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OPINIÕES E COMENTÁRIOS

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MARÇO / 2007

JORNAL BIOCOM 26

Na foto abaixo vemos o real motivo do impedimento de Collor... ele se empolgou com a Parati a OVN do Hernani de Sá.

Seria o fim da popcornbrás... O povo perceberia a inutilidade de uma pipocabrás, frangobrás, quiabobrás, etc...


Nesta outra foto, o quinto e último protótipo do ciclomotor econômico Fendel, culpado por meu regresso a Rio Negro - PR.

Um sócio ficou de fazer o motor... e eu o resto... O resto ficou pronto, aguardando o motor... fazem 20 anos...

O protótipo número 1 era elétrico... andava 40 Km a 40km/h... com 5 baterias de Fusca... o que me permite, aliado a outras inúmeras experiências, possuir uma visão um pouco mais prática e real sobre os benefícios das bio e energias amplamente distribuídas.


Meu caro Benayon

Obrigado por tua análise sobre o clube Bildeberg. A sacanagem é de tal monta, que a gente chega a duvidar da extrema podridão humana.
Dias destes encontrei por acaso o discurso em áudio do Professor Alemão Ernst Schrimpf na internet. Já o havia escutado pessoalmente 2 vezes aqui no Brasil. Que maravilha. Infelizmente não consigo achar o e-endereço de novo, para re-escutar estas quase 2 horas de aula magna. Ele é presidente da Associação Alemã de Óleos Vegetais e Energia Solar.
Lembro que afirmava que apenas 0,5% da energia solar incidente na terra é suficiente para as necessidades humanas. Que a fotossíntese tem uma eficiência de 2 a 3 %, ou seja, a biomassa pode suprir em mais de 5 vezes o consumo total energético atual.
Que em Munique e em Hanover, os fracassados ônibus a hidrogênio estão sendo substituídos por ônibus a OVNs.
Enquanto aqui, continuamos investindo dinheiro público nesta bobagem juliverdiana do H2... e não se investe nada, absolutamente nada, oficialmente, nos fabulosos OVNs.


Meus caros Miguel, Helena, Evandro, Cerqueira, Delman...

Grande pergunta: Privatizar o quê?... Prá que?... Adianta?... Resolve?... Não fica pior?...Pois é.
Como demonstra o Delman, o roubo é o mesmo... e quem se dana é o povo, que tudo paga. Sempre.
A privataria só altera os piratas... e o desfalque continua com mais entusiasmo e eficiência.
Trocam-se os pelegos chupins oficiais partidários, por mensalistas corruptores gananciosos...
Sem considerar que é burrice, é estúpido, é cachorrada vangloriar ou sustentar uma pepinobrás... uma couvebrás, uma ovobrás, uma espinafrebrás. Tanto faz, privatada ou estatal... tem que ser pulverizada...
Não se justifica deixar as energias centralizadas. Isso é vagabundagem, ladroagem.
Felizmente as bioenergias demonstram este assalto translúcido, evidente, a quem não quer ter cegueira... como o Cerqueira...
Que imposto paga a grande indústria? Tudo lhes é creditado, descontado, ajeitado e repassado...
Recebem energia elétrica quase que de graça... todas, sem exceção.
O caixa 2 de Itaipú, por exemplo, continua maior que seu faturamento...
A White Martins recebe ou recebeu EE até de graça... custo ZERO...
Toda a infraestruturra (ferrovias, portos, etc...) que usam para exportar nossos produtos por mixaria, é o povo que paga...e paga cinco vezes... através dos estúpidos juros estratosféricos...
Sem contar as demais benesses... favores... falcatruas...
Tanto faz qual partido está no governo... todos são MBA estelionatários especializados...
Portanto, os alegados impostos pagos, servem apenas para as maracutaias particulares.
O povo... o povo continua chupando os dedos...
Os biocombustíveis irão minar esta podridão, encabeçadas pelos OVNs - óleos vegetais naturais...
Em tempo 1: Não sou capitalista, nem marxcista, nem porra nenhuma... sou a favor das energias distribuídas... BIOENEREDE... o regime não importa... o que importa é a integridade das pessoas, ... qualidade em extinção.
Em tempo 2: Segue lá embaixo artigo "Energia da Biomassa" do iluminado bioeconomista Adriano Benayon, co-autor do fantástico ante-projeto de lei, de reversão da matriz fóssil nacional para bioenergia, num prazo de 10 anos. (claro, este belo projeto foi engavetado... pois não interessa aos porcos gatunos de plantão)


Minha querida Rita

A diferença entre H-biobobo e biobobodiesel é expressiva. O primeiro, é meio segredo da popcornbrás, que apenas informa superficialmente sua mágica, como por exemplo em: http://www2.petrobras.com.br/tecnologia/port/hbio.asp
De concreto, ambos os processos desperdiçam energia e consomem insumos diversos e caros, além de promover o inútil turismo das bioenergias, que ficam passeando prá lá e prá cá...
Mais fácil, barato e racional é fazer como se faz na Malásia, simplesmente adicionar 5% de óleo de dendê qualificado ao diesel fóssil.
http://www.biocarburantesmagazine.com/index.php?option=content&task=view&id=464
Aliás, este espetacular projeto malaio é cópia dos estudos boicotados do Brasileiro Hernani de Sá.... de 30 anos atrás...


Meu caro Lazarini

Muito obrigado pelos exagerados elogios.
Nem sei direito como reagir a tanta rasgação de seda, hehehé... tenho mais prática em retrucar gente que me escreve bobagens...
Aguardo tua visita, para brindarmos com etanol tua novata paixão pelas bioenergias distribuídas.
E certamente com tuas orientações de vendas, poderemos disponibilizar informações confiáveis a mais gente, agindo de forma mais eficiente.


