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OPINIÕES
E COMENTÁRIOS
SETEMBRO
2004
Tecnologia x clima
Querida Cylene:
Realmente, basta rever a história da vida para se certificar que
a "tecnologia" para estabilizar o clima, existe faz muito tempo,
e não apenas para 50 anos, e sim para "sempre", pois
a biomassa nada mais é do que o gás carbônico sequestrado
do ar, gás que se acredita seja o corresponsável pelo cobertor
atmosférico translúcido que regula a temperatura do glôbo.
Assim, quanto mais carbono no ar, mais aquecimento sofremos através
do dito efeito estufa.
Inclusive os fósseis petrossáuricos (carvão mineral,
petróleo e gás natural) também tem sua origem no
carbono que havia em excesso na nossa atmosfera, e que a vida pré-histórica,
primeiro fotossintetizou em biomassa vegetal e animal, antes de fossilizá-las.
Portanto os fósseis são exatamente o excesso de carbono
que havia no ar, e que estamos agora, nos últimos 200 anos desenterrando
e lançando novamente à atmosfera.
Então na história do mundo, a fantástica biomassa
já fêz este papel de seqüestrar e armazenar o excesso
de carbono, e vai fazer de novo, se o bobo homem o permitir, e trocar
sua agonizante matriz fóssil pela matriz da vida, da perpétua
bioenergia.
Ao invés de criar idiotas, caras e ineficientes máquinas
seqüestradoras de carbono e o igualmente hipócrita e retrógrado
mercado de carbono, deveríamos deixar o carbono fóssil no
subsolo, e plantar grande quantidade de maravilhosos vegetais biodiversos
comedores gratuitos de carbono atmosférico.
Os equipamentos abaixo propostos, infundados e imaginários comedores
de carbono, se assemelham literalmente a dar o rabo pro cachorro comer.
Na Dinamarca são proibidas novas termoelétricas, e só
se permite a cogeração com aproveitamento do calor residual.
Não necessitamos de máquinas para sequestrar CO2, que apenas
irão consumir energia mais cara e poluente...
Basta trocar todas as imundas termoelétricas (fazer o contrário
da nova moda suja e abobalhante aqui do Brasil) por equipamentos de cogeração
interligados pela BIOENEREDE, para reduzir em 50% a emissão de
CO2 fóssil do setor elétrico mundial, imediatamente.
E mais, trocando os fósseis pelas bioenergias chegaremos no efeito
geladeira, devido ao saldo negativo de emissão de carbono das biomassas.
É simples, é óbvio. Basta querer fazer a coisa certa.
Repito: Para essa nova e fantástica realidade, a BIOENEREDE é
fundamental, pois permite o intercâmbio de energias, bem como o
aproveitamento máximo dos equipamentos e investimentos, além
de limpar o ar, gerar desenvolvimento, promover justiça, eliminar
crendices, etc, etc.
Temos que deixar os pequenos produzirem energias. Assim, por exemplo,
nunca vai faltar álcool, pois aos pequenos é inviável
exportar açúcar...
E de nada adianta agregar os biocombustíveis ao viciado setor
fóssil. Temos que criar a realidade biológica totalmente
independente das doenças crônicas terminais fossilizadas.
Não adianta "agregar". Temos que revolucionar.
Ainda é inviável modificar geneticamente um gambá,
e vai levar muito tempo para um animal fedido destes deixar prosperar
suculentas pintinhas e dourados pintões.
E viva a ANB, B de Bioenergia.
Eng. Thomas Renatus Fendel
www.fendel.com.br
“O mundo possui recursos para suprir a necessidade de todos, mas
não tem recursos suficientes para suprir a ganância de todos”
- Ghandi
-----Mensagem original-----
De: Cylene [mailto:cydagama@terra.com.br]
Enviada em: domingo, 12 de setembro de 2004 23:12
Para: jornaldomeioambiente@yahoogrupos.com.br
Assunto: JMA / já existe tecnologia p/estabilizar o clima
A menos que se queira aprender a História pertinente,
"MUDANÇAS CLIMÁTICAS - JÁ EXISTE TECNOLOGIA
PARA ESTABILIZAR O CLIMA" ( segundo cientistas da Univ. de Princeton).
