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OPINIÕES
E COMENTÁRIOS
Meu caro Hernani, biobaiano descendente de Mem de Sá.
Detalhe a acrescentar à história dos primórdios
da motorização alcoólica: Na década de 30,
em Pernambuco, existiu uma Locomotiva movida a cachaça, digo etanol.
A propósito, vc ainda tem uma cópia do seu: "DIAGNÓSTICO
DA VIABILIDADE DOS ÓLEOS VEGETAIS COMO COMBUSTÍVEIS E LUBRIFICANTES"
de 1979? Se tiver, por favor...
Mesmo os ensaios de motores a OVN - Óleos Vegetais Naturais, sem
adaptação e sem aquecer os OVN, dão resultados fantásticos
em alguns motores Diesel com pré câmara de injeção
indireta, como é o caso de tua Parati com motor de Kombi com a
qual vc rodou ~90.000 km, e de minha Caldina com 48.000 km a OVN, além
de muitos outros.
De qualquer forma, qualquer motor Diesel vai muito mais longe, por baixo
1000 vezes, com OVN, do que qualquer motor a gasolina vai com álcool,
ambos não adaptados, é claro. Imagina então, se devidamente
adaptados!!!
Realmente, ficar puto e inconformado com a sacanagem oficial, é
pouco, muito pouco.
Meu caro Francisco
Quanto ao biodiesel, por enquanto, o programa nacional é adicionar
medíocres 2% no Diesel fóssil.
Não sei se o biodiesel (óleo vegetal transesterificado =
modificado) mantém as propriedades lubrificantes dos óleos
vegetais. Não sei se é inflamável. Sei que é
tóxico, caro e desnecessário.
Se simplesmente fosse adicionado 30% de óleo vegetal ao Diesel
fóssil, poderia-se eliminar o enxofre, e serem instalados os catalisadores
específicos (a serem desenvolvidos).
O óleo vegetal não agride o meio ambiente porque é
neutro, biodegradável, aliás, é ótimo alimento
para vermes, peixes, minhocas, galinhas, etc, e até para motores...
ou seja, promove a vida.
Utilizando 100% de óleo vegetal num motor devidamente adaptado,
continua imprescindível o oxi-catalisador, para reduzir ainda mais
as já menores emissões.
Quanto à produtividade dos óleos vegetais, por enquanto
temos números da ordem de 6.000 litros por hectare por ano para
o dendê, e 450 para a soja.
Digo por enquanto, porque estamos na fase embrionária das bioenergias.
Na realidade o uso das fantásticas bioenergias nem nasceu ainda,
pois continuam abortando-as criminosamente, como é o caso no nosso
fantástico proálcool, onde até hoje, continua estupidamente
proibido ao pequeno produtor comercializar seu álcool combustível.
Definir qual planta é melhor para produzir óleo, é
complicado, depende de vários fatores e é irrelevante, pois
cada uma tem seus prós e contras, tanto é que o óleo
de soja continua sendo o mais barato. O ideal mesmo é a diversificação,
é favorecer a sustentabilidade. Hoje a turma do biodiesel aposta
aqui muito no tal do Pinhão Manso (Jatropha 1.900 l/ha/ano), com
promessas fanfarronas de 10.000 litros ou mais... Fato é que cada
vegetal tem sementes e frutos, e portanto cada vegetal produz óleo
vegetal.
O importante é começar, e por isso até apoio pessoalmente
as mentirosas iniciativas do biodiesel, pois afinal, daqui a alguns meses
ou anos, quando se derem conta e acordarem para a nua e crua realidade,
pelo menos teremos as oleaginosas plantadas e produzindo... uma maravilha...
e adeus subsidiado, caro, tóxico, complicado e desnecessário
biodiesel.
É importante também aproveitar a propaganda da agricultura
familiar, para plantar as oleaginosas, pois assim os pequenos agricultores
podem parar de plantar o cancerígeno e estúpido tabaco,
para se dedicar a comida, combustíveis e matéria prima,
com renda garantida, e preferencialmente no fantástico sistema
agroecológico orgânico.
Meu caro Gert
Anunciar que o carnaval com alguns trios a 2% de biodiesel é:
"A maior festa popular de energias limpas do mundo" realmente
é coisa de repórter ignorante, em falaciosa mídia,
a mando de ONGs fajutas.
Embora seja uma mentira deslavada, pelo menos chama a atenção
para as fantásticas bioenergias, e quem sabe no ano que vem teremos
trios elétricos a óleo vegetal, ou etanol, já que
o nosso desprezado e sacaneado álcool está sendo cobiçado
no mundo todo, e pasme, aqui, ao invés de se promover a agricultura
familiar do etanol, ou seja: a produção e comercialização
de álcool pelo pequeno produtor, esta fantástica fonte de
renda distribuída continua rigorosamente proibida por lei, apesar
de todo o bla-bla-blá do biodiesel "familiar". BABACAS,
PORCOS, VAGABUNDOS, INCOMPETENTES, CORRUPTOS, LADRÕES. Tanto são,
que já tem animais eleitos desta espécie, bolando leis para
proibir o óleo vegetal natural como combustível, e aumentando
seus impostos.
Meu caro Meurer
Muito obrigado pelas palavras de apoio. Já incluí teu endereço
em minha lista semanal.
Só quero enfatizar que motores Diesel de injeção
indireta com pré câmara necessitam apenas de 1/3 de kit (uma
bomba auxiliar) sendo que os motores de injeção direta,
incluso os modernos eletrônicos necessitam do kit completo para
aquecer o OVN, ou então serem abastecidos com misturas de 30% de
OVN e 70% de Diesel fóssil no inverno e 50% de OVN no verão.
A mídia é tão bêsta, que apenas divulga sensacionalismos
esotéricos e pesquisas técnicas mirabolantes em minúsculas
escalas teóricas de laboratórios míopes astronômicos,
se omitindo em divulgar coisas reais e testadas, como os motores a OVN,
ou a combater leis estúpidas como a proibição de
comercialização do álcool em agricultura familiar,
ou mesmo a putaria tarifária da EE onde a Mariasinha paga R$0,45
pelo mesmo kW que o antonhão e seus 40 e tantos babás recebem
a R$0,07.
Meu caro Sérgio
Gostaria de lembrar que além de eucalipto e de bambú, se
pode fazer álcool de toda e qualquer biomassa, ou seja, de palha
de arroz, sabugo de milho, casca de maçã...
E certamente o metanol ou etanol produzidos, por serem bioenergia, são
muito melhores que o metanol atualmente obtido a partir do gás
natural ou carvão mineral, ambos fósseis, e utilizado agora,
inclusive aqui no Brasil, para fazer o biodiesel metílico, mais
fácil e mais barato que o biodiesel etílico oligopolizado,
além de que a especificação do biodiesel metílico
estar próxima ao padrão das normas interncionais, facilitando
sua exportação, antes mesmo de abastecido o pífio
mercado interno de 2%.
Ou seja, o navio que traz o porcão Diesel, levará o porquinho
biodiesel... eita viagens suínas desnecessárias... que servem
apenas para cobrar porcos impostos e emporcalhar o meio ambiente.
Meus caros Alexandre, Sebastião e Bantel
Os carros serão menores e mais eficientes, meu caro Alexandre.
É patética a lei brasileira que permite luxuosas picapes
a subsidiado Diesel, enquanto o Zé Mané tem de se contentar
com sucatas a menos eficiente e cara gasolina. De mesma idiotice é
o atual subsídio ao porco gás natural fóssil.
Estúpidos são também os subsídios agrícolas
do primeiro mundo, que mascaram os preços, quer seja da bioenergia,
quer seja da comida.
O álcool da madeira é uma antiga realidade mundial, e corrigindo
os erros babacas do passado presente, que se perpetuam no etanol atual,
certamente teremos álcool das mais diferentes espécies arbóreas
e agrícolas, e preferencialmente produzidos na orgânica agricultura
familiar.
O oba-oba e sensacionalismo vazio é característico das energias
mundiais, meu caro Sebastião, que mais uma vez se repete na boba
estorinha do biodiesel. Assim tivemos 200 anos de emporcalhamento fóssil,
e vamos ter mais alguns poucos anos de oligopólio bioenergético,
pois os escolados e gananciosos ladrões do planalto, ignoram que:
não se deve matar as abundantes vacas leiteiras, com seus deliciosos
e nutritivos seios, chamadas: natureza e povo.
Quanto a tecnologias inadequadas, meu caro Bantel, o xisto, do qual ainda
se extraem alguns combustíveis fósseis, se torna menos "inviável"
quando se adicionam pneus velhos ou biomassa ao processo. Assim também,
todas as bioenergias estão em franco desenvolvimento, visto que
nos últimos séculos, elas foram completamente mal utilizadas
e desprezadas.
O extraordinário motor a óleo de amendoím existe
a mais de 100 anos, e até agora os mentecaptos megaindustriais
e velhacos políticos continuam cegos a seu uso e implantação.
Meu caro XXX
É assim mesmo, o registrador de EE anda para trás quando
se injeta energia na rede pública, e no caso de gerador de camping,
com gerador síncrono é preciso fazer o sincronismo entre
a tensão da rede e do gerador, o que no meu caso sugerido é
desnecessário pelo uso de geradores assíncronos (simples
motores elétricos que funcionam como geradores, quando ligados
na rede e quando forçados a rodar acima da velocidade síncrona),
onde a sincronização ocorre atomaticamente e por si só.
Quanto a adquirir um carro Paraguaio, vc precisa ter carteira de motorista
Paraguaia, e um endereço ou empreendimento no Paraguai.
Meu caro Pataro
Será que o incêndio em teu canavial foi mesmo acidental?
Ou será que a própria máfia do álcool, que
não aceita que vc produza álcool, para não mostrar
como é fácil e barato, não está por trás
também deste crime?
Fico inconformado que um batalhador de teu quilate, que produz álcool
ao custo de R$0,50 o litro, não tem apoio nenhum neste país
de sangue sugas vira latas filhos das putas a serviço dos poderosos
do poder mundial.
Se puder, chame o pessoal do rádio e jornal da cidade a fazer uma
matéria entrevistando o povo, enquanto vc vende teu álcool
em praça pública. Que pena que MG é tão longe,
senão te compraria uns 200 litros a R$1,50, pois adiciono 5% ao
óleo vegetal, para deixá-lo mais fininho. Ontem paguei aqui
R$2,19 pelo litro de etanol no posto...
Meu caro Eduardo
Agradecendo os rasgados elogios, penso que com a leitura do livro e das
"opiniões" na página www.fendel.com.br, tuas dúvidas
desapareçam ou diminuam...
O artigo que vc anexou é típico de quem defende o bobo biodiesel,
e desconhece ou ignora as experiências reais com os óleos
vegetais naturais - OVN.
Para utilizar os óleos vegetais nos motores basta um kit, do qual
tem mais de 50 "fundos de quintal" produzindo, principalmernte
na Alemanha.
O rendimento é praticamente o mesmo, na média 10% maior,
com 10% mais consumo.
Eu acredito que a vida dos motores pode ser maior com o uso dos óleos
vegetais... mas todas estas questões são conjeturas... não
sei o que é certo e o que é errado. Sei que minha sucata
Paraguaia que comprei com 200.000 km, já rodou 48.000 km a salada
de óleos vegetais, na minha mão... e sem kit... Paguei US$5.000
por um ferro velho que no Japão não vale US$1.000. Assim
é tratado o povo do quinto mundo, tem de se contentar e pagar caro
pelo lixo do dito primeiro mundo, e olha, não troco minha sucata
oleaginosa japonesa paraguaia por um medíocre Corsa novo, que arrebenta
a correia sincronizadora e faz um estrago homérico a cada 30.000
km. Aliás, nosso povo brasileiro é tratado por seus gatunos
governantes, pior que o restante do povo latino, pois nenhum bravo nativo
tupiniquim consegue comprar uma maravilhosa sucata destas... a não
ser com trambique. Eta país de capachos abobalhados, induzidos
pela vassala mídia a discutir futebol, olimpíadas, fofocas,
búzios e religiões.
A quem quiser se inteirar um pouco mais na mediocridade mundial do setor
das energias, sugiro ler o texto:
http://www.power.inf.br/notic_dia.php?cod=386
que trata sobre a privatização das concessionárias
elétricas e gás natural na Europa.
Aos interessados na porca Guerra do Iraque: onde o proibido urânio
empobrecido usado pelo porco Busch, continua contaminando a Europa, convido
a ler:
http://resistir.info/europa/du_europa.html
Meu bioamigo alemão Juergen descobriu esta entrevista (minha)
sobre bioenergias nas páginas da UDOP...
http://www.udop.com.br/geral.php?item=noticia
E para homenagear as mulheres, em seu dia 08/03, este mesmo meu bioamigo,
recomenda a leitura do artigo sobre sua idolatrada cientista Ana Primavesi,
uma referência brasileira e mundial no modelo de desenvolvimento
sustentável de exploração agrícola. A vida
pulsa forte nessa mulher carinhosa que foi capaz de deixar perplexos os
especialistas que se aprofundavam cada vez mais em suas análises
estreitas:
http://revistagloborural.globo.com/EditoraGlobo/componentes/article/
Ao final, anexei 4 artigos:
1.- Sabesp x veículos a GNV, onde nossos "especialistas"
no tratamento de água e esgoto, preferem utilizar o porco gás
fóssil, a utilizar o gás metano (biogás) oriundos
de suas estações de tratamento de esgoto, e como se não
bastasse, trocam limpos carros a álcool por porcos veículos
a fóssil GN.
2.- "Rede Globo de Telealienação" que trata sobre
o comprometimento do Lula com a rede bôbo...
3.- "Salve-se quem puder" que informa sobre os vencimentos da
marajá Denise Frossard e seu mísero salário de R$
45.000,00. Pergunto: pode um funcionário público com um
salário destes, se preocupar com os interesses do povo?
4.- "DENÚNCIA" que sugere que os "chacais"
pretendem agora silenciar (apagar, assassinar) os presidentes da Venezuela,
Hugo Chávez, e o da Bolívia, Evo Morales, por não
se adequarem "ao sistema mundial".
Desabobalhantes bioabraços
Eng. Thomas Renatus Fendel
www.fendel.com.br
Divulgação autorizada e desejável.
“O que se decide nos plenários públicos, são
encenações, teatro, uma vez que tudo já foi deliberado
na calada da noite. “Reunião? Perguntava Benedito Valadares.
Pois não, só depois de tudo decidido”!" - Frei
Cristóvão OFM
-----Mensagem original-----
De: Eduardo
Enviada em: sexta-feira, 3 de março de 2006 21:57
Para: thomas@fendel.com.br
Assunto: "BIOCOMBUSTÍVEL" e "ENERNET"
Catanduva-SP, 03 de Março de 2006.
Parabéns Thomas Renatus Fendel!!!
Li seu artigo sobre “BIOCOMBUSTÍVEL” e “ENERNET”
e apenas iniciei a leitura do seu livro, contudo, antes mesmo de absorver/esgotar
toda interessantíssima matéria quero parabenizá-lo,
incentivá-lo e, quem sabe, até participar deste simpático,
simples e auto convincente projeto social. Entendo ambos como “um
projeto social”, pois, têm a finalidade de melhorar a qualidade
e até garantir a vida no planeta e deve ser implantado com urgência.
Trata-se de medida emergencial.
Estaria honrado se pudesse responder ao meu contato.
Permita-me conjeturar.
O Partido dos Trabalhadores como um partido de esquerda jamais poderia
ter assumido a identidade do governo que o precedeu. Infelizmente constatamos
continuarem as benesses às elites e ao capital estrangeiro, portanto,
é improvável ou mesmo impossível ao governo que aí
está, ouvi-lo. Seu comprometimento não permitiria, sequer,
arrazoar a respeito. Fazem tão somente inventar projetos e medidas
sociais eleitoreiras sem nenhuma contrapartida de benefício à
sociedade.
Ainda ontem, assistimos a ascensão ao poder do ex-presidente Collor
em virtude de sua eloqüência e do medo das elites. Prometia
governar para os descamisados e seu grito maior era: “Caça
aos marajás”. Quem nesse país conhecia o “PRN”?
O ex-presidente tinha um plano de governo?
Acredito que a atual rejeição ao PT e ao PSDB pode ser lida
com o mesmo grau de intensidade que o medo que as elites tinham do “Lula”
naquela oportunidade, com uma diferença, a rejeição
que agora constato vem diretamente da sociedade, do cidadão de
bem. Todos sabem, não podemos mais suportar.
Talvez eu esteja “chovendo no molhado” ao dizer-lhe que um
político eloqüente que tenha no bojo das suas pretensões
a imediata criação de leis e a aplicação de
medidas que viabilizem a implantação da “ENERNET”
e a utilização do “BIOCOMBUSTÍVEL” e
transmitisse essa mensagem clara e honestamente ao povo, seria um presidenciável
praticamente imbatível.
Há partidos pequenos e sem expressão que poderiam servir
de casulo a uma pessoa com estas características e pretensões.
Pense nisso.
Ter encontrado sua matéria foi extremamente reconfortante. Tenho
pensado muito no assunto de “energia” nestes tempos difíceis.
O planeta já está carente e segue numa trajetória
suicida. Precisamos desesperadamente de alternativas.
Sou licenciado em Engenharia de Agrimensura pela Faculdade de Engenharia
de Araraquara-SP. Atuo como Perito Criminal da SSP-SP há 15 anos.
Tenho 49 anos, três filhos e três netos. Moro na cidade de
Catanduva, noroeste do Estado de São Paulo - ± 140.000 habitantes.
Thomas, sua matéria fala em utilização do óleo
vegetal bruto. Tenho visto algumas matérias sobre o assunto, como
esta a seguir que traz algumas poucas restrições. Gostaria
que comentasse.
------------------------------------------------------------------
Matéria elaborada por:
Pedro R. Costa Neto e Luciano F. S. Rossi
Departamentos de Química e de Mecânica do Centro Federal
de Educação Tecnológica do Paraná (CEFET-PR)
- Curitiba - PR
Giuliano F. Zagonel e Luiz P. Ramos *
Centro de Pesquisa em Química Aplicada - Departamento de Química
- Universidade Federal do Paraná - CP 19081 - 81531-970 Curitiba
– PR
Matéria pinçada do site:
Estudo: Produção de biocombustível alternativo ao
óleo diesel ...
A emissão de hidrocarbonetos proveniente da utilização
do biodiesel de óleo de soja é, de um modo geral, inferior
ao diesel convencional. ...
www.biodieselecooleo.com.br/biodiesel/ estudos/biocombustivel%20alternativo.htm
- 56k -
PODER CARBURANTE DE ÓLEOS VEGETAIS
A produção de biocombustível alternativo ao óleo
diesel, a partir de óleos vegetais brutos, tem sido alvo de diversos
estudos nas últimas décadas 9-14 . No Brasil, a instituição
do Programa Nacional de Óleos Vegetais (OVEG I) permitiu a realização
de testes com óleos vegetais de composição química
e grau de insaturação variados, cujas características
físico-químicas encontram-se parcialmente apresentadas na
Tabela 2 . Os principais óleos testados nesta investigação
foram os derivados de macaúba, pinhão-manso, indaiá,
buriti, piqui, mamona, soja, babaçu, cotieira, tinguí e
pupunha 15-17 .
A avaliação da qualidade carburante de óleos vegetais
requer a determinação analítica de, principalmente,
seu poder calorífico, índice de cetano, curva de destilação,
viscosidade e ponto de névoa. Do poder calorífico do (bio)combustível
depende a potência máxima a ser atingida pelo motor em operação,
enquanto o índice de cetano define o poder de autoinflamação
e combustão do óleo. Seu valor condiciona o desempenho global
do motor, refletindo na partida à frio, ruído e gradiente
de pressão. Comparados ao óleo diesel, os óleos vegetais
apresentam menor calor de combustão e índice de cetano similar,
ao redor de 40 ( Tabela 2 ) 16,17 .
A viscosidade, que é a medida da resistência interna ao escoamento
de um líquido, constitui outra propriedade intrínseca dos
óleos vegetais. É de considerável influência
no mecanismo de atomização do jato de combustível,
ou seja, no funcionamento do sistema de injeção. Esta propriedade
também se reflete no processo de combustão, de cuja eficiência
dependerá a potência máxima desenvolvida pelo motor.