Meu caro Lenhardt

Que boas notícias mandas dos pampas gaúchos, tchê.
Acredito que os problemas de desgaste de bicos e bomba injetora sejam oriundos da má qualidade dos óleos vegetais a que temos acesso e uso, pois utilizamos óleos não qualificados, e de qualquer jeito...
Por outro lado, estou convicto de que todos os problemas relacionados aos OVNs são facilmente solúveis, tal como foram resolvidas todas as questões relativas à corrosão e funcionamento dos pioneiros motores a álcool, muito mais complexos.
Na época, as emissões da combustão do etanol também foram consideradas altamente cancerígenas, tal como agora inventam bobagens sobre a acroleína, que dá o delicioso cheirinho de lagosta frita... que nos modernos motores eletrônicos é eliminado com reprogramação do chip e uso dos oxi-catalizadores nos tubos de descarga (escapamentos).
A grande preocupação da moda é a produtividade e ecologia da bioenergia, pois bem, qualquer suíno agrofamiliar é muito melhor do que as cobiçadas e endeusadas enzimas do extenso agronegócio monocultural... Enquanto prometem pífios 10.000 litros de álcool por hectare ano, com micróbios a serem ainda duvidosamente desenvolvidos e modificados geneticamente, qualquer raça de porco pode fornecer 20.000 litros de banha por hectare ano, o trator alimentado com gordura trabalha o dobro da área, do que com a mesma quantidade de álcool, e se produz mais 10 toneladas de carne, nesta mesma área e ao mesmo tempo... resumindo: os triglicerídios (gorduras e óleos naturais) em microagricultura orgânica podem ser 6 vezes mais eficientes do que o etanol do agronegócio transgênico a ser ainda desenvolvido...
E sem falar na geração de biogás e energia elétrica dos dejetos suínos, obviamente através da BIOENEREDE...
Hoje, recebi a visita de um grupo de suinocultores do PR, que me informaram que a merda da COPEL fê-los desligar seus geradores a biogás da rede elétrica, pois haviam posto em prática meu projeto...


Meu caro Osvino

Na realidade, o processo de liquefazer gases combustíveis existe a mais de 50 anos, e foi utilizado na Alemanha, por exemplo após a II guerra, para produzir gasolina e Diesel a partir do carvão mineral gaseificado...
Esse processo tem um nome parecido com algo do tipo: "Síntese de Fischer-Tropff"...
Acontece que requer muita energia pra pouca coisa... É um processo caro e sujo, e por isso mesmo obsoleto e abandonado...
É algo como consumir 120 vagões de bagaço de cana... para se fazer apenas 1 vagão de combustível líquido limpo sujo... ou sujo limpo...
O que está por trás destes "eshtudosh" e "peshkijash" é unicamente manter o domínio das energias nas mãos dos oligopólios, que sustentam os mensalões e que servem para lotear incompetentes empregos bandidos entre os pelegos partidários, financiados por nosso inglorioso banco do Brasil.
Tanto lá, como cá... procuram meios de justificar as sujas pipocabrases...
Perceba: nunca falam em rendimentos... sempre falam do futuro... esperam por milagres do Papal São Frei Galvão...
Estes animais não querem considerar a simplicidade das bioenergias distribuídas agroflorestais familiares como: etanol, OVN, biogás...
Também não perceberam o saldo negativo de CO2 da bioenergia.
Não consideram o ciclo completo... se apegam apenas às emissões... e sempre falam e escrevem asneiras como:
"O CO2 que sai pelo escapamentos dos veícuilos abastecidos com bioenergia é exatamente o mesmo absorvido pelas plantas"
Ignoram que apenas uma ínfima parte da planta vai pro tanque de combustível...
Ou seja, são no mínimo enormes e ignorantes ladrões.


Meus caros Loures e Benayon

Certamente o consumo de energias terá que ser reduzido e mais equilibrado. Felizmente o preço crescente vai cuidar disso, além da conscientização.
As grandes monoculturas são um erro suicida... Por isso idolatro a BIOENEREDE.
No artigo:  http://www.riosvivos.org.br/arquivos/951061842.pdf o tema é próximo a isso. Nele aparece como solução o nosso bioamigo Sérgio Pataro e suas fantásticas microdestilarias de etanol.
Pena que este interessante artigo, trata também do bioBOBOdiesel, claro, de forma equivocada....
Aliás, foi através da ONG riosvivos... que conheci meu ídolo Bautista Vidal... este sim, deveria ser santificado... Detalhes no livro em www.fendel.com.br


Meu caro Ricardo

Perdoe-me a indelicadeza de te responder publicamente, é que considero tuas ponderações fundamentais e úteis a mais gente...
Francamente escrevendo, a referência, que vc tanto procura, ...está aqui... e se chama BIOENEREDE.
Em nenhum trabalho phd, em nenhuma biblioteca, vc vai encontrar material mais qualificada que nestes "jornais BIOCOM", disponíveis todos em "opiniões" no sítio www.fendel.com.br
Simplesmente porque me dedico ao assunto "fazem décadas" e disponibilizo tudo, sem cortes, sem frescuras, sem enganação, sem interesses secundários e sem sacanagens nestas páginas, repletas de outros endereços e conexões importantes sobre o tema.


Carros alemães derrapam em matéria ambiental
http://envolverde.ig.com.br/?materia=28957
E toda essa caca é porque ninguém ainda entendeu e assimilou o efeito refrigerador das bioenergias orgânicas a OVN e biogás...

Energia que vem do campo
http://www.mnp.org.br/index.php?pag=ver_noticia&id=395226
E todos estes exemplos maravilhosos... seriam muito melhores ainda... se conectados na BIOENEREDE...

Notícia fantástica sobre etanol de mandioca...
http://www.power.inf.br/notic_dia.php?cod=4156
Apenas no finzinho tem umas escorregadas de notícias biobobas, hehehé...
(embora já postada na lista biocom... não pude deixar de postá-la aqui no jornal também...)

A farsa do mercado de carbono (em inglês)
http://www.alternet.org/envirohealth/49025/
É mais alguém percebendo a sacanagem desta estúpida negociata...

Brasil não ganhou royalties com motor a álcool e com flex fuel
http://www.power.inf.br/notic_dia.php?cod=4064
E as mesmas dificuldades dos pioneiros motores a álcool, fazem parte do desenvolvimento dos motores a OVN...
Basicamente são problemas de corrosão no sistema de injeção, em grau muito menor... coisa simples de ser resolvida...como o foi para o álcool, mais complexo... E quanto ao flex, no caso dos OVNs, não há aumento de consumo, como no ciclo Otto...

Resumo de estudo sobre óleo de pinhão manso misturado ao Diesel fóssil
http://www.sciencedirect.com/science?_ob=ArticleURL&_udi=B6V4S-46PYM5P-7&_coverDate=02%2F28%2F2003&_alid=519492079&_rdoc=1&_fmt=&_
orig=search&_qd=1&_cdi=5766&_sort=d&view=c&_acct=C000050221&_version=1
&_urlVersion=0&_userid=10&md5=79a2572daa56444669d3a0bba6f1157b
Com ótimos resultados... infelizmente o trabalho completo custa 30 dólares...