Cylene Gama
Technology already exists to stabilize climate, say experts
Wednesday, September 01, 2004
By GreenBiz.com
ESTÚPIDO HIDROGÊNIO
Cylene, obrigado pelo envio do artigo abaixo, que corrobora a realidade
sobre o bobo hidrogênio.
Resumindo, traduzindo e (comentando):
- Energia renovável se mantém ilusória. (ilusória
para eles, EUA, coitados)
- H2 por exemplo, é tratado pelas 2 campanhas (das eleições
dos EUA) como combustível alternativo, mas sua produção
é impossível sem o uso de gás natural, um combustível
fóssil. (ou outro combustível qualquer)
- Numa reportagem de 2003, a Associação Física Americana,
constatou que produzir H2 é 4 vezes mais caro que produzir gasolina
e que não existe material capaz de servir para produzir tanques
para armazená-lo em uso convencional. (além de 4x mais caro
requer 4x mais energia que a então disponível...é
como trocar um cheque de 400 reais por um de 100 reais...)
- Em 2003 os combustíveis fósseis representaram 71% das
fontes para a geração de EE nos EUA.
- Continuam subsidiando os fósseis nos EUA... (e aqui hipocritamente
também)
- etc
Pois é, nada existe no mundo de tão maravilhoso como as
nossas desprezadas bioenergias, nossas difamadas usinas renováveis
hidroelétricas e nosso ignorado potencial de microcogeração
- ENERNET.
Enquanto isso, estamos aqui jogando dinheiro pelo ralo em pesquisas de
inviável H2, astronáuticas células combustíveis,
e incentivos ao uso do sujo e fóssil gás natural, através
de imorais e irracionais subsídios.
Por quê os ambientalistas e especialistas se calam perante tais
atrocidades?
Se mantêm coniventes e incentivam os ataques a nossas espetaculares
hidroelétricas renováveis? Defendem o fóssil e subsidiado
GN? Sonham com o irreal H2? Babam pelas lunáticas células
combustíveis? Tem uns que até enaltecem a incontrolável
energia nuclear e o dinossáurico carvão porco mineral. E
outros babacas filhos da puta propagam que irão fazer máquinas
para seqüestrar carbono do ar, coisa que qualquer vegetal faz muito
melhor e de graça.
Por quê não defendem a fantástica microcogeração?
Por quê tem vergonha de nossas eternas bioenergias atmosfera limpantes?
Pasmem, dia destes lendo os anais de um recente congresso nacional, vi
uma foto com mais de 10 microturninas "modulares" enfileiradas
a gás natural, de 30 kW cada uma... Detalhe: cada uma custa 450.000
reais (ou dólares – não lembro...). Gente, o mesmo
"serviço", minto: muito mais eficiente, pode ser obtido
com um motor retificado de Corcel 2 a definitivo e mais-que-limpo álcool,
que custa 450 reais...
Obs: De nada adianta a ANP cuidar de bioenergias... já se esqueceram
o que aconteceu com nosso exemplar Proálcool?
Perplexos bioabraços
Eng. Thomas Renatus Fendel
www.fendel.com.br
"Quem aceita o mal sem protestar, coopera realmente com ele"
- Martin Luther
King
RENEWABLE ENERGY REMAINS ELUSIVE
Hydrogen, for example, is touted by both campaigns as an alternative
fuel, but its production is impossible without natural gas, a fossil fuel.
Friday, September 03, 2004
By Jennifer Jacobson
Jimmy Carter put solar heating panels on the White House during his first
year in office to promote energy conservation. Ronald Reagan took them
off and ushered in the era of market deregulation shortly after he was
elected.
By the time Reagan was re-elected, the two oil crises of the previous
decade — the 1973 OPEC embargo and the aftershock of the 1979 Iranian
revolution — had faded into history, along with investment in the
solar energy industry, as Middle Eastern oil flowed abundantly.
Reagan's removal of the panels was "a potent symbol," said Alan
Nogee, spokesman for the Union of Concerned Scientists, an environmental
group, but more significant were his cutbacks of federal support for renewable
energy.
According to the U.S. Energy Information Administration (EIA), the decline
in the number of U.S. solar energy firms — from 225 in 1984 to 59
in 1987 — was "probably due to the expiration of [federal]
business energy tax credits."
