FENDEL tecnologia
Thomas Renatus Fendel ME FI
Rua 7 de setembro 167 - CEP 83.880-000 - Rio Negro - PR - Brasil
Fone/Fax: [55] (47) 3642-8224    Cel: [55] (47) 9986-2783
www.fendel.com.br                e-mail: thomas@fendel.com.br

OPINIÕES E COMENTÁRIOS

SETEMBRO 2004

 

Tecnologia x clima
Querida Cylene:

Realmente, basta rever a história da vida para se certificar que a "tecnologia" para estabilizar o clima, existe faz muito tempo, e não apenas para 50 anos, e sim para "sempre", pois a biomassa nada mais é do que o gás carbônico sequestrado do ar, gás que se acredita seja o corresponsável pelo cobertor atmosférico translúcido que regula a temperatura do glôbo.
Assim, quanto mais carbono no ar, mais aquecimento sofremos através do dito efeito estufa.
Inclusive os fósseis petrossáuricos (carvão mineral, petróleo e gás natural) também tem sua origem no carbono que havia em excesso na nossa atmosfera, e que a vida pré-histórica, primeiro fotossintetizou em biomassa vegetal e animal, antes de fossilizá-las.
Portanto os fósseis são exatamente o excesso de carbono que havia no ar, e que estamos agora, nos últimos 200 anos desenterrando e lançando novamente à atmosfera.
Então na história do mundo, a fantástica biomassa já fêz este papel de seqüestrar e armazenar o excesso de carbono, e vai fazer de novo, se o bobo homem o permitir, e trocar sua agonizante matriz fóssil pela matriz da vida, da perpétua bioenergia.
Ao invés de criar idiotas, caras e ineficientes máquinas seqüestradoras de carbono e o igualmente hipócrita e retrógrado mercado de carbono, deveríamos deixar o carbono fóssil no subsolo, e plantar grande quantidade de maravilhosos vegetais biodiversos comedores gratuitos de carbono atmosférico.

Os equipamentos abaixo propostos, infundados e imaginários comedores de carbono, se assemelham literalmente a dar o rabo pro cachorro comer.

Na Dinamarca são proibidas novas termoelétricas, e só se permite a cogeração com aproveitamento do calor residual.
Não necessitamos de máquinas para sequestrar CO2, que apenas irão consumir energia mais cara e poluente...
Basta trocar todas as imundas termoelétricas (fazer o contrário da nova moda suja e abobalhante aqui do Brasil) por equipamentos de cogeração interligados pela BIOENEREDE, para reduzir em 50% a emissão de CO2 fóssil do setor elétrico mundial, imediatamente.
E mais, trocando os fósseis pelas bioenergias chegaremos no efeito geladeira, devido ao saldo negativo de emissão de carbono das biomassas.
É simples, é óbvio. Basta querer fazer a coisa certa.
Repito: Para essa nova e fantástica realidade, a BIOENEREDE é fundamental, pois permite o intercâmbio de energias, bem como o aproveitamento máximo dos equipamentos e investimentos, além de limpar o ar, gerar desenvolvimento, promover justiça, eliminar crendices, etc, etc.
Temos que deixar os pequenos produzirem energias. Assim, por exemplo, nunca vai faltar álcool, pois aos pequenos é inviável exportar açúcar...

E de nada adianta agregar os biocombustíveis ao viciado setor fóssil. Temos que criar a realidade biológica totalmente independente das doenças crônicas terminais fossilizadas. Não adianta "agregar". Temos que revolucionar.
Ainda é inviável modificar geneticamente um gambá, e vai levar muito tempo para um animal fedido destes deixar prosperar suculentas pintinhas e dourados pintões.

E viva a ANB, B de Bioenergia.
Eng. Thomas Renatus Fendel
www.fendel.com.br

“O mundo possui recursos para suprir a necessidade de todos, mas não tem recursos suficientes para suprir a ganância de todos” - Ghandi

-----Mensagem original-----
De: Cylene [mailto:cydagama@terra.com.br]
Enviada em: domingo, 12 de setembro de 2004 23:12
Para: jornaldomeioambiente@yahoogrupos.com.br
Assunto: JMA / já existe tecnologia p/estabilizar o clima

A menos que se queira aprender a História pertinente,

"MUDANÇAS CLIMÁTICAS - JÁ EXISTE TECNOLOGIA PARA ESTABILIZAR O CLIMA" ( segundo cientistas da Univ. de Princeton).