Abaixo alguns endereços e material interessante sobre bioenergia, enviado por meu bioamigo alemão Juergen.
http://www.latinbusinesschronicle.com/app/article.aspx?id=1035
http://www.agorams.com.br/index.php?ver=ler&id=98065
http://www.financialexpress.com/fe_full_story.php?content_id=157829
http://journeytoforever.org/biofuel_library/oilpress.html
http://www.pddp.org.np/pub/bltns/bltn12/approtech.htm
http://www.fao.org/DOCREP/005/X3940E/X3940E03.htm#fig2.3
Com destaque para prensas manuais de baixo custo


De: Ricardo
Enviada em: sábado, 31 de março de 2007 20:59
Para: thomas@fendel.com.br
Assunto: Início de trabalho
Prezado Thomas,
Estou entusiasmado com o que li a seu respeito e mais ainda com que li nos seus textos, idéias e ações em relação a mudança e postura dos nossos pesquisadores, políticos, profissionais em geral e a do cidadão comum. Sou economista de formação e confesso ser iniciante nessa área. Fiz especialização na Unicamp em Gestão Ambiental/1996, fundamos uma ONG e a partir intensifiquei minha atuação e estudos nessa área. Sou regionalista, nasci e moro na cidade de Campinas/SP, desejo realizar um sonho ver minha cidade no caminho do desenvolvimento sustentável. Li, recentemente, seu relato da viajem à Alemanha, fiquei maravilhado com as perspectivas de cooperação entre os dois países na área da Bioenergia. Li também uma contenda entre você e o Sr. Adriano Benayon contestando algumas afirmações suas.
Atualmente estou participando, como aluno especial, do curso de Tecnologias de Biomassa para Energia na Unicamp, pretendo escrever um paper , exigência do curso, sobre as potencialidades da Biomassa em nossa região. Explorar esse potencial, a fim de suprir as necessidades energéticas de uma cidade do porte de Campinas. Fiz solicitações de bibliografias específicas para a Embrapa e para o Cenbio, porém, sem sucesso. O que o sr. sugere? existe alguma fonte de informações para que eu possa esboçar algum conteúdo no meu trabalho?
Mais uma vez, parabéns pelo seu trabalho.
Grato antecipadamente,
Ricardo Justi Rodrigues
Instituto de Gestão Ambiental INGÁ
Fone/fax.: (19) 3276 5410
E-mail: ctga@ambiental-e.com.br
ambiental-e@ambiental-e.com.br
Site: www.ambiental-e.com.br


De: loures@directnet.com.br
Enviada em: sexta-feira, 30 de março de 2007 07:40
Para: T82@yahoogroups.com
Assunto: Re: [T82] RES: Recados do Império
Caro Fendel,
Recentemente, o Comandante Fidel Castro se manifestou sobre o assunto Etanol condenando a possibilidade dos EUA o utilizarem como combustível.
Segundo ele, seria trocar alimentos por combustível.
À margem da figura de linguagem da afirmação feita, permanece dúvida sobre a real capacidade do etanol substituir os derivados de petróleo em todas as aplicações e nas quantidades necessárias para suprir a matriz energética atual. A minha pergunta a você seria se isso é possível, ou se seria mais razoável o etanol substituir apenas uma parte desta matriz energética? Haveria terras cultiváveis suficientes para garantir a demanda mundial?
Essa pergunta pressupõe contudo que a matriz energética atual não sofra alterações, o que, segundo pesquisadores, não seria o ideal, pois estaríamos atuando apenas na substituição de combustíveis sem alterar a demanda. Segundo estes pesquisadores (que deram uma palestra no Museu Aeroespacial Brasileiro), o ideal seria começar a mudar os hábitos no Planeta Terra e fazer as pessoas lidarem de maneira mais racional com a energia ( como, por exemplo, uma construção civil focada no aspecto ambiental ou leis que privilegiem o transporte coletivo em detrimento do individual).
Qual a sua opinião sobre o assunto?
Um grande abraço,
Loures


De: Adriano Benayon
Enviada em: quinta-feira, 29 de março de 2007 22:53
Para: 'Fendel'
Assunto: RES: Recados do Império
Caro Fendel,
Grato por sua manifestação após a leitura do artigo enviado.
Já que você perguntou, vou responder:
A razão pela qual nenhum jornalista fala sobre o roubo do nosso etanol é a seguinte: se falar, vai perder o emprego. É a mesma razão (ou semelhante, como obter vantagens, subir na carreira) pela qual a grande maioria dos professores, dos escritores, formadores de opinião, etc.,etc. nada diz sobre esse roubo nem sobre qualquer outro praticado em favor das grandes corporações transnacionais (inclusive os bancos principais do mundo), cujos controladores mandam nos sistemas políticos, na mídia, etc.
Abraços, Adriano Benayon

Meu caro Benayon
Por que será que nenhum "correshpondente" ou repórter ou político escreve ou fala sobre o roubo de nosso etanol?
Ou não é um estelionato escravagista entregar nosso álcool ao rico Bush a menos da metade do que paga o pobre povo brasileiro?
Por que ninguém divulga estes nojentos números? Todos estes ladrões envolvidos, deveriam seguir direto pra cadeira elétrica... ou câmara de etanol gaseificado...
Hba
Fendel

De: Osvino
Enviada em: terça-feira, 27 de março de 2007 10:22
Para: biocom@grupos.com.br
Assunto: [BioCom] A Volkswagen investe na produção de um novo biocombustível chamado SunFuel
Bom dia
Vejam esta reportagem. Separei apenas o mais interessante.
"A Volkswagen investe na produção de um novo biocombustível chamado SunFuel, que é um gás liquefeito natural obtido a partir de matéria-prima vegetal.
Segundo a empresa, o novo combustível poderá substituir até 50% do volume de óleo diesel usado na Alemanha."
http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2007/03/070327_montadoras_dg.shtml
Tenham um bom dia Osvino
Grupo Virtual "BIOCOMBUSTÍVEIS - PRODUÇÃO SOCIAL DOMÉSTICA" -
Nosso e-mail: biocom@grupos.com.br.
Uma bio-homenagem aberta a Thomas Renatus Fendel - www.fendel.com.br.