Em relação ao diesel convencional, os óleos vegetais
apresentam valores de viscosidade bastante elevados, podendo excedê-lo
em até 100 vezes, como no caso do óleo de mamona 17 .
O ponto de névoa, que corresponde à temperatura inicial
de cristalização do óleo, influencia negativamente
o sistema de alimentação do motor, bem como o filtro de
combustível, sobretudo quando o motor é acionado sob condições
de baixas temperaturas. Esta é, portanto, uma propriedade que desfavorece
o uso de óleos vegetais in natura em motores do ciclo diesel, particularmente
em regiões de clima temperado, pois todos os óleos vegetais
até hoje investigados apresentam ponto de névoa superior
ao do óleo diesel convencional 17 ( Tabela 2 ). Para evitar os
efeitos da solidificação parcial de óleos brutos,
deve-se proceder ao seu pré-aquecimento, que pode ser efetuado
com a própria água de arrefecimento do motor. Alternativamente,
a utilização de aditivos apropriados no óleo vegetal
pode conferir-lhe maior fluidez, diminuindo o ponto de névoa e
favorecendo o comportamento fisico-químico do biocombustível
resultante.
Os óleos combustíveis derivados do petróleo são
estáveis à temperatura de destilação, mesmo
na presença de excesso de oxigênio. Ao contrário,
nos óleos vegetais que contêm triacilgliceróis de
estrutura predominantemente insaturada, reações de oxidação
podem ser observadas até à temperatura ambiente e o aquecimento
a temperaturas próximas a 250 o C ocasiona reações
complementares de decomposição térmica, cujos resultados
podem inclusive levar à formação de compostos poliméricos
mediante reações de condensação. A presença
de compostos poliméricos aumenta a temperatura de destilação
e o nível de fumaça do motor, diminui a viscosidade do óleo
lubrificante e acarreta diminuição da potência pela
queima incompleta de produtos secundários. Tal comportamento não
é observado com derivados metanolisados ou etanolisados (biodiesel),
cuja mistura é destilada integralmente a temperaturas inferiores
a 350 o C 16,17 ( Tabela 3 ).
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Por fim, peço que esclareça sobre: - Como utilizar óleos
vegetais, da forma como se apresentam nas prateleiras dos supermercados,
nos motores a diesel? Qual seu rendimento e se a sua utilização
prolonga a vida do motor?
Inteiramente à sua disposição e antecipando protestos
de estima e consideração, subscrevemo-nos,
Eduardo Carlos Seraphim
eduseraphim@uol.com.br
-----Mensagem original-----
De: Sergiopataro
Enviada em: sexta-feira, 3 de março de 2006 08:54
Para: Fendel
Assunto: Re: RES: visita
Fendel,
Meu canavial pegou fogo acidentalmente aproximadamente 10 meses atrás.
Agora está quase no ponto de corte, graças a Deus!
Estou me preparando para cometer um ato que sei que me trará grandes
consequencias... vou para um centro comercial (uma praça bem movimentada)
e estarei vendendo álcool produzido por mim... a intenção
é chamar a atenção das autoridades políticas
(não de policiais) para mostrar que eu como pequeno agricultor
(apesar de minha formação) já posso produzir álcool,
minha própria energia e que me considero liberto do sistema fóssil.
Não entendo... o grande usineiro diz que produzir álcool
só em grande escala, que é inviável o pequeno produzir
álcool... "Que pena, eu não estar presente nesta entrevista
na televisão... eu perguntaria primeiro porque que os usineiros
estão endividados... 2o. que melhor que qualquer atividade rural
é produzir álcool... 3o. que é uma questão
inteligente agente unir porque álcool é um produto de demanda
mundial, daí não ter porque criticar o pequeno... ou seja,
não há necessidade de haver conflitos entre nós..."
Obrigado por mais uma indicação.
Um abraço, do amigo de Minas,
Sergio Pataro
-----Mensagem original-----
De: XXX
Enviada em: quinta-feira, 2 de março de 2006 22:21
Para: thomas@fendel.com.br
Assunto: Dúvida
Boa Noite Sr. Thomas,
Gostaria de pedir que esta mensagem não fosse divulgada em seu
site.
Então, ouvi hoje sua entrevista na CBN, o que me trouxe varias
informações que num primeiro instante achei fantasiosas,
depois fui atrás na Internet e vi que é real...Que existe
mesmo...
Só não entendi uma parte... Voce pode "injetar"
energia na rede eletrica e com isso o relogio de luz "anda para trás"?
É isso mesmo? No caso, com aqueles geradores domesticos para camping,
movido a gasolina não seria possivel fazer o mesmo?
E por fim, sempre vou ao Paraguay fazer compras, sempre tive interesse
em comprar um Toyota Caldina, por ser um excelente carro, diesel, barato,
confortavel... Porém achava que era necessário ser cidadão
paraguaio para tê-lo... Como faço para comprar esse carro
lá? É muito burocratico comprar lá, e rodar no Brasil,
mesmo sendo brasileiro?
XXX
-----Mensagem original-----
De: Alexandre A. Brasil
Enviada em: quarta-feira, 1 de março de 2006 22:32
Para: Debates na área florestal em língua portuguesa
Assunto: Re: RES: [Floresta-l] por que desprezar floresta como contributivo
na produção de combustivel líquido?
Talvez não sejamos os mais experts para falar sobre a produção
de álcool por eucalipto. Mas algumas contas de batateiro e algumas
previsões nós podemos fazer:
1) o dólar deve voltar a subir ante ao Real em um curto prazo.
2) o petróleo estará uns $50 dólares o barril e não
volta mais para trás!
3) a concientização do aquecimento global já é
uma realidade e os americanos já buscam carros hibridos e estao
largando as SUVs (substituição de tecnologia).
4) o subsídio americano e europeu para agricultura tende a cair;
em especial o subsidio para açucar feito de beterraba acabará
no ano que vem! Só de saberem desse último veja o que está
acontecendo com o preço do alcool de cana-de-açucar no Brasil!
Assim temos que, a própria produção de alcool competirá
por insumos (eucalipto, milho, cana, beterraba, etc).
O Fendel vai me matar com o que vou dizer, mas aqui os próprios
americanos já falam na produção de biodisel com composição
de derivados de alcool.
Então, eu acho que temos que "think outside the box"!
E começar a ter visão...
Risco? certamente há vários! mas como diz o ditado, "é
errando que se aprende" e não somente o Brasil, mas os Eua
já cometeram esse erro várias vezes! Será que essa
vez vai?
Eu vou lançar mais uma idéia. Não seria papel do
Serviço Florestal também atuar em reflorestameto em terras
arrecadadas e devolutas?
Alexandre Brasil
At 12:14 PM 3/1/2006, Sebastião wrote:
Prezados colegas,
Boa tarde.
Eu acho que eu não fui bem claro ou não fui entendido quando
falei da COALBRA e da produção de álcool a partir
da madeira. Quero deixar bem claro que não sou contra a mesma,
entretanto, mantenho a minha posição quanto a
necessidade de estudos de viabilidade e não um oba-oba como foi
a época da criação da COALBRA. Espero que desta feita
eu tenha sido mais claro e não paire dúvidas quanto a minha
opinião.
Não resta a menor dúvida de que a pesquisa pode dar resposta
a tudo, o problema não está na pesquisa, mas sim, no oba-oba
que muitas vezes caracteriza os programas brasileiros.
Quanto a ética ou a falta de ética dos produtores dos usineiros,
a mesma pode e deve estar presente em tudo, inclusive no setor florestal,
pois o mesmo não é imune aos picaretas. Acho que se deve
discutir o tema sem paixão, mas sim com a razão e a lógica.
Não é Bantel?
Atenciosamente,
Sebastiao.
-----Mensagem original-----
De: floresta-l-
Enviada em: quarta-feira, 1 de março de 2006 12:36
Para: floresta-l
Cc: redeflorestal-br@yahoogrupos.com.br
Assunto: [Floresta-l] por que desprezar floresta como contributivo na
produção de combustivel líquido?
Para esclarecer, a COALBRA foi criada pelo governo federal, usando tecnologia
inadequada ( própria para produzir glicose, arcaica e grande consumidora
de energia, desequilibrando o balanço energético entre produção
e produto. Além disto mantinha uma burocracia espantosa, com duas
diretorias competindo entre sí (ou não, sendo uma no Rio
de Janeiro e outra no Triangulo Mineiro, cada uma com 500 pessoas no quadro.
O físico Rogério Cesar Cerqueira Leite (Folha de São
Paulo, 12/4/ 6/5/2005) menciona, entre outros programas (alcool de madeira,
alcool de mandioca, biodiesel de soja), de besteirol e macaquices o programa
COALBRA. Diversos combustíveis líquidos de origem orgânica
são competitivos a partir de US$25,- barril de petróleo
(quanto está hoje?), segundo economista da Agência Int. de
Energia. Quanto ao Pro-alcool (que deu certo e serve de exemplo aos demais
e cuja tecnologia de melhoramento genético foi copiado da pesquisa
florestal), e a produção de combustível a partir
da cana de açúcar, este, sempre estará na balança
da oferta e procura, competindo com o açúcar refinado, bem
como na ética empresarial dos usineiros. Enquanto o mercado mundial
procurar açúcar, o combustível vai custar caro (em
termos
relativos). Nosso país tem inúmeras oportunidades de desenvolver
econômicamente bioenergia, de diversas origens, considerando nossa
extensão, nossas condições físicas e nossa
diversidade, inclusive a partir de madeira, manejada em áreas nativas
e RL, como de florestas plantadas. O balanço energético,
a tecnologia adequada, o desenvolvimento tecnológico e os devidos
incentivos ou financiamentos devem nortear as decisões. Não
daria um tiro no pé, desprezando nossa capacidade e viabilidade
da produção florestal contribuindo na produção
de combustíveis líquidos. A pesquisa tem resposta para tudo
isto e em pesquisa florestal (também agrícola) o Brasil
é atualmente imbatível. Bantel
Sebastião escreveu:
Prezados Alexandre, Fendel e demais colegas,
Bom dia.
Muito embora eu não seja nenhum expert em energia, muito menos
na sua produção, gostaria de meter a colher na questão
da produção de álcool a partir do eucalipto, pois,
como sou um pouco mais velho eu já vi esse filme antes. Lá
pelos idos de 70 e 80 foi lançada a idéia de fabricação
de álcool a partir de árvores, particularmente, o eucalipto,
inclusive, foi criada a COALBRA, teve uns colegas do IBDF que foram à
Rússia, pois era quem dominava a tecnologia (pelo menos isso foi
dito a época). Chegou a ser montada uma usina, se não estou
enganado, foi no Triangulo Mineiro. Foram vendidas, inclusive, ações
dessa empresa. Mas como outros projetos mirabolantes e sem o devido estudo
e seriedade que tal assunto requer, foi tudo por água abaixo. Portanto,
como diz o ditado popular "vamos devagar com o andor porque o santo
é de barro". Por outro lado, me parece que é mais lógico
aperfeiçoar e melhorar a produção de álcool
a partir da cana, visto que é uma produção que já
é tradicional (praticamente desde os primórdios da colonização
brasileira) e o Brasil detém o respectivo know-how. Quero deixar
claro que não sou contra a diversificação, entretanto,
é necessário que se tenha a devida seriedade com o tema
para evitar o fiasco do passado e a gastança desnecessária
dos recursos públicos. Por outro lado, se hoje já existe
uma grande campanha contra o plantio de exóticas, principalmente
do eucalipto, imagine a gritaria geral que será a proposta de que
esses plantios sejam ampliados para suprir a demanda de madeira para a
produção de álcool.
Gostaria de ouvir e saber da opinião dos demais colegas.
Abraços,
Sebastiao.
-----Mensagem original-----
De: floresta-l
Em nome de Alexandre A.
Brasil
Enviada em: quarta-feira, 1 de março de 2006 10:20
Para: Lista Floresta
Assunto: [Floresta-l] pergunta p Fendel
Caro Fendel e amigos,
ontem estive em uma palestra sobre alternativas de substituição
do petróleo com os derivados do etanol e metanol produzido por
cana e eucalipto. Foi comentado breviamente que o eucalipto é mais
eficiente que a cana, alem dos benefícios de médio-prazo
produzidos por esse (sequestro de carbono, regulação climática/hidrológica,
corredor ecológico, entre outras. Você tem alguma opinião
mais aprofundada sobre o assunto?
A palestra foi ministrada no Depto de Economia Agrícola da Michigan
State University e as previsões feitas são que existe a
tendência de que a partir de 2009 o consumo dos EUA substituirá
fortemente o petróleo pelo alcool e seus derivados. Nesse contexto,
eles vêem o Brasil como o maior parceiro mundial o qual pode ser
responsável por 40% da produção mundial. E qual a
política a começar a ser pensada?
Subsidiar o plantio de Eucalipto extensivamente e sustentavelmente daqui
para frente! É considerado um erro do passado ter parado com a
política de produção de combustivel e de produção
de C&T nesse assunto, assim como aconteceu no passado!
Então é hora do Brasil começar a pensar bem nesse
assunto, e começar a se planejar.
Alexandre Brasil
-----Mensagem original-----
De: sergio safe
Enviada em: quarta-feira, 1 de março de 2006 15:39
Para: redeflorestal-br@yahoogrupos.com.br
Assunto: Re: [redeflorestal-br] por que desprezar floresta como contributivo
na produção de combustivel líquido?
Grande Alexandre, senhor Bantel e demais colegas floresteiros
Alexandre, quem ta falando é o Sergio da UnB e que esta morando
aqui no Acre...Lembra?
Este assunto de produção de álcool utilizando madeira
como matéria prima é muito interessante.
Em relação a toda a diversidade da temática florestal,
eu venho me aprofundando mais sobre o uso e manejo dos bambus no Brasil,
maior motivo pelo qual venho me aventurando por terras acreanas. Gostaria
de dizer que muito mais produtivo que a cana ou o eucalipto, seria a produção
de álcool a partir do bambu, em especial a espécie bambusa
vulgares variedade vulgares ou a variedade vitata.
Tenho algumas coisas sobre o tema para quem quiser saber mais informações,
mas os maiores destaques para o uso do bambusa vulgares para a produção
de álcool esta no fato de ele ser extremamente rico em teores de
açúcar e amido, fácil de maneja-lo, como ele se propaga
via rizoma não ha a necessidade de plantios e tal, uma vez bem
plantado e só cortar. As bibliografias sobre o tema diz ser até
4 vezes mais produtiva que a cana de açúcar. Se for utilizado
o corte raso o ciclo de corte é de 3 anos, se for usado o corte
seletivo o ciclo de corte pode ser anual e a escolha de uma ou outra técnica
de manejo vai depender de outros fatores.
O Brasil já teve um programa para tal mas não preciso nem
dizer o que aconteceu, né? Coronelismo, lob político dos
produtores de açúcar, corrupção e todas estas
coisas clássicas que acontecem no Brasil.
Meu caro Alexandre, diferente dos EUA, no Brasil, infelizmente o peso
das decisões por aqui são muito mais no âmbito político
do que técnico.
É o que eu sempre digo: dinheiro e tecnologia nunca foi o nosso
problema, o nosso problema sempre foi político. Enquanto não
houver vontade política pode esquecer...vamos continuar sempre
na mesma merda... Gigante pela própria natureza e pequeno pela
ganância política.
P.S: O pais Honduras ainda continua produzindo álcool a partir
do vulgares.
Saudações brasileiras e florestais
Sergio Safe
-----Mensagem original-----
De: Meurer
Enviada em: quarta-feira, 1 de março de 2006 11:45
Para: thomas@fendel.com.br
Assunto: Oleo Vegetal
Prezado Fendel,
Depois de alguns minutos de pesquisa sobre a utilização
de oleos vegetais em motores, encontrei teu site, o qual saciou todas
as minhas duvidas "parciais" sobre tal tema. Pasmo fiquei sobre
a confirmação da utilização de oleos vegetais
em motores diesel sem requerer nenhuma alteração ou modificação
complexa.
E assim como tantos outros e-mails que li em tua sessão de opniões
e comentários, o potencial da utilização oleos vegetais,
principalmente para a agropecuária, neste momento de "entraves"
por parte de nossos governantes e das multinacionais que monopolizam o
setor, deixando o produtor descapitalizado, com a montanha de impostos,
supervalorização dos insumos e total desleixo com preços
minímos do nosso arroz com feijão. Todos nos alimentos,
a precisamos alimentar quem nos alimenta.
Enfim, gostaria de solicitar participar da tua lista de e-mail's, e mais
informações sobre a utilização de oleos vegetais
em automotores.
Grato pela atenção.
Att.
L. Meurer
Eng. Agronômo
Produzir Planejamento e Consultoria Rural
Alta Floresta - MT
-----Mensagem original-----
De: ECOLOGIA EM AÇÃO
Enviada em: quarta-feira, 1 de março de 2006 11:39
Para: vários
Assunto: Biodiesel no carnaval da Bahia
Prezados conterrâneos brasileiros não abobalhados pelo biodiesel
corporativo chapa branca e hegemônico mentiroso.
É chegado o momento e a hora de valorizarmos nossos agricultores,
nossos engenheiros, nossos empreendedores que tratam da questão
ao nivel socio-ambiental correto e ético.
Como Eng. Agrônomo, desejo me aliar aos engenheiros éticos
e patriotas que lutam pela utilização dos óleos vegetais
puros e usados, nos motores brasileiros.
Os nossos agricultores poderão se transformar nos detentores de
poços de petróleo verde - os óleos vegetais e o alcool,
e assim conquistarem a liberdade, se libertando da escravidão dos
impostos, da obrigatoriedade de comprarem os mais caros combustíveis
fósseis do planeta, conquistando a inclusão da cidadania,
a auto-confiança e a auto-estima, que nunca tiveram.
Não vou citar a todos os engenheiros ludicos dos oleos vegetais,
mas começo com o Bautista Vidal, Thomas Renatus Fendel, Klaus Prehn,
Hernani Sá, e tantos outros que sempre foram marginalizados, dopados,
roubados e desprezados pela ação das ganges dos monopólios
dos combustíveis fósseis e seus cupinchas.
Vamos prestar atenção.
Vamos valorizar nossos profissionais brasileiros que enxergam o que a
Corporação que nos escraviza não quer admitir por
questões óbvias.
As mensagens que vocês lêem abaixo dizem tudo. Não
é preciso acrescentar mais nada.
Gert Roland Fischer
-------Mensagem original-------
De: Fendel
Data: 03/01/06 10:42:43
Para: HernaniLopes de Sá Filho
Cc: Conte; Oscar; Odair; Sopchaki; Telmo; Gert
Assunto: RES: Nas minhas barbas! [UMA-Jornal Digital] Biodiesel no carnaval
da Bahia
Meu caro Hernani
Nossa estratégia é fazermos um "cala bôca",
juntando nossos esforços para no carnaval que vem, junto a alguns
parceiros, demonstrarmos um trio elétrico com 100% de óleo
de dendê.... em Salvador, devidamente pintado e fraseado: "Movido
100% a óleo de dendê" - "Não é caro
biodiesel! e nem seus ridículos 2%"
E temos que começar já...
Bioabraços
Fendel
-----Mensagem original-----
De: HernaniLopes de Sá Filho
Enviada em: quarta-feira, 1 de março de 2006 10:05
Para: Thomas Fendel
Assunto: Nas minhas barbas! [UMA-Jornal Digital] Biodiesel no carnaval
da Bahia
Caro Fendel,
Coisas desta natureza(abaixo)me deixam revoltado e injuriado;
principalmente quando vem de uma universidade que presenteei com projetos
de energias desde 1994 enfocando principalmente os OVN(dendê).
O projeto me foi arrebatado por bandidos (professores) vindos de fora,
com apoio dos seus dirigentes.
Tem me dado muito trabalho, mas vamos ganhar e expulsar estes bandidos.
Agora veio mais esta wwi-.....(americana), para divulgar o ridículo
2% de biodiesel no carnaval da Bahia e dizem que não polui... é
foda!
Abraços,
Hernani Sá
Abaixo o endereço para você também dar uma porrada
!!!!
