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OPINIÕES E COMENTÁRIOS

2007
 

2006
  dezembro

2005
 

2004


NOVEMBRO / 2007

JORNAL BIOCOM 34

Na foto minha primeira microhidroelétrica clandestina de 10 HP, ligada à rede a mais de 17 anos, ininterruptos...

 

Pouca gente se deu conta ainda de que a propaganda do "3" do porco banco do Brasil, se refere ao terceiro mandato...


Recomendo assistirem as ótimas palestras, entrevistas e comentários do 2º fórum de óleos vegetais combustíveis, realizado pela CATI - SP, disponíveis em www.noticiasagricolas.com.br clicando no texto abaixo do título: "2º Forum Cati".
Este foi sem dúvida o melhor evento de que já participei. Parabéns e muito obrigado ao meu bioamigo Sylmar.

Respondendo uma dúvida a um estudante de engenharia, sobre biogás, me ocorreu mais uma palhaçada de nossa política energética: O GN (gás natural) não deveria ser utilizado em motores a gasolina, e sim apenas em motores Diesel adaptados, que tem maior compressão e maior rendimento, além de serem turbinados e intercoolados.
Sem entrar no mérito de que, do jeito que nossos idiotas estão fazendo, estão substituindo a excedente gasolina, por outro fóssil, no lugar de substituir o Diesel, que continua parte importado...

Minha querida Clarissa

Gostei do filme que você indica abaixo. Fala sobre OV, etanol e bioenergia em geral.
Uma pena que dão ênfase ao bioBOBO e bioenergias de segunda geração, sendo que mal e porcamente estamos dominando e utilizando as de primeira, que são de primeira.
Estes papagaios pensam que podem imitar facilmente a natureza, que é gratuita. O objetivo desta palhaçada continua sendo unicamente a centralização das energias descentralizadas.


Meu caro Camilo

Como podem imorais terroristas e assassinos virarem homenageados agraciados com vultoso dinheiro?
Somente muita corrupção e enganação explicam tal maracutaia.
É uma pena que os militares respeitaram os direitos "des" humanos na época, pois se soubessem o resultado de tanta compaixão, certamente teriam dado outro fim a tamanhos delinqüentes.


Meu caro Benayon

Pelo que regem as leis do phoder mundial, existem países patronos e outros subordinados, claro, na surdina.
Como podem alguns usufruir de poder nuclear e outros não? Que raio de democracia é essa?
Sem falar que, se sujeitar a gerar EE com núcleos atômicos, sem poder desenvolver poderio bélico, serve apenas para arrumar empregos aos companheiros dos partidos, na grande maioria, grandes imbecis incompetentes, que só tem o dom da falação vazia.


Minha querida Gracias

Nojentos os fatos e negociatas que envolvem as grandes empresas.
Imperdoável a idiotice que fazem com o gás natural, violentamente subsidiado e escasso.
Só a malandragem de um bando de ladrões apadrinhados explica tanta maracutaia.
Quanto à "nova" descoberta de porcotróleo, que diferença faz ser o décimo produtor mundial daqui a 5 anos?
Até lá, muito porcotróleo vai ser gasto, e certamente a produção já ultrapassou o pico mundial, ou seja, daqui pra frente, a questão energética será um deus nos acuda, pois se em menos de 4 anos o barril de porcotróleo subiu de 25 para 100 dólares, num tempo bem menor subirá de 100 para 400...
Temos que considerar que 90% dos países já sofrem redução de produção... como por exemplo a Alemanha, com seu pico de produção em 1966, EUA e Venezuela 1970, México 2003, etc.
O barril do porcotróleo está furado, e só se faz demagogia...


Meu caro Vinhosa

Parabéns por teu empenho na incansável luta pela moralização energética e comercial "neftepaíf".
Admiro tua coragem e persistência em desmascarar as ladroagens da porcobrás e congêneres, em conluio com nossa podre "juschtischa", a serviço de nossos corruptos políticos.


Meu caro Miguel

É o povão que paga a burrice de nosso sistema de transporte ser baseado no caminhão... encarecendo violentamente o frete num país de dimensões continentais.
Devido à essa sacanagem, somos o único país no qual o eficiente Diesel é proibido ao povo.
Daí resulta a idiota carta que você recebeu do sindicato dos porcotroleiros...
Como mencionado acima, a porcobrás deveria substituir parcialmente o Diesel por GN e etanol, e não a gasolina...
Aliás a Scania está testando em SP um ônibus a etanol, que promete alto rendimento, devido à taxa de compressão de 28:1, ou seja, estão finalmente adaptando motores Diesel a álcool, de forma eficiente.
Idem a Mercedes, num carro com motor Diesel adaptado a álcool, que promete fazer 17 km com 1 litro de etanol.
Enquanto isso, nos vangloriamos dos beberrões e ineficientes flex...

