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Thomas Renatus Fendel ME FI
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OPINIÕES E COMENTÁRIOS

2005
     

2004

OUTUBRO / 2005

Meus caros amigos e engenheiros:

Eis nossa oportunidade única de reverter a derrocada de nossa civilização suicida.
Podem me chamar de puxa saco. O que sou assumido, com extremo orgulho.
Este homem, o Bautista, por baixo, em vida, merece uma estátua de nióbio em
cada praça pública de cada cidade do mundo.
Ele enfrentou toda a corja nacional e internacional para implantar aqui o maior programa de energias sustentáveis do planeta, que até hoje continua boicotado aqui e imitado canhestramente mundo afora.Tanto é que não se fabricam mais motores a álcool no mundo, apenas os beberrões e acochambrados flex.
Neste ano os EUA produzirão mais álcool de milho, do que o Brasil de cana (cana muito mais produtiva e barata).
O mundo está promovendo o caro e pelego biodiesel, no lugar dos fantásticos óleos vegetais. É como fazer biogasolina de álcool. Um absurdo desnecessário. Tem-se que fazer legítimos motores a álcool e motores a óleos vegetais.

Portanto suplico a todos os meus amigos a repassar esta e-correspondência a todos os contatos possíveis, para que atinjamos o maior número de engenheiros a votar no Bautista para a presidência do CONFEA, agora dia 09/11/05. Depende só de nós.

Este grande homem de fibra e ilibada moralidade, irá novamente revolucionar a engenharia mundial.
Ele fará os engenheiros nacionais ter voz ativa na construção de um Brasil justo e rico, como o merecemos.

Fortes e vislumbrantes Bioabraços
Eng. Thomas Renatus Fendel
www.fendel.com.br
Divulgação autorizada e desejável.
"É mais fácil alugar um deputado do que discutir um projeto de governo. Quem é pago não pensa." - Mefistófeles.

 

-----Mensagem original-----
De: Bautista Vidal [mailto:bautistav@uol.com.br]
Enviada em: sexta-feira, 7 de outubro de 2005 09:53
Para: thomas@fendel.com.br
Assunto: ENC:
Prioridade: Alta

Favor divulgar esta informação, via e-mail, entre seus amigos engenheiros, arquitetos, eng. agrônomos, geógrafos, geólogos, meteorologistas e técnicos.
Listas de e-mails que permitam acessar o eleitor são muito bem vindas. Muito obrigado pela ajuda que permita elevar essas categorias profissionais ao nível que merecem. Algumas delas estão "em extinção". Na última eleição apenas 7% votaram o que torna a eleição ilegítima.
Saudações sinceras. Sem eles voltamos ao estágio de vil colônia
J.W. Bautista Vidal

PRESIDÊNCIA DO CONFEA

CANDIDATURA J. W. BAUTISTA VIDAL

Porque sou candidato à Presidência do CONFEA.

No Brasil atual, configuram-se circunstâncias e condições que envolvem fortemente os profissionais abrangidos pelo Sistema Confea/Creas.
Importantes questões nacionais - a crise energética, os transgênicos, o efeito estufa, a transposição do rio São Francisco, o colapso da infra-estrutura, a destruição das florestas, o desenvolvimento auto-sustentável com base na energia da biomassa, etc.

O povo brasileiro não se conforma de ver o seu país DIMINUINDO ano a ano, com todas as conseqüências que conhecemos, reduzindo cada vez mais a nossa participação na riqueza mundial. Nós, os engenheiros, os agrônomos, os arquitetos, os geólogos, os tecnólogos trabalhamos diretamente com a produção, com o desenvolvimento de tecnologias adaptadas a nossas vocações tropicais. Por que então nossas categorias profissionais vivem afastadas das discussões e da construção de um projeto para o do Brasil?

Por que os engenheiros e demais profissões vinculadas ao Sistema Confea/Creas praticamente não têm voz nacional, naquilo que conhecem melhor do que ninguém? Por que a nossa principal entidade, que deveria nos representar, não é ouvida em todos os temas e questões que dizem respeito às profissões que exercemos, e que são diretamente relacionadas com o desenvolvimento do País?

Em resposta a essas questões, a partir da nossa realidade, pretendo mobilizar quadros altamente qualificados de profissionais do sistema, para juntamente com instituições outras da nossa sociedade, trabalharmos na formulação conjunta de um Projeto Nacional, que possibilite o rompimento do ciclo vicioso, que há tanto tempo mantém expressivos segmentos de nossa sociedade numa situação inadmissível para cidadãos deste País. E pretendo fazê-lo a partir do seguinte:

PROGRAMA

a) Elevar o Confea à categoria de entidade máxima, definidora das políticas de referência da Engenharia Brasileira, representando de modo legítimo a totalidade dos profissionais a ele vinculados pelo texto legal;

b) Mobilizar os engenheiros e profissionais de áreas similares para transformar o Brasil na maior potência energética de combustíveis líquidos, renováveis e limpos;

c) Combater as razões que estão levando a uma redução do mercado de trabalho e uma desvalorização dos profissionais da Engenharia e afins, ampliando de modo substancial as oportunidades de trabalho, especialmente para os jovens profissionais;

d) Alterar o modelo dependente de tecnologias externas, que exclui os brasileiros da possibilidade da montagem de modelo de desenvolvimento endógeno, com preservação do mercado tecnológico para os profissionais brasileiros;

e) Representar e defender os interesses legítimos das empresas de capital nacional;

f) Atuar para que a ocupação dos cargos de primeira linha, na área da engenharia, seja feita sempre por profissionais reconhecidamente competentes e probos.

MINICURRÍCULO

- Engenheiro Civil pela Escola Politécnica da UFBA; Pós-graduação em Física pela Univ. de Stanford (EUA); Pesquisador do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas;
- Primeiro Secretário de Estado de Ciência e Tecnologia do Brasil, na Bahia;
- Secretário de Tecnologia Industrial do Ministério da Indústria e do Comércio quando implantou o PRÓ-ÁLCOOL;
- Professor das Universidades federais da Bahia e de Brasília e da Unicamp;
- Presidente do Instituto do Sol;
- Membro titular do CNPq e da CAPES, presidente neste caso do seu Conselho Deliberativo;
- Secretário de Articulação Municipal do Ministério do Meio Ambiente e
Desenvolvimento Urbano;
- Fundador de 30 instituições de Pesquisas e Desenvolvimento Científico e Tecnológico;
- Autor de 16 livros, entre eles: "De Estado Servil a Nação Soberana" (Prêmio de Interpretação da Cultura Brasileira, 1987); "Poder dos Trópicos"; "Dialética dos Trópicos"; "O Esfacelamento da Nação"; "Brasil, Civilização Suicida", e "Reconquista do Brasil".

Eng. Civil J. W. Bautista Vidal - Crea BA - 1277 / D
bautistav@uol.com.br
www.institutodosol.org.br
Tels. (61) 3447-7247 e 9976-0671

Se concordas com o PROGRAMA do Prof. Bautista, então VOTE e MUDE.

COLABORE

ENVIANDO A TODOS OS CONTATOS E-MAILS POSSÍVEIS

 

-----Mensagem original-----
De: Fendel [mailto:thomas@fendel.com.br]
Enviada em: quarta-feira, 26 de outubro de 2005 15:00
Para: Lista do Agronegócio; Ag. Env.; Dep. Damasceno; Ita82; Katavento; Min. Marina Silva; Power; SEIAA; Sen. Lucia Helena; solidariosbrasil; TSP
Cc: Bioenergia; Floresta
Assunto: RES: Morte do BIODIESEL e Renascimento do PRO-ÓLEO: Candidatura
de Bautista Vidal à Presidencia do Brasil e do CONFEA


Meu caríssimo Hernani

Foi um tremendo prazer conhecer-te pessoalmente, durante o III Seminário sobre Bioenergias promovido pelas AHK e InWent em SP nos dias 20 e 21 de outubro; vc que tem uma imensa bagagem em uso de óleos vegetais virgens combustíveis, por mais de 30 anos. E parabéns pela infelizmente curtíssima aparição tua na tv bobo, no programa auto esporte domingo passado, com a lendária Parati a óleo de dendê virgem (clandestina).
Como te mostrei, da Alemanha, veio novamente o título "Bioenergia" para este evento em SP, que aqui de novo foi retorcido para "Biodiesel".
Acho que esses erros de tradução já não são mais involuntários, e todos engolimos esta sacanagem com farinha...
Pena que tivemos novamente pouco tempo para apresentar nossa proposta de óleo vegetal virgem e de injeção de energia elétrica na rede, tal qual é usual na Alemanha, sendo que nossos legisladores deveriam copiar estas maravilhosas e exemplares leis alemãs, ao invés de inventar programas pelegos, caros, mensalistas e abobalhantes como: Proinfa, Procel, Biodiesel, etc.
Achei supimpa a tua idéia de substituir a amarrada norma de Biodiesel pela norma do Diesel.
Assim, ao invés de B2, poderia-se fazer OV2 ou até A2... (B2=2% de biodiesel, OV2=2% de óleo vegetal, A2=2% de qualquer outro biocombustível que pode até ser álcool, em 98% de Diesel fóssil).
Veja, nossa gasolina fóssil entrementes tem 25% de álcool renovável, uma maravilha.
Igualmente, nosso Diesel fóssil, também poderia ter até 25% de puro óleo vegetal virgem.
Na década de 80, os fabricantes de motores a gasolina tiveram que se adaptar ao álcool, na marra, graças ao pulso firme do Bautista Vidal.
Por quê não se obrigaram também os fabricantes a adaptar os motores Diesel aos óleos vegetais?
Por quê não se obriga isso hoje?
Isso tem de ser imposto, por lei, como foi no caso do álcool puro e do álcool na gasolina.
Que falta faz o Bautista num órgão público.
Felizmente naquela época nenhum idiota instituiu fazer biogasolina para adicionar na gasolina... como agora infelizmente ocorre mundialmente com o biodiesel para misturar no diesel...

Portanto nosso desprezado Brasil, foi exemplo do que deve ser feito no mundo, ou seja, deve-se adaptar os motores ao álcool, aos óleos vegetais virgens. Não se deve fazer nem Biogasolina e nem Bioadiesel, ambos mais caros, mais difíceis, mais corruptos e mais industrializados em desnecessária e onerosa grande escala.

E tem mais: adaptar um motor Diesel para óleo vegetal, é mais fácil do que adaptar um motor a gasolina para álcool, pois se alguém andar com 100% de álcool em qualquer motor a gasolina, ele não dura nem 100 km, porque o álcool não queimado se dissolve no óleo lubrificante e o motor vai pro pau na hora.
Muito diferente é com o óleo vegetal em motores diesel não adaptados, que duram muito mais.
Claro que o ideal é motores adaptados ou específicos a óleo vegetal, assim como foram feitos motores específicos a álcool, que hoje, estupidamente já não existem mais, pois hoje, infelizmente existem apenas os beberrões e acochambrados flex.

My dearest (Meu caríssimo) Nikolaus Foidl

Forget Biodiesel and let us think about vegetable oil and animal fats.
(Esqueça Biodiesel e vamos tratar de óleos vegetais e gorduras animais).

Realmente muito interessante a tua sugestão de se fazer a lipoaspiração em granjas porquinas bioenergéticas, ou melhor abater os bioporcos para alimento e energia. Banha de porco é um triglicerídio muito semelhante ao óleo vegetal, e assim, é muito fácil esquentar o tanque e a tubulação de um veículo adaptado, para que este funcione a gordura animal ou vegetal.
Parabéns pela idéia, que estou repassando ao pessoal da área, afim de pensarmos sobre o assunto.

Também muito interessante a tua sugestão de absorver metano em butano, sendo que o biometano deverá ser oriundo de biogás, claro.


Meu caríssimo Rolf

Essa campanha orquestrada contra nosso álcool, provém das mesquinhas elites internacionais que não conseguem justificar o alto custo do álcool feito de milho, e assim procuram pêlo em ôvo, digo procuram pêlo na cana, para camuflar seus próprios subsídios e barreiras alfandegárias, visto que a produção de caro etanol de milho dos EUA será vergonhosamente maior que a nossa de cana, já neste ano...


Meu caríssimo Rodrigo

Sem sombra de dúvida, os famigerados gasodutos fósseis, logo serão transformados em biogasodutos renováveis.
Inclusive já está em projeto um Biogasoduto na Nicarágua, em elaboração por meu amigo Nikolaus Foidl mencionado acima e autor do projeto da banha renovável veicular.