----- Original Message -----
From: UMA Digital
To: worldwatchbrasil@yahoogrupos.com.br
Sent: Wednesday, March 01, 2006 7:35 AM
Subject: [UMA-Jornal Digital] Biodiesel no carnaval da Bahia
Folha de São Paulo
28 de fevereiro de 2006
Biodiesel no Carnaval da Bahia
Eduardo Athayde
O Brasil está no centro das atenções internacionais
quando o assunto é biocombustível. Foi alvo de rasgados elogios
do presidente americano George Bush pelo uso do álcool e das novas
tecnologias "flex fuel" e foi apontado pelo WWI (Worldwatch Institute)
como "Arábia Saudita dos biocombustíveis". Abatido
pelas pesquisas, Bush afirmou, em inesperado discurso, que os EUA "sofrem
de um vício em petróleo que precisa ser combatido".
Parece que os orixás da Bahia já previam. O mesmo dendê
que ferve a moqueca e frita o acarajé pode também mover os
trios elétricos no Carnaval. O biotrio, trio elétrico de última
geração, movido a biodiesel, conquista o folião e atrai
a atenção de investidores, transformando o Carnaval da Bahia
numa vitrine de negócios sustentáveis, econegócios
geradores de lucro social, econômico e ecológico integrados.
Lançado por Ivete Sangalo, com apoio da Universidade Estadual de
Santa Cruz e Universidade Livre da Mata Atlântica, no Carnaval de
2005, o biotrio já está fazendo escola. Neste ano, outros
dez biotrios usarão biodiesel. No ano passado, Salvador recebeu mais
de 2 milhões de foliões, uma densa massa humana animada por
95 trios e carros de apoio movidos a petrodiesel, poluente.
Atraídos pelas ondas de energias limpas, estiveram recentemente no
Brasil os donos do Google, gigante da internet, interessados nos investimentos
em energias renováveis. Na mesma época, chegaram executivos
de Bill Gates, que, além da Microsoft, é sócio majoritário
da agressiva Pacific Ethanol e quer liderar a produção de
biocombustíveis. Disfarçados de turistas, dirigentes dessas
transnacionais circularam pelas ruas de Salvador.
Neste ano, até Bono, do U2, está na boa terra com Gilberto
Gil, primeiro ministro da Cultura que entendeu a importância de "ressuscitar
no chão nossa semeadura". Bono, Gates e "os Googles",
globalmente antenados, poderão ligar as suas imagens mundiais à
contagiante folia da Bahia.
Os seis dias de Carnaval da Bahia são um hiato positivo entre notícias
negativas sobre o Brasil que dominam a imprensa internacional.
Registrando a folia baiana de 2005, que consumiu 16 milhões de litros
de cerveja e 9,3 milhões de litros de água num circuito de
25 quilômetros, estavam na Bahia 2.986 profissionais das maiores redes
de comunicação do mundo, nacionais e estrangeiras. Entre elas:
as americanas CNN e CBS; BBC, de Londres; Nippon, japonesa; RAI, italiana;
Directv, Euro TV.
Foram 283 horas de transmissão de TV, sendo 122 horas internacionais.
Acrescente ainda todos os principais jornais nacionais e os maiores estrangeiros:
"The New York Times", "Le Monde", "Corriere della
Sera", "Washington Post" e "El País".
E mais 176 sites e portais, 45 revistas e 65 produtoras de vídeo.
É uma janela para o mundo, geradora de mídia espontânea
(gratuita) de causar inveja a qualquer país ou governo. "Há
riscos e oportunidades de negócios (derivados das mudanças
climáticas) influenciando investimentos das corporações
ao redor do mundo", afirma Lester Brown, fundador do WWI, que desembarca
no Brasil logo depois do Carnaval.
Brown e Ted Turner, fundador da rede de comunicação CNN, lideram
um time internacional de novos especuladores sustentáveis com patrimônios
avaliados em cerca de US$ 30 trilhões, interessados em multiplataformas
de econegócios e que, receosos dos crescentes impactos negativos,
filtram seus investimentos, exigindo das companhias informações
sobre o consumo energético e o desempenho das suas emissões.
Sintonizada com o nervosismo da demanda internacional, a Petrobras assinou
contratos com quatro usinas fornecedoras de biodiesel, calibrando a pressão
do mercado interno e beneficiando cerca de 60 mil famílias de agricultores
familiares de Minas Gerais, Pará, Piauí e São Paulo,
Estados produtores de mamona, dendê e soja, usados na produção
do biocombustível.
A Bahia, maior produtora de mamona do país, deu um passo à
frente, articulando cooperações com a Califórnia, usando
a força da sua natureza lúdica para fisgar investidores atraídos
pelos encantos do entretenimento.
Se aproveitarem a dica dos biotrios e usarem biodiesel, os sistemas de transporte
coletivo dos centros urbanos transferirão recursos que hoje financiam
o petrodiesel para as lavouras das plantas oleaginosas, ajudando a despoluir
as cidades.
A auto-suficiência em petróleo, meta conquistada, é
menos importante hoje do que foi no passado. O desafio agora é gerar
excedentes para exportar energias renováveis por meio de econegócios
que melhorem a qualidade do ambiente urbano, com geração de
ocupação e renda no campo, alimentando as economias rurais
e redistribuindo riquezas. Exemplos de políticas ambientais defendidas
nas Metas do Milênio da ONU para grandes centros urbanos, concentradores
de riquezas e poluição -viciados em petróleo.
Há coisas que só a magia da Bahia pode fazer. Em breve, o
"Guinness", o livro dos recordes, poderá incluir mais um
registro do Carnaval da Bahia: "Maior festa popular de energias limpas
do mundo", anexando ao recorde de "maior festa de rua do planeta",
já conquistado.
Eduardo Athayde é diretor do WWI-Worldwatch Institute no Brasil.
www.wwiuma.org.br
-----Mensagem original-----
De: fgiannella
Enviada em: quinta-feira, 2 de março de 2006 19:54
Para: biocom@grupos.com.br
Cc: Bioenergia; Floresta
Assunto: [BioCom] Re: [TSP] Mídias, mentiras e mais mentiras...
Meu caro Fendel
Fiquei facinado com essa historia de motor a oleo vegetal. Gostaria de
colocar o que entendi, duvidas etc
Para tentar simplificar tentei comparar o biodiesel com o oleo vegetal;
vamos lá:
O biodiesel precisa de uma transformação no oleo, um processo
industrial complicado que se chama transesterização (total
dependencia), mas não precisa transformar o motor e ele é
poluente no caso de vazamentos.
Perguntas:
Ele aceita catalizador, ou seja, ele elimina o uso do enxofre no diesel
fossil possibilitando o catalizador? Ele explode a temperatura ambiente?
Ele pode ser usado sem nada de diesel de petroleo, nesse caso precisa
de catalizador?
O oleo vegetal não passa por um processo industrial (total independencia
do consumidor!!!!!) ao passo que o motor precisa ser modificado (apenas
R$500,00). Se usado até 30% com o diesel de petroleo não
precisa modificação no motor e podemos eliminar o enxofre
do diesel fossil possibilitando o uso do catalisador. Ele não explode
a temperatura ambiente e pode ser usado 100% sozinho sem diesel fossil.
pergunta:
Porque ele não agride o meio ambiente em caso de vazamento?
Quando usado sozinho, precisa de catalizador?
Independente das suas respostas, mesmo se voce não me convencer
que o óleo vegetal é poluente, já que o biodiesel
já é, temos aqui a maior vantagem, o uso do oleo em natura,
é só expremer as sementes e pronto!!! isso é uma
revolução sem precedentes, isso sim é liberdade,
dane-se a burocracia, eu quero meu carro a oleo vegetal.
Voce falou que com 1 litro de oleo vegetal rodamos 20Km qual a produção
em litros por hectare das plantas? Quais as plantas? Porque tantas? Nenhuma
é mais vantajosa que as demais? Dúvidas, muitas dúvidas,
se puder me ajudar eu agradeceria muito
Um grande abraço.
Voce é um herói.
Francisco
-----Mensagem original-----
De: ernanisa
Enviada em: terça-feira, 28 de fevereiro de 2006 21:29
Para: biocom@grupos.com.br
Cc: Bioenergia; Floresta
Assunto: [BioCom] O engenheiro e o tijolo--Re: Mídias, mentiras
e mais mentiras...
Colega Klaus Prehn, Fendel e demais.
Um engenheiro para construir, não precisa fabricar tijolos ou "inventar
a roda", como alguns fazem hoje em dia em virtude do proálcool
e biodiesel.
Você disse:
"O querido Bautista apenas copiou as antigas tecnologias alemãs
no Brasil, tornou-as públicas, nada mais. "
Nós sabemos que o Brasil não inventou o motor a álcool;
aliás o primeiro motor a álcool, que tenho conhecimento
foi a vapor(água aquecida com álcool);
invento do DÁ VINTE(acho que não dava tanto) que não
é alemão.
O mérito do colega e professor Bautista Vidal, foi de GUERRA,
Ele reuniu conhecimentos através de equipe muito competente, que
montou da STI e com base nas experiências passadas no Brasil e no
mundo (o Brasil também usou na primeira guerra, álcool e
gasogênio; vários estudos foram feitos no INT-Instituto Nacional
de Tecnologia), otimizou motores com projetos no CTA, com o Engº
Ernesto Stumpf.
Convenceu o governo militar tendo, como chefe o Gal. Ernesto Geisel (1974
a 1979).
Isto é, reuniu os materiais (não tijolos, telhas, argamassa,
cimento, etc.), elaborou e executou um projeto que possibilitou a implantação
do MAIOR PROGRAMA ENERGÉTICO MUNDIAL: O PRÓ-ÁLCOOL.
A exemplo do Bautista, que nos incumbiu em 1978, através do Diretor
do INT, Enos Vital Brasil, de buscar alternativas para os outros derivados
do petróleo. Também não inventamos a roda.
Identificamos os óleos vegetais e gorduras da biomassa, como as
melhores alternativas, para esse fim, iniciamos o levantamento do "ESTADO
DA ARTE", com o inventor do motor do ciclo diesel; o francês
Rudolf Diesel e...
Publicamos em 1979 o "DIAGNÓSTICO DA VIABILIDADE DOS ÓLEOS
VEGETAIS COMO COMBUSTÍVEIS E LUBRIFICANTES".
Fizemos diversos ensaios com OVN - Óleos Vegetais Naturais (não
é biodiesel) distintos sem mexer nos motores.
Infelizmente com a saída do presidente Geisel, tivemos que entregar
o nosso trabalho sobre OVN a seu sucessor Prof. José Israel Vargas
no governo Figueiredo.
TOMARAM NOSSO PROJETO DO INT E LANÇARAM EM 1980 O BIODIESEL (Projeto
OVEG), pela STI; MIC de J.I.Vargas, engavetando o PRÓ-ÓLEO,
com todas as distorções que conhecem.
Mais história em:
www.biocombustiveis.com.br
Como diz o Fendel (um dos grandes guerreiros da batalha final)...
Bioabraços para todos, com a vitória dos OVN.
Hernani Sá
"Sabesp investe em frota limpa"
1/3/2006 - A Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de
São Paulo) passou a investir na implantação do Gás
Natural Veicular, o GNV, em suas frotas.
A medida pode ser explicada pelos benefícios desse tipo de combustível,
como redução de custos - se for considerado os constantes
reajustes no valor da gasolina e do álcool, o desconto que é
obtido no IPVA e o menor gasto com manutenção do veículo
-, além da preocupação com o meio ambiente, pois
trata-se de um combustível limpo e seco que apresenta queima mais
completa, praticamente sem emissão de monóxido de carbono.
Benefícios - Estruturada em Unidades de Negócios, a Sabesp
já adotou o uso deste combustível em dez de suas 16 unidades.
Atualmente, possui 76 veículos convertidos, um número ainda
relativamente baixo num universo de 4,8 mil veículos da Companhia.
Porém, apresenta uma frota passível de conversão
de 2,5 mil veículos nas categorias passageiro, comercial leve e
utilitário.
Antes de realizar a conversão, a Companhia analisa a viabilidade
técnica-operacional e econômico-financeira. Nesta análise
são observadas, dentre outros quesitos, as médias mensais
de kilometragem rodada; ano de fabricação do veículo
e perda da capacidade volumétrica (caçamba/porta-malas).
A Sabesp considera como ideal os veículos com injeção
eletrônica e que rodam mais de 1,5 mil quilômetros/mês.
A Unidade de Negócios de Tratamento de Esgotos da Região
Metropolitana de São Paulo registrou, em 2005, uma economia da
ordem de R$ 40 mil com o uso do GNV. Esta unidade da Companhia conta com
32 automóveis convertidos. Destes, mais de 60% rodam 24 horas por
dia nas regiões de Suzano, São Miguel Paulista, Parque Novo
Mundo, ABC, Barueri e Centro de São Paulo.
Por Canal do Transporte
"Rede Globo de Telealienação"
“Transformando seres humanos em não-pessoas!”
Como foi que Lula, que tanto criticava a TV Globo pelo
encaminhamento que ainda hoje pratica se passou para o lado da maior rede
de telealienação? A resposta está na dívida
da emissora para com o BNDES que a impede de sequer tangenciar a verdade
em sua programação e, assim, agradar enormemente ao desgoverno
petista. Vergonha das vergonhas para Ana Paula Padrão, outrora
boa jornalista, hoje reduzida a áulica portadora de lentes cor
de rosa incapaz de sequer tangenciar a notícia...
Antes de mais nada, é muito bom que todos revejam o documentário
sobre a Globo feito pela BBC de Londres. Chama-se 'Brazil: Beyond Citzen
Kane', (Além do Cidadão Kane) que Roberto Marinho impediu
a entrada no
Brasil por meios jurídicos de questionáveis a abertamente
corruptos. A
página CMI - Mídia Independente, disponibiliza o filme para
download
gratuito!
Maiores informações de download (o vídeo tem 423
Mb em formato AVI) em Muito Além do Cidadão Kane
Lamentemos o que a mais assistida rede nacional de telealienação
faz com a população: desinforma, confunde, bajula o governo
e omite a verdade!
Lamentemos as declarações de Palocci, na morte do "Doutor
Roberto" que não se sabe onde foi buscar o compromisso de
Marinho com a "construção da democracia brasileira".
Lamentemos o presidente Lula que disse ser o falecido "um homem que
veio ao mundo para prestar serviços à comunicação,
à educação e ao futuro do Brasil". Frase ainda
mais triste se recordamos um discurso feito em Sergipe, em 6 de setembro
de 1987. Lula, então deputado federal, disse o seguinte: "Nós
hoje somos um país com praticamente 20 milhões de crianças
abandonadas. Somos um país com 16 milhões de analfabetos.
Somos um país onde a história é contada pela Rede
Globo de
Televisão porque o senhor Roberto Marinho não faz outra
coisa a não ser mentir para o povo".
Pior Ainda!
Se em 1987 e em 1989 (como se vê no excelente documentário
"Além do Cidadão Kane", disponibilizado na página
da Central de Midia Independente) Lula criticava severamente a parcialidade
e cegueira da Rede Globo de Telealienação, a emissora, sempre
áulica, hoje defende os pontos de vista do PT, sempre contra o
povo brasileiro.
Há algum tempo, o "Jornal da Globo", que passa tarde
da noite e é apresentado normalmente pela Ana Paula Padrão,
gozava de alguma credibilidade. Fatos recentes excluem totalmente esta
pífia credibilidade...
Quando o noticiário nacional, em todas as outras emissoras de TV,
Rádio e Jornais informavam dos problemas envolvendo a remessa escusa
de divisas pelo presidente do Banco Central, assim como pelo presidente
do Banco do Brasil, além de informar que o presidente do Banco
Central sonegou imposto de renda e cometeu falsidade ideológica
junto à Justiça eleitoral, enquanto o presidente Kasseb,
do Banco do Brasil, desviava recursos do Banco para a aquisição
de uma monumental e suntuária sede para o PT, o "Jornal da
Globo", na voz de Ana Paula Padrão "anunciava":
"a economia finalmente atingiu a retomada do crescimento!" ou
"jacaré dá luz a filhote no zoológico de Recife",
ou ainda "Lula vibra com o filme Pelé Eterno!"
A Globo é assim: quando interessa - tem dívidas monumentais
com o BNDES e não pode contrariar o governo, qualquer governo -
nada de manchetes, nada de noticiário, muita auto-referência
- fala-se dos atores de novelas no
Faustão, fala-se de novos grupos desconhecidos de rock ou pagode,
mas nada que interesse para informar a população quanto
ao que de fato está acontecendo no Brasil.
Apenas para relembrar, durante a ditadura militar, a TV Globo foi adesista
de primeira hora, sempre contra o povo brasileiro e sua censura interna
sempre foi tão rigorosa que deixava atônitos os censores
da ditadura! Agora, com a anunciada volta da censura via sistema de regulação
de áudio-visual do Ministério da Cultura (que não
tem dinheiro para ninguém, portanto carece de moral para regular
o que quer que seja neste setor!)
"Salve-se quem puder"
Rede 3setor http://br.groups.yahoo.com/group/3setor
Somando todos seus vencimentos Denise Frossard recebe mais de 45 mil reais.
A Deputada Denise Frossard trabalhando apenas 14 anos, se aposentou com
aposentadoria integral de juíza (salário de R$ 18 mil reais)(na
aposentadoria incorporou um adicional de 45% ao salário, por tempo
de serviço)
Além disso, acumula o salário de deputada federal,(R$ 12.847,00)
auxílio moradia (R$ 3.000,00), auxílio paletó, verba
indenizatória (12.000,00) e outros benefícios, se transformando
em um dos maiores salários públicos do Brasil.
Ela gosta de se mostrar como uma política diferente, mas ganhando
R$ 45 mil não passa de uma marajá, que vive às custas
de salários indecentes tirados de nossos impostos!
"DENÚNCIA"
Carta O Berro.
Brasil, quinta-feira, 2 de março de 2006
O economista americano John Perkins confirmou essa semana no Panamá
que agentes da CIA assassinaram, em 1981, o general panamenho Omar Torrijos,
então presidente do país, cujo avião caiu em uma
região montanhosa no dia 31 de julho daquele ano.
Autor do livro "confissões de um assassino econômico",
Perkins declarou ao diário panamenho La Prensa que durante sua
vida como economista recebeu a missão de "disciplinar"
o governante panamenho, para que este aceitasse as "receitas"
promovidas pelo Banco Mundial, no sentido de aumentar a dependência
do país ao capital financeiro de Washington.
"Torrijos era um obstáculo para a CIA. Como eu falhei com
Torrijos, que não aceitou as minhas 'sugestões', eu sabia
que os chacais da CIA cairiam sobre ele", disse o economista, cujo
livro está na lista do New York Times como o dos mais vendidos.
Perkins explicou que as exigências constituiam em entregar ao Panamá
empréstimos colossais, para a construção de mega-projetos,
mas o dinheiro seria proveniente somente de fundos de empresas dos Estados
Unidos, o que desembocaria em dependência externa cada vez maior
dessa nação da América Latina.
O general panamenho se opos a tais políticas, mas de forma suspeita
acabou morrendo em 31 de julho de 1981, em um suposto acidente aéreo,
quando o avião que o levava caiu em uma zona montanhosa no norte
da província ocidental de Coclé.
Moisés Torrijos, um dos irmãos do general, sustentou durante
anos a tese de que o suposto acidente foi, na verdade, um plano da CIA
denominado "Falcão em Vôo", para impedir a projeção
política revolucionária na América Central. De fato,
diversos observadores mantiveram sempre a tese de assassinato pela CIA
de Torrijos, o general que resgatou para a soberania a zona do Canal com
a assinatura, em 1977, dos tratados Torrijos-Carter, no qual também
eram acertadas condições para as bases militares americanas.
Em recentes declarações à mídia internacional,
o economista americano assegurou que os mesmos "chacais" pretendem
agora silenciar os presidentes da Venezuela, Hugo Chávez, e o da
Bolívia, Evo Morales, por sua posição nacionalista.
Com informações da agência DPA e do La Jornada
_______________________XXXXXXX__________________
Meu caro Chiocheta
Somando os impostos das energias, aos impostos dos combustíveis,
percebe-se a dimensão do tetão de vaca que os lambusados
políticos não querem largar nem a pau.