Meu caro Ciochetta

Os ladrões no phoder, fazem de tudo para evitar a evidente descentralização das bioenergias.
Engraçado, políticos podem se utilizar do caixa 2, inclusive de estatais, e não acontece nada.
Há denúncias inclusive de que o caixa 2 de Itaipu, supera seu faturamento.
Agora, vá um simples mortal sonegar uma graninha, e pronto está lá nossa exemplar “juschtischa” em seu encalço.
Dias destes assisti a uma mesa redonda na TV Educativa do PR, onde estavam presentes o Pastor Fuchs, defendendo as bioenergias descentralizadas, um tal de Samek, presidente da Itaipu e o Rossafa, diretor da Copel.
O Pastor Fuchs, muito educado, deixava o falastrão da Itaipu roubar seu tempo e se intrometer em suas relevantes considerações.
O mentiroso e tagarela da Itaipu, falou um monte de merda, típicos de um papagaio irracional e incompetente político profissional.
O Rossafa já conheço de velhos carnavais, quando interrompia seus inflamáveis discursos, sobre o hidroBOBOgênio, asneira que me parece, desistiu de defender.
Ao Rossafa já implorei inúmeras e inúteis vezes a permissão de conexão e venda de energia para a Copel... viabilizando o uso do biogás, microhidroelétricas, microeólicas, etc.


O radialista Alborgeti desce a lenha nos caras pintadas comprados...
http://www.youtube.com/watch?v=x87McDDJOzg

Tarifa de EE no País tende a cair, diz governo
http://www.mnp.org.br/index.php?pag=ver_noticia&id=419049
É só investir em fantásticas hidroelétricas e parar de investir em porcas termoelétricas... elementar...

Política prevaleceu sobre a técnica nas parcerias da Petrobrás, diz Lula
http://www.power.inf.br/notic_dia.php?cod=7659
Oras, sempre o que prevalece é a política, a enganação, o roubo, o abobalhamento...

Dilma sobre Bolívia: 'Temos de tomar conta de certas pessoas'
http://www.power.inf.br/notic_dia.php?cod=7662
Que moral tem uma assaltante de banco, uma terrorrista a tomar conta dos outros?
HidroEólicosBioAbraços
Eng. Thomas Renatus Fendel
www.fendel.com.br

From: Daniel Ciochetta
To: thomas Fendel
Sent: Tuesday, December 11, 2007 1:43 PM
Subject: porcentagem de arrecadação dos combustíveis nos estados


Caro Fendel,
Certa vez escrevi lhe dizendo sobre a importância da centralização dos combustíveis para a arrecadação dos Estados. Na época, eu não soube precisar a fonte da informação, mas leia na notícia abaixo veiculada no Ministério Público do RS.
Assim, você poderá ter uma idéia da resistência que sua (ótima) idéia de distribuir energias diretamente terá dos governos.
um abraço,
Daniel Ciochetta

Empresário que sonegou R$ 2,5 milhões estava foragido há dois meses
A prisão preventiva contra o empresário de Novo Hamburgo foi decretada pelo juiz Alexandre Schwartz Manica e executada nesta manhã, durante uma operação desencadeada pela Promotoria de Justiça de Combate aos Crimes Contra a Ordem Tributária. Policiais civis e militares, integrantes da Força-Tarefa, coordenada pelo promotor de Justiça Flávio Duarte, da Especializa Criminal, executaram a prisão do empresário. O Ministério Público abriu dois processos criminais: um por crime fiscal e outro por adulteração de combustível.
De acordo com os Promotores de Justiça Renato Velasques e Aureo Braga, as investigações desenvolvidas demonstraram que o acusado, contra quem já foi aberto processo criminal, sonegou cerca de R$ 2,5 milhões em ICMS do erário gaúcho por utilização de “caixa 2”. O trabalho é resultado de uma parceria com a Receita Pública Estadual, que quantificou os valores e efetuou autuação fiscal após as irregularidades terem sido comunicadas pelo Ministério Público. Vinte e cinco por cento da arrecadação de ICMS do Estado vem dos combustíveis.
A Promotoria Especializada Criminal da Capital, através do promotor de Justiça Mauro Rockenbach, já vinha investigando a empresa por adulteração.
Disponívem em:
http://www.mp.rs.gov.br/noticias/id12839.htm