Meu caríssimo Gert

Na Suécia estão utilizando os restos das carcaças das vacas sadias e as loucas inteiras... e aqui poderiam ser utilizadas as vacas integrais com aftosa, além é claro dos peixes desaguados, tudo misturado em salada vegetariana, acrescida de dejetos das estações de tratamento, umedecido com águas residuais.
O resto é por conta do apetite das graciosas bactérias anaeróbicas.
Aliás é este método de biodigestão que deveria estar difundido e em uso a muito mais tempo, diminuindo a contaminação das terras e lençóis de água, além de se utilizar o metano para cogerar energia e injetá-la na ENEREDE, em substituição às porcas termoelétricas fósseis, que teimam em construir aqui no Brasil agora, pasme, a porco, escasso e subsidiado óleo diesel.

Independente do famigerado efeito estufa, decorrente principalmente do uso dos imundos combustíveis fósseis nos últimos 200 anos, que está elevando a concentração de CO2 atmosférico de 0,03% para 0,04%, sabe-se que a 650 milhões de anos a concentração atmosférica de CO2 era de astronômicos 16%, e não havia vida no universo.
Surgiram então, por puro acaso, por pura combinação aleatória de alguns átomos e moléculas, algumas moléculas de vida primitiva, que evoluíram gradativamente para vegetais e animais ao longo dos milenios.
Esta biomassa em evolução, comeu praticamente todo o CO2 atmosférico existente e grande parte virou carbono fóssil, que o ganancioso homus babacus está desenterrando e lançando novamente aos céus.

Chega de homus porkus. Avante o biohomus racionalis.


Convido todos os bioamantes a assistirem ao debate da Rede Vida, amanhã - 27/10 às 22h00, com os candidatos à presidência do CONFEA, onde um deles é meu idolatrado Bautista Vidal, que terei a honra de transportar em meu Toyota a óleo vegetal, infelizmente emplacado no Paraguai...

Gordos e graxos bioabraços
Eng. Thomas Renatus Fendel
www.fendel.com.br
Divulgação autorizada e desejável.
"Fazer biodiesel de óleo vegetal é como fazer biogasolina de álcool – uma tremenda besteira desnecessária" - Fendel

 

-----Mensagem original-----
De: ECOLOGIA EM AÇÃO [mailto:gfischer.joi@terra.com.br]
Enviada em: terça-feira, 25 de outubro de 2005 18:35
Para: fendel
Assunto: Fw: (JMA): salvem as vacas!

Prezado engenheiro mecanico Thomas,
Você precisa ir até a Suécia, explicar direitinho como são as coisas.
Você pode mostrar para eles que com as mortes dos bilhões de peixes da Amazônia, poderão também movimentar navios com rodas que circularão pelos rios secos.
Ideias interessantes.
Não deixe de avaliar a idéia brilhante que o pavor de ficar sem combustível fóssil faz as pessoas virarem imbecís.

Gert

-----Mensagem original-----
De: wert [mailto:wert@matrix.com.br]
Enviada em: terça-feira, 25 de outubro de 2005 11:35
Para: thomas@fendel.com.br
Assunto: biogas...

Suécia lança primeiro trem 'movido a vacas'

O primeiro trem movido a biogás fez sua viagem inaugural nesta segunda-feira na Suécia.
O combustível pode ser feito a partir dos restos mortais de animais. No caso sueco, vacas estão sendo abatidas e trituradas para dar impulso ao trem. O material orgânico é misturado a água e plantas e, após semanas de composição, dá origem ao gás metano que alimenta os motores.
A Suécia tem apostado nos biocombustíveis para proteger o meio ambiente e, ao mesmo, escapar dos altos preços do petróleo no mercado internacional. O trem "movido a vacas" percorreu sem problemas os 80 km que separam Linkoeping, ao sul de Estocolmo, à cidade litorânea de Vaestervik.
1 vaca = 4 km
Segundo a empresa responsável pelo projeto, a Svensk Biogas, uma vaca dá origem a combustível suficiente para transportar o trem por 4 km. Ou seja, 20 vacas serão abatidas para cada viagem do trem.
Inicialmente, o trem percorrerá este trajeto uma vez por dia, "mas nossa ambição é que, eventualmente, ele faça duas ou mais viagens", disse Peter Unden, diretor de marketing da Svensk Biogas.
Com apenas um vagão, o primeiro trem movido a biogás tem assentos para 60 passageiros. Trata-se de um antigo trem da Fiat, cujos motores a diesel foram substituídos por motores Volvo movidos a gás.
O trem está equipado com 11 reservatórios que comportam gás suficiente para percorrer 600 km sem necessidade de reabastecimento. Sua velocidade máxima é de 130 km/h.
A Suécia, país conhecido por iniciativas ambientalistas, está na vanguarda do uso do biogás como fonte de energia renovável e não poluente.
Em Linkoeping, uma frota de 65 ônibus já utiliza o biogás, assim como táxis, caminhões de lixo e muitos carros particulares.
Segundo a Svensk Biogas, vários países já mostraram interesse no projeto do trem movido a biogás, entre eles a Índia - um país em que as vacas são consideradas sagradas.

Rodrigo.

 

-----Mensagem original-----
De: Rolf Gieseler 2006 [mailto:ftal@terra.com.br]
Enviada em: sábado, 22 de outubro de 2005 15:05
Para: FENDEL
Cc: Fórum Nacional das Atividades de Base Florestal
Assunto: Conspiração contra o setor?

Editorial do Informativo da Assocana - SP
Conspiração contra o setor?

O conteúdo de um relatório do Banco Mundial com duras críticas à política sucroalcooleira brasileira vazou para a grande imprensa em agosto último e causou desconforto geral. O relatório sustenta que o uso do álcool como combustível no Brasil nos últimos 30 anos, desde o início do Proálcool, só deu certo por causa da concessão de subsídios.
E que o programa mantém o sucesso em razão do desrespeito a questões ambientais, fundiárias e trabalhistas por parte dos empresários do setor sucroalcooleiro. O setor agiu rapidamente. Acionados pela Unica, os especialistas em bioenergia Plínio Nastari, Isaías Macedo e Alfred Szwarc contestaram em Washington, na sede do Banco Mundial a alegação de que há ainda subsídios ao álcool comercializado no Brasil e também de que a indústria alcooleira cresceu com esse incentivo.
Foram bem recebidos e parecia que a calmaria retornara.
Entretanto, o aparecimento, nos últimos dias, na grande imprensa e redes de TV, de matérias mostrando supostos desrespeitos ao meio ambiente e a trabalhadores nas usinas, voltou a causar apreensão. Mesmo quem não é do setor percebe que há algo errado. O engenheiro nuclear carioca Nilder Costa é um deles.
Responsável há pelo menos uma década pelo envio da news letter semanal Alerta Científico e Ambiental e editor do site Alerta em rede (www.alerta.inf.br), Nilder Costa afirma que a verdade por trás desses episódios é a de que, para manter seu domínio sobre os setores estratégicos de alimentos e energia, os grandes grupos do chamado Primeiro Mundo não hesitam em usar argumentos da moda, como dizer que há desrespeito ao meio ambiente e a trabalhadores por parte de empresas que estão em suas miras.
Nilder lembra que, por uma "estranha coincidência", o WWF (até há pouco tempo conhecido como Fundo Mundial para a Natureza) e a International Finance Corporation (IFC), um dos braços do Banco Mundial, patrocinaram uma reunião em 23 e 24 de junho passado realizada emblematicamente na sede londrina da empresa Tate & Lyle, líder no mercado mundial de açúcar, com o propósito declarado de identificar os principais impactos ambientais e sociais da produção de cana e discutir a "melhor maneira" para enfrentá-los, eufemismo para designar a campanha "sócio-ambiental" a ser desencadeada contra o setor.

Teorias conspiratórias à parte, o fato é que ultimamente várias unidades têm sido atacadas, com ou sem razão. E, como são episódios aparentemente isolados, o setor pouco faz em grupo contra esses ataques, que visam desqualificá-lo gradualmente junto à opinião pública. As lideranças do setor sucroalcooleiro precisam agir. Não podem deixar nenhuma acusação ou ataque sem resposta.

-----Mensagem original-----
De: Nikolaus Foidl [mailto:biomasa@ibw.com.ni]
Enviada em: quinta-feira, 6 de outubro de 2005 18:17
Para: Fendel
Assunto: pigdisel and other ideas


Dear Friend!

I was thinking some times about our struggle to produce vegetable oil for Biodiesel using just 8 to 10% of the energy the plant is storing. We should look at the big picture. Most plants have a much higher efficiency in producing carbohydrates like suger and starch then in producing triglycerides.
On the other hand the pig is the most effectife fabric in synthesizing sugars and starch into triglycerides. With one ha of Moringa and 2 ha of potato you can feed some 500 pigs to a weight of 130 kg which gives you a 35 to 40 kg fat per pig and 180 days multiplied with 500 is more then 17500 kg of fat in 180 days.
If you dont want to kill the owner of the fat you harvest the fat with liposuccion. If you kill the pig the meat would pay the costs and the fat would be for free. Then you proceed to the transesterification and you fill your tank with pigdisel. Sounds much more economic than producing 1000 liter of oil per ha and year where the oil has high costs and where the energy input in producing this oil is quite high.

An other question i was wondering around is why we dont fill the CNG tanks with a mixture of Propane-Butane and then presure up the tank with Methane.
In this case we can store 4 to 6 times more methane in the same volume by absorbtion. Retriefing the methane the Propane-Butane losses would be in the range of 4 to 5%.But the range of the vehicle would rise from 160 km to a range of 700 km with one filling. With a gas sensor the air input to the motor can be automatically controlled and so adapted to the heating value of the gas retevaporated. At the gasstation first you fillup the Butane_Propanelevel at 6 bar and then you fill up Methane at 200 bars.

With best regards Nikolaus Foidl

 

-----Mensagem original-----
De: Lista do Agronegócio [mailto:lista-do-agronegocio-1@uol.com.br]
Enviada em: quinta-feira, 6 de outubro de 2005 09:56
Para: Ita82; Katavento; solidariosbrasil; TSP; Fendel
Cc: Dr. José Bautista Vidal; Dr. José Bautista Vidal; Floresta;
Bioenergia
Assunto: Morte do BIODIESEL e Renascimento do PRO-ÓLEO: Candidatura de
Bautista Vidal à Presidencia do Brasil e do CONFEA
Prioridade: Alta


Prezado Fendel e demais,

Concordo que o Bautista Vidal, meu colega professor e amigo, deva ser o próximo presidente do Brasil (ou vice).
Considerando que energia é crucial para o mundo e através da BIOENERGIA o Brasil pode ser de fato uma potência mundial, ninguém, melhor do que ele, poderia conduzir o país para o destino que merece.
Com nosso apoio e uma equipe de idealistas, acredito na possibilidade.

Algumas vezes em congressos internacionais e nacionais, joguei merda em cima das colocações contrárias aos interesses do país; apesar de ser convidado por grupos para reunião após o evento, saí de fininho; à francesa, porque o risco que corria era muito grande, na ocasião era apenas uma andorinha.
Felizmente agora somos um bando e... crescendo em busca do que realmente é importante e viável.

Atualmente tenho dito que o biodiesel como foi lançado, é uma palhaçada, também denunciei e paguei caro.
Foi um presente de grego no último mês do governo FHC, lançado pelo MCT.

Não é um projeto do Lula como os neófitos (já poderosos por força do mensalão) acreditam.
Fizeram muita merda e partiram para alternativas duvidosas (como a mamona combustível! - é o melhor lubrificante) talvez patrocinada por empresas (que devem ter dado uma grana para o mensalão) e a utilização direta dos óleos viabilizaria mais rápidamente, porque mais simples e mais barato, possibilitaria a democratização com geração fantástica de oportunidades de trabalho em todos os setores.
OBS. Não pecisa de alterações dos motores em muitos casos.
Eu usei óleos "in natura" amendoim, dendê e soja, para generalizar pois são de famílias distintas, representativas da maioria dos óleos.
Biodiesel só para exportação!

Para ganhar mais força, criei um grupo de agronegócios (lista-do- gronegocio@uol.com.br )e estou mobilizando, através do meu filho, jovens para a mudança do perfil político da nossa região.

