemplos de políticas ambientais defendidas nas Metas do Milênio da ONU para grandes centros urbanos, concentradores de riquezas e poluição -viciados em petróleo.
Há coisas que só a magia da Bahia pode fazer. Em breve, o "Guinness", o livro dos recordes, poderá incluir mais um registro do Carnaval da Bahia: "Maior festa popular de energias limpas do mundo", anexando ao recorde de "maior festa de rua do planeta", já conquistado.
Eduardo Athayde é diretor do WWI-Worldwatch Institute no Brasil.
www.wwiuma.org.br


-----Mensagem original-----
De: fgiannella
Enviada em: quinta-feira, 2 de março de 2006 19:54
Para: biocom@grupos.com.br
Cc: Bioenergia; Floresta
Assunto: [BioCom] Re: [TSP] Mídias, mentiras e mais mentiras...

Meu caro Fendel
Fiquei facinado com essa historia de motor a oleo vegetal. Gostaria de colocar o que entendi, duvidas etc
Para tentar simplificar tentei comparar o biodiesel com o oleo vegetal; vamos lá:
O biodiesel precisa de uma transformação no oleo, um processo industrial complicado que se chama transesterização (total dependencia), mas não precisa transformar o motor e ele é poluente no caso de vazamentos.
Perguntas:
Ele aceita catalizador, ou seja, ele elimina o uso do enxofre no diesel fossil possibilitando o catalizador? Ele explode a temperatura ambiente? Ele pode ser usado sem nada de diesel de petroleo, nesse caso precisa de catalizador?
O oleo vegetal não passa por um processo industrial (total independencia do consumidor!!!!!) ao passo que o motor precisa ser modificado (apenas R$500,00). Se usado até 30% com o diesel de petroleo não precisa modificação no motor e podemos eliminar o enxofre do diesel fossil possibilitando o uso do catalisador. Ele não explode a temperatura ambiente e pode ser usado 100% sozinho sem diesel fossil.
pergunta:
Porque ele não agride o meio ambiente em caso de vazamento?
Quando usado sozinho, precisa de catalizador?
Independente das suas respostas, mesmo se voce não me convencer que o óleo vegetal é poluente, já que o biodiesel já é, temos aqui a maior vantagem, o uso do oleo em natura, é só expremer as sementes e pronto!!! isso é uma revolução sem precedentes, isso sim é liberdade, dane-se a burocracia, eu quero meu carro a oleo vegetal.
Voce falou que com 1 litro de oleo vegetal rodamos 20Km qual a produção em litros por hectare das plantas? Quais as plantas? Porque tantas? Nenhuma é mais vantajosa que as demais? Dúvidas, muitas dúvidas, se puder me ajudar eu agradeceria muito
Um grande abraço.
Voce é um herói.
Francisco

-----Mensagem original-----
De: ernanisa
Enviada em: terça-feira, 28 de fevereiro de 2006 21:29
Para: biocom@grupos.com.br
Cc: Bioenergia; Floresta
Assunto: [BioCom] O engenheiro e o tijolo--Re: Mídias, mentiras e mais mentiras...

Colega Klaus Prehn, Fendel e demais.
Um engenheiro para construir, não precisa fabricar tijolos ou "inventar a roda", como alguns fazem hoje em dia em virtude do proálcool e biodiesel.
Você disse:
"O querido Bautista apenas copiou as antigas tecnologias alemãs no Brasil, tornou-as públicas, nada mais. "
Nós sabemos que o Brasil não inventou o motor a álcool; aliás o primeiro motor a álcool, que tenho conhecimento foi a vapor(água aquecida com álcool);
invento do DÁ VINTE(acho que não dava tanto) que não é alemão.
O mérito do colega e professor Bautista Vidal, foi de GUERRA,
Ele reuniu conhecimentos através de equipe muito competente, que montou da STI e com base nas experiências passadas no Brasil e no mundo (o Brasil também usou na primeira guerra, álcool e gasogênio; vários estudos foram feitos no INT-Instituto Nacional de Tecnologia), otimizou motores com projetos no CTA, com o Engº Ernesto Stumpf.
Convenceu o governo militar tendo, como chefe o Gal. Ernesto Geisel (1974 a 1979).
Isto é, reuniu os materiais (não tijolos, telhas, argamassa, cimento, etc.), elaborou e executou um projeto que possibilitou a implantação do MAIOR PROGRAMA ENERGÉTICO MUNDIAL: O PRÓ-ÁLCOOL.
A exemplo do Bautista, que nos incumbiu em 1978, através do Diretor do INT, Enos Vital Brasil, de buscar alternativas para os outros derivados do petróleo. Também não inventamos a roda.
Identificamos os óleos vegetais e gorduras da biomassa, como as melhores alternativas, para esse fim, iniciamos o levantamento do "ESTADO DA ARTE", com o inventor do motor do ciclo diesel; o francês Rudolf Diesel e...
Publicamos em 1979 o "DIAGNÓSTICO DA VIABILIDADE DOS ÓLEOS VEGETAIS COMO COMBUSTÍVEIS E LUBRIFICANTES".
Fizemos diversos ensaios com OVN - Óleos Vegetais Naturais (não é biodiesel) distintos sem mexer nos motores.
Infelizmente com a saída do presidente Geisel, tivemos que entregar o nosso trabalho sobre OVN a seu sucessor Prof. José Israel Vargas no governo Figueiredo.
TOMARAM NOSSO PROJETO DO INT E LANÇARAM EM 1980 O BIODIESEL (Projeto OVEG), pela STI; MIC de J.I.Vargas, engavetando o PRÓ-ÓLEO, com todas as distorções que conhecem.
Mais história em:
www.biocombustiveis.com.br
Como diz o Fendel (um dos grandes guerreiros da batalha final)...
Bioabraços para todos, com a vitória dos OVN.
Hernani Sá


"Sabesp investe em frota limpa"
1/3/2006 - A Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) passou a investir na implantação do Gás Natural Veicular, o GNV, em suas frotas.
A medida pode ser explicada pelos benefícios desse tipo de combustível, como redução de custos - se for considerado os constantes reajustes no valor da gasolina e do álcool, o desconto que é obtido no IPVA e o menor gasto com manutenção do veículo -, além da preocupação com o meio ambiente, pois trata-se de um combustível limpo e seco que apresenta queima mais completa, praticamente sem emissão de monóxido de carbono.
Benefícios - Estruturada em Unidades de Negócios, a Sabesp já adotou o uso deste combustível em dez de suas 16 unidades. Atualmente, possui 76 veículos convertidos, um número ainda relativamente baixo num universo de 4,8 mil veículos da Companhia. Porém, apresenta uma frota passível de conversão de 2,5 mil veículos nas categorias passageiro, comercial leve e utilitário.
Antes de realizar a conversão, a Companhia analisa a viabilidade técnica-operacional e econômico-financeira. Nesta análise são observadas, dentre outros quesitos, as médias mensais de kilometragem rodada; ano de fabricação do veículo e perda da capacidade volumétrica (caçamba/porta-malas). A Sabesp considera como ideal os veículos com injeção eletrônica e que rodam mais de 1,5 mil quilômetros/mês.
A Unidade de Negócios de Tratamento de Esgotos da Região Metropolitana de São Paulo registrou, em 2005, uma economia da ordem de R$ 40 mil com o uso do GNV. Esta unidade da Companhia conta com 32 automóveis convertidos. Destes, mais de 60% rodam 24 horas por dia nas regiões de Suzano, São Miguel Paulista, Parque Novo Mundo, ABC, Barueri e Centro de São Paulo.
Por Canal do Transporte


"Rede Globo de Telealienação"
“Transformando seres humanos em não-pessoas!”
Como foi que Lula, que tanto criticava a TV Globo pelo
encaminhamento que ainda hoje pratica se passou para o lado da maior rede de telealienação? A resposta está na dívida da emissora para com o BNDES que a impede de sequer tangenciar a verdade em sua programação e, assim, agradar enormemente ao desgoverno petista. Vergonha das vergonhas para Ana Paula Padrão, outrora boa jornalista, hoje reduzida a áulica portadora de lentes cor de rosa incapaz de sequer tangenciar a notícia...
Antes de mais nada, é muito bom que todos revejam o documentário
sobre a Globo feito pela BBC de Londres. Chama-se 'Brazil: Beyond Citzen
Kane', (Além do Cidadão Kane) que Roberto Marinho impediu a entrada no
Brasil por meios jurídicos de questionáveis a abertamente corruptos. A
página CMI - Mídia Independente, disponibiliza o filme para download
gratuito!
Maiores informações de download (o vídeo tem 423 Mb em formato AVI) em Muito Além do Cidadão Kane
Lamentemos o que a mais assistida rede nacional de telealienação faz com a população: desinforma, confunde, bajula o governo e omite a verdade!
Lamentemos as declarações de Palocci, na morte do "Doutor Roberto" que não se sabe onde foi buscar o compromisso de Marinho com a "construção da democracia brasileira". Lamentemos o presidente Lula que disse ser o falecido "um homem que veio ao mundo para prestar serviços à comunicação, à educação e ao futuro do Brasil". Frase ainda mais triste se recordamos um discurso feito em Sergipe, em 6 de setembro de 1987. Lula, então deputado federal, disse o seguinte: "Nós hoje somos um país com praticamente 20 milhões de crianças abandonadas. Somos um país com 16 milhões de analfabetos. Somos um país onde a história é contada pela Rede Globo de
Televisão porque o senhor Roberto Marinho não faz outra coisa a não ser mentir para o povo".
Pior Ainda!
Se em 1987 e em 1989 (como se vê no excelente documentário "Além do Cidadão Kane", disponibilizado na página da Central de Midia Independente) Lula criticava severamente a parcialidade e cegueira da Rede Globo de Telealienação, a emissora, sempre áulica, hoje defende os pontos de vista do PT, sempre contra o povo brasileiro.
Há algum tempo, o "Jornal da Globo", que passa tarde da noite e é apresentado normalmente pela Ana Paula Padrão, gozava de alguma credibilidade. Fatos recentes excluem totalmente esta pífia credibilidade...
Quando o noticiário nacional, em todas as outras emissoras de TV, Rádio e Jornais informavam dos problemas envolvendo a remessa escusa de divisas pelo presidente do Banco Central, assim como pelo presidente do Banco do Brasil, além de informar que o presidente do Banco Central sonegou imposto de renda e cometeu falsidade ideológica junto à Justiça eleitoral, enquanto o presidente Kasseb, do Banco do Brasil, desviava recursos do Banco para a aquisição de uma monumental e suntuária sede para o PT, o "Jornal da Globo", na voz de Ana Paula Padrão "anunciava": "a economia finalmente atingiu a retomada do crescimento!" ou "jacaré dá luz a filhote no zoológico de Recife", ou ainda "Lula vibra com o filme Pelé Eterno!"
A Globo é assim: quando interessa - tem dívidas monumentais com o BNDES e não pode contrariar o governo, qualquer governo - nada de manchetes, nada de noticiário, muita auto-referência - fala-se dos atores de novelas no
Faustão, fala-se de novos grupos desconhecidos de rock ou pagode, mas nada que interesse para informar a população quanto ao que de fato está acontecendo no Brasil.
Apenas para relembrar, durante a ditadura militar, a TV Globo foi adesista de primeira hora, sempre contra o povo brasileiro e sua censura interna sempre foi tão rigorosa que deixava atônitos os censores da ditadura! Agora, com a anunciada volta da censura via sistema de regulação de áudio-visual do Ministério da Cultura (que não tem dinheiro para ninguém, portanto carece de moral para regular o que quer que seja neste setor!)

"Salve-se quem puder"
Rede 3setor http://br.groups.yahoo.com/group/3setor
Somando todos seus vencimentos Denise Frossard recebe mais de 45 mil reais.
A Deputada Denise Frossard trabalhando apenas 14 anos, se aposentou com aposentadoria integral de juíza (salário de R$ 18 mil reais)(na aposentadoria incorporou um adicional de 45% ao salário, por tempo de serviço)
Além disso, acumula o salário de deputada federal,(R$ 12.847,00) auxílio moradia (R$ 3.000,00), auxílio paletó, verba indenizatória (12.000,00) e outros benefícios, se transformando em um dos maiores salários públicos do Brasil.
Ela gosta de se mostrar como uma política diferente, mas ganhando R$ 45 mil não passa de uma marajá, que vive às custas de salários indecentes tirados de nossos impostos!


"DENÚNCIA"
Carta O Berro.
Brasil, quinta-feira, 2 de março de 2006
O economista americano John Perkins confirmou essa semana no Panamá que agentes da CIA assassinaram, em 1981, o general panamenho Omar Torrijos, então presidente do país, cujo avião caiu em uma região montanhosa no dia 31 de julho daquele ano.
Autor do livro "confissões de um assassino econômico", Perkins declarou ao diário panamenho La Prensa que durante sua vida como economista recebeu a missão de "disciplinar" o governante panamenho, para que este aceitasse as "receitas" promovidas pelo Banco Mundial, no sentido de aumentar a dependência do país ao capital financeiro de Washington.
"Torrijos era um obstáculo para a CIA. Como eu falhei com Torrijos, que não aceitou as minhas 'sugestões', eu sabia que os chacais da CIA cairiam sobre ele", disse o economista, cujo livro está na lista do New York Times como o dos mais vendidos. Perkins explicou que as exigências constituiam em entregar ao Panamá empréstimos colossais, para a construção de mega-projetos, mas o dinheiro seria proveniente somente de fundos de empresas dos Estados Unidos, o que desembocaria em dependência externa cada vez maior dessa nação da América Latina.
O general panamenho se opos a tais políticas, mas de forma suspeita acabou morrendo em 31 de julho de 1981, em um suposto acidente aéreo, quando o avião que o levava caiu em uma zona montanhosa no norte da província ocidental de Coclé.
Moisés Torrijos, um dos irmãos do general, sustentou durante anos a tese de que o suposto acidente foi, na verdade, um plano da CIA denominado "Falcão em Vôo", para impedir a projeção política revolucionária na América Central. De fato, diversos observadores mantiveram sempre a tese de assassinato pela CIA de Torrijos, o general que resgatou para a soberania a zona do Canal com a assinatura, em 1977, dos tratados Torrijos-Carter, no qual também eram acertadas condições para as bases militares americanas.
Em recentes declarações à mídia internacional, o economista americano assegurou que os mesmos "chacais" pretendem agora silenciar os presidentes da Venezuela, Hugo Chávez, e o da Bolívia, Evo Morales, por sua posição nacionalista.
Com informações da agência DPA e do La Jornada


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Meu caro Chiocheta

Somando os impostos das energias, aos impostos dos combustíveis, percebe-se a dimensão do tetão de vaca que os lambusados políticos não querem largar nem a pau.
Isso explica por que a porcobrás, ANP - agência nacional dos porcocombustíveis, e a eletrobrás, atacam e escondem os óleos vegetais, perseguem as microdestilarias de álcool e proibem a microgeração de EE, mesmo em épocas de apagão.
Somente atitudes mesquinhas, tolas, que tem como objetivo único seqüestrar o leite e repartí-lo com "os amigos" explicam tamanha sacanagem com o enganado povo.