From: Miguel Heinen
To: Fendel ; Telmo Heinen-Y
Sent: Wednesday, November 21, 2007 5:32 PM
Subject: Este é o pensamento do Sindicato...
Cada um com seus "interésses" como diria o velho "Briza"...
Estimado revendedor:
Porque defendemos o aumento da presença da gasolina no perfil de consumo de combustíveis.
Alinhavamos alguns elementares argumentos:
1. Porque é bom para o país:
Por muitos motivos, em especial o preço final em função de carga tributária, o país consome diesel preferencialmente.
A produção de nossas refinarias é insuficiente em termos de diesel e altamente superavitária na produção de gasolina, para atender o consumo do país.
Isto gera "sobras exportáveis" de gasolina, que devem ser vendidas como for possível no mercado internacional, obviamente sem impostos.
A gasolina consumida no país tem pesada carga tributária, dificilmente sonegável.
Ao substituirmos gasolina por álcool (como exemplo mais habitual) o governo federal perde na arrecadação da CIDE e os estaduais no ICMS.
O aumento de consumo de gasolina significaria enorme acréscimo na arrecadação tributária, mesmo que fosse adequadamente diminuída a carga da gasolina.
2. Porque é uma providencia de fácil materialização:
Em principio dever-se-ia baixar a mistura de álcool. Em termos ambientais valores de 10% ou 15% são suficientes para oxigenação e diminuição de emissões.
Nossos carros, flex ou não, estão preparados devidamente.
A isto poderia ser agregada outras providencias, como a proibição de motores a diesel para frotas de veículos de carga leve ou transporte de passageiros de menor porte, deixando o diesel para os mais pesados.
3. Porque é bom para o mercado:
A gasolina é de longe o produto que permite as melhores margens a revenda e a distribuição.
Como sai exclusivamente das refinarias é menos passível de sonegação.
Com uma carga tributária mais adequada diminuiria em muito a adulteração.
Atenciosamente
Antonio Gregorio Goidanich
Presidente Sulpetro