Um abraço,

Hernani de Sá

 

-----Mensagem original-----
De: Fendel [mailto:thomas@fendel.com.br]
Enviada em: terça-feira, 25 de outubro de 2005 13:18
Para: Floresta; Bioenergia
Assunto: RES: Floresta no pampa sem impacto para o meio ambiente segundo
Lara Lutzemberger


Meu caro Alexandre

Minha dúzia de Eucaliptos que crescem aqui em casa, estão repletos de passarinhos e orquídeas.
Até carunchos e cupins se deliciam coma lenha da lareira de Eucalipto medicinal...
Teus argumentos a favor dos reflorestamentos enchem meu coração de reciclado oxigênio, neste mundo repleto de falcatruas, falácias e aproveitadores da ignorância humana. Claro é que papel não necessita ser fabricado em madeira monocultural, e espero que os animais racionais reponsáveis por sua produção despertem para esta realidade.


Meu caro Newton

O banco mundial criticar nosso espetacular proálcool é a mesma coisa que uma galinha reclamar de seus ovos de ouro, tendo seu orifício retal anestesiado.
Claro que as leis e negociatas envolvidas na indústria do álcool são hipócritas a ponto de continuar proibido ao pequeno cachaceiro fazer e vender álcool combustível.
Subsidiado é o porco gás natural, fomentado pelo neoescravizante banco mundial.


Meu Caro Telmo

Estes filhos de éguas que fabricam notícias como: "Vacas francesas produzem mais gases que refinarias" deveriam ser tamponados por frente e por trás, afim de explodirem no próprio metano gerado.
As refinarias fósseis francesas são um pouco menos estúpidas que as nossas, que aqui lançam gases combustíveis ao ar, sem aproveitá-los.
De qualquer forma, esta bêsta notícia induz os leitores a pensar que as vacas francesas geram mais efeito estufa do que os veículos franceses.
Quanto ao artigo abaixo, é resultado de uma antiga entrevista, que continua muito atual...


Meu caro Darcy

Primordial a entrevista do Hugo Chaves abaixo, que demonstra haver outro caminho, que não o capacho.


Gratos Bioabraços
Eng. Thomas Renatus Fendel
www.fendel.com.br
"A utilização em grande escala das biomassas, é o único meio racional para
capturar o carbono fóssil jogado ao ar em 2 séculos de dito desenvolvimento
e real colonialismo." - Fendel

 

-----Mensagem original-----
De: forumsocialclimabr@yahoogroups.com
[mailto:forumsocialclimabr@yahoogroups.com]Em nome de dbf@sabesp.com.br
Enviada em: quinta-feira, 6 de outubro de 2005 08:57
Para: forumsocialclimabr@yahoogroups.com
Cc: Edmilson Moutinho dos Santos; forumsocialclimabr@yahoogroups.com
Assunto: Re: [forumsocialclimabr] Jogador Blefador
05/10/2005

Chávez, nem anjo nem demônio

Hugo Chávez nunca passa em branco e não passou, quando veio a Brasília na semana passada.
Teve um arranca-rabo com Lula e com Celso Amorim por causa do documento final da reunião de cúpula (ou meia cúpula, pois só metade dos presidentes veio) da América
Latina e, como fecho-de-ouro, deu uma entrevista muito importante para o Roda Viva. Foi gravada na sexta-feira e transmitida na segunda passada.

Por que foi importante? Porque Chávez fugiu do velho estilo Fidel Castro e, em vez de falar horas e horas sem parar, foi afirmativo, sem ser agressivo, e respondeu a
todas as questões de forma precisa, clara e surpreendentemente rápida.

Chávez, enfim, explicou quem é Chávez e qual o projeto Chávez. Na versão dele, evidentemente, mas ainda assim de forma suficiente para que cada um tire suas
conclusões.

Chávez bateu duramente no governo dos EUA e defendeu o povo norte-americano, o que não tem nenhuma novidade. Mas teve tempo e platéia para explicar como a Venezuela foi usada durante décadas, ou séculos, para servir a um único senhor: os EUA. A maior riqueza do país, o petróleo, serviu para abastecer o país alheio, para enriquecer meia dúzia de venezuelanos e centenas de americanos. E não reverteu para a Venezuela, não gerou uma planta industrial.
Hoje, o país depende só do petróleo. E o esforço de Chávez é diversificar, com enorme atraso, essa economia monoprodutora.

No embalo, Chávez bateu na elite venezuelana, voraz para obter seus próprios lucros e
mesquinha ao distribuir renda. E deu sua versão para ter entrado em confronto com banqueiros, empresários, Igreja, academia, imprensa: todos queriam mandar no seu
governo.

Citou, inclusive, o grande empresário Cisneros, que ele chegou a levar a Washington no início do governo para negociações governo-a-governo. E por que romperam?
Porque, segundo Chávez, eles queriam indicar o presidente do Banco Central, o Ministro da Fazenda. Queriam mandar no seu governo, repetiu.

A "deixa" foi ótima. E a pergunta, óbvia: no Brasil, Lula cedeu às eleites, às ligarquisas,
compôs. Nesse sentido, o projeto Chávez é bem diferente do projeto Lula.E Chávez, saindo pela tangente, alegou que não ficaria bem analisar o presidente de outropaís e se recusou a responder. O que não deixa de ser uma ótima resposta...

Chávez se proclamou várias vezes "um revolucionário", depois disse que os
revolucionários são uma espécie de divindade na Terra, seres superiores. Cada um conclua o que quiser.

E deixou claro que, na sua opinião, nunca esteve tão clara a distinção entre esquerda e
direita. O símbolo da esquerda é Cristo, o da direita, Judas, que se vendeu por um punhado de moedas. "O início do capitalismo", disse.

Confrontado com dados da Cepal e do instituto de pesquisas a própria Venezuela, dando conta de que a situação social no país piorou (segundo a Cepal, ela está em penúltimo lugar entre17 países da região), Chávez fez uma longa defesa de seus projetos sociais, inclusive sobre a existência de 20 mil médicos cubanos nas favelas de todo o país.

Em seguida, entrou uma pergunta, gravada, do senador e ex-governador Cristovam Buarque, sobre o fim do analfabetismo na Venezuela. Chávez adorou e contou o método e os resultados. Não houve contestação.

Aliás, a melhor contestação foi quando ele fazia uma enorme defesa da esquerdização do continente e da força da democracia. E Cuba? Há democracia em Cuba? Em vez de defender o regime do amigo, ele atacou os EUA: "No Bronx também há miséria". E o
repórter: "Mas, lá, de quatro em quatro anos, o povo decide quem manda".

Enfim, Chávez impressionou bem. E, cá pra nós, repetiu um discurso de igualdade social que nós todos, de várias gerações, sempre defendemos e lamentamos
profundamente que tenha caído no vazio. Chávez recupera esse discurso. A grande dúvida que permanece é se, rompendo, confrontando, radicalizando e cindindo o país ao meio, até onde e quando ele vai conseguir implantar o discurso que aplaudimos e queremos.

Como digo há anos, em meio às minhas 6 idas a serviço à Venezuela: as intenções são ótimas, os métodos é que são elas....

 

-----Mensagem original-----
De: Telmo-Yahoo [mailto:telmoheinen@yahoo.com.br]
Enviada em: terça-feira, 4 de outubro de 2005 09:40
Para: Thomas Renatus Fendel
Assunto: Fendel, citação - Palestra ou entrevista?


Energia renovável: afinal, o que é isso

(Aduzindo, o Motor ELKO foi trazido para o Brasil no tempo do Ministro Cabrera(Collor) e a Garavelo iria fabricá-lo, depois a Garavelo quebrou...)

Muito se fala na crise ecológica que passa o Planeta e, principalmente, no fim dos recursos naturais de origem fóssil. Neste contexto, a produção e utilização de energia renovável tornou-se um dos maiores desafios do novo século. Muitas pesquisas são desenvolvidas nesta área, pois já se sabe que os ganhos ambientais, sociais e econômicos provenientes da utilização de recursos renováveis para geração de energia é muito grande.

O que se pode definir sobre energias alternativas ou renováveis? Segundo Bautista Vidal, considerado um precursor das bioenergias, o brasileiro que inventou o Programa Pro-Álcool, as energias que nós chamamos de "alternativas" são definitivas. Alternativo é o petróleo, que não é renovável. Energias "definitivas" são as energias renováveis, como a biomassa, vento, sol, etc.

Atualmente se fala muito na utilização do biodiesel como uma opção ecológica de combustíveis, já que incorpora óleos vegetais ao diesel comum.

O Brasil desenvolveu e domina a tecnologia do álcool combustível. O que impede a expansão da produção desta e de outras energias renováveis? Se pensarmos por este ângulo, o Brasil está muito atrasado, pois ao dar um exemplo com o Pro-Álcool, já poderia há muito tempo ter deslanchado nos outros tipos de energia renovável. Mas o que aconteceu? Infelizmente o brasileiro não acreditou, não valorizou e agora o mundo todo está correndo atrás de álcool.

Os outros tipos de energia como a solar e eólica requerem valores relativamente altos para sua implantação.

Mesmo assim, o Brasil possui possibilidades muito atrativas para quaisquer dessas energias. Não nos falta vento e muito menos, sol. A chamada crise energética que o País passa não deveria existir já que o potencial de biomassa brasileiro (energia obtida a partir de estrume de gado, lixo orgânico, restos agrícolas, aparas de madeira ou óleos vegetais) é algumas vezes maior do que as reservas de petróleo da Arábia Saudita. Thomas Renatus Fendel, pesquisador brasileiro na área de bioenergia, em entrevista dada à EcoTerra Brasil, quando perguntado sobre as diferenças entre o gás natural,
um combustível fóssil, e o biogás, produzido a partir da decomposição de matéria orgânica, respondeu que: "Dizem que o gás natural é limpo, mas não é tão limpo. É carbono tirado da terra e jogado no ar. As bioenergias são justamente o contrário. Por exemplo, o álcool, óleo vegetal, biogás e carvão vegetal, são de atmosfera limpa, porque saem de vegetais, que nada mais são do que gás carbônico seqüestrado do ar através da energia solar, da fotossíntese, da água. As bioenergias fazem o contrário do que fazem os fósseis. O biogás é feito em digestores, em estações de tratamento de esgoto e de lixo. Isso é bioenergia. Realmente as plantas absorvem muito mais carbono do que o carbono que você devolve para a atmosfera. Se nós fizéssemos este marketing, ao invés de Efeito Estufa com os fósseis, nós poderíamos fazer o 'Efeito Geladeira' com as bioenergias. Se o álcool tivesse marketing, nenhum brasileiro estaria consumindo gasolina".

No que se refere aos atuais carros bicombustíveis e com o gás natural veicular (GNV), foi perguntado se seria possível adaptar um motor para funcionar só com óleo vegetal. Segundo Fendel: "Na Alemanha existem mais de vinte mil carros andando a óleo vegetal, locomotivas andando a óleo vegetal.
Existia um motor chamado Elko, há uns vinte anos, que inclusive veio aqui,para o Brasil, mas não sei por que foi esquecido. Eu acho que nunca um motor vai ter o mesmo rendimento andando com gasolina, com álcool, com gás e com óleo. Um motor feito para funcionar com vários combustíveis não será tão bom quanto aquele motor feito só para um tipo de combustível".

Ainda, segundo Fendel, para efetivar a produção de motores movidos a óleo vegetal é preciso que o "povo comece a raciocinar que o petróleo é finito.
As guerras do Bush são por causa do petróleo 'para inglês ver'. É estúpido o mundo se sujeitar a isso. Nós estamos no paraíso do mundo. Nós vamos fornecer energia para eles. O mundo não se divide mais em Ocidental e Oriental". Fendel lembrou ainda, que segundo Bautista Vidal, "o mundo se divide nos trópicos". Nos trópicos tem sol, energia solar que produz a biomassa. Nós temos tudo aqui, sabemos fazer computadores, fazer programas, prego, motores, aliás, os melhores motores do mundo são feitos aqui no
Brasil.

Para Fendel a mudança deve partir da forma de pensar e que a mídia tem grande responsabilidade nisso: "Eu acho que tem que partir da mídia. Ela tem que começar a pensar mais e não engolir qualquer coisa. Se a mídia quer eleger um Presidente, ele é eleito. A mídia, que é divulgadora, deveria trabalhar melhor os assuntos relevantes".