De: Paulo Roberto Lenhardt
Enviada em: quinta-feira, 8 de março de 2007 12:42
Para: Fendel; osryas@ig.com.br
Assunto: Re: RES: RES: Kit oleo vegetal- interesse
Caros Fendel e Osmar,
Bom ter notícias!!!!
Estou fechando exatos 87 mil Km com a S10, até agora não tive nenhum problema mecânico, salvo troca dos bicos com 100 mil Km rodados originais e o rotor da bomba injetora, que segundo o bombista estava desgastado por água no combustível, anterior ao início do uso do óleo de fritura.
Eu tive grandes problemas com o filtro, mas agora estou com um filtro de pasta de celulose que retém partículas de cinco micras e que já rodei 12 mil Km sem perder rendimento, vamos ver até onde vai.
Também troquei o filtro do diesel para este novo, que tranca se entrar água, segurança... Custa mais caro que um filtro convencional mas vale a pena.
No caso do aquecimento estou usando agua quente como pré aquecimento e uma resistência elétrica, que levei muito tempo para ajustar, que dá uma aquecida complementar e mantem o óleo na faixa dos noventa graus, o rendimento tá bem melhor e eliminou o fumaça branca que fazia, principalmente nas retomadas e na marcha lenta, sinal de melhor queima.
No mais é tudo o tradicional, solenóide, looping e mangueiras hidráulicas, mais caras mas que até agora não deram problemas.
Estou trocando o óleo na quilometragem indicada pelo fabricante( 15 mil km) e coloco óleo de boa qualidade, também monitoro diariamente o nível e nas trocas esgoto até o filtro e reviso depósitos no fundo do carter, até agora não depositou nada, tá tudo normal...
Pendo que os resultados estão bons porque não uso óleo com o motor frio em hipótese nenhuma, salvo um esquecimento eventual, na hora de parar e deixar o motor esfriar.
Bem, Fendel fiquei sabendo que conseguistes emplacar o teu carro, como foi, para mim me negaram e o argumento é que no caso o ciclo do motor não foi alterado e consequentemente dispensava constar no documento. Até agora ninguem me incomodou e já cai em várias barreiras e andei levando umas multinhas por causa do pé... rs. rs. rs. Mais uma, perco a carteira, mas a pasteleira anda mesmo e mais no azeite que no diesel, pouca coisa mas é verdade, meu limite no diesel foi 170 e no azeite deu 172, no velocímetro.
Nessa não me pegaram....
Bem vou estar semana que vem no Cotrijal, junto com o Fuchs e sua miniusina, vais estar lá Fendel...
Abços,
Paulo.
PS: Já temos onze veiculos à pastel aqui na região, todos vão bem....e tenho mais seis oficinas agendadas. Dá-lhe pastel!

De: cclazarini
Enviada em: segunda-feira, 12 de fevereiro de 2007 01:15
Para: thomas
Assunto: Bioenergias
Caro Fendel:
Parabéns pelo brilhante trabalho que vem desenvolvendo com os óleos vegetais e sobre a geração distribuida de energia elétrica. Li todos os seus estudos disponibilizados no site e posso afirmar que é impressionante a sua clareza de raciocínio e a maneira que utiliza para demonstrar assuntos complexos com extrema simplicidade. Desde o ano passado, 2006, tenho visitado o seu site e já estudei todos os seus temas e as discussões disponibilizadas, que por sinal, são bastante esclarecedoras.
Quero deixar registrada aqui, a maneira inusitada pela qual entrei em contato com seu site. Em meados do mês de julho de 2006, quando eu estava lendo algumas notícias no BLOG DO NOBLAT, do site do "Estadão" ( essa é a denominação carinhosa e usual do Jornal O Estado de São Paulo), resolvi entrar na seção comentários sobre determinada notícia relacionada com o biodiesel e então me deparei com um comentário postado por um leitor do Blog, onde o mesmo falava que havia lido algo sobre o uso de óleo vegetal puro em motores diesel no seu site, disponibilizando inclusive o endereço eletrônico para acesso. Imediatamente digitei o endereço e a partir de então, fiquei fascinado com o conteúdo dos assuntos e com suas idéias alí apresentadas. Desde então, procurei estudar todos os seus tópicos e a seção opiniões, onde pude encontrar muita informação de qualidade e conhecer os trabalhos de ilustres pesquisadores Vidal Bautista, Ernani Sá, W. Fucks e outros estudiosos no assunto.
Pronto. Havia então, encontrado a porta de entrada para o mundo fascinante das Energias renováveis, dos motores diesel movidos a OVN, tecnologia Elsbett, cogeração, enernet e tantos outros assuntos extremamente interessantes. (Na época do Proálcool, 1982 a 1992, trabalhei na Shell, base de Ourinhos-SP., onde se encontrava o centro coletor de álcool -anidro e hidratado- que supria os Estados do PR., SC e RS., onde eu era o responsável pelas operações desse centro coletor).
A partir desse contato com os assuntos de seu site, não parei mais. Aprofundei as minhas pesquisas sobre os assuntos ligados a co-geração distribuida de EE, e a cada dia fico mais fascinado com as soluções simples e ecologicamente corretas de substituição dos combustíveis fósseis, que tantos danos têm provocado ao nosso amado Planeta Terra, vítima da ação devastadora dos irresponsáveis e ambiciosos seres humanos da era do petróleo.
Passei a conhecer com mais profundidade os problemas relacionados com os efeitos nefastos do uso indiscriminado desses combustíveis altamente poluidores. Só para ilustrar, encontrei muitas informações na internet e também em revistas, como por exemplo, matéria da revista Planeta n. 408 de set/06, sobre os cinco desafios à vida na Terra; matéria Energia - escassez à vista, da revista da Indústria, n. 123 de nov/06, editada pela FIESP; matéria Aquecimento Global, da Revista Exame, n. 883 de dez/06 e curiosamente a matéria da Revista Veja, sobre as utópicas e dispendiosas "soluções" dos cientistas para resolverem o problema das emissões de CO2, além de muitas outras reportagens e estudos publicados em jornais e revistas.
Resultado: apaixonei-me pelo assunto!! Preciso saber mais, conhecer mais, praticar mais, envolver-me nos experimentos que você vem desenvolvendo na área. (Até já me inscrevi numa Pós Graduação da PUC-PR. sobre Direito Ambiental, que inicio em março próximo). Enfim, meu objetivo é engajar-me na sua luta em defesa da divulgação e aprovação dos modelos energéticos já desenvolvidos e desprezados pelos "phoderosos" que tem interesses absurdos no "ouro negro", colaborando em tudo que for necessário para levar adiante os projetos que muito beneficiarão o nosso povo, tão humilhado e maltratado pelas políticas desenvolvidas nos últimos anos. Isso mesmo, quero participar ativamente. Temos que nos organizar. Tenho muitas idéias para a divulgação dos projetos, para chamarmos a atenção das autoridades e da opinião pública.
Deixo aqui registrada a minha vontade de conhecê-lo pessoalmente. De conhecer mais profundamente suas idéias, projetos e colaborar. Meu nome é Carlos César Lazarini, sou formado em Administração de Empresas (com especialização em marketing) e Direito. Atualmente gerencio a área comercial de uma empresa produtora de cachaça.
Resido na cidade de Ourinhos-SP.
Fendel, agradeço muito a sua atenção e fico no aguardo de um contato seu, para que possamos nos encontrar, talvez em algum evento em que você esteja para participar ou em sua própria cidade. É só você marcar.
Parodiando-o, me despeço enviando um forte bioabraço carbono sequestrante.
Muito obrigado.
C.C. Lazarini