Isso explica por que a porcobrás, ANP - agência nacional
dos porcocombustíveis, e a eletrobrás, atacam e escondem
os óleos vegetais, perseguem as microdestilarias de álcool
e proibem a microgeração de EE, mesmo em épocas de
apagão.
Somente atitudes mesquinhas, tolas, que tem como objetivo único
seqüestrar o leite e repartí-lo com "os amigos"
explicam tamanha sacanagem com o enganado povo.
Meu caro Gert
Tem textos e arquivos circulando pela interede, tentando transferir a
culpa dos desmandos oficiais para as costas da população,
como se o povo fosse responsável pela ladroagem instituída.
Comparam o roubo de um papel higiênico, de um clips, aos assaltos
contínuos dos políticos aos cofres públicos.
Parece até que Fernandinho Beira Mar e seus assemelhados, tem acordos
táticos com o poder, para não promoverem arrastões
nos labirintos da capital nacional, em assaltos que teriam total apoio
da massa popular.
Dias destes, uma amiga de uma amiga se ofereceu a distribuir em Brasília,
20 cópias de meu projeto de lei sobre os óleos vegetais,
a deputados e senadores. Qual não foi minha surpresa quando da
réplica ao meu agradecimento em nome do povo, ela me chamou de
hipócrita. Passada a surpresa da cassetada, hoje percebo que o
que ela queria era um "mensalinho", pelo seu "trabalho",
afinal, pelos corredores do planalto central, o que rola mesmo é
propina, e seus transeuntes nem sabem mais agir sem pensar primeiro no
bolso próprio e em míopes e ridículos benefícios
pessoais.
E pasme, devido à falta de um envelope com dólares anexados,
nenhuma destas autoridades se manifestou a respeito do projeto dos óleos
vegetais combustíveis.
Devem estar repletos de sugestões "melhores e mais rendosos".
Meu caro XXX
Se produzimos 90% de nosso porcotróleo, por quê aqui os
preços dos combustíveis fósseis sobem feito foguetes?
Um governo decente cuidaria para que apenas fosse exportado o excedente
de nossos biocombustíveis. Mantendo nossos preços em níveis
"decentes"... Afinal, qual a finalidade de um govêrno?
Se não faz nem isso, então, melhor oficializar a anarquia.
Qualquer cidadão do mundo dito desenvolvido acha caro pagar 5%
de juros ao ano, isso mesmo: 5% ao ano, enquanto nas republiquetas de
araque, o povo é induzido a pagar 10% ao mês... e quanto
mais araque, maior o assalto. Aliás desconheço nação
onde se permite tal cafetinagem monetária como aqui no Brasil.
A agiotagem oficial nacional, em pleno terceiro milênio, é
record mundial, em toda a história da humanidade. Nem nas republiquetas
ditadoriais da África, os banqueiros tem tamanha benevolência
como aqui, neste país de pinóquios públicos, em conluio
com as vassalas e abobalhantes mídias.
Aqui no país da maracutaia, a máfia mais recente se chama
auto-escola, que através de acôrdos com os Detrans, reprovam
os alunos com testes medíocres, para cobrar e repartir novamente
e repetidamente as caras taxas dos infelizes enganados.
Meu caro Patelli
Enquanto politiqueiros ignorantes promovem H2, Syn e Sun fuel, e outras
caixas pretas mirabolantes e idiotas, como fontes das energias futuras,
o mundo todo está babando pela real e virtual bioenergia brasileira.
Da real bioenergia fazem parte o etanol e os óleos vegetais. Da
virtual o biodiesel. Virtual porque continua na promessa e quiçá
não passe disso, como aqui já exaustivamente explicado (ver
"opiniões" em www.fendel.com.br).
Meu caro Brito
Obrigado pela deferência.
Quanto ao Pinhão Manso, não sei se esta euforia de produtividade
é boa ou ruim. É boa no sentido de promover os óleos
vegetais, mas é ruim no sentido de criar falsas expectativas, pois
a planta ainda não é assim produtiva como está sendo
"vendida". Em minha lista de produtividade oleaginosa, a Jatropha
(Pinhão Manso) aparece com 1892 litros de óleo por hectare
por ano, enquanto o Avocado (abacate) aparece com 2638 l/ha.ano.
Meu caro Milagres
Será que o Lula não tem ninguém que lhe informe
sobre os 100.000 veículos a óleo vegetal circulando pelo
mundo?
Será que o programa da "agricultura familiar" é
só pra providenciar matéria prima subsidiada aos oligopólios?
É um programa só pra "inglês ver"?
A produção de bioenergias distribuídas, como o etanol
da microdestilaria e os óleos vegetais, é exatamente o contrário
do que está sendo feito e proposto oficialmente.
A bioenergia é a redenção da agricultura familiar,
apenas se os próprios agricultores puderem "comercializar"
seus biocombustíveis, livremente, assim como vendem abobrinha,
manga e sementes. Isso não é óbvio e evidente? Será
que o Lula está cercado de incompetentes? Ou perpetuam a máfia
fóssil com discursos dementes? O que está por trás
de tanta burrice e mentira?
Meu caro Newton
De repente, a combustão de etanol produz aldeídos, como
se estes não fossem pós-queimados nos oxi-catalizadores,
e como se a combustão da porca gasolina ou do porco gás
natural não emitissem mercúrio, ciclanos e outras tantas
porcarias venenosas à atmosfera e à vida.
Ao invés de procurar pelo em ovo, temos que promover, e chocar
direito, o ovo da bioenergia.
Afinal a bioenergia é a única opção racional
para substituir os moribundos fósseis, que a cada dia se tornam
mais complicados de achar, de bombear e de produzir em quantidades suficientes.
Além é claro, da reversão do efeito estufa, pois
os vegetais comem muito mais CO2 do ar, do que o CO2 emitido pelo escapamento
dos respectivos motores, promovendo o efeito refrigerador.
De novo, meu caro Milagres
Este pessoal que pesquisa a "segunda geração das bioenergias"
deveria primeiro se inteirar e aprender sobre as insuperáveis qualidades
da "primeira geração das bioenergias", como óleos
vegetais, álcoois e biogás, além dos biocombustíveis
sólidos como madeira, resíduos e carvão vegetais,
etc.
Produzir biogasolina a partir da liquefação de qualquer
biomassa gaseificada, é um processo ineficiente, caro e desnecessário.
E sempre será. Aliás será cada vez mais estúpido,
na medida em que teremos que ser cada vez mais sustentáveis, para
que a natureza possa continuar a nos alimentar e a nos fornecer suas energias.
Nunca o homus babacus poderá competir com a graciosa e maravilhosa
natureza, que produz as carbono seqüestrantes bioenergias, completamente
e totalmente de graça.
Até na produção de nosso maravilhoso álcool,
trabalham quinquilhões de microorganismos, para transformar, digo
fermentar caldo em álcool. E nunca seremos capazes de produzir
vermes transgênicos que comam grama e defequem biogasolina. Nunca...
As únicas espécies deste naipe se reproduzem no planalto
central, nos enormes centros de pesquisa e na grande indústria,
com alterações: No lugar de grama comem grana e no lugar
da biogasolina defecam merda contaminada e contagiosa.
Minha amiga Clarissa divulgou o seguinte artigo:
http://panoramaecologia.blogspot.com/2006/03/
onde comento a realidade dos óleos vegetais.
Ao final colei um convite (em inglês) para investidores??? Que não
sei se é real ou fantasioso, mas o que me chamou a atenção
é o tipo de investimento: Um equipamento para reduzir a emissão
de NOx, que é exatamente o único dos inúmeros poluentes,
em que os motores a óleo vegetal são piores que seus equivalentes
motores a Diesel. Se essa redução de 97% de emissão
de NOx é real, isso seria algo fantástico, e igualmente
poderá então ser implantado nos motores a óleo vegetal.
Bioabraços
Eng. Thomas Renatus Fendel
www.fendel.com.br
Divulgação autorizada e desejável.
"Quando os missionários chegaram, os africanos tinham a terra
e eles a Bíblia. Eles nos ensinaram a orar com os olhos fechados.
E quando, finalmente, os abrimos, eles tinham as terras e nós tínhamos
a Bíblia." - Jomo Kenyatta - O primeiro presidente do Quênia.
-----Mensagem original-----
De: Emater
Enviada em: sexta-feira, 10 de março de 2006 11:11
Para: Fendel
Assunto: PAULO MILAGRES
UE quer uma 2ª geração de biocombustível -
Jamil Chade - O Estado de São Paulo
GENEBRA - A União Européia aprovou ontem um orçamento
de 68 milhões para que pesquisadores europeus estudem uma "segunda
geração" de biocombustíveis. O objetivo é
o de encontrar um produto que seja mais adequado tecnologicamente que
o etanol e com impactos ambientais menores que a plantação
de cana-de-açúcar.
"Embora o biodiesel e o etanol estejam entrando no mercado numa escala
cada vez maior, seu uso generalizado vai levantar problemas em relação
ao meio ambiente e à tecnologia", afirmou a UE em comunicado.
Ela está elaborando uma nova estratégia energética
para a Europa.
A segunda geração de biocombustíveis seria feita
a partir de uma síntese de biomassa em laboratório. Segundo
a UE, esse processo garantiria a qualidade necessária para um combustível,
além de um maior padrão ambiental.
Com os recursos liberados ontem, os cientistas iniciarão estudos
e um dos projetos será escolhido para ser testado. A EU avaliará
o produto com base nos custos, emissões de gás e eficiência
energética.
A EU também optou ontem por iniciar um estudo sobre quais são
as barreiras para a ampliação do uso da biomassa como combustível,
seja nas indústrias, no setor energético ou nos transportes.
Bruxelas quer que 5,75% do mercado de energia do bloco venha do biocombustível
até 2010. Para 2020, a meta é 20%. Muitos países,
porém, ainda resistem em pôr em andamento seus programas
de incentivo para o uso do biocombustível.
Apesar de todos os planos, os compromissos políticos até
agora não foram transformado em ações. A estratégia
anterior da UE, formulada há cinco anos, era a de conseguir que,
até 2005, 2% da energia no continente fosse gerada pelo etanol.
Mas muitos países sequer têm um plano ainda de como farão
isso.
No ano passado, a Comissão Européia, órgão
executivo da UE, chegou a ser obrigada a abrir processos contra sete países
que não seguiram suas recomendações e estabeleceram
metas abaixo do proposta pela UE para o uso do etanol.
Em 2004, quem mais produziu o biocombustível foi a Espanha, com
194 mil toneladas de etanol.
Mas segundo os analistas, essas são taxas ainda muito baixas e
inferiores à média mundial. Hoje, cerca de 10% dos combustíveis
no mundo são feitos a partir da biomassa, mas o Brasil e os Estados
Unidos são os grandes responsáveis por essas taxas.
Diante da baixa adesão dos países europeus, a Comissão
Européia estuda a possibilidade de transformar o uso do biocombustível
em obrigatório, e não apenas uma recomendação.
-----Mensagem original-----
De: Newton Pereira
Enviada em: sexta-feira, 10 de março de 2006 14:00
Para: thomas@fendel.com.br
Assunto: Álcool - onde ficam os outros custos?
Caro Fendel,
achei que pudesse se interessar.
Um abraco, Nn
...
Álcool - onde ficam os outros custos?
"Começa também uma guerra de informações
sobre as reais possibilidades energéticas do etanol e sobre seus
custos, incluídos todos os fatores. Fora os preços, há
quem lembre os altos custos, para o consumidor brasileiro, da transferência
das culturas de alimentos para regiões distantes. Há quem
acrescente a essas 'externalidades' os custos para a saúde humana
dos aldeídos emitidos na combustão. Ou o das emissões
na queima da cana. Há poucas semanas, correu mundo um estudo da
Universidade de Cornell que concluía não ser o etanol viável
porque, contabilizados todos os custos, consumiria mais energia para ser
produzido e transportado do que a energia que poderia gerar", artigo
de Washington Novaes - OESP, 10/3, Espaço Aberto, p.A2.
-----Mensagem original-----
De: Emater
Enviada em: sexta-feira, 10 de março de 2006 10:15
Para: Fendel
Assunto: petroLeo PAULO MILAGRES
FENDEL MATERIA DA ZOONEWS.COM.BR DE 10/03/2006
ABRACOS
PAULO MILAGRES
Juntem-se ao Brasil no plantio de petróleo
Luiz Inácio Lula da Silva*
O século 21 será marcado por um debate crucial: como podemos
tornar o desenvolvimento econômico e social compatível com
a preservação de nosso meio ambiente? O desafio é
enfrentado tanto pelos países desenvolvidos quanto pelos países
em desenvolvimento, mas as responsabilidades precisam ser divididas com
mais igualdade. A distância entre os países ricos e pobres
dobrou nos últimos 40 anos. Embora o mundo desenvolvido tenha se
beneficiado com a prosperidade gerada pelo progresso econômico,
os países pobres sofrem as conseqüências da degradação
ambiental resultante do crescimento descontrolado. Os países ricos
têm padrões insustentáveis de produção
e consumo. São responsáveis por 41% das emissões
de dióxido de carbono e seu consumo de matérias-primas é
o quádruplo do consumo de todos os outros países combinados.
Nessas condições, não há possibilidade de
um futuro sustentável.
A escala dos recursos naturais do Brasil é extraordinária:
a região da Amazônia contém 20% da água doce
do planeta e quase dois terços do País ainda são
cobertos por vegetação natural. Contra este pano de fundo,
temos implementado políticas que tratam diretamente de nossas preocupações
ambientais mais prementes.
Quando iniciei meu mandato, o índice de desflorestamento do Brasil
vinha aumentando numa média de 27% por ano. A partir do segundo
semestre de 2004, no entanto, pusemos em prática medidas para monitorar
o corte de árvores e tratar da questão da distribuição
de terras. O resultado foi a queda dramática do índice de
desflorestamento. Num país que sofre com profundas desigualdades
sociais, contudo, o sucesso da política ambiental depende em última
instância, mais que de qualquer outra coisa, de medidas econômicas
e sociais que sejam voltadas à preservação de nosso
ambiente.
Ao longo dos próximos dez anos, incluiremos mais 13 milhões
de hectares da Amazônia num regime de administração
que garantirá o ciclo de regeneração da floresta.
E nosso compromisso com uma abordagem responsável vai muito além
de nosso território. É imperativo pormos em prática
os compromissos do protocolo de Kyoto para combater o impacto potencialmente
devastador do aquecimento global.
Na busca por modelos econômicos novos e sustentáveis, a comunidade
internacional começa a reconhecer a necessidade de uma reformulação
radical do pensamento sobre a geração de energia, e o Brasil
responde usando fontes de energia limpas, renováveis e alternativas
em grau cada vez maior. Mais de 40% da energia do Brasil vem de fontes
"verdes", contra cerca de 7% nos países ricos.
O etanol que o Brasil produz a partir da cana-de-açúcar
está atraindo interesse mundial, pois é um dos mais baratos
e confiáveis combustíveis derivados de fontes renováveis.
Três quartos dos carros hoje produzidos no Brasil têm motores
flexíveis, capazes de funcionar com etanol, gasolina ou qualquer
mistura dos dois.
O governo tem implementado iniciativas ambientais que também trazem
benefícios sociais - por exemplo, na forma do projeto do biodiesel.
Produzido a partir de plantas oleaginosas, o biodiesel é significativamente
menos poluente que o diesel baseado no petróleo. Como ele pode
ser facilmente produzido por pequenos agricultores em algumas das regiões
mais pobres do País, o projeto combina proteção ambiental
com desenvolvimento rural e reduz a desigualdade social. Há um
grande potencial para o biodiesel na África.
O Brasil se prepara ativamente para um novo paradigma do desenvolvimento
que enfrentará os desafios ambientais e sociais das próximas
décadas. O etanol e o biodiesel são os componentes fundamentais
de nossa abordagem, e estamos decididos a "plantar o petróleo
do futuro". Convido-os a juntar-se a nós em nossos esforços.
*O presidente Luiz Inácio Lula da Silva escreveu para o The Guardian*
-----Mensagem original-----
De: COTE-Consultoria Ltda.
Enviada em: quinta-feira, 9 de março de 2006 18:01
Para: thomas@fendel.com.br
Assunto: ENC: custo de produção do Pinhão Manso
Estimado Thomas Fendel.
Segue reportagem sobre a plantação do pinhão manso
no MT e um pequeno comentário que fiz.
Eu o considero como a voz que clama no deserto e em breve alguém
terá que ouvi-lo.
Saudações,
Brito
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De: COTE-Consultoria Ltda.
Enviada em: quinta-feira, 9 de março de 2006 12:20
Para: cotecereais
Assunto: ENC: custo de produção do Pinhão Manso
Prezados.
Até que enfim, alguém tirou o chapéu para pensar!.
Se fosse um banqueiro, preferiria financiar 1.000 fazendas de pinhão
manso do que um hectare de soja, milho ou trigo. (coloquem na balança
os riscos).
Não quero dizer com isto que parem de plantar estes cereais. Mas
o produtor necessita procurar alternativas e não é só
pinhão manso, existem mais uma gama de outras culturas que os produtores
não precisam de um arsenal de máquinas, herbicidas, inseticidas,
adubos para colher um hectare.
Faz três anos que os produtores estão reclamando do mal tempo
e na verdade estão tendo uma redução drástica
na produção de soja, milho e trigo por hectare, causado
pela intempérie e apesar das frustrações das safras
a cada ano, o preço pago para o produtor esteve baixo e agora virou
abacaxi.
Imaginem se nestes três anos tivéssemos tido uma super safra,
os senhores acham que a soja estaria a R$ 35,00 a saca?
Quer queiram ao não as grandes áreas produtivas de soja
e outras culturas, é uma grande agressão ao meio ambiente
e a mãe natureza e os reflexos já estamos sentido; será
que nossos bisnetos irão saber o que é natureza?
Parabéns à todos incentivadores do pinhão manso.
Saudações,
BRITO
**************************************
Cote Consultoria - Divisão de Cereais
Visite nosso site: www.cote.com.br
======================================
08 de março de 2006 - 13h59.
Prefeitos de Mato Grosso discutem custos para produção do
pinhão manso
O coordenador dos consórcios intermunicipais de desenvolvimento
econômico, social e ambiental do Governo do Estado, Neurilan Fraga,
e prefeitos de 12 municípios discutem nesta sexta-feira, a partir
das 9 horas, no Hotel Fazenda Primavera, em Nova Olímpia, a viabilidade
econômica do cultivo de pinhão manso para viabilizar a cadeia
produtiva da oleaginosa e beneficiar pequenos agricultores.
Devem participam da reunião os prefeitos de Alto Paraguai, Nortelândia,
Denise, Barra do Bugres, Arenápolis, Nova Marilândia, Diamantino,
Nova Olímpia, Tangará da Serra, Santo Afonso e Porto Estrela.
Na ocasião, será apresentada uma planilha de custo de produção
da planta, cuja matéria-prima é um excelente combustível.
A planta encontrada nas regiões Centro-Oeste, Sudeste e Nordeste
do País concentra em seus frutos até 40% de óleo.
Caso os gestores públicos, que formam o Consórcio do Alto
Rio Paraguai, avaliem positivamente a proposta, a produção
dos agricultores será comprada pelo Grupo Barralcool, que irá
instalar uma fábrica de biodiesel no município de Barra
do Bugres (168 km a Médio-Norte de Cuiabá). “Vamos
definir se esta será mais uma cadeia produtiva”, adiantou
Fraga, da Secretaria de Desenvolvimento Rural (Seder).
Segundo ele, o cultivo do pinhão representa mais uma alternativa
de renda para o consórcio, que já está viabilizando
na região as cadeias produtivas da pecuária de leite, avicultura
de corte, heveicultura (seringueira), fruticultura (abacaxi) e ovinocultura.
A planilha de custos da produção do pinhão manso
foi produzida por um grupo trabalho formado por representantes da Secretaria
de Ciência e Tecnologia(Secitec), Fundação de Amparo
à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (Fapemat),Universidade Federal
de Mato Grosso (UFMT), Associação Mato-grossense dos Municípios
(AMM), Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e
Banco do Brasil.