Quanto às perspectivas futuras para as energias renováveis: "Eu vejo que daqui a seis meses o barril do petróleo custará U$ 100. Isto vai dar uma reviravolta, uma conscientização. Acredito que com a crise energética que precede a crise climática, o mundo pode acordar. E espero que os brasileiros acordem e parem de ser "capachos". Que acordem e percebam o real valor deles. A floresta amazônica, por exemplo, não contribui com a limpeza do ar.
A floresta velha não cresce. O ciclo do carbono ali está fechado. O que capta carbono é floresta nova, replantada, de preferência com biodiversidade e várias espécies. O meio ambiente deve ser repensado, reformulado e "remarquetado".

Além disso, Fendel diz que cada brasileiro poderia contribuir exigindo comportamento. "A Alemanha é um exemplo de guerra contra a energia nuclear. Os alemães não deixam fazer energia nuclear e estão desmontando todas as suas usinas nucleares no prazo de vinte anos. Já se passaram três, então daqui dezessete anos não vai mais ter energia nuclear na Alemanha. Este é um exemplo fantástico a ser seguido. Lá, mesmo tendo pouco sol, eles plantam, fazem óleo de canola, óleos energéticos. O mundo é das bioenergias. Nós temos que acordar pra isso".

Fonte: Ricardo David - Engenheiro elétrico, Presidente da Associação
Brasileira das Empresas de Serviços de Conservação de Energia (ABESCO) e da
(Ecoluz) - Revista Eco21


Notícia de Segunda, 03 de outubro -2005-
Reenviada por Telmo Heinen, Formosa(GO).


-----Mensagem original-----
De: Telmo-Yahoo [mailto:telmoheinen@yahoo.com.br]
Enviada em: sexta-feira, 30 de setembro de 2005 09:25
Para: Thomas Renatus Fendel
Cc: Gerth Roland Fischer; dgazzoni@cnpso.embrapa.br; Rogerio Augusto de Wallau; dirceu@agri.com.br; Claudemir José de Azeredo; Joel André Pés
Assunto: Na França, a flatulência também é acusada de... maior poluidora!


Vacas francesas produzem mais gases que refinarias

O gado francês produz mais do que duas vezes o total de gases emitidos pelas 14 refinarias de petróleo do país, segundo um relatório de economistas do país. Segundo o relatório, as 20 milhões de vacas e touros franceses, cada um deles com quatro(?) estômagos, respondem pela emissão de 38 milhões de toneladas de gases por ano, em sua maioria metano. Suas emissões também incluem o óxido nitroso, ou o gás do riso(?). A agricultura francesa é a campeã européia de emissões de gases que provocam o efeito estufa. O autor do relatório, Benoit Leguet, pediu aos fazendeiros que adotem uma alimentação mais facilmente digerível para os animais, para diminuir as emissões. O relatório acrescenta ainda que os consumidores franceses também contribuem para a emissão desses gases, pois consomem mais carne do que o europeu médio. (BBC Brasil)

Esse cara deve estar sendo patrocinado por alguém.... para afirmar isto!

 

-----Mensagem original-----
De: Newton Pereira [mailto:newton.pereira@t-online.de]
Enviada em: quinta-feira, 29 de setembro de 2005 19:28
Para: Thomas Fendel
Assunto: Para sua análise e comentários. Um enorme abraço! Nn


Governo rebaterá críticas do Banco Mundial ao Proálcool
O esboço de um relatório do Banco Mundial com duras críticas à política sucroalcooleira brasileira mobilizou governo e usineiros a tentar, por meio de ações políticas, reverter ou amenizar o teor final do documento a ser divulgado em setembro, na Índia. O Banco Mundial sustenta que o uso do álcool como combustível no Brasil nos últimos 30 anos, desde o início do Proálcool, só deu certo por causa da concessão de subsídios, o que ocorreria até hoje, pelo desrespeito a questões ambientais, fundiárias e trabalhistas - OESP, 19/8, Negócios, p.B20.


-----Mensagem original-----
De: Alexandre Franco [mailto:seiaa_ambiental@yahoo.com.br]
Enviada em: sábado, 8 de outubro de 2005 16:01
Para: Cristiano Hickel
Cc: henriquecortez@ecodebate.com.br; Thomas Renatus Fendel; Telmo Heinen;
thiago.copetti@zerohora.com.br; eduardo.cecconi@zerohora.com.br; Rubens Slaviero Filho; Vilmar Berna
Assunto: Re: Floresta no pampa sem impacto para o meio ambiente segundo Lara Lutzemberger


Cristiano,
O fato de vc não estar de acordo com o proposto na mensagem não te habilita para chamar outras pessoas de loucos. Esse comportamento é típico da militância pseudo-ambientalista que, por falta de esclarecimento, insiste em dar ênfase estritamente romântica para as questões ambientais.
Lembro que os problemas ambientais são complexos, os assuntos ambientais são
emocionantes, as soluções são TÉCNICAS e as decisões são, infelizmente, políticas.
Como vc deve perceber, a existência do Homem está solidamente sustentada no consumo de energia.
Se não fosse o eucalipto ou o pinus vc não teria nem uma cadeira para cair, e se tivesse seria de madeira nativa, muito mais importantes para nós. Pior se sua cadeira for de plástico ou metal (AFF!). Não faça como um colega meu, agrônomo, que tem um aquário em casa com plantas de plástico (rs, rs, rs).
Ele diz que plantas de verdade dão trabalho......
É o mesmo caso da areia.
Todos precisamos de areia para construir nossas casas mas ninguém quer que se tire a areia dos rios ou das praias.
Todos admiram casas de madeira mas todos condenam o eucalipto e pinus, preferindo construí-las em Ipê, Mogno, Angico, ....
Todos compram tijolos para construir suas casas mas se esquecem de que o tijolo é curado com a queima de madeira.
E o nosso churrasquinho então....
Existe uma forte pressão antrópica para consumo de energia. Se condena o eucalipto e enquanto isso estamos com um buraco na amazônia legal superior ao tamanho de 3x a Bélgica.
Aliás, a floresta equatorial africana já foi pro saco, a floresta temperada européia também, India e China já detonaram quase tudo.
Estamos a dezenas de anos consumindo material fóssil e empestiando a atmosfera com gases que estão inviabilizando nossa existência no planeta.
A proposta de reflorestar áreas desérticas ou degradadas é totalmente bem vinda uma vez que estaríamos promovendo um equilíbrio no microclima, estabilizando a produção de água e estimulando a fixação de carbono atmosférico, entre outros benefícios.
Quanto aos malefícios, esses também existem como por exemplo os danos que uma monocultura pode trazer para o equilíbrio do ecossistema, porém muito mais fácil de manejar pois as técnicas agronômicas atuais já nos dão soluções sustentáveis para esse problema.
Se for assim vamos deixar de plantar comida e engordar animais para comer.
Podemos então voltar a plantar a lanço e criar animais extensivamente, condenando assim mais da metade da humanidade a morrer de fome.
Ah, esqueci que podemos também exterminar 2/3 da humanidade para vivermos em
um imenso jardim..... (rs rs rs). Quem sabem com a ajuda dos EUA.....
Quanto a reflorestamentos; na natureza temos vários tipos de vegetação.
Podemos reuní-las em três grandes grupos: as rasteiras, as arbustivas e as arbórias.
Ao contrário do que vc escreveu, um conjunto de árvores é uma floresta e uma
plantação de árvores é um reflorestamento sim.
O que vc quis dizer seria um reflorestamento baseado na biodiversidade não é?
Esse sim seria o melhor, porém não resolveria a nossa questão energética.
Percebo que o que te incomoda é o eucalipto.
Há anos já se jogou por terra todas as lendas sobre esta planta.
Um eucaliptal não é uma floresta morta, não seca o lençol freático, blá, blá, blá.....
O reflorestamento com eucaliptos não é, das opções silvícolas que temos, da minha preferência mas condenar essa cultura demostra total desinformação sobre o assunto.
Fico desorientado quando vejo argumentos tão frágeis para defender um contexto tão importante.
E mais...
Se vc estudar um pouco sobre a dinâmica de populações e geologia verá que o PAMPA gaúcho foi um dia uma imensa floresta.
É no RS que encontrávamos árvores imensas, com um relevo e uma geomorfologia que nem se compara com o que vêmos hoje.
Ações antrópicas e o intemperismo fizeram do Sul do brasil um grande deserto.
O plantio de 1 milhão de hectares de árvores causará sim um grande impacto mas não necessariamente negativo.
Além disso, esse reflorestamento acontecerá, se acontecer, em dezenas de anos, o que dará um GAP, de tempo, razoável para o ecossistema se readaptar a essa nova situação.
O planeta está em constante mutação.
Nós estamos em constante mutação.
Ainda mais, depois de toda a devastação que nós impomos ao planeta nada mais natural do que tentarmos reocupa-lo de uma forma mais organizada e compatível com nossa existência.
Sou a favor SIM da ocupação do planeta com árvores. Principalmente se no contexto for contemplado um plano de gestão para que possamos explorá-las.
Acho que já me estendi demais nas argumentações. Se pudesse ficaria horas aqui para tentar te esclarecer mais sobre esse assunto, apesar de eu não ser um expert no assunto.
Estou aberto ao debate, contanto que seja de uma forma mais técnica, mais acadêmica e menos romântica.
SDS.,
Alexandre Franco


Cristiano Hickel <aguasdosul@yahoo.com.br escreveu:
Data: Sat, 8 Oct 2005 12:08:51 -0300 (ART)
De: Cristiano Hickel <aguasdosul@yahoo.com.br
Assunto: Re: Floresta no pampa sem impacto para o meio ambiente segundo Lara Lutzemberger
Para: seiaa_ambiental-owner@yahoogrupos.com.br,
Telmo Heinen <telmoheinen@yahoo.com.br, thiago.copetti@zerohora.com.br,
eduardo.cecconi@zerohora.com.br
Cc: henriquecortez@ecodebate.com.br,
Thomas Renatus Fendel <thomas@fendel.com.br,
Grupo SEIAA AMBIENTAL seiaa_ambiental@yahoogrupos.com.br


Mas o que é isso?!

Pessoal, vocês estão loucos? Por favor, quase caí da cadeira ao receber esta mensagem.

Com esse programa do Governo, cujo objetivo é atingir a marca 1 milhão de hectares de "florestas" até 2010, vocês acreditam que o impacto será pequeno?

Além do mais, convenhamos, o pampa gaúcho é um rico e frágil ecossistema, único no mundo, símbolo mais forte do nosso Estado e que esta prestes a se tornar em um
verdadeiro deserto verde, e depois num canteiro de tocos.
E mais: vamos parar de chamar o plantio de monocultura de árvores exóticas como reflorestamento, um termo muito inadequado para uma cultura de árvores que substitui nossos campos nativos.

Em se tratando do plantio de Pinus, não esqueçam que a semente (conhecida como "alada") dessa árvore exótica pode se propagar até 40km com o vento (e que não é fraco no RS!), com facilidade de crescimento em qualquer solo, tornando a espécie uma invasora poderosa.

Por isso essa espécie está crescendo dentro e nas bordas dos Canions, inclusive nos pontos turísticos consagrados como o Itaimbézinho, colocando em risco o potencial
turístico da região. Esse é apenas um reflexo de plantio indiscriminado.

O Governo faz apologia à essas monoculturas em defesa de interesses econômicos, mas ainda não ouviu o que a sociedade acha sobre isso.

"Floresta no pampa"

AHAHAHAHAHAHAHA!!!!
Só nos resta rir, mesmo! Quando tivermos florestas no pampa, não teremos mais pampa. Ora, bolas!

PAMPA: (até no dicionário se encontra a definição), é definido por um conjunto de vegetação de campo em relevo de planície. Campo! C-A-M-P-O. Precisa traduzir tudo?

Quem sabe chamaremos o pampa gaúcho de "deserto verde gaúcho"?

Abraços conscientes,

Cristiano Hickel
www.inga.org.br

PS: Programem-se para esse debate dia 27/10 em Porto Alegre: <http://www.natbrasil.org.br/impactos.htm

 

--- Alexandre Franco <seiaa_ambiental@yahoo.com.br
escreveu:

Excelente mesmo.
Apesar de não ser um fã do eucalipto penso o reflorestamento ser uma das soluções para a estabilização de microclimas, estabilização de produção de água e diminuição da poluição através da fixação de carbono.
Poderíamos sugerir o reflorestamento das zonas desérticas do oriente médio também.
Quem sabe uma estratégia global de ocupação de áreas "desocupadas" do oriente médio com florestas poderia contribuir para reverter a questão climática do planeta e econômica para aqueles povos.