From: joaovinhosa vinhosa
To: Fendel
Sent: Monday, December 10, 2007 10:08 AM
Subject: POR QUE TE CALAS, MINISTÉRIO DA JUSTIÇA?
Itaperuna-RJ, 10 de dezembro de 2007
EXCELENTÍSSIMO MINISTRO TARSO GENRO
MINISTRO DA JUSTIÇA
Com o único intuito de compelir o Ministério da Justiça a responder à altura as graves acusações que tenho feito contra seus procedimentos, distribuirei esta carta pela Internet com o instigante título “POR QUE TE CALAS, MINISTÉRIO DA JUSTIÇA?”
Ninguém pode negar, Ministro Tarso Genro: a omissão de uma instituição diante de uma acusação segundo a qual ela cometeu graves irregularidades compromete muito mais sua credibilidade que as irregularidades propriamente ditas. Principalmente, quando a instituição é acusada de colocar em risco a reputação do país no cenário internacional. Principalmente, quando essa instituição é o Ministério da Justiça, que tem sob sua responsabilidade assuntos do mais alto interesse da Nação e do mais alto interesse de grupos empresariais privados. Entre os assuntos de interesse de grupos empresariais privados, destaco o combate a cartéis, motivo de minhas acusações.
Sei, Excelência, que corro o risco de ser processado devido à maneira franca, aberta e dura utilizada em minhas acusações. Contudo, isso não me mete medo. A propósito, a equipe de seu antecessor, Márcio Thomaz Bastos, elaborou um vasto documento sugerindo que eu fosse processado pela Advocacia Geral da União. Infelizmente, a sugestão não foi colocada em prática. Seria uma ótima oportunidade para que fossem esclarecidas todas as irregularidades, tanto em meus procedimentos, como nos procedimentos do Ministério da Justiça.
Há muito, eu tenho acusado o Ministério da Justiça de, deliberadamente, descumprir o Acordo de Cooperação Brasil – Estados Unidos para combater cartéis. Tenho acusado e tenho alertado que tal fato poderá prejudicar a reputação do Brasil no cenário internacional. Afinal, descumprir deliberadamente um acordo é falta da maior gravidade.
Ora, Excelência, considerando que prejudicar a reputação do Brasil no cenário internacional é falta grave a ponto de ter sido usada como pretexto para a ridícula tentativa de expulsão do correspondente do New York Times que noticiou exageros etílicos do Presidente Lula, como pode o Ministério da Justiça – o responsável por zelar pelo fiel cumprimento do referido Acordo – continuar se omitindo diante de minhas acusações?
Eu tenho acusado o Ministério da Justiça de interpretar de maneira impressionantemente errada os termos do Acordo. Tenho acusado, baseado na argumentação do Ministério da Justiça para justificar sua decisão de não notificar as autoridades norte-americanas sobre as investigações que aqui estão sendo realizadas contra o “Cartel do Oxigênio”.
Eu tenho acusado o Ministério da Justiça de, literalmente, avacalhar o Acordo. Avacalhar o Acordo, ao interpretar que o mesmo “faculta” ao Brasil notificar os Estados Unidos sobre as investigações que aqui estão sendo realizadas contra o “Cartel do Oxigênio”. Na realidade, por meio do Acordo, as partes se comprometem a notificar, uma à outra, sobre as investigações que estejam realizando contra cartéis cujos integrantes também atuem na outra parte.
Veja bem, Senhor Ministro: o Brasil não necessita de nenhum acordo que lhe “faculte” notificar outro país sobre investigações que aqui estejam sendo realizadas. Temos a faculdade de passar a qualquer país informações sobre quaisquer investigações que estejamos realizando. Lembremo-nos que os Estados Unidos nos passaram informações sobre o “Cartel das Vitaminas” (caso Roche-Basf) em 1999, quando ainda não havia o Acordo em questão.
Para seu conhecimento, Excelência, em 16/06/06, recebi do Presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Dr. Roberto Busato, o Ofício nº. 182/2006GPR, informando-me que, sobre o assunto, havia repassado ao então Ministro da Justiça Márcio Thomaz Bastos a correspondência por mim encaminhada à OAB em 01/03/06.
Leia referida correspondência, Ministro Tarso Genro. Leia, também, a carta a ela anexada. Tal carta foi por mim encaminhada à Embaixada dos Estados Unidos em 22/02/06. Nela, alertei as autoridades norte-americanas sobre as distorcidas interpretações do Ministério da Justiça relativamente ao Acordo.
Lendo os documentos acima citados, V. Exª. constatará um fato da maior gravidade: há anos venho acusando que – por se recusar a notificar os Estados Unidos sobre as investigações que aqui estavam sendo realizadas contra o “Cartel do Oxigênio” – o Brasil estava descumprindo referido Acordo de Cooperação, que foi promulgado pelo Decreto nº. 4702 de 21/05/03, após aprovado pelo Congresso Nacional por meio do Decreto Legislativo nº. 154 de 26/06/02.
V. Exª. constatará, também, que, em todas as oportunidades, eu chamei a atenção das autoridades para o fato de ser absolutamente inquestionável a clareza do Acordo: uma parte se comprometia a notificar a outra “tão logo possível” sobre as investigações que estivesse realizando contra um cartel cujos integrantes atuassem também na outra parte. Igualmente, eu não deixei de chamar a atenção das autoridades para o fato de as multinacionais acusadas de integrarem o “Cartel do Oxigênio” – AGA, WHITE MARTINS, AIR LIQUIDE e AIR PRODUCTS – dominarem, também, o mercado norte-americano.
Constatará, ainda, que, após ter alertado diversas autoridades sobre a necessidade de o Brasil notificar os Estados Unidos a respeito das investigações que aqui estavam sendo realizadas contra referido cartel, em 30/11/04, encaminhei um documento ao Representante do Ministério Público Federal junto ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE), originando o processo nº. 1.16.000.002028/2004-06, que já se encontra tramitando na Procuradoria da República do Distrito Federal há três anos.
Em referido processo, Excelência, salientei que era preocupante a interpretação dada aos termos do Acordo pelo então titular da Secretaria de Direito Econômico do Ministério da Justiça (SDE), Daniel Goldberg. Segundo Goldberg, o Acordo “faculta às partes soberanas notificar uma à outra a respeito de investigação” e “não havendo indícios de que os supostos cartéis tenham sido perpetrados também em território americano, incabível a notificação de que trata o Acordo Internacional mencionado”.
Pelo entendimento do Secretário Daniel Goldberg – manifestado em resposta ao Ministério Público Federal – para que seja feita a notificação da qual trata o Acordo, não basta que, aqui no Brasil, estejam sendo realizadas investigações sobre um cartel cujos integrantes atuem também no mercado dos Estados Unidos. Teria que haver “indícios de que os supostos cartéis tenham sido perpetrados também em território americano”.
Será, Ministro Tarso Genro, que não passou pela cabeça do então titular da SDE que a notificação da qual trata o Acordo é muito mais importante exatamente nas ocasiões em que não existem sequer indícios que o cartel esteja atuando na outra parte? Explicando melhor: para o Brasil, foi mais importante receber informações dos Estados Unidos sobre o caso Roche-Basf (que, à época, ainda não estávamos investigando) do que se tivesse recebido, agora, informações sobre o “Cartel do Oxigênio” (que já está sob investigação). Isso é uma coisa tão óbvia, Senhor Ministro, que é inadmissível ser atribuída a uma eventual falta de capacidade de discernimento de citado Secretário.
Além disso, uma pergunta torna-se inevitável: como teria conhecimento, o Secretário Goldberg, de indícios da atuação de cartéis em território americano? Lendo o New York Times?
Obviamente, não.
A única maneira confiável de se tomar conhecimento de indícios da atuação de cartéis nos Estados Unidos é por meio de informações encaminhadas pelas autoridades norte-americanas.
Porém – considerando válido o comprometedor entendimento da SDE – é “incabível” o encaminhamento de informações pelas autoridades norte-americanas devido ao fato delas não terem conhecimento de indícios de que o cartel esteja atuando no Brasil. E elas não têm conhecimento por que a SDE não as informou sobre as investigações aqui realizadas. Mas a SDE não as informou porque elas não haviam informado às autoridades brasileiras sobre os indícios da atuação do cartel nos Estados Unidos.
E, por conta desse “nó burocrático”, os consumidores dos dois países continuam sendo explorados pelos integrantes do “Cartel do Oxigênio” – uma organização criminosa que tem entre seus objetivos o mais hediondo dos crimes praticados contra o erário: o superfaturamento de preços contra nossos combalidos hospitais públicos.
É de se destacar, também, que o Secretário Goldberg afirmou que o Acordo “faculta às partes soberanas notificar uma a outra a respeito de investigação”.
No entanto, o Artigo II do Acordo preceitua taxativamente: “Cada parte deverá, com as ressalvas do Artigo IX, notificar a outra parte”. E o Artigo IX explicita as duas únicas e especialíssimas situações que desobrigam uma parte a notificar a outra: “se o fornecimento de tal informação for proibido, segundo as leis da parte detentora da informação, ou for incompatível com os importantes interesses daquela parte”.
Fica, assim, demonstrado que o entendimento do Secretário Goldberg segundo o qual o Acordo “faculta” notificar é impressionantemente distorcido. Além do mais, é óbvio que para “facultar” o burocrata de plantão notificar, desnecessário seria um Acordo aprovado pelo Congresso Nacional e promulgado pelo Presidente da República.
Excelentíssimo Ministro, estas foram, em linhas gerais, as acusações que tenho feito contra o Ministério ora sob seu comando. No aguardo de providências no sentido de serem esclarecidos os questionamentos contidos nesta carta, informo que, após os esperados esclarecimentos, completarei minhas acusações com outros fatos que comprometem ainda mais a SDE. Já adianto que os outros fatos também dizem respeito à atuação da SDE em casos envolvendo o “Cartel do Oxigênio”. Ao aguçar a curiosidade de todos sobre as mazelas da SDE, espero que o Ministério da Justiça se manifeste com a urgência que a gravidade do caso está a requerer.
Cumpre informar que cópias desta carta serão encaminhadas ao Departamento de Justiça e à Comissão Federal de Comércio dos Estados Unidos, órgãos que representam o governo norte-americano no Acordo. Informo, também, que cópias serão encaminhadas à Procuradoria Geral da República e à OAB, instituições que já se manifestaram sobre referidas acusações.
Com os procedimentos acima narrados, Ministro Tarso Genro, espero evitar que, no futuro, alguém tenha a ousadia de dizer que “não sabia” da gravidade de minhas acusações. A propósito, conforme documento em meu poder, o Presidente Lula, a quem também encaminharei cópia desta, já sabe há muito tempo de tal situação.
João Batista Pereira Vinhosa
Signatário: João Batista Pereira Vinhosa – Rua 10 de Maio, 446 – Itaperuna-RJ – Cep: 28 300-000