De: rita victoreti
Enviada em: terça-feira, 20 de fevereiro de 2007 18:10
Para: thomas@fendel.com.br
Assunto: Hbio
Olá sr.T.Fendel......olha eu aqui de novo...rsrsrs.....
Gostaria de saber porque eles complicam tanto.... estou tentando entender a diferença entre biodiesel e Hbio....
para mim parece a mesma coisa.....O q vc me diz?
Desde já agradeço.....
Um abraço...
Rita


De: Miguel Heinen
Enviada em: sexta-feira, 23 de março de 2007 17:08
Para: Helena; Álvaro Pedreira de Cerqueira; JAIME GIMENEZ JR; Fendel; Geraldo
Assunto: Re: Privatização?
Viva a "ElefanteBrás" (Congresso) mantenedora da "Ilha da Fantasia"!!
Vamos incentivar a criação da PãoBras, da PipocaBras, da ÁguaBras, LeiteBras, etc... até que tudo esteja de fato e de direito na mão dos governantes de plantão no "puder"!!
"Deus salve os pagadores de impostos".
Miguel Heinen - Posto do Miguel
Santo Cristo-RS


De: Helena
Enviada em: sexta-feira, 23 de março de 2007 03:18
Para: Álvaro Pedreira de Cerqueira; JAIME GIMENEZ JR; Fendel; Geraldo
Assunto: Re: Privatização?
Observando este complexo diálogo que não me atrevo a opinar, por momentos me lembro do diálogo dos políticos, (não querendo ofender) mas que as vezes é engraçado é .... Lá no congresso eles discutindo dizem : O NOBRE COLEGA É UM SEM VERGONHA.....O EXCELENTÍSSIMO COMPANHEIRO É UM LADRÃO... O ILUSTRÍSSIMO E DIGNO AMIGO ESTÁ EM DESACORDO COM A VERDADE....e por ai vai. Eles se xingam com classe...ehehe
Qualquer semelhança é mera coincidência!...rs


De: Álvaro Pedreira de Cerqueira
Enviada em: quinta-feira, 22 de março de 2007 20:34
Para: JAIME GIMENEZ JR; Fendel
Assunto: Re: Privatização?
Fendel,
O pior cego é o que não quer ver. Por isso emprega sofismas em profusão para se justificar. Tome só o caso da Vale do Rio Doce. Quanto pagou de impostos e dividendos ao Tesouro, desde que foi criada até a data da privatização. Quanto pagou de impostos da data da privatização até hoje, pois cresceu exponencialmente. Antes de privatizada, o pouco lucro que dava em boa parte era doado ao fundo de pensão dos funcionários e pagava ridículos dividendos ao Tesouro. Compare os custos/benefícios para os pagadores de impostos (povo), que eram supostamente os "donos" da estatal, pois de seu bolso saíu o capital da empresa. Os impostos pagos também cresceram exponencialmente, e isto é o que interessa ao povo, desde que o governo empregue bem os impostos arrecadados (não é o caso do governo comunista do PT, mas isso são outros quinhentos).
Quando o sujeito adota uma ideologia como a marxista, que é seu caso, ele põe no nariz um par de lentes anamórficas, que distorcem a visão da realidade para este observador. Criei uma expressão para definir isso. O cara passa a sofrer da "Síndrome da Cegueira (ou Burrice) Adquirida". Um sujeito nascido inteligente, como você, passa a ser cego, ou burro artificialmente. Você escolheu isso ao adotar a estulta ideologia marxista-estatizante.
Abrs.,
Álvaro


From: Fendel
To: JAIME GIMENEZ JR ; Álvaro Pedreira de Cerqueira
Sent: Thursday, March 22, 2007 12:08 AM
Subject: RES: Privatização?
Acho que tem que ser extinta e pulverizada...


De: JAIME GIMENEZ JR
Enviada em: quarta-feira, 21 de março de 2007 23:55
Para: Fendel; Álvaro Pedreira de Cerqueira
Assunto: Re: Privatização?
Vc acha melhor empresa Estatal?


From: Fendel
To: JAIME GIMENEZ JR ; Álvaro Pedreira de Cerqueira
Sent: Wednesday, March 21, 2007 10:57 PM
Subject: RES: Privatização?
Como se fosse possível privatizar com bom senso... hahahá
É como mandar os gambás colher ovos na cestinha...


De: JAIME GIMENEZ JR
Enviada em: quarta-feira, 21 de março de 2007 10:48
Para: Fendel; Biocom; solidariosbrasil; Ita82; Álvaro Pedreira de Cerqueira; TSP
Cc: Bioenergia
Assunto: Re: Privatização?
Tudo tem que ser privatizado sim! Ainda mais num país governado por criminosos, como o Brasil.
O governo que cuide (e seja cobrado por isso), através da arrecadação dos impostos, da saúde,
educação, transporte...do povo! Privatizar com bom senso, obviamente.


De: Evandro.petrobras
Enviada em: quinta-feira, 22 de março de 2007 10:09
Para: biocom@grupos.com.br
Assunto: Re: [BioCom] Privataria
Obrigado Delman e Engº Fendel. Como empregado da Petrobras, não quis trazer esses esclarecimentos, também devido a alguns radicais de plantão no grupo.
Fica a pergunta que não quer calar: privatizar o quê ? os gringos adoram essa discussão sobre privatizacão pois faz a patuléia pensar que a empresa é estatal...
Também agradeço aos humoristas de plantão as elucubrações mentais sobre a Petros, com tantas noticias ruins, precisamos rir um pouco.
No mais parabenizo ao Engº Fendel pelo alto nivel das discussões, inclusive por permitir democraticamente a expressão das opiniões contrárias.
sds
Evandro
Plat P-37 22-2792-3752


De: Álvaro Pedreira de Cerqueira
Enviada em: quinta-feira, 22 de março de 2007 21:02
Para: Fendel; Biocom
Assunto: Re: Privataria
Papo furado, Fendel. Quem manda Petrossauro é Lula. E ela é monopolista.
Para azar dos brasileiros.
Álvaro

De: Fendel
Enviada em: quinta-feira, 22 de março de 2007 16:17
Para: ggalo10; boswolff
Cc: glaf; cafebrasil; jgimenez
Assunto: RES: Privataria
Além é claro, as estatais servem para distribuir milionários empregos e poder aos correligionários...