Cylene Gama

Technology already exists to stabilize climate, say experts
Wednesday, September 01, 2004
By GreenBiz.com

ESTÚPIDO HIDROGÊNIO
Cylene, obrigado pelo envio do artigo abaixo, que corrobora a realidade
sobre o bobo hidrogênio.

Resumindo, traduzindo e (comentando):

- Energia renovável se mantém ilusória. (ilusória para eles, EUA, coitados)
- H2 por exemplo, é tratado pelas 2 campanhas (das eleições dos EUA) como combustível alternativo, mas sua produção é impossível sem o uso de gás natural, um combustível fóssil. (ou outro combustível qualquer)
- Numa reportagem de 2003, a Associação Física Americana, constatou que produzir H2 é 4 vezes mais caro que produzir gasolina e que não existe material capaz de servir para produzir tanques para armazená-lo em uso convencional. (além de 4x mais caro requer 4x mais energia que a então disponível...é como trocar um cheque de 400 reais por um de 100 reais...)
- Em 2003 os combustíveis fósseis representaram 71% das fontes para a geração de EE nos EUA.
- Continuam subsidiando os fósseis nos EUA... (e aqui hipocritamente também)
- etc

Pois é, nada existe no mundo de tão maravilhoso como as nossas desprezadas bioenergias, nossas difamadas usinas renováveis hidroelétricas e nosso ignorado potencial de microcogeração - ENERNET.
Enquanto isso, estamos aqui jogando dinheiro pelo ralo em pesquisas de inviável H2, astronáuticas células combustíveis, e incentivos ao uso do sujo e fóssil gás natural, através de imorais e irracionais subsídios.

Por quê os ambientalistas e especialistas se calam perante tais atrocidades?
Se mantêm coniventes e incentivam os ataques a nossas espetaculares hidroelétricas renováveis? Defendem o fóssil e subsidiado GN? Sonham com o irreal H2? Babam pelas lunáticas células combustíveis? Tem uns que até enaltecem a incontrolável energia nuclear e o dinossáurico carvão porco mineral. E outros babacas filhos da puta propagam que irão fazer máquinas para seqüestrar carbono do ar, coisa que qualquer vegetal faz muito melhor e de graça.

Por quê não defendem a fantástica microcogeração? Por quê tem vergonha de nossas eternas bioenergias atmosfera limpantes?

Pasmem, dia destes lendo os anais de um recente congresso nacional, vi uma foto com mais de 10 microturninas "modulares" enfileiradas a gás natural, de 30 kW cada uma... Detalhe: cada uma custa 450.000 reais (ou dólares – não lembro...). Gente, o mesmo "serviço", minto: muito mais eficiente, pode ser obtido com um motor retificado de Corcel 2 a definitivo e mais-que-limpo álcool, que custa 450 reais...

Obs: De nada adianta a ANP cuidar de bioenergias... já se esqueceram o que aconteceu com nosso exemplar Proálcool?

Perplexos bioabraços
Eng. Thomas Renatus Fendel
www.fendel.com.br

"Quem aceita o mal sem protestar, coopera realmente com ele" - Martin Luther
King

RENEWABLE ENERGY REMAINS ELUSIVE

Hydrogen, for example, is touted by both campaigns as an alternative fuel, but its production is impossible without natural gas, a fossil fuel.