From: * Gracias*
To: Undisclosed-Recipient:;
Sent: Saturday, November 10, 2007 1:10 PM
Subject: [lilicarabina] O SERVO DOS INGLESES
ESTA É A BRAVATA: CHAVEZ, EVO E LULA - 3 SERVOS DOS BANQUEIROS!
Lula obedece a British Gás e manda Dilma anunciar “descoberta” de óleo e gás conhecida desde 2005
Edição de Sexta-feira do Alerta Total http://alertatotal.blogspot.com/
Por Jorge Serrão
Exclusivo - Foi ordem direta da British Gás Group (BG) aos seus agentes conscientes no governo Lula da Silva o anúncio, em tom de factóide e triunfalismo, da “descoberta” da maior reserva de petróleo e gás da história do país, na Bacia de Santos. A BG é a responsável direta pela crise do gás no Brasil. Os ingleses comandam, de fato, a exploração de gás na Bolívia do índio Evo Moralles. Além disso, partiu da City de Londres a pressão para que o governo FHC construísse o gasoduto Brasil-Bolívia, para abastecer o mercado de São Paulo, controlado pela Comgás - outra empresa controlada pela BG.
Também controlada pelos banqueiros ingleses, as bolsas de valores internacionais faturaram alto com a notícia do campo de Tupi, anunciada pela super poderosa ministra-chefe da Casa Civil e presidente do Conselho de Administração da Petrobrás, Dilma Rousseff – a candidata preferida de Lula para sucedê-lo em 2010, mesmo não conseguindo decolar nas pesquisas. Só na Bovespa, a Petrobras ON subiu 14,45%, valorizando a empresa em R$ 40 bilhões. Atualmente, o total de reservas da Petrobras chega a 13 bilhões de barris. A nova descoberta pode representar um aumento de 50% nas reservas atuais.
Outro factóide econômico também foi lançado junto com o anúncio do novo campo gigante de gás e óleo. O Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) aprovou uma resolução que excluiu 41 blocos petrolíferos da área de influência da nova fronteira exploratória. Os blocos seriam leiloados na 9ª rodada de licitações da Agência Nacional do Petróleo, no fim do mês. Lançou-se a contra-informação de que a medida desagradou ao Instituto Brasileiro do Petróleo e Gás Natural (IBP), presidido por João Carlos De Luca, que reúne as empresas privadas de petróleo que atuam no Brasil.
Mas no mundo do petróleo não existem “novidades” – e sim negócios com carta marcada. A potencialidade do campo de Tupi (BM S-11) - capaz de produzir de 4 a 8 bilhões de barris de óleo só numa jazida – já era conhecida dos parceiros ingleses da Petrobrás desde 2005. Avaliada em US$ 48 bilhões, tendo a metade de todas as reservas brasileiras dos últimos 50 anos, a área de Tupi é operada pela Petrobras (com 65% do capital), em parceria com a britânica BG Group, que detém 25%, e a portuguesa Petrogal/Galp, com 10%.
A BG é uma empresa de gás e energia controlada pela oligarquia financeira da City de Londres. Apenas por coincidência, o super aspone do chefão Lula para assuntos internacionais aleatórios, marco Aurélio Garcia, chegou anteontem da capital inglesa – onde participou de um seminário sobre exclusão social na América Latina, e tratou de “assuntos estratégicos” para os interesse dos parceiros ingleses dos aliados do Foro de São Paulo. Dilma Rousseff, potencial candidata à sucessão presidencial, apenas fez o anúncio festivo do grande “descoberta” que colocaria o Brasil entre os 10 grandes produtores mundiais de óleo e gás.
Menos, Dilma...
Em coletiva realizada após a reunião do Conselho Nacional de Política Energética, no Rio de Janeiro, a ministra Dilma Rousseff exagerou na dose:
"Com esta descoberta, nós deixaremos de ser um país médio que estava conseguindo auto-suficiência para nos transformar em um país de proporções exportadoras, como os países árabes, a Venezuela e outros".
O presidente da Petrobrás, José Sérgio Gabrielli, comentou que, confirmados esses blocos no campo Tupi, o Brasil passará a integrar o grupo dos nove países que mais possuem petróleo.
Hoje, o País está apenas na 24ª colocação.