De: ggalo10
Enviada em: quinta-feira, 22 de março de 2007 11:49
Para: thomas; boswolff
Cc: bioenergia-l; glaf; cafebrasil; jgimenez
Assunto: Re:Privataria
Caros senhores, não consigo ficar sem dar um pitaco nessa ladainha. Governos não estão interessados em lucros e/ou dividendos. Estão, isso sim, interessados na mamata que representam a altissima carga tributaria sobre os altissimos preços.
Ou estou errado?
Geraldo

Em 22/03/07, thomas@fendel.com.br escreveu:
Caro Álvaro
A porcobrás já é mais da metade "privada"...Veja: Ações sorrateiras Contextualização: o objetivo deste conjunto de textos é demonstrar que, ao longo da década de 90, particularmente até 2002, houve uma concreta tentativa, mal disfarçada, de privatização da Petrobrás.Sinteticamente, em cada artigo relatamos uma das várias táticas utilizada sna estratégia de privatizar fazendo de conta que não estavam privatizando.As informações contidas nos textos foram extraídas da internet, de matérias da imprensa ou a partir de documentos apresentados pela própria Petrobrás em audiências públicas no Congresso Nacional. Portanto, são informações de domínio público.Neste artigo tratamos das alterações promovidas na Constituição Federal e da venda de ações da Petrobrás na Bolsa de Valores de Nova Iorque.Em 1995, o Governo de então promoveu uma série de emendas à Constituição Federal com vistas a dar total liberdade à atividade econômica. Dentre outras alterações, cuidaram de quebrar todas as proteções constitucionais em relação aos recursos naturais. Até então, a Constituição definia que estes recursos pertenciam à União e só poderiam ser explorados por empresas brasileiras, em favor do povo brasileiro.As emendas constitucionais de nº 6/95 e 9/95, aprovadas em tempo recorde com grande empenho da Presidência, criaram o ambiente para que o capital privado se apropriasse dos recursos minerais - sólidos, líquidos ou gasosos -,dentre os quais se incluem petróleo e gás natural.Ao invés de "empresa brasileira de capital nacional", que era o texto original, alteraram para "empresa constituída sob as leis brasileiras".Com tão sutil alteração conseguiram a permissão que precisavam para fazer a festa das privatizações e para entregar nossos recursos naturais, inclusive gás e petróleo, para o capital privado, principalmente estrangeiro.Tentam nos convencer que os recursos naturais continuam pertencendo à União e, portanto, o princípio constitucional estaria sendo preservado.Mas, o que temos na prática?O subsolo e o que nele estiver contido pertencem à União, entretanto, o produto da lavra pertence ao explorador, seja empresa estatal, seja empresa de capital nacional, seja capital estrangeiro.A Vale Rio Doce é o exemplo mais-que-perfeito para se perceber quem foram os beneficiários dessa sutil alteração.Trata-se de uma das mais importantes empresas de mineração do mundo. Foi doada em leilão por pouco mais de US$ 3 bilhões. Valor questionado na Justiça em processo ainda não concluído. Valor superado todos os anos em lucros que a empresa rende a seus controladores privados. Lucros que deveriam pertencer ao povo brasileiro, mas são acumulados pela iniciativa privada graças à ação entre amigos promovida na farra das privatizações.Vale Rio Doce e Petrobrás - ambas cuidam de recursos minerais do subsolo e da plataforma continental brasileiros. Recursos que a Constituição determinava que deveriam ser explorados a favor do povo brasileiro. Porque o governo privatizante decidiu leiloar uma e não ousou tentar leiloar a outra?A Petrobrás ocupa lugar especial no imaginário popular brasileiro. A sociedade não permitiria a doação da empresa. Essa realidade obrigou à mudança de tática. Ao invés de leilões espetaculares, optou-se pelo desvio de atenção e pela surdina. Ações sorrateiras. Fez-se um espetáculo anunciando que os brasileiros poderiam utilizar o mal remunerado FGTS para comprar ações da Petrobrás e, assim, garantir uma aposentadoria mais digna.Foram disponibilizadas 4% das ações sem direito a voto para esse processo.As atenções do País foram atraídas por um bombardeio de divulgação de TVs e jornais e pelo debate sobre vantagens e desvantagens dessa novidade.Enquanto isso, sorrateiramente, colocaram 32% das ações com direito a voto à venda na Bolsa de Valores de Nova Iorque.À época, essa ação furtiva gerou muitos protestos que, no entanto, foram abafados pelos tambores do espetáculo e pela discussão sobre a compra de ações pelo FGTS.Um Senador do próprio partido do Governo de então, em discurso no Plenário do Senado no dia 15/12/1999, assim definiu a manobra:"... Há formas camufladas de privatização, e não tenho dúvida ao afirmar que podemos assistir ao início de um processo de privatização da Petrobrás se permitirmos a venda das suas ações"."... o modelo de privatização vigente em nosso País já nos oferece exemplos suficientes de que caminhamos para uma depredação irreversível do patrimônio público brasileiro"."... se instalássemos uma CPI para investigar as privatizações no Brasil,talvez chegássemos ao grande escândalo nacional, ao maior escândalo do século". Atualmente, a União detém apenas 36% das ações da Petrobrás, o restante está em bolsas de valores, principalmente em mãos de grandes corporações petroleiras e do capital financeiro. Assim, 64% dos fabulosos lucros anuais da Petrobrás são apropriados pelo capital privado. Na lógica neoliberal, ficamos assim: enquanto o petróleo, o gás natural ou os recursos minerais sólidos (ouro, ferro, bauxita etc) estão intocados debaixo da terra ou no fundo do mar, pertencem à União e ao povo brasileiro.Quando são extraídos, passam a pertencer ao capital privado. Numa frase: oque está inacessível é nosso, se extrair, é deles. Genial ! ! !Há que perguntar aos neoliberais: "que vantagem Maria leva?". Delman Ferreira
Grupo Virtual "BIOCOMBUSTÍVEIS - PRODUÇÃO SOCIAL DOMÉSTICA" –
Nosso e-mail: biocom@grupos.com.br.
Uma bio-homenagem aberta a Thomas Renatus Fendel - www.fendel.com.br.
Evandro Gomes Praticante Biocom Jr