Arranjos produtivos
Paralelo à reunião dos prefeitos, secretários de
Agricultura dos 12 municípios que formam o consórcio da
Bacia do Alto Rio Paraguai vão discutir, com representantes do
Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), a viabilidade econômica
para implantação de arranjos produtivos locais, fontes de
financiamento, assistência técnica, entre outras informações
que estarão sendo repassadas pela equipe do MCT.
Autoria: Nelson Francisco
-----Mensagem original-----
De: patellijr
Enviada em: quinta-feira, 9 de março de 2006 13:04
Para: thomas@fendel.com.br
Assunto: Brasil se prepara para adoção do etanol como um
novo
combustível mundial
http://news.ft.com/cms/s/3cb8e37a-af12-11da-b04a-0000779e2340.html
Jonathan Wheatley
March 9 2006 02:00
Grandes navios cargueiros sendo carregados com açúcar são
uma imagem
familiar nas docas de Santos, no sudeste do Brasil. Lá, esta cena
há muito tempo é um símbolo do poder imenso dos produtores
de cana-de-açúcar do país.
Recentemente apareceu neste cenário um novo símbolo do poder
dessa indústria: os terminais de etanol - um derivado da cana-de-açúcar
-, cujo surgimento indica uma mudança que terá implicações
para o futuro dos
combustíveis mundiais. O mercado mundial de etanol aumentou de
28 milhões de litros em 2000 para 49 milhões de litros no
ano passado.
"Dentro de 15 anos, o mundo terá um eixo orientador diferente
no setor de combustíveis", garante Jean-Paul Prates, um analista
da indústria do petróleo que trabalha no Rio de Janeiro.
"Se a produção de etanol continuar a crescer, a geopolítica
dos combustíveis mudará completamente".
Prates pode estar exagerando um pouco, mas o açúcar, o etanol
e o petróleo já estão se misturando nos mercados
globais. "A correlação entre os três produtos
se constitui em um fato de peso", afirma um importador londrino.
"Há fundos hedge (fundo que investe no comércio a prazo
de mercadorias para reduzir os riscos e a possibilidade de prejuízos)
voltados para o setor de energia que vêem o etanol como a próxima
grande tendência. Mas eles não são capazes de comprar
títulos futuros do etanol, já que não há mercado
para isso. Portanto, há uma nova e grande onda de investimentos
no horizonte,rumando para o setor açucareiro".
E o Brasil está mais bem posicionado do que qualquer outro país
produtor para aproveitar essa onda. Das 145 milhões de toneladas
de açúcar produzidos anualmente no mundo, o Brasil é
responsável por 28 milhões de
toneladas, deixando bem para trás o concorrente mais próximo.
Isso corresponde a cerca de 40% do açúcar negociado nos
mercados mundiais, e esta produção está aumentando
em quase 20% ao ano.
"O Brasil é o maior produtor de açúcar do mundo,
e também o país que produz com os menores custos, e isto
faz de nós a nação que determina os preços
globais", afirma Paulo Diniz, diretor-financeiro do grupo Cosan,
o maior produtor de açúcar e de álcool do Brasil.
O crescimento rápido desta indústria no Brasil é
um resultado da desregulamentação implementada na década
passada. Antigamente, o governo controlava não só os preços,
mas também quem produzia que quantidade de
açúcar ou de álcool anualmente, e a quem esses produtos
poderiam ser vendidos. A desregulamentação coincidiu com
uma grande desvalorização do real, um fator que se somou
às enormes vantagens naturais do Brasil, em
termos de clima e solo, para o cultivo da cana-de-açúcar.
Embora desde então o real tenha passado por grande valorização,
os produtores brasileiros mantiveram uma vantagem competitiva.
De fato, Diniz, da Cosan, afirma que a vantagem brasileira no que se refere
a tamanho e custos de produção permitiu que o Brasil superasse
o efeito negativo representado por um real mais forte sobre os mercados
de exportação, algo que contribuiu para o aumento recente
do preço. O açúcar não refinado está
sendo vendido a cerca de 17,5 centavos de dólar a libra, contra
o valor de dois anos atrás, de apenas cinco centavos a libra (mas
um preço inferior a um patamar recente de cerca de 20 centavos).
A expansão do Brasil no setor no decorrer dos últimos dez
anos obrigou outros produtores de baixo custo, como Austrália e
Tailândia, a reduzirem a produção. Com a recuperação
dos preços, esses países emergiram do processo de reestruturação,
e estão novamente faturando alto, embora os produtores continuem
relutando em investir na expansão.
Um outro fator que está por trás dos altos preços
é a remoção gradual de distorções nos
mercados globais, especialmente a recente determinação da
Organização Mundial do Comércio (OMC), no sentido
de que a União Européia (EU) acabe com os subsídios
à exportação do açúcar a partir do
próximo ano.
Toby Cohen, da Cizarnikow, uma empresa londrina de corretagem e consultoria,
afirma que as exportações da UE diminuirão de quase
8 milhões de toneladas neste ano para cerca de 1,5 milhão
de toneladas no ano que vem. "Grande parte da demanda global é
preenchida pelas exportações da UE, e os produtores brasileiros
serão capazes de ocupar este espaço".
Diniz afirma que o terceiro grande fator de estímulo à alta
dos preços é a nova relação entre açúcar,
etanol e petróleo.
Sempre houve uma forte correlação entre os preços
do etanol e do açúcar:
Cerca de dois terços das usinas açucareiras brasileiras
são capazes de modificar a sua produção de açúcar
para álcool, ou vice-versa, em uma questão de horas. A correlação
entre o petróleo e o etanol nunca foi tão forte, mas isto
está mudando. "Hoje o mundo está descobrindo o etanol",
afirma Diniz. "A demanda chegou a níveis nunca antes vistos.
O preço da gasolina comandará o preço do etanol e,
portanto, o do açúcar - de forma que o preço do açúcar
aumentará, saindo do controle brasileiro".
O mercado doméstico brasileiro demonstra o quanto pode aumentar
a demanda por etanol. A gasolina vendida nos postos brasileiros contém
25% de etanol, a maior porcentagem de álcool na gasolina do mundo.
Mas os consumidores podem também comprar o etanol puro, e o desenvolvimento
no Brasil da tecnologia "flex fuel" permite que eles decidam
que combustível comprar. Os carros flex fuel, que são movidos
a gasolina, a álcool, ou a uma mistura em qualquer concentração
dos dois combustíveis, respondem por 70% de todos os carros novos
vendidos no Brasil.
Ainda não se sabe se esta é uma tendência que tomará
conta do mundo.
Preocupações de ordem ambiental fizeram com que aumentasse
o interesse pela idéia, mas para que seja dado um salto rumo à
adoção generalizada do álcool, seria necessária
a existência de reservas bem mais abundantes.
Mas existem iniciativas na UE no sentido de aumentar a proporção
de etanol na gasolina de 5% para 10%. Isso geraria um grande aumento da
demanda, e o Brasil seria o melhor candidato para atender a este aumento.
-----Mensagem original-----
De: XXX
Enviada em: quinta-feira, 9 de março de 2006 11:54
Para: Undisclosed-Recipient:;
Assunto: Luis Inácio Lula da Silva e o Desmantelamento do Brasil.
Talvez você amigo esteja querendo saber o que está acontecendo
com a economia do Brasil. Em apenas três anos nosso custo de vida
subiu 45%. Em vinte e quatro meses a única moeda a valorizar-se
mais de 45% em comparação ao Euro, Yen, Juan Chinesa, Sterlin,
e o Dólar foi o Real. Que mágica existe por traz disto?
Quem está manipulando e onde quer chegar com isso?
"Não ajudarás o assalariado se arruinares aquele que
o paga" Abrão Lincoln.
Fábricas em vários setores fechando por todos os lados,
centenas de milhares de pessoas desempregadas, fábricas localizadas
no Brasil mudando-se para a China. Todos os setores industriais falidos
graças a quem? A gente não estava neste patamar três
anos atrás. Nossa competitividade mundial é zero. Nao temos
como exportar nada com este dólar manipulado por este gênio
barbudo. O preço do barril de petróleo é vendido
em dólar, o dólar desce, e o nosso combustível subiu
esta semana em torno de 10%. Deixe-me ouvir, Petrobrás é
nossa, eu achou que não! Nós somos 100% auto suficientes
em petróleo. Nossa gasolina custa agora em dólar $4.60 o
galão(3.8 litros) enquanto os Estado Unidos importa 30% do seu
combustível e um galão e vendido a $2.00 o galão
(mesmo com 30% de impostos), porém é 100% gasolina.. enquanto
o nosso é 30% álcool! Petrobrás continua exportando
óleo no preço de mercado, sendo que o dólar ainda
está EM BAIXA, porque será? Quem está pagando a diferença?
Meu amigo; a resposta é VOCÊ e EU. Nós estamos subsidiando
o preço do barril de óleo para a Petrobrás não
perder nada de seu lucrinho de 20 bilhões de reais. Eu repito:
Nós estamos subsidiando o preço do barril de óleo,
ou seja: estão exportando o meu e o teu dinheiro - isto é
roubo!
"Não ajudarás os pobres se eliminares os ricos"
– Abrahão Lincoln.
Já não temos competitividade em nada e agora, no próximo
vai subir o salário mínimo em $25.00 dólares. Mais
um prego no caixão do empresário brasileiro - algum maluco
ignorante esta brincando com nossa economia o tem um plano maléfico
e sinistro por trás disto.
Considere os seguintes fatos:
O PT ganhou esta eleição alegando que iria acabar com a
corrupção e acabou sendo o maior ladrão já
visto em 500 anos da história do Brasil. Em apenas três anos
roubaram mais do que todos os outros governos corruptos juntos! E continuam
impunes.
O PT recebeu mais de $6.000.000.00 da FARC (Colômbia) para ganhar
esta eleição. Eu entendo que quem da, quer algo em troca.
O que será isto?
O PT agindo em conjunto com Hugo Chavez (ditador da Venezuela), Fidel
Castro (ditador mais velho no mundo com uma fortuna pessoal calculada
em 600 milhões de dólares pela Forbes), tem planos para
nosso Brasil no qual vocês não concordariam.
O PT agindo de forma calculada e minuciosa em 2003 entrou em acordo com
bancos brasileiros; permitindo que estes fossem ao exterior para capturar
bilhões de dólares no mercado internacional a um custo de
4% ao ano, e trazer estes dólares para o Brasil. O resultado seria
que o dólar cairia gradativamente em 24 meses 45%, enquanto estes
bancos jogavam este dinheiro no mercado. Está lembrado quatro anos
atrás quando o dólar subia muito, o Banco Central anunciou
que iria leiloar dólares. O Banco jogava nosso dinheiro no mercado
e caia o dólar. E sim, o dólar baixou. Em paralelo pagamos
18.5% ao ano no capital estrangeiro que aumentou a queda do dólar,
e quem paga por isso somos nós. Quem ganha, são os estrangeiros
e nosso corruptos politicos! "Não poderás criar estabilidade
permanente, baseado em dinheiro emprestado"; "Não criarás
a prosperidade se desestimulares a poupança". Abrahão
Lincoln
Isso é manipular o mercado, o qual é proibido em qualquer
país livre no mundo - menos em um, o Brasil. Lógico estes
bancos iriam emprestar este dinheiro ao “povo” (que paga 60%
de juros por ano versus os 4% cobrado pelo banco no exterior), se enriquecendo
as nossas custas com a benção do PT. Em troca de quando
vier a eleição estes bancos terão que bancar a eleição
do PT em Outubro.
Enquanto o dólar caía o empresário sem perceber estava
indo a falência. Na época o dólar estava $3.84 e hoje
esta $2.11 (nosso ministro financeiro é um gênio e nos deixou
completamente sem condições de competir no mercado mundial).
Se isso não é a verdade é uma grande coincidência....
Por que é exatamente isso que está acontecendo e ainda irá
acontecer com o seu patrimônio aqui no Brasil. Duas coisas: o banco
vai ser o dono das indústrias, e o governo vai poder comprar a
preço de bananas todas as indústrias cujo ele próprio
induziu a falência, através da manipulação
do Dólar.
"Nao ajudarás os pobres, se eliminares os ricos". Abrahão
Lincoln
Uma vez chegada esta etapa, aí começa a Nova Ordem Social,
um Brasil 100% Socialista Radical. O PT vai distribuir tudo aquilo que
vocês conquistaram com muita luta e suor como, por exemplo, suas
fazendas, fábricas, indústrias, casas etc. - para os pobres
ou seja MST. Agora todos seremos iguais, quer dizer: sem nada! Absurdo
você diz, continue lendo..
O PT começou seu exército particular chamado Guarda Nacional,
lógico só pra ajudar a polícia quando precisar manter
ordem...(tipo uma revolta popular do povo quando descobrirem que foram
roubados pelo PT)
O governo tentou desarmar este País e foi repudiado em 70% da votação.
Foram confiscados em Julho de 2005 na fronteira com o Paraguai –
66.000 uniformes militares fabricados na China com a etiqueta “Made
in Brazil”. Será que o MST era o proposto recipiente destes
uniformes?
Hugo Chaves (grande amigo e conselheiro de Lula) importou 100.000 AK-47
da Rússia e as recebeu em Nov/05. Por que ele precisa de 100.000
AK-47s?
O PT fez questão de falir com nosso exército, porque será?
Amigos, em breve passaremos por tempos bem interessantes e difíceis.
O que vamos fazer sobre isso?
Para que o mal consiga vencer, é necessário só uma
coisa: Que homens de bom caráter fiquem calados.
"Não fortalecerás a dignidade e o ânimo se subtraires
ao homem a iniciativa e a liberdade; nao estimularás a fraternidade
humana se alimentares o ódio de classes". Abrahão Lincoln.
De um amigo Patriota.
Viva um Brasil Livre da escravidão do socialismo!
-----Mensagem original-----
De: ECOLOGIA EM AÇÃO
Enviada em: quinta-feira, 9 de março de 2006 10:20
Para: gfischer
Assunto: Fw: Perguntinha que não quer calar: Esposa de Presidente
é funcionária pública ???
Meus conterraneos babacas brasileiros,
Estamos permitindo que nos roubem e nos esbulhem e estamos rindo achando
que é problema do governo ?
Até quando vamos permitir isso?
Se estivermos preparando o Brasil para se tornar uma biafra estamos no
caminho certo !
Onde vai o dinheiro desviado dos hospitais, das estradas, dos portos,
das escolas, etc. .
Lula, fazendo caridade brasileira com os nossos tributos, aumentou a carga
tributaria sobre os comubstiveis em 2% dinheiro que esta prometendo quando
vai ao exterior - Inglaterra, que servirá para o fome zero mundial.
Comenta-se que quer presidir a ONU.
Lula perdou dividas de inumeros paises da America Latina, mas esta fechando
empreendimentos de brasileiros por que não consequem pagar todos
os impostos e taxas. Fala-se que quer ser o lider das Americas.
Lula ajudou chaves com dinheiro dos contribuintes brasileiros e acha que
os que não tem mais conta bancaria e não tem mais CNPJ gostaram
disso.
Agora o legislativo afronta o judiciario impondo molecagens sobre os eleitores
que querem continuara com as motretas de esquemas de eleição
ja distribuindo cargos nos estados e a verticalização estaria
atrapalhando
Uma noticia alviçareira para quem paga imposto demais e ainda resiste
com suas empresas com resultados mediocres.
O caixa dois foi oficializado ontem na absolvição de dois
deputados federais que usaram o caixa dois para suas eleiçoes.
Ainda bem. Agora os fiscais do ICMS, do IPI, do IR não tem mais
moral de buscar caixa dois nas empresas.
Não existisse o 2, todas as emprsas brasileiras ja teriam quebrado.
Não se resiste a uma carga tributaria desse tamanho, sem que se
opere o caixa dois.
Continuam as sacanagens contra nós, babacas brasileiros.
DESPESAS DA ESPOSA DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA!
Pela Lei, Marisa Leticia não pode ter despesas pessoais custeadas
pela União:
Não é funcionária pública, não tem
direito a diárias de viagens e roupas e cabeleireiro devem ser
despesas pagas pelo marido, já que a primeira-dama não tem
ocupação.
De janeiro a agosto, a funcionária Maria Emilia Évora usou,
via cartão, R$ 441 mil (R$ 198 mil em dinheiro sacado)para despesas
da primeira-dama. Equivale a uma média mensal de R$ 55 mil, ou
ainda, perto de R$ 1.800 por dia.
As despesas de janeiro a agosto, por outro lado, equivalem à alimentação
de 8.820 famílias pelos critérios do Fome Zero.
-----Mensagem original-----
De: Daniel Ciochetta
Enviada em: quinta-feira, 9 de março de 2006 15:43
Para: Thomas Fendel
Assunto:
Não o conheço pessoalmente, mas trocamos e-mail pela lista
solidariosbrasil@yahoogrupos.com.br,
Há um fator que talvez explique a grande vontade dos governos em
insistir no bio-disel e não óleos vegetais, bem como a proibição
de micro destilarias de álcool.
Não recordo ao certo a fonte, nem os números exatos, mas
o Estado do Rio Grande do Sul,(por exemplo),tem nos combustíveis
aproximadamente um terço de sua arrecadação. Como
me nego a acreditar que um terço das mercadorias circulantes no
estado sejam derivados de petróleo, se vê porque da angustia
governamental com as opções que você indica. A substituição
tributária permite ao governo que se cobre os impostos ainda na
refinaria, por meio da Petrobras, não havendo quase a possibilidade
de sonegação.
Não se esqueça que além alimentarmos a corja que
nos governa, é desse dinheiro que sai o pagamento de professores,
policiais, médicos, Justiça e outros serviços pela
metade que recebemos.
Ao ler o texto que segue do Luis Fernando Verissimo lembrei logo de você,
então leia, divirta-se ou chore, conforme seu estado de espirito.
Atenciosamente,
Daniel Ciochetta
Estamos prontos
Sonhemos. O petróleo acaba e o mundo passa a depender, para toda
a sua energia, do combustível vegetal. Biodiesel e álcool.
Ninguém tem tanto biocombustível para vender, ou terra para
produzi-lo, quanto o Brasil. Enquanto o Oriente Médio afunda no
seu subsolo vazio e a areia cobre suas refinarias e seus palácios,
o Brasil se transforma no principal fornecedor do sangue do mundo industrial.
Brasil, a Nova Arábia.
Já temos um começo de produção importante.
Já conhecemos a tecnologia. Com os investimentos das sedentas potências
industriais, nossa capacidade de transformar vegetal em energia se multiplicará.
E mais: ao contrário do combustível fóssil, o biocombustível
não acaba. Seremos os árabes do mundo por muito mais tempo.
E reproduziremos, aqui, o poder e o fausto do Médio Oriente, com
os dólares que nos inundarão. Afinal, se eles construíram
uma civilização feita de dólar no deserto, por que
não construiremos uma igual aqui, onde tudo cresce tão rápido?
De certa maneira, estamos nos condicionando para isso há muito
tempo. Finalmente entendemos o comportamento da nossa elite, que sempre
levou vida de xeique do petróleo sem o petróleo. Não
são insensíveis e fúteis, são visionários,
foram pioneiros. Estavam treinando para o nosso futuro árabe. Construiu-se
aqui a sociedade mais desigual do mundo como uma emulação
informal da desigualdade institucionalizada do Oriente, onde o contraste
entre a massa miserável e o potentado é tradição,
não má-formação. Estávamos sendo meio
orientais, inconscientemente nos preparando para tomar o lugar deles.
Até nossa corrupção, nos seus exageros, tem um pouco
dessa premonição de um dia sermos emires do biocombustível,
com sua inferição de que no Brasil dinheiro nasce na terra.
Com a China precisando de cada vez mais combustível e os americanos
cada vez mais incapazes de largar o vício da gasolina barata, o
petróleo não dura até o fim do século. Então
será a nossa vez. Temos a matéria-prima para substituir
o petróleo, temos a terra, temos a técnica, temos os xeiques
e temos a atitude. Estamos prontos.
Luis Fernando Verissimo
-----Mensagem original-----
De: Agustin Bivlpipgoqb
Enviada em: quinta-feira, 9 de março de 2006 13:49
Para: thomas@fendel.com.br
Assunto: dont be too late r
I subscribe to this newsletter so I got it before it goes out to the general
public. I thought you might want to see it. They always pick winners!