Alexandre Franco

 

Telmo Heinen <telmoheinen@yahoo.com.br escreveu:
Excelente reportagem no JornalZero Hora de Portoa
Alegre-RS

-----Mensagem Original----- De: Telmo Heinen, Formosa(GO)
Para:
Enviada em: sexta-feira, 7 de outubro de 2005 21:07
Assunto: Floresta no pampa sem impacto para o meio ambiente segundo Lara Lutzemberger

Amigos!

Através do Proflora - Programa florestal gaúcho da CaixaRS, o governo Rigotto objetiva substituir importação de madeira de outros estados e através do plantio de florestas novas atrair pequenas, médios e grandes indústrias para o Rio Grande do sul, com ênfase para a metade sul. O plantio de florestas evita também a pressão pelo corte de florestas nativas no estado e país.

Pequenas e médias: serrarias, fábrica de mdf para móveis, fábricas de móveis

Grandes: Indústrias de celulose cada uma capaz de gerar 60 mil empregos entre diretos e indiretos.

Agricultura
Floresta no pampa

THIAGO COPETTI

 

-----Mensagem original-----
De: Fendel [mailto:thomas@fendel.com.br]
Enviada em: segunda-feira, 24 de outubro de 2005 21:40
Para: Odair - Assessor da Presidencia; Bautista;
miguelangel@yahoo.com.br; TSP; solidariosbrasil; Katavento; Ita82
Cc: Floresta; Bioenergia
Assunto: [Bioenergia-l] RES: Debate em rede nacional de TV com os Candidatos à Presidência do CONFEA, em 27-10-2005, 22h00min, em SP.


Meu caríssimo Engenheiro Odair - CREA - MG

Muito obrigado pela oportunidade que vc me proporciona de eu fazer este nobilíssimo transporte a 95% de óleo de soja e 5% de álcool hidratado, em veículo lamentavelmente licenciado no Paraguai.
Sinto-me extremamente honrado e feliz com esta possibilidade.
Se assim for conveniente, estarei em São Carlos - SP no dia 27/10/05 para buscar o Papa do Universo das Energias, único salvador da crise energética e climática mundial em que estamos atolados, que enfrentou toda a corja corrupta, vagabunda e inepta nacional + transnacional, para aqui implantar o maior programa de energia renovável planetário, que continua sendo boicotado e desprezado, com besteiras como motores beberrões flex, proibição das micro-usinas, hidrogênio, mercado de carbono e demais incontáveis pilantragens.
Após o evento e hospedagem, o levarei ao aeroporto desejado.

Mui gratos Bioabraços
Eng. Thomas Renatus Fendel
www.fendel.com.br
Divulgação autorizada e desejável.
"É mais fácil alugar um deputado do que discutir um projeto de governo. Quem é pago não pensa." - Mefistófeles.

 

-----Mensagem original-----
De: Odair - Assessor da Presidencia [mailto:odair@crea-mg.org.br]
Enviada em: segunda-feira, 24 de outubro de 2005 20:09
Para: Fendel
Cc: Paulo Conte; Conte; Miguel Angel Silva Pinto;
jmonteironeto@yahoo.com.br
Assunto: Debate em rede nacional de TV com os Candidatos à Presidência do CONFEA, em 27-10-2005, 22h00min, em SP.


Eng.º THOMAS RENATUS FENDEL
Mui digno Diretor-Presidente da FENDEL Tecnologia - Rio Negro, PR

Cumprimentando V. S.ª, informo que:
1. dada a necessidade de difusão da importância das Profissões de base tecnológica regidas pelo Sistema CONFEA/CREA e do que elas representam para a construção da Sustentabilidade, torna-se premente a divulgação das próximas eleições para a Presidência do CONFEA;
2. nesse sentido, articulamos - num grande esforço do Eng.º Civil MARCOS TÚLIO DE MELO, Presidente do CREA-MG ora licenciado do cargo que ocupa pois disputa a Presidência do CONFEA - com uma grande rede de televisão brasileira (que coloca a respectiva programação enfatizando o conteúdo ético, tão ao gosto do Código de Ética das nossas Profissões) a realização de amplo debate nacional com os Candidatos ao cargo de Presidente do Conselho Federal;
3. o evento acontecerá no Programa MONTEIRO NETO, na Rede Vida, nos estúdios em São Paulo, e será ao vivo, dia 27 de outubro de 2005, a partir das 22h00min;
4. a realização do evento está, em princípio, condicionada à participação do também Candidato à Presidência do CONFEA e Presidente licenciado do CREA-SP, Eng.º Agrônomo JOSÉ EDUARDO DE PAULA ALONSO, objetivando ampliar para a Sociedade a visibilidade do assunto;
5. já está acertada a participação dos também Candidatos à Presidência do
CONFEA: Eng.º Civil IVO MENDES DE LIMA, do Eng.º Civil JOSÉ WALTER BAUTISTA VIDAL e, logicamente, do Eng.º Civil MARCOS TÚLIO DE MELO, mentor da idéia.
II. Durante conversa telefônica ontem entabulada com o Professor BAUTISTA, ele confirmou comigo a participação no evento, e aguarda que seja viabilizada a ida dele de São Carlos (onde estará naquela data) até São Paulo, bem como a hospedagem (na noite de 27 de outubro de 2005), a alimentação dele e o respectivo transporte (na manhã de 28 de outubro de 2005) do Hotel onde se hospedará até o Aeroporto, de onde se deslocará para João Pessoa, na Paraíba. Como a rede de TV está abrindo espaço, não compete a ela bancar despesas de nenhum dos participantes. Nesse sentido, na condição de Profissional da Engenharia e na posição de Cidadão que percebe a necessidade de uma nova visão das Profissões de base tecnológica regidas pelo Sistema CONFEA/CREA e que se preocupa com os destinos da Humanidade, estou requerendo ao preclaro Diretor-Presidente dessa conceituada empresa que se articule junto aos demais apoiadores da campanha do Professor BAUTISTA VIDAL, de forma a assegurar - em tempo hábil - a participação dele em tão relevante e necessária iniciativa para nossas Profissões e, quiçá, para a Sustentabilidade.
Para maiores detalhes a respeito, além dos nossos endereços infra-relacionados, apresento os dados do Dr. MIGUEL ANGEL, Consultor free-lancer responsável pelas articulações com a Rede Vida: (31) 9205-5783 e miguelangel@yahoo.com.br . Colocando-nos ao inteiro dispor, manifesto-lhes votos de profícuo êxito em seus trabalhos, saúdo a Rede Vida por tão feliz iniciativa, pioneira no processo eleitoral do CONFEA, na expectativa de que, algum dia, os organismos de Comunicação Social sigam o exemplo dessa rede e se voltem para nossas Profissões, em prol da
Sustentabilidade que todos almejamos e para o resgate da Soberania desta Nação. Atenciosamente

Eng.º Civil ODAIR SANTOS JUNIOR
Assessor de Águas e Meio Ambiente da Presidência do CREA-MG
Fones: (31) 3299-8704; (31) 3299-8849; (31) 9645-1721; fax: (31) 3299-8839
odair@crea-mg.org.br; odairsantosjunior@yahoo.com.br


-----Mensagem original-----
De: Fendel [mailto:thomas@fendel.com.br]
Enviada em: domingo, 23 de outubro de 2005 14:50
Para: stica@stica.com.br; Armando Zoccola Filho
Assunto: RES: Puxão de orelha..... Merecido ?

Stica

Bobagem é vc que está escrevendo.

Fazer uma merda de referendo pra discutir uma bosta de assunto desses... é só pra enganadores e espoliadores do abobalhado povo, abestalhado pela rede bobo.

E ainda por cima em eleição obrigatória... isso é democracia ou cleptocracia?
Só a vassalagem política, a serviço dos escravizantes oligopólios, explica tal sacanagem.

Aprenda a raciocinar, e se vc é político, pare de chupar o sangue do pobre povo Brasileiro.
Vc quer fazer uma lei decente? Consulte www.fendel.com.br que tem muita sugestão, sem mensalão, sem lobby e sem interesses mesquinhos.

Tristes Bioabraços
Eng. Thomas Renatus Fendel
www.fendel.com.br
Divulgação autorizada e desejável.
"Fazer biodiesel de óleo vegetal é como fazer biogasolina de álcool" -
Fendel

 

-----Mensagem original-----
De: Armando Zoccola Filho [mailto:zoccola@netuno.com.br]
Enviada em: domingo, 23 de outubro de 2005 12:42
Para: Undisclosed-Recipient:;
Assunto: Puxão de orelha..... Merecido ?

----- Original Message -----
From: <stica@stica.com.br
To: "'Armando Zoccola Filho'" <zoccola@netuno.com.br
Sent: Thursday, October 20, 2005 10:12 PM
Subject: RES: Depois do referendo, a sociedade exigirá o expurgo dos delinqüentes políticos


Caro Armando, não escreva bobagens, não queira massacrar o Presidente Lula pela possível vitória do não. Aliás eu vou votar não. O principal problema é a falta de segurança que vem desde sempre. Por favor, não apele, não faça eu ficar com raiva de votar não e me arrepender por pensamentos como o seu. Não apele.

-----Mensagem original-----
De: Armando Zoccola Filho [mailto:zoccola@netuno.com.br]
Enviada em: quarta-feira, 19 de outubro de 2005 11:56
Para: Undisclosed-Recipient:;
Assunto: Depois do referendo, a sociedade exigirá o expurgo dos delinqüentes políticos

Porto Alegre, terça-feira, 18 de outubro de 2005
Depois do referendo, a sociedade exigirá o expurgo dos delinqüentes políticos

A vitória do "Não" (66,6% contra 24,5% no RS, segundo o instituto Cepa-Ufrgs) impõe uma exemplar derrota ao Governo Lula, ao PT, à Igreja Católica, à Rede Globo e as ONGs. Com exceção da Rede Globo, todos os outros devem grande parte da sua existência aos impostos pagos pelos pobres e ricos contribuintes brasileiros.

Estão todos contra o povo.

Não é a primeira vez.

O "Não" tinha tudo para ser triturado nas urnas, mas ninguém agüenta mais a arrogância e portanto o fundamentalismo do Governo Lula, do PT, da Igreja Católica e das ONGs. Foram eles que se uniram para aplicar o estelionato eleitoral de 2002 e oferecer aos brasileiros o espetáculo deprimente da corrupção sistêmica do Mensalão.

Ninguém é bobo.

O que se espera é que depois da vitória de domingo, a maioria dos brasileiros utilizem seu novo poder de decisão para exigir a imediata moralidade pública, com o expurgo de todos os delinqüentes políticos que a escandalizam nas revelações das CPIs.


-----Mensagem original-----
De: Fendel [mailto:thomas@fendel.com.br]
Enviada em: sábado, 22 de outubro de 2005 14:06
Para: Juergen
Cc: Bioenergia; Dep. Damasceno; Floresta; Ita82; Katavento; Min. Marina
Silva; Power; Sen. Lucia Helena; solidariosbrasil; TSP
Assunto: ENC: A Palestra do seu Ídolo...


Meu caro Juergen

Por favor, traduza o texto abaixo para o alemão, para que possamos disponibilizá-lo nos vários foruns alemães em que fazemos parte, e quiçá o povo alemão possa ajudar o Bautista a abrir os olhos do enganado povo, dos estrábicos políticos mensalistas, dos míopes professores, dos cegos dirigentes e dos abobalhantes meios de comunicação brasileiros...

Mui gratos Bioabraços
Eng. Thomas Renatus Fendel
www.fendel.com.br
Divulgação autorizada e desejável.
"Quando a gente pensa que enfiaram tudo, jogam areia na vaselina" - Fendel

 

-----Mensagem original-----
De: Telmo Heinen [mailto:telmoheinen@yahoo.com.br]
Enviada em: sexta-feira, 21 de outubro de 2005 12:58
Para: Thomas Renatus Fendel
Cc: Abrasgrãos-Y
Assunto: A Palestra do seu Ídolo...

Polêmica palestra com o físico e engenheiro José Walter Bautista Vidal: "A elite brasileira é canalha, traidora. Inclusive o Lula. O Lula é por medo, não é por traição. Tem medo. Tem medo do Fernando Henrique."

"Os furacões são a vingança da natureza contra [George W.] Bush que se recusa a assinar o Protocolo de Kyoto... este bandido se recusa a assinar. A natureza é implacável. Não adianta o exército para enfrentar o furacão."

"Eu por exemplo me formei em engenharia, fui aluno laureado, certo de que o Brasil não era viável porque não tinha carvão mineral. Que estupidez. Como eu era burro."