Meu caro Gert

Tem textos e arquivos circulando pela interede, tentando transferir a culpa dos desmandos oficiais para as costas da população, como se o povo fosse responsável pela ladroagem instituída. Comparam o roubo de um papel higiênico, de um clips, aos assaltos contínuos dos políticos aos cofres públicos.
Parece até que Fernandinho Beira Mar e seus assemelhados, tem acordos táticos com o poder, para não promoverem arrastões nos labirintos da capital nacional, em assaltos que teriam total apoio da massa popular.
Dias destes, uma amiga de uma amiga se ofereceu a distribuir em Brasília, 20 cópias de meu projeto de lei sobre os óleos vegetais, a deputados e senadores. Qual não foi minha surpresa quando da réplica ao meu agradecimento em nome do povo, ela me chamou de hipócrita. Passada a surpresa da cassetada, hoje percebo que o que ela queria era um "mensalinho", pelo seu "trabalho", afinal, pelos corredores do planalto central, o que rola mesmo é propina, e seus transeuntes nem sabem mais agir sem pensar primeiro no bolso próprio e em míopes e ridículos benefícios pessoais.
E pasme, devido à falta de um envelope com dólares anexados, nenhuma destas autoridades se manifestou a respeito do projeto dos óleos vegetais combustíveis.
Devem estar repletos de sugestões "melhores e mais rendosos".


Meu caro XXX

Se produzimos 90% de nosso porcotróleo, por quê aqui os preços dos combustíveis fósseis sobem feito foguetes?
Um governo decente cuidaria para que apenas fosse exportado o excedente de nossos biocombustíveis. Mantendo nossos preços em níveis "decentes"... Afinal, qual a finalidade de um govêrno? Se não faz nem isso, então, melhor oficializar a anarquia.
Qualquer cidadão do mundo dito desenvolvido acha caro pagar 5% de juros ao ano, isso mesmo: 5% ao ano, enquanto nas republiquetas de araque, o povo é induzido a pagar 10% ao mês... e quanto mais araque, maior o assalto. Aliás desconheço nação onde se permite tal cafetinagem monetária como aqui no Brasil. A agiotagem oficial nacional, em pleno terceiro milênio, é record mundial, em toda a história da humanidade. Nem nas republiquetas ditadoriais da África, os banqueiros tem tamanha benevolência como aqui, neste país de pinóquios públicos, em conluio com as vassalas e abobalhantes mídias.
Aqui no país da maracutaia, a máfia mais recente se chama auto-escola, que através de acôrdos com os Detrans, reprovam os alunos com testes medíocres, para cobrar e repartir novamente e repetidamente as caras taxas dos infelizes enganados.


Meu caro Patelli

Enquanto politiqueiros ignorantes promovem H2, Syn e Sun fuel, e outras caixas pretas mirabolantes e idiotas, como fontes das energias futuras, o mundo todo está babando pela real e virtual bioenergia brasileira.
Da real bioenergia fazem parte o etanol e os óleos vegetais. Da virtual o biodiesel. Virtual porque continua na promessa e quiçá não passe disso, como aqui já exaustivamente explicado (ver "opiniões" em www.fendel.com.br).


Meu caro Brito

Obrigado pela deferência.
Quanto ao Pinhão Manso, não sei se esta euforia de produtividade é boa ou ruim. É boa no sentido de promover os óleos vegetais, mas é ruim no sentido de criar falsas expectativas, pois a planta ainda não é assim produtiva como está sendo "vendida". Em minha lista de produtividade oleaginosa, a Jatropha (Pinhão Manso) aparece com 1892 litros de óleo por hectare por ano, enquanto o Avocado (abacate) aparece com 2638 l/ha.ano.


Meu caro Milagres

Será que o Lula não tem ninguém que lhe informe sobre os 100.000 veículos a óleo vegetal circulando pelo mundo?
Será que o programa da "agricultura familiar" é só pra providenciar matéria prima subsidiada aos oligopólios? É um programa só pra "inglês ver"?
A produção de bioenergias distribuídas, como o etanol da microdestilaria e os óleos vegetais, é exatamente o contrário do que está sendo feito e proposto oficialmente.
A bioenergia é a redenção da agricultura familiar, apenas se os próprios agricultores puderem "comercializar" seus biocombustíveis, livremente, assim como vendem abobrinha, manga e sementes. Isso não é óbvio e evidente? Será que o Lula está cercado de incompetentes? Ou perpetuam a máfia fóssil com discursos dementes? O que está por trás de tanta burrice e mentira?


Meu caro Newton

De repente, a combustão de etanol produz aldeídos, como se estes não fossem pós-queimados nos oxi-catalizadores, e como se a combustão da porca gasolina ou do porco gás natural não emitissem mercúrio, ciclanos e outras tantas porcarias venenosas à atmosfera e à vida.
Ao invés de procurar pelo em ovo, temos que promover, e chocar direito, o ovo da bioenergia.
Afinal a bioenergia é a única opção racional para substituir os moribundos fósseis, que a cada dia se tornam mais complicados de achar, de bombear e de produzir em quantidades suficientes.
Além é claro, da reversão do efeito estufa, pois os vegetais comem muito mais CO2 do ar, do que o CO2 emitido pelo escapamento dos respectivos motores, promovendo o efeito refrigerador.


De novo, meu caro Milagres

Este pessoal que pesquisa a "segunda geração das bioenergias" deveria primeiro se inteirar e aprender sobre as insuperáveis qualidades da "primeira geração das bioenergias", como óleos vegetais, álcoois e biogás, além dos biocombustíveis sólidos como madeira, resíduos e carvão vegetais, etc.
Produzir biogasolina a partir da liquefação de qualquer biomassa gaseificada, é um processo ineficiente, caro e desnecessário. E sempre será. Aliás será cada vez mais estúpido, na medida em que teremos que ser cada vez mais sustentáveis, para que a natureza possa continuar a nos alimentar e a nos fornecer suas energias. Nunca o homus babacus poderá competir com a graciosa e maravilhosa natureza, que produz as carbono seqüestrantes bioenergias, completamente e totalmente de graça.
Até na produção de nosso maravilhoso álcool, trabalham quinquilhões de microorganismos, para transformar, digo fermentar caldo em álcool. E nunca seremos capazes de produzir vermes transgênicos que comam grama e defequem biogasolina. Nunca...
As únicas espécies deste naipe se reproduzem no planalto central, nos enormes centros de pesquisa e na grande indústria, com alterações: No lugar de grama comem grana e no lugar da biogasolina defecam merda contaminada e contagiosa.

Minha amiga Clarissa divulgou o seguinte artigo:
http://panoramaecologia.blogspot.com/2006/03/
onde comento a realidade dos óleos vegetais.
Ao final colei um convite (em inglês) para investidores??? Que não sei se é real ou fantasioso, mas o que me chamou a atenção é o tipo de investimento: Um equipamento para reduzir a emissão de NOx, que é exatamente o único dos inúmeros poluentes, em que os motores a óleo vegetal são piores que seus equivalentes motores a Diesel. Se essa redução de 97% de emissão de NOx é real, isso seria algo fantástico, e igualmente poderá então ser implantado nos motores a óleo vegetal.

Bioabraços
Eng. Thomas Renatus Fendel
www.fendel.com.br
Divulgação autorizada e desejável.
"Quando os missionários chegaram, os africanos tinham a terra e eles a Bíblia. Eles nos ensinaram a orar com os olhos fechados. E quando, finalmente, os abrimos, eles tinham as terras e nós tínhamos a Bíblia." - Jomo Kenyatta - O primeiro presidente do Quênia.

-----Mensagem original-----
De: Emater
Enviada em: sexta-feira, 10 de março de 2006 11:11
Para: Fendel
Assunto: PAULO MILAGRES

UE quer uma 2ª geração de biocombustível - Jamil Chade - O Estado de São Paulo

GENEBRA - A União Européia aprovou ontem um orçamento de 68 milhões para que pesquisadores europeus estudem uma "segunda geração" de biocombustíveis. O objetivo é o de encontrar um produto que seja mais adequado tecnologicamente que o etanol e com impactos ambientais menores que a plantação de cana-de-açúcar.
"Embora o biodiesel e o etanol estejam entrando no mercado numa escala cada vez maior, seu uso generalizado vai levantar problemas em relação ao meio ambiente e à tecnologia", afirmou a UE em comunicado. Ela está elaborando uma nova estratégia energética para a Europa.
A segunda geração de biocombustíveis seria feita a partir de uma síntese de biomassa em laboratório. Segundo a UE, esse processo garantiria a qualidade necessária para um combustível, além de um maior padrão ambiental.
Com os recursos liberados ontem, os cientistas iniciarão estudos e um dos projetos será escolhido para ser testado. A EU avaliará o produto com base nos custos, emissões de gás e eficiência energética.
A EU também optou ontem por iniciar um estudo sobre quais são as barreiras para a ampliação do uso da biomassa como combustível, seja nas indústrias, no setor energético ou nos transportes.
Bruxelas quer que 5,75% do mercado de energia do bloco venha do biocombustível até 2010. Para 2020, a meta é 20%. Muitos países, porém, ainda resistem em pôr em andamento seus programas de incentivo para o uso do biocombustível.
Apesar de todos os planos, os compromissos políticos até agora não foram transformado em ações. A estratégia anterior da UE, formulada há cinco anos, era a de conseguir que, até 2005, 2% da energia no continente fosse gerada pelo etanol. Mas muitos países sequer têm um plano ainda de como farão isso.
No ano passado, a Comissão Européia, órgão executivo da UE, chegou a ser obrigada a abrir processos contra sete países que não seguiram suas recomendações e estabeleceram metas abaixo do proposta pela UE para o uso do etanol.
Em 2004, quem mais produziu o biocombustível foi a Espanha, com 194 mil toneladas de etanol.
Mas segundo os analistas, essas são taxas ainda muito baixas e inferiores à média mundial. Hoje, cerca de 10% dos combustíveis no mundo são feitos a partir da biomassa, mas o Brasil e os Estados Unidos são os grandes responsáveis por essas taxas.
Diante da baixa adesão dos países europeus, a Comissão Européia estuda a possibilidade de transformar o uso do biocombustível em obrigatório, e não apenas uma recomendação.


-----Mensagem original-----
De: Newton Pereira
Enviada em: sexta-feira, 10 de março de 2006 14:00
Para: thomas@fendel.com.br
Assunto: Álcool - onde ficam os outros custos?
Caro Fendel,
achei que pudesse se interessar.
Um abraco, Nn
...
Álcool - onde ficam os outros custos?
"Começa também uma guerra de informações sobre as reais possibilidades energéticas do etanol e sobre seus custos, incluídos todos os fatores. Fora os preços, há quem lembre os altos custos, para o consumidor brasileiro, da transferência das culturas de alimentos para regiões distantes. Há quem acrescente a essas 'externalidades' os custos para a saúde humana dos aldeídos emitidos na combustão. Ou o das emissões na queima da cana. Há poucas semanas, correu mundo um estudo da Universidade de Cornell que concluía não ser o etanol viável porque, contabilizados todos os custos, consumiria mais energia para ser produzido e transportado do que a energia que poderia gerar", artigo de Washington Novaes - OESP, 10/3, Espaço Aberto, p.A2.