AdCapital Industries (ADCS)
Current Price: $0.75
News: Setting up manufacturing and distribution
Our expectations: As high as $2.65 in 1-2 months
We have a new tip; this one is going to take off. Remember we told you
about STTK first back in Nov. and it went up more than 200%.
AdCapitol Industries (ADCS) merits your full attention today.
ADCS has the answer to one of the world’s biggest problems.
Nitrogen oxides (NOx) caused by vehicles is one of the most dangerous
pollutants in the world. It’s the main contributor to ozone, acid
rain and a major contributor to water pollution and according to the EPA
is set to increase a chilling 38% by 2030. So dangerous is this pollutant,
it‘s one of Cal. Gov. Schwarzenegger's top concerns. In fact, Gov.
Schwarzenegger personally, has been in touch with ADCS and others to find
the answer.
The demand is now very intense for solutions from the rest of the U.S.
and Canada; large initiative programs are now set aside for their goals
for reductions.
Also, the United Nations recognized the threat to the world's climate
and in 1992, developed the "UNFCCC". It legally binds participating
countries to reduce their greenhouse gas emissions by the end of 2008.
They haven’t found effective solutions, until now!
It’s ADCS’s Auto Emission Post Regulator (AEPR), and according
to news from last Sept., testing by an independent government licensed
facility proved that ADCS's technology reduces emissions by an outstanding
97% for NOx and also considerably reduces other toxic emissions from vehicles
exhausts.
Better still for investors, interest in this company has begun to steamroll.
Here’s the News:
* Sept. 16, '05-- Auto Emission Post Regulator technology can beat Cal.
Gov. Schwarzenegger's strict Regulator technology can beat Cal. Gov. Schwarzenegger's
strict emission reduction targets by an outstanding 47% for NOx.
* Jan 4, ‘06-- ROKURA LTD., Romania, which specializes in fuel
management systems is working towards the purchase of a license agreement
to produce, sell, and distribute the Auto Emission Post Regulator.
* Feb 09, ‘06-- John Germanos, an affluent business tycoon from
Germany, requested a letter of intent and contract for Germany and Greece
from AdCapital Industries. Mr. Germanos is working towards the manufacture,
production and distribution in Greece and Germany of the Auto Emission
Post Regulator.
* Feb 27, ‘06--AdCapital Industries said that it is readying a
license agreement that would establish a market for its breakthrough technology
across Egypt and the Middle East.
So, what do you think ADCS shares will be worth when Wall Street finds
out ADCS owns the Globe’s best auto emission reduction device? You
can bet those 75-cent shares will soar.
How will the word get out about this company?
According to news on Sept. 16th, ‘05-- The Discovery Channel and
National Geographic are moving forward with plans to feature ADCS’s
AEPR on the show “Beyond Tomorrow”. Tentative plans on filming
the cutting edge show were set for early October, ‘05. So, production
most likely has begun and it could be aired anytime.
Here is a comparison: Lifeline Therapeutics, which has a youth supplement,
was on ABC’s Primetime. Right after the program, the stock went
to $20. ADCS’s technology is 10- times bigger; it is solving a global
problem, not just another fountain of youth promise. get in before $2,
imagine if it went to $20.
_________________________XXX_______________________
Meu caro Brito
Os tais "deuses" não necessitariam de comida, nem de
energia e nem de "esculhambar" com o próximo...
Mas, o homus estúpidus necessita, e muito, e cada vez mais.
Veja mais este impressionante e pioneiro estudo sobre a moringa, de meu
bioamigo Nikolaus Foidl da Nicarágua, que segue em anexo, em inglês,
e espero que alguém de nossas listas se habilite a fazer a tradução,
e a disponibilise para divulgação aos demais interessados.
Baseado na moringa e em suas pesquisas preliminares, este cientista de
pés no chão e mãos na massa, faz projeções
plausíveis bioenergéticas, como por exemplo: biogasoduto
na Nicarágua (e por que não países afora?), e/ou
produção de bioetanol em terras inóspitas, e/ou produção
intensiva de gordura animal (banha de porco), e, tudo atrelado à
produção concomitante de comida. Simplesmente fantástico.
E olha, meu caro Brito, o Nikolaus não é nenhum paraquedista
oportunista como o são os mesquinhos, preguiçosos, mal intencionados
e mal (in)formados defensores de: biodiesel, H2, Sun e Syn fuel, ar comprimido,
energia esotérica, coelho da páscoa e outras papagaiadas.
Meu caro Nikolaus
Quando vc vier ao Brasil em 2007, para implantar a moringa em Manaus,
organizaremos mais um congresso sobre bioenergias e culturas orgânicas,
com a participação de nossos especialistas: Clarissa Tag,
Hernani de Sá, Marcelo Guimarães, Sérgio Pataro,
Gert Fischer, Eder Zanetti, Telmo Heinen, Pastor Fuchs, Rolf Guiesler,
Oscar Baldonni, João Rockett, Raymundo Araujo, Bautista Vidal,
e inclusive nosso comum bioamigo Juergen da Alemanha, que aliás
me apresentou a voce virtualmente.
Faremos um congresso para demonstrar o que deve e pode ser feito, e desmascarar
as putarias instituídas deste setor.
Agradeço também o arquivo sobre as doces beterrabas tropicais
com produção de até 120 toneladas ano, para produçao
de açucar e álcool em terras áridas e ácidas,
superando a produção da cana.
A quem se interessar por este impressionante arquivo fotográfico
com 3Mb, favor se manifestar.
Meu caro Oscar
Hoje, reina na cabeça da politicagem e da oligarquia nacional
o lucro fácil e imediato. Pensam apenas em si, em nepotismo, e
se esquecem da vida dos próprios netos e filhos.
Isso explica as novas e estúpidas termoelétricas, em detrimento
de nossas fantásticas hidroelétricas.
Isso explica as besteiras que falam sobre as represas artificiais, e as
mentiras veiculadas pela porcobrás em favor de seus imundos, insustentáveis
e agonizantes combustíveis fósseis, incluso o sujo e corrupto
gás natural, importado da Bolívia, enquanto se joga fora
aqui, estupidamente e inutilmente, o mesmo porco gás fóssil,
queimado em tochas ao vento, em todas as refinarias e poços nacionais.
Meu caro Telmo
Este indivíduo: eng. paulo ludmer, que escreve futilidades sobre
bioenergias, não deve dormir direito, com o peso da sua consciência.
Ele é presidente da abrace, a máfia de ladrões que
compõe o clube de gatunos beneficiados, que querem abaixar ainda
mais os ridículos e imorais preços da energia eletrointensiva,
roubada do povo...
Precisa dizer mais?
Meu caro Hernani
Numa de minhas idas ao planalto central, tentei falar com a Heloísa
Helena em seu gabinete, mas sua incompetente secretária não
me deixou sequer aguardar na ante-sala...
O fato da HH ter sido expulsa do corrupto e mentiroso PT era um ótimo
sinal, e por isso lhe deixei uma cópia do ante-projeto dos óleos
vegetais combustíveis.
Quanto às jogatinas do tipo loteria federal, é mais um triste
exemplo de artimanha bolada para saquear o dinheiro do povo, pobre, iludido
e enganado.
Tomara que teu filho Hernani III seja eleito, para implantar projetos
bons e leis decentes, afinal ele tem o exemplo da luta incansável
do pai, em prol da sustentabilidade humana.
Meu caro Eduardo
É até difícil de acreditar no livro: "Confissões
de um assassino econômico" (ou como escravizar um povo, emprestando
para ele). Mas, a analogia do que ocorre no setor das energias, torna
evidentes as barbáries descritas.
Minha Clarissa querida
A exportação das bioenergias tupiniquins faz e fará
parte da depravada estratégia das hierarquias internacionais, apenas
se nós brasileiros continuarmos como babacas escravos, o que sempre
fomos. O sonho dos países ricos é perpetuar o colonialismo,
porque é das massacradas colônias que provém seu sustento,
suas energias, suas comidas, seus "juros", suas jóias,
suas matérias-primas, sua mão de obra "escrava",
afinal, pagar salário mínimo, é ainda mais barato
que sustentar a senzala.
Cabe a nós reagirmos e não deixarmos que levem nossos óleos
vegetais e álcool, quase que de graça, e ainda com isenção
de impostos.
Os gigantescos orelhudos somos nós mesmos, os coniventes.
Meu caro Sérgio
Se a Ministra Marina me respondesse, certamente, e com a devida autorização,
eu replicaria via listas...
Meu projeto de lei sobre óleos vegetais está em:
http://www.fendel.com.br/oleovegetal.html
Te desejo boa leitura.
Meu caro Kerber
Votar nulo quando não se conhece ou quando não se acredita
nos candidatos, é a melhor opção.
A minoria dos que lêem são bem informados... pois a grande
maioria dos jornais e revistas tem de ser bondosos com seus anunciantes
financiados pagadores de mensalões e campanhas políticas,
e portanto a verdade é o que menos lhes imteressa.
Meu caro Valfrido Pantaneiro
Ótima definição: "Estado Brasileiro Demoníaco".
Oras, se as leis lhes inportunam, mudam-nas, mesmo que seja a da gravidade...
afinal aqui ninguém percebe e reclama mesmo...
Meu caro Gert
Obrigado pelo envio da notícia: "Em vez de plantar mamona,
estão produzindo carvão." em http://www.portalverdescampos.com.br/noticias.asp?e=Geral&nid=15060
que apenas retrata a realidade do desnecessário biodiesel e de
afoitos projetos oportunistas...
De novo, meu caro Brito
Enquanto a caatinga vira fumaça em prol do biodiesel da mamona,
Irecê, a capital da mamona, vira fumaça...
Nem...; digo: só Fraud explica.
Meu caro Eder
Ótima a tua sugestão de produzir papel familiar, porque
papel se faz de qualquer biomassa, e isso seria promover a bajulada biodiversidade
na prática, na realidade.
Meu bioamigo alemão Juergen recomenda as seguintes leituras sobre
"terra preta", em inglês (3) e alemão (última):
http://www.css.cornell.edu/faculty/lehmann/terra_preta/TerraPretahome.htm
http://www.css.cornell.edu/faculty/lehmann/terra_preta/TerraPretaprojects.htm
http://vivisimo.com/search?tb=homepage&query=%22biochar%22&v%3Asources=Web
http://www.lebendigeerde.de/Ausgaben/portrait_2000-04.html
Que é terra encontrada no Brasil, muito produtiva e que provavelmente
foi preparada por índios, antes de serem catequizados.
Meu bioamigo confessa: se autoapelidou de "Diazotrophicus",
palavra que provém de Di-azo-trophicus, que significa 2-N-quebrador,
que é o nome da bactéria "acetobacter diazotrophicus",
descoberta pela lendária e extraordinária cientista Johanna
Doebereiner, bactéria que se encontra no caule e nas folhas da
cana de açúcar, milho, pés de café, folhagem
de abacaxi, etc, e que absorve nitrogênio - N2 da atmosfera. A bactéria
diazotrophicus desintegra a molécula de N2 e forma amônia
NH4, que a planta necessita, por exemplo, para formar DNA e albumina.
A cultura orgânica é muito mais sustentável e barata
do que o adubo nitrogenado proveniente da indústria química,
pois não custa nada, e a planta alimenta por sua vez a bactéria
com a glicose da fotossíntese, em compensação à
produção de amônia.
Sem a ajuda desta bactéria, a produção do etanol
brasileiro seria energéticamente negativa (gastaría-se mais
energia que a produzida), porque o então necessário processo
Haber-Bosch é de elevado consumo energético.
Por isso a veneração do meu bioamigo "Diazotrophicus"
pela Johanna Doebereiner e por pessoas que defendem e pesquisam a fixação
de nitrogênio biológico.
No forum alemão "Peak oil" muita gente já compreendeu
esta realidade e um engenheiro participante está virando agricultor
de milho.
A soja faz isso com a bactéria bradyrhizobium japonicum em suas
raízes, o que foi igualmente descoberto pela Johanna Doebereiner.
Senão a soja aqui seria "não rentável"
com adubação química, como ocorre nos EUA, pois lá,
...são muito bestas.
E quem quiser saber de mais maracutaias na porcobrás, leia:
http://www.power.inf.br/notic_dia.php?cod=564
E sobre o andamento da investigação de Itaipu, do caixa
2 equivalente a seu faturamento:
http://www.power.inf.br/notic_dia.php?cod=562
E sobre os cabides de emprego no setor elétrico:
http://www.power.inf.br/notic_dia.php?cod=567
E claro... tudo seguindo direto ao forno de pizza...
Antiabestalhantes bioabraços
Eng. Thomas Renatus Fendel
www.fendel.com.br
Divulgação autorizada e desejável.
"Quando os missionários chegaram, os africanos tinham a terra
e eles a Bíblia. Eles nos ensinaram a orar com os olhos fechados.
E quando, finalmente, os abrimos, eles tinham as terras e nós tínhamos
a Bíblia." - Jomo Kenyatta - O primeiro presidente do Quênia.
-----Mensagem original-----
De: ederzanetti
Enviada em: segunda-feira, 13 de março de 2006 19:27
Para: floresta-l
Assunto: [Floresta-l] PAPEL FAMILIAR
Gostaria de aproveitar o ensejo e as discussões pelo relacionamento
em fase de detereorização entre os Oligopólios papeleiros
e as organizações da sociedade civil, e lançar outra
idéia para a discussão no setor e eventual diminuição
dos conflitos, o PAPEL FAMILIAR.
O título é um mero plágio do programa de AGRICULTURA
FAMILIAR, que não fere e até estimula o agronegócio
competitivo, o mesmo pode e deve (fatalmente irá acontecer, assim
como a ARQUITETURA FLORESTAL).
ocorre que na revisão de literatura para o doutorado, encontrei
até o momento dois exemplos muito ricos da difusão dessa
prática, a de PRODUÇÃO DE PAPEL EM PEQUENA ESCALA,
na Índia existem 380 e em Myanmar,
300 pequenas indústria de fábrico de papel;
o PAPEL FAMILIAR não é interessante somente pela quebra
de um oligopólio industrial poderoso, mas também pelas economias
ambientais que acarreta no final do processo, com a diminuição
dos custos de transporte e consumo de combustíveis fósseis
para entregar o produto das costas para o interior do país.
Além disso, o PAPEL FAMILIAR é produzido, nos países
aonde as linhas já tem muitas vezes mais de 100 anos de existência,
utilizando matéria-prima oriunda de florestas nativas, principalmente
aquelas árvores defeituosas e de pequeno diametro, o que contribui
para a melhoria da qualidade das florestas no final dos ciclos produtivos.
o PAPEL FAMILIAR não é apenas uma forma de realizar uma
verdadeira distribuição de renda (envolvendo um dos setores
que forma mais riqueza no país), mas também uma contribuição
para o ambiente e a economia das
comunidades espalhadas por todo o país.
O PAPEL FAMILIAR é um passo importante na formação
de um BRASIL DE 500 MILHÕES DE HABITANTES,
saudações florestais
Eder
-----Mensagem original-----
De: COTE- Consultoria Operacional Ltda.
Enviada em: segunda-feira, 13 de março de 2006 22:24
Para: COTE- Consultoria Operacional Ltda.
Assunto: BRASILEIRAS E BRASILEIROS! CONFIEM EM MIM ! PLANTEM MAMONA! -
superprodução adia planos da capital da mamona.
BRASILEIRAS E BRASILEIROS! CONFIEM EM MIM ! PLANTEM MAMONA!
“QUE FALTA DE PLANEJAMENTO.... VERGONHA NA CARA, E RESPONSABILIDADE
SOCIAL.”
Governantes!!!!! POBRE TEM CORAÇÃO E SÃO SERES HUMANOS
e não fantoche nas mãos de alguns políticos!.
Brito
segunda, 13 março 2006 - Fonte: O Estado de S. Paulo
Irecê apostou no programa do biodiesel, plantou e viu o preço
da saca de 60 quilos cair de R$ 85 para R$ 20
O bom senso faria de Irecê, cidade do sertão baiano conhecida
como "capital mundial da mamona", um dos primeiros lugares para
montar fábricas do projeto biodiesel. A matéria-prima é
o ganha-pão de mais de 30 mil famílias de pequenos agricultores
que há quase seis décadas manejam o produto. Só que,
para eles, a realidade da política fez com que os maiores especialistas
de mamona do Brasil ficassem de fora do programa xodó do governo
Lula.
A região de Irecê tem 22 municípios cuja economia
é fincada no tripé feijão, milho e mamona. Planta-se
primeiro o feijão. Se vingar, é garantia da reforma da casa
ou da economia para comprar uma máquina. Depois vem o milho. Também
se vingar, vira o cuscuz e ração dos animais. Já
o mamoneiro, que vinga sempre, é a cultura de subsistência
que faz o produtor se fixar no campo.
Em muitos cantos, mamona é erva-daninha. As sementes explodem no
galho, voam pelo terreno baldio e viram outro pé. Quem se diverte
é a molecada, que faz "guerras" com a pequena bola espinhuda.
Em Irecê, a criançada sabe que o cultivo tem de ser levado
a sério. Os grãos viram um óleo de usos múltiplos,
torta de mamona e são moeda de troca.
A produção de Irecê é a maior do Brasil - a
região tem condições ideais para o cultivo. Na safra
2004/2005, foram produzidas 600 mil toneladas. A área plantada
foi de 200 mil hectares, mas já atingiu 250 mil hectares na década
de 80. Esse volume representa 80% da mamona nacional. Nos anos 70, o País
tinha a maior produção mundial. Hoje, está em terceiro
lugar, atrás da Índia (com 50% do mercado) e China ( 30%).
Neste ano, contudo, houve uma queda brutal na área plantada, que
ficou em 40 mil hectares. Lavouras foram erradicadas. Em novembro, agricultores
revoltados queimaram o fruto em praça pública. Ato compreensível
quando se descobre que o preço da saca de 60 quilos na época
do plantio da safra passada superava os R$ 85 e na venda despencou para
menos de R$ 20. A lei da oferta e da procura explica só em parte
essa gangorra dos preços.
"Os produtores, pela força da propaganda do governo, voltaram
ao hábito de plantar muita mamona", diz o prefeito Joacy Nunes
Dourado (PMDB), de Irecê, que cultiva o produto e teve de estocar
mais de 500 sacas. O Banco do Nordeste, órgão federal de
fomento, enviou técnicos para estimular e promover o produto. A
empresa estadual de apoio ao agricultor, EBDA, foi generosa no auxílio
técnico. O presidente Lula virou garoto-propaganda. "Todo
mundo achou que ia ganhar dinheiro", diz o prefeito, que, embora
faça críticas, é defensor do programa federal.
O projeto do biodiesel não vingou na região de Irecê
e nem mesmo uma fábrica de processamento (a de esmagamento, que
transforma a baga em óleo) foi instalada. Nos últimos meses,
só se ouviram notícias de unidades privadas de produção
de biodiesel sendo montadas no Piauí, Ceará, Pernambuco
e Rio Grande Norte. Os reis da mamona vão perdendo as esperanças.
"Moço, não sei se vai dar certo esse tal biodiesel.
Mas seria a solução da gente aqui", diz Rosa Alves
dos Santos, de 43 anos. Ela tem 16,5 tarefas, ou 7,2 hectares de terra.
Vive com cinco filhos em Alto Bonito, na cidade de Presidente Dutra. Recebe
o Bolsa-Família, mas o sustento vem da aposentadoria do marido,
Fausto Ferreira dos Santos, de 70 anos, e da lavoura de milho, feijão,
mandioca e mamona. Quando o dinheiro acaba, vai à venda com alguns
sacos de grãos e troca por mercadoria. Para 1 quilo de arroz, são
necessários 5 de mamona.
A mamona do platô de Irecê é comercializada numa cadeia
predatória para os agricultores familiares. Um quilo do produto
de dona Rosa vale R$ 0,40 na vendinha de Maria de Fátima Vieira.
Uma saca de 60 quilos custa, então, R$ 24. Ao juntar muitas sacas,
consegue vendê-las a atravessadores da Rua do Feijão, em
Irecê, a R$ 28 cada. Estes revendem a fábricas como Bom Brasil,
de Salvador, e A. Azevedo e Bioleo, de São Paulo, por preços
que variam de R$ 37 a R$ 42. São as grandes empresas que ditam
os preços, já que abastecem o mercado nacional ou exportam.