"[Karl] Marx confundiu as coisas... Se Marx fosse fazer vestibular ia tomar pau."

"Estamos vivendo dois colapsos: o colapso energético, dos combustíveis fósseis, que é uma era suicida. E o colapso ambiental, do efeito estufa, que eleva a temperatura da terra."

Confira na íntegra a palestra

José Walter Bautista Vidal
Palestra realizada em Curitiba, Outubro de 2005

Esta palestra integrou Ciclo Itinerante de Palestras sobre Biocombustíveis, que abrigou 12 cidades do Paraná. A proposta desse ciclo foi originar "Núcleos de Biocombustível", que são espaços de aglutinação dos segmentos da sociedade e têm como objetivos gerar a reflexão sobre o Programa de Bioenergia do Estado, criar e efetivar um plano local para a implementação do Biocombustível, além de conscientizar a população sobre os meios e formas para o desenvolvimento desta ação.
A seguir transcrição da palestra do físico e engenheiro Bautista Vidal:

Fim da Era do Petróleo
Vamos conversar hoje sobre umas questões importantes e graves, na realidade o mundo está em guerra, porque acabou uma era, a era do petróleo, a era dos combustíveis fósseis, essa guerra, inicialmente concentrada na região do oriente médio, e essa guerra já é muito longa e começou a quase 20 anos, começou quando o primeiro ministro do Irã, foi demitido, porque ele nacionalizou o petróleo, e não parou mais, agora essa guerra já está tomando conotações forra da região do oriente médio, como as torres de Manhattan, a tentativa de derrubada do Chávez da Venezuela, os atentados de Londres e
Madri, a invasão do Iraque, a invasão do Afeganistão e essa guerra é muito diferente da guerra do Vietnã, a guerra do Vietnã é uma guerra localizada e ideológica, a guerra no oriente médio é mundial onde envolve as grandes potencias industriais, econômicas e energéticas e todas as indicações mostram que isso vai levar a um terceiro conflito mundial, um conflito apocalíptico, que envolve potencias nucleares, quer dizer, são coisas extremamente graves. Na realidade essa era do petróleo, tão cantada em verso é uma era fictícia, porque condicionou o mundo ao uso de formas energéticas que acabam e como a energia é o fator fundamental em qualquer transformação, em qualquer movimento, quer dizer, faltou energia o mundo entra em colapso.
E necessariamente ocorre a guerra, e a guerra que estamos vivendo hoje, é fruto do petróleo acabando, e aí não tem jeito, os conflitos se agigantam.

Nesse contexto, nosso papel é componente crucial, porque a única maneira de evitar esse colapso é o continente tropical brasileiro, então nosso papel no desenvolvimento do mundo é absolutamente crucial e nós não temos consciência disso, não temos e nem estamos preparados para isso.

Na reunião do segundo fórum de energia, em julho do ano passado, foi decretado pelo mundo, que petróleo e energia nuclear são coisas do passado, e o mundo não pode continuar de nenhuma maneira dependente dessas formas energéticas.

Furacões
Não podemos ficar dependente dessas formas energéticas por muitas razões, inclusive aquelas claramente expostas em New Orleans, em função do furacão.
São coisas que vem pela frente, muito graves, países que vão desaparecer, massas humanas vão se deslocar, no ano passado tivemos um deslocamento de 3 milhões de pessoas na região de Miami, esse é o sétimo tufão, e depois veio o rita, foi um atrás do outro, nunca houve um processo dessa natureza, inclusive anteriormente em um desses poderosos tufões, o epicentro dele estava a 40 Quilômetros de New Orleans, fez estrago em New Orleans, mas não tanto como esse último, então é um tufão incompetente, errou por 40 Km.

No fundo, ali é a vingança da natureza contra [George W.] Bush que se recusa a assinar o Protocolo de Kyoto. Uma coisa que é fundamental para preservar o equilíbrio termodinâmico da ecosfera, fundamental para preservar a vida, este bandido se recusa a assinar. A natureza é implacável. Não adianta o exército para enfrentar o furacão.

Colapso energético e colapso ambiental
É nesse contexto que nós vivemos, e somos a solução para esses dois colapsos. Pois estamos vivendo dois colapsos: o colapso energético, dos combustíveis fósseis, que é uma era suicida, vamos dizer assim. E o colapso ambiental do efeito estufa, que eleva a temperatura da terra, quer dizer provoca alterações. Para vocês terem uma idéia o efeito El Niño, também é fruto, dessa questão do efeito estufa, o efeito el niño envolve energia
equivalente a produzida por 600 milhões de bombas nucleares, para vocês terem uma idéia da ordem de grandeza dos fenômenos envolvidos. Um tufão desse envolve energia de dezenas de bombas nucleares. São energias fabulosas. O homem não tem como se defender, ele não tem uma contra partida para esse tipo de coisa, quer dizer a única contra-partida, é nós usarmos o potencial dos trópicos que é regulável e aí também as coisas ocorrem em outras dimensões, a quantidade de energia que incide do sol sobre a bacia amazônica por dia é equivalente a energia de 6 milhões de bombas nucleares, todos os dias. Nós também temos um potencial, só que esse potencial é para usar para o bem, para a preservação da vida e manutenção do processo civilizatório. Aliás, o que está em jogo agora é a manutenção do processo civilizatório, que está sendo condenado pela própria natureza, a natureza não aceita, reage e bate duro. É nisso que nós temos que nos preparar, para retirar o mundo dessa enrascada brutal que o mundo hegemônico nos colocou.

Reator a fusão nuclear natural
A razão disso, é muito simples, a fonte primária de energia é o sol. O sol é um reator a fusão nuclear. Eu trabalhei em fusão nuclear, fiz minha pós graduação em energia nuclear, eu acredito que nunca nenhum país vai conseguir dominar o reator a fusão nuclear. O reator a fusão nuclear seria aquele que transforma a matéria em energia, pela relação de Einstein, Energia é igual a massa vezes a velocidade da luz ao quadrado, a luz numa velocidade de 300 mil quilômetros por segundo ao quadrado, uma grama de
matéria, por exemplo o sol, uma grama de hidrogênio, produz energia equivalente de mil toneladas de petróleo. Veja o que está em jogo. Então quem dominasse a fusão nuclear, domina o mundo, pois energia é poder, energia é crescimento econômico é prosperidade é tudo, quer dizer, quem dominar a fusão nuclear, domina o mundo, é forças armadas etc...

Acontece que nenhum país dominou a fusão nuclear até hoje e nunca vai dominar na minha perspectiva, não estou fazendo futurologia, mas realmente não acredito que isso vá acontecer, porque a fusão nuclear ocorre a centenas de milhões de graus, e nessa temperatura não existe substância líquida e sólida, existe gás rarefeito, isto é, uma plasma, e é impossível trabalhar, porque você não tem como materializar a coisa, como segurar a coisa, como amarrar, como retirar energia. Como eu estava dizendo, trabalhei com isso e foi uma experiência interessante, fiquei sabendo por dentro essas coisas.
Então quem dominar a fusão nuclear (nunca ninguém vai dominar), domina o mundo.

Agora, existe um país que já tem um reator a fusão nuclear, mas não é um reato feito pelo homem não, é um reator a fusão nuclear natural, que é o sol. E este país chama-se o continente tropical brasileiro e não tem outro continente tropical. E o Brasil que é o dono do sol.

Aquilo que levou a atenção da petrobrás no passado, aquela grande mobilização, "o petróleo é nosso", agora temos que lançar "O sol é nosso". Pois temos um reator a fusão nuclear gigantesco e eterno.

No núcleo do sol, ocorre a transformação de hidrogênio em hélio, e uma pequena parte em energia, e essa energia se espalha pelo espaço aberto, e ela sai do núcleo do sol num filete e a 150 milhões de quilômetros vai encontrar uma poeirinha insignificante, que é a nossa terra. Essa energia que vem nesse filete, e alcança o hemisfério da terra, por dia equivale a odas as reservas de petróleo descobertas em todos os tempos, incluindo as
ainda não descobertas. Então essa civilização do petróleo é uma civilização de um dia. E nós não temos consciência disso. Temos que ter consciência do papel que nos representamos no processo civilizatório da humanidade. Agora essa quantidade de energia não incide sobre a terra de maneira democrática, de maneira equânime, ela é concentrada nas regiões tropicais. Se você chega em Viena as 3 horas da tarde, tem que se acender as luzes da rua para você não colidir, porque falta luz, falta energia, e aqui temos essa abundância de luz fantástica.

Agora começa o mundo a perceber que realmente o processo civilizatório, depende de energia e só é possível nas regiões tropicais. É claro que o processo de dominação que se estabelece, os povos ricos em energia, dominando os pobres em energia, por falta de organização, postura política, e uma série de fatos que nós conhecemos muito bem e vamos superar todos eles.

Participação Brasileira
Eu vim aqui trazer esse desafio brutal, a juventude tem uma responsabilidade enorme com o futuro da humanidade, e a juventude brasileira, nenhuma outra tem essa responsabilidade, então vamos discutir de que maneira podemos nos preparar para responder a isso.

Esse colapso, se não houver a participação definitiva do continente brasileiro, vai levar a um processo muito danoso.

Há um relatório do pentágano, falando sobre os efeitos do efeito estufa no planeta como um todo. E é uma coisa absolutamente pavorosa, realmente pavorosa. O mínimo que pode acontecer é a fusão da calota polar Antártida, que são montanhas gigantescas de gelo, que uma vez fundidas, elevem em 120 metros os níveis dos mares. Ou seja todos os países e cidades, Nova York, Londres, Paris, tudo isso vai para o fundo do mar. Que perspectiva dramática. Países inteiros vão ser inundados, como a Holanda, Paquistão,
centenas de milhares de ilhas vão desaparecer, é um panorama realmente assustador. Novamente a única solução, para reduzir o efeito estufa, são as soluções energéticas renováveis e limpas das regiões tropicais. Porque das regiões tropicais? Porque só essas regiões tem o reator a fusão nuclear, que ninguém mais tem. Essa é a razão.

Água
Agora não basta só ter o reator a fusão nuclear. É necessário o segundo componente, que é a água, é preciso, muita água. E novamente o Brasil tem 24% da água do planeta terra. O segundo país é o Canadá com 14%. E lá no Canadá, maior parte não é água, é pedra, é gelo. No final, quer dizer, Deus é brasileiro. Nos deu os dois ingredientes básicos para o processo energético. O sol e a água. E a grande dificuldade que levou décadas para a humanidade entender, é que essa energia solar, ela é muito dispersa, é muito democrática, e a captação dela e o armazenamento é tecnologicamente muito
difícil, veja essa bateriazinhas, quando você vê, já acabou a energia, é uma porcaria de energia armazenada. As tecnologias não avançaram o suficiente para armazenar grandes quantidades de energia e a natureza o faz. Imaginem a quantidade de energia armazenada na floresta amazônica.

Eu quando vejo um arbusto, uma árvore, quando vejo uma jaqueira, que quantidade de energia fabulosa.

Hidrogênio
Não existe hidrogênio na terra como tal. O hidrogênio na terra faz parte da água H2O, e é uma estrutura química muito rígida, para retirar esse hidrogênio, tem que usar energia elétrica, que é uma energia absolutamente nobre, muito superior do que o hidrogênio depois produz. É um balanço negativo.
Vou contar uma piada que é muito inteligente: " A solução do problema energético do mundo é o hidrogênio, ele não polui, ele produz água".
Realmente, ele produz água. Então o sujeito diz, mas como se não tem hidrogênio na terra, onde você vai buscar? O primeiro responde, mas tem no sol. O segundo: Como você vai lá? E a resposta: Eu vou de noite.
Então tem propagandas dizendo que o hidrogênio é. Não é. A solução única, é natural, do reator a fusão nuclear, do sol, naquelas regiões do planeta, que são as regiões tropicais, onde ele é abundante. E nós somos o único continente do sol. Estamos condenados a ser a grande potência energética do planeta.

O grave disso é que nós não sabemos disso. Eu por exemplo me formei em engenharia, eu saí da escola de engenharia, fui aluno laureado, certo de que o Brasil não era viável porque não tinha carvão mineral. Que estupidez. Como eu era burro. Mas graças a Deus não temos carvão mineral e temos um reator a fusão nuclear, limpo, a 150 milhões de quilômetros de distância.

Então o que nós temos que fazer é nos prepara para resolver o problema da humanidade. Porque sem energia nada é possível. O primeiro princípio da termodinâmica é claro: nada se move ou se transforma no universo, sem energia. Sem energia, não é possível transformar uma semente em alimento, sem energia não é possível nada. Sem energia não há vida. E se você não ingere energia diariamente através do alimento, você morre.