-----Mensagem original-----
De: Emater
Enviada em: sexta-feira, 10 de março de 2006 10:15
Para: Fendel
Assunto: petroLeo PAULO MILAGRES
FENDEL MATERIA DA ZOONEWS.COM.BR DE 10/03/2006
ABRACOS
PAULO MILAGRES

Juntem-se ao Brasil no plantio de petróleo
Luiz Inácio Lula da Silva*
O século 21 será marcado por um debate crucial: como podemos tornar o desenvolvimento econômico e social compatível com a preservação de nosso meio ambiente? O desafio é enfrentado tanto pelos países desenvolvidos quanto pelos países em desenvolvimento, mas as responsabilidades precisam ser divididas com mais igualdade. A distância entre os países ricos e pobres dobrou nos últimos 40 anos. Embora o mundo desenvolvido tenha se beneficiado com a prosperidade gerada pelo progresso econômico, os países pobres sofrem as conseqüências da degradação ambiental resultante do crescimento descontrolado. Os países ricos têm padrões insustentáveis de produção e consumo. São responsáveis por 41% das emissões de dióxido de carbono e seu consumo de matérias-primas é o quádruplo do consumo de todos os outros países combinados. Nessas condições, não há possibilidade de um futuro sustentável.
A escala dos recursos naturais do Brasil é extraordinária: a região da Amazônia contém 20% da água doce do planeta e quase dois terços do País ainda são cobertos por vegetação natural. Contra este pano de fundo, temos implementado políticas que tratam diretamente de nossas preocupações ambientais mais prementes.
Quando iniciei meu mandato, o índice de desflorestamento do Brasil vinha aumentando numa média de 27% por ano. A partir do segundo semestre de 2004, no entanto, pusemos em prática medidas para monitorar o corte de árvores e tratar da questão da distribuição de terras. O resultado foi a queda dramática do índice de desflorestamento. Num país que sofre com profundas desigualdades sociais, contudo, o sucesso da política ambiental depende em última instância, mais que de qualquer outra coisa, de medidas econômicas e sociais que sejam voltadas à preservação de nosso ambiente.
Ao longo dos próximos dez anos, incluiremos mais 13 milhões de hectares da Amazônia num regime de administração que garantirá o ciclo de regeneração da floresta. E nosso compromisso com uma abordagem responsável vai muito além de nosso território. É imperativo pormos em prática os compromissos do protocolo de Kyoto para combater o impacto potencialmente devastador do aquecimento global.
Na busca por modelos econômicos novos e sustentáveis, a comunidade internacional começa a reconhecer a necessidade de uma reformulação radical do pensamento sobre a geração de energia, e o Brasil responde usando fontes de energia limpas, renováveis e alternativas em grau cada vez maior. Mais de 40% da energia do Brasil vem de fontes "verdes", contra cerca de 7% nos países ricos.
O etanol que o Brasil produz a partir da cana-de-açúcar está atraindo interesse mundial, pois é um dos mais baratos e confiáveis combustíveis derivados de fontes renováveis. Três quartos dos carros hoje produzidos no Brasil têm motores flexíveis, capazes de funcionar com etanol, gasolina ou qualquer mistura dos dois.
O governo tem implementado iniciativas ambientais que também trazem benefícios sociais - por exemplo, na forma do projeto do biodiesel.
Produzido a partir de plantas oleaginosas, o biodiesel é significativamente menos poluente que o diesel baseado no petróleo. Como ele pode ser facilmente produzido por pequenos agricultores em algumas das regiões mais pobres do País, o projeto combina proteção ambiental com desenvolvimento rural e reduz a desigualdade social. Há um grande potencial para o biodiesel na África.
O Brasil se prepara ativamente para um novo paradigma do desenvolvimento que enfrentará os desafios ambientais e sociais das próximas décadas. O etanol e o biodiesel são os componentes fundamentais de nossa abordagem, e estamos decididos a "plantar o petróleo do futuro". Convido-os a juntar-se a nós em nossos esforços.
*O presidente Luiz Inácio Lula da Silva escreveu para o The Guardian*

-----Mensagem original-----
De: COTE-Consultoria Ltda.
Enviada em: quinta-feira, 9 de março de 2006 18:01
Para: thomas@fendel.com.br
Assunto: ENC: custo de produção do Pinhão Manso
Estimado Thomas Fendel.
Segue reportagem sobre a plantação do pinhão manso no MT e um pequeno comentário que fiz.
Eu o considero como a voz que clama no deserto e em breve alguém terá que ouvi-lo.
Saudações,
Brito
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De: COTE-Consultoria Ltda.
Enviada em: quinta-feira, 9 de março de 2006 12:20
Para: cotecereais
Assunto: ENC: custo de produção do Pinhão Manso
Prezados.
Até que enfim, alguém tirou o chapéu para pensar!.
Se fosse um banqueiro, preferiria financiar 1.000 fazendas de pinhão manso do que um hectare de soja, milho ou trigo. (coloquem na balança os riscos).
Não quero dizer com isto que parem de plantar estes cereais. Mas o produtor necessita procurar alternativas e não é só pinhão manso, existem mais uma gama de outras culturas que os produtores não precisam de um arsenal de máquinas, herbicidas, inseticidas, adubos para colher um hectare.
Faz três anos que os produtores estão reclamando do mal tempo e na verdade estão tendo uma redução drástica na produção de soja, milho e trigo por hectare, causado pela intempérie e apesar das frustrações das safras a cada ano, o preço pago para o produtor esteve baixo e agora virou abacaxi.
Imaginem se nestes três anos tivéssemos tido uma super safra, os senhores acham que a soja estaria a R$ 35,00 a saca?
Quer queiram ao não as grandes áreas produtivas de soja e outras culturas, é uma grande agressão ao meio ambiente e a mãe natureza e os reflexos já estamos sentido; será que nossos bisnetos irão saber o que é natureza?
Parabéns à todos incentivadores do pinhão manso.
Saudações,
BRITO
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Cote Consultoria - Divisão de Cereais
Visite nosso site: www.cote.com.br
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08 de março de 2006 - 13h59.
Prefeitos de Mato Grosso discutem custos para produção do pinhão manso
O coordenador dos consórcios intermunicipais de desenvolvimento econômico, social e ambiental do Governo do Estado, Neurilan Fraga, e prefeitos de 12 municípios discutem nesta sexta-feira, a partir das 9 horas, no Hotel Fazenda Primavera, em Nova Olímpia, a viabilidade econômica do cultivo de pinhão manso para viabilizar a cadeia produtiva da oleaginosa e beneficiar pequenos agricultores.
Devem participam da reunião os prefeitos de Alto Paraguai, Nortelândia, Denise, Barra do Bugres, Arenápolis, Nova Marilândia, Diamantino, Nova Olímpia, Tangará da Serra, Santo Afonso e Porto Estrela.
Na ocasião, será apresentada uma planilha de custo de produção da planta, cuja matéria-prima é um excelente combustível. A planta encontrada nas regiões Centro-Oeste, Sudeste e Nordeste do País concentra em seus frutos até 40% de óleo.
Caso os gestores públicos, que formam o Consórcio do Alto Rio Paraguai, avaliem positivamente a proposta, a produção dos agricultores será comprada pelo Grupo Barralcool, que irá instalar uma fábrica de biodiesel no município de Barra do Bugres (168 km a Médio-Norte de Cuiabá). “Vamos definir se esta será mais uma cadeia produtiva”, adiantou Fraga, da Secretaria de Desenvolvimento Rural (Seder).
Segundo ele, o cultivo do pinhão representa mais uma alternativa de renda para o consórcio, que já está viabilizando na região as cadeias produtivas da pecuária de leite, avicultura de corte, heveicultura (seringueira), fruticultura (abacaxi) e ovinocultura.
A planilha de custos da produção do pinhão manso foi produzida por um grupo trabalho formado por representantes da Secretaria de Ciência e Tecnologia(Secitec), Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (Fapemat),Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e Banco do Brasil.
Arranjos produtivos
Paralelo à reunião dos prefeitos, secretários de Agricultura dos 12 municípios que formam o consórcio da Bacia do Alto Rio Paraguai vão discutir, com representantes do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), a viabilidade econômica para implantação de arranjos produtivos locais, fontes de financiamento, assistência técnica, entre outras informações que estarão sendo repassadas pela equipe do MCT.
Autoria: Nelson Francisco


-----Mensagem original-----
De: patellijr
Enviada em: quinta-feira, 9 de março de 2006 13:04
Para: thomas@fendel.com.br
Assunto: Brasil se prepara para adoção do etanol como um novo
combustível mundial

http://news.ft.com/cms/s/3cb8e37a-af12-11da-b04a-0000779e2340.html
Jonathan Wheatley
March 9 2006 02:00

Grandes navios cargueiros sendo carregados com açúcar são uma imagem
familiar nas docas de Santos, no sudeste do Brasil. Lá, esta cena há muito tempo é um símbolo do poder imenso dos produtores de cana-de-açúcar do país.
Recentemente apareceu neste cenário um novo símbolo do poder dessa indústria: os terminais de etanol - um derivado da cana-de-açúcar -, cujo surgimento indica uma mudança que terá implicações para o futuro dos
combustíveis mundiais. O mercado mundial de etanol aumentou de 28 milhões de litros em 2000 para 49 milhões de litros no ano passado.
"Dentro de 15 anos, o mundo terá um eixo orientador diferente no setor de combustíveis", garante Jean-Paul Prates, um analista da indústria do petróleo que trabalha no Rio de Janeiro. "Se a produção de etanol continuar a crescer, a geopolítica dos combustíveis mudará completamente".
Prates pode estar exagerando um pouco, mas o açúcar, o etanol e o petróleo já estão se misturando nos mercados globais. "A correlação entre os três produtos se constitui em um fato de peso", afirma um importador londrino.
"Há fundos hedge (fundo que investe no comércio a prazo de mercadorias para reduzir os riscos e a possibilidade de prejuízos) voltados para o setor de energia que vêem o etanol como a próxima grande tendência. Mas eles não são capazes de comprar títulos futuros do etanol, já que não há mercado para isso. Portanto, há uma nova e grande onda de investimentos no horizonte,rumando para o setor açucareiro".
E o Brasil está mais bem posicionado do que qualquer outro país produtor para aproveitar essa onda. Das 145 milhões de toneladas de açúcar produzidos anualmente no mundo, o Brasil é responsável por 28 milhões de
toneladas, deixando bem para trás o concorrente mais próximo. Isso corresponde a cerca de 40% do açúcar negociado nos mercados mundiais, e esta produção está aumentando em quase 20% ao ano.
"O Brasil é o maior produtor de açúcar do mundo, e também o país que produz com os menores custos, e isto faz de nós a nação que determina os preços globais", afirma Paulo Diniz, diretor-financeiro do grupo Cosan, o maior produtor de açúcar e de álcool do Brasil.
O crescimento rápido desta indústria no Brasil é um resultado da desregulamentação implementada na década passada. Antigamente, o governo controlava não só os preços, mas também quem produzia que quantidade de
açúcar ou de álcool anualmente, e a quem esses produtos poderiam ser vendidos. A desregulamentação coincidiu com uma grande desvalorização do real, um fator que se somou às enormes vantagens naturais do Brasil, em
termos de clima e solo, para o cultivo da cana-de-açúcar.
Embora desde então o real tenha passado por grande valorização, os produtores brasileiros mantiveram uma vantagem competitiva.
De fato, Diniz, da Cosan, afirma que a vantagem brasileira no que se refere a tamanho e custos de produção permitiu que o Brasil superasse o efeito negativo representado por um real mais forte sobre os mercados de exportação, algo que contribuiu para o aumento recente do preço. O açúcar não refinado está sendo vendido a cerca de 17,5 centavos de dólar a libra, contra o valor de dois anos atrás, de apenas cinco centavos a libra (mas um preço inferior a um patamar recente de cerca de 20 centavos).
A expansão do Brasil no setor no decorrer dos últimos dez anos obrigou outros produtores de baixo custo, como Austrália e Tailândia, a reduzirem a produção. Com a recuperação dos preços, esses países emergiram do processo de reestruturação, e estão novamente faturando alto, embora os produtores continuem relutando em investir na expansão.
Um outro fator que está por trás dos altos preços é a remoção gradual de distorções nos mercados globais, especialmente a recente determinação da Organização Mundial do Comércio (OMC), no sentido de que a União Européia (EU) acabe com os subsídios à exportação do açúcar a partir do próximo ano.
Toby Cohen, da Cizarnikow, uma empresa londrina de corretagem e consultoria, afirma que as exportações da UE diminuirão de quase 8 milhões de toneladas neste ano para cerca de 1,5 milhão de toneladas no ano que vem. "Grande parte da demanda global é preenchida pelas exportações da UE, e os produtores brasileiros serão capazes de ocupar este espaço".
Diniz afirma que o terceiro grande fator de estímulo à alta dos preços é a nova relação entre açúcar, etanol e petróleo.
Sempre houve uma forte correlação entre os preços do etanol e do açúcar:
Cerca de dois terços das usinas açucareiras brasileiras são capazes de modificar a sua produção de açúcar para álcool, ou vice-versa, em uma questão de horas. A correlação entre o petróleo e o etanol nunca foi tão forte, mas isto está mudando. "Hoje o mundo está descobrindo o etanol", afirma Diniz. "A demanda chegou a níveis nunca antes vistos. O preço da gasolina comandará o preço do etanol e, portanto, o do açúcar - de forma que o preço do açúcar aumentará, saindo do controle brasileiro".
O mercado doméstico brasileiro demonstra o quanto pode aumentar a demanda por etanol. A gasolina vendida nos postos brasileiros contém 25% de etanol, a maior porcentagem de álcool na gasolina do mundo. Mas os consumidores podem também comprar o etanol puro, e o desenvolvimento no Brasil da tecnologia "flex fuel" permite que eles decidam que combustível comprar. Os carros flex fuel, que são movidos a gasolina, a álcool, ou a uma mistura em qualquer concentração dos dois combustíveis, respondem por 70% de todos os carros novos vendidos no Brasil.
Ainda não se sabe se esta é uma tendência que tomará conta do mundo.
Preocupações de ordem ambiental fizeram com que aumentasse o interesse pela idéia, mas para que seja dado um salto rumo à adoção generalizada do álcool, seria necessária a existência de reservas bem mais abundantes.
Mas existem iniciativas na UE no sentido de aumentar a proporção de etanol na gasolina de 5% para 10%. Isso geraria um grande aumento da demanda, e o Brasil seria o melhor candidato para atender a este aumento.

-----Mensagem original-----
De: XXX
Enviada em: quinta-feira, 9 de março de 2006 11:54
Para: Undisclosed-Recipient:;
Assunto: Luis Inácio Lula da Silva e o Desmantelamento do Brasil.