Friday, September 03, 2004
By Jennifer Jacobson

Jimmy Carter put solar heating panels on the White House during his first year in office to promote energy conservation. Ronald Reagan took them off and ushered in the era of market deregulation shortly after he was elected.
By the time Reagan was re-elected, the two oil crises of the previous decade — the 1973 OPEC embargo and the aftershock of the 1979 Iranian revolution — had faded into history, along with investment in the solar energy industry, as Middle Eastern oil flowed abundantly.
Reagan's removal of the panels was "a potent symbol," said Alan Nogee, spokesman for the Union of Concerned Scientists, an environmental group, but more significant were his cutbacks of federal support for renewable energy.
According to the U.S. Energy Information Administration (EIA), the decline in the number of U.S. solar energy firms — from 225 in 1984 to 59 in 1987 — was "probably due to the expiration of [federal] business energy tax credits."
"Huge Amounts of Funding"
The debate over federal energy policy and its lasting consequences for industry, environment, and economy is playing out once again in the current presidential campaign — this time against the backdrop of war in Iraq . In 2002, President George W. Bush put solar panels back on the White House, and his energy bill included more than $9 billion in tax proposals to increase energy efficiency, conservation, renewable energy, and emissions-free energy.
"There were huge amounts of funding in there for renewable energy, for energy efficiency and conservation," said John Felmy, chief economist of the American Petroleum Institute.
But the bill, which figures that America's reliance on oil, natural gas, and other fossil fuels will only grow in the next 25 years or so, has twice failed to pass Congress.
One of the biggest sticking points was the bill's provision to drill for oil in the Arctic National Wildlife Refuge, which Democrats — including Democratic presidential nominee John Kerry — and environmental groups oppose.
The Kerry campaign promises that 20 percent of U.S. electricity will be produced from renewable sources by 2020. It wants to allocate $20 billion to a clean-fuels program and $10 billion to make older coal plants cleaner and seeks to extend and broaden the federal production tax credit for renewable energy.
Sierra Club spokesman David Hamilton said that he'd prefer quicker movement on renewable energy, but in comparison to Bush's energy policy, the Kerry plan "is a concrete step in the right direction."
But fossil fuels, which contribute to climate change, remain the foundation of both candidates' policies.
Hydrogen, for example, is touted by both campaigns as an alternative fuel, but its production is impossible without natural gas, a fossil fuel.
And in a 2003 report, the American Physical Society, a physics advocacy group, said that currently hydrogen is four times more expensive to produce than gasoline and that there is no existing material that could serve as a hydrogen fuel tank fit for modern consumer use.
Last year, Bush announced a $1.2 billion initiative to develop a hydrogen-fueled car by 2020; Kerry has his own plan to use hydrogen throughout the nation, also by 2020.

"Market-Driven Policy"
According to the EIA, fossil fuels, such as coal, oil, and natural gas, accounted for 71 percent of electric power generated in this country in 2003. Nuclear power accounted for about 20 percent, and renewables made up about 9 percent.
Of those, hydroelectric produced the most power — 7 percent — and solar and wind produced the least at 0.01 and 0.28 percent, respectively.
Despite technological advances and government incentives, EIA economist Thomas Petersik said his agency has forecast that "renewable fuels are projected to remain a low contributor to U.S. electricity supply through 2025."
According to Felmy, this proves that "there's an important niche role [renewables] can play. But relying on them for a significant component of our energy supply is pure folly, at least for the next few decades."
But these predictions only hold up under "business as usual," said Nogee.
He said that renewables actually capture more of the market when the EIA makes its projections with the "renewable portfolio standard" — described by the American Wind Energy Association as a "flexible, market-driven policy" for biomass, wind, solar, and geothermal energy.
The standard, which requires an increasing share of total electricity consumption be produced from renewable sources, has not been enacted at the federal level.
But roughly a dozen states, including New York, Massachussets, and California, have adopted similar policies that require electricity providers to derive a minimum fraction of the electricity they sell consumers from wind and solar power.