Karl Marx
A síntese de tudo isso, é a definição de energia: a capacidade de produzir trabalho. Até Marx derrapou nisso. Marx dizia que a energia é decorrente do trabalho, MENTIRA! Ele não sabia física. Se fosse fazer um vestibular ia tomar pau. Porque é exatamente o inverso, o trabalho é fruto da energia. Inclusive a energia humana, o trabalho humano, quer dizer, você ingere alimento, essa energia vai para a célula, você gasta essa energia na célula, produzindo trabalho muscular. E o cerebral também. E as energias das máquinas e do trabalho das máquinas? É feito de energia. Então é o inverso. Energia é
a capacidade de produzir trabalho. Todos os tipos de trabalhos, trabalho humano, trabalho das máquinas e trabalho da natureza. Quem não entende de energia não pode ser nem varredor de rua. Teria que voltar a estudar.

Então você vê senadores, deputados, governadores, dizendo barbaridades atrás de barbaridades, que ninguém precisa de energia, não é possível dizer algo assim. A sociedade precisa se organizar e conhecer essas coisas porque nós somos a grande potência energética do planeta terra. Não há a menor dúvida.

Um detalhe. Estive na reunião do fórum mundial em Roma, e souberam que eu estava presente, então um professor falou sobre energia na América Latina, resolveu fazer uma homenagem para mim, ele projetou na parede uma frase de um dos meus livros: "O Brasil é a Arábia Saudita do futuro da humanidade".
Foi uma ovação e tal, levantei agradeci, em seguida o professor parou e disse, forever. Para sempre. Foi uma ovação enlouquecedora, porque o mundo todo sabe que vai morrer e que o Brasil é a única solução para que a humanidade sobreviva e continue o processo civilizatório.

Enquanto o petróleo está acabando, o mundo está em guerra porque o petróleo está acabando. O sol vai morrer um dia também, o aumento de entropia natural do sol, levará o sol a morte, o sol vai se acabar, como todos as estrelas.
Só que isso vai acontecer dentro de onze bilhões de anos. Temos um tempinho ainda... Veja que diferença.

O petróleo leva quatrocentos milhões de anos para se formar e a planta capta energia solar a partir do CO2 da água, é uma reação química endotérmica, que forma os hidratos de carbono, daí que vem a vida, é a biomassa. Aquela dificuldade enorme que o homem tem de captar energia solar, com tecnologia, não se consegue captar direito, não se armazena, aí a planta faz as duas coisas genialmente de grátis, capta e armazena. E olha pra gente e deve pensar, não sabem das coisas da natureza.

Nós estamos vivendo numa civilização, que desconhece a natureza e nega a ciência. Assim não dá. Tanto no capitalismo, como no marxismo. Tem que sair dessa. Marx confundiu as coisas. Quando a gente discute com os marxistas...
Com o Gilberto Vasconcelos, estamos escrevendo um livro sobre isso, ajudando a rever os erros de Marx. Como uma homenagem a Marx. Se Marx estivesse vivo ele já teria mudado isso. Marx não era um profeta, não era um físico, ele se louvava na época de uma termodinâmica que não existia ainda, então vamos tolerar os erros de Marx. Ele era um gênio, mas não era um profeta. Os marxistas hoje não permitem falar mal de Marx, como se fosse um dogma, todas as bobagens que Marx disse, passam a ser verdades absolutas. Assim não.
Vamos homenagear Marx, corrigindo os erros que ele cometeu. Acho que a postura correta é essa. Nessas circunstâncias, a responsabilidade do Brasil por ser o único continente dos trópicos é muito grande, daí surgiu essa idéia de levantar a opinião pública a partir da juventude do Paraná. Porque já que o Brasil vai ter que desempenhar esse papel... o mundo todo está louco para que o Brasil assuma a responsabilidade. Veja o Japão, os japoneses dependem do petróleo e os norte-americanos estão tomando as
reservas de petróleo que sobram do mundo. Tomaram do Iraque e vão tomar do Irã também. Vocês acham que o exército americano vai dar colher de chá para o japonês? Claro que não vai dar. E o japonês sabe disso. O Japão está louco para que o Brasil produza energia renovável e limpa em grande quantidade e eles possam sobreviver. A mesma coisa a China, Índia. Veja que papel fundamental que bloco de poder pode se formar com o Brasil como país central do sobrevivência desses países todos. Depende dessa política brasileira se unir a essas nações que dependem crucialmente em sua sobrevivência, e nós virarmos o bloco do poder, aí nós botamos para correr esses banqueiros safados, ladrões, que estão levando o mundo.

Memória do saqueiro
Aliás não percam o filme de [Fernando] Solanas, um filme argentino, que se chama Memória do saqueiro [Memoria del saqueo Argentina, 2004]. É um filme sobre o período de Menem na Argentina, o genocídio do neoliberalismo, que brutalidade, a mesma coisa que estão fazendo aqui no Brasil, só que na Argentina tem um filme (está na hora de fazerem a mesma coisa no caso do Brasil). Mostra a barbaridade que foi o processo de destituição da Argentina, um país que foi um dos maiores produtores de alimento, tem auto-suficiência energética, um país que foi destroçado, milhares e milhares de crianças se alimentando do lixo das grandes cidades, um país que tinha
alimento para alimentar o mundo, veja que processo brutal. Precisamos conhecer esses lados da medalha. E nos prepararmos para sermos a grande potência energética líquida do planeta terra para sempre!

A Argentina foi invadida, saqueada e a elite dirigente se prestou a isso, canalha, traidora, como é a brasileira, a elite brasileira é canalha, traidora. Inclusive o Lula. O Lula é por medo, não é por traição. Tem medo. Tem medo do Fernando Henrique. Um país rico desse vivendo a situação que estamos vivendo, mas vamos deixar o Lula de lado, porque até gosto do Lula, me disporia a ajudá-lo, mas não para levar o País a ruína. Ajudar a levantar o país.

Mente Colonial
A idéia de conversar com vocês aqui é que se introduza na cultura brasileira, um conhecimento da nossa realidade, o que nós somos, qual é o nosso papel no mundo. Acho que todo mundo tem que se perguntar isso, qual é o meu papel no mundo? E as nações muito mais, e nós não estamos fazendo essa pergunta, temos que fazer essa pergunta. Aliás, [José] Ortega y Gasset, filósofo espanhol, definiu magistralmente o que é mente colonizada, que é aquela gente que ignora o espaço do país a que pertence e ignora os problemas do seu tempo.

Nós ignoramos o espaço, nós não sabemos que somos a grande potência energética do planeta, e os comportamos como se fossemos um país dependente, servil, assim não dá. Isso é uma questão cultural. Porque as universidades não estão jogando isso na cabeça dos jovens, para pelo menos debaterem, porque são um bando de covardes. E o pior, que eu por exemplo, digo isso porque sou professor, eu não me excluo não, também sou culpado, devia ter feito muito mais do que fiz.

A minha geração se entregou, e vocês vão pagar um preço descomunal. Quais são as alternativas que vocês têm no futuro de um Brasil dependente, servil, ignorando a sua verdadeira realidade? O de ser escravos ou canalhas. E os postos para o trabalho são poucos, veja que perspectiva terrível. Tem que sair dessa. Desativar esse processo. A juventude precisa se levantar, raciocinar, exigir de seus pais, de seus parentes. Esse acovardamento geral é um negócio doente, porque as pessoas não pensam, as pessoas não discutem, porque elas não assumem a realidade. Porque as universidades não fazem isso?
É claro que grande partes dos professores das universidades, como eu, fomos fazer doutorado lá fora, e tivemos nossas cabeças feitas pelo processo colonial. A minha não.

A coisa mais terrível é a mente colonial, a mente colonial não assume a sua personalidade, não assume o que nós somos, nem identifica os problemas do nosso tempo. É o que eu estou tentando fazer aqui, dizendo que o Brasil é a maior potência energética do planeta, o que não precisa dizer mais nada.
Energia que movimenta o mundo, energia é fonte de poder, de todo o processo civilizatório, energia é a fonte do trabalho. É quase que um ente divino. Até Aton IV que viveu quatorze séculos antes de Cristo, foi quem criou a primeira religião monoteísta, e o Deus era o sol. Construiu a cidade do sol, tinha uma mulher belíssima que era Nefertiti, fez um poema de hino ao sol, que é um tratado de termodinâmica, escrito quatorze séculos antes de Cristo.
A termodinâmica é uma ciência que se desenvolveu no final do século XIV.

O que nós temos que fazer é deixar de ser mentes colonizadas, e a juventude, as crianças já nascem colonizadas, não é possível. Nosso destino está marcado pela indignidade, não é ne pela estupidez, é pela indignidade, que é uma coisa muito mais grave do que a estupidez.

A minha geração, estou me referindo a minha geração, não a de vocês, vocês tem que reverter essa situação, tem que reverter esse processo, através do conhecimento da realidade, assumir o processo de reversão, esse processo é indigno de qualquer ser humano que tenha alma e que tenha propósitos grandiosos. Então meus amigos, nós temos tudo para ser a nação mais rica, mais esplendorosa, mais solidária, mais humana, mais bela que o homem jamais construiu nesse nosso planeta.

José Walter Bautista Vidal

Reenviada por Telmo Heinen, Formosa(GO)

 

-----Mensagem original-----
De: Fendel [mailto:thomas@fendel.com.br]
Enviada em: quarta-feira, 5 de outubro de 2005 22:43
Para: TSP; solidariosbrasil; Katavento; Ita82
Cc: Bioenergia; Floresta
Assunto: ENC: Candidatura de Bautista Vidal à Presidencia do CONFEA


Meu idolatrado Bautista Vidal - Papa da bioenergia e da vida racional.

Vc precisa, é ser presidente do Brasil.
Ainda há tempo de reverter o abobalhamento e a sacanagem suicida vigente. Vc enfrentou a pelega e pútrea corja fóssil, política e bancária desta ainda bela nação, implantando teu desprezado Proálcool, o maior e mais invejado programa renovável planetário, e claro, a nossa única opção energética móvel (junto às demais graciosas bioenergias).

E por favor lembre-se que:
Fazer biodiesel de óleo vegetal virgem é a mesma coisa que fazer biogasolina de álcool.
São os motores que devem ser adaptados aos eternos biocombustíveis...


Meu caro Professor Luís - Botucatu

Não conheço pessoalmente a micro e maravilhosa usina de álcool do Pataro. Só sei que ela não tem nem caldeira, pois é do tipo fogo direto. Mais detalhes, vc tem que solicitar direto ao Pataro.
Tenho algumas informações de que os novos motores Diesel eletrônicos (common-rail, bomba individual, etc) se adaptam muito bem ao óleo vegetal bruto, e portanto aguardo ansioso o teu motor, para podermos confirmar na prática esta questão.
E muito obrigado por divulgar minhas broncas a teus alunos. Quiçá eles serão menos corruptos e capachos que a elite atual.


Meu caro Hernani

Já li a fantástica estória sobre a tua árdua luta, para implantar os óleos vegetais, várias vezes.
Gostaria muito de receber os artigos que vc menciona em tua e-carta abaixo. Estou sentindo na carne viva o hipócrita calvário em que vc rasteja a décadas. Procuro desesperado o motivo de tamanha ignorância planetária.
Em plena era da informação, continuamos adeptos de mentiras e de crendices.
Por quê ainda ensinam aos nossos filhos que o mundo foi feito em 7 dias?
Por quê o povo continua aceitando circo fajuto e pão embolorado?
Não fosse o Collor, ainda estaríamos andando em ineficientes fuscas carburados.
Por quê assassinaram o Rudolf Diesel, após demonstrar seu motor a óleo de amendoim em 1900?
Por quê querem desarmar o povo? Tal qual hitler e outros babacas?
Necessitamos é de meia dúzia de ogivas nucleares.
Por quê pagamos tantos juros porcamente exagerados?
Eta bando de filhos das putas.