Talvez você amigo esteja querendo saber o que está acontecendo com a economia do Brasil. Em apenas três anos nosso custo de vida subiu 45%. Em vinte e quatro meses a única moeda a valorizar-se mais de 45% em comparação ao Euro, Yen, Juan Chinesa, Sterlin, e o Dólar foi o Real. Que mágica existe por traz disto? Quem está manipulando e onde quer chegar com isso?
"Não ajudarás o assalariado se arruinares aquele que o paga" Abrão Lincoln.
Fábricas em vários setores fechando por todos os lados, centenas de milhares de pessoas desempregadas, fábricas localizadas no Brasil mudando-se para a China. Todos os setores industriais falidos graças a quem? A gente não estava neste patamar três anos atrás. Nossa competitividade mundial é zero. Nao temos como exportar nada com este dólar manipulado por este gênio barbudo. O preço do barril de petróleo é vendido em dólar, o dólar desce, e o nosso combustível subiu esta semana em torno de 10%. Deixe-me ouvir, Petrobrás é nossa, eu achou que não! Nós somos 100% auto suficientes em petróleo. Nossa gasolina custa agora em dólar $4.60 o galão(3.8 litros) enquanto os Estado Unidos importa 30% do seu combustível e um galão e vendido a $2.00 o galão (mesmo com 30% de impostos), porém é 100% gasolina.. enquanto o nosso é 30% álcool! Petrobrás continua exportando óleo no preço de mercado, sendo que o dólar ainda está EM BAIXA, porque será? Quem está pagando a diferença? Meu amigo; a resposta é VOCÊ e EU. Nós estamos subsidiando o preço do barril de óleo para a Petrobrás não perder nada de seu lucrinho de 20 bilhões de reais. Eu repito: Nós estamos subsidiando o preço do barril de óleo, ou seja: estão exportando o meu e o teu dinheiro - isto é roubo!
"Não ajudarás os pobres se eliminares os ricos" – Abrahão Lincoln.
Já não temos competitividade em nada e agora, no próximo vai subir o salário mínimo em $25.00 dólares. Mais um prego no caixão do empresário brasileiro - algum maluco ignorante esta brincando com nossa economia o tem um plano maléfico e sinistro por trás disto.
Considere os seguintes fatos:
O PT ganhou esta eleição alegando que iria acabar com a corrupção e acabou sendo o maior ladrão já visto em 500 anos da história do Brasil. Em apenas três anos roubaram mais do que todos os outros governos corruptos juntos! E continuam impunes.
O PT recebeu mais de $6.000.000.00 da FARC (Colômbia) para ganhar esta eleição. Eu entendo que quem da, quer algo em troca. O que será isto?
O PT agindo em conjunto com Hugo Chavez (ditador da Venezuela), Fidel Castro (ditador mais velho no mundo com uma fortuna pessoal calculada em 600 milhões de dólares pela Forbes), tem planos para nosso Brasil no qual vocês não concordariam.
O PT agindo de forma calculada e minuciosa em 2003 entrou em acordo com bancos brasileiros; permitindo que estes fossem ao exterior para capturar bilhões de dólares no mercado internacional a um custo de 4% ao ano, e trazer estes dólares para o Brasil. O resultado seria que o dólar cairia gradativamente em 24 meses 45%, enquanto estes bancos jogavam este dinheiro no mercado. Está lembrado quatro anos atrás quando o dólar subia muito, o Banco Central anunciou que iria leiloar dólares. O Banco jogava nosso dinheiro no mercado e caia o dólar. E sim, o dólar baixou. Em paralelo pagamos 18.5% ao ano no capital estrangeiro que aumentou a queda do dólar, e quem paga por isso somos nós. Quem ganha, são os estrangeiros e nosso corruptos politicos! "Não poderás criar estabilidade permanente, baseado em dinheiro emprestado"; "Não criarás a prosperidade se desestimulares a poupança". Abrahão Lincoln
Isso é manipular o mercado, o qual é proibido em qualquer país livre no mundo - menos em um, o Brasil. Lógico estes bancos iriam emprestar este dinheiro ao “povo” (que paga 60% de juros por ano versus os 4% cobrado pelo banco no exterior), se enriquecendo as nossas custas com a benção do PT. Em troca de quando vier a eleição estes bancos terão que bancar a eleição do PT em Outubro.
Enquanto o dólar caía o empresário sem perceber estava indo a falência. Na época o dólar estava $3.84 e hoje esta $2.11 (nosso ministro financeiro é um gênio e nos deixou completamente sem condições de competir no mercado mundial). Se isso não é a verdade é uma grande coincidência.... Por que é exatamente isso que está acontecendo e ainda irá acontecer com o seu patrimônio aqui no Brasil. Duas coisas: o banco vai ser o dono das indústrias, e o governo vai poder comprar a preço de bananas todas as indústrias cujo ele próprio induziu a falência, através da manipulação do Dólar.
"Nao ajudarás os pobres, se eliminares os ricos". Abrahão Lincoln
Uma vez chegada esta etapa, aí começa a Nova Ordem Social, um Brasil 100% Socialista Radical. O PT vai distribuir tudo aquilo que vocês conquistaram com muita luta e suor como, por exemplo, suas fazendas, fábricas, indústrias, casas etc. - para os pobres ou seja MST. Agora todos seremos iguais, quer dizer: sem nada! Absurdo você diz, continue lendo..
O PT começou seu exército particular chamado Guarda Nacional, lógico só pra ajudar a polícia quando precisar manter ordem...(tipo uma revolta popular do povo quando descobrirem que foram roubados pelo PT)
O governo tentou desarmar este País e foi repudiado em 70% da votação. Foram confiscados em Julho de 2005 na fronteira com o Paraguai – 66.000 uniformes militares fabricados na China com a etiqueta “Made in Brazil”. Será que o MST era o proposto recipiente destes uniformes?
Hugo Chaves (grande amigo e conselheiro de Lula) importou 100.000 AK-47 da Rússia e as recebeu em Nov/05. Por que ele precisa de 100.000 AK-47s?
O PT fez questão de falir com nosso exército, porque será? Amigos, em breve passaremos por tempos bem interessantes e difíceis. O que vamos fazer sobre isso?
Para que o mal consiga vencer, é necessário só uma coisa: Que homens de bom caráter fiquem calados.
"Não fortalecerás a dignidade e o ânimo se subtraires ao homem a iniciativa e a liberdade; nao estimularás a fraternidade humana se alimentares o ódio de classes". Abrahão Lincoln.
De um amigo Patriota.
Viva um Brasil Livre da escravidão do socialismo!

-----Mensagem original-----
De: ECOLOGIA EM AÇÃO
Enviada em: quinta-feira, 9 de março de 2006 10:20
Para: gfischer
Assunto: Fw: Perguntinha que não quer calar: Esposa de Presidente é funcionária pública ???

Meus conterraneos babacas brasileiros,
Estamos permitindo que nos roubem e nos esbulhem e estamos rindo achando que é problema do governo ?
Até quando vamos permitir isso?
Se estivermos preparando o Brasil para se tornar uma biafra estamos no caminho certo !
Onde vai o dinheiro desviado dos hospitais, das estradas, dos portos, das escolas, etc. .
Lula, fazendo caridade brasileira com os nossos tributos, aumentou a carga tributaria sobre os comubstiveis em 2% dinheiro que esta prometendo quando vai ao exterior - Inglaterra, que servirá para o fome zero mundial. Comenta-se que quer presidir a ONU.
Lula perdou dividas de inumeros paises da America Latina, mas esta fechando empreendimentos de brasileiros por que não consequem pagar todos os impostos e taxas. Fala-se que quer ser o lider das Americas.
Lula ajudou chaves com dinheiro dos contribuintes brasileiros e acha que os que não tem mais conta bancaria e não tem mais CNPJ gostaram disso.
Agora o legislativo afronta o judiciario impondo molecagens sobre os eleitores que querem continuara com as motretas de esquemas de eleição ja distribuindo cargos nos estados e a verticalização estaria atrapalhando
Uma noticia alviçareira para quem paga imposto demais e ainda resiste com suas empresas com resultados mediocres.
O caixa dois foi oficializado ontem na absolvição de dois deputados federais que usaram o caixa dois para suas eleiçoes. Ainda bem. Agora os fiscais do ICMS, do IPI, do IR não tem mais moral de buscar caixa dois nas empresas.
Não existisse o 2, todas as emprsas brasileiras ja teriam quebrado. Não se resiste a uma carga tributaria desse tamanho, sem que se opere o caixa dois.
Continuam as sacanagens contra nós, babacas brasileiros.

DESPESAS DA ESPOSA DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA!
Pela Lei, Marisa Leticia não pode ter despesas pessoais custeadas pela União:
Não é funcionária pública, não tem direito a diárias de viagens e roupas e cabeleireiro devem ser despesas pagas pelo marido, já que a primeira-dama não tem ocupação.
De janeiro a agosto, a funcionária Maria Emilia Évora usou, via cartão, R$ 441 mil (R$ 198 mil em dinheiro sacado)para despesas da primeira-dama. Equivale a uma média mensal de R$ 55 mil, ou ainda, perto de R$ 1.800 por dia.
As despesas de janeiro a agosto, por outro lado, equivalem à alimentação de 8.820 famílias pelos critérios do Fome Zero.


-----Mensagem original-----
De: Daniel Ciochetta
Enviada em: quinta-feira, 9 de março de 2006 15:43
Para: Thomas Fendel
Assunto:
Não o conheço pessoalmente, mas trocamos e-mail pela lista solidariosbrasil@yahoogrupos.com.br,
Há um fator que talvez explique a grande vontade dos governos em insistir no bio-disel e não óleos vegetais, bem como a proibição de micro destilarias de álcool.
Não recordo ao certo a fonte, nem os números exatos, mas o Estado do Rio Grande do Sul,(por exemplo),tem nos combustíveis aproximadamente um terço de sua arrecadação. Como me nego a acreditar que um terço das mercadorias circulantes no estado sejam derivados de petróleo, se vê porque da angustia governamental com as opções que você indica. A substituição tributária permite ao governo que se cobre os impostos ainda na refinaria, por meio da Petrobras, não havendo quase a possibilidade de sonegação.
Não se esqueça que além alimentarmos a corja que nos governa, é desse dinheiro que sai o pagamento de professores, policiais, médicos, Justiça e outros serviços pela metade que recebemos.
Ao ler o texto que segue do Luis Fernando Verissimo lembrei logo de você, então leia, divirta-se ou chore, conforme seu estado de espirito.
Atenciosamente,
Daniel Ciochetta

Estamos prontos
Sonhemos. O petróleo acaba e o mundo passa a depender, para toda a sua energia, do combustível vegetal. Biodiesel e álcool. Ninguém tem tanto biocombustível para vender, ou terra para produzi-lo, quanto o Brasil. Enquanto o Oriente Médio afunda no seu subsolo vazio e a areia cobre suas refinarias e seus palácios, o Brasil se transforma no principal fornecedor do sangue do mundo industrial. Brasil, a Nova Arábia.
Já temos um começo de produção importante. Já conhecemos a tecnologia. Com os investimentos das sedentas potências industriais, nossa capacidade de transformar vegetal em energia se multiplicará. E mais: ao contrário do combustível fóssil, o biocombustível não acaba. Seremos os árabes do mundo por muito mais tempo. E reproduziremos, aqui, o poder e o fausto do Médio Oriente, com os dólares que nos inundarão. Afinal, se eles construíram uma civilização feita de dólar no deserto, por que não construiremos uma igual aqui, onde tudo cresce tão rápido?
De certa maneira, estamos nos condicionando para isso há muito tempo. Finalmente entendemos o comportamento da nossa elite, que sempre levou vida de xeique do petróleo sem o petróleo. Não são insensíveis e fúteis, são visionários, foram pioneiros. Estavam treinando para o nosso futuro árabe. Construiu-se aqui a sociedade mais desigual do mundo como uma emulação informal da desigualdade institucionalizada do Oriente, onde o contraste entre a massa miserável e o potentado é tradição, não má-formação. Estávamos sendo meio orientais, inconscientemente nos preparando para tomar o lugar deles. Até nossa corrupção, nos seus exageros, tem um pouco dessa premonição de um dia sermos emires do biocombustível, com sua inferição de que no Brasil dinheiro nasce na terra.
Com a China precisando de cada vez mais combustível e os americanos cada vez mais incapazes de largar o vício da gasolina barata, o petróleo não dura até o fim do século. Então será a nossa vez. Temos a matéria-prima para substituir o petróleo, temos a terra, temos a técnica, temos os xeiques e temos a atitude. Estamos prontos.
Luis Fernando Verissimo

-----Mensagem original-----
De: Agustin Bivlpipgoqb
Enviada em: quinta-feira, 9 de março de 2006 13:49
Para: thomas@fendel.com.br
Assunto: dont be too late r


I subscribe to this newsletter so I got it before it goes out to the general public. I thought you might want to see it. They always pick winners!

AdCapital Industries (ADCS)
Current Price: $0.75
News: Setting up manufacturing and distribution
Our expectations: As high as $2.65 in 1-2 months

We have a new tip; this one is going to take off. Remember we told you about STTK first back in Nov. and it went up more than 200%.
AdCapitol Industries (ADCS) merits your full attention today.
ADCS has the answer to one of the world’s biggest problems.
Nitrogen oxides (NOx) caused by vehicles is one of the most dangerous pollutants in the world. It’s the main contributor to ozone, acid rain and a major contributor to water pollution and according to the EPA is set to increase a chilling 38% by 2030. So dangerous is this pollutant, it‘s one of Cal. Gov. Schwarzenegger's top concerns. In fact, Gov. Schwarzenegger personally, has been in touch with ADCS and others to find the answer.
The demand is now very intense for solutions from the rest of the U.S. and Canada; large initiative programs are now set aside for their goals for reductions.
Also, the United Nations recognized the threat to the world's climate and in 1992, developed the "UNFCCC". It legally binds participating countries to reduce their greenhouse gas emissions by the end of 2008.
They haven’t found effective solutions, until now!
It’s ADCS’s Auto Emission Post Regulator (AEPR), and according to news from last Sept., testing by an independent government licensed facility proved that ADCS's technology reduces emissions by an outstanding 97% for NOx and also considerably reduces other toxic emissions from vehicles exhausts.
Better still for investors, interest in this company has begun to steamroll.

Here’s the News:
* Sept. 16, '05-- Auto Emission Post Regulator technology can beat Cal. Gov. Schwarzenegger's strict Regulator technology can beat Cal. Gov. Schwarzenegger's strict emission reduction targets by an outstanding 47% for NOx.

* Jan 4, ‘06-- ROKURA LTD., Romania, which specializes in fuel management systems is working towards the purchase of a license agreement to produce, sell, and distribute the Auto Emission Post Regulator.

* Feb 09, ‘06-- John Germanos, an affluent business tycoon from Germany, requested a letter of intent and contract for Germany and Greece from AdCapital Industries. Mr. Germanos is working towards the manufacture, production and distribution in Greece and Germany of the Auto Emission Post Regulator.

* Feb 27, ‘06--AdCapital Industries said that it is readying a license agreement that would establish a market for its breakthrough technology across Egypt and the Middle East.