De: Adriano Benayon
Enviada em: terça-feira, 20 de março de 2007 10:03
Para: abenayon
Assunto: energia da biomassa

Publicado na Tribuna da Imprensa, em 15 e 16 de março de 2007
Transnacionais apossam-se da biomassa
Adriano Benayon * – 15.03.2007
O que está em andamento é a tomada pelo capital estrangeiro da produção de álcool (etanol) e de outros derivados das plantas. Em suma, da energia da biomassa. Esta já é uma das principais fontes do presente, e não apenas a predominante em futuro próximo. Os que a controlarem terão assegurado posição estratégica privilegiada no poder mundial, reforçada pelos fabulosos ganhos econômicos que dela fluirão.
Graças à sua excepcional dotação de território aproveitável, de água e sol, o Brasil tem o potencial de ser o maior produtor mundial dessa energia. Mas, dado o modelo econômico subordinado que se implanta no Brasil há mais de 50 anos, o País caminha para a pior das servidões, pois sua fabulosa dotação de recursos naturais está sendo explorada por transnacionais das potências hegemônicas, prontas para dominar a biomassa, como já dominam a comercialização do agronegócio.
Nada mais fácil para as corporações mundiais que abocanhar a biomassa, uma riqueza muito mais fantástica que o ouro das Minas Gerais no Século XVIII. Isso porque o Brasil é um país aberto ao capital estrangeiro, ao qual pertence a produção industrial e os demais setores da economia. Pior, obtém tudo isso com o nosso dinheiro, que o “governo” submisso lhe transfere como subsídios, ademais dos ganhos que o mercado brasileiro lhe proporciona, remetidos ao exterior por meio de mais de uma dezena de mecanismos.
O modelo político e econômico subordinado já conduziu o Brasil ao desemprego de 30 milhões de brasileiros, a vergonhosas condições de saúde e de educação, à proliferação do crime organizado, ao definhamento da classe média, à queda contínua dos salários reais, ao sucateamento da infra-estrutura e das Forças Armadas.
O País está escancarado para que transnacionais se apoderem do que será o mais estratégico e maior setor da economia mundial. Que restará ao Brasil senão revogar o decreto da Princesa Isabel de 1888, da Abolição da escravatura?
Para ser profeta basta entender o presente e as lições do passado. Há casos históricos de reinstituição do regime de servidão por se terem países especializado na produção de matérias-primas destinadas ao comércio mundial. Por exemplo, a Polônia do Século XVIII, uma grande potência no XVII, transformada em exportadora de cereais sob a direção dos comerciantes e banqueiros de Amsterdam.
Que foi feito no Brasil para facilitar a apropriação da biomassa pelos concentradores mundiais? Alijar os pequenos produtores, por meio de regulamentação instituída por imposição do Banco Mundial, o que fez centralizar a produção em grandes usinas. Assim, a cana-de-açúcar é transportada a grandes distâncias (em caminhões movidos a óleo diesel de petróleo), e o mesmo ocorre com o álcool.
Pior ainda, através de outras ações e omissões da política econômica, acabou-se com conquistas do PRÓ-ALCOOL, como a produção de motores para álcool. Hoje, com o “bicombustível” são desperdiçados quase 40% da potência do etanol, cuja octanagem supera por essa margem a da gasolina.
Quase nada se fez para desenvolver o etanol a partir da celulose da madeira e de outras fibras vegetais, o que tem potencial econômico pelo menos tão bom quanto o da cana de açúcar e mais vantagens ecológicas. A palha da cana vem sendo queimada, causando danos ambientais, em vez de ser usada como fibra para a produção de álcool ou para, junto com outros resíduos vegetais, alimentar termelétricas.
Mais grave ainda é o boicote aos óleos vegetais, cujo custo de produção pode ser menor que o do álcool e oferece desempenho duas vezes maior. Para se ter uma idéia, o Brasil poderia facilmente estar produzindo 40.000 vezes mais óleos vegetais do que o faz. Isso porque: 1) A Alemanha os produz 100 vezes mais que o Brasil; 2) a produtividade por hectare do dendê no Brasil é 17 vezes maior que a da canola (colza) cultivada na Alemanha; 3) o território brasileiro é 24 vezes maior que o alemão. Resumindo: 100 x 17 x 24 = 40.800.
Na Alemanha vende-se um kit para que os motores construídos para diesel de petróleo recebam o óleo vegetal apenas filtrado. O rendimento é o dobro do do etanol ou do biodiesel. O biodiesel vem a ser uma rendição ao poder de transnacionais da indústria automotora. Envolve retirar a glicerina, a qual, nos motores para óleos vegetais, contribui para a extraordinária potência energética do combustível.
Há tecnologia para fabricar esses motores, dos engenheiros Elsbett, na Alemanha, não usada por pressão do maior banco desse país. Os Elsbett fabricam o kit, também produzido no Paraná pelo Eng. Fendel.
A única e enorme dificuldade para que se façam as coisas certas está no governo sem autodeterminação, complacente com os interesses das irmãs do petróleo. A Agência Nacional do Petróleo impede a distribuição do óleo vegetal e limita a comercialização do biodiesel à ridícula percentagem de 2% para a mistura com o óleo diesel.
Adriano Benayon
Doutor em Economia. Autor de “Globalização versus Desenvolvimento”.
Editora Escrituras: www.escrituras.com.br


De: Adriano Benayon
Enviada em: sexta-feira, 9 de março de 2007 22:11
Para: 'Fendel'
Assunto: RES: Bilderberg (!...)
Caro Fendel,
As observações desse Daniel Estulin parecem-me ter base razoavelmente sólida. Elas coincidem, em grande parte, com as apreciações de outros observadores independentes, inclusive norte-americanos, como Lyndon Larouche e toda sua equipe de bons analistas, além de vários outros observadores que têm mostrado o jogo de poder dos grandes grupos concentradores transnacionais.
Concordo também com as respostas de Estulin sobre como a oligarquia do poder mundial trabalha para abestalhar a juventude e outros menos jovens por meio da contracultura, da antimúsica e de várias outras porcarias intensamente promovidas pela indústria fonográfica, pelas TVs, em suma por toda a indústria dita do entretenimento.
Ele foi bem nas respostas, não obstante as perguntas do entrevistador típicas dos robôs repetidores dos lugares comuns espalhados pelo sistema de poder.
Estou por comprar o livro de Estulin sobre o clube Bildeberg, que ainda não encontrei, e não é fácil de encontrar nas grandes livrarias. A tradução para o português é da editora Planeta.
Abraços,
Adriano Benayon