"Huge Amounts of Funding"
The debate over federal energy policy and its lasting consequences for
industry, environment, and economy is playing out once again in the current
presidential campaign — this time against the backdrop of war in
Iraq . In 2002, President George W. Bush put solar panels back on the
White House, and his energy bill included more than $9 billion in tax
proposals to increase energy efficiency, conservation, renewable energy,
and emissions-free energy.
"There were huge amounts of funding in there for renewable energy,
for energy efficiency and conservation," said John Felmy, chief economist
of the American Petroleum Institute.
But the bill, which figures that America's reliance on oil, natural gas,
and other fossil fuels will only grow in the next 25 years or so, has
twice failed to pass Congress.
One of the biggest sticking points was the bill's provision to drill for
oil in the Arctic National Wildlife Refuge, which Democrats — including
Democratic presidential nominee John Kerry — and environmental groups
oppose.
The Kerry campaign promises that 20 percent of U.S. electricity will be
produced from renewable sources by 2020. It wants to allocate $20 billion
to a clean-fuels program and $10 billion to make older coal plants cleaner
and seeks to extend and broaden the federal production tax credit for
renewable energy.
Sierra Club spokesman David Hamilton said that he'd prefer quicker movement
on renewable energy, but in comparison to Bush's energy policy, the Kerry
plan "is a concrete step in the right direction."
But fossil fuels, which contribute to climate change, remain the foundation
of both candidates' policies.
Hydrogen, for example, is touted by both campaigns as an alternative fuel,
but its production is impossible without natural gas, a fossil fuel.
And in a 2003 report, the American Physical Society, a physics advocacy
group, said that currently hydrogen is four times more expensive to produce
than gasoline and that there is no existing material that could serve
as a hydrogen fuel tank fit for modern consumer use.
Last year, Bush announced a $1.2 billion initiative to develop a hydrogen-fueled
car by 2020; Kerry has his own plan to use hydrogen throughout the nation,
also by 2020.
"Market-Driven Policy"
According to the EIA, fossil fuels, such as coal, oil, and natural gas,
accounted for 71 percent of electric power generated in this country in
2003. Nuclear power accounted for about 20 percent, and renewables made
up about 9 percent.
Of those, hydroelectric produced the most power — 7 percent —
and solar and wind produced the least at 0.01 and 0.28 percent, respectively.
Despite technological advances and government incentives, EIA economist
Thomas Petersik said his agency has forecast that "renewable fuels
are projected to remain a low contributor to U.S. electricity supply through
2025."
According to Felmy, this proves that "there's an important niche
role [renewables] can play. But relying on them for a significant component
of our energy supply is pure folly, at least for the next few decades."
But these predictions only hold up under "business as usual,"
said Nogee.
He said that renewables actually capture more of the market when the EIA
makes its projections with the "renewable portfolio standard"
— described by the American Wind Energy Association as a "flexible,
market-driven policy" for biomass, wind, solar, and geothermal energy.
The standard, which requires an increasing share of total electricity
consumption be produced from renewable sources, has not been enacted at
the federal level.
But roughly a dozen states, including New York, Massachussets, and California,
have adopted similar policies that require electricity providers to derive
a minimum fraction of the electricity they sell consumers from wind and
solar power.
Government Incentives
Christine Real De Azua, a spokeswoman for the American Wind Energy Association,
said that her industry could continue to gain marketshare if Congress
were to pass a long-term version of the federal production tax credit
for wind farms.
A short-term version of the tax credit, which also applies to organic
biomass sources that are converted into fuel, has expired three times
in the last five years.
Although the initial cost of setting up a wind farm is high — one-megawatt
turbine costs $1 million to provide electricity to 300 homes each year
— the cost of producing wind energy, once the farm is running, can
be as little as five cents per kilowatt-hour or lower, she said.
"There really isn't any energy source out there that doesn't have
a form of support or incentive, whether it's fossil fuels or nuclear power.
All are vital, all have important government support," she said.
"It would be disingenuous to say, 'OK, wind energy you need to stand
on your own.'"
A July 2000 report from the Renewable Energy Policy Project found that
from 1943 to 1999, the lion's share of energy subsidies — $145.4
billion — went to nuclear power. Solar received $4.4 billion, and
wind, $1.3 billion.