So, what do you think ADCS shares will be worth when Wall Street finds out ADCS owns the Globe’s best auto emission reduction device? You can bet those 75-cent shares will soar.
How will the word get out about this company?
According to news on Sept. 16th, ‘05-- The Discovery Channel and
National Geographic are moving forward with plans to feature ADCS’s AEPR on the show “Beyond Tomorrow”. Tentative plans on filming the cutting edge show were set for early October, ‘05. So, production most likely has begun and it could be aired anytime.
Here is a comparison: Lifeline Therapeutics, which has a youth supplement, was on ABC’s Primetime. Right after the program, the stock went to $20. ADCS’s technology is 10- times bigger; it is solving a global problem, not just another fountain of youth promise. get in before $2, imagine if it went to $20.


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Meu caro Brito

Os tais "deuses" não necessitariam de comida, nem de energia e nem de "esculhambar" com o próximo...
Mas, o homus estúpidus necessita, e muito, e cada vez mais.
Veja mais este impressionante e pioneiro estudo sobre a moringa, de meu bioamigo Nikolaus Foidl da Nicarágua, que segue em anexo, em inglês, e espero que alguém de nossas listas se habilite a fazer a tradução, e a disponibilise para divulgação aos demais interessados.
Baseado na moringa e em suas pesquisas preliminares, este cientista de pés no chão e mãos na massa, faz projeções plausíveis bioenergéticas, como por exemplo: biogasoduto na Nicarágua (e por que não países afora?), e/ou produção de bioetanol em terras inóspitas, e/ou produção intensiva de gordura animal (banha de porco), e, tudo atrelado à produção concomitante de comida. Simplesmente fantástico.
E olha, meu caro Brito, o Nikolaus não é nenhum paraquedista oportunista como o são os mesquinhos, preguiçosos, mal intencionados e mal (in)formados defensores de: biodiesel, H2, Sun e Syn fuel, ar comprimido, energia esotérica, coelho da páscoa e outras papagaiadas.


Meu caro Nikolaus

Quando vc vier ao Brasil em 2007, para implantar a moringa em Manaus, organizaremos mais um congresso sobre bioenergias e culturas orgânicas, com a participação de nossos especialistas: Clarissa Tag, Hernani de Sá, Marcelo Guimarães, Sérgio Pataro, Gert Fischer, Eder Zanetti, Telmo Heinen, Pastor Fuchs, Rolf Guiesler, Oscar Baldonni, João Rockett, Raymundo Araujo, Bautista Vidal, e inclusive nosso comum bioamigo Juergen da Alemanha, que aliás me apresentou a voce virtualmente.
Faremos um congresso para demonstrar o que deve e pode ser feito, e desmascarar as putarias instituídas deste setor.
Agradeço também o arquivo sobre as doces beterrabas tropicais com produção de até 120 toneladas ano, para produçao de açucar e álcool em terras áridas e ácidas, superando a produção da cana.
A quem se interessar por este impressionante arquivo fotográfico com 3Mb, favor se manifestar.


Meu caro Oscar

Hoje, reina na cabeça da politicagem e da oligarquia nacional o lucro fácil e imediato. Pensam apenas em si, em nepotismo, e se esquecem da vida dos próprios netos e filhos.
Isso explica as novas e estúpidas termoelétricas, em detrimento de nossas fantásticas hidroelétricas.
Isso explica as besteiras que falam sobre as represas artificiais, e as mentiras veiculadas pela porcobrás em favor de seus imundos, insustentáveis e agonizantes combustíveis fósseis, incluso o sujo e corrupto gás natural, importado da Bolívia, enquanto se joga fora aqui, estupidamente e inutilmente, o mesmo porco gás fóssil, queimado em tochas ao vento, em todas as refinarias e poços nacionais.


Meu caro Telmo

Este indivíduo: eng. paulo ludmer, que escreve futilidades sobre bioenergias, não deve dormir direito, com o peso da sua consciência. Ele é presidente da abrace, a máfia de ladrões que compõe o clube de gatunos beneficiados, que querem abaixar ainda mais os ridículos e imorais preços da energia eletrointensiva, roubada do povo...
Precisa dizer mais?


Meu caro Hernani

Numa de minhas idas ao planalto central, tentei falar com a Heloísa Helena em seu gabinete, mas sua incompetente secretária não me deixou sequer aguardar na ante-sala...
O fato da HH ter sido expulsa do corrupto e mentiroso PT era um ótimo sinal, e por isso lhe deixei uma cópia do ante-projeto dos óleos vegetais combustíveis.
Quanto às jogatinas do tipo loteria federal, é mais um triste exemplo de artimanha bolada para saquear o dinheiro do povo, pobre, iludido e enganado.
Tomara que teu filho Hernani III seja eleito, para implantar projetos bons e leis decentes, afinal ele tem o exemplo da luta incansável do pai, em prol da sustentabilidade humana.


Meu caro Eduardo

É até difícil de acreditar no livro: "Confissões de um assassino econômico" (ou como escravizar um povo, emprestando para ele). Mas, a analogia do que ocorre no setor das energias, torna evidentes as barbáries descritas.


Minha Clarissa querida

A exportação das bioenergias tupiniquins faz e fará parte da depravada estratégia das hierarquias internacionais, apenas se nós brasileiros continuarmos como babacas escravos, o que sempre fomos. O sonho dos países ricos é perpetuar o colonialismo, porque é das massacradas colônias que provém seu sustento, suas energias, suas comidas, seus "juros", suas jóias, suas matérias-primas, sua mão de obra "escrava", afinal, pagar salário mínimo, é ainda mais barato que sustentar a senzala.
Cabe a nós reagirmos e não deixarmos que levem nossos óleos vegetais e álcool, quase que de graça, e ainda com isenção de impostos.
Os gigantescos orelhudos somos nós mesmos, os coniventes.


Meu caro Sérgio

Se a Ministra Marina me respondesse, certamente, e com a devida autorização, eu replicaria via listas...
Meu projeto de lei sobre óleos vegetais está em:
http://www.fendel.com.br/oleovegetal.html
Te desejo boa leitura.


Meu caro Kerber

Votar nulo quando não se conhece ou quando não se acredita nos candidatos, é a melhor opção.
A minoria dos que lêem são bem informados... pois a grande maioria dos jornais e revistas tem de ser bondosos com seus anunciantes financiados pagadores de mensalões e campanhas políticas, e portanto a verdade é o que menos lhes imteressa.


Meu caro Valfrido Pantaneiro

Ótima definição: "Estado Brasileiro Demoníaco".
Oras, se as leis lhes inportunam, mudam-nas, mesmo que seja a da gravidade... afinal aqui ninguém percebe e reclama mesmo...


Meu caro Gert

Obrigado pelo envio da notícia: "Em vez de plantar mamona, estão produzindo carvão." em http://www.portalverdescampos.com.br/noticias.asp?e=Geral&nid=15060 que apenas retrata a realidade do desnecessário biodiesel e de afoitos projetos oportunistas...


De novo, meu caro Brito

Enquanto a caatinga vira fumaça em prol do biodiesel da mamona, Irecê, a capital da mamona, vira fumaça...
Nem...; digo: só Fraud explica.


Meu caro Eder

Ótima a tua sugestão de produzir papel familiar, porque papel se faz de qualquer biomassa, e isso seria promover a bajulada biodiversidade na prática, na realidade.


Meu bioamigo alemão Juergen recomenda as seguintes leituras sobre "terra preta", em inglês (3) e alemão (última):
http://www.css.cornell.edu/faculty/lehmann/terra_preta/TerraPretahome.htm
http://www.css.cornell.edu/faculty/lehmann/terra_preta/TerraPretaprojects.htm
http://vivisimo.com/search?tb=homepage&query=%22biochar%22&v%3Asources=Web
http://www.lebendigeerde.de/Ausgaben/portrait_2000-04.html
Que é terra encontrada no Brasil, muito produtiva e que provavelmente foi preparada por índios, antes de serem catequizados.
Meu bioamigo confessa: se autoapelidou de "Diazotrophicus", palavra que provém de Di-azo-trophicus, que significa 2-N-quebrador, que é o nome da bactéria "acetobacter diazotrophicus", descoberta pela lendária e extraordinária cientista Johanna Doebereiner, bactéria que se encontra no caule e nas folhas da cana de açúcar, milho, pés de café, folhagem de abacaxi, etc, e que absorve nitrogênio - N2 da atmosfera. A bactéria diazotrophicus desintegra a molécula de N2 e forma amônia NH4, que a planta necessita, por exemplo, para formar DNA e albumina.
A cultura orgânica é muito mais sustentável e barata do que o adubo nitrogenado proveniente da indústria química, pois não custa nada, e a planta alimenta por sua vez a bactéria com a glicose da fotossíntese, em compensação à produção de amônia.
Sem a ajuda desta bactéria, a produção do etanol brasileiro seria energéticamente negativa (gastaría-se mais energia que a produzida), porque o então necessário processo Haber-Bosch é de elevado consumo energético.
Por isso a veneração do meu bioamigo "Diazotrophicus" pela Johanna Doebereiner e por pessoas que defendem e pesquisam a fixação de nitrogênio biológico.
No forum alemão "Peak oil" muita gente já compreendeu esta realidade e um engenheiro participante está virando agricultor de milho.
A soja faz isso com a bactéria bradyrhizobium japonicum em suas raízes, o que foi igualmente descoberto pela Johanna Doebereiner. Senão a soja aqui seria "não rentável" com adubação química, como ocorre nos EUA, pois lá, ...são muito bestas.

E quem quiser saber de mais maracutaias na porcobrás, leia:
http://www.power.inf.br/notic_dia.php?cod=564
E sobre o andamento da investigação de Itaipu, do caixa 2 equivalente a seu faturamento:
http://www.power.inf.br/notic_dia.php?cod=562
E sobre os cabides de emprego no setor elétrico:
http://www.power.inf.br/notic_dia.php?cod=567
E claro... tudo seguindo direto ao forno de pizza...

Antiabestalhantes bioabraços

Eng. Thomas Renatus Fendel
www.fendel.com.br
Divulgação autorizada e desejável.
"Quando os missionários chegaram, os africanos tinham a terra e eles a Bíblia. Eles nos ensinaram a orar com os olhos fechados. E quando, finalmente, os abrimos, eles tinham as terras e nós tínhamos a Bíblia." - Jomo Kenyatta - O primeiro presidente do Quênia.


-----Mensagem original-----
De: ederzanetti
Enviada em: segunda-feira, 13 de março de 2006 19:27
Para: floresta-l
Assunto: [Floresta-l] PAPEL FAMILIAR

Gostaria de aproveitar o ensejo e as discussões pelo relacionamento em fase de detereorização entre os Oligopólios papeleiros e as organizações da sociedade civil, e lançar outra idéia para a discussão no setor e eventual diminuição dos conflitos, o PAPEL FAMILIAR.
O título é um mero plágio do programa de AGRICULTURA FAMILIAR, que não fere e até estimula o agronegócio competitivo, o mesmo pode e deve (fatalmente irá acontecer, assim como a ARQUITETURA FLORESTAL).
ocorre que na revisão de literatura para o doutorado, encontrei até o momento dois exemplos muito ricos da difusão dessa prática, a de PRODUÇÃO DE PAPEL EM PEQUENA ESCALA, na Índia existem 380 e em Myanmar,
300 pequenas indústria de fábrico de papel;
o PAPEL FAMILIAR não é interessante somente pela quebra de um oligopólio industrial poderoso, mas também pelas economias ambientais que acarreta no final do processo, com a diminuição dos custos de transporte e consumo de combustíveis fósseis para entregar o produto das costas para o interior do país.
Além disso, o PAPEL FAMILIAR é produzido, nos países aonde as linhas já tem muitas vezes mais de 100 anos de existência, utilizando matéria-prima oriunda de florestas nativas, principalmente aquelas árvores defeituosas e de pequeno diametro, o que contribui para a melhoria da qualidade das florestas no final dos ciclos produtivos.
o PAPEL FAMILIAR não é apenas uma forma de realizar uma verdadeira distribuição de renda (envolvendo um dos setores que forma mais riqueza no país), mas também uma contribuição para o ambiente e a economia das
comunidades espalhadas por todo o país.
O PAPEL FAMILIAR é um passo importante na formação de um BRASIL DE 500 MILHÕES DE HABITANTES,
saudações florestais
Eder


-----Mensagem original-----
De: COTE- Consultoria Operacional Ltda.
Enviada em: segunda-feira, 13 de março de 2006 22:24
Para: COTE- Consultoria Operacional Ltda.
Assunto: BRASILEIRAS E BRASILEIROS! CONFIEM EM MIM ! PLANTEM MAMONA! -
superprodução adia planos da capital da mamona.
BRASILEIRAS E BRASILEIROS! CONFIEM EM MIM ! PLANTEM MAMONA!
“QUE FALTA DE PLANEJAMENTO.... VERGONHA NA CARA, E RESPONSABILIDADE SOCIAL.”
Governantes!!!!! POBRE TEM CORAÇÃO E SÃO SERES HUMANOS e não fantoche nas mãos de alguns políticos!.
Brito