Government Incentives
Christine Real De Azua, a spokeswoman for the American Wind Energy Association, said that her industry could continue to gain marketshare if Congress were to pass a long-term version of the federal production tax credit for wind farms.
A short-term version of the tax credit, which also applies to organic biomass sources that are converted into fuel, has expired three times in the last five years.
Although the initial cost of setting up a wind farm is high — one-megawatt turbine costs $1 million to provide electricity to 300 homes each year — the cost of producing wind energy, once the farm is running, can be as little as five cents per kilowatt-hour or lower, she said.
"There really isn't any energy source out there that doesn't have a form of support or incentive, whether it's fossil fuels or nuclear power. All are vital, all have important government support," she said. "It would be disingenuous to say, 'OK, wind energy you need to stand on your own.'"
A July 2000 report from the Renewable Energy Policy Project found that from 1943 to 1999, the lion's share of energy subsidies — $145.4 billion — went to nuclear power. Solar received $4.4 billion, and wind, $1.3 billion.
"[B]ecause there have been subsidies in the past to other forms of fuel, then everyone lines up and says [it's] their turn," said Peter Van Doren, an analyst for the libertarian Cato Institute. But he said that ultimately subsidies amount to a "wealth transfer" for the owners of a particular energy resource, rather than lower costs for consumers.
Environmental groups like the Natural Resources Defense Council (NRDC) consider global warming and pollution the leading issues for any energy policy.
"[I]f Kerry is elected," said NRDC spokesman Dan Lashof, the challenge will be turning environmental principles into "an enforceable set of programs.
There’s a lot of pitfalls between paper and regulation."
Regardless, said Charli Coon, a former policy analyst at the conservative Heritage Foundation, presidential policy can’t force consumers to embrace renewable energy.
"You run into the not-in-my-backyard-problems; people don't want to live near transmission lines," she said, and complain that "windmill farms are eyesores and that they take up a lot of room, which they do, and (that) they kill birds. Their answer to everything is no, no, no. What do they want us to use for energy?"

Additional writing by the editors

Related Links
Solar Industry Profile
Solar power at the White House
Hydrogen Economy Fact Sheet — The White House
Kerry's Plan for American Leadership in Energy Technology

Source: Newsdesk.org


BLÁ BLÁ BLAIR...
Meu caro Ermitão

Se implantarmos as fantásticas e definitivas bioenergias orgânicas no nosso planeta, os países tropicais se tornam paraísos energéticos mundiais; o FMI não tem mais motivos para emprestar dinheiro e cobrar perpétuos juros; a indústria bélica deixa de existir; as multis de agrotóxicos perdem seus clientes; o efeito estufa vira efeito geladeira; o tal do protocolo de Kioto e o MDL farão menos sentido ainda; o dóllar deixa de ter "valor"; o povo do quinto mundo deixa de ser capacho; o povo do dito primeiro vai ter que pagar prêços reais pela energia; as mídias deixarão de noticiar bobagens; as escolas se ocuparão de pesquisas úteis; etc; etc.

Enfim a revolução das bioenergias vai quebrar o falido e agonizante sistema fóssil que aí está, e que mantém a (des)ordem mundial, que prefere desviar a atenção do próprio sufôco para assuntos mentirosos e imaginários como o hidrogênio e células combustíveis (anexo abaixo).

Será possível que não somos capazes de fazer um seminário realista?
Que além de araras azuis no pantanal, prevalecem os papagaios a imitar a produção do lixo tecnológico mundial?
Que além de urubus no céu, sobra gente envolvida em carniça infundada e corrupta?
Nossos interesses são apenas baseados em questões particulares? Em achismos? Crenças? Futurologias? Enganação?
Por quê não temos políticas relevantes e grandiosas sobre nossas perenes e comprovadas bioenergias?
Por quê nossos centros de pesquisa especializados em perpétuas bioenergias foram desmantelados?
Por quê só convidamos incompetentes estrangeiros catastrofistas embromadores como palestrantes?
Por quê subsidiamos os insustentáveis fósseis?
Quando vamos parar de ser cachorros mijados?
Quando vamos responsabilizar os meios de comunicação e suas fontes pelas notícias falsas, abobalhantes e mentirosas?
Por quê o Bautista Vidal, o pai do mais fantástico e invejado programa mundial de energias, o Proálcool, não é ouvido e entrevistado todo dia?

Caramba, é a energia que move a vida e move o mundo em desenvolvimento.
Claro que, para viver como macacos amestrados, não necessitamos de tecnologia e nem de energia, basta uma dúzia de bananas enfiadas.
Embaixo do braço.

No endereço www.aondevamos.eng.br , se encontra uma nova entrevista deste inconformado visionário que vos escreve.