"[B]ecause there have been subsidies in the past to other forms of
fuel, then everyone lines up and says [it's] their turn," said Peter
Van Doren, an analyst for the libertarian Cato Institute. But he said
that ultimately subsidies amount to a "wealth transfer" for
the owners of a particular energy resource, rather than lower costs for
consumers.
Environmental groups like the Natural Resources Defense Council (NRDC)
consider global warming and pollution the leading issues for any energy
policy.
"[I]f Kerry is elected," said NRDC spokesman Dan Lashof, the
challenge will be turning environmental principles into "an enforceable
set of programs.
There’s a lot of pitfalls between paper and regulation."
Regardless, said Charli Coon, a former policy analyst at the conservative
Heritage Foundation, presidential policy can’t force consumers to
embrace renewable energy.
"You run into the not-in-my-backyard-problems; people don't want
to live near transmission lines," she said, and complain that "windmill
farms are eyesores and that they take up a lot of room, which they do,
and (that) they kill birds. Their answer to everything is no, no, no.
What do they want us to use for energy?"
Additional writing by the editors
Related Links
Solar Industry Profile
Solar power at the White House
Hydrogen Economy Fact Sheet — The White House
Kerry's Plan for American Leadership in Energy Technology
Source: Newsdesk.org
BLÁ BLÁ BLAIR...
Meu caro Ermitão
Se implantarmos as fantásticas e definitivas bioenergias orgânicas
no nosso planeta, os países tropicais se tornam paraísos
energéticos mundiais; o FMI não tem mais motivos para emprestar
dinheiro e cobrar perpétuos juros; a indústria bélica
deixa de existir; as multis de agrotóxicos perdem seus clientes;
o efeito estufa vira efeito geladeira; o tal do protocolo de Kioto e o
MDL farão menos sentido ainda; o dóllar deixa de ter "valor";
o povo do quinto mundo deixa de ser capacho; o povo do dito primeiro vai
ter que pagar prêços reais pela energia; as mídias
deixarão de noticiar bobagens; as escolas se ocuparão de
pesquisas úteis; etc; etc.
Enfim a revolução das bioenergias vai quebrar o falido
e agonizante sistema fóssil que aí está, e que mantém
a (des)ordem mundial, que prefere desviar a atenção do próprio
sufôco para assuntos mentirosos e imaginários como o hidrogênio
e células combustíveis (anexo abaixo).
Será possível que não somos capazes de fazer um
seminário realista?
Que além de araras azuis no pantanal, prevalecem os papagaios a
imitar a produção do lixo tecnológico mundial?
Que além de urubus no céu, sobra gente envolvida em carniça
infundada e corrupta?
Nossos interesses são apenas baseados em questões particulares?
Em achismos? Crenças? Futurologias? Enganação?
Por quê não temos políticas relevantes e grandiosas
sobre nossas perenes e comprovadas bioenergias?
Por quê nossos centros de pesquisa especializados em perpétuas
bioenergias foram desmantelados?
Por quê só convidamos incompetentes estrangeiros catastrofistas
embromadores como palestrantes?
Por quê subsidiamos os insustentáveis fósseis?
Quando vamos parar de ser cachorros mijados?
Quando vamos responsabilizar os meios de comunicação e suas
fontes pelas notícias falsas, abobalhantes e mentirosas?
Por quê o Bautista Vidal, o pai do mais fantástico e invejado
programa mundial de energias, o Proálcool, não é
ouvido e entrevistado todo dia?
Caramba, é a energia que move a vida e move o mundo em desenvolvimento.
Claro que, para viver como macacos amestrados, não necessitamos
de tecnologia e nem de energia, basta uma dúzia de bananas enfiadas.
Embaixo do braço.
No endereço www.aondevamos.eng.br , se encontra uma nova entrevista
deste inconformado visionário que vos escreve.