segunda, 13 março 2006 - Fonte: O Estado de S. Paulo
Irecê apostou no programa do biodiesel, plantou e viu o preço da saca de 60 quilos cair de R$ 85 para R$ 20
O bom senso faria de Irecê, cidade do sertão baiano conhecida como "capital mundial da mamona", um dos primeiros lugares para montar fábricas do projeto biodiesel. A matéria-prima é o ganha-pão de mais de 30 mil famílias de pequenos agricultores que há quase seis décadas manejam o produto. Só que, para eles, a realidade da política fez com que os maiores especialistas de mamona do Brasil ficassem de fora do programa xodó do governo Lula.
A região de Irecê tem 22 municípios cuja economia é fincada no tripé feijão, milho e mamona. Planta-se primeiro o feijão. Se vingar, é garantia da reforma da casa ou da economia para comprar uma máquina. Depois vem o milho. Também se vingar, vira o cuscuz e ração dos animais. Já o mamoneiro, que vinga sempre, é a cultura de subsistência que faz o produtor se fixar no campo.
Em muitos cantos, mamona é erva-daninha. As sementes explodem no galho, voam pelo terreno baldio e viram outro pé. Quem se diverte é a molecada, que faz "guerras" com a pequena bola espinhuda. Em Irecê, a criançada sabe que o cultivo tem de ser levado a sério. Os grãos viram um óleo de usos múltiplos, torta de mamona e são moeda de troca.
A produção de Irecê é a maior do Brasil - a região tem condições ideais para o cultivo. Na safra 2004/2005, foram produzidas 600 mil toneladas. A área plantada foi de 200 mil hectares, mas já atingiu 250 mil hectares na década de 80. Esse volume representa 80% da mamona nacional. Nos anos 70, o País tinha a maior produção mundial. Hoje, está em terceiro lugar, atrás da Índia (com 50% do mercado) e China ( 30%).
Neste ano, contudo, houve uma queda brutal na área plantada, que ficou em 40 mil hectares. Lavouras foram erradicadas. Em novembro, agricultores revoltados queimaram o fruto em praça pública. Ato compreensível quando se descobre que o preço da saca de 60 quilos na época do plantio da safra passada superava os R$ 85 e na venda despencou para menos de R$ 20. A lei da oferta e da procura explica só em parte essa gangorra dos preços.
"Os produtores, pela força da propaganda do governo, voltaram ao hábito de plantar muita mamona", diz o prefeito Joacy Nunes Dourado (PMDB), de Irecê, que cultiva o produto e teve de estocar mais de 500 sacas. O Banco do Nordeste, órgão federal de fomento, enviou técnicos para estimular e promover o produto. A empresa estadual de apoio ao agricultor, EBDA, foi generosa no auxílio técnico. O presidente Lula virou garoto-propaganda. "Todo mundo achou que ia ganhar dinheiro", diz o prefeito, que, embora faça críticas, é defensor do programa federal.
O projeto do biodiesel não vingou na região de Irecê e nem mesmo uma fábrica de processamento (a de esmagamento, que transforma a baga em óleo) foi instalada. Nos últimos meses, só se ouviram notícias de unidades privadas de produção de biodiesel sendo montadas no Piauí, Ceará, Pernambuco e Rio Grande Norte. Os reis da mamona vão perdendo as esperanças.
"Moço, não sei se vai dar certo esse tal biodiesel. Mas seria a solução da gente aqui", diz Rosa Alves dos Santos, de 43 anos. Ela tem 16,5 tarefas, ou 7,2 hectares de terra. Vive com cinco filhos em Alto Bonito, na cidade de Presidente Dutra. Recebe o Bolsa-Família, mas o sustento vem da aposentadoria do marido, Fausto Ferreira dos Santos, de 70 anos, e da lavoura de milho, feijão, mandioca e mamona. Quando o dinheiro acaba, vai à venda com alguns sacos de grãos e troca por mercadoria. Para 1 quilo de arroz, são necessários 5 de mamona.
A mamona do platô de Irecê é comercializada numa cadeia predatória para os agricultores familiares. Um quilo do produto de dona Rosa vale R$ 0,40 na vendinha de Maria de Fátima Vieira. Uma saca de 60 quilos custa, então, R$ 24. Ao juntar muitas sacas, consegue vendê-las a atravessadores da Rua do Feijão, em Irecê, a R$ 28 cada. Estes revendem a fábricas como Bom Brasil, de Salvador, e A. Azevedo e Bioleo, de São Paulo, por preços que variam de R$ 37 a R$ 42. São as grandes empresas que ditam os preços, já que abastecem o mercado nacional ou exportam. A mamona é uma commodity.
Seus derivados são muito cobiçados. Servem para produzir lubrificantes de alta performance, xampus e batons, próteses mecânicas, óleo de rícino, vermífugo animal e até antrax, o pó tóxico. O biodiesel não é considerado um uso nobre. Até a palha seca é mais útil. Estima-se que um quilo nesse estado seja capaz de remover 750 gramas de carbono da atmosfera. Ou seja, a mamona interessaria também no comércio mundial de crédito de carbono (quando um país poluidor paga para outro manter áreas verdes intactas).
Essas informações podem ser obtidas numa visita a Irecê. Políticos, sindicalistas e produtores repetem os dados como um mantra, e não se conformam em terem ficado a quilômetros de distância do biodiesel. "O governo poderia ter acelerado o programa se tivesse trazido os meios para instalar uma unidade na região", diz Antonio Jorge Oliver, assessor da Prefeitura de Lapão, a primeira a construir com dinheiro do Ministério do Desenvolvimento Agrário uma fábrica de esmagamento do produto. Produzirá óleo, não biodiesel.
Sem mercado e sem apoio, produtores como Carmelina Maria Queiroz, de 74 anos, vivem reféns da chuva, dos atravessadores e da má vontade dos burocratas. Mãe de 16 filhos, construiu a casa simples de adobe graças à mamona. Sonhava em melhorar. Por isso, não se conforma quando lembra que o Banco do Brasil de Cafarnaum lhe negou um empréstimo para comprar um trator.
Em julho de 1998, o candidato Lula visitou Irecê, a maior cidade da região de mesmo nome, com 60 mil habitantes, e prometeu: "No meu governo não faltarão incentivos para o pequeno e médio produtor rural". Hoje, o produtor Arcelino Alves Neiva diz que Lula "deixou cair uma construção que só faltava dar um cimento no pé para assentar". Aos 76 anos, o veterano plantador de mamona faz as contas e sentencia que não vai ver, em vida, o programa de combustível alternativo chegar: "A mamona só prestava para ser biodiesel se ficasse na casa dos R$ 20. Mas isso não paga as despesas do agricultor".

-----Mensagem original-----
De: Valfrido M. Chaves
Enviada em: terça-feira, 14 de março de 2006 08:47
Assunto: Delírio?
O Estado demoníaco:
Vi expressão “Estado demoníaco” e confesso que gostei. Se entendermos como “demoníaco” tudo aquilo que representa o mal, promove a infelicidade, a falsidade, a desumanidade, a frustração de anseios legítimos, o atraso, a dominação das almas, a afronta à dignidade, a falta de escrúpulos para o estabelecimento do poder, o roubo de bens públicos ou privados, a promoção do ódio... eu me sinto como se vivendo sob o manto de um “Estado demoníaco”! Noutros termos, caro leitor, quando olhamos a legião demoníaca que mal cataloguei e que muito mais poderia detalhar, me deprime perceber que, no seu estabelecimento e expansão, por ação ou omissão, quase sempre está a mão maldosa do Estado brasileiro. Justamente, leitor, a instituição que seria o grande organizador das forças a serem mobilizadas na construção do bem comum, do progresso, da justiça e da paz entre brasileiros.
Estado Brasileiro Demoníaco? Estaria este escriba delirando? Se não, vejamos: acaba de desnudar-se perante a opinião pública a grande rede de corrupção envolvendo agentes e instituições publicas ou privadas, com explícitos fins de consolidação do poder e manipulação do povo. A resposta dos agentes públicos e militância política direta ou indiretamente ligados ao grande assalto, enveredou pela vulgar negação dos flagrantes e a tentativa de a tudo fazer passar como um “golpe da direita contra o governo que faz mudanças”. Do cinismo sorrateiro das apropriações indevidas, alçou-se ao cinismo explícito das negações e atribuição de culpas outras a conspiradores contra o “governo popular”.
Contemporaneamente, vimos o poder público adotar uma política de juros altos com subterfúgio de contenção inflacionária. Entretanto, nos diz a Ciência Econômica, tal prática só é recomendada nas economias em que os recursos financeiros são abundantes e a mão de obra escassa, quando a alta dos salários é responsável pela inflação. Os juros altos freiam a economia, gerando o desemprego e, assim, detendo a inflação. No Brasil, o resultado foi quase nos igualarmos ao crescimento do Haiti, mas trouxe satisfações aos banqueiros e organizadores do assistencialismo sacoleiro com o qual o Governo atual espera ganhar eleições. Se tal estratégia não representa o rabo do demo, então não existe o mal sobre a terra, leitor.
A cada buraco de estradas asfaltadas fora das especificações técnicas contratadas, de baixo de nossos narizes, a gerar prejuízos e mortes aos usuários, o leitor sabe que corresponde às apropriações ilícitas e não contabilizadas daqueles no poder, para suas farras, carrões e bolsa farta para campanhas eleitorais, coisa já testemunhada brasis a fora... Se tal prática não aponta para o chifre e catinga do diabo, então o que é?
Como não só do vil metal vivem os larápios à sombra do poder estatal, a arrotarem ideologia para dar um falso charme à sua gatunagem, se acumpliciam eles também com a intervenção externa em nossas fronteiras, quando fingem ignorar o financiamento e orientação estrangeira das invasões com que se busca encobrir o fracasso da União na promoção social de nossos índios e, pérola ideológica, semeia-se o conflito e ódio entre brasileiros. O vasto aparelho estatal Federal e Estadual nada sabem e nada viram sobre este garfo satânico e nauseabundo onde se assa, com tempero de religiosidade, a soberania da Nação e a dignidade dos habitantes da fronteira. Assim, pois, há uma militância ideológica que, além de corrupta, é traidora da Nação.
Concluiríamos, leitor, salvo melhor juízo ou fatos que nos desmintam, que uma boa dose de exorcismo e água benta viriam bem a calhar para a militância do mal estabelecida no poder ou por ele acoitada. Aos 6 de outubro haveria uma boa ocasião para um patriótico e salutar exorcismo?


-----Mensagem original-----
De: Romeu Kerber
Enviada em: quarta-feira, 15 de março de 2006 10:17
Para: bioenergia-l
Assunto: [Bioenergia-l] RE: Digest Bioenergia-l, volume 23, assunto 8
Indignação.
Este é o sentimento que se percebe na maioria das pessoas que estão atentas na condução dos destinos do nosso amado Brasil. A corrupção, o acobertamento das falcatruas num torca-troca mais do que evidente nos leva a desesperança.
O travamento de iniciativas que poderiam levar nossa Nação ao seu
desenvolvimento pleno como é o caso das micro-destilarias de álcool é
revoltante. Mantido à custa de mentiras pregadas pelos órgãos públicos que deveriam defendê-las, esta atividade comercial é desestimulada. Governar se transformou em submeter a população às vontades de quem exerce o poder e dos apaniguados que os apoiam como é o caso dos grandes usineiros. Nos sentimos impotentes para enfrentar esta situação.
Mas estamos numa democracia, podemos votar. Para tanto estão sendo
escolhidos os que irão nos "representar" , e o felizardo que for o "mais
escolhido" terá garantido o acesso à todos as benesses que se pode imaginar em um País rico como o nosso. O voto democrático do povo é o instrumento legal que dá o acesso a estes brasileiros que possuem o dom de em determinado período de suas vidas prometerem aos seus conterrâneos toda sorte de conquistas, e após passados alguns minutos de sua eleição esquecerem completamente de tudo o que foi dito.
Como se fosse um vício, esta história se repete a cada período, e o povo
engambelado mais uma vez segue seu destino como se nada tivesse acontecido, afinal sempre foi assim.
Nem tudo está perdido, e restou ainda uma chance de dizermos que não
concordamos com isto. Pelo menos os que lêem podem fazer isto, ANULAR O VOTO nas eleições que se aproximam. Diferente do voto em branco que traduz a indiferença, o VOTO NULO expressa o descontentamento do que nos é apresentado, das atitudes que são tomadas pelos homens públicos. É dizer, basta de corrupto. Chega de ladrão na administração pública. Esta forma de votar é tão significativa que é mantida escondida dos eleitores, não existe o botão VOTO NULO na urna eletrônica. Caso o povo brasileiro pudesse manifestar toda sua indignação com a roubalheira que assola o País, os eleitos teriam menos votos que os Nulos, e o poder perderia sua
representatividade. O voto nulo em uma escala maior provoca a nulidade do
pleito, e os concorrentes são afastados. Este é o maior medo dos ladrões.
Esta é a nossa arma. O VOTO NULO é a arma do cidadão honesto que não
suporta conviver com tanta porcaria.
A todos que estão indignados, minha sugestão. Anulem o voto.
Divulguem esta opção democrática.
Um abraço de esperança a todos.


-----Mensagem original-----
De: sergio safe
Enviada em: quarta-feira, 15 de março de 2006 10:59
Para: thomas@fendel.com.br
Assunto: Re: [redeflorestal-br] Vacas de presépio estupradass.
Meu caro Fendel
Escrevo pois gostaria de agradece-lo aos e-mails que vc manda pra lista da rede florestal.
Adoro ler os seus comentários e criticas muito bem embasadas e com um tom muito legal de sabedoria, humor, rebeldia, sátira e indignação que vc expressa suas idéias.
Olhei para a sua lista de pessoas e vi que vc manda uma copia para a ministra marina... fiquei pensando... será que ela está lendo? Por acaso ela te responde? ou será que alguém filtra as informações pra ela?
Como faço pra saber mais sobre o seu projeto de lei, que aquela escrota da amiga da sua amiga sua queria divulgar por troca de um “mensalinho”.
A minha área de atuação profissional esta um pouco distante da produção de energia, trabalho mais com manejo florestal na Amazônia, mas estou começando e querendo ficar mais curioso sobre este tema tão real, critico e necessário.
Abraços bioenergeticos, florestais, naturais, positivos e saudaveis
Sergio safe


-----Mensagem original-----
De: Clarissa Tag
Enviada em: quarta-feira, 15 de março de 2006 17:42
Para: Fendel
Assunto: The New Biofuel Republics, the next European colonisation has begun
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O futuro começou, conheça as novas armas:
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energy
The New Biofuel Republics, the next European colonisation has begun
Developing nations are to feed the voracious appetites of rich countries for biofuels instead of their own hungry masses, and suffer the devastation of their natural forests and biodiversity. The end of cheap oil and the impending fuel crisis have convinced the European Union and the United States to seriously tackle their long-standing and worsening "addiction to oil", not by kicking the habit, but by guzzling biofuels instead. These "carbon neutral" fuels – biodiesel or bioethanol - make even committed environmentalists feel good about getting into their SUVs, as they do not contribute to carbon emissions. Burning biofuels simply sends back into the atmosphere carbon dioxide that the plants took out when they were growing in the field. The snag is that there simply isn't sufficient arable land on which to grow all the biofuel crops needed to satisfy the voracious appetites of the industrialised nations. By Dr. Elizabeth Bravo and Dr. Mae-Wan Ho to ISIS [http://www.isis.org.uk/NBR.php ]