From: Adriano Benayon
To: 'Fendel'
Sent: Tuesday, September 04, 2007 3:05 PM
Subject: RES: "BIOMASSA NO BRASIL: REDENÇÃO OU DESASTRE"
Caro Fendel,
Valeram seus, como sempre objetivos, esclarecimentos sobre as diversas questões da biomassa.
Quanto a Tomalsquin, se não estou enganado, foi Secretário-Geral do Ministério de Minas e Energia, no primeiro mandato de Lula, quando a ministra era Dilma Roussef, a maior bandida do presente Executivo.
Portanto, não estranha que ele finja ignorar as tarifas de energia diferenciadas, especialmente o escandaloso subsídio em favor das transnacionais e outras grandes empresas. Tampouco estranha que ele não vá reconhecer as enormes bandalheiras que são os leilões de petróleo da ANP. Nem que defenda os elefantes brancos das centrais nucleares. Se ele não fosse enrolador, deveria saber que, para dominar a tecnologia, inclusive do processamento do urânio não é preciso operar aquelas centrais. Basta ver o que já se fez no Brasil, apesar de manietado pelo sistema de poder mundial, através inclusive da AIEA. E o que a Marinha fez no projeto Iperó, nos submarinos nucleares. Só não se domina tudo que importa para o poder nuclear próprio, porque o poder mundial interfere de todos os modos para que a soberania do Brasil vá sendo esfrangalhada de n maneiras.
Abraços, Adriano Benayon