Estupefados bioabraços
Eng. Thomas Renatus Fendel
www.fendel.com.br
"O mundo possui recursos para suprir a necessidade de todos, mas
não tem recursos suficientes para suprir a ganância de todos"
- Ghandi
CAMPINAS/SP SEDIA 2º WORKSHOP INTERNACIONAL SOBRE CÉLULAS
A COMBUSTÍVEL
fonte: http://www.ambientebrasil.com.br/noticias/index.php3?action=ler&id=16052
O 2º Workshop Internacional sobre Células a Combustível
será realizado entre os dias 21 e 22 de outubro 2004, em Campinas
(SP), com palestras proferidas por especialistas brasileiros e estrangeiros
para se verificar o estado da Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) nas
áreas de hidrogênio e células a combustível.
O evento abordará as tendências em geração,
armazenamento, infra-estrutura de produção e distribuição
de hidrogênio para fins energéticos, as tecnologias de produção
e aplicação de células a combustível e a engenharia
de produto.
A proposta é estreitar os laços entre o meio acadêmico,
empresas e instituições governamentais em projetos de P&D
nessa áreas do conhecimento. Mais informações: www.ifi.unicamp.br/ceneh/2workshop
. (Agência Fapesp)
-----Mensagem original-----
De: Oficina de Textos [mailto:Ermitao.Picinguaba@mail.EUnet.pt]
Enviada em: quarta-feira, 15 de setembro de 2004 15:27
Para: jornaldomeioambiente@yahoogrupos.com.br
Assunto: Re: JMA / Blá, Blá, Blá....
Uai, porque eles não colocam em prática o maravilhoso projecto
do Fendel que é o efeito Geladeira????
Acho engraçado, estes caras têm as soluções
mas sempre vêm com solucinhos...e lencinhos de alpaca....
Vão catar latas isto sim....eu ando cheio deste caras, não
suporto mais esta demagogia barata que só serve para atulhar os
meios de comunicação com babozeiras......temos um programa,
www.mandala.pt que vocês deveriam assistir, chama-se Contra Informação,
levado ao ar pela RTP, televisão portuguesa, foi difícil
a gente conseguir isto, ainda mais em um País todo amarrado com
o sistema feudalista da União Européia, enquanto uns acham
uma maravilha, em Portugal, não mais de 20 famílias dominam
o País, todo......e a nossa missão é informar, para
evitarmos catástrofes maiores.....mas, esta do Tony Blair, lembro-me
dele e o Primeiro Ministro Português recebendo o Bush, junto com
o Aznar, para apoiarem a Guerra no Iraque, e agora vem falar em efeito
estufa......vão catar latas!!!!
O Aznar já caiu, Blair, está com sua identidade e popularidade
muito comprometida e vem com conversas moles...
Abraços, perdoem-me, estas coisas me fazem perder a estribeira...
Ermitão da Picinguaba
www.ermitaodapicinguaba.com
----- Original Message -----
From: "Alexandre Franco - SEIAA"
To:
Sent: Wednesday, September 15, 2004 4:28 PM
Subject: JMA / Blá, Blá, Blá....
Blair pede mobilização contra mudanças no clima
Para Blair, "não há dúvida de que o momento
de agir é agora"
O primeiro-ministro britânico, Tony Blair, advertiu nesta terça-feira
que o aquecimento global vai ter conseqüências catastróficas
a menos que os diversos países façam algo agora para evitar
que isso aconteça.
Durante um discurso a líderes empresariais em Londres, Blair disse
que a humanidade precisa mudar suas ações para evitar o
pior.
"É agora que a ação propícia pode evitar
desastres. É agora que, com visão de longo prazo e força
de vontade, tal ação pode ser tomada sem perturbar a essência
de nosso estilo de vida, por meio de um ajuste de comportamento, não
o mudando por completo", disse.
Blair explicou que pretende usar o período em que a Grã-Bretanha
vai ocupar a presidência do G-8 (o grupo dos sete países
mais industrializados do mundo mais a Rússia), no ano que vem,
para tentar convencer os demais países da organização
a adotar a mesma abordagem do problema.
Estados Unidos
Um dos países do grupo, os Estados Unidos, anunciou em 2001 que
não iria implementar o protocolo de Kyoto para diminuição
das emissões que provocam o efeito estufa por causa do impacto
que isso teria sobre sua economia.
O premiê britânico, porém, disse que crescimento econômico
é possível ao mesmo tempo em que se reduz a poluição
atmosférica.
Em outro ponto do seu discurso, Blair também disse que países
em desenvolvimento, como a China e a Índia, também precisam
entender a gravidade da situação.
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