Meu caro Sebastião

Para calcular e se certificar de que um pedaço de lenha pôdre e molhada tem mais energia do que um tanque de mesmo tamanho de patético e caríssimo hidrogênio liquefeito ao zero absoluto, não é necessário nenhum conhecimento além do fundamental. Idem para verificar que o gás natural é apenas 15% menos porco do que a gasolina.
Qualquer vestibulando resolve estas elementares equações, que denuncio há anos, inclusive com cópias para a Unicamp e demais diversos institutos e mídias mundiais.
Outrossim, o enunciado de minha "lei zero" da bioenergia, foi batizado de "lei da vaca" pois insisto que o carbono do farelo tem de ser creditado a estas quadrúpedes, e não aos motores, tornando as bioenergias carbono seqüestrantes, com saldo negativo de CO2 atmosférico.
Assim que a humanidade entender estas realidades, adeus porcos combustíveis fósseis.


Meu caro Iturra

Como as listas não aceitam anexos, solicito aos interessados nos históricos das bioenergias, a entrar em contato comigo ou com vc.
E mais uma vez meu cordial muito obrigado por teu incondicional apoio e testemunho a meu favor, por ocasião de minha palestra aí na Câmara dos Deputados.


Meu caro Heinz

Primordial a citação em que primeiro roubam a flor em nosso jardim, culminando com o roubo da nossa voz.
Quanto ao "estatuto da imprensa", penso ser esta a única maneira de responsabilizar os repórteres e jornalistas pelas asneiras que publicam.
Assim a rede bôbo e assemelhadas estariam atoladas em processos penais e com os direitos funcionais eternamente cassados, permitindo ao povo receber informações corretas e coerentes.

Aborrecidos Bioabraços
Eng. Thomas Renatus Fendel
www.fendel.com.br
«Quando todas as armas forem propriedade do governo, este decidirá de quem serão as outras propriedades.» - Benjamim Franklin

 

-----Mensagem original-----
De: Gustavo Heinz Schmidt Wiggers [mailto:ghswiggers@yahoo.com.br]
Enviada em: terça-feira, 4 de outubro de 2005 19:36
Para: Gustavo 3
Assunto: [solidariosbrasil] DESARMADOS E AMORDAÇADOS!

http://www.movimentovivabrasil.com.br/userfiles/atualidadesjun2005.pdf

DESARMADOS E AMORDAÇADOS!

"Primeiro, eles vieram pegar os comunistas, mas eu não era comunista e não falei nada. Depois, vieram pegar os sindicalistas, mas eu não era sindicalista não falei nada. Logo vieram pegar os judeus, mas eu não sou judeu e não falei nada. E, quando vieram me pegar, não sobrava mais ninguém que pudesse falar por mim". Pastor Martin Niemoller

Quando aprovaram o Estatuto do Desarmamento, a imprensa, quase em uníssono aplaudiu e continuaram aplaudindo burramente o fim do direito à legítima defesa.

Agora diante do "Estatuto da Imprensa" estão aos pulos e aos berros defendendo a liberdade de expressão. Poderíamos simplesmente dizer: "BEM FEITO".

Poderíamos mas não vamos pois se esse perigoso caminho dos "estatutos" continuar a ser trilhado, estaremos desarmados e amordaçados. Está na hora dos jornalistas começarem a ver o que há atrás da colina. Ver o caminho sem volta à "cubanização" do Brasil.

Vejam apenas dois pontos do "Estatuto da Imprensa":

"Todo jornalista, para exercício da profissão, deverá inscrever-se no Conselho Regional de sua área de ação, atendendo as condições estabelecidas pelo sistema. Aceita a inscrição, ser-lhe-á expedida pelo Conselho Regional a Carteira de Identidade Profissional, onde serão feitas anotações relativas à atividade do portador."

"As penas aplicáveis por infrações disciplinares são as seguintes:
I - Advertência; II - Multa; III - Censura; IV - Suspensão do exercício profissional, até 30 (trinta) dias; V - Cassação do exercício profissional, ad referendum do Conselho Federal."

Para encerrar este informativo, enquanto podemos, leiam o fragmento da poesia "No caminho com Maiakóvski" de Eduardo Alves da Costa:

"[...] Na primeira noite eles se aproximam / e roubam uma flor / do nosso jardim. E não dizemos nada. / Na segunda noite, já não se escondem; / pisam as flores, matam nosso cão, / e não dizemos nada. / Até que um dia, / o mais frágil deles / entra sozinho em nossa casa, / rouba-nos a luz, e, / conhecendo nosso medo, / arranca-nos a voz da garganta. E já não podemos dizer nada.[...]"

VOCÊS VÃO CONTINUAR CALADOS?

 

-----Mensagem original-----
De: iturra [mailto:iturra@ibict.br]
Enviada em: terça-feira, 27 de setembro de 2005 16:54
Para: Fendel
Assunto: Biocombustível - Microdestilarias

Caro Fendel,
Sua coluna está cada dia com mais entropia - na diversidade de temas – e com mais entalpia - nos efeitos energéticos junto aos leitores. Parabéns!
Gostaria que desse uma leitura no texto em anexo, que preparei para o grupo de trabalho interministerial do biodiesel (com minúscula, mesmo), intitulado "Análise Histórica das Microdestilarias de àlcool no Brasil". Ele complementa estudo sobre o Histórico do Biodiesel no Brasil, que envio também em anexo. Acredito que esses relatórios, realizados a partir de fontes confiáveis, são importantes para entender o espírito da
coisa nos tempos presentes. Ambos são de natureza pública e pode disponibilizá-los na sua Lista se estima conveniente.
Grande abraço,
Antonio René Iturra
(Instituto do Sol)

 

-----Mensagem original-----
De: Sebastiao [mailto:skengen@terra.com.br]
Enviada em: terça-feira, 27 de setembro de 2005 10:02
Para: monicateixeira@reitoria.unicamp.br; janaina@reitoria.unicamp.br
Assunto: ENC: Inovação Unicamp

Prezadas Monica & Janaina,
Retransmito a mensagem abaixo que enviei para a Inovação Unicamp.
Atenciosamente,
Sebastiao Kengen
Brasília - DF

De: Sebastiao [mailto:skengen@terra.com.br]
Enviada em: terça-feira, 27 de setembro de 2005 09:57
Para: 'Inovação Unicamp'
Assunto: RES: Inovação Unicamp

Prezados Senhores:
Bom dia.
Li a entrevista http://www.inovacao.unicamp.br/report/entre-goldemberg.shtml do Prof. Goldemberg, embora eu não seja um especialista em energia, me chamou atenção a sugestão dele de se quebrar a molécula do etanol para a produção de hidrogênio. Parece-me muito mais lógico usar diretamente o etanol, por outro lado quanto de energia e a que custo seria para se quebrar essa molécula? Quanto custa o armazenamento do hidrogênio?
Gostaria de sugerir que vocês entrevistassem o Eng. Thomas Fendel que é um estudioso da questão energética e que tem outros pontos de vista. Acho que isto contribuiria para a apresentação de uma outra visão. O e-mail do Fendel é: thomas@fendel.com.br. Outra pessoa que merecia ser entrevistada era o Prof. Bautista.

Atenciosamente,
Sebastiao Kengen.
Brasília - DF.

 

-----Mensagem original-----
De: Hernani Lopes de Sá Filho [mailto:ernanisa@uol.com.br]
Enviada em: terça-feira, 27 de setembro de 2005 08:30
Para: Fendel; TSP; solidariosbrasil; Katavento; Ita82
Cc: Floresta; Bioenergia
Assunto: Óleos Vegetais "In Natura"-Re: Biocombustível - Óleos Vegetais
Prioridade: Alta

Amigo Fendel, (e demais leitores desta)

Gostaria de lembrar que em 1978, eu e minha equipe do INT/FTI, incumbidos pelo Dr. Enos Vital Brasil, diretor do INT, de um "Levantamento das Necessidades Atuais e Futuras de Substituição de Matérias Primas e Insumos Básicos de Origem Fóssil por Produtos Naturais Renováveis", sabendo que de nada adiantaria substituir apenas um derivado-a gasolina, pelo álcool, escolhemos os óleos vegetais na sua forma mais simples (que podem substituir o petróleo).
Em parceria com o CTA e CTC, demonstramos a viabilidade técnica do uso dos
óleos vegetais "in natura" em motores diesel.
Assim surgiu com o Bautista Vidal o PRO-ÁLCOOL, e o nosso trabalho propiciou
o nascimento do... PRO-ÓLEO.
Rodamos em ônibus da CTC, com óleos de famílias distintas (Amendoim, Dendê e
Soja), representativas de todos os óleos e gorduras da biomassa, com o objetivo de generalizar.
Publicamos no boletim informativo do INT e na revista ENERGIA, DIAGNÓSTICO
DA VIABILIDADE TÉCNICA DO USO DE ÓLEOS VEGETAIS COMO COMBUSTÍVEIS E LUBRIFICANTES (podem ver no capítulo 9 do Primeiro Caderno de Altos Estudos da Câmara dos Deputados "Biodiesel e Inclusão Social").
Ao longo dos últimos 27 anos temos defendido, com muito sacrifício, a idéia. Demos centenas de entrevistas em rádios TV(Fantástico, Globo Rural, Manchete Rural, etc.) e nos principais jornais do Brasil e alguns do exterior.
Proferimos dezenas de palestras em eventos nacionais e internacionais e ensinamos a americanos e europeus, além dos brasileiros(estudantes de todos os níveis, professores universitários, pós graduandos, etc.).
Mas pagamos caro, com perseguições (até hoje) demissão ilegal, etc.
Você pode ver e recomendar a leitura da nossa história no site: www.biocombustiveis.com.br

Um grande abraço,
Hernani de Sá

 

-----Mensagem original-----
De: Luís Fernando Nicolosi Bravin [mailto:lfbravin@terra.com.br]
Enviada em: terça-feira, 27 de setembro de 2005 00:41
Para: Fendel
Assunto: Re: Biocombustível - Óleos Vegetais

Fendel... parabéns.
Sempre q vc escreve leio "sem mesmo pedir" seus comentários aos meus alunos na faculdade... e posso lhe dizer q mesmo sem lhe conhecerem pessoalmente vc aqui faz sucesso.
Será q vc pode me enviar algum comentário técnico dessa pequena industria de alcool?
Um grande abraço e aguardade novidades sobre os motores a óleo vegetal.
Acabei de comprar um motor com commom rail e assim q o mesmo chegar te mando
um mail.

Luís Fernando

 

-----Mensagem original-----
De: iturra [mailto:iturra@ibict.br]
Enviada em: segunda-feira, 3 de outubro de 2005 17:03
Para:
Assunto: Candidatura de Bautista Vidal à Presidencia do CONFEA


Prezado colega e amigo,

Os fatos trazidos a público nas últimas semanas, que entristecem a Nação, nos levam a crer que vivemos um período em que deve-se reafirmar a moralidade pública e privada, com dedicação, competência e efetividade. Neste momento, entre os brasileiros que sabem e podem(re)construir o País sob novos e renovados paradigmas, em bases
sustentáveis e que privilegiem a competência nacional, encontram-se, sem dúvida, os profissionais dos vários campos da engenharia.

A candidatura de JOSÉ WALTER BAUTISTA VIDAL, um engenheiro civil e nacionalista de primeira línea à presidência do CONFEA, busca exatamente comprometer-se uma vez mais com esse objetivo. Em mensagem em anexo, Bautista explica sumariamente sua proposta e o porquê é candidato.

Os que temos o prazer de conhecer o ser humano e profissional de primeira categoria que é o nosso colega, temos absoluta convicção de que ele saberá levar o sistema CONFEA/CREA a destinos de glória que merece
ter a engenharia nacional como suporte e veículo do desenvolvimento nacional. È inconcebível que muitos dos nossos filhos, formados em boas universidades, engenheiros ou de outras profissões, se encontrem desempregados ou subempregados. A continuar desse jeito, não teremos respostas apropriadas para os nossos netos nessa mesma condição. Num País novo e realmente rico como o Brasil isso é uma irracionalidade!

Temos que valorizar nossa competência e nossos riquíssimos fatores de produção. Uma nação que possui insolação, água doce, grande fronteira agrícola, minerais estratégicos e população numerosa e operativa, não pode ser uma potência de segunda categoria.

Por esse motivo, prezado colega e amigo, que se encontra com a anuidade em dia, peço seu voto em nosso candidato e amigo BAUTISTA VIDAL, no dia 09 de novembro do corrente ano. Ao mesmo tempo, rogo a gentileza de repassar esta mensagem a outros colegas e amigos que, como nós, buscam um futuro mais digno para a engenharia nacional e para o Brasil.

Por favor, confirme recebimento.
Cordialmente,
Eng. Antonio René Iturra
(Analista Sênior do Ministério da Ciência e Tecnologia)
Fone: (61) 9982.2427 e 3217.6447