De: Fendel
Enviada em: sexta-feira, 9 de março de 2007 17:05
Para: Adriano Benayon
Assunto: ENC: Bilderberg (!...)
Meu caro Benayon
O que vc me diz sobre o abaixo?
Hba
Fendel

Daniel Estulin
Investigador
Tengo 40 años. Nací en Rusia y he vivido en Italia y Canadá. Soy experto en comunicación e investigador: desde hace 15 años investigo las actividades del secretista Club Bilderberg. Prefiero no comentar si tengo pareja o hijos, por seguridad. Soy ateo y soy demócrata constitucionalista: contra eso trabajan los "bilderbergs", que pretenden un mundo global y esclavo.
¿Conspiran contra ti?
Estulin es un tipo asombroso: para cualquier suceso de la política, economía o cultura del último medio siglo ¡tiene una explicación conspirativa! ¿Quién conspira? Siempre los mismos: los miembros de un exclusivo y poderoso grupo conocido ya como Club Bilderberg. Estulin lo explicó con brío y detalle en "La verdadera historia del Club Bilderberg", todo un best seller internacional, y abunda ahora en el asunto en "Los secretos del Club Bilderberg" (Bronce), de nuevo un éxito editorial. La cosa es interesante, pues no es nada descabellado pensar que los poderosos de Occidente intentan coordinar estrategias a su favor, pero... ¿su beneficio implica siempre tu perjuicio? ¿Son ellos la única amenaza a tu libertad y bienestar? Pensemos
LA CONTRA
"El pop forma parte del plan"
Víctor-M. Amela
- ¿Cuándo ha sido la última reunión del Club Bilderberg?
- El pasado mes de junio en Ottawa, Canadá.
- ¿De qué hablaron?
- De la burbuja inmobiliaria. Les preocupa que estalle. Por eso los grandes bancos están desinvirtiendo en el sector inmobiliario.
- Pues siguen dándonos hipotecas.
- ¡Para tenernos atrapados! Su propósito es dejarnos sin liquidez.
- ¿Con que fin?
- Que seamos sus esclavos.
- Vivimos en sociedades democráticas, le recuerdo.
- La estrategia de los bilderbergs es laminar soberanías nacionales para gestionar el mundo como una empresa.
- ¿Así ve usted la globalización?
- Es el diseño que tienen trazado.
- Nadie detenta tanto poder para lograr lo que desee sin oposición.
- Tienen muchas bolas en el bombo.
- ¿Y no disputan nunca entre ellos?
- Comparten la filosofía esencial, y en su reunión anual liman y coordinan aspectos. No dejan entrar a la prensa para que no conozcamos sus planes de dominación.

- Así..., ¿cómo sabe tanto de ellos?
- Llevo 13 años investigándolos, y he conseguido tener algún topo.
- ¿Cuántos son?
- Son unas 130 de las personas más poderosas del mundo. Se reúnen cada año desde 1954 (ese año fue en el hotel Bilderberg, de ahí el nombre): presidentes de estados y gobiernos, políticos de todos los partidos, presidentes de bancos y multinacionales, grandes empresarios... ¡todos contra el estado-nación y a favor de la mundialización económica! En el núcleo duro están las familias Rockefeller y Rothschild.
- ¿Y alcanzan siempre lo que se proponen?
- Cada día hay más políticos entregados a ese proyecto de empresa mundial.
- Pero siempre habrá pensamiento libre, artistas, intelectuales...
- ¡También ahí opera Bilderberg! Respaldaron a los Beatles, por ejemplo: mediante la música podían influir en millones de jóvenes. ¡Así lo teorizó Adorno! Y así ha sido.
- Perdone, pero ¡los jóvenes escuchan la música que les gusta!
- No, no, nada es espontáneo. No crea que la EMI es una discográfica: ¡es una de las principales productoras británicas de componentes electrónicos militares!
- La cultura pop, los hippies, la psicodelia..., ¿parte del plan?
- Sí, forma parte del plan. Para desmovilizar a los jóvenes del activismo político. Ahora está la MTV: debilita las mentes juveniles, las aparta de la cultura clásica.
- Ya estamos: la tele es el demonio.
- La tele apela a la emoción e inhibe la razón. "No pienses: ¡siente!", es hoy el gran lema publicitario.
- ¿Qué lugar ocupan en este tablero los países árabes?
- Los dejan en manos de jeques que son peleles con petróleo. El peligro no son ellos, ni siquiera Bin Laden: ¡Bush sabe bien dónde está Bin Laden! Pero le conviene dejar que siga encarnando el rostro de la amenaza, y él se aprovecha de eso.
- ¿Y Rusia? ¿Y China? ¿Están en esta conjura mundialista?
- China tiene un creciente poder sobre la economía estadounidense. Y Rusia ha liquidado su deuda externa. ¡Son, pues, países libres!
- ¿Le consuela? A mí me dan más miedo que Estados Unidos.
- Mire, usted y yo sólo somos dos microbios entre Godzillas.
- Y... ¿no será usted también una pieza más del Club Bilderberg?
- No: encontraría editor en Estados Unidos. ¡Ninguno se atreve!
- Pues aquí le publica Planeta, un grupo poderoso.
- Pero que no comparte la filosofía de los bilderbergs, no está en el club.
- Hace un año me predijo que Irán sería invadido, y no ha sido así.
- Pero el intento sigue vivo. También le dije que el precio del petróleo se dispararía, y así sucedió. Y volverá a subir. El 11-S fue tolerado, como Pearl Harbour, para justificar la conquista del petróleo en el planeta.
- Más nos valdría ir explorando otras energías.
- ¡La energía nuclear, por ejemplo! Pero, claro, eso proporciona poder e independencia a los países, ¡justo lo que no quiere Bilderberg! Por eso Bilderberg financia a Greenpace.
- Ve usted a Bilderberg por todas partes.
- Claro, piense, no sea ingenuo: Hugo Chávez, que tanto ladra, ¡le vende a Bush su petróleo! ¿Lo ve? Y ahí está el negocio de la droga, el más lucrativo del mundo: sus beneficios alimentan el sistema financiero, Wall Street, los bancos...
- ¿En qué banco ingresa usted los beneficios de su libro?
- En una caja local en la que puedo controlar qué hacen con mi dinero.
- ¿Le teme Bilderberg a usted?
- Soy molesto, pero a lo único que temen de verdad los bilderbergs es a una sola cosa: las movilizaciones populares, los pueblos levantados.

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