A mamona é uma commodity.
Seus derivados são muito cobiçados. Servem para produzir
lubrificantes de alta performance, xampus e batons, próteses mecânicas,
óleo de rícino, vermífugo animal e até antrax,
o pó tóxico. O biodiesel não é considerado
um uso nobre. Até a palha seca é mais útil. Estima-se
que um quilo nesse estado seja capaz de remover 750 gramas de carbono
da atmosfera. Ou seja, a mamona interessaria também no comércio
mundial de crédito de carbono (quando um país poluidor paga
para outro manter áreas verdes intactas).
Essas informações podem ser obtidas numa visita a Irecê.
Políticos, sindicalistas e produtores repetem os dados como um
mantra, e não se conformam em terem ficado a quilômetros
de distância do biodiesel. "O governo poderia ter acelerado
o programa se tivesse trazido os meios para instalar uma unidade na região",
diz Antonio Jorge Oliver, assessor da Prefeitura de Lapão, a primeira
a construir com dinheiro do Ministério do Desenvolvimento Agrário
uma fábrica de esmagamento do produto. Produzirá óleo,
não biodiesel.
Sem mercado e sem apoio, produtores como Carmelina Maria Queiroz, de 74
anos, vivem reféns da chuva, dos atravessadores e da má
vontade dos burocratas. Mãe de 16 filhos, construiu a casa simples
de adobe graças à mamona. Sonhava em melhorar. Por isso,
não se conforma quando lembra que o Banco do Brasil de Cafarnaum
lhe negou um empréstimo para comprar um trator.
Em julho de 1998, o candidato Lula visitou Irecê, a maior cidade
da região de mesmo nome, com 60 mil habitantes, e prometeu: "No
meu governo não faltarão incentivos para o pequeno e médio
produtor rural". Hoje, o produtor Arcelino Alves Neiva diz que Lula
"deixou cair uma construção que só faltava dar
um cimento no pé para assentar". Aos 76 anos, o veterano plantador
de mamona faz as contas e sentencia que não vai ver, em vida, o
programa de combustível alternativo chegar: "A mamona só
prestava para ser biodiesel se ficasse na casa dos R$ 20. Mas isso não
paga as despesas do agricultor".
-----Mensagem original-----
De: Valfrido M. Chaves
Enviada em: terça-feira, 14 de março de 2006 08:47
Assunto: Delírio?
O Estado demoníaco:
Vi expressão “Estado demoníaco” e confesso que
gostei. Se entendermos como “demoníaco” tudo aquilo
que representa o mal, promove a infelicidade, a falsidade, a desumanidade,
a frustração de anseios legítimos, o atraso, a dominação
das almas, a afronta à dignidade, a falta de escrúpulos
para o estabelecimento do poder, o roubo de bens públicos ou privados,
a promoção do ódio... eu me sinto como se vivendo
sob o manto de um “Estado demoníaco”! Noutros termos,
caro leitor, quando olhamos a legião demoníaca que mal cataloguei
e que muito mais poderia detalhar, me deprime perceber que, no seu estabelecimento
e expansão, por ação ou omissão, quase sempre
está a mão maldosa do Estado brasileiro. Justamente, leitor,
a instituição que seria o grande organizador das forças
a serem mobilizadas na construção do bem comum, do progresso,
da justiça e da paz entre brasileiros.
Estado Brasileiro Demoníaco? Estaria este escriba delirando? Se
não, vejamos: acaba de desnudar-se perante a opinião pública
a grande rede de corrupção envolvendo agentes e instituições
publicas ou privadas, com explícitos fins de consolidação
do poder e manipulação do povo. A resposta dos agentes públicos
e militância política direta ou indiretamente ligados ao
grande assalto, enveredou pela vulgar negação dos flagrantes
e a tentativa de a tudo fazer passar como um “golpe da direita contra
o governo que faz mudanças”. Do cinismo sorrateiro das apropriações
indevidas, alçou-se ao cinismo explícito das negações
e atribuição de culpas outras a conspiradores contra o “governo
popular”.
Contemporaneamente, vimos o poder público adotar uma política
de juros altos com subterfúgio de contenção inflacionária.
Entretanto, nos diz a Ciência Econômica, tal prática
só é recomendada nas economias em que os recursos financeiros
são abundantes e a mão de obra escassa, quando a alta dos
salários é responsável pela inflação.
Os juros altos freiam a economia, gerando o desemprego e, assim, detendo
a inflação. No Brasil, o resultado foi quase nos igualarmos
ao crescimento do Haiti, mas trouxe satisfações aos banqueiros
e organizadores do assistencialismo sacoleiro com o qual o Governo atual
espera ganhar eleições. Se tal estratégia não
representa o rabo do demo, então não existe o mal sobre
a terra, leitor.
A cada buraco de estradas asfaltadas fora das especificações
técnicas contratadas, de baixo de nossos narizes, a gerar prejuízos
e mortes aos usuários, o leitor sabe que corresponde às
apropriações ilícitas e não contabilizadas
daqueles no poder, para suas farras, carrões e bolsa farta para
campanhas eleitorais, coisa já testemunhada brasis a fora... Se
tal prática não aponta para o chifre e catinga do diabo,
então o que é?
Como não só do vil metal vivem os larápios à
sombra do poder estatal, a arrotarem ideologia para dar um falso charme
à sua gatunagem, se acumpliciam eles também com a intervenção
externa em nossas fronteiras, quando fingem ignorar o financiamento e
orientação estrangeira das invasões com que se busca
encobrir o fracasso da União na promoção social de
nossos índios e, pérola ideológica, semeia-se o conflito
e ódio entre brasileiros. O vasto aparelho estatal Federal e Estadual
nada sabem e nada viram sobre este garfo satânico e nauseabundo
onde se assa, com tempero de religiosidade, a soberania da Nação
e a dignidade dos habitantes da fronteira. Assim, pois, há uma
militância ideológica que, além de corrupta, é
traidora da Nação.
Concluiríamos, leitor, salvo melhor juízo ou fatos que nos
desmintam, que uma boa dose de exorcismo e água benta viriam bem
a calhar para a militância do mal estabelecida no poder ou por ele
acoitada. Aos 6 de outubro haveria uma boa ocasião para um patriótico
e salutar exorcismo?
-----Mensagem original-----
De: Romeu Kerber
Enviada em: quarta-feira, 15 de março de 2006 10:17
Para: bioenergia-l
Assunto: [Bioenergia-l] RE: Digest Bioenergia-l, volume 23, assunto 8
Indignação.
Este é o sentimento que se percebe na maioria das pessoas que estão
atentas na condução dos destinos do nosso amado Brasil.
A corrupção, o acobertamento das falcatruas num torca-troca
mais do que evidente nos leva a desesperança.
O travamento de iniciativas que poderiam levar nossa Nação
ao seu
desenvolvimento pleno como é o caso das micro-destilarias de álcool
é
revoltante. Mantido à custa de mentiras pregadas pelos órgãos
públicos que deveriam defendê-las, esta atividade comercial
é desestimulada. Governar se transformou em submeter a população
às vontades de quem exerce o poder e dos apaniguados que os apoiam
como é o caso dos grandes usineiros. Nos sentimos impotentes para
enfrentar esta situação.
Mas estamos numa democracia, podemos votar. Para tanto estão sendo
escolhidos os que irão nos "representar" , e o felizardo
que for o "mais
escolhido" terá garantido o acesso à todos as benesses
que se pode imaginar em um País rico como o nosso. O voto democrático
do povo é o instrumento legal que dá o acesso a estes brasileiros
que possuem o dom de em determinado período de suas vidas prometerem
aos seus conterrâneos toda sorte de conquistas, e após passados
alguns minutos de sua eleição esquecerem completamente de
tudo o que foi dito.
Como se fosse um vício, esta história se repete a cada período,
e o povo
engambelado mais uma vez segue seu destino como se nada tivesse acontecido,
afinal sempre foi assim.
Nem tudo está perdido, e restou ainda uma chance de dizermos que
não
concordamos com isto. Pelo menos os que lêem podem fazer isto, ANULAR
O VOTO nas eleições que se aproximam. Diferente do voto
em branco que traduz a indiferença, o VOTO NULO expressa o descontentamento
do que nos é apresentado, das atitudes que são tomadas pelos
homens públicos. É dizer, basta de corrupto. Chega de ladrão
na administração pública. Esta forma de votar é
tão significativa que é mantida escondida dos eleitores,
não existe o botão VOTO NULO na urna eletrônica. Caso
o povo brasileiro pudesse manifestar toda sua indignação
com a roubalheira que assola o País, os eleitos teriam menos votos
que os Nulos, e o poder perderia sua
representatividade. O voto nulo em uma escala maior provoca a nulidade
do
pleito, e os concorrentes são afastados. Este é o maior
medo dos ladrões.
Esta é a nossa arma. O VOTO NULO é a arma do cidadão
honesto que não
suporta conviver com tanta porcaria.
A todos que estão indignados, minha sugestão. Anulem o voto.
Divulguem esta opção democrática.
Um abraço de esperança a todos.
-----Mensagem original-----
De: sergio safe
Enviada em: quarta-feira, 15 de março de 2006 10:59
Para: thomas@fendel.com.br
Assunto: Re: [redeflorestal-br] Vacas de presépio estupradass.
Meu caro Fendel
Escrevo pois gostaria de agradece-lo aos e-mails que vc manda pra lista
da rede florestal.
Adoro ler os seus comentários e criticas muito bem embasadas e
com um tom muito legal de sabedoria, humor, rebeldia, sátira e
indignação que vc expressa suas idéias.
Olhei para a sua lista de pessoas e vi que vc manda uma copia para a ministra
marina... fiquei pensando... será que ela está lendo? Por
acaso ela te responde? ou será que alguém filtra as informações
pra ela?
Como faço pra saber mais sobre o seu projeto de lei, que aquela
escrota da amiga da sua amiga sua queria divulgar por troca de um “mensalinho”.
A minha área de atuação profissional esta um pouco
distante da produção de energia, trabalho mais com manejo
florestal na Amazônia, mas estou começando e querendo ficar
mais curioso sobre este tema tão real, critico e necessário.
Abraços bioenergeticos, florestais, naturais, positivos e saudaveis
Sergio safe
-----Mensagem original-----
De: Clarissa Tag
Enviada em: quarta-feira, 15 de março de 2006 17:42
Para: Fendel
Assunto: The New Biofuel Republics, the next European colonisation has
begun
.......................
O futuro começou, conheça as novas armas:
.......................
energy
The New Biofuel Republics, the next European colonisation has begun
Developing nations are to feed the voracious appetites of rich countries
for biofuels instead of their own hungry masses, and suffer the devastation
of their natural forests and biodiversity. The end of cheap oil and the
impending fuel crisis have convinced the European Union and the United
States to seriously tackle their long-standing and worsening "addiction
to oil", not by kicking the habit, but by guzzling biofuels instead.
These "carbon neutral" fuels – biodiesel or bioethanol
- make even committed environmentalists feel good about getting into their
SUVs, as they do not contribute to carbon emissions. Burning biofuels
simply sends back into the atmosphere carbon dioxide that the plants took
out when they were growing in the field. The snag is that there simply
isn't sufficient arable land on which to grow all the biofuel crops needed
to satisfy the voracious appetites of the industrialised nations. By Dr.
Elizabeth Bravo and Dr. Mae-Wan Ho to ISIS [http://www.isis.org.uk/NBR.php
]
-----Mensagem original-----
De: Eduardo Cezimbra
Enviada em: quinta-feira, 16 de março de 2006 09:23
Assunto: [solidariosbrasil] *RAÍZES DE GRAMA*: Livro: Confissões
de um assassino econômico (ou como escravizar um povo, emprestando
para ele)
http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp
Query==ProductPage&ProdTypeId==1&ProdId=95852&ST==WL231193
Uma obra imprescindivel para quem deseja compreender melhor o poder
economico global e o supercapitalismo internacional. Trata-se da
autobiografia de um homem cujo trabalho era persuadir lideres dos países
considerados "subdesenvolvidos" a aceitar emprestimos do FMI,
do Banco
Mundial e do sistema financeiro internacional. O argumento é que
o dinheiro seria usado para expandir a infra-estrutura (rodovias, ferrovias,
centrais eletricas, telecomunicações etc.) desses países,
trazendo progresso e desenvolvimento. Ele fazia isso como um economista,
vinculado a empresas multinacionais, que deliberadamente exagerava o potencial
de retorno desses investimentos. Embora seus projetos sempre fossem descritos
como humanitarios, os objetivos reais eram geralmente contratos lucrativos
para as firmas multinacionais de construção e levar os países
a contrair dividas que eles nunca conseguiriam pagar. Ele sabia que, com
isso, alguns politicos e familias bem relacionadas dentro desses países
se tornariam muito ricos, enquanto o padrão de vida da maior parte
da população declinaria. Quando o pagamento dos emprestimos
se tornava impossivel, as agencias de emprestimos e as grandes empresas
então agiam para tomar o controle dos recursos e do governo do
país, o que também era parte do plano. Em outras palavras,
no mundo contemporaneo, a conquista pela espada e pelos canhões
deu lugar à conquista pelos emprestimos.
John Perkins, o autor do livro, era um estrategista no alto comando das
forças de conquista.
Perkins se apresenta como um homem com problemas de consciencia. Ele se
diz arrependido de ter vendido sua alma à "corporatocracia",
o nome que ele criou para a rede de interesses supercapitalistas que agora
condena. Ele lutou com essa culpa por muitos anos até finalmente
decidir romper com tudo.
Foi uma decisão dificil, porque ele queria acreditar que, de alguma
forma, a despeito de toda a desonestidade e exploração,
algum bem poderia eventualmente escoar e chegar ao homem comum. Além
disso, havia o fato que ele era muito bem remunerado pelo seu trabalho.
Portanto, não é surpresa que o rompimento não tenha
sido total. Sua primeira ação foi deixar o emprego, mas
isso não significou encerrar o trabalho. Ele continuou a prestar
serviços como consultor e testemunha especializada, fazendo quase
a mesma coisa que fazia antes, mas recebendo até mais dinheiro
em honorarios de consultor do que recebia anteriomente na forma de salario.
Sua penitencia final foi escrever esse livro como um ato de confissão
publica, mas isso só aconteceu após ele ter ganho muito
dinheiro e adquirido segurança financeira.
Alguns trechos do livro de John Perkins:
"Claudine me disse que havia dois objetivos básicos no meu
trabalho.
Primeiro, eu devia justificar os enormes empréstimos internacionais
que canalizariam rios de dinheiro de volta para a Main [a firma para a
qual Perkins trabalhava] e outras companhias americanas (como a Bechtel,
Halliburton, Stone & Webster e a Brown & Root) por meio de gigantescos
projetos de engenharia e construção.
Segundo, eu trabalharia para a falência dos países que recebiam
esses empréstimos (depois de terem pago à Main e às
outras contratadas americanas, é claro) de modo que eles seriam
dependentes para sempre de seus credores e assim representariam alvos
fáceis quando precisássemos de favores, incluindo bases
militares, votos na ONU, ou acesso a petróleo e outros recursos
naturais." [pg 38]
"O aspecto velado de cada um desses projetos era que eles pretendiam
criar grandes lucros para os contratantes, e fazer a felicidade de um
punhado de famílias ricas e influentes nos países recebedores,
enquanto assegurava a dependência financeira a longo prazo e, portanto,
a lealdade política de governos ao redor do mundo. Quanto maior
o empréstimo, melhor. O fato de que a carga da dívida colocada
sobre um país privaria os seus cidadãos mais pobres da saúde,
educação e de outros serviços sociais por décadas
no futuro não era levado em consideração." [pg
39]
"A sutileza da construção desse império moderno
faria os centuriões romanos, os conquistadores espanhóis
e as forças colonizadoras européias dos séculos XVII
e XIX se envergonharem. Nós, os Assassinos Econômicos, somos
astutos; aprendemos com a história. Hoje nós não
usamos espadas. Não envergamos armaduras ou roupas especiais para
nos proteger. Em países como o Equador, a Nigéria e a Indonésia,
nós nos vestimos como professores e donos de lojas. Em Washington
e Paris, parecemos burocratas do governo e banqueiros. Parecemos humildes,
normais. Visitamos os locais do projeto e passeamos pelas aldeias empobrecidas.
Professamos o altruísmo, falamos oficialmente sobre as maravilhosas
coisas humanitárias que estamos fazendo.
Cobrimos as mesas de conferências das comissões dos governos
com as nossas planilhas eletrônicas e projeções financeiras,
e proferimos palestras na Harvard Bussiness School sobre os milagres da
macroeconomia. Somos conhecidos, acessíveis. Ou nos apresentamos
como tais e somos aceitos. É assim que o sistema funciona. Raramente
recorremos a alguma coisa ilegal porque o próprio sistema é
construído sobre subterfúgios, e o sistema por definição
é legítimo."
"Entretanto - e esse é um grande empecilho - se falharmos,
uns tipos ainda mais sinistros entram em ação, os quais
nós, os Assassinos Econômicos, chamamos de chacais, homens
cuja linhagem remonta diretamente aos impérios primitivos. Os chacais
estão sempre presentes, espreitando nas sombras. Quando eles aparecem,
os chefes de Estado são derrubados ou mortos em violentos 'acidentes'.
Se por acaso os chacais falham, como falharam no Afeganistão e
no Iraque, então os antigos modelos ressurgem. Quando os chacais
falham, jovens americanos são enviados para matar e morrer."
[pg 22]
Sòmente quem esteve dentro poderia contar essa historia. Se um
pesquisador ou jornalista independente escrevesse essas coisas, o publico
nunca acreditaria. Entretanto, vindo de um dissidente com credibilidade,
elas assumem uma crua realidade que não pode ser facilmente ignorada.
-----Mensagem original-----
De: Hernani Lopes de Sà Filho
Enviada em: domingo, 19 de março de 2006 14:32
Assunto: Outra opção--Revolucionária: OS ELEITÔ
DO BRASIUUUUUUUUUUUUUUUU !!!!!!!!!!!
Fendel e amigos, companheiros, irmãos camaradas.
Estive e Brasília, de 7 a 14, com meu filho(Hernani Sá III)
de 24 anos e pré-candidato a DEPUTADO FEDERAL pelo PSOL.
Ele levou uma proposta de programa-RE-SOL, para o plano de governo da
Senadora Heloisa Helena.
Acompanhando-o levei algumas idéias para implantar os OVN e mostrar
as falhas do biodiesel do governo de Lula.
Ela gostou muito e o recebeu com muito carinho.
H.H, é uma pessoa maravilhosa, competente e culta.
Como você sabem, as pesquisas de opinião FEITAS POR ALGUNS
JORNAIS, REVISTAS, TVs E ÓRGÃO FEDERAIS tradicionais que
vocês conhecem, executoras de pesquisas fajutas tendenciosas que
infelizmente levam os eleitores a acreditar no que eles querem, polarizando
entre dois que já mostraram quem são; MUITO BENÉFICOS
para os poderosos, que com seus lucros, EXORBITANTES, desejam manter os
"STATUS QUO", INDUZINDO OS ELEITORES A POLARIZAREM ENTRE SEUS
NOMES, ESQUECENDO, QUE EXISTEM OPÇÕES MELHORES PARA SEREM
TESTADAS.
Os que eles querem, JÁ MOSTRARAM QUEM SÃO e certamente vão
manter seus privilégios em detrimento da NAÇÃO.
Darão continuidade àquelas políticas de concentração
de renda, para os mesmos (banqueiros e grandes acionistas de empresas
fantasticamente lucrativas), roubando o povo.
Portanto sugiro que façamos pesquisas de opinião APENAS
PARA O SEGUNDO TURNO, com os principais candidatos, combinados 2 a 2.
Façam sua pesquisa através dos seus sites e peçam
a jornalistas , seus conhecidos para fazerem também e divulgarem.
Desta forma (abaixo), a surpresa será grande e o quadro pode mudar.
Vejam abaixo a que fiz em Brasília em um casamento da alta (universo
restrito).