From: camilo
Sent: Thursday, August 30, 2007 3:19 PM
Subject: O soco na cara do Cavaleiro da Esperança
Não sei! Não Sabia! Nunca vi! Astúcias presidenciais rotineiras.
Atribui-se a Tancredo Neves pecha ao Dr. Itamar Franco de “guardar o ódio no freezer”. Maledicência que se tornou realidade com outras personagens.
Assistimos no Brasil o verdadeiro revanchismo das esquerdas, ódio guardado e robustecido durante anos em busca da conquista do poder, o que torna a afirmativa do Presidente eleito e morto antes da posse, perfeitamente adequada ao prepotente comportamento dos nossos fanatizados oblíquos.
Numa intolerável provocação patrocinada nos corredores mal cheirosos do Planalto, pigmentados com o trânsito de malfeitores com dinheiro público, foi lançado em solenidade provocadora as FFAA. o livro Direito à Memória e à Verdade”, outra distorcida história escrita pelos detentores do poder no momento, com episódios concessivos a insistir na deformidade da realidade para os vindouros.
Sem autógrafos, uma reunião bem particular entre os pares, o lançamento foi seguido de um recado afrontoso de um ministro já chamado de líder do governo no Supremo Tribunal, quando disse: “... O país passa por processo de reconciliação (sic). Que as Forças armadas recebam como ato natural e que não há indivíduo que possa reagir.
Em trecho da sua crônica de hoje, Eliane Cantanhêde, na Folha de são Paulo, afirma: “ Lula falou em nome da “concórdia” reuniu familiares das vítimas, ministros do atual governo ( inclusive vítimas da ditadura como Dilma Rousseff )..”
O de se lamentar é que não tenham sido convidados os sofridos parentes dos mortos ou mutilados defensores da democracia, massacrados pelos “revolucionários bolchevistas”, traidores da pátria, entre eles incluídos, a ministra Dilma, hoje lampeira por uma anistia mal digerida pelos vingativos “companheiros de armas”, apinhando os cargos de um período de governo que haveremos de nos arrepender amargamente.
Interessante é como conseguiram ensartar o rótulo de “ditadura militar” em o movimento cívico exigido pelo povo brasileiro, saído às ruas para protestar contra a baderna das esquerdas e a tentativa de comunização do Brasil..
É de se lamentar a acomodação da atual massa produtiva brasileira, certamente em desencanto com políticos eleitos antes modestos, hoje rastaqüeras por impunidade das leis que eles mesmo produzem, cedendo lugar a manifestações de grupos tipo MST.
Insisto, me diga, qual o assentamento bem sucedido e progressista havido e por que a propaganda maciça do governo não o divulga.
Não completou ainda uma semana a decisão do Supremo Tribunal que envia às barras do tribunal a quadrilha de bandoleiros liderada pelos mais altos integrantes do PT – Partido dos Trabalhadores - e todos os elogios e homenagens já foram conferidos aos ilustres membros, notadamente ao relator.
Embora faça restrições à elegância e ao uso abundante de condicionais tais como “suposto “ ou “teriam” , “possíveis”, também ao exaustivamente repetido “perquirir” do Ministro Mello, a verdade tivemos na elegância da Presidente Ellen Gracie firmeza e altivez na condução dos trabalhos que ansiamos.
Ausentou-se ao Ministro Joaquim Barbosa, entre os tantos merecidos, um importante louvor, encômio que não poderia faltar e foi deixado por inveja pelos jornalões e tvs fora de Minas.
Sua Excia. o Ministro Joaquim Barbosa nasceu em Minas Gerais, terra dos exemplos dignificantes. Como disse Tancredo Neves, “O primeiro compromisso de Minas é com a liberdade e com a dignidade”.
Lula insiste em ignorar que os réus foram e alguns ainda são livres no acesso à copa presidencial e apregoa nos jornais, sua vitória na re-eleição se deu em resposta ao mensalão, que jamais existiu.
O presidente não sabe que já nos fartamos de ouvir as bobagens que profere.
Será que o povo que o elegeu, vendendo a própria compostura e seus votos antecipadamente em troca pelo dinheiro eufêmico, chamado bolsas, o fizeram para o presidente proceder um governo de escambos imorais, tipo presidência de Furnas? Geddel administrando verbas da transposição criminosa do São Francisco?
Não sei!
A esquerda é prepotente, sabemos. Muito, há muito tempo.
A oxigenação dos ares promovida pelo Supremo, faz-me trazer à luz, novamente, parte da narrativa na entrevista do falecido árbitro de futebol, espiritualista, corajoso ex-integrante da Polícia Especial ao tempo do governo Getúlio Vargas, MARIO VIANNA, a propósito da felicidade do povo brasileiro pelo resultado do julgamento da denúncia aceita contra os quarenta quadrilheiros liderados por facção do Partido dos Trabalhadores.
Ilustração da relação de um encargo, a exemplo da demonstrada pelo Ministro Joaquim Barbosa, um precedente, embora não similar.