-----Mensagem original-----
De: Eduardo Cezimbra
Enviada em: quinta-feira, 16 de março de 2006 09:23
Assunto: [solidariosbrasil] *RAÍZES DE GRAMA*: Livro: Confissões de um assassino econômico (ou como escravizar um povo, emprestando para ele)
http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp
Query==ProductPage&ProdTypeId==1&ProdId=95852&ST==WL231193
Uma obra imprescindivel para quem deseja compreender melhor o poder
economico global e o supercapitalismo internacional. Trata-se da
autobiografia de um homem cujo trabalho era persuadir lideres dos países
considerados "subdesenvolvidos" a aceitar emprestimos do FMI, do Banco
Mundial e do sistema financeiro internacional. O argumento é que o dinheiro seria usado para expandir a infra-estrutura (rodovias, ferrovias, centrais eletricas, telecomunicações etc.) desses países, trazendo progresso e desenvolvimento. Ele fazia isso como um economista, vinculado a empresas multinacionais, que deliberadamente exagerava o potencial de retorno desses investimentos. Embora seus projetos sempre fossem descritos como humanitarios, os objetivos reais eram geralmente contratos lucrativos para as firmas multinacionais de construção e levar os países a contrair dividas que eles nunca conseguiriam pagar. Ele sabia que, com isso, alguns politicos e familias bem relacionadas dentro desses países se tornariam muito ricos, enquanto o padrão de vida da maior parte da população declinaria. Quando o pagamento dos emprestimos se tornava impossivel, as agencias de emprestimos e as grandes empresas então agiam para tomar o controle dos recursos e do governo do país, o que também era parte do plano. Em outras palavras, no mundo contemporaneo, a conquista pela espada e pelos canhões deu lugar à conquista pelos emprestimos.
John Perkins, o autor do livro, era um estrategista no alto comando das forças de conquista.
Perkins se apresenta como um homem com problemas de consciencia. Ele se
diz arrependido de ter vendido sua alma à "corporatocracia", o nome que ele criou para a rede de interesses supercapitalistas que agora condena. Ele lutou com essa culpa por muitos anos até finalmente decidir romper com tudo.
Foi uma decisão dificil, porque ele queria acreditar que, de alguma forma, a despeito de toda a desonestidade e exploração, algum bem poderia eventualmente escoar e chegar ao homem comum. Além disso, havia o fato que ele era muito bem remunerado pelo seu trabalho. Portanto, não é surpresa que o rompimento não tenha sido total. Sua primeira ação foi deixar o emprego, mas isso não significou encerrar o trabalho. Ele continuou a prestar serviços como consultor e testemunha especializada, fazendo quase a mesma coisa que fazia antes, mas recebendo até mais dinheiro em honorarios de consultor do que recebia anteriomente na forma de salario. Sua penitencia final foi escrever esse livro como um ato de confissão publica, mas isso só aconteceu após ele ter ganho muito dinheiro e adquirido segurança financeira.
Alguns trechos do livro de John Perkins:
"Claudine me disse que havia dois objetivos básicos no meu trabalho.
Primeiro, eu devia justificar os enormes empréstimos internacionais que canalizariam rios de dinheiro de volta para a Main [a firma para a qual Perkins trabalhava] e outras companhias americanas (como a Bechtel, Halliburton, Stone & Webster e a Brown & Root) por meio de gigantescos projetos de engenharia e construção.
Segundo, eu trabalharia para a falência dos países que recebiam esses empréstimos (depois de terem pago à Main e às outras contratadas americanas, é claro) de modo que eles seriam dependentes para sempre de seus credores e assim representariam alvos fáceis quando precisássemos de favores, incluindo bases militares, votos na ONU, ou acesso a petróleo e outros recursos naturais." [pg 38]
"O aspecto velado de cada um desses projetos era que eles pretendiam criar grandes lucros para os contratantes, e fazer a felicidade de um punhado de famílias ricas e influentes nos países recebedores, enquanto assegurava a dependência financeira a longo prazo e, portanto, a lealdade política de governos ao redor do mundo. Quanto maior o empréstimo, melhor. O fato de que a carga da dívida colocada sobre um país privaria os seus cidadãos mais pobres da saúde, educação e de outros serviços sociais por décadas no futuro não era levado em consideração." [pg 39]
"A sutileza da construção desse império moderno faria os centuriões romanos, os conquistadores espanhóis e as forças colonizadoras européias dos séculos XVII e XIX se envergonharem. Nós, os Assassinos Econômicos, somos astutos; aprendemos com a história. Hoje nós não usamos espadas. Não envergamos armaduras ou roupas especiais para nos proteger. Em países como o Equador, a Nigéria e a Indonésia, nós nos vestimos como professores e donos de lojas. Em Washington e Paris, parecemos burocratas do governo e banqueiros. Parecemos humildes, normais. Visitamos os locais do projeto e passeamos pelas aldeias empobrecidas. Professamos o altruísmo, falamos oficialmente sobre as maravilhosas coisas humanitárias que estamos fazendo.
Cobrimos as mesas de conferências das comissões dos governos com as nossas planilhas eletrônicas e projeções financeiras, e proferimos palestras na Harvard Bussiness School sobre os milagres da macroeconomia. Somos conhecidos, acessíveis. Ou nos apresentamos como tais e somos aceitos. É assim que o sistema funciona. Raramente recorremos a alguma coisa ilegal porque o próprio sistema é construído sobre subterfúgios, e o sistema por definição é legítimo."
"Entretanto - e esse é um grande empecilho - se falharmos, uns tipos ainda mais sinistros entram em ação, os quais nós, os Assassinos Econômicos, chamamos de chacais, homens cuja linhagem remonta diretamente aos impérios primitivos. Os chacais estão sempre presentes, espreitando nas sombras. Quando eles aparecem, os chefes de Estado são derrubados ou mortos em violentos 'acidentes'. Se por acaso os chacais falham, como falharam no Afeganistão e no Iraque, então os antigos modelos ressurgem. Quando os chacais falham, jovens americanos são enviados para matar e morrer." [pg 22]
Sòmente quem esteve dentro poderia contar essa historia. Se um pesquisador ou jornalista independente escrevesse essas coisas, o publico nunca acreditaria. Entretanto, vindo de um dissidente com credibilidade, elas assumem uma crua realidade que não pode ser facilmente ignorada.

-----Mensagem original-----
De: Hernani Lopes de Sà Filho
Enviada em: domingo, 19 de março de 2006 14:32
Assunto: Outra opção--Revolucionária: OS ELEITÔ DO BRASIUUUUUUUUUUUUUUUU !!!!!!!!!!!
Fendel e amigos, companheiros, irmãos camaradas.
Estive e Brasília, de 7 a 14, com meu filho(Hernani Sá III) de 24 anos e pré-candidato a DEPUTADO FEDERAL pelo PSOL.
Ele levou uma proposta de programa-RE-SOL, para o plano de governo da Senadora Heloisa Helena.
Acompanhando-o levei algumas idéias para implantar os OVN e mostrar as falhas do biodiesel do governo de Lula.
Ela gostou muito e o recebeu com muito carinho.
H.H, é uma pessoa maravilhosa, competente e culta.
Como você sabem, as pesquisas de opinião FEITAS POR ALGUNS JORNAIS, REVISTAS, TVs E ÓRGÃO FEDERAIS tradicionais que vocês conhecem, executoras de pesquisas fajutas tendenciosas que infelizmente levam os eleitores a acreditar no que eles querem, polarizando entre dois que já mostraram quem são; MUITO BENÉFICOS para os poderosos, que com seus lucros, EXORBITANTES, desejam manter os "STATUS QUO", INDUZINDO OS ELEITORES A POLARIZAREM ENTRE SEUS NOMES, ESQUECENDO, QUE EXISTEM OPÇÕES MELHORES PARA SEREM TESTADAS.
Os que eles querem, JÁ MOSTRARAM QUEM SÃO e certamente vão manter seus privilégios em detrimento da NAÇÃO.
Darão continuidade àquelas políticas de concentração de renda, para os mesmos (banqueiros e grandes acionistas de empresas fantasticamente lucrativas), roubando o povo.
Portanto sugiro que façamos pesquisas de opinião APENAS PARA O SEGUNDO TURNO, com os principais candidatos, combinados 2 a 2.
Façam sua pesquisa através dos seus sites e peçam a jornalistas , seus conhecidos para fazerem também e divulgarem.
Desta forma (abaixo), a surpresa será grande e o quadro pode mudar.
Vejam abaixo a que fiz em Brasília em um casamento da alta (universo restrito).
Candidatos para o segundo turno:
Alkmin(1), Garotinho(2), Heloisa Helena(3), Rigoto(4).
Combinando dois a dois os candidatos, pela fórmula abaixo teríamos 6 possibilidades de confronto.
m!
Cm,n = ------------
(m-n)!Xn!
Pergunta:
Em quem você votaria no segundo turno?
Exemplo:
Na pesquisa que fiz, deu:
a)Alkmin X Garotinho 1 ou 2 ? resp: 2
b)Alkmin X Heloisa Helena 1 ou 3 ? resp: 3
c)Alkmin X Rigoto 1 ou 4 ? resp: nenhum
d)Garotinho X Heloisa Helena 2 ou 2 ? resp: 3
e)Garotinho X Rigoto 2 ou 2 ? resp: 2
f)Heloisa Helena X Rigoto 1 ou 2 ? resp: 3

Heloisa Helena 90%
Garotinho 8%
Nulos 2%
OBS.Nesta Lula fica de fora porque esta competindo deslealmente, usando a maquina do governo.
Na próxima podem até colocá-lo.
Prêmio por ler e divulgar esta:
Sua chance de ganhar na mega-sena
60!
Cm,n = ------------ =50.063.860
(60-6)!X6!
Isto é você tem uma chance de uma em 50 milhões (mais um roubo).
Mas se jogar durante 100 anos 8 vezes por mês você terá uma chance em 5.214.
BOA SORTE! HERNANI SÁ


----- Original Message -----
From: Fendel
Sent: Sunday, March 19, 2006 1:31 PM
Subject: RES: OS ELEITÔ DO BRASIUUUUUUUUUUUUUUUU !!!!!!!!!!!
Um ou dois? meu caro Gert?
Não sei qual dos dois protagonistas (alíás um lembra o passado e o outro o presente...) é pior... e, portanto, se forem candidatos novamente, levarão meu voto nulo... sendo que o anarfa ainda me parece menos bandido e mentiroso que o curto...
Bioabraços Fendel

-----Mensagem original-----
De: ECOLOGIA EM AÇÃO
Enviada em: domingo, 19 de março de 2006 13:09
Para: gfischer.joi@terra.com.br
Assunto: OS ELEITÔ DO BRASIUUUUUUUUUUUUUUUU !!!!!!!!!!!
Um dos Perfis dos que votarão no proximo pleito eleitoral.
O DEGUSTADOR DE VINHOS
- Hummm...
- Hummm...
- Eca!!!
- Eca???? Quem falou Eca?
- Fui eu, sô! O senhor num acha que esse vinho tá com um gostim estranho?
- Que é isso?! Ele lembra frutas secas adamascadas, com leve toque de trufas brancas, revelando um retrogosto persistente, mas sutil,que enevoa as papilas de lembranças tropicais atávicas...
- Putaquepariu sô! E o senhor cheirou isso tudo aí no copo?!
- Claro! Sou um enólogo laureado. E o senhor?
- Cebesta, eu não! Sou isso não senhor!! Mas que isso aqui tá me cheirando iguarzinho à minha egüinha Gertrudes depois da chuva, la isso tá!
- Ai, que heresia! Valei-me São Mouton Rothschild!
- O senhor me desculpe, mas eu vi o senhor sacudindo o copo e enfiando o narigão lá dentro. O senhor tá gripado, é?
- Não, meu amigo, são técnicas internacionais de degustação entende? Caso queira, posso ser seu mestre na arte enológica. O senhor aprenderá como segurar a garrafa, sacar a rolha, escolher a taça, deitar o vinho e, então...
- E intão moiá o biscoito, né? Tô fora, seu frutinha
........ adamascada!!!
- O querido não entendeu. O que eu quero é introduzí-lo no...
- Mais num vai introduzí mais é nunca Desafasta, coisa ruim!
- Calma! O senhor precisa conhecer nosso grupo de degustação. Hoje, por exemplo, vamos apreciar uns franceses jovens...
- Hã-hã... eu sabia que tinha francês nessa história lazarenta...
- O senhor poderia começar com um Beaujolais!
- Num beijo lê, nem beijo lá! Eu sô é home,safardana!
- Então, que tal um mais encorpado?
- Óia lá, ocê tá brincano com fogo...
- Ou, então, um suave fresco!
- Seu moço, tome tento, que a minha mão já tá coçando de vontade de meter um tapa na sua cara desavergonhada!!!
- Já sei: iniciemos com um brut, curto e duro. O senhor vai gostar!
- Num vô não, fio de um cão! Mas num vô, memo!!! Num é questão de tamanho e firmeza, não, seu fióte de brabuleta. Meu negócio é outro, qui inté rima com brabuleta...
- Então, vejamos, que tal um aveludado e escorregadio?
- E que tal a mão no pédovido, hein, seu fióte de Belzebu?
- Pra que esse nervosismo todo? Já sei, o senhor prefere um duro e macio, acertei?
- Eu é qui vô acertá um tapão nas suas venta, cão sarnento!!! Engulidô de rôia!!!
- Mole e redondo, com bouquet forte?
- Agora, ocê pulô o corguim!!! E é um... e é dois... e é treis!!! Num corre, não, fiodaputa! Vorta aqui que eu te arrebento, sua bicha fedorenta!!!...