Estupefados bioabraços
Eng. Thomas Renatus Fendel
www.fendel.com.br
"O mundo possui recursos para suprir a necessidade de todos, mas não tem recursos suficientes para suprir a ganância de todos" - Ghandi

CAMPINAS/SP SEDIA 2º WORKSHOP INTERNACIONAL SOBRE CÉLULAS A COMBUSTÍVEL

fonte: http://www.ambientebrasil.com.br/noticias/index.php3?action=ler&id=16052
O 2º Workshop Internacional sobre Células a Combustível será realizado entre os dias 21 e 22 de outubro 2004, em Campinas (SP), com palestras proferidas por especialistas brasileiros e estrangeiros para se verificar o estado da Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) nas áreas de hidrogênio e células a combustível.
O evento abordará as tendências em geração, armazenamento, infra-estrutura de produção e distribuição de hidrogênio para fins energéticos, as tecnologias de produção e aplicação de células a combustível e a engenharia de produto.
A proposta é estreitar os laços entre o meio acadêmico, empresas e instituições governamentais em projetos de P&D nessa áreas do conhecimento. Mais informações: www.ifi.unicamp.br/ceneh/2workshop . (Agência Fapesp)


-----Mensagem original-----
De: Oficina de Textos [mailto:Ermitao.Picinguaba@mail.EUnet.pt]
Enviada em: quarta-feira, 15 de setembro de 2004 15:27
Para: jornaldomeioambiente@yahoogrupos.com.br
Assunto: Re: JMA / Blá, Blá, Blá....

Uai, porque eles não colocam em prática o maravilhoso projecto do Fendel que é o efeito Geladeira????
Acho engraçado, estes caras têm as soluções mas sempre vêm com solucinhos...e lencinhos de alpaca....
Vão catar latas isto sim....eu ando cheio deste caras, não suporto mais esta demagogia barata que só serve para atulhar os meios de comunicação com babozeiras......temos um programa, www.mandala.pt que vocês deveriam assistir, chama-se Contra Informação, levado ao ar pela RTP, televisão portuguesa, foi difícil a gente conseguir isto, ainda mais em um País todo amarrado com o sistema feudalista da União Européia, enquanto uns acham uma maravilha, em Portugal, não mais de 20 famílias dominam o País, todo......e a nossa missão é informar, para evitarmos catástrofes maiores.....mas, esta do Tony Blair, lembro-me dele e o Primeiro Ministro Português recebendo o Bush, junto com o Aznar, para apoiarem a Guerra no Iraque, e agora vem falar em efeito estufa......vão catar latas!!!!
O Aznar já caiu, Blair, está com sua identidade e popularidade muito comprometida e vem com conversas moles...

Abraços, perdoem-me, estas coisas me fazem perder a estribeira...

Ermitão da Picinguaba
www.ermitaodapicinguaba.com

----- Original Message -----
From: "Alexandre Franco - SEIAA"
To:
Sent: Wednesday, September 15, 2004 4:28 PM
Subject: JMA / Blá, Blá, Blá....

Blair pede mobilização contra mudanças no clima

Para Blair, "não há dúvida de que o momento de agir é agora"

O primeiro-ministro britânico, Tony Blair, advertiu nesta terça-feira que o aquecimento global vai ter conseqüências catastróficas a menos que os diversos países façam algo agora para evitar que isso aconteça.

Durante um discurso a líderes empresariais em Londres, Blair disse que a humanidade precisa mudar suas ações para evitar o pior.

"É agora que a ação propícia pode evitar desastres. É agora que, com visão de longo prazo e força de vontade, tal ação pode ser tomada sem perturbar a essência de nosso estilo de vida, por meio de um ajuste de comportamento, não o mudando por completo", disse.

Blair explicou que pretende usar o período em que a Grã-Bretanha vai ocupar a presidência do G-8 (o grupo dos sete países mais industrializados do mundo mais a Rússia), no ano que vem, para tentar convencer os demais países da organização a adotar a mesma abordagem do problema.

Estados Unidos

Um dos países do grupo, os Estados Unidos, anunciou em 2001 que não iria implementar o protocolo de Kyoto para diminuição das emissões que provocam o efeito estufa por causa do impacto que isso teria sobre sua economia.

O premiê britânico, porém, disse que crescimento econômico é possível ao mesmo tempo em que se reduz a poluição atmosférica.

Em outro ponto do seu discurso, Blair também disse que países em desenvolvimento, como a China e a Índia, também precisam entender a gravidade da situação.

Agosto/2004 Outubro/2004