O SOCO DADO NA CARA DO LUIZ CARLOS PRESTES,
O CAVALEIRO DA ESPERANÇA, PARA ALGUNS TOLOS DA ÉPOCA.
A narrativa é parte da entrevista concedida ao jornal O Pasquim, número 173, de outubro de 1.972, transcrita cuidadosamente como a versão original, incluindo as pontuações.
Millor Fernandes:
Não sei se você sabe que ele (Prestes) no tempo do tribunal do Getúlio, recebeu um soco na boca, de um polícia especial.
Vianna:
“Eu conheço essa história toda. Não sei se vocês estão à par, mas Prestes levou três meses ludibriando toda a polícia. Nós trabalhamos em busca de levantar esse prisioneiro, porque era uma determinação federal do Presidente da República. Ele se escondia no Méier. Ele saía de Padre. Ele se escamoteava de tudo. E nós tivemos a felicidade, depois de quase três meses de trabalho, dia e noite, de encontra-lo. E vou lhe dizer ainda: Luiz Carlos Prestes, com dois anos e meio preso dentro da PE, no morro de santo Antônio, um empurrão. Eu vou chegar lá na hora do revide de agressão porque ele foi o agressor. Muitas vezes eu fui chamado por ele de madrugada – porque nós tínhamos um sentinela na frente, onde ele estava preso, e outro na parte de trás, onde ficava o morro. Ele pouco dormia. Se dormia três, quatro horas por noite, era por demais. Pouco comia também. Nessa oportunidade eu era chefe do grupo, e ele chamava porque o sentinela estava pra lá e pra cá, pisando forte. Me veio, por intermédio do plantão, que ele queria falar com o chefe do dia. E eu subi. Era umas duas da manhã. Delicadamente ele me pediu se era possível o sentinela parar de andar, porque ele queria descansar um pouco e aquilo parecia uma pedra na cabeça dele (coisa de desertor desacostumado com os ruídos dos movimentos nos quartéis. CV). Imediatamente mandei o sentinela ficar mais ou menos fixo. Mas voltando a pergunta inicial, você está por dentro do assunto, porque foi mesmo na boca. Foi ali onde tinha o Tribunal Militar. Era ordem do senhor Juiz, se não me engano, um contra-almirante, que, qualquer preso, pra depor, era obrigado a ser revistado antes de entrar no tribunal. E Luiz Carlos Prestes veio preso, acompanhado de dois vanguardeiros. Um deles chamava-se Pinheiro – foi um grande remador do Vasco, mas já está morto. Ao descer da viatura, eu chefiava o serviço, o Pinheiro disse que ele tinha de ser revistado. Ele disse: “Não me ponha a mão”. Me lembro como se fosse hoje: toda a varanda cheia de pessoas assistindo, inclusive um colega nosso, jornalista, o Fausto de Almeira: assistiu e, naquela época e depois deturpou tudo como se passou. Contou que ele foi covardemente agredido. Se houver oportunidade, acredito que ele, que é um indivíduo de caráter, dirá essa verdade que Mário Gonçalves Vianna está dizendo. Ora, se tivesse de apanhar não seria na rua, na vista do povo, na entrada de um tribunal militar que se ia tomar uma atitude dessas. No morro haveria muitas possibilidades de ter uma atitude condenável como essa. Então, como o Pinheiro deu a ordem a ele, e começou a passar a mão na perna para revista-lo, ele deu um tapa nesse policial, e o boné caiu. Não teve jeito: O Pinheiro deu-lhe um sopapo de mão esquerda que ele nocauteou e arrebentou o lábio superior. Subiu sangrando e, ao entrar na sala do tribunal, as palavras dele foram essas: “Senhor Presidente, eu fui agredido covardemente por esses cães de fila (essas eram as palavras que ele e outros comunistas da época usavam ) e quero aqui pedir um processo, um flagrante”. Lembro que o presidente do tribunal deu um soco na mesa e disse: “O Sr. aqui é réu: o senhor não pede, recebe. Sente-se!”. Esta é a sua resposta.
Camilo Viana – 30 de agosto de 2007


From: Clarissa Tag
To: Fendel
Sent: Tuesday, December 18, 2007 11:07 AM
Está recentemente disponível para descarregares gratuitamente o filme Freedom Fuels, que aborda de forma profunda os recursos renováveis baseados em fuel, como o bio-diesel, etanol, agro-combustível, biomassa e óleo vegetal.
Personalidades convidadas: Daryl Hannah e Willie Nelson
Produzido e realizado por Martin O'Brie. Tempo: 49 Minutos
Vencedor do Environmental Preservation Award, 2006 Artivist Film Festival. Este filme também obedece a Carbon Free Designation (ou seja foram eliminadas todas as emissões de carbono para a realização deste filme. Para mais informações visita Carbon Fund.)
Clarissa Taguchi
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