-----Mensagem original-----
De: Oscar Baldoni
Enviada em: domingo, 19 de março de 2006 04:51
Para: Abrasgrãos
Cc: Thomas Renatus Fendel
Assunto: Re: Nada é só bom, o tempo inteiro, para tudo e todos
Prezado Telmo : Agradeço muito sua mensagem. Sabe, que a gente é meio louco, não é verdade ?
Se nós temos desarrolhado só o 10% de nosso cérebro, imagine quem pode ter a sorte de empregar mais um pouquinho ...
Acontece que o nosso subconsciente e a mesma coisa que esta máquina que estamos usando agora : Não sabe o que é certo ou errado. Finalmente, quem é dono da verdade ?
Por isso é bom o diálogo, a troca de idéias, em soma, o que estamos fazendo nesta pequena comunidade de pessoas que se preocupam pelo Brasil.
Não sabemos que acontece com o cérebro, mas é provável que exista uma espécie de ondas eletromagnéticas que influam de alguma forma. Hoje, cedo, não saia da minha cabeça o tema da "PAULIPETRO". a explicação chegou com sua mensagem. De alguma forma meu cérebro "recebeu" a força da palavra emitida e antecipou.
Vamos entrar em matéria :
Eu acho que é uma falsa opção : "Abandonar nosso potencial hidrelétrico por energias alternativas".
Do resto, é claro que "cautela e caldo de galinha não faz mal a ninguém", mas eu denuncio aqui a cretinice da maioria de nossos dirigentes. Uma coisa é ser burro, outra fingir ignorância para propiciar diversas outras iniciativas que finalmente estão contra o povo em geral.
O engenheiro Paulo Ludmer tem que reconhecer que é obvio ululante (nada a ver com a política do Lula), que quando planejaram a usina de álcool de mandioca de Curvelo (ou qualquer outra), a primeira coisa é saber de onde vai sair a raiz para alimentar a usina. Ou seja, se fizeram isso de propósito, está implícita a sabotagem prévia. Eu sou testemunha viva da sabotagem criativa e múltipla empregada contra a usina de álcool de mandioca de Sinop, MT. Hoje a região clama pela falta de álcool. Meus amigos. O crime perpetrado conta o Brasil e os brasileiros que deixaram seu suor e as vidas trabalhando tem que ser punido. Foi muita maldade. Eu sei que é difícil de acreditar. Gente, eu vivi. Como sou ruim, não posso perdoar.
Não posso perdoar dirigentes que viajam pelo mundo afora e pousam de estadistas, quando no fundo, no fundo não passam de paus mandados. Mandados por quem, não sei. Minha inteligência é limitada.
Eu denuncio aqui, mais uma vez todos os dirigentes que condenam empresários ao fracasso, enviando-os deliberadamente para a falência, com a seqüela horrível de quebra de fontes de trabalho e renda, devendo enfrentar um falso e pré-fabricado mercado de oferta e procura, no momento em que a maioria das industrias estão entregues ao conluio formado pelos Estados Unidos e a China Continental, donde um verdadeiro bando de delinqüentes travestidos de dirigentes tomou conta desse enorme pais. Dirigentes estes que são recebidos com tapetes vermelhos, quando deveriam ser enfrentados ou recebidos não com tapetes, senão com enormes bandejas cheias de sangue. A cor é a mesma do tapete, mas o que afirmo é a verdade.
Ninguém tem coragem de fazer isso. Se eu fosse dirigente o faria. Vão se ofender? Meus caros, com a verdade não se ofende nem é preciso ter medo. Já pensaram a cara do dirigente chinês ? ... Desça, excelência, chafurde seus pés no sangue ... que todo o dia geram com sua política, dentro da China.
Minha indignação não tem limites. Chegaram ao cúmulo de comprar "personalidades" que fazem propaganda dos "resultados obtidos na economia chinesa". Inclusive (pasmem !)aconteceu num simpósio em Buenos Aires, onde teceram loas à produção mineira ... esquecendo que morrem uma média de 20 trabalhadores todo santo dia nas horríveis minas de carvão. São 6.000 pessoas por ano (dados oficiais).
O saudoso ex ministro Simonsen ensinava : Quando não entenda uma conta, é porque o estão roubando.
O produtor rural que não entende porque perde dinheiro, hoje está nessa situação. Será que ninguém sabe disto em Brasília ? Não estou falando só do governo, não. Não escutei uma palavra em defesa do produtor. Será que pretendem outra coisa pior ? De quem é a responsabilidade ? Há muitos anos, existia o critério sadio que o produtor serio não podia ter perdidas porque desanimaria, a terra perderia valor e por ali vai. Existia um preço mínimo ... do qual não mais se fala. Foi morto e sepultado no monumento do DEUS MERCADO. Quando os chineses tomem conta de nossos paises, vão se lembrar do velho maluco aqui.
Tomara que eu esteja morto, para não ver essa vergonha.
Ninguém elevou a voz para dizer que a China revaluou a mixaria de 2% (que não refresca nada) e o Brasil revaluou 48 %. Isso se traduz para uma inflação interna em dólares, enorme. Tomemos o exemplo da condução quotidiana = Nós tínhamos uma passagem de metrô de 1,60 com o dólar a R$ 4,00 ou seja 40 centavos de dólar (muito caro comparando o que a gente ganha). Agora custa R$ 2,10 com o dólar a 2,10 ou seja custa UM DOLAR. A passagem aumentou 250 %. (em dólar) . Isso é terrorismo contra o povo.
Mais uma vez repito : Não estou acusando o partido no governo. São todos os dirigentes culpados.
Imagino que foi uma espécie de solução achada para disfarçar o valor do petróleo. caso contrário a economia levaria um choque.
Mas esse choque não fomos nós que o provocamos. Voltando ao artigo estava lendo, quase que justificando a morte do proálcool comparado com o valor do petróleo. Injustiça, porque sequer respondeu ao normal fluxo dos preços, formado no seio da maffia. Baixado de propósito para dizer que tinham razão.
Agora, já não mais se trata disso, porque GRAÇAS A DEUS, a merda do diabo (o petróleo) está acabando. Então todas as discussões são estéreis.
Vamos pensar de ocupar mão de obra em coisas produtivas, em fazer combustíveis ecológicos e renováveis. Tratemos de respeitar a natureza, não queimar nada à toa. Cuidemos a água, que vai ser o próximo motivo de encrenca a nível mundial.
Desculpem a bronca. Este velho não mais tem paciência. Abraços para todos.


---- Original Message -----
From: Abrasgrãos
To: abrasgraos
Cc: Ciloter Borges Iribarrem ; Charrua Ltda ; Aurora Corretora Mercantil Ltda. ; Oscar Baldoni ; Gerth Roland Fischer
Sent: Saturday, March 18, 2006 12:55 PM
Subject: Nada é só bom, o tempo inteiro, para tudo e todos
O ufanismo do Brasil com sua produção de energias alternativas merece considerações. Nada é só bom, o tempo inteiro, para tudo e todos. Celebra-se hoje o Próalcool e o Biodiesel. Creio que é preciso por os pés no chão. Alerta, aprender as lições já vividas. E monitorar.
No final dos anos 80, no Estado de São Paulo, saíamos do governo ungido de Paulo Maluf, para o primeiro eleito de Franco Montoro. Na época, desenvolvíamos o Pró-Turfa, diante das notáveis jazidas indicadas no Vale do Paraíba. Foi uma dinheirama para nada.
O período foi pródigo. Realizamos além da Paulipetro (que aqui está fora do escopo), o Pró-xisto. O País investiu, com recursos da Petrobras, o desenvolvimento da produção de óleo cru a partir do xisto betuminoso, em Irati, no Sul. Ali extraímos óleo e enxofre. Faz mais de 25 anos este experimento no Canadá que, hoje, nos atuais níveis de preços mundiais do petróleo, vai transformando em maior escala a partir de suas areias oleosas em Alberta.
Vale dizer: um país pobre de recursos para os investimentos estatais, como tem sido o Brasil, gastou mal, em hora precoce, de modo açodado.
Montoro assumiu São Paulo com sua Cia. Energética, a Cesp, fracassando na produção de metanol de madeira. A Cesp chegou a gastar alguns milhões de dólares em sua planta de Corumbataí. Ao final, a unidade não extraiu metano, quanto mais metanol.
Nunca se poderá esquecer que o então empreendedor Sergio Motta, depois ministro de FHC, construiu a Coalbra — Coque Álcool de Madeira, no triângulo mineiro, para produzir álcool de madeira, a partir de florestas ociosas na região. A tecnologia era russa, porém direcionada para a extração de lignina e outros derivados da madeira. Os brasileiros pagaram mais essa aventura.
E o Pró-Óleo? A Mercedes Benz, o Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA), o IPT-SP e tanta gente séria, testaram motores a biodiesel nos anos 80. Valeu de tudo: babaçu, girassol, arroz e o que desse óleo.
Ocorre que o barril de diesel no mercado internacional valia quatro vezes menos do que um barril de óleo vegetal, para ração animal, nas bolsas de commodities. A substituição era inviável. Ademais, inundar o mercado derrubaria preços (internos e ou externos) do farelo de soja ou o que quer que fosse.
Alguém recorda do álcool de mandioca da Petrobras em Curvelo, em Minas Gerais? Não havia mandioca para a usina num raio de distância econômico! Pior, o mandorová, uma lagarta, comia as folhas do tubérculo.
E no Pró-álcool? Trouxemos difusores sul africanos para competir com nossas reconhecidas moendas de cana. Hoje tentamos trazer enzimas... Disseminamos pequenas usinas... enquanto o programa mergulhava e os veículos a álcool sumiam.
Infelizmente, das melhores idéias, atrasamos a multiplicação de biodigestores, baratos, ecologicamente perfeitos, produtores de gás metano e fertilizantes, reinjetando aquilo que tiramos da terra, num compromisso ético com as gerações futuras.
Por tudo isso, pergunta-se: é hora de abandonarmos nosso enorme potencial hidrelétrico por energias alternativas? É hora de multiplicarmos o preço da energia elétrica no Nordeste e no Sul com geradores eólicos? As tecnologias e as fontes energéticas escolhidas são as mais aderentes ás necessidades presentes e futuras do País?
Há pontos sem retorno. O Próalcool renasceu e é cobiçado pelo mundo, desde seu etanol, ao bagaço e ao vinhoto (fertilizante potássico). E o biodiesel? Como errar menos?
O autor é jornalista, engenheiro, professor de Comunicação da FAAP, diretor da ABRACE – Associação Brasileira de Grandes Consumidores Industriais de Energia e de Consumidores Livres e escritor com o site http://www.pauloludmer.com.br


-----Mensagem original-----
De: nikolaus foidl
Enviada em: segunda-feira, 20 de março de 2006 02:16
Para: Fendel
Assunto: FWD: Tropische Zuckerrüben
Estimado Amigo!
Algo que puede intresar te, una alternativa mas productiva que caña.
saludos amistosos Nikolaus
Tropical perspecive
In addition, I suppose you know about our Tropical Beets with yields up to 120 ton/ha in some tropical areas. The benefit with the sugar beet in those areas is that they do not require as much water as cane and are rather salt tolerant. A major advantage is also the short vegetation period. In some areas you can harvest twice a year. That´s a lot of thanol! And in the areas where you just harvest once a year, you can grow another energy crop in the rotation. A LOT OF BENEFITS!
Gruß Olli

-----Mensagem original-----
De: nikolaus foidl
Enviada em: domingo, 19 de março de 2006 01:11
Para: Fendel
Assunto: Re: ENC: UMA FONTE DE RIQUEZA, NÃO MUITO DIVULGADA - O M ANÁ DOS DEUSES!
Meu caro Fendel!
Para completar tu collecion de Moringa mi articulo original que es la fuente de todo los articulos. Hace 11 años invente lo de Moriga y esta ganando mas y mas interes en el mundo. El aproximo año vamos a instalar una plantacion en Brasil cerca de Manaus. Cuando esta listo de invito a ver la.
Con saludos amistosos Nikolaus


-----Mensagem original-----
De: COTE-Consultoria Ltda.
Enviada em: sábado, 18 de março de 2006 23:02
Para: fendel
Assunto: ENC: UMA FONTE DE RIQUEZA, NÃO MUITO DIVULGADA - O MANÁ DOS DEUSES!
Estimado Fendel.
Muito obrigado pelas informações, vc é simplesmente fantástico.
Estou repassando para 850 companheiros interresados no assunto no Brasil, Uruguai, Bolívia, Paraguai, Argentina e Portugal e Espanha.
Um grande abraço,
Brito

-------Mensagem iriginal-----
De: Fendel
Enviada em: sábado, 18 de março de 2006 19:34
Para: Cote
Cc: Nikolaus Foidl
Assunto: ENC: UMA FONTE DE RIQUEZA, NÃO MUITO DIVULGADA - O MANÁ DOS DEUSES!
Meu caro Brito
Dá uma olhadinha em
http://www.echotech.org/network/modules.php?
name=News&file=article&sid=194
e veja as pesquisas de meu amigo Nikolaus Foidl da Nicarágua...
Bioabraços
Fendel
www.fendel.com.br;


-----Mensagem original-----
De: COTE- Consultoria Operacional Ltda.
Enviada em: sábado, 18 de março de 2006 16:54
Para: aaarnoni
Assunto: UMA FONTE DE RIQUEZA, NÃO MUITO DIVULGADA - O MANÁ DOS DEUSES!
Estimados Senhores.
Neste momento de desespero, os nossos produtores devem procurar alternativas, que possam amenizar tanto sacrifício em vão.
Leiam com carinho o que esta planta pode oferecer aos produtores, aos seres humanos como alimentação, a mãe natureza e a camada de ozônio.
Dela se aproveita tudo.
O óleo obtido das sementes da Moringa pode ser usado no preparo de alimentos, na fabricação de sabonetes, cosméticos e como combustível para lamparinas.
A Moringa pode ser facilmente propagada por sementes ou por estacas. As sementes podem ser plantadas diretamente no local definitivo ou em sementeiras. Não há necessidade de nenhum tratamento prévio. A planta requer poucos tratos culturais e cresce rapidamente até uma altura de 4m no primeiro ano. Em condições favoráveis, uma única planta pode produzir de 50 a 70 kg de frutos/ano. É uma das plantas mais úteis para a as regiões semi-áridas.
Na Índia e na África, a Moringa é encontrada crescendo em áreas próximas à cozinha e em quintais, onde as folhas são colhidas diariamente para uso em sopas, molhos e saladas. Possuem um alto conteúdo de proteína (27%) e são ricas em vitamina A e C, cálcio, ferro e fósforo.
Saudações,
BRITO
Cote Consultoria - Divisão de Cereais
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E-mail: cote@cote.com.br
(44) 3025 - 1715
(44) 9973 - 6800
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