Candidatos para o segundo turno:
Alkmin(1), Garotinho(2), Heloisa Helena(3), Rigoto(4).
Combinando dois a dois os candidatos, pela fórmula abaixo teríamos
6 possibilidades de confronto.
m!
Cm,n = ------------
(m-n)!Xn!
Pergunta:
Em quem você votaria no segundo turno?
Exemplo:
Na pesquisa que fiz, deu:
a)Alkmin X Garotinho 1 ou 2 ? resp: 2
b)Alkmin X Heloisa Helena 1 ou 3 ? resp: 3
c)Alkmin X Rigoto 1 ou 4 ? resp: nenhum
d)Garotinho X Heloisa Helena 2 ou 2 ? resp: 3
e)Garotinho X Rigoto 2 ou 2 ? resp: 2
f)Heloisa Helena X Rigoto 1 ou 2 ? resp: 3
Heloisa Helena 90%
Garotinho 8%
Nulos 2%
OBS.Nesta Lula fica de fora porque esta competindo deslealmente, usando
a maquina do governo.
Na próxima podem até colocá-lo.
Prêmio por ler e divulgar esta:
Sua chance de ganhar na mega-sena
60!
Cm,n = ------------ =50.063.860
(60-6)!X6!
Isto é você tem uma chance de uma em 50 milhões (mais
um roubo).
Mas se jogar durante 100 anos 8 vezes por mês você terá
uma chance em 5.214.
BOA SORTE! HERNANI SÁ
----- Original Message -----
From: Fendel
Sent: Sunday, March 19, 2006 1:31 PM
Subject: RES: OS ELEITÔ DO BRASIUUUUUUUUUUUUUUUU !!!!!!!!!!!
Um ou dois? meu caro Gert?
Não sei qual dos dois protagonistas (alíás um lembra
o passado e o outro o presente...) é pior... e, portanto, se forem
candidatos novamente, levarão meu voto nulo... sendo que o anarfa
ainda me parece menos bandido e mentiroso que o curto...
Bioabraços Fendel
-----Mensagem original-----
De: ECOLOGIA EM AÇÃO
Enviada em: domingo, 19 de março de 2006 13:09
Para: gfischer.joi@terra.com.br
Assunto: OS ELEITÔ DO BRASIUUUUUUUUUUUUUUUU !!!!!!!!!!!
Um dos Perfis dos que votarão no proximo pleito eleitoral.
O DEGUSTADOR DE VINHOS
- Hummm...
- Hummm...
- Eca!!!
- Eca???? Quem falou Eca?
- Fui eu, sô! O senhor num acha que esse vinho tá com um
gostim estranho?
- Que é isso?! Ele lembra frutas secas adamascadas, com leve toque
de trufas brancas, revelando um retrogosto persistente, mas sutil,que
enevoa as papilas de lembranças tropicais atávicas...
- Putaquepariu sô! E o senhor cheirou isso tudo aí no copo?!
- Claro! Sou um enólogo laureado. E o senhor?
- Cebesta, eu não! Sou isso não senhor!! Mas que isso aqui
tá me cheirando iguarzinho à minha egüinha Gertrudes
depois da chuva, la isso tá!
- Ai, que heresia! Valei-me São Mouton Rothschild!
- O senhor me desculpe, mas eu vi o senhor sacudindo o copo e enfiando
o narigão lá dentro. O senhor tá gripado, é?
- Não, meu amigo, são técnicas internacionais de
degustação entende? Caso queira, posso ser seu mestre na
arte enológica. O senhor aprenderá como segurar a garrafa,
sacar a rolha, escolher a taça, deitar o vinho e, então...
- E intão moiá o biscoito, né? Tô fora, seu
frutinha
........ adamascada!!!
- O querido não entendeu. O que eu quero é introduzí-lo
no...
- Mais num vai introduzí mais é nunca Desafasta, coisa ruim!
- Calma! O senhor precisa conhecer nosso grupo de degustação.
Hoje, por exemplo, vamos apreciar uns franceses jovens...
- Hã-hã... eu sabia que tinha francês nessa história
lazarenta...
- O senhor poderia começar com um Beaujolais!
- Num beijo lê, nem beijo lá! Eu sô é home,safardana!
- Então, que tal um mais encorpado?
- Óia lá, ocê tá brincano com fogo...
- Ou, então, um suave fresco!
- Seu moço, tome tento, que a minha mão já tá
coçando de vontade de meter um tapa na sua cara desavergonhada!!!
- Já sei: iniciemos com um brut, curto e duro. O senhor vai gostar!
- Num vô não, fio de um cão! Mas num vô, memo!!!
Num é questão de tamanho e firmeza, não, seu fióte
de brabuleta. Meu negócio é outro, qui inté rima
com brabuleta...
- Então, vejamos, que tal um aveludado e escorregadio?
- E que tal a mão no pédovido, hein, seu fióte de
Belzebu?
- Pra que esse nervosismo todo? Já sei, o senhor prefere um duro
e macio, acertei?
- Eu é qui vô acertá um tapão nas suas venta,
cão sarnento!!! Engulidô de rôia!!!
- Mole e redondo, com bouquet forte?
- Agora, ocê pulô o corguim!!! E é um... e é
dois... e é treis!!! Num corre, não, fiodaputa! Vorta aqui
que eu te arrebento, sua bicha fedorenta!!!...
-----Mensagem original-----
De: Oscar Baldoni
Enviada em: domingo, 19 de março de 2006 04:51
Para: Abrasgrãos
Cc: Thomas Renatus Fendel
Assunto: Re: Nada é só bom, o tempo inteiro, para tudo e
todos
Prezado Telmo : Agradeço muito sua mensagem. Sabe, que a gente
é meio louco, não é verdade ?
Se nós temos desarrolhado só o 10% de nosso cérebro,
imagine quem pode ter a sorte de empregar mais um pouquinho ...
Acontece que o nosso subconsciente e a mesma coisa que esta máquina
que estamos usando agora : Não sabe o que é certo ou errado.
Finalmente, quem é dono da verdade ?
Por isso é bom o diálogo, a troca de idéias, em soma,
o que estamos fazendo nesta pequena comunidade de pessoas que se preocupam
pelo Brasil.
Não sabemos que acontece com o cérebro, mas é provável
que exista uma espécie de ondas eletromagnéticas que influam
de alguma forma. Hoje, cedo, não saia da minha cabeça o
tema da "PAULIPETRO". a explicação chegou com
sua mensagem. De alguma forma meu cérebro "recebeu" a
força da palavra emitida e antecipou.
Vamos entrar em matéria :
Eu acho que é uma falsa opção : "Abandonar nosso
potencial hidrelétrico por energias alternativas".
Do resto, é claro que "cautela e caldo de galinha não
faz mal a ninguém", mas eu denuncio aqui a cretinice da maioria
de nossos dirigentes. Uma coisa é ser burro, outra fingir ignorância
para propiciar diversas outras iniciativas que finalmente estão
contra o povo em geral.
O engenheiro Paulo Ludmer tem que reconhecer que é obvio ululante
(nada a ver com a política do Lula), que quando planejaram a usina
de álcool de mandioca de Curvelo (ou qualquer outra), a primeira
coisa é saber de onde vai sair a raiz para alimentar a usina. Ou
seja, se fizeram isso de propósito, está implícita
a sabotagem prévia. Eu sou testemunha viva da sabotagem criativa
e múltipla empregada contra a usina de álcool de mandioca
de Sinop, MT. Hoje a região clama pela falta de álcool.
Meus amigos. O crime perpetrado conta o Brasil e os brasileiros que deixaram
seu suor e as vidas trabalhando tem que ser punido. Foi muita maldade.
Eu sei que é difícil de acreditar. Gente, eu vivi. Como
sou ruim, não posso perdoar.
Não posso perdoar dirigentes que viajam pelo mundo afora e pousam
de estadistas, quando no fundo, no fundo não passam de paus mandados.
Mandados por quem, não sei. Minha inteligência é limitada.
Eu denuncio aqui, mais uma vez todos os dirigentes que condenam empresários
ao fracasso, enviando-os deliberadamente para a falência, com a
seqüela horrível de quebra de fontes de trabalho e renda,
devendo enfrentar um falso e pré-fabricado mercado de oferta e
procura, no momento em que a maioria das industrias estão entregues
ao conluio formado pelos Estados Unidos e a China Continental, donde um
verdadeiro bando de delinqüentes travestidos de dirigentes tomou
conta desse enorme pais. Dirigentes estes que são recebidos com
tapetes vermelhos, quando deveriam ser enfrentados ou recebidos não
com tapetes, senão com enormes bandejas cheias de sangue. A cor
é a mesma do tapete, mas o que afirmo é a verdade.
Ninguém tem coragem de fazer isso. Se eu fosse dirigente o faria.
Vão se ofender? Meus caros, com a verdade não se ofende
nem é preciso ter medo. Já pensaram a cara do dirigente
chinês ? ... Desça, excelência, chafurde seus pés
no sangue ... que todo o dia geram com sua política, dentro da
China.
Minha indignação não tem limites. Chegaram ao cúmulo
de comprar "personalidades" que fazem propaganda dos "resultados
obtidos na economia chinesa". Inclusive (pasmem !)aconteceu num simpósio
em Buenos Aires, onde teceram loas à produção mineira
... esquecendo que morrem uma média de 20 trabalhadores todo santo
dia nas horríveis minas de carvão. São 6.000 pessoas
por ano (dados oficiais).
O saudoso ex ministro Simonsen ensinava : Quando não entenda uma
conta, é porque o estão roubando.
O produtor rural que não entende porque perde dinheiro, hoje está
nessa situação. Será que ninguém sabe disto
em Brasília ? Não estou falando só do governo, não.
Não escutei uma palavra em defesa do produtor. Será que
pretendem outra coisa pior ? De quem é a responsabilidade ? Há
muitos anos, existia o critério sadio que o produtor serio não
podia ter perdidas porque desanimaria, a terra perderia valor e por ali
vai. Existia um preço mínimo ... do qual não mais
se fala. Foi morto e sepultado no monumento do DEUS MERCADO. Quando os
chineses tomem conta de nossos paises, vão se lembrar do velho
maluco aqui.
Tomara que eu esteja morto, para não ver essa vergonha.
Ninguém elevou a voz para dizer que a China revaluou a mixaria
de 2% (que não refresca nada) e o Brasil revaluou 48 %. Isso se
traduz para uma inflação interna em dólares, enorme.
Tomemos o exemplo da condução quotidiana = Nós tínhamos
uma passagem de metrô de 1,60 com o dólar a R$ 4,00 ou seja
40 centavos de dólar (muito caro comparando o que a gente ganha).
Agora custa R$ 2,10 com o dólar a 2,10 ou seja custa UM DOLAR.
A passagem aumentou 250 %. (em dólar) . Isso é terrorismo
contra o povo.
Mais uma vez repito : Não estou acusando o partido no governo.
São todos os dirigentes culpados.
Imagino que foi uma espécie de solução achada para
disfarçar o valor do petróleo. caso contrário a economia
levaria um choque.
Mas esse choque não fomos nós que o provocamos. Voltando
ao artigo estava lendo, quase que justificando a morte do proálcool
comparado com o valor do petróleo. Injustiça, porque sequer
respondeu ao normal fluxo dos preços, formado no seio da maffia.
Baixado de propósito para dizer que tinham razão.
Agora, já não mais se trata disso, porque GRAÇAS
A DEUS, a merda do diabo (o petróleo) está acabando. Então
todas as discussões são estéreis.
Vamos pensar de ocupar mão de obra em coisas produtivas, em fazer
combustíveis ecológicos e renováveis. Tratemos de
respeitar a natureza, não queimar nada à toa. Cuidemos a
água, que vai ser o próximo motivo de encrenca a nível
mundial.
Desculpem a bronca. Este velho não mais tem paciência. Abraços
para todos.
---- Original Message -----
From: Abrasgrãos
To: abrasgraos
Cc: Ciloter Borges Iribarrem ; Charrua Ltda ; Aurora Corretora Mercantil
Ltda. ; Oscar Baldoni ; Gerth Roland Fischer
Sent: Saturday, March 18, 2006 12:55 PM
Subject: Nada é só bom, o tempo inteiro, para tudo e todos
O ufanismo do Brasil com sua produção de energias alternativas
merece considerações. Nada é só bom, o tempo
inteiro, para tudo e todos. Celebra-se hoje o Próalcool e o Biodiesel.
Creio que é preciso por os pés no chão. Alerta, aprender
as lições já vividas. E monitorar.
No final dos anos 80, no Estado de São Paulo, saíamos do
governo ungido de Paulo Maluf, para o primeiro eleito de Franco Montoro.
Na época, desenvolvíamos o Pró-Turfa, diante das
notáveis jazidas indicadas no Vale do Paraíba. Foi uma dinheirama
para nada.
O período foi pródigo. Realizamos além da Paulipetro
(que aqui está fora do escopo), o Pró-xisto. O País
investiu, com recursos da Petrobras, o desenvolvimento da produção
de óleo cru a partir do xisto betuminoso, em Irati, no Sul. Ali
extraímos óleo e enxofre. Faz mais de 25 anos este experimento
no Canadá que, hoje, nos atuais níveis de preços
mundiais do petróleo, vai transformando em maior escala a partir
de suas areias oleosas em Alberta.
Vale dizer: um país pobre de recursos para os investimentos estatais,
como tem sido o Brasil, gastou mal, em hora precoce, de modo açodado.
Montoro assumiu São Paulo com sua Cia. Energética, a Cesp,
fracassando na produção de metanol de madeira. A Cesp chegou
a gastar alguns milhões de dólares em sua planta de Corumbataí.
Ao final, a unidade não extraiu metano, quanto mais metanol.
Nunca se poderá esquecer que o então empreendedor Sergio
Motta, depois ministro de FHC, construiu a Coalbra — Coque Álcool
de Madeira, no triângulo mineiro, para produzir álcool de
madeira, a partir de florestas ociosas na região. A tecnologia
era russa, porém direcionada para a extração de lignina
e outros derivados da madeira. Os brasileiros pagaram mais essa aventura.
E o Pró-Óleo? A Mercedes Benz, o Instituto Tecnológico
da Aeronáutica (ITA), o IPT-SP e tanta gente séria, testaram
motores a biodiesel nos anos 80. Valeu de tudo: babaçu, girassol,
arroz e o que desse óleo.
Ocorre que o barril de diesel no mercado internacional valia quatro vezes
menos do que um barril de óleo vegetal, para ração
animal, nas bolsas de commodities. A substituição era inviável.
Ademais, inundar o mercado derrubaria preços (internos e ou externos)
do farelo de soja ou o que quer que fosse.
Alguém recorda do álcool de mandioca da Petrobras em Curvelo,
em Minas Gerais? Não havia mandioca para a usina num raio de distância
econômico! Pior, o mandorová, uma lagarta, comia as folhas
do tubérculo.
E no Pró-álcool? Trouxemos difusores sul africanos para
competir com nossas reconhecidas moendas de cana. Hoje tentamos trazer
enzimas... Disseminamos pequenas usinas... enquanto o programa mergulhava
e os veículos a álcool sumiam.
Infelizmente, das melhores idéias, atrasamos a multiplicação
de biodigestores, baratos, ecologicamente perfeitos, produtores de gás
metano e fertilizantes, reinjetando aquilo que tiramos da terra, num compromisso
ético com as gerações futuras.
Por tudo isso, pergunta-se: é hora de abandonarmos nosso enorme
potencial hidrelétrico por energias alternativas? É hora
de multiplicarmos o preço da energia elétrica no Nordeste
e no Sul com geradores eólicos? As tecnologias e as fontes energéticas
escolhidas são as mais aderentes ás necessidades presentes
e futuras do País?
Há pontos sem retorno. O Próalcool renasceu e é cobiçado
pelo mundo, desde seu etanol, ao bagaço e ao vinhoto (fertilizante
potássico). E o biodiesel? Como errar menos?
O autor é jornalista, engenheiro, professor de Comunicação
da FAAP, diretor da ABRACE – Associação Brasileira
de Grandes Consumidores Industriais de Energia e de Consumidores Livres
e escritor com o site http://www.pauloludmer.com.br
-----Mensagem original-----
De: nikolaus foidl
Enviada em: segunda-feira, 20 de março de 2006 02:16
Para: Fendel
Assunto: FWD: Tropische Zuckerrüben
Estimado Amigo!
Algo que puede intresar te, una alternativa mas productiva que caña.
saludos amistosos Nikolaus
Tropical perspecive
In addition, I suppose you know about our Tropical Beets with yields up
to 120 ton/ha in some tropical areas. The benefit with the sugar beet
in those areas is that they do not require as much water as cane and are
rather salt tolerant. A major advantage is also the short vegetation period.
In some areas you can harvest twice a year. That´s a lot of thanol!
And in the areas where you just harvest once a year, you can grow another
energy crop in the rotation. A LOT OF BENEFITS!
Gruß Olli
-----Mensagem original-----
De: nikolaus foidl
Enviada em: domingo, 19 de março de 2006 01:11
Para: Fendel
Assunto: Re: ENC: UMA FONTE DE RIQUEZA, NÃO MUITO DIVULGADA - O
M ANÁ DOS DEUSES!
Meu caro Fendel!
Para completar tu collecion de Moringa mi articulo original que es la
fuente de todo los articulos. Hace 11 años invente lo de Moriga
y esta ganando mas y mas interes en el mundo. El aproximo año vamos
a instalar una plantacion en Brasil cerca de Manaus. Cuando esta listo
de invito a ver la.
Con saludos amistosos Nikolaus
-----Mensagem original-----
De: COTE-Consultoria Ltda.
Enviada em: sábado, 18 de março de 2006 23:02
Para: fendel
Assunto: ENC: UMA FONTE DE RIQUEZA, NÃO MUITO DIVULGADA - O MANÁ
DOS DEUSES!
Estimado Fendel.
Muito obrigado pelas informações, vc é simplesmente
fantástico.
Estou repassando para 850 companheiros interresados no assunto no Brasil,
Uruguai, Bolívia, Paraguai, Argentina e Portugal e Espanha.
Um grande abraço,
Brito
-------Mensagem iriginal-----
De: Fendel
Enviada em: sábado, 18 de março de 2006 19:34
Para: Cote
Cc: Nikolaus Foidl
Assunto: ENC: UMA FONTE DE RIQUEZA, NÃO MUITO DIVULGADA - O MANÁ
DOS DEUSES!
Meu caro Brito
Dá uma olhadinha em
http://www.echotech.org/network/modules.php?
name=News&file=article&sid=194
e veja as pesquisas de meu amigo Nikolaus Foidl da Nicarágua...
Bioabraços
Fendel
www.fendel.com.br;
-----Mensagem original-----
De: COTE- Consultoria Operacional Ltda.
Enviada em: sábado, 18 de março de 2006 16:54
Para: aaarnoni
Assunto: UMA FONTE DE RIQUEZA, NÃO MUITO DIVULGADA - O MANÁ
DOS DEUSES!
Estimados Senhores.
Neste momento de desespero, os nossos produtores devem procurar alternativas,
que possam amenizar tanto sacrifício em vão.
Leiam com carinho o que esta planta pode oferecer aos produtores, aos
seres humanos como alimentação, a mãe natureza e
a camada de ozônio.
Dela se aproveita tudo.
O óleo obtido das sementes da Moringa pode ser usado no preparo
de alimentos, na fabricação de sabonetes, cosméticos
e como combustível para lamparinas.
A Moringa pode ser facilmente propagada por sementes ou por estacas. As
sementes podem ser plantadas diretamente no local definitivo ou em sementeiras.
Não há necessidade de nenhum tratamento prévio. A
planta requer poucos tratos culturais e cresce rapidamente até
uma altura de 4m no primeiro ano. Em condições favoráveis,
uma única planta pode produzir de 50 a 70 kg de frutos/ano. É
uma das plantas mais úteis para a as regiões semi-áridas.
Na Índia e na África, a Moringa é encontrada crescendo
em áreas próximas à cozinha e em quintais, onde as
folhas são colhidas diariamente para uso em sopas, molhos e saladas.
Possuem um alto conteúdo de proteína (27%) e são
ricas em vitamina A e C, cálcio, ferro e fósforo.
Saudações,
BRITO
Cote Consultoria - Divisão de